Ao som de ‘Deusa das Lutas’, Marciele Albuquerque faz evolução na primeira noite do Festival de Parintins 2026; VÍDEO

Resumo

  • Marciele Albuquerque evoluindo como Cunhã-Poranga do Caprichoso na 1ª noite de festival A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, protagonizou um dos momentos mais aguardados da primeira noite do 59º Festival Folclórico de Parintins, nesta sexta-feira (26).
  • Com a estrutura monumental, o Caprichoso reforçou a proposta de valorizar a ancestralidade e as narrativas tradicionais da floresta.
  • A performance foi embalada pela toada “Deusa das Lutas”, que exalta a força feminina, a relação com a natureza e a resistência dos povos amazônicos.
  • conheça a história e entenda como funciona o maior espetáculo folclórico a céu aberto do mundo Veja mais detalhes da evolução de Marciele Albuquerque na arena do Festival de Parintins 1 de 4 Cunhã-poranga Marciele Albuquerque na primeira noite do Festival de Parintins 2026 — Foto.

Marciele Albuquerque evoluindo como Cunhã-Poranga do Caprichoso na 1ª noite de festival

Marciele Albuquerque evoluindo como Cunhã-Poranga do Caprichoso na 1ª noite de festival

A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, protagonizou um dos momentos mais aguardados da primeira noite do 59º Festival Folclórico de Parintins, nesta sexta-feira (26). A item oficial surgiu da alegoria “Cobra Grande – A Deusa da Encantaria” e realizou sua evolução na arena ao som da toada “Deusa das Lutas”.

A apresentação fez parte da Lenda Amazônica da Cobra Grande, um dos principais quadros do espetáculo do boi azul na abertura do festival.

A alegoria retratou a Cobra Grande como uma entidade ligada à encantaria e aos mistérios das águas, figura presente no imaginário amazônico. Com a estrutura monumental, o Caprichoso reforçou a proposta de valorizar a ancestralidade e as narrativas tradicionais da floresta.

Marciele apareceu do interior da alegoria e, em seguida, iniciou sua evolução como Cunhã-Poranga. A apresentação reuniu dança, interpretação e expressão corporal, características que fazem do item um dos mais aguardados da disputa.

A performance foi embalada pela toada “Deusa das Lutas”, que exalta a força feminina, a relação com a natureza e a resistência dos povos amazônicos.

Na primeira noite do festival, o Caprichoso apresenta o subtema “O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem”, parte do projeto artístico “Brinquedo que Canta seu Chão”. A proposta celebra as origens de Parintins, a memória coletiva e a identidade cultural amazônica.

Veja mais detalhes da evolução de Marciele Albuquerque na arena do Festival de Parintins

Veja mais detalhes da evolução de Marciele Albuquerque na arena do Festival de Parintins

Cunhã-poranga Marciele Albuquerque na primeira noite do Festival de Parintins 2026 — Foto: Lucas Macedo/g1 AM

Cunhã-poranga do Caprichoso Marciele Alburquerque — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Cunhã-poranga Marciele Albuquerque na primeira noite do Festival de Parintins 2026 — Foto: Patrick Marques/g1 AM

Cunhã-poranga do Caprichoso Marciele Alburquerque — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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