Sistema possibilita gerenciamento e controle do consumo de energia elétrica

Projeto Mashina está em fase de prototipação e deve ser disponibilizado ainda este ano Apagar as luzes do pátio com apenas um clique ou ver na tela do celular o consumo do uso da máquina de lavar durante a semana. Essas são algumas das aplicações do Sistema Mashina. A tecnologia foi desenvolvida por empreendedores [...]



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Conferência Estadual de Vigilância em Saúde acontece nesta quarta (18), em Manaus, reunindo entidades nacionais

O Conselho Estadual de Saúde (CES/AM), em parceria com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) e o Centro de Referência de Saúde do Trabalhador (Cerest), realiza, a partir desta quarta-feira, 18, até sexta-feira, 20, a 1ª Conferência de Vigilância em Saúde do Estado do Amazonas. Participarão do evento representantes de órgãos e entidades como o [...]



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Equipes da Derfd recuperam armas e munições subtraídas de loja de caça e pesca e prendem infratores envolvidos no crime

Trabalho de inteligência realizado por policiais civis que atuam na Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd) e servidores da Secretaria-Executiva-Adjunta de Inteligência (Seai), da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), resultou nas prisões, na tarde de terça-feira, dia 17, pelas equipes da Derfd, de Adenilson Costa Pereira Filho, 21; do [...]



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Imprensa Oficial passa a adotar sistema que dá agilidade na tramitação de processos em órgãos públicos

A Imprensa Oficial do Estado do Amazonas começou a utilizar o Sistema de Acompanhamento e Controle de Documentos na Web (SPROweb). A solução, desenvolvida pela empresa de Processamento de Dados Amazonas (PRODAM), permite aos órgãos estaduais o acompanhamento da localização virtual de documentos físicos e o status do seu atendimento. Tudo por meio do [...]



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Ministério da Saúde promove, em Manaus, reunião de acompanhamento das ações de controle da malária, na região

O Ministério da Saúde (MS) está promovendo, em Manaus, até sexta-feira (20), a 11ª Reunião de Apoiadores Municipais para Controle da Malária, evento que reúne representantes de todos os estados da região Norte. O objetivo do encontro, que começou na última terça-feira (17), é analisar e discutir as ações que estão sendo desenvolvidas e definir [...]



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Palestra sobre reprodução de peixes para alunos de pós-graduação divulga simpósio internacional

O simpósio é uma oportunidade imperdível de interagir com pesquisadores internacionais e de diversas regiões do país”, diz o diretor do Inpa e presidente do 11º Simpósio Internacional sobre Fisiologia da Reprodução de Peixes (ISRPF), Luiz Renato de França

Por Luciete Pedrosa (texto e foto) – Ascom Inpa

Transplante de células-tronco germinativas e transgênese em peixes foi o foco da palestra ministrada pelo diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), o doutor em Biologia Celular, Luiz Renato de França. A atividade aconteceu no Auditório da Ciência, na segunda-feira (16), para pesquisadores e alunos de pós-graduação em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Badpi/Inpa). Na ocasião, o diretor também divulgou o 11º Simpósio Internacional sobre Fisiologia da Reprodução de Peixes (ISRPF), que acontecerá em Manaus (AM), em junho de 2018. 

Esta é uma oportunidade de mostrar a ciência e os trabalhos desenvolvidos na área de reprodução de peixes para os alunos do curso de pós-graduação”, diz França, um dos integrantes do grupo de pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que realiza estudos sobre a biologia da reprodução de vertebrados, que vai de peixes até o homem. “Atualmente, nossos trabalhos estão focados em duas vertentes principais: mamíferos e peixes”, acrescenta.   

Durante a palestra, França apresentou como um dos resultados do grupo de pesquisa o transplante/enxerto que é a introdução de células e fragmentos testiculares na região subcutâneas do dorso de camundongos imunodeficientes para a produção de espermatozóides férteis. “Esta técnica está bem estabelecida em mamíferos, mas já existem alguns trabalhos com peixes”, explica o pesquisador. 

