Arquivo de etiquetas: destaque

MCTIC e CNPq lançam chamada para apoiar projetos de pesquisa com até R$ 600 mil

Edital é voltado para Redes de Pesquisa em Biodiversidade na Amazônia Legal

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Conselho Nacional Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram a Chamada número 23/2017 que pretende apoiar projetos de pesquisa voltados para Redes de Pesquisa em Biodiversidade na Amazônia Legal. Os interessados poderão solicitar até R$ 600 mil para o desenvolvimento das propostas. As inscrições estão abertas e poderão ser realizadas até o dia 2 de outubro de 2017.

A Chamada busca apoiar projetos de pesquisa que visam contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, articulando as competências regionais para que o conhecimento sobre a biodiversidade e ecossistemas brasileiros sejam ampliado e disseminado de forma planejada e coordenada, por meio de Redes de Pesquisa voltadas à gestão do conhecimento sobre a biodiversidade, padrões e processos relacionados, monitoramento, impactos, produtos e uso sustentável da biodiversidade na Amazônia legal.

De acordo, com o edital a formulação das propostas deve levar em consideração as diversas diretrizes como a contribuição para o cumprimento das Metas Nacionais de Biodiversidade para 2020, a promoção do avanço no conhecimento sobre a biodiversidade, padrões e processos relacionados, monitoramento, impactos, produtos e o uso sustentável da biodiversidade, a consolidação da infraestrutura de pesquisa e de formação acadêmica e técnica de recursos humanos, entre outras.

Entre os eixos temáticos da Chamada estão: Gestão do conhecimento sobre a biodiversidade; apoio à implantação, monitoramento e manutenção de redes de inventário da biota; Padrões e processos relacionados à biodiversidade e desenvolvimento de produtos e usos da biodiversidade.

Integra a lista de beneficiários da ação são: pesquisadores, estudantes (graduação e pós-graduação), educadores, técnicos, comunidades locais, formuladores de políticas públicas ambientais e das áreas de interface com a biodiversidade, como agricultura, energia, pesca, silvicultura e extrativismo, entre outros.

Já o proponente da proposta deve atender, obrigatoriamente, os seguintes itens: ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes e atualizado até a data limite para submissão da proposta; possuir título de doutor; ter vínculo celetista ou estatuário com a instituição de execução da proposta; ser obrigatoriamente o coordenador da Rede de Pesquisa e/ou Projeto de Pesquisa.

A previsão é que o resultado final seja divulgado no dia 30 de novembro deste ano. As propostas aprovadas serão desenvolvidas ao longo de 24 meses.

Acesse o formulário de propostas online, disponível na Plataforma Carlos Chagas (carloschagas.cnpq.br).

 

Texto: Agência FAPEAM com informações do CNPq

O post MCTIC e CNPq lançam chamada para apoiar projetos de pesquisa com até R$ 600 mil apareceu primeiro em FAPEAM.

Fiocruz Amazônia promove curso sobre Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica

As inscrições podem ser realizadas até quinta-feira (31) pelas instituições às quais os interessados estão vinculados

Encerram nesta quinta-feira (31) as inscrições para o “II Curso de Formação na Gestão de Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica”. O curso tem o objetivo de fortalecer a capacidade científica dos profissionais da saúde para distinguir os principais aspectos biológicos, clínicos, terapêuticos e epidemiológicos da malária que possibilitem uma gestão adequada dos pacientes na Amazônia.

O curso é gratuito, em formato e-learning, desenvolvido com conteúdo detalhado, incluindo vídeos, animações e modelagem 3D. A atividade de formação é trabalhada em carga horária de 60 horas e duração de quatro meses, com enfoque no diagnóstico e manejo clínico da malária.

As inscrições podem ser realizadas  pelas instituições às quais os interessados estão vinculados, com a indicação dos nomes dos alunos que irão fazer o curso. Para tanto, deve ser enviado formulário anexo preenchido com os nomes dos indicados, para os e-mails paulo.nogueira@fiocruz.br e marmutis@ioc.fiocruz.br,  com o assunto  II Curso de Formação na Gestão de Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica.

O curso utiliza ferramentas que permitem conferência e treinamento virtual (como Moodle e plataforma WebEx). Durante a realização as aulas serão realizadas duas avaliações: uma inicial e a outra após a conclusão do curso, com a finalidade de verificar o conhecimento alcançado.

Conteúdo

O conteúdo do curso foi produzido por especialistas em malária na Amazônia, com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Serão 10 aulas, distribuídas em três módulos. A cada mês, um módulo estará disponível na plataforma, sendo a data de início de cada módulo acordada entre tutores e alunos.

As aulas também estarão disponíveis em espanhol e português. Os certificados serão emitidos pela UFMG, para estudantes aprovados e que tiveram participação em mais de 70% do curso.

A proposta do curso foi  desenvolvida pela PS /OTTO junto à UFMG, Fiocruz Amazônia e Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O aporte financeiro vem do Programa Regional da Amazônia (PRA), por meio da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).

Fonte: ILMD/Fiocruz Amazônia

 

O post Fiocruz Amazônia promove curso sobre Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica apareceu primeiro em FAPEAM.

Nanocápsula de diclofenaco é capaz de aumentar efeito terapêutico e reduzir efeitos colaterais no corpo

A pesquisa desenvolvida no Amazonas, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, consegue direcionar a droga para onde está à inflamação e com isso proporciona menores efeitos colaterais e aumento no efeito terapêutico comparado à droga tradicional

O dicoflenaco é um medicamento conhecido e indicado, geralmente, para prevenir e aliviar dor e inflamação. Mas, o uso frequente pode trazer efeitos colaterais. Uma pesquisa realizada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam)  desenvolveu  por meio da nanotecnologia uma nanocápsula de diclofenaco capaz de atingir, diretamente, uma articulação inflamada do corpo. O estudo realizado no laboratório de Imunologia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pretende reduzir os efeitos colaterais e aumentar os efeitos terapêuticos do medicamento.

O doutor em Biotecnologia da Ufam, Antonio Luiz Boechat, explicou que o diclofenaco é um anti-inflamatório usado para tratar uma série de doenças inflamatórias. Mas, na condição de anti-inflamatório, o medicamento possui toxicidade que pode desencadear problemas em algum lugar do corpo, como gastrite no estômago, problemas nos rins e causar outros efeitos colaterais relacionados à própria droga. Os sintomas já são relatados pelos pacientes que usam o medicamento.

Antonio Luiz Ribeiro Boechat Lopes - Fotos  - Érico Xavier-6Pesquisador Antonio Luiz Boechat disse que a nanocápsula de diclofenaco consegue direcionar a droga para o local da inflamação reduzindo os efeitos colaterais em pacientes

Ele explica que o sistema de nanocápsulas, que também é conhecido como Drug Delivery (uma técnica para facilitar a entrada e potencializar a penetração de ativos no corpo), faz com que a droga seja  concentrada no local da ação. Por enquanto, esta nova formulação de diclofenaco é endovenosa (diretamente na veia), para fazer efeito. Por se concentrar, predominantemente, no local da inflamação, outros locais não causaria efeito colateral por ter pequena concentração ou, até mesmo,  sem a presença da droga.  Para o pesquisador, a nanocápsula consegue aumentar o efeito terapêutico comparado à droga tradicional.

“Vamos imaginar o seguinte: uma pessoa tem artrite, uma inflamação em uma articulação. Se eu dou a essa pessoa diclofenaco, um anti-inflamatório, o medicamento entrará no corpo e será distribuído pelo sangue. Uma parte dessa medicação chegará à articulação inflamada. A outra parte ficará em outros lugares do corpo e é nesses lugares que a droga irá causar algum efeito colateral. A pequena quantidade que chegou ao tecido inflamado é onde terá o efeito terapêutico. O que o processo da nanotecnologia faz é que a formulação da nanocápsula proporcione maior quantidade da droga para área que está inflamada”, explicou Boechat.

O pesquisador afirma que os estudos com essas nanocápsulas estão bastante avançados. Desde a caracterização química, composição farmacêutica, toxicidade das drogas nas formulações em células, da toxicidade das formulações em animais de experimentação. A pesquisa também contou com a participação de bolsistas apoiados pela Fapeam.

“Para ser testados em seres humanos precisamos de uma autorização especial do Comitê de Ética e Pesquisa. Na fase em que os estudos estão e os dados que nós temos já nos permitiriam avançar para isso, com a autorização”, conclui Boechat.

 

Repórter- Esterffany Martins  (Agência Fapeam)

Fotos- Érico Xavier

O post Nanocápsula de diclofenaco é capaz de aumentar efeito terapêutico e reduzir efeitos colaterais no corpo apareceu primeiro em FAPEAM.

Presidente da FAPEAM participa do Fórum Nacional do Confap 2017, em Belém

Capital paraense recebeu pela primeira vez o Fórum Nacional Confap

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) realizou no último dia 16 de agosto a abertura oficial do Fórum Nacional do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa 2017, que contou com a participação do diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), René Levy Aguiar.

WhatsApp Image 2017-08-21 at 4.04.23 PMO diretor-presidente da Fapeam, René Levy Aguiar, fala da importância da instituição no desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas

A solenidade de abertura ocorreu no Palácio dos Despachos, em Belém, e também contou com a participação da presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, do representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), Jailson Bittencourt, e dos representantes das instituições públicas e privadas, dos presidentes das FAPs, diretores das instituições de ensino e pesquisa entre outras autoridades.

O encontro foi marcado pela palestra de abertura “Amazônia: o melhor desafio Nacional do século XXI”, ministrada pelo secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Alex Bolonha Fiúza de Mello.

Para René Levy Aguiar, a participação da Fundação no Confap Belém 2017, que é realizado pela primeira vez no Pará, é de grande relevância e reafirma a importância da instituição no desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas.

“O tema principal deste Fórum é o Papel da Ciência e Tecnologia no desenvolvimento da Amazônia, assim, a participação da Fapeam não apenas como uma das principais FAPs da região e do País, denota seu relevante papel nesse cenário, sobretudo porque atua como sendo dos principais catalizadores de um processo em continua evolução para a consolidação da CT e I no Amazonas e na região. Portanto, a Fapeam não pode e nem deve deixar de participar dessas importantes discussões e proposições para o permanente  aprimoramento dessas questões”, disse Levy.

WhatsApp Image 2017-08-21 at 4.04.23 PM (4)O encontro foi marcado pela palestra de abertura “Amazônia: o melhor desafio Nacional do século XXI”

De acordo com o diretor-presidente da Fapeam, durante o Fórum do Confap, além dos debates, há estreitamentos de contatos e parcerias com as agências nacionais e organismos internacionais. “Oportunidade em que há informações sobre possibilidades de acordos e lançamento de editais que requerem a participação das FAPs de todo o país”, contou René.

Até o encerramento das explanações e debates dos dirigentes do poder público e das instituições de pesquisa será redigida a Carta de Belém. O documento apresentará um diagnóstico e propostas para superação da conjuntura brasileira adversa as pesquisas em ciência e tecnologia.

“Há frequentes cobranças para que haja maior atenção e estabelecimento de uma política pública nacional de ciência e tecnologia voltadas para a Amazônia, com a consciência de que essa é a única alternativa para o desenvolvimento econômico e social sustentáveis. Espera-se que, como ocorre esporadicamente, editais voltados para a Amazônia sejam lançados com maior frequência e atenção as peculiaridades locais”, afirmou o diretor-presidente da Fapeam.

WhatsApp Image 2017-08-18 at 7.20.46 AM

 

Texto: Agência Fapeam

Fotos: Núbia Rodrigues- Confap

O post Presidente da FAPEAM participa do Fórum Nacional do Confap 2017, em Belém apareceu primeiro em FAPEAM.

Suplemento alimentar feito com semente de seringueira é comercializado no Amazonas

Barra de cereal, ração para peixes e outros subprodutos foram criados durante o projeto desenvolvido com apoio da Fapeam

Famosa nos livros de história, a seringueira (Hevea brasiliensis) viveu seu apogeu no século 19, no período conhecido como Ciclo da Borracha. Os tempos de riqueza proporcionados pela árvore são lembrados até hoje. Mais que lembranças do passado, pesquisadores do Amazonas pretendem começar um novo ciclo usando as sementes da seringueira para elaboração de produtos alimentares.

Intitulado “Endosperma da semente da seringueira Hevea Sp como complemento alimentar alternativo natural”, o projeto é coordenado pelo pesquisador Antônio Lucio Mota dos Santos no âmbito do programa Sinapse da Inovação desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em parceria com a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi). Endosperma é  um tecido de armazenamento de nutrientes e está presente na maioria das plantas angiospermas.

IMG_0026 - CópiaO suplemento alimentar não contém glúten, açúcar, corante e pode reduzir o colesterol, triglicerídeos e ajudar nas funções cerebrais

O projeto inovador teve seu início a partir de questionamentos feitos pelo pesquisador e equipe sobre a dispersão das sementes em grandes quantidades. Com a problemática, os curiosos começaram a testar, experimentar e estudar de que forma a semente da seringueira poderia ser melhor aproveitada.

“Verificamos que não havia nenhum tipo de utilização dessa semente para nutrição humana. Surgiu a necessidade de descobrirmos a capacidade nutricional que a semente de seringueira tem e não está sendo usada. Quando fizemos as análises ficamos muito surpresos porque a semente tem as propriedades que nosso organismo precisa, como por exemplo, proteína, fibra, potássio, cálcio, ferro, magnésio e muitos outros nutrientes que fazem reposição que nosso organizado perde”, disse Mota.

Assista a reportagem feita pela TV Fapeam

Com a comprovação do alto valor nutricional da semente da seringueira, um nicho de mercado latente foi percebido pelo grupo empreendedor. Além do desenvolvimento do suplemento alimentar, eles deram início à criação de outros produtos criados a partir da semente e usaram os conhecimentos adquiridos na academia para validar os benefícios da produção.

“Nosso projeto utilizou a semente da seringueira, com aproveitamento de todos os benefícios, para fazer suplementação alimentar, barra de cereal, ração para peixes, além disso, temos outros subprodutos: os petiscos, que poderão concorrer com amendoim, e o óleo da semente, que poderá ser usado no segmento dos cosméticos e de navegação, como combustível”, ressaltou  o pesquisador.

Benefícios do Sendinutri

Extraído do endosperma da semente da seringueira, o Sendinutri – suplemento alimentar vitamínico calórico proteico – não contém açúcar, corante e glúten. O suplemento pode reduzir o colesterol, triglicerídeos e ajudar nas funções cerebrais. O produto é destinado a pessoas debilitadas, hipertensos, diabéticos, pessoas com HIV, Parkinson e Alzheimer.

Ouça a reportagem na Rádio com Ciência

Comercialização

De acordo com o coordenador do projeto, o grupo empreendedor concluiu, no início deste mês, a primeira fase do programa Sinapse da Inovação com uma degustação dos produtos. O foco das próximas etapas será rotulagem e embalagem dos produtos. A expectativa é que a partir de agosto deste ano, o consumidor tenha acesso ao produto natural.

IMG_0057Pesquisador e empreendedor Antônio Lúcio que teve projeto contemplado no Programa Sinapse da Inovação da Fapeam

Texto e fotos: Francisco Santos- Agência Fapeam

TV Fapeam

Reportagem-Cíntia Melo/Edição de imagens -Esterffany Martins/Imagens- Francisco Santos e Esterffany Martins

 

O post Suplemento alimentar feito com semente de seringueira é comercializado no Amazonas apareceu primeiro em FAPEAM.

Abertas as inscrições para os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente

Projetos que alavancam o empreendedorismo e desenvolvimento sustentável da Amazônia podem ser inscritos até o dia 31 de agosto

 

Estão abertas, até o dia 31 de agosto, as inscrições para os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente. O Prêmio Professor Samuel Benchimol contempla iniciativas e trajetórias pioneiras para ampliar a compreensão da Amazônia e desvendar novos caminhos em prol do desenvolvimento sustentável da região. Dividido em duas categorias: uma para contemplar iniciativas pioneiras na categoria “Projetos de Desenvolvimento Sustentável na Região Amazônica”, outra para contemplar trajetórias pioneiras na categoria “Personalidades dedicadas ao Desenvolvimento Sustentável da Região Amazônica”.

O prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente contempla duas naturezas de premiação: uma para a categoria “Iniciativa de Desenvolvimento Local”, para ações empreendedoras na região, que revelam através de sua prática o potencial de transformação da Região Amazônica em prol do seu desenvolvimento sustentável. E a outra natureza de premiação, honorífica, abrangendo duas distinções: o reconhecimento de Empresas (Categoria Empresa na Amazônia) e de Microempreendedores de Sucesso na Amazônia (Prêmio Florescer), que contribuem para o desenvolvimento sustentável da região.

As inscrições podem ser realizadas, somente, no portal dos Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, no endereço eletrônico www.amazonia.ibict.br, com exceção da categoria “Microempreendimento de Sucesso na Amazônia” (Prêmio Florescer), indicada pelo Banco da Amazônia, que é necessário o preenchimento do formulário online e anexar o arquivo contendo a proposta. Em seguida, uma mensagem de confirmação da inscrição será emitida, informando que a proposta foi devidamente inscrita. Todas as propostas devem ser produzidas em editor de texto MS Word ou similar com o tamanho máximo de 10 MB, conforme previsto no regulamento do prêmio.

Os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente são instituídos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Banco da Amazônia, com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Seplan-CTI/AM), e do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae).

Na edição 2017, o Prêmio Professor Samuel Benchimol homenageia os 75 anos do Banco da Amazônia, os 60 anos da Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento.

Premiação

Os valores das premiações do Prêmio Prof. Samuel Benchimol Categoria “Projetos de Desenvolvimento Sustentável na Região Amazônica” e do Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, Categoria “Iniciativa de Desenvolvimento Local (IDL)” serão de R$ 60 mil, cada um totalizando R$ 120 mil.

“Na categoria Projetos de Desenvolvimento Sustentável na Região Amazônica”, serão selecionados três projetos a serem agraciados sendo que o primeiro colocado receberá o valor de R$ 35 mil; o segundo colocado, R$ 15 mil; e o terceiro colocado, R$ 10 mil reais. Para a Categoria “Iniciativa de Desenvolvimento Local (IDL), do Banco da Amazônia, a premiação será de valores iguais ao do Prêmio Prof. Samuel Benchimol.

De acordo com o regulamento, não implicam em premiação pecuniária as categorias “Personalidade Amazônica”, “Empresa na Amazônia” e “Microempreendimento de Sucesso na Amazônia” (Prêmio Florescer).

 

banner_samuel_bechimol

 

Para mais informações clique aqui

http://www.amazonia.ibict.br/links/IrAjSzcpqW_RegulamentoPremios2017.pdf

 

 

Repórter- Esterffany Martins (Agência Fapeam)

Fonte- Regulamento do Prêmio

 

O post Abertas as inscrições para os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente apareceu primeiro em FAPEAM.

Aplicativo permite receber troco via celular

A plataforma “Trocados” possibilita que os clientes recebam o dinheiro quando o comércio não tiver o valor disponível, principalmente as moedas

A maioria das pessoas já se deparou com a falta de troco em alguns estabelecimentos comerciais. Com o pensamento de facilitar a rotina dos comerciantes e clientes, os empreendedores do Amazonas criaram a plataforma: Trocados. A tecnologia permite que os consumidores possam receber “os trocados” quando o operador de caixa não tiver o valor disponível, principalmente  as moedas.

O produto é fruto de uma parceria firmada entre o Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) com a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi), para incentivar o empreendedorismo inovador no Estado.

De acordo com o coordenador do projeto, Silvestre Paiva, um cenário comum nas lojas é a falta de troco, principalmente, quando se trata de moedas. Sentindo na pele essa dificuldade, ele em parceria com amigos apostaram na ideia de desenvolver um produto que facilitasse a vida do consumidor e do comerciante ao mesmo tempo.

“Criamos uma plataforma que permite o comércio passar o troco para o consumidor apenas com o número do celular. Assim, o cliente receberá o valor, imediatamente, por meio, do aplicativo, podendo acumular, transferir para uma conta bancária ou até colocar recarga de crédito no telefone, se houver saldo suficiente. É importante ressaltar que no primeiro momento o consumidor para receber o valor pelo “Trocados”  não precisará  ter o aplicativo instalado no aparelho. A partir do momento que a empresa pede o número do celular do cliente, ele já recebe uma mensagem informando, por exemplo, que “o mercadinho da dona Maria acabou de transferir R$0,50, para visualizar, consultar e usar seu troco baixe o aplicativo”. Nesse momento a pessoa poderá fazer  o download do aplicativo e realizar o cadastro, assim o valor estará disponível na sua conta”, explica Paiva.

 

Assista a reportagem na TV FAPEAM

A equipe também trabalha com a ideia de lançar outros serviços dentro do aplicativo como fazer recarga de carteirinha do transporte coletivo, realizar  pagamentos nos estabelecimentos, transferir para outros usuários, entre outras  funções. No momento o aplicativo está disponível apenas para o sistema  Android, mas a equipe já está desenvolvendo para o  sistema iOS.

“O comerciante cria uma conta na nossa plataforma e faz uma reserva de saldo por meio de um depósito bancário. Depois de fazer esse procedimento é que ele pode passar o troco por meio do aplicativo”, disse Paiva.

TROPCADOS

Amaike Keric (à esquerda) e Silvestre Paiva (à direita) criaram a plataforma “Trocados” com apoio da Fapeam

O “Trocados”  pode ser encontrado em alguns estabelecimentos de Manaus. A equipe trabalha em parceria com cinco empresas. O sócio proprietário, Amaike Keric, disse que a plataforma surgiu após uma experiência de Silvestre Paiva como consumidor. Ele conta que o amigo passou pela experiência duas vezes, em um shopping da capital, na hora de comprar algo e não haver troco. Em outro momento tentou comprar outro produto e passou pela mesma situação, e acabou optando por não adquiri-lo.

“Ele trouxe esse problema aos amigos como forma de criar algo que pudesse amenizar esse problema. O Silvestre é formado em Design e eu em Estatística. Fomos a campo ver como tudo acontece na prática e se era algo rotineiro. Fizemos uma pesquisa de mercado com quase 60 operadores de caixa e simulamos como consumidor a falta do troco. Nós colocamos um fone de ouvido simulando toda ação e compramos pequenos objetos com valores altos e víamos a necessidade da falta do troco na hora. A experiência foi boa também, pois ouvimos as duas partes”, conta o empreendedor.

Keric disse ainda que por meio do Sinapse da Inovação  foi possível tirar a ideia do papel  e colocá-la  em prática. Ele conta que um fator que chamou sua atenção, durante as pesquisas realizadas com o projeto, é que apenas os consumidores acreditam que perdem quando não recebem o troco. Mas, segundo Keric o comércio também perde.

“Vou começar explicando o lado do consumidor. Nós fizemos uma brincadeira dentro do site onde simulamos R$0,25 de troco perdido durante 12 meses. O resultado mostra que o valor final corresponde a três idas à manicure, 14 recargas de celulares e três rodízios de pizzas. Brincamos com o número para mostrar que faz diferença, mesmo que seja um valor pequeno. Durante a pesquisa tivemos informações que alguns comércios determinam valores que podem perder por dia e por operador de caixa. Por exemplo, temos um grande varejista que permite o operador de caixa perder até R$ 10 por dia. Fazendo uma média de sete operadores, corresponde a mais R$10 mil por mês, e esse varejista tem 125 lojas, ou seja, se fazermos uma matemática a perda é muito grande”, acrescenta Keric.

FOTO-TROCADOS2

 

Repórter- Esterffany Martins (Agência Fapeam)

Fotos- Agência Fapeam

 

 

 

 

 

O post Aplicativo permite receber troco via celular apareceu primeiro em FAPEAM.

Sistema garante qualidade para exportação de peixes ornamentais da Amazônia a outros países

A ideia é utilizar plantas aquáticas em tanques e aquários de peixes ornamentais para eliminar substâncias tóxicas que interferem na qualidade da água e na saúde das espécies

 

A baixa qualidade na exportação de peixes ornamentais da Amazônia para outros países fez com que pesquisadores do Amazonas desenvolvessem um modelo de quarentena onde os recintos em que os peixes permanecem após o transporte e antes de serem exportados fiquem associados com tanques contendo plantas aquáticas. O sistema denominado de Aquaponia é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) no âmbito do Programa Sinapse da Inovação.

O coordenador do projeto, o biólogo Michel Catarino, disse que as plantas absorvem elementos químicos dissolvidos na água, provenientes dos excretas dos peixes confinados no sistema de quarentena e de excesso de alimentos, utilizando-os como nutrientes para seu crescimento, o que permite a diminuição da quantidade de Amônia no sistema. Com isso é possível melhorar a qualidade da água, com reflexos positivos na saúde dos peixes, garantindo à comercialização de peixes ornamentais amazônicos com a qualidade sanitária requerida pelo mercado mundial.

Catarino explicou que um dos principais problemas relacionados à exportação de peixes ornamentais provenientes do Estado do Amazonas está relacionado as técnicas precárias de manejo adotadas pelas empresas locais, na qual o sistema de quarentena atual não permite a recuperação plena dos peixes, que acabam sendo vendidos com baixa qualidade, refletindo em altas taxas de mortalidade e consequentes prejuízos, relatadas pelos importadores nacionais e internacionais.

“A baixa qualidade da água influencia na saúde dos peixes ornamentais que são enviados para fora do país. Por isso, estamos propondo uma inovação no período de quarentena desses peixes, na qual a qualidade da água será melhorada substancialmente, com reflexos positivos na saúde dos mesmos”, informou.

O pesquisador explicou ainda que, atualmente, para melhorar a qualidade da água as empresas trocam cerca de um terço da água do recinto de quarentena temporariamente. Segundo o pesquisador, com esse procedimento a Amônia não é eliminada do sistema, o que pode comprometer a qualidade dos peixes, pois trata-se de um elemento químico altamente nocivo.

Assista a reportagem da TV FAPEAM

“Com esse procedimento, as concentrações de amônia e derivados tóxicos diminuem, mas não ao ponto de favorecer a plena recuperação dos peixes confinados em recintos de quarentena. Assim, os peixes não se recuperam totalmente, sendo comercializados com saúde fragilizada e bastante susceptíveis às doenças”, detalhou o pesquisador.

O sistema Aquaponia desenvolvido pela equipe do pesquisador será capaz de diminuir significativamente a quantidade de amônia dos tanques de quarentena por meio da associação de plantas aquáticas.

“Os primeiros resultados da associação de plantas aquáticas aos recintos de quarentena já mostram sinais positivos na qualidade da água e saúde dos peixes. Esperamos que o sistema de Aquaponia resolva um grande gargalo no mercado regional de exportação de peixes ornamentais, possibilitando o envio de peixes com a qualidade requerida internacionalmente e contribuindo para a recuperação de uma das principais atividades extrativistas do Estado do Amazonas”, contou.

Mercado

 De acordo com o pesquisador, Michel Catarino, os peixes ornamentais da Amazônia são atrativos desejados no mercado mundial de aquariofilia (prática de criar peixes, plantas e outros organismos aquáticos). Catarino conta que o Estado do Amazonas se destacava nesse mercado desde 1950, quando a atividade de exploração de peixes ornamentais foi iniciada na região, expandindo, consideravelmente, o número de indivíduos comercializados chegando a mais de 36 milhões no ano de 2006.

SISTEMA AQUAPONIA 2O pesquisador Michel Catarino informou que o sistema será capaz de diminuir a quantidade de amônia por meio de plantas aquáticas

Catarino lembra que a partir desse período houve uma queda considerável do mercado amazonense, diminuindo para pouco mais de 6 milhões de indivíduos exportados, com consequências sérias na geração de renda de uma das mais importantes atividades extrativistas do Estado. O que gerou prejuízos sociais e econômicos para as populações tradicionais envolvidas na atividade de exploração de peixes ornamentais e também para as empresas locais, que tiveram sua importância reduzida no mercado.

“A perda de espaço das empresas amazonenses no mercado é provavelmente resultado de um conjunto de fatores, no qual a qualidade dos peixes exportados têm destaque. Tudo isso desviou a atenção de importadores para outras regiões da bacia amazônica, que por sua vez também oferecem peixes amazônicos no mercado mundial de aquariofilia, prejudicando todos os envolvidos na cadeia produtiva de um dos principais recursos extrativistas da região”, conta o pesquisador. Ele conta que os exportadores têm buscado por peixes amazônicos em empresas situadas em países como Colômbia e Peru.

IMG_9843

 

Repórter- Esterffany Martins (Agência Fapeam)

Fotos- Agência Fapeam

O post Sistema garante qualidade para exportação de peixes ornamentais da Amazônia a outros países apareceu primeiro em FAPEAM.

Fapeam lança edital para fomentar pesquisas na área da saúde no Amazonas

Cada projeto poderá solicitar até R$ 200 mil para desenvolvimento da pesquisa


O Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), lançou o edital do Programa Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS). Cada pesquisador poderá apresentar uma proposta de pesquisa e poderá solicitar até R$ 200 mil reais para o desenvolvimento do projeto. A submissão de propostas pode ser realizada até o dia 17 de julho de 2017.

O PPSSUS é estruturado pelo Departamento de Ciência Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE) do Ministério da Saúde e pretende apoiar e fortalecer o desenvolvimento de projetos de pesquisa que busquem soluções para as prioridades de saúde que atendam as peculiaridades de cada região.

O edital que fomenta pesquisas na área da saúde conta também com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Secretaria de Estado da Saúde (Susam). Os projetos de pesquisa deverão contemplar as seguintes temáticas: Saúde Mental; Violências, Acidente e Trauma; Saúde da Mulher, Promoção da Saúde; Sistemas, Políticas e Ações de Saúde. Cada temática possui linhas de pesquisa distintas.

Conforme o edital, podem submeter propostas pesquisadores doutores que tenham vínculo empregatício ou funcional com instituição científica ou tecnológica situada no Amazonas. A instituição de execução do projeto deve se enquadrar em um dos seguintes perfis: instituições de ensino superior, públicas ou privadas, sem fins lucrativos; instituições e centros de pesquisa e desenvolvimento, público ou privados, sem fins lucrativos; empresas públicas, que executem atividades de C, T e/ou I.

A proposta deverá ser apresentada, até o dia 17 de julho deste ano, sob a forma de projeto de pesquisa e enviada em versões eletrônicas por meio dos formulários contidos no Sistema de Informação de Ciência e Tecnologia em Saúde (SISC&T), disponível na página do Ministério da Saúde – (link “CHAMADA FAPEAM-SUSAM/AM-Decit/SCTIE/MS-CNPq- N° 001/2017) – e no Sistema de Gestão da Informação da Fapeam ​

– SIGFAPEAM.

Seleção das propostas

De acordo com o edital, a seleção das propostas submetidas à Fapeam, será realizada por intermédio de análises e avaliações comparativas que seguirão quatro etapas: análise pela área técnica da Fapeam/AM, enquadramento; análise por consultores ad hoc; análise por comissão de especialistas; análise e aprovação final pelo Comitê Gestor do PPSUS-AM.

 Divulgação dos resultados

A relação dos projetos aprovados será divulgada no site da Fapeam e a resenha da Decisão do Conselho Diretor da instituição será publicada no Diário Oficial do Estado do Amazonas (DOE) a partir do mês outubro deste ano. A contratação das propostas aprovadas deve ocorrer a partir de novembro do mesmo ano e terão um prazo de 24 meses para serem executadas.

​Acesse o edital, clique aqui.

DR. FRANCISCO LUIZ - FOTOS ÉRICO XAVIER_-15 (1)
Texto: Francisco Santos/Agência Fapeam

Fotos: Érico Xavier

O post Fapeam lança edital para fomentar pesquisas na área da saúde no Amazonas apareceu primeiro em FAPEAM.

Livro possibilita inserção de conhecimentos indígenas na educação básica e no ensino superior

Obra, oriunda de tese de doutorado, analisa relações interculturais estabelecidas na educação escolar indígena. Literatura recebeu apoio da Fapeam

 

O livro “O brincar e suas relações interculturais na escola indígena” possibilita a inserção de conhecimentos indígenas na educação básica e no ensino superior, segundo o escritor da obra, o professor doutor João Luiz da Costa Barros, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A literatura, que é fruto da pesquisa desenvolvida no processo de doutoramento do professor, recebeu fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

De acordo com o pesquisador, a escrita foi a proposta de pesquisa estabelecida para o processo de doutoramento em Educação, no ano de 2009, para a Universidade Metodista de Piracicaba, em São Paulo. Ele reforçou que importância da obra está na associada à divulgação dos saberes e conhecimentos científicos e tradicionais.

“Essa divulgação ocorre através de um diálogo reflexivo que possibilita a inserção e interação de conhecimentos indígenas na educação básica e no ensino superior. O objetivo da obra foi de analisar as relações interculturais que se estabelecem na educação escolar indígena, tendo como foco: o brincar das crianças indígenas, na escola e nos contextos sociais específicos.”, disse o professor.

O livro foi publicado em 2015 pela editora Appris, de Curitiba. A literatura tem cunho científico e acadêmico. Conforme o pesquisador, o texto é de autoria própria e conta com citações diretas e indiretas de autores, que complementam o raciocínio do escritor durante o processo da escrita. Ele reforça que o livro atende aos profissionais da educação.

joaobarros (1)

 

“O livro, sem dúvida, vem para atender professores, estudantes e profissionais da educação física, educação, antropologia e ciências humanas em geral. A obra pode ser adquirida através do site da editora Appris, ou através dos sites da livraria Cultura e Saraiva em todo Brasil”, informou o professor.

De acordo com o pesquisador, além de apoiar a publicação do livro (via edital Biblos) a Fapeam também financiou o doutorado em Educação conquistado por ele, que durou quatro anos. “A minha análise é de que a Fapeam é uma instituição importantíssima para a aprendizagem na formação de um pesquisador, sobretudo com o objetivo do desenvolvimento cultural das pessoas nas relações humanas e sociais”, contou João.

 

Repórter: Francisco Santos (Agência Fapeam)

Foto: Divulgação

O post Livro possibilita inserção de conhecimentos indígenas na educação básica e no ensino superior apareceu primeiro em FAPEAM.