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Fapeam investe em pesquisas na área da saúde e na formação de capital intelectual no Amazonas

R$22 milhões já foram investidos em projetos na área da saúde, além de 40 mil bolsas na formação de recursos humanos

Mais de 40 mil bolsas nas modalidades de iniciação científica júnior, iniciação científica, mestrado e doutorado foram apoiadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), de 2003 a 2017. Os dados foram apresentados na manhã desta quinta-feira (13) pelo diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, durante o seminário de 10 anos do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), na Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), bairro Cachoeirinha, zona Sul de Manaus.

Durante o evento, Reis falou sobre o trabalho desenvolvido pela Fapeam, como as áreas de atuação da instituição e  parte do trabalho realizado pela Fundação na área da saúde e na formação de recursos humanos.

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Diretor técnico-científica da Fapeam disse que R$22 milhões já foram investidos em projetos na área da saúde e mais de 40 mil bolsas foram apoiadas na formação de recursos humanos

Sobre os projetos de pesquisas na área da saúde, de 2005 até 2018, já foram investidos mais de R$22 milhões para apoiar 156 projetos científicos.

Reis disse ainda que está previsto para o início de 2019 o lançamento de um edital inédito no Amazonas que é do Programa de Cooperação para Consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos no Amazonas.

 O programa será realizado pela Fapeam em parceria com Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes),  visando a melhoria da qualidade dos programas de pós-graduação Stricto Sensu no Amazonas.

Seminário

Durante o evento que celebrou uma década do Paic na FHAJ, a Fapeam foi homenageada pela iniciativa do programa no Amazonas. O agraciamento também foi feito aos colaboradores da Fundação pela parceria e presteza no atendimento ao longo de 10 anos.

O Paic é um programa desenvolvido pela Fapeam para apoiar, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas.

“A Fapeam fica feliz com tantos resultados positivos que o Paic proporcionou durante esse período a FHAJ. Esse é um dos papeis da Fundação, contribuir na formação de pessoas. Nosso grande desafio é elevar o patamar das pesquisas desenvolvidas no Estado e uma das formas de fazer isso é com investimento em pesquisa” afirma o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis.

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Fapeam foi homenageada por fomentar o Programa de Apoio à Iniciação Científica no Amazonas

O diretor de Ensino e Pesquisa da FHAJ, Dr. Raymison Monteiro, parabenizou a Fapeam pelo Paic e disse que o programa é um diferencial na instituição. Segundo ele, as bolsas de iniciação científica têm um marco histórico por ser o primeiro passo para despertar nos estudantes o interesse pela pesquisa.

Monteiro destacou ainda que os projetos desenvolvidos no programa participaram de eventos científicos importantes no âmbito nacional e internacional, acrescentou ainda que vários bolsistas hoje são doutores.

Para a coordenadora do Paic, Dra. Rosiane Palheta, a Fapeam tem um papel primordial para desenvolvimento do programa na FHAJ. Segundo ela, um total de 40% dos estudantes que passaram pelo programa seguem para pós-graduação Stricto Sensu.

“Essa parceria tem sido muito boa, pois a cada ano a cota de bolsa é cedida. Essas bolsas têm contribuído para  formação de recursos humanos no Amazonas. Tudo isso tem sido importante para realização da pesquisa científica na FHAJ”, disse.

Em comemoração aos 10 anos do programa também foi realizado o lançamento dos anais do PAIC, com objetivo de divulgar as pesquisas desenvolvidas e a produção científica no Estado.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Editais que somam mais de R$6 milhões para apoiar pesquisas e a formação de recursos humanos são debatidos em reunião na Fapeam

Reunião foi realizada pela Fapeam em conjunto  com a Câmara de Assessoramento Científico de Pesquisa da instituição

Mais de R$6 milhões serão investidos em programas para apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica, inovação e formação de recursos humanos. Os editais do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex) e do Programa de Cooperação para Consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos no Amazonas (Capes- Fapeam) foram discutidos, na tarde da última terça-feira (11), pela Câmara de Assessoramento Científico – Pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na sede da instituição.

Durante o encontro, o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que a reunião é fundamental, principalmente pelo fato dos editais serem debatidos junto com a câmara que é formada por pesquisadores. A interação é uma oportunidade de mostrar as ações do Governo do Estado e apresentar as demandas de pesquisas em projetos que contribuem para o desenvolvimento do Amazonas.

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Reunião com Câmara de Assessoramento Científico – Pesquisa da Fapeam discute editais de pesquisa e recursos humanos

“Nada melhor que ouvir o público alvo dos editais que são os pesquisadores que submetem os projetos aos programas. Isso possibilita criar políticas públicas que atendam não apenas os interesses deles, mas também de apresentar as demandas sociais, envolvidas dentro desse processo de fomento da pesquisa, inovação e tecnologia que precisam chegar até a sociedade” contou.