Para ele, as técnicas apresentadas, principalmente o transplante de espermatogônias-tronco, apresentam enorme potencial, especialmente em espécies de peixes que servem como modelos experimentais usados em laboratório, a exemplo da tilápia que ao mesmo é uma das principais espécies de produção mundial em aquicultura.

No Inpa, trabalhos nesta importante linha de pesquisa já vêm sendo realizados com pirarucu, que é o peixe símbolo do Simpósio, em colaboração com o grupo de pesquisa liderado pela pesquisadora Elizabeth Gusmão. Também há em parceria com o pesquisador Jansen Zuanon a possibilidade de se preservar espécies de peixes amazônicos em perigo de extinção.  

Conforme França, além de estabelecer o modelo, um dos principais aprendizados, nesses quase 15 anos de pesquisas, é que quando se cria ou preserva células germinativas-tronco, as células germinativas de mais alto potencial para colonizar os testículos (aquelas quiescentes) sobrevivem melhor.

“Assim, a técnica de criopreservação não deixa de ser um bom critério de seleção de células-tronco”, diz. A criopreservação faz parte de um conjunto de técnicas que permite conservar células a temperaturas muito baixas (196º C negativos) e por tempo em tese ilimitado com o uso de nitrogênio líquido.

França explica que os estudos desenvolvidos na UFMG passaram por várias etapas. A primeira foi a padronização de todas as técnicas de preparação e seleção das células do doador e de preparação das gônadas dos peixes receptores; a segunda, o transplante propriamente dito de espermatogônias-tronco em tilápias; a terceria, foi a padronização das técnicas de criopreservação.

“Outra etapa importante foi o conhecimento da biologia das células-tronco com marcadores para selecionar estas células e depois o seu cultivo e modificação com lentivírus para o transplante e assim a produção de peixes transgênicos”, explica.    

ISRPF

Presidido por França, o Simpósio será realizado de 03 e 08 de junho de 2018, no Hotel Tropical, pela primeira vez na América Latina, e contará com a participação de renomados especialistas da América do Norte, Europa, Ásia e outros países da América Latina além do Brasil. A expectativa é reunir em Manaus cerca de 300 a 400 acadêmicos, especialistas e profissionais de diversos continentes.  

O objetivo do Simpósio é estimular a discussão e o aprendizado sobre as mais recentes descobertas científicas na área de fisiologia reprodutiva em peixes com enfoque nas novas fronteiras em diversidade reprodutiva num ambiente em mudança. O evento é realizado a cada quatro anos.

Para França, a expectativa dos organizadores do evento é realizar um simpósio com a expressiva presença da comunidade internacional e brasileira. “E como o evento será realizado em Manaus, seria interessante também ter a participação da comunidade científica local com pesquisadores e alunos de pós-graduação da região Norte, principalmente, de Manaus”, diz. “Portanto, o simpósio é uma oportunidade imperdível de se interagir com pesquisadores internacionais”, ressalta.

O simpósio internacional, pelo lado brasileiro, já conta com o apoio do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/Manaus), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Nilton Lins (Manaus/AM), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Amazônia Ocidental (Embrapa/Manaus, AM), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade Estadual Paulista (Unesp/Botucatu), Universidade de São Paulo (USP) e Centro de Aquicultura da Unesp (Caunesp/Jaboticabal).     

Pesquisadores do Inpa identificam nova família de peixe misterioso encontrado há 20 anos

O nome da espécie Tarumania walkerae é uma homenagem ao rio Tarumã-Mirim, em Manaus-AM, onde foi encontrado pela primeira vez o peixe pela pesquisadora do Inpa Ilse Walker

 

Da Redação – Ascom Inpa

Foto: Lucia Rapp – acervo da pesquisadora

 

Uma nova família de peixes (Tarumaniidae) de água doce da Amazônia foi identificada por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). O animal, que há mais de 20 anos foi descoberto e intrigava os estudiosos, ficou conhecido na época como “mistery fish”, pois não se conseguia atribuir ao peixe um nome científico, já que o bicho não se encaixava em nenhuma das famílias conhecidas de peixes de água doce.

