Resumo
- 1 de 1 Em 2025, cheia do Rio Purus também alagou casas em Boca do Acre — Foto.
- Rede Amazônica O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu na quarta-feira (11) a situação de emergência no município de Boca do Acre, no interior do Amazonas.
- Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda não há levantamento oficial sobre o número de pessoas atingidas pelas cheias no Amazonas em 2026, informou a Defesa Civil.
- De acordo com a Defesa Civil Nacional, os reconhecimentos envolvem diferentes tipos de desastres, como chuvas intensas, inundações e períodos de estiagem.
Em 2025, cheia do Rio Purus também alagou casas em Boca do Acre — Foto: Rede Amazônica
Em 2025, cheia do Rio Purus também alagou casas em Boca do Acre — Foto: Rede Amazônica
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu na quarta-feira (11) a situação de emergência no município de Boca do Acre, no interior do Amazonas. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU), foi tomada por causa das inundações provocadas pela cheia dos rios.
O município já havia decretado situação de emergência em 10 de fevereiro devido à elevação do nível dos rios. Com o aval do governo federal, o município poderá acessar recursos da União para ações de defesa civil.
Os recursos podem ser usados para comprar cestas básicas, água potável, refeições para equipes de trabalho e kits de limpeza, higiene e dormitório para famílias atingidas.
Além de Boca do Acre, outros municípios também enfrentam impactos das cheias neste ano. Segundo dados da Defesa Civil, cidades como Eirunepé, Itamarati, Jutaí e Carauari também decretaram situação de emergência em 2026.
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Ainda não há levantamento oficial sobre o número de pessoas atingidas pelas cheias no Amazonas em 2026, informou a Defesa Civil.
Reconhecimentos em outros estados
Em todo o país, 19 municípios tiveram situação de emergência reconhecida pelo ministério. As ocorrências foram registradas em estados como Alagoas, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo.
De acordo com a Defesa Civil Nacional, os reconhecimentos envolvem diferentes tipos de desastres, como chuvas intensas, inundações e períodos de estiagem.
Para receber os recursos federais, a prefeitura precisa apresentar um plano de trabalho por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise da Defesa Civil Nacional, o valor aprovado é publicado no Diário Oficial da União.