Parto raro de trigêmeos é realizado em maternidade de Manaus

Resumo

  • A dona de casa Francis Dalva Braga, moradora de Tefé, estava na 33ª semana de gestação de duas meninas e um menino.
  • Veja os vídeos que estão em alta no g1 Mãe de seis filhos, Francis realizou o pré-natal em Tefé, mas foi encaminhada para Manaus por se tratar de uma gestação de alto risco.
  • Veja lista 2 de 2 A dona de casa Francis Dalva Braga, moradora de Tefé, estava na 33ª semana de gestação de duas meninas e um menino.
  • Evandro Seixas/SES-AM A dona de casa Francis Dalva Braga, moradora de Tefé, estava na 33ª semana de gestação de duas meninas e um menino.

Trigêmeos nasceram em Manaus na sexta-feira (17). — Foto: Evandro Seixas/SES-AM

Uma mulher de 40 anos deu à luz a trigêmeos na sexta-feira (17), na Maternidade Ana Braga, na Zona Leste de Manaus. A dona de casa Francis Dalva Braga, moradora de Tefé, estava na 33ª semana de gestação de duas meninas e um menino. Os bebês nasceram saudáveis, mas permanecem internados para ganhar peso.

Partos de trigêmeos são estatisticamente raros e representam uma fração muito pequena do total de nascimentos anuais no país. Segundo o Ministério da Saúde, eles ocorrem em menos de 1% das gestações.

A primeira a nascer foi Kiara, às 16h05, com 2,260 kg e 45 centímetros. Em seguida, Gustavo nasceu às 16h06, com 1,960 kg e 45 centímetros. Por último, Hanna veio ao mundo às 16h08, pesando 1,940 kg e medindo 44 centímetros.

Os três recém-nascidos precisaram de suporte respiratório não invasivo e seguem em acompanhamento na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Mãe de seis filhos, Francis realizou o pré-natal em Tefé, mas foi encaminhada para Manaus por se tratar de uma gestação de alto risco. A gravidez foi descoberta durante uma internação, ainda no início da gestação.

“O impacto foi muito grande quando recebi a notícia de que estava grávida de trigêmeos. Com o tempo, fui assimilando melhor e entendendo que tudo daria certo”, disse.

Segundo a paciente, o atendimento recebido na maternidade foi fundamental para trazer segurança durante o processo. “Mesmo com a ansiedade, todo esse cuidado me deixou mais confiante para o parto”, afirmou.

O procedimento mobilizou uma equipe com 15 profissionais, entre obstetras, pediatras, neonatologistas, enfermeiros e anestesistas. De acordo com o médico responsável, casos como esse exigem estrutura especializada.

“Por se tratar de um parto de alto risco, há protocolos específicos e uma equipe completa para garantir segurança à mãe e aos bebês”, explicou o ginecologista obstetra Célio Melo.

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A dona de casa Francis Dalva Braga, moradora de Tefé, estava na 33ª semana de gestação de duas meninas e um menino. — Foto: Evandro Seixas/SES-AM

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