Cheia do rio Juruá leva Ipixuna, no interior do AM, a decretar situação de emergência

Defesa Civil monitora regiões que sofrem com a cheia em Ipixuna, no AM
Defesa Civil monitora regiões que sofrem com a cheia em Ipixuna, no AM

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Defesa Civil monitora regiões que sofrem com a cheia em Ipixuna, no AM

A cheia do Rio Juruá levou o município de Ipixuna, na fronteira do Amazonas com o Acre, a decretar situação de emergência. A medida deve durar 90 dias.

Nesta quinta-feira (25), segundo a Defesa Civil da cidade, a cota do rio estava em 13,52m.

O decreto foi assinado pela prefeita de Ipixuna, Maria do Socorro Oliveira, no dia 22 de fevereiro, e considera o quadro que a cidade enfrenta. Segundo o documento, as águas já atingiram mais de seis bairros da cidade e um total de 3.455 famílias, sendo 1.367 da zona urbana e 2.088 da zona rural do município.

O decreto também levou em consideração um aumento no número de casos confirmados de malária e a prevenção à Covid-19. Segundo a prefeitura, são necessárias medidas imediatas a fim de diminuir os prejuízos ocasionados com a subida das águas e evitar o comprometimento da segurança dos moradores do município.

No sábado (20), o município de Boca do Acre, próximo à Ipixuna, já havia decretado situação de emergência em razão da cheia dos rios Acre e Purus. Mais de 6 mil pessoas foram afetadas pela inundação, de acordo com a Defesa Civil do município. A medida levou ao cancelamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na cidade. No local, falta água potável.

Município fica próximo ao estado do Acre, que também vem sofrendo com as cheias. — Foto: Wagno Albino/Prefeitura de Ipixuna

Município registrou maior cheia em 2017. — Foto: Wagno Albino/Prefeitura de Ipixuna

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