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Resultado de propostas enquadradas no Painter e Pecti-AM/Saúde

2020-06-30 (11)

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, nesta terça- feira (30/6), os resultados da etapa de enquadramento das propostas submetidas aos editais do Programa de Apoio à Interiorização em Pesquisa e Inovação Tecnológica no Amazonas (Painter) Nº 003/2020 e Programa Estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação nas Fundações de Saúde (Pecti-AM/ Saúde) Nº 004/2020.

A  etapa de enquadramento consiste na análise da equipe técnica da Fapeam do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital do programa.  As propostas enquadradas  seguem para análise de mérito.

A divulgação dos resultados com as propostas aprovadas nos programas ocorrerá a partir do mês de agosto, conforme especificado no edital. A partir de hoje, os pedidos de reconsideração da etapa de enquadramento  têm  prazo de 5 dias úteis.

Painter e Pecti-AM/Saúde

O Painter é um programa inédito com objetivo de promover a interiorização de atividades de pesquisa aplicada e inovação tecnológica por meio de indução em áreas estratégicas, especialmente a bioeconomia, para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do estado do Amazonas,  com a finalidade de aplicação de seus resultados na resolutividade/minoração de problemas específicos dos municípios do interior do Amazonas.

Já o Pecti- AM /Saúde tem a finalidade de potencializar a interação de pesquisadores em projetos estratégicos de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação nas Fundações de Saúde com sede no estado do Amazonas.

>> Acesse aqui- Resultado de Enquadramento do Painter edital N° 003/2020

>> Acesse aqui- Resultado de Enquadramento do Pecti-AM/Saúde edital N°004/2020

Por: Jessie Silva 

Arte: Barbara Brito

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Frequência de infecções fúngicas em pacientes com doenças hematológicas são avaliadas em estudo científico

A incidência de infecções fúngicas, principalmente, no ambiente hospitalar pode representar uma das principais complicações infecciosas no quadro de pacientes hospitalizados com baixa imunidade, podendo até ser mortal em alguns casos. Uma pesquisa apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) buscou caracterizar a nível molecular espécies de fungos isolados de processos infecciosos de pacientes atendidos na Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam).Dra. Cristina Mota Ferreira - Fotos Érico Xavier-19

A pesquisa é  resultado da dissertação de mestrado de Lucyane Mendes Silva, que contou com bolsa da Fapeam , por meio do projeto intitulado “Epidemiologia molecular de Staphylococcus epidermidis multirresistentes” coordenado pelos pesquisadores Cristina Motta Ferreira (FHemoam) e William Antunes Ferreira da  Fundação da Fundação Alfredo da Matta (Fuam) no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas) edital N°030/2013.

O estudo  publicado na Biomedicentral (BMC public health) avaliou 162 pacientes com o objetivo de conhecer a frequência dessas doenças e seus respectivos agentes etiológicos, como o perfil de suscetibilidade a drogas antifúngicas das espécies isoladas, a  verificação de possível correlação com os dados clínicos,  os diferentes genótipos circulantes e a identificação do ancestral comum através da filogenia.

Lucyane Mendes Silva Hemoam  - Fotos Érico Xavier_-9

Lucyane Mendes Silva

Segundo Lucyane, dentre os pacientes hospitalizados com maior risco para aquisição de infecções fúngicas estão os pacientes com doenças hematológicas que são submetidos à internação para tratamento quimioterápico, o que afeta o sistema imune e os deixa mais suscetíveis. “As infecções fúngicas de origem hospitalar são de grande relevância devido ao aumento progressivo das taxas de morbidade e mortalidade. Muitas dessas infecções são de origem endógena e outras podem ser adquiridas por via exógena, pelas mãos, jaleco de profissionais das áreas da saúde, infusos contaminados, biomateriais e fontes inanimadas ambientais”, explicou.

 

Dra. Cristina Mota Ferreira - Fotos Érico Xavier-21

Cristina Motta Ferreira (FHemoam)

Para Cristina Ferreira trata-se de um estudo transversal, no qual o período de coleta de dados ocorreu de novembro de 2017 a outubro de 2018 e, que ainda existem outros dados que estão sendo analisados e que podem gerar futuras publicações. “Com esses resultados foi possível identificar e contextualizar diversos aspectos importantes desses patógenos como as questões relacionadas à saúde pública, à clínica, epidemiologia molecular e à terapêutica recomendada para os mais diversos processos infecciosos causados por esses agentes”, comenta.

As informações obtidas nesse primeiro trabalho sobre fungos realizado na FHemoam foram de alta relevância e poderão  contribuir para prevenção dessas infecções. “As abordagens propostas no projeto de pesquisa trazem benefícios como a ajuda na implantação do protocolo de monitoramento de infecções fúngicas em pacientes neutropênicos com malignidades hematológicas, protocolo diagnóstico através de técnicas moleculares, e consequentemente, a importância da implantação do laboratório de micologia na instituição, além do conhecimento dos tipos de infecções que os acometem, características genéticas dos agentes e um adequado tratamento profilático para este grupo de pacientes”, acrescenta Lucyane. 

