Arquivo da Categoria: Doutorado

Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar

Oito de Março é o Dia Internacional da Mulher. O Departamento de Comunicação e Difusão do Conhecimento (Decon) da Fapeam escolheu essa data para iniciar a publicação  de uma série de vídeos que contam a história de mulheres que atuam na produção do conhecimento científico no Amazonas.

 O título da série é Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar. Os vídeos serão publicados às  sextas-feiras do mês de março nas redes sociais e no portal da Fapeam.

O primeiro vídeo é com a médica Mônica Santos, dermatologista  da Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (Fuam).

 

Vídeo – TV Fapeam

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Programa concede bolsas de mestrado e doutorado para fora do Amazonas

Programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A submissão de propostas pode se feita até o dia 24 de maio 

Investir na formação de recursos humanos em áreas estratégicas nas quais o Amazonas ainda não possui programas de pós-graduação em nível de mestrado ou doutorado é objetivo do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-Capes/Fapeam) lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para participar é preciso residir no Amazonas, há no mínimo quatro anos, e estar matriculado em curso de pós-graduação Stricto Sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação. Além de não ter recebido bolsa da Fapeam ou de outra agência de fomento para estudos no mesmo nível.

A submissão de proposta para concorrer à bolsa pode ser feita até o dia 24 de maio. Ao todo, o programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A previsão é que o resultado seja divulgado no mês de junho e a implementação das bolsas no mês de agosto deste ano.

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 A bolsa de mestrado corresponde ao valor de R$1,5 mil, com o prazo estipulado de, no máximo, 24 meses.  Para doutorado o valor sobe para R$ 2,2 mil, com vigência por, no máximo, 48 meses. As duas modalidades de bolsas serão pagas a partir do mês de implementação.

Conforme especificado no edital, não serão concedidas bolsas referentes aos meses já cursados anteriormente ao mês da implementação.

 Submissão de Proposta

 As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br.

 Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário on line, a submissão da proposta requer a apresentação da documentação complementar a ser anexada ao sistema SIGFapeam, como detalhado no edital.

 Não serão aceitas propostas que não foram submetidas via internet. Após o prazo final para recebimento das propostas, nenhuma proposta nova será recebida, examinada e julgada.

Para acessar o edital Clique Aqui

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Com apoio da Fapeam, pesquisador defende tese sobre movimentos sociais amazônicos no contexto de grandes projetos, na Unicamp

Estudo foi desenvolvido via o Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós- Graduados para o Interior do Estado do Amazonas

Na próxima sexta-feira (23) o doutorando em Educação e professor do curso de Comunicação Social – Jornalismo da Universidade Federal do Amazonas em Parintins (Ufam/Parintins), Lucas Milhomens, defende a tese de doutorado “Movimentos Sociais e Redes de Mobilização na Amazônia: O Caso da Hidrelétrica de Belo Monte”, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo.

O estudo conta com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados para o Interior do Estado do Amazonas (Proint). O programa concede bolsa de mestrado e doutorado para profissionais graduados, residentes no interior do Estado do Amazonas há no mínimo quatro anos ou que mantenham relação de trabalho ou emprego com alguma instituição municipal, estadual ou federal sediada ou com unidade permanente no interior do Estado do Amazonas, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em programa credenciado pela Capes, em instituições no Estado do Amazonas, localizadas em município diferente do de residência ou em outro Estado da Federação.

A pesquisa de doutorado aponta a importância dos movimentos sociais amazônicos na luta contra grandes projetos e seus impactos socioambientais. O estudo analisou os fatores históricos e socioculturais que viabilizaram o surgimento de uma série de grupos e movimentos sociais organizados, atuante na região, em especial em cidades como Altamira (PA).

“O município é permeado por uma sobreposição de conflitos sociais que datam desde o início do Governo Civil-Militar nos anos de 1960, onde foram planejados grandes projetos de infraestrutura que geraram uma série de impactos sociais, econômicos e ambientais, atingindo uma série de grupos, sobretudo povos tradicionais e populações indígenas. Como foi o caso da construção da rodovia Transamazônica nos anos de 1970 e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, inaugurada em 2016”, disse.

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017 (foto: Lucas Milhomens)

 

Outro ponto abordado na tese do pesquisador diz respeito a centralidade dos movimentos sociais amazônicos, que além de visibilizar pautas pouco difundidas na opinião pública nacional (como os impactos gerados a diversas populações atingidas pela construção de usinas hidrelétricas e projetos mineradores) atuam.