O estudo foi publicado recentemente no Zoological Journal of the Society. A pesquisa foi realizado pelos pesquisadores do Inpa, os ictiólogos Lucia Rapp Py-Daniel e Jansen Zuanon; pelo pesquisador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), Mario de Pinna; e pelo pesquisador da Organização Internacional de Conservação Ambiental The Nature Conservancy (EUA), Paulo Petry (ex-pesquisador do Inpa).

Na pesquisa foi estabelecido um novo nome de gênero, Tarumania, espécie, Tarumania walkarae, e uma nova família, Tarumaniidae, conforme as normas de nomenclaturas de nomes científicos zoológicos. Tarumania walkerae é o nome dado a espécie em homenagem a pesquisadora do Inpa, a doutora Ilse Walker, pela sua contribuição na investigação da estrutura populacional e trófica da fauna aquática em rios da Bacia do Rio Negro e por ter coletado, em 1997, o primeiro espécime conhecido.

 

Peixe Tarumania walkarae

 

Tarumania walkarae é um pequeno peixe, predador que se alimenta de pequenos camarões e peixes menores, de hábitos fossoriais, que habita áreas de folhiço e é encontrado enterrado em poças isoladas durante a vazante do rio Negro. Durante a seca, quando as poças já não existem, o peixe desaparece.

Características

A pesquisa revela que este peixe exibe um conjunto extraordinário de características únicas, que o separa de todos os outros peixes ósseos conhecidos. É um peixe de corpo alongado e coloração escura (marrom) uniforme. Ele alcança até 15 cm de comprimento e precisa de ar para viver, possuindo uma bexiga natatória com 11 câmaras (o normal na maioria dos peixes são duas câmaras), mais de 240 escamas muito pequenas no corpo e escamas reversas na cabeça.

O peixe apresenta ainda uma série de características ósseas muito distintas, como crânio parcialmente exposto, mobilidade vertical da cabeça e modificações nas nadadeiras e mandíbulas.  Tarumania apresenta caracteres pedomórficos (características larvais em exemplares juvenis), tipo presença de notocorda e nadadeiras lobulares em exemplares de até 5 cm.  “É um dos raros casos de peixe com escamas com hábitos fossoriais, se enterrando em vez de ficar na coluna d’agua”, conta Lúcia Rapp.

Apesar de tão distinto, análises mais detalhadas revelaram ainda que Tarumania faz parte da superfamília Erythrinoidea  e tem como grupo evolutivo mais proximo, a família Erythrinidae (jejus e traíras). 

Para os autores do artigo, o fato de um peixe relativamente grande e extremamente diferenciado como o Tarumania permanecer desconhecido até agora, após muitas décadas de estudos da ictiofauna do rio Negro, é um “testemunho do estado ainda incompleto do conhecimento da biodiversidade nas águas amazônicas”.

De acordo com o pesquisador Jansen Zuanon, descrever novas espéceis na Amazônia é muito comum, mas descrever uma família toda nova é bem raro. “Isso acontece uma vez a cada muitas décadas, às vezes a cada século”, conta.

Para Zuanon, o mais importante nesse caso, nem é tanto o fato de ser uma nova família, mas por ser tão diferente dos outros peixes aparentados com ele que mostra que o caminho da evolução desse grupo é muito mais amplo do que se imaginava.

Segundo o pesquisador, o peixe faz parte do grupo dos Characiformes, que é o grupo da maior parte dos peixes de escamas da Amazônia como o matrinxã, o tambaqui e o jaraqui, só que tem um formato completamente diferente desses peixes, tanto por fora quanto por dentro.

“Isso mostra que os Characiformes evoluíram de maneira brutal com uma diversidade de adaptações para o ambiente que ainda não conhecemos direito”, diz Zuanon, acrescentando que o que mais chama atenção nesse peixe é o formato do corpo por dentro (anatomia) e por fora (morfologia). “Eles são completamente aberrantes dentro desse grupo de Characiformes e por isso mesmo tivemos que descrever uma família nova para acomodar essa espécie”.            