Reis explicou que o Pronex é um programa desenvolvido pela Fapeam, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), voltado para apoiar a execução de projetos de grupos consolidados, visando dar suporte financeiro aos trabalhos dos grupos de pesquisas, vinculados às instituições de ensino e/ou pesquisa, sem fins lucrativos, no Estado do Amazonas, com atuação na área.

A previsão é que o edital seja lançado ainda neste mês. “Esse programa é a pesquisa no seu melhor ápice voltada para a fronteira do conhecimento, a partir  do trabalho dos núcleos de excelência, compostos obrigatoriamente por pesquisadores que atendam alguns requisitos estabelecidos pelo o CNPq”, detalha o diretor técnico-científico da Fapeam.

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Mais de R$6 milhões serão investidos em programas para apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica, inovação e formação de recursos humanos

Recursos Humanos

Outro edital discutido durante a reunião foi do Programa de Cooperação para Consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos no Amazonas. Pioneiro no Estado, o programa será realizado pela Fapeam em parceria com Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes),  visando a melhoria da qualidade dos programas de pós-graduação Stricto Sensu no Amazonas.

“Atualmente, temos um problema já identificado no Estado em relação aos programas de pós-graduação. Hoje contamos com mais de 70 programas de pós-graduação Stricto Sensu dentro do Estado, mas uma boa parte desses programas estão com nota 3. A  intenção com esse edital é  fortalecer esses cursos e permitir uma maior internacionalização por meio da troca de experiências de professores do Amazonas, com pesquisadores do Brasil e até do exterior. Com isso, espera-se aumentar o capital intelectual do Amazonas e, consequentemente,  as notas desses cursos.”, explicou. Segundo Reis, o edital será  lançado ainda no primeiro trimestre de 2019.

Expectativa 2019

Conforme o diretor técnico-científico da Fapeam, a expectativa é que a Fundação lance mais de 10 editais em 2019.

“Vamos começar com esses dois, pois fazem parte da estratégia de fortalecimento  da pós-graduação no Amazonas. Em seguida, nós temos a perspectiva de lançar outros editais visando a participação de pesquisadores em eventos nacionais e internacionais e publicações, além de novos projetos de pesquisas para a área da saúde, que é fundamental. A ideia também é fomentar programas com pesquisas em áreas pré-definidas. Algumas dessas ações já estão previstas, mas precisamos passar o momento de transição para fazermos um planejamento mais adequado e realista”, finalizou.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Projeto Maker 4.0 é desenvolvido em escola pública de Manaus

No projeto são desenvolvidas atividades lúdicas envolvendo o pensamento computacional

Despertar nos estudantes da rede pública de ensino o interesse pelas áreas de tecnologia é a base de um projeto de Iniciação Científica Júnior (ICT/JR), coordenado pela doutora em Informática Tanara Lauschner, do Instituto de Computação da Universidade Federal do Amazonas (Icomp/Ufam).

Intitulado “Makers 4.0”, o projeto desenvolve atividades lúdicas e inovadoras, envolvendo o pensamento computacional e a programação de dispositivos computacionais para a realização de jogos e tarefas diversas dentro do contexto da ‘cultura maker’.

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O projeto desenvolve atividades lúdicas e inovadoras com realização de jogos e tarefas diversas dentro do contexto da ‘cultura maker’, com recursos que somam mais de R$300 mil

Com recursos financeiros que somam mais de R$300 mil, a ação é fruto do apoio do Programa Estratégico em Tecnologia da Informação (RH-TI) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Segundo Tanara, a ideia é testar algumas metodologias e fazer com que os alunos se interessem pela área de exatas a partir inclusão da tecnologia ainda na educação básica.

“A finalidade é incentivar os estudantes a seguirem qualquer área de exatas, mas se eles não quiserem, a intenção é fazer que eles usem o conhecimento adquirido para a vida. No projeto tem como meta desenvolver a criatividade, autonomia e protagonismo”, disse. Para Tanara, a educação Maker 4.0 é um novo paradigma por envolver ferramentas de tecnologia, inteligência artificial e identificar as dificuldades de cada aluno.

“Estamos iniciando um desafio de uma nova didática de ensino, claro que não conseguiremos implantar a educação 4.0 assim de uma hora para outra, mas através de projetos como esse estamos dando o primeiro passo para começarmos a trabalhar alguns conceitos em relação a isso”, contou.

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A coordenadora Tanara Lauschner faz testes com algumas metodologias para que os alunos se interessem pela área de exatas a partir inclusão da tecnologia na educação básica

Para doutor em Informática, Bruno Gadelha, que auxilia na coordenação do projeto, a atividade abre a mente dos estudantes e ajuda eles a enxergarem que são capazes de construir suas próprias criações.