Segundo o professor, sob o formato de “redes de mobilização”, um esquema onde diversos grupos e atores sociais fazem uso de um complexo repertório que vai desde a utilização contínua da Internet e seus inúmeros recursos comunicacionais (como sites de compartilhamento de vídeos, blogs, redes sociais etc.) até uma articulação global com parceiros nacionais e internacionais através de redes solidárias, visando apoiar e divulgar as bandeiras dos movimentos que lutam contra os grandes projetos na Amazônia e seus diversos impactos socioambientais.

Segundo o pesquisador, o estudo foi orientado pela professora da Unicamp, a doutora Maria da Glória Gohn, considerada uma das maiores especialistas em movimentos sociais da América Latina.

Lucas Milhomens defende a tese de doutorado na Faculdade de Educação da Unicamp

Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

 

 

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Com apoio da Fapeam, pesquisador defende tese sobre movimentos sociais amazônicos no contexto de grandes projetos, na Unicamp

Estudo foi desenvolvido via o Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós- Graduados para o Interior do Estado do Amazonas

Na próxima sexta-feira (23) o doutorando em Educação e professor do curso de Comunicação Social – Jornalismo da Universidade Federal do Amazonas em Parintins (Ufam/Parintins), Lucas Milhomens, defende a tese de doutorado “Movimentos Sociais e Redes de Mobilização na Amazônia: O Caso da Hidrelétrica de Belo Monte”, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo.

O estudo conta com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados para o Interior do Estado do Amazonas (Proint). O programa concede bolsa de mestrado e doutorado para profissionais graduados, residentes no interior do Estado do Amazonas há no mínimo quatro anos ou que mantenham relação de trabalho ou emprego com alguma instituição municipal, estadual ou federal sediada ou com unidade permanente no interior do Estado do Amazonas, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em programa credenciado pela Capes, em instituições no Estado do Amazonas, localizadas em município diferente do de residência ou em outro Estado da Federação.

A pesquisa de doutorado aponta a importância dos movimentos sociais amazônicos na luta contra grandes projetos e seus impactos socioambientais. O estudo analisou os fatores históricos e socioculturais que viabilizaram o surgimento de uma série de grupos e movimentos sociais organizados, atuante na região, em especial em cidades como Altamira (PA).

“O município é permeado por uma sobreposição de conflitos sociais que datam desde o início do Governo Civil-Militar nos anos de 1960, onde foram planejados grandes projetos de infraestrutura que geraram uma série de impactos sociais, econômicos e ambientais, atingindo uma série de grupos, sobretudo povos tradicionais e populações indígenas. Como foi o caso da construção da rodovia Transamazônica nos anos de 1970 e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, inaugurada em 2016”, disse.

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017 (foto: Lucas Milhomens)

 

Outro ponto abordado na tese do pesquisador diz respeito a centralidade dos movimentos sociais amazônicos, que além de visibilizar pautas pouco difundidas na opinião pública nacional (como os impactos gerados a diversas populações atingidas pela construção de usinas hidrelétricas e projetos mineradores) atuam.

Segundo o professor, sob o formato de “redes de mobilização”, um esquema onde diversos grupos e atores sociais fazem uso de um complexo repertório que vai desde a utilização contínua da Internet e seus inúmeros recursos comunicacionais (como sites de compartilhamento de vídeos, blogs, redes sociais etc.) até uma articulação global com parceiros nacionais e internacionais através de redes solidárias, visando apoiar e divulgar as bandeiras dos movimentos que lutam contra os grandes projetos na Amazônia e seus diversos impactos socioambientais.

Segundo o pesquisador, o estudo foi orientado pela professora da Unicamp, a doutora Maria da Glória Gohn, considerada uma das maiores especialistas em movimentos sociais da América Latina.

Lucas Milhomens defende a tese de doutorado na Faculdade de Educação da Unicamp

Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

 

 

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Programas internacionais da Capes têm últimos dias de inscrições abertas

Os programas de Professor Visitante (PVE), Pós-doutorado e Doutorado-pleno, chamadas, que contemplam bolsas no exterior pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estão nos últimos dias para inscrição. Os interessados que cumprirem os requisitos descritos em cada edital terão até 21 de fevereiro para se candidatarem. Não haverá prorrogação do prazo.

Professor Visitante
O Programa tem como objetivo oferecer bolsa no exterior para a realização de estudos avançados após o doutorado e destina-se a pesquisadores ou docentes que possuam vínculo empregatício com instituição brasileira de ensino ou pesquisa. São duas categorias de bolsa: Júnior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua até doze anos de doutoramento; ou Sênior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua mais de doze anos de doutoramento.

Serão concedidas até 200 bolsas, sendo 100 para cada categoria. A duração da bolsa será definida na concessão, com base na duração aprovada pelas instituições de origem e de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar entre quatro e 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a CAPES, desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes.

Pós-doutorado
O Programa oferta bolsas para a realização de estudos avançados fora do Brasil posteriores à obtenção do título de doutor e destina-se a pesquisadores ou docentes com menos de oito anos de formação doutoral e que não possuam vínculo empregatício. Não são aceitas inscrições de estudantes em fase de conclusão de curso.

Para essa modalidade, serão concedidas até 100 bolsas. A duração da bolsa será definida na concessão com base na duração aprovada pela instituição de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar de seis a 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a Capes., desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes..

Doutorado-pleno
O Programa tem a finalidade de oferecer bolsas de doutorado-pleno como alternativa complementar às possibilidades ofertadas pelo conjunto dos programas de pós-graduação no Brasil. Este edital ofertará até 100 bolsas incialmente concedidas por um período de, no máximo, 12 meses. A renovação da concessão é condicionada ao desempenho acadêmico satisfatório do(a) estudante. A duração total da bolsa de doutorado-pleno no exterior será definida com base na duração aprovada pela instituição de destino e cronograma de execução do projeto proposto, não podendo ultrapassar 48meses, com vigência até o mês de defesa da tese.

Para os(as) candidatos(as) selecionados(as) que já estejam realizando o doutorado no exterior, será deduzido da duração total da bolsa o tempo já cumprido com o curso antes da concessão da bolsa, considerando o início das atividades acadêmicas informadas pela instituição à qual estão vinculados. Caso o doutorado não seja concluído dentro do período de concessão, poderá ser requerida pelo bolsista a extensão da permanência no exterior, sem ônus para a Capes., por no máximo 12 meses. O requerimento será analisado, desde que devidamente fundamentado, e a autorização excepcional da agência para permanência no exterior dependerá de comunicação expressa ao bolsista nesse sentido.

Todos os editais têm previsão de início dos estudos a partir de agosto a novembro de 2018.

Confira o cronograma:

Cronograma

Etapas Datas previstas
Inscrições Até 21 de fevereiro de 2018
Resultado Preliminar A partir de 7 de maio de 2018
Resultado final A partir de 14 de junho de 2018
Complementação de Documentos Até 60 dias antes da viagem
Início dos estudos no exterior Agosto a Novembro de 2018

Acesse aqui os editais:
Edital 45/2017 – Professor Visitante no Exterior
Edital 46/2017 – Pós-doutorado no Exterior
Edital 48/2017 – Doutorado-pleno no Exterior

Fonte: CCS CAPES

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Prorrogadas as inscrições para o curso de doutorado em Clima e Ambiente do Inpa/UEA

A inscrição pode ser feita até o dia 2 de fevereiro de 2018. O processo contará com três etapas eliminatórias. 

Foram prorrogadas até o dia 2 de fevereiro de 2018 as inscrições para o curso de doutorado em Clima e Ambiente, uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). De acordo com a Coordenação de Capacitação (Cocap), o curso oferece 10 vagas com ingresso em março de 2018.

Pelo Edital Inpa/Cocap nº19, os interessados em participar do processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Clima e Ambiente (PPG-Cliamb) podem fazer a inscrição, por meio de formulário que deve ser preenchido, assinado e encaminhado em formato digital (PDF) para o email selecao.cliamb@gmail.com. O formulário está disponível em http://portal.inpa.gov.br/index.php/pos-graduacao/regulamentos-e-documentos.

O processo contará com três etapas eliminatórias. A primeira é análise curricular, a segunda é a avaliação do anteprojeto e a terceira, entrevista, todas coordenadas pela comissão de seleção.

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 Sobre o PPG-Cliamb

O PPG-Cliamb desenvolve pesquisas em diversas áreas tratando das questões dos impactos climáticos e ambientais na Amazônia advindos das mudanças de uso da terra na região e das mudanças climáticas globais, de maneira multi e interdisciplinar, na formação e treinamento de recursos humanos, e é aprovado pelo CAPES/MEC.

Fonte: Inpa

Foto: Luiz Claudio Marigo

 

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