Aplicação

Participaram do estudo, 162 pacientes sendo 91 (56,2%) do sexo masculino e 71 (44%) feminino, com média de idade de 32 anos, todos de nacionalidade brasileira. Dos 162 pacientes com suspeita de processo infeccioso, 30 (18,51%) apresentaram infecção por espécies de fungos onde 13 (39,39%) de espécies de Penicillium spp.

No total, foram isoladas 12 (36,36%) amostras de hemocultura. A maioria dos isolados leveduriformes apresentou dentro da faixa sensível frente aos antifúngicos testados, não detectando nenhum gene de resistência. Apenas dois isolados de Candida glabrata apresentaram sensibilidade reduzida ao Fluconazol, afirma Lucyane.

Lucyane relata que os agentes etiológicos mais comuns responsáveis pelos processos infecciosos foram Aspergillus spp. 38-80% e Candida spp. 28-58%, sendo relatado resistência frente a antifúngicos amplamente utilizados na terapia. Já a parte de identificação das espécies de leveduras e teste de suscetibilidade (Fluconazol, Voriconazol, Caspofungina, Micafungina, Anfotericina B e Flucitosina) foram realizados com o equipamento automatizado Vitek-2 Compact.

Universal Amazonas

O Programa Universal Amazonas da Fapeam financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do estado do Amazonas em instituição de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas.

 

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Resultado preliminar fase 3 do Programa Centelha Amazonas

2020-06-19

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou nesta sexta-feira (19/06) o resultado preliminar dos projetos de fomento selecionados na fase 3 do Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Centelha Amazonas), edital N° 011/2019. O prazo-limite para interposição de recursos administrativos na fase 3 ocorre no período de 22 de junho a 3 de julho.

A partir de hoje, faltam 29 dias para a publicação do resultado final do Programa Centelha Amazonas. Realizado pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), a lista  com os 28 projetos de inovação aprovados no Programa será divulgada no dia 17 de julho.

Cada projeto pode receber até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais), por meio de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis),  para transformar ideias inovadoras em empreendimentos que incorporem novas tecnologias aos setores econômicos estratégicos do Estado do Amazonas.

Lançado no mês de agosto de 2019 pela Fapeam, o Programa Centelha  recebeu 964 ideias submetidas de 35 municípios do Amazonas.

Programa Centelha

O Programa é realizado em 21 estados, no Amazonas a iniciativa é executada pela Fapeam, sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela  Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Clique aqui para acessar o Resultado Preliminar da Fase 3 Programa Centelha Amazonas

Por: Esterffany Martins

Arte: Barbara Brito

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SBPC realiza versão virtual da Reunião Anual em julho

2020-06-18

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) anuncia a realização da Mini Reunião Anual Virtual, uma versão online e reduzida de sua 72ª Reunião Anual, que aconteceria de 12 a 18 de julho, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal. Realizado ininterruptamente desde 1949, o maior evento científico da América Latina precisou ser adiado por conta da pandemia de coronavírus, ainda com nova data a definir. Mas, para marcar esse período tão emblemático para a ciência brasileira em que tradicionalmente aconteceria o encontro, a SBPC organiza, entre os dias 12 e 24 de julho, uma série de atividades virtuais, como conferências, painéis e WEBMinicursos.

As conferências e painéis serão transmitidas ao vivo no canal do YouTube da SBPC e compartilhada na página do Facebook da entidade (@SBPCnet).

Serão ofertados 18 WEBMinicursos, com assuntos de diversas áreas do conhecimento. A programação conta com atividades como, por exemplo, “Modelos físicos-matemáticos no enfrentamento da covid-19″ e “O que o Sars-Cov-2 e a covid-19 nos ensinam sobre virologia?”. A lista completa dos minicursos online está disponível neste link.

O evento virtual é gratuito e aberto a todos, mas os interessados em participar de um ou mais WEBMinicursos precisam se inscrever até o dia 8 de julho e pagar uma pequena taxa. Os WEBMinicursos contarão com quatro aulas, sendo as três primeiras videoaulas gravadas e disponibilizadas de 8 a 19 de julho, e a última ao vivo, pelo Zoom, será realizada em data específica, na semana de 20 a 24 de julho. Cada minicurso tem carga horária de oito horas, com direito a certificado de frequência para quem assistir a todas as aulas gravadas até o dia 19 de julho e à aula ao vivo.

Entre os destaques das conferências estão “A pandemia, a saúde dos brasileiros e o SUS”, proferida pelo médico Dráuzio Varella, a reflexão sobre “As mudanças climáticas e o planeta”, por Paulo Artaxo, e uma apresentação sobre “A educação nos novos tempos”, cujo conferencista será o filósofo Renato Janine Ribeiro.