“Os alunos são de comunidades carentes, que geralmente param de estudar no Ensino Médio. A partir do momento que  você apresenta para esses meninos uma série de possibilidades profissionais, eles percebem que podem ir além”, conta.

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O doutor em Informática, Bruno Gadelha, acredita que a atividade abre a mente dos estudantes e ajuda eles a enxergarem que são capazes de construir suas próprias criações

Novas didáticas

Tanara explica que os alunos irão trabalhar com kits Arduino, uma plataforma  de prototipagem eletrônica que são fáceis de usar, voltada para artistas, designers e qualquer pessoa interessada em criar objetos ou ambientes interativos.

“O objetivo é elaborar um dispositivo que seja ao mesmo tempo barato, funcional e fácil de programar, ou seja, acessível aos estudantes e projetistas amadores. Com o Arduino, por exemplo, qualquer um pode montar modificar, melhorar e personalizar” explicou.

Segundo a coordenadora, para ensinar pensamento computacional não é necessário um computador ou  alguma ferramenta tecnológica.

“Nós trabalhamos, primeiramente, com conceitos lógicos, atividades que possam mostrar um problema e buscar uma solução. Após isso, passamos  para a parte de programação na qual será utilizada o computador”, explicou.

Incentivo

Participar do Programa Estratégico de Indução à Formação de Recursos Humanos em Engenharias (Pró-Engenharias) da Fapeam, em 2013, ainda no Ensino Médio foi decisivo para o estudante Felipe da Silva escolher o curso de Engenharia de Software. Cursando o 6º período na Ufam, Silva conta que foi por meio do projeto de iniciação científica na escola que despertou nele o interesse pela área de exatas.

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Participar do Programa Estratégico da Fapeam decisivo para o estudante Felipe da Silva escolher o curso de Engenharia de Software

Ele afirma que as atividades desenvolvidas no projeto eram interessantes e ficou até 2015, quando terminou o Ensino Médio e passou no vestibular. “Através do projeto me interessei mais pela a área de tecnologia,  comecei a ter a base de programar e ter uma noção de como seria na faculdade”, diz o graduando.

Atualmente, Silva participa do projeto “Markers 4.0” do RH-TI. Nesse trabalho ele auxilia os alunos do Ensino Médio com orientações e esclarecimentos. “Vejo como uma nova oportunidade, só que agora como universitário. Nesse projeto vou poder compartilhar a minha experiência e conhecimento para outros estudantes” disse.

RH-TI

O programa  visa estimular estudantes, da capital e do interior, a partir do 1º ano do Ensino Médio, a seguirem carreira acadêmica e profissional na área de TI, por meio de atividades orientadas, executadas em escolas das redes públicas estaduais de ensino.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Torneio de robótica marca encerramento de projeto do RH-TI da Fapeam

Programa RH-TI estimula estudantes a seguirem carreira acadêmica na área da Tecnologia da Informação

 

Estudantes do ensino médio de escolas  públicas de Manaus e de oito municípios do Amazonas participaram de uma competição de robótica no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), no Distrito Industrial, na Zona Sul de Manaus. O evento ocorreu no último sábado (8) e marcou o encerramento do projeto intitulado “Robô-TI”, desenvolvido no Programa Estratégico em Tecnologia da Informação (RH-TI), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Com um investimento de R$600 mil, o programa é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam para estimular estudantes, da capital e do interior do Amazonas, a partir do primeiro ano do Ensino Médio, a seguirem carreira acadêmica e profissional na área de Tecnologia da Informação (TI), através de atividades orientadas, executadas em escolas das redes públicas estaduais de ensino sediadas nos Estados da Amazônia Ocidental.

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Um total de 16 equipes formadas por alunos entre 15 e 17 anos participaram do torneio que reuniu estudantes de Manacapuru, Coari, Tefé, Maués, Presidente Figueiredo, Itacoatiara, Parintins e Manaus.

Um total de 16 equipes formadas por alunos entre 15 e 17 anos participaram do torneio que reuniu estudantes de Manacapuru, Coari, Tefé, Maués, Presidente Figueiredo, Itacoatiara, Parintins e Manaus. A equipe XD – Manaus da Escola Estadual Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro foi a premiada com a primeira colocação na competição.

Segundo  a coordenadora do Projeto Robô-TI e doutora em Informática, Joyce Miranda, a proposta do projeto é estimular e promover o interesse de alunos do Ensino Médio do Estado no ingresso em carreiras na área de TI.

“Estamos propondo aplicar a prática da robótica educacional voltada para programação de uma forma lúdica, mais didática, para tentar estimular esses alunos a ingressarem em carreiras na área de TI, de forma a suprir o mercado local e nacional de uma forma geral,” contou.

