Resumo
- Marciele Albuquerque se transforma em onça parda e preta no Festival de Parintins 2026 A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, protagonizou um dos momentos mais aguardados da segunda noite do 59º Festival de Parintins.
- Segundo o projeto artístico do Caprichoso, o encantado simboliza a força ancestral que protege a mata, os animais e o equilíbrio da natureza diante das ameaças à Amazônia.
- 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Na segunda noite, o Caprichoso apresentou o subtema “O Chão Ancestral”, que integra o projeto “Brinquedo que Canta seu Chão”.
- Reconhecida pela intensidade de suas apresentações, a cunhã-poranga representa, na arena, a força, a ancestralidade e a resistência da mulher indígena, unindo arte, cultura e representatividade em cada evolução 5 de 5 A lenda indígena é inspirada em um dos personagens do imaginário amazônico mais conhecido.
Marciele Albuquerque se transforma em onça parda e preta no Festival de Parintins 2026
A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, protagonizou um dos momentos mais aguardados da segunda noite do 59º Festival de Parintins. Ela surgiu da alegoria “Curupira – O Guardião da Vida”, uma das principais atrações do espetáculo do boi azul neste sábado (27) e na evolução se transformou em onças. (assista ao vídeo acima)
Inspirada em um dos seres mais conhecidos do imaginário amazônico, a alegoria retratou o Curupira como guardião da floresta e defensor dos territórios da vida. Segundo o projeto artístico do Caprichoso, o encantado simboliza a força ancestral que protege a mata, os animais e o equilíbrio da natureza diante das ameaças à Amazônia.
Marciele Albuquerque surge da alegoria do Curupira na segunda noite do Festival de Parintins 2026 — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM
Marciele Albuquerque surge da alegoria do Curupira na segunda noite do Festival de Parintins 2026 — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM
Marciele surgiu da alegoria para defender o item 9, ao som da toada “Trilha de Curupira”. Em sua dança, ela representou a força, a ancestralidade e a resistência da mulher indígena — marcas de sua trajetória na arena.
Na segunda noite, o Caprichoso apresentou o subtema “O Chão Ancestral”, que integra o projeto “Brinquedo que Canta seu Chão”. O espetáculo mostra a Amazônia como território vivo, protegido por encantados e guardiões da floresta, reforçando a importância dos povos originários e da preservação da natureza.
Marciele Albuquerque durante segunda noite do Festival de Parintins 2026. — Foto: Foto: Mauro Neto/Secom
Marciele Albuquerque durante segunda noite do Festival de Parintins 2026. — Foto: Foto: Mauro Neto/Secom
Marciele Albuquerque vira onça pintada e onça preta no Bumbódromo — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM
Marciele Albuquerque vira onça pintada e onça preta no Bumbódromo — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM
Marciele Albuquer se transforma na segunda noite do Festival de Parintins 2026 — Foto: Foto: Patrick Marques/g1 AM
Marciele Albuquer se transforma na segunda noite do Festival de Parintins 2026 — Foto: Foto: Patrick Marques/g1 AM
Marciele Albuquerque é um dos itens individuais mais aguardados do Festival de Parintins. Reconhecida pela intensidade de suas apresentações, a cunhã-poranga representa, na arena, a força, a ancestralidade e a resistência da mulher indígena, unindo arte, cultura e representatividade em cada evolução
A lenda indígena é inspirada em um dos personagens do imaginário amazônico mais conhecido. E defende a preservação da Floresta — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM
A lenda indígena é inspirada em um dos personagens do imaginário amazônico mais conhecido. E defende a preservação da Floresta — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM