Resumo
- A operação foi realizada após denúncias recebidas pela Polícia Militar sobre a realização de um torneio ilegal de briga de galos.
- A Polícia Civil e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Sedema) também participaram da ação.
- 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Agora no g1 De acordo com a Polícia Civil, 15 galos foram resgatados durante a operação.
- Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente de Maués, Lázaro Júnior, a equipe da pasta foi acionada para prestar apoio à operação e constatou irregularidades no local.
Gaiolas eram usadas para abrigar galos usados em rinha. — Foto: Divulgação/PMAM
Gaiolas eram usadas para abrigar galos usados em rinha. — Foto: Divulgação/PMAM
Cinco pessoas foram presas suspeitas de participar de uma rinha de galos em Maués, no interior do Amazonas, neste sábado (30). A ação aconteceu em um sítio localizado na estrada Maués-Mirim, nas proximidades da unidade prisional do município.
A operação foi realizada após denúncias recebidas pela Polícia Militar sobre a realização de um torneio ilegal de briga de galos. A Polícia Civil e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Sedema) também participaram da ação.
No local, organizadores e apostadores foram encontrados pelas equipes. Parte dos envolvidos conseguiu fugir por uma área de mata, segundo as autoridades. Veículos, materiais e estruturas utilizados na prática ilegal também foram apreendidos.
Agora no g1
De acordo com a Polícia Civil, 15 galos foram resgatados durante a operação. Os animais apresentavam sinais de maus-tratos e foram encaminhados à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, onde permanecem sob cuidados técnicos até definição sobre a destinação.
Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente de Maués, Lázaro Júnior, a equipe da pasta foi acionada para prestar apoio à operação e constatou irregularidades no local.
“Foi constatada a prática de maus-tratos e exploração de animais em competições ilegais”, afirmou o secretário.
Ainda conforme Lázaro Júnior, durante a inspeção foram identificadas estruturas usadas para confinamento e acomodação das aves. Apenas o proprietário do imóvel permaneceu no local e prestou esclarecimentos às autoridades.
Os suspeitos devem responder por crime ambiental. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou ainda que os envolvidos poderão ser multados administrativamente.