Joyce explicou também que a execução do projeto  foi através de kits Lego Mindstorm escolhido por ser considerado um kit de referência em robótica educacional. A ferramenta se destaca tanto por sua característica lúdica como por apresentar significativa liberdade e flexibilidade para a montagem de estruturas mecânicas. A coordenadora explica que as etapas da competição consistem basicamente em os robôs executarem tarefas pré-definidas pelas equipes de estudantes.

“Os competidores têm a liberdade de montar o robô com sensores que vieram disponíveis nas estruturas dos kits Lego. Os estudantes programaram utilizando a lógica de programação para que os robôs concluam a tarefa que foi proposta pelas equipes, além do robô ter que cumprir outros desafios estabelecidos pelos alunos para solucionar determinado problema”, explicou

A coordenadora explica ainda que os kits Lego Mindstorm vão ficar para os municípios e isso vai permitir que o projeto se perpetue, porque os professores foram capacitados pelo projeto e podem formar outras turmas na área de robótica.

O Pró-reitor de Pesquisa Pós-graduação e Inovação do Ifam, José Pinheiro de Queiroz Neto, diz que o objetivo do projeto foi alcançado com a fomentação de recursos, propiciando aos alunos do Ensino Médio o interesse pela área de informática.

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A execução do projeto foi através de kits Lego Mindstorm escolhido por ser considerado um kit de referência em robótica educacional

Interiorização

Para o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, esse projeto reflete o que a instituição deseja em termos de formação de recursos humanos qualificados a partir da base do ensino.  O diretor explica que o projeto Robô-TI permitiu a interiorização dessas ações da Fapeam em termos de igualdade entre a capital e o interior do Estado.

“O primeiro ponto positivo é que abrange uma área como a robótica, com a tecnologia da informação esse projeto está alinhado com o que se faz no mundo inteiro, porque cada vez mais todas as nossas atividades estão sendo influenciadas ou impactadas pelas tecnologias da informação e comunicação”, disse.

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Para o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, esse projeto Robô-TI permitiu a interiorização dessas ações da Fapeam em termos de igualdade entre a capital e o interior do Amazonas

Para a estudante Ana Kelly de Oliveira Mendonça, 16 anos, do 2º ano do Ensino Médio, da Escola Estadual Dep. Armando de Souza Mendes, do município de Tefé (AM), a participação no projeto a ajudou a discernir sobre a escolha da profissão a seguir. A estudante vai prestar vestibular para o curso de Engenharia de Software.

Para o estudante Reginaldo da Silva Souza Júnior, 17 anos, do 3º ano do Ensino Médio, da Escola Estadual Emanuel Vicente Ferreira Lima, do município de Coari (AM), o projeto ajudou muito a desenvolver o raciocínio lógico, aliar teoria com a prática, de uma forma lúdica.

1º lugar - Robô Ti Manaus

1º lugar: equipe XD – Manaus – Escola Estadual Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro

2º Lugar - Robô Ti Pres. Figueiredo

2º lugar: equipe Clock Town – Presidente Figueiredo – Escola Estadual Maria Calderaro

3º Lugar Robô Ti - Itacoatiara

3º lugar: Mister robô – Itacoatiara – Escola Estadual Professora Mirtes Rosa Mendes de Mendonca Lima

 

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Pesquisas científicas aplicadas em saúde são apresentadas em Seminário de Avaliação

Projetos foram coordenados por pesquisadores servidores do Centro de Pesquisas Leônidas e Maria Deane da Fundação Oswaldo Cruz

Quase R$1 milhão foi investido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em pesquisas básicas aplicadas em saúde para geração de conhecimentos científicos, que possam contribuir com a melhoria da saúde da população Amazônica, por meio do Programa de Excelência em Pesquisa Básica e Aplicada em Saúde (Proep).

Os resultados de nove projetos científicos desenvolvidos no programa foram apresentados nesta sexta-feira (7), na sede Fapeam, no bairro Flores, Zona Centro-Sul de Manaus. O Proep foi realizado pela Fapeam em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ via o Centro de Pesquisas Leônidas e Maria Deane (CpqLMD).

Para a gerente do Departamento de Acompanhamento e Avaliação (DEAC) da Fapeam, Aline Lauria, os resultados dos projetos servirão de base para ações e programas, que podem contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas na área da saúde.

 O Proep foi realizado pela Fapeam em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ via o Centro de Pesquisas Leônidas e Maria Deane (CpqLMD)


O Proep foi realizado pela Fapeam em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ via o Centro de Pesquisas Leônidas e Maria Deane (CpqLMD)

“O objetivo do programa é facilitar o processo de diagnósticos de doenças endêmicas no Estado. Essas pesquisas impactam na sociedade contribuindo com melhoria no atendimento, por exemplo, nos postos de saúde, pois com mais conhecimento sobre a doença é possível utilizar os medicamentos mais eficazes para solução de doenças consideradas comuns no Amazonas”, contou.

Ainda conforme Aline, todos os projetos foram avaliados por consultores com amplo conhecimento nos projetos desenvolvidos.

Projetos

Entre os projetos apresentados durante o seminário está o da doutora em alimentos, Ani Beatriz Jackisch Matsuura, que realizou um estudo etio-epidemiológico e molecular dos dermatófitos, causadores de dermatofitoses em pessoas atendidas em serviços públicos de micologia de Manaus.

A dermatofitose é uma doença causada por fungos ou cogumelos chamados dermatófitos. Estes fungos alimentam-se de queratina e se localizam na pele, no pelo e nas unhas.

Doutora em alimentos, Ani Beatriz Jackisch Matsuura, que realizou um estudo etio-epidemiológico e molecular dos dermatófitos, causadores de dermatofitoses em pessoas atendidas em serviços públicos de micologia de Manaus

A pesquisa foi realizada com o objetivo de identificar possíveis fontes de infecção das dermatofitoses, e consequentemente, oferecer subsídios para a prevenção e controle desse problema de saúde pública.

Outro projeto apresentado foi do doutor em Biotecnologia, Luis André Morais Mariúba, sobre o desenvolvimento de um sensor eletrônico para detecção de malária, utilizando nanotubos de carbono.

 

TEXTO – Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Estudo pretende avaliar o impacto das queimadas na qualidade do ar de Manaus

Pesquisa desenvolvida por meio de projeto de doutorado pretende identificar as possíveis regiões de origem de queimadas

 

Avaliar o impacto das queimadas na qualidade do ar de diferentes localidades da região metropolitana de Manaus é o foco da pesquisa científica desenvolvida pelo doutorando em Clima e Ambiente, Igor Ribeiro, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A ideia de realizar o estudo surgiu após o episódio de queimadas em 2015, que deixou a cidade de Manaus com alto índice de poluição e com difícil visualização devido a fumaça.

O estudo conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

“Percebemos a necessidade de identificar a região de origem desses poluentes e começamos um monitoramento contínuo, em  agosto de 2017, para observar compostos específicos emitidos pelas queimadas. Com o monitoramento da variação da concentração desses compostos ao longo do ano associado ao uso de dados por satélite e de modelos climáticos, poderemos determinar quais são as principais regiões que estão influenciando na qualidade do ar da cidade de Manaus ao longo do ano”, disse Igor.

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Para o doutorando Igor Ribeiro a pesquisa tem um impacto importante nas questões públicas de saúde e conservação do meio ambiente da região Norte

Aumento de focos de queimadas

Conforme dados do Instituto de Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) houve um aumento do número de focos de queimadas no Estado do Amazonas no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Cerca de 361 focos de queimadas foram registrados no primeiro semestre deste ano. Em 2017, houve o registro de 264 focos, o que comprova um aumento 36,7%.

Para o doutorando, a pesquisa tem um impacto importante nas questões públicas de saúde e conservação do meio ambiente da nossa região.

“Entendendo a dinâmica do impacto das queimadas na qualidade do ar de Manaus, os resultados da pesquisa auxiliarão nas políticas públicas de gestão da qualidade do ar no âmbito municipal e regional que visem à prevenção, o combate e a redução das emissões de poluentes pelas queimadas”, afirmou.

Ribeiro explicou que as queimadas ao longo do ano contribuem para um aumento da concentração de Material Particulado (MP2.5), que  entende-se por ser uma mistura de partículas presentes no ar que são emitidas por diferentes fontes.

“Dentre as diversas partículas que são coletadas, em minha tese estamos interessados em analisar apenas as partículas menores que 2,5 micrômetros (MP2.5)  que são emitidas pela queima de vegetação”, detalhou.

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Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Alunos da rede pública do Amazonas expõem projetos de iniciação científica

Exposição contou com 30 projetos de Iniciação Científica Junior (IC/JR) de 11 escolas da capital

Estudantes da rede pública estadual de ensino apresentaram na manhã desta quinta- feira (6) os resultados de projetos de Iniciação Científica Júnior (IC/JR), desenvolvidos por meio do Programa Ciência na Escola (PCE). A exposição aconteceu no Hall de Galerias da sede da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino (SEDUC), localizada no bairro Japiim, Zona Sul de Manaus.

A mostra contou com a exposição de 30 projetos de 11 escolas públicas da capital, todos executados por estudantes do ensino fundamental e médio.

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Seduc e Semed, que incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Neste ano, o programa investiu R$ 2,5 milhões para apoiar a execução de 540 projetos. Desse número, 200 foram desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

Segundo a coordenadora institucional do PCE pela Seduc, Simara Couto, a iniciativa é para mostrar e divulgar os resultados dos projetos científicos  desenvolvidos ao longo do ano.

“O programa já existe há mais de 14 anos, com muito significado para os professores que executam os projetos e também para os alunos que aprendem através da pesquisa. O PCE faz com que os estudantes sejam autônomos e protagonistas de seus próprios trabalhos”, contou.

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A coordenadora do PCE pela Seduc, Simara Couto, informa que é importante divulgar os resultados dos projetos científicos, já que o programa beneficia estudantes há mais de 14 anos

Para a gerente do Departamento de Acompanhamento e Avaliação (DEAC) da Fapeam, Aline Lauria, o PCE é um programa que a Fundação tem muito carinho, principalmente por atingir diretamente os jovens da educação básica.

“É uma inciativa que a Fapeam tem muita dedicação, pois é um trabalho que desperta a vocação científica nos jovens descobrindo talentos para o futuro do nosso Estado. A Fundação fomentando esses projetos contribuirá com a melhoria do ensino interagindo os alunos com a ciência, gerando futuros pesquisadores para nossa região”, disse.

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A amostra contou com a exposição de 30 projetos de 11 escolas públicas da capital, todos feitos por estudantes do Ensino Fundamental e Médio

Exposição

Um dos trabalhos apresentados durante a mostra foi a “Realidade Virtual em sala de aula como base para a aprendizagem contextualizada e significativa” desenvolvido na Escola Estadual de Tempo Integral Professor Djalma da Cunha Batista, no bairro Japiim, zona sul de Manaus. No projeto os alunos desenvolveram um óculo de realidade virtual com materiais artesanais para aprimorar as aulas de forma tecnológica, a partir dos conceitos de letramento digital.

Para a estudante Isabela Ramos, do  8º ano ensino fundamental II, a tecnologia está envolvida em tudo até mesmo no processo educacional. Ela explica que o projeto tem o intuito de adicionar a realidade virtual na sala de aula.

“Antes de participar  do projeto eu não era muito ligada à tecnologia e quando entrei no PCE aprendi que por meio da tecnologia podemos desenvolver atividades de várias disciplinas. Tudo isso ajudou no meu aprendizado”, contou.

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Só esse ano o programa investiu R$ 2,5 milhões para apoiar a execução de 540 projetos, sendo que 200 foram desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado

Outro projeto desenvolvido foi “Conscientização da Eficiência Energética aos Consumidores de Energia Elétrica na Comunidade Escolar do Colégio Brasileiro Pedro Silvestre” que tem a finalidade de conscientizar a população da comunidade escolar a respeito do uso eficiente de energia enquanto consumidores de energia elétrica.

“A ideia é mostrar para as pessoas a importância da utilização de placas de led para economizar  energia e  conscientizá-las  de que isso um dia venha a ser uma grande fonte de energia renovável a custo zero”, disse o cientista junior Gabriel Tavares.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Camu-camu é avaliado em pesquisa para o tratamento de úlceras de pressão em pacientes acamados

Fruto possui alta concentração de vitamina C e pode ajudar na cicatrização das feridas

Um dos principais problemas enfrentando pelos pacientes quando estão acamados são os surgimentos de úlceras de pressão. As feridas ocorrem em função da falta de oxigenação superficial da pele, provocada por compressão prolongada em pacientes acamados por longos períodos.

Uma pesquisa desenvolvida pela médica Tamara Menezes busca no camu-camu, fruto nativo da região Amazônica, uma nova terapia de tratamento para pacientes que sofrem com a doença.

O estudo é desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Apoio Estratégico ao Desenvolvimento Econômico Ambiental do Estado do Amazonas (Amazonas Estratégico).

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Pesquisa desenvolvida pela médica Tamara Menezes

Segundo Tamara, o estudo começou em razão do índice elevado de pacientes acamados com vulnerabilidade a formação de úlcera de pressão. Nas pesquisas, o camu-camu já mostrou possuir alta concentração de vitamina C, superando frutos como a acerola, laranja e limão. A vitamina é uma das principais responsáveis por estimular a formação das fibras colágenas, presentes em todos os tecidos do corpo, que ajudam no processo de cicatrização das úlceras após tratadas.

“A nossa pele é formada por colágeno, o nosso organismo em si tem uma deficiência de uma enzima que não produz a vitamina C, ou seja, nós temos que ingerir para poder essa enzima sintetizar e acontecer à produção de colágeno. Nós precisamos ingerir pelo menos 100mg de vitamina C por dia, um camu-camu possui 180mg de vitamina C, ou seja, um fruto já ultrapassa a necessidade do corpo”, afirmou.

