Comunidades indigenas de Santa Catarina e Paraná receberão mais de 6 mil cestas de alimentos

Cerca de 6 mil famílias de 37 comunidades indígenas receberão cestas de alimentos nos próximos dias. A ação, que começou nesta quinta-feira (6), tem a finalidade de minimizar os impactos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em aldeias de Santa Catarina (SC) e do Paraná (PR).

A medida de caráter emergencial vai contemplar os municípios catarinenses de São Francisco do Sul, Araquari, Imaruí, Balneário Barra do Sul, Garuva, José Boiteux, Vitor Meireles, Chapecó, Seara, Abelardo Luz, Ipuaçu, Entre Rios e Porto União. Nos municípios paranaenses, serão beneficiadas famílias de Clevelândia, Palmas, Paranaguá, Pontal do Paraná, Guaraqueçaba e Piraquara.

As cestas contêm arroz, feijão, farinha de trigo, açúcar cristal, óleo, macarrão, fubá e leite em pó. Os itens foram montados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e serão entregues pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

Balanço das ações

Balanço divulgado na última semana aponta que o Governo Federal já entregou mais de 289,7 mil cestas de alimentos para comunidades e povos tradicionais desde março deste ano. As regiões mais beneficiadas foram a norte e nordeste.

Doação de alimentos

Para garantir as doações, dos R$ 45 milhões destinados ao ministério, R$ 40 milhões foram aplicados na aquisição, embalagem e distribuição dos produtos. Após a compra e o empacotamento, parte das cestas é entregue diretamente pela Conab nas comunidades quilombolas. O restante é encaminhado para as coordenações regionais da Funai – responsável pela entrega nas aldeias indígenas.

A ação faz parte do Plano de Contingência para Populações Vulneráveis – anunciado pelo Governo Federal e coordenado pelo MMFDH – que prevê o investimento de R$ 4,7 bilhões em políticas para minimizar os efeitos provocados pela Covid-19.

No âmbito das políticas públicas implementadas, a ministra Damares Alves enfatiza a importância de somar esforços para combater os efeitos da Covid-19 “Esse trabalho conjunto é fundamental para que possamos atender da melhor forma possível as nossas comunidades indígenas e povos tradicionais. Unidos, não vamos deixar ninguém para trás”, ressaltou.

 

Com informações do MMFDH

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