Segundo a investigação da Polícia Civil, a família de Djidja criou o grupo religioso “Pai, Mãe, Vida”, que promovia o uso indiscriminado de cetamina, droga sintética, de uso humano e veterinário, que causa alucinações e dependência. Além da mãe e irmão de Djidja, foram presos funcionários de uma rede de salão de beleza da família, o ex-namorado da empresária, um coach, além de dono e funcionários de clínicas veterinárias suspeita de fornecer a droga para o grupo.
