Resumo
- Operações atingem garimpo ilegal e geram prejuízo bilionário Cinco embarcações usadas no garimpo ilegal de ouro foram apreendidas nesta quinta-feira (12) no Rio Negro, em Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus.
- De acordo com a PF, entre os equipamentos apreendidos estão um empurrador, uma draga em funcionamento e outras quatro embarcações encontradas em um estaleiro clandestino.
- 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Os órgãos envolvidos destacam que o garimpo ilegal causa sérios danos ambientais, principalmente pela contaminação dos rios com mercúrio.
- Instituições envolvidas na operação Polícia Federal (PF)Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)Delegacia Fluvial da Polícia Civil do Amazonas (DEFLU/PC-AM)Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar do Amazonas (BPAmb/PMAM) LEIA TAMBÉM Operações no AM destruíram 375 estruturas e fizeram garimpo ilegal perder mais de R$ 1 bilhãoComo o avanço do garimpo ilegal devasta a Amazônia e agora ameaça santuário de ‘árvores gigantes’ 1 de 1 Uma das estruturas presas na operação — Foto.
Operações atingem garimpo ilegal e geram prejuízo bilionário
Cinco embarcações usadas no garimpo ilegal de ouro foram apreendidas nesta quinta-feira (12) no Rio Negro, em Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus. A operação Yacumama foi realizada pela Polícia Federal em conjunto com órgãos ambientais e de segurança.
🔎 O garimpo ilegal é a extração de minérios sem autorização do Estado, feita em áreas proibidas. A atividade ocorre principalmente na Amazônia, dentro de terras indígenas e unidades de conservação. Ela provoca destruição ambiental, contamina rios com mercúrio e ameaça comunidades tradicionais.
De acordo com a PF, entre os equipamentos apreendidos estão um empurrador, uma draga em funcionamento e outras quatro embarcações encontradas em um estaleiro clandestino. Os barcos estavam em reforma para voltar a operar.
Os órgãos envolvidos destacam que o garimpo ilegal causa sérios danos ambientais, principalmente pela contaminação dos rios com mercúrio. A atividade também é considerada crime de usurpação de bens da União.
Instituições envolvidas na operação
- Polícia Federal (PF)
- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
- Delegacia Fluvial da Polícia Civil do Amazonas (DEFLU/PC-AM)
- Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar do Amazonas (BPAmb/PMAM)
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Uma das estruturas presas na operação — Foto: Divulgação
Uma das estruturas presas na operação — Foto: Divulgação