O homem ocupava a função de líder em um grupo religioso de uma congregação evangélica, onde atuava diretamente com crianças e adolescentes da mesma faixa etária das vítimas, informou a polícia. Ele mantinha acesso frequente, contínuo e sem supervisão aos jovens, participando de reuniões, eventos e atividades externas, como passeios e partidas de futebol.