A pesquisadora conta que o processo de cicatrização das úlceras é considerado bastante complexo. Os fatores sistêmicos como: idade, doença de base, o uso de alguns medicamentos, além de fatores locais como presença de corpos estranhos, infecção ou necrose e localização da ferida podem interferir no processo de restauração da ferida, prolongando ainda mais o tempo de cicatrização.

“Um paciente que chega com uma ferida aberta contaminada é iniciado o tratamento com o antibiótico. A infecção foi tratada, agora preciso cuidar da parte da cicatrização dessa ferida, onde é necessário estimular as células do colágeno, aí que entramos com a ingestão do fruto camu-camu”, conta a pesquisadora.

Pesquisa

Durante a pesquisa, Tamara afirma que percebeu uma concentração maior de vitamina C quando o fruto está verde.  Ainda conforme a pesquisadora, a ideia é fazer um suplemento oral e utilizar o mesmo extrato do fruto para produção, por exemplo: spray, pomada, cápsulas, gel e adesivos.

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O camu-camu é rico em vitamina C, possui até 60 vezes mais comparado a outros frutos

“O camu-camu é rico em vitamina C, possui até 60 vezes mais comparado a outros frutos. Não vamos extrair apenas a vitamina C, mas também analisar outras potencialidades do fruto como a ação antioxidante.Vamos avaliar os componentes importantes que contém no fruto e depois fazer análise laboratorial utilizando o fruto como base no processo de cicatrização”, contou.

Amazonas Estratégico

O programa Amazonas Estratégico da Fapeam tem o objetivo financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, em diversas linhas temáticas.

 

Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Estudantes produzem álcool em gel antisséptico para assepsia das mãos para combater vírus e bactérias

Projeto de iniciação científica júnior  é desenvolvido no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fapeam

A produção do composto químico para assepsia das mãos é feito pelos alunos no laboratório da escola sob a orientação e supervisão do coordenador do projeto o professor doutor em biotecnologia, Manoel Feitosa Jeffreys, que começou a desenvolver o projeto como alternativa simples, prática e acessível no combate à proliferação de doenças como, por exemplo, o sarampo e a gripe H1N1. Além de ensinar os alunos sobre a importância de prevenir de doenças, o professor também quer contribuir com o desenvolvimento da pesquisa científica, por meio da formação integral dos estudantes.

“O ingresso dos alunos na iniciação científica ajudará na criação de um conhecimento científico em estreita relação com as aplicações tecnológicas e suas implicações socioambientais, políticas e econômicas”, ressaltou Manoel

O projeto é desenvolvido através do Programa Ciência na Escola (PCE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com estudantes do ensino médio, na Escola Estadual Sant’Ana, localizada no bairro Petrópolis, zona sul de Manaus.

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O projeto é desenvolvido através do PCE com estudantes do ensino médio, na Escola Estadual Sant’Ana, localizada no bairro Petrópolis, zona sul de Manaus

Com a produção do álcool em gel antisséptico, o professor quer transformar a atividade teórica em uma atividade prática que seja prazerosa para os alunos com a aplicação direta dessas ciências, química e biologia, na vida diária das pessoas, é que futuramente o composto produzido pelos estudantes poderá ser usado pela escola para higienização das mãos dos estudantes, auxiliando na prevenção de enfermidades.

“Pretendo enfatizar os conhecimentos científicos tanto no campo da Química como da Biologia na formulação bioquímica do processo, desde a pesquisa no campo da Bioquímica Ambiental, Farmacologia e Meio Ambiente. O projeto possibilitará a compreensão dos alunos sobre os efeitos químicos e biológicos, especialmente as reações químicas e biológicas no processo de prevenção de doenças”, disse o professor.

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Projeto do professor Doutor em biotecnologia, Manoel Feitosa Jeffreys e alunos no laboratório da escola

Para dar sustentação aos experimentos laboratoriais os bolsistas do projeto iniciaram os trabalhos com as pesquisas bibliográficas sobre o princípio ativo das substâncias químicas que estruturam a fórmula do composto.

Para o teste de produção de um litro de álcool em gel antisséptico, os estudantes utilizaram os seguintes os materiais: 1L de álcool 70%, 30ml de glicerina, 10g de carbopol 940 (polímero), AMP 95 (trietanolamina), corante, essência, colher, coador, vasilhame de 1 L, vidrarias para o preparo de soluções. Esses produtos são encontrados em lojas especializadas em venda de produtos químicos, de beleza e limpeza.

 

Modo de preparo do composto – Para 1L de álcool em gel antisséptico

Em um recipiente mistura 100mL de álcool 70% a 1 colher de chá de carbopol e diluiu essa substância até formar a consistência de um líquido viscoso (solução aquosa). Em seguida adiciona 0,5ml de glicerina líquida mistura e se preferir pode acrescentar 3 gotas de essência concentrada e o composto está pronto para o uso. Depois de finalizado, o produto pode ser depositado em frascos.  Essa produção de álcool em gel tem validade de três meses e o custo de produção é em média de R$ 25,00.