Os painéis também trazem discussões importantes sobre o momento social e político do País, como “A situação da CT&I no Brasil”, que será coordenado pelo presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira, e contará com a participação de Pedro Wongtschowski (MEI), o deputado Alessandro Molon (CD), Sergio Machado Rezende (UFPE) e Fábio Guedes Gomes (Fapeal). Também será debatido o tema “O Brasil pós-pandemia”, em sessão coordenada por Nísia Trindade Lima, presidente da Fiocruz, e que contará com referências da área da saúde, como César Gomes Victora (UFPel), e da sociologia e ciência política, como Maria Hermínia Tavares de Almeida (USP), entre os participantes.

A sessão de abertura da Mini Reunião Anual Virtual da SBPC será no dia 12 de julho, às 18h30. Já as conferências e painéis ocorrerão entre os dias 13 e 17 de julho.

Mais informações no site do evento: http://ra.sbpcnet.org.br/mini-ravirtual/

Por: Ascom SBPC

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Com a adoção de medidas preventivas, Fapeam retoma suas atividades presenciais

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) retornou nesta segunda-feira (15/06), parcialmente, as suas atividades presenciais, após mais de dois meses funcionando remotamente, devido à pandemia da Covid-19. Todas as medidas sanitárias e de distanciamento foram adotadas pela direção da Fundação, com objetivo de manter a segurança do público e dos seus colaboradores.

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Distanciamento entre os colaboradores da Fapeam

As atividades presenciais na instituição estão sendo realizadas no horário das 8h às 13h. O atendimento ao público deve ser agendado, com lotação máxima de até três pessoas, para evitar aglomeração na recepção e na sala de reunião.

Entre os protocolos adotados pela Fapeam também estão a verificação da temperatura de colaboradores  e visitantes e uso obrigatório de máscaras e viseiras (servidores). Nas entradas da instituição foram colocados suportes com álcool em gel acionados com o pé, tapetes sanitizantes para a higienização dos calçados, e pias para lavagem das mãos.

“A Fapeam desenvolverá suas atividades não apenas em home office, mas também presencialmente. O retorno é devido às estatísticas e ao novo decreto do Governo do Amazonas, que tem trabalhado durante todo esse tempo com muito cuidado e precaução priorizando a vida. As medidas adotadas são imprescindíveis para que possamos fazer um trabalho de prevenção e ter como prioridade a vida assegurada”, disse a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales.

Em pontos estratégicos também foram fixadas sinalização de distanciamento, mínimo de 1,5 m, em pisos e cadeiras. O álcool em gel foi disponibilizado nos corredores e a limpeza reforçada na instituição, com higienização dos pisos e equipamentos, maçanetas, mesas, teclados, dentre outros objetos de uso comum.

A Fapeam ao longo desses mais de dois meses de trabalho remoto atuou de forma intensa e honrou os compromissos institucionais de fomentar a ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, com a manutenção de pagamentos de bolsistas nas datas previstas anteriormente, bem como de auxílios pesquisa, lançamentos e divulgação de resultados de editais e chamadas públicas.

Por: Esterffany Martins

Fotos-Érico Xavier

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Estudo avaliou os potenciais de plantas medicinais amazônicas para elaboração de bioprodutos

Pesquisadores analisaram substâncias isoladas de extratos e óleos essenciais de espécies vegetais amazônicas, utilizadas como plantas medicinais, com objetivo de obter conhecimento científico de suas propriedades para futura elaboração de bioprodutos,  como  fitoterápicos ou alimentos nutracêuticos.

O estudo desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Amazonas (Fixam), foi coordenado pela Dra. Jaqueline de Araújo Bezerra, do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR).

A pesquisa avaliou uma estimativa de 35 espécies, das quais destacaram-se cientificamente Myrtaceae (plantas arbóreas, representadas principalmente pelas plantas frutíferas) e Piperaceae (plantas medicinais, ornamentais) que apresentaram potenciais bioativos.  

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Jaqueline Bezerra- coord. do estudo

“Fizemos um screening de espécies nas quais se destacaram mais promissoras foram às ativas nos ensaios de capacidade antioxidante, enzimáticos e por apresentaram baixa toxicidade in vitro. As amostras vegetais foram analisadas quimicamente por técnicas cromatográficas e espectrométricas, para obter os perfis químicos”, explicou.

Segundo Jaqueline, todo conhecimento da constituição química e das propriedades antioxidantes, enzimáticas, citotóxicas e antimicrobianas contribuem para a elaboração de uma variedade de bioprodutos a base de espécies vegetais com maior valor agregado.

Resultados

Com o estudo foi possível a implantação dos protocolos de diversos ensaios de rotina nos laboratórios durante a execução do projeto, a seleção das espécies mais promissoras para continuidade dos estudos e futura elaboração de produtos biotecnológicos.

 “Os trabalhos desenvolvidos geraram publicações no período de 2018 a 2020 que tiveram apoio do projeto, utilizando a plataforma de ensaios com diversas matrizes, incluíram: 3 artigos com óleos essenciais; 6 artigos de sucos de frutas amazônicas, 3 artigos com sucos encapsulados; 2 artigos com bebidas fermentadas e 1 artigo de extratos vegetais. E por