Resumo
- Em Manaus, todas as agências da Caixa Econômica Federal estão fechadas, além das unidades do Santander e Bradesco localizadas na região central da capital.
- Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários do Amazonas, Daniel Batista, a mobilização ocorre em defesa de reajuste salarial com reposição da inflação e aumento real de 5%, além de aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
- A categoria também reivindica melhorias no plano de saúde para trabalhadores e dependentes, folga para pessoas com deficiência (PCDs), medidas de combate à violência contra bancários e ampliação das folgas para doação de sangue.
- Segundo o sindicato, as instituições financeiras propuseram reduzir os valores dos vales-alimentação e refeição, congelar o piso salarial e aplicar reajustes escalonados, com índices diferentes conforme o nível dos trabalhadores.
Bancários paralisam atividades em Manaus — Foto: Divulgação
Bancários paralisam atividades em Manaus — Foto: Divulgação
Bancários do Amazonas paralisaram as atividades nesta quinta-feira (20), em adesão a uma mobilização nacional da categoria. Em Manaus, todas as agências da Caixa Econômica Federal estão fechadas, além das unidades do Santander e Bradesco localizadas na região central da capital. Em Itacoatiara, na Região Metropolitana de Manaus, todos os bancos estão fechados.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários do Amazonas, Daniel Batista, a mobilização ocorre em defesa de reajuste salarial com reposição da inflação e aumento real de 5%, além de aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
A categoria também reivindica melhorias no plano de saúde para trabalhadores e dependentes, folga para pessoas com deficiência (PCDs), medidas de combate à violência contra bancários e ampliação das folgas para doação de sangue.
De acordo com Daniel Batista, as propostas apresentadas pelos bancos não atendem às reivindicações dos trabalhadores.
Segundo o sindicato, as instituições financeiras propuseram reduzir os valores dos vales-alimentação e refeição, congelar o piso salarial e aplicar reajustes escalonados, com índices diferentes conforme o nível dos trabalhadores.
Agora no g1