Para o bolsista do projeto, Cassius Clay Magalhães de Oliveira Filho, de 18 anos, e do 3º ano do Ensino Médio, o experimento científico nas aulas de química serviu para que os alunos aprendessem a produzir o próprio material de higiene e ainda praticar conhecimento teórico com a aplicação das fórmulas, através do experimento laboratorial.  “É uma ótima experiência a possibilidade de aprender mais sobre química e biologia. Na sala de aula aprendemos a teoria, e no laboratório colocamos em prática”, ressaltou Cassius.

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Teste de produção de um litro de álcool em gel antisséptico

Para o outro bolsista do projeto, Lucas Vinícius Campos da Silva, 17 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio, o primeiro contato com a pesquisa científica tem sido proveitoso não somente pela possibilidade de acesso ao estudo das ciências, mas também poder beneficiar a sociedade. “Tem sido uma experiência nova e muito proveitosa poder aprender sobre a química e biologia através de um projeto de pesquisa científica”, destacou Lucas

O coordenador do projeto destaca a importância do apoio da Fapeam através do PCE para a formação complementar na vida profissional e acadêmica desses estudantes. “A iniciativa da Fapeam capacita os alunos a vislumbrar campos de pesquisas que eles não tinham conhecimento e futuramente esses cientistas Júnior vão contribuir de alguma forma com o desenvolvimento da ciência”, disse o coordenador.

TEXTO: Departamento de Difusão do conhecimento – Decom/ Fapeam

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Fapeam participa de encontro sobre cooperação internacional entre Brasil e União Europeia

Evento permite ampliar o conhecimento sobre as iniciativas da comunidade europeia para o desenvolvimento da CT&I

Apresentar o que foi desenvolvido nos últimos dez anos em termos de cooperação internacional em Ciência, Tecnologia e Inovação entre o Brasil e a União Europeia e disseminar as oportunidades no âmbito do Horizon 2020. Esse foi o objetivo do encontro realizado nesta terça-feira (4), no auditório Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília, com a participação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Segundo o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, o evento permite ampliar o conhecimento sobre as iniciativas da comunidade europeia  no campo da pesquisa, além de divulgar as áreas de interesse para aplicação dos recursos que são importantes para o financiamento da pesquisa no Brasil e em outros países.

“A Amazônia é e continuará sendo uma região fundamental para o desenvolvimento da fronteira tecnológica e a solução de problemas que não são somente brasileiros, mas sim do planeta que é nossa única casa, pelo menos por enquanto”, disse.

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Fapeam participa de encontro sobre cooperação internacional entre Brasil e União Europeia

Sobre o Amazonas em relação à cooperação internacional, Reis citou com exemplo o Programa de Cooperação Internacional GuyAmazon, que apoia a execução de projetos conjuntos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I), no âmbito da colaboração científica e tecnológica entre os pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa do Estado do Amazonas e pesquisadores franceses.

“A partir da cooperação podemos andar mais rápido em áreas prioritárias como clima, meio-ambiente, novos materiais, cidades inteligentes, produção de alimentos, entre outras áreas. Não se trata apenas de trazer recursos para financiamento, mas também recursos humanos altamente qualificados para nossos laboratórios”, explicou.

Projeto

Um dos projetos desenvolvidos com apoio da Fapeam no âmbito do GuyAmazon é do doutor em Horticultura, Charles Roland Clement. Intitulado ‘Saberes científicos e saberes locais sobre a agrobiodiversidade na Amazônia’, a ideia  do trabalho de colaboração brasileira-francesa é realizar um workshop em Manaus para planejar um projeto que elaborará um estado-da-arte sobre a agrobiodiversidade nativa da Amazônia.

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Evento permite ampliar o conhecimento sobre as iniciativas da comunidade europeia no campo da pesquisa, além de divulgar as áreas de interesse para aplicação dos recursos que são importantes para o financiamento da pesquisa no Brasil e em outros países

Ainda conforme Reis, outro ponto abordado no evento foi à disseminação de oportunidades no âmbito do Horizon 2020. Além disso, as discussões visaram traçar futuros caminhos de cooperação a partir do programa, ainda em construção, Horizon Europe.

“O Horizon Europe vem sendo construído com maiores recursos para pesquisa e inovação (€ 100 bilhões) e um escopo ainda mais abrangente, reunindo grupos de pesquisadores de diferentes países com o objetivo de perseguir alvos claramente definidos. Em 2019 e 2020 serão lançados vários editais, alguns ainda estão em avaliação para serem lançados”, disse.

Texto – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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