História  

 

LuciaRappFotoLucietePedrosaINPA

 

 

A pesquisadora Lucia Rapp explica que o primeiro registro desse peixe foi realizado no Tarumã-mirim, em 1997, pela pesquisadora Ilse Walker. “Tratava-se de um indivíduo jovem, muito pequeno e diferente, que os pesquisadores não conseguiram identificar o animal, na época”, diz. Segundo Rapp, anos depois, o cientista Jansen Zuanon conseguiu coletar, durante um trabalho de campo, em Anavilhanas, próximo ao município de Novo Airão, mais exemplares. 

Isso chamou a atenção dos pesquisadores que resolveram voltar ao mesmo local onde foi realizada a primeira coleta de Walker, no Tarumã-mirim. Os pesquisadores Lucia Rapp, Jansen Zuanon e Mario de Pinna acharam o peixe em poças alagadas no meio da mata. Na ocasião foram coletados cerca de 40 animais.

O que mais chama atenção dos estudiosos é o fato de um animal como este nunca tenha sido encontrado. Segundo a pesquisadora, o Inpa tem uma Coleção de Peixes que abriga milhares de espécimes e esse animal nunca foi coletado em lugar nenhum. “Então, isso chamou a atenção para a possível diversidade crítica, escondida, que ainda existe na Amazônia, e num só tributário do rio Negro, no Tarumã-mirim”, explica a pesquisadora ao acrescentar que pode ser que tenha outras situações como essa na Amazônia e que ainda são desconhecidas.

“Depois de tantos anos de coleta aparece um bicho tão diferente e não tínhamos ideia que existia. Isso já deixou a gente de ‘orelha em pé’. O que será ainda que podemos encontrar por aí?”, conta empolgada a pesquisadora. “Esse bicho é tão espetacular, tão diferente. É um peixe fossorial que fica enterrado no solo quando seca e deve entrar no lençol freático de alguma maneira para procurar água. É muito interessante e vale a pena estudar um peixe com comportamento tão distinto”, revela.

Os próximos passos nas pesquisas com Tarumania envolverão estudos para entender as relações evolutivas deste peixe com os demais, conhecer melhor o seu comportamento e quem sabe ver se ele ocorre em outras drenagens. “Tarumania ainda pode proporcionar um grande número de novidades para os estudiosos em biologia dos peixes amazônicos”, conta Rapp.

Cursiosidades

O peixe apresenta vários diferenciais. Tudo que ele tem, em certas estruturas, é em grande número, a exemplo da grande quantidade de escamas. Seegundo Lucia Rapp, os peixes amazônicos chegam a ter de 110 a 120 escamas e Tarumania walkarae possuimais de 240. O bicho tem uma “coisa esquista” na cabeça, onde parte do crânio é exposto e não é coberta por pele. Apresenta característica de larva de um tamanho grande. Tem uma bexiga natatória com 11 câmaras, ao invés de duas câmaras como  na maioria dos peixes

A bexiga natatória é um órgão que fica dentro da barriga dos peixes e que serve para flutuação ou que pode ser modificada para respiração. No pirarucu, na pirambóia e outros peixes, a bexiga natatória é modificada para o pulmão. Na maioria dos peixes, serve como órgão hidroestático, o que permite ao peixe controlar sua flutuabilidade em diferentes profundidades.

“Nesse bicho, como há 11 câmaras, não sabemos direito qual a função dessa bexiga com tantas câmaras. Mas como ele tem necessidade de vir à superfície pegar ar, pode ser que isto esteja relacionado”, explica Rapp. “conhecemos muito pouco da biologia desse peixe. Só vimos que morfologicamente ele é muito diferente. É um bicho espetacular, inclusive as estrutras internas ósseas dele também são diferentes”, diz empolgada a pesquisadora.

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Adrielson Ramos da Silva, 22, e Alex Viana de Jesus, 21, estão sendo transferidos nesta segunda-feira, dia 16 de outubro, para a capital, após serem presos em flagrante por roubo majorado em Novo Aripuanã, distante 227 quilômetros em linha reta da capital. O crime aconteceu na manhã da última sexta-feira, dia 13, por volta das [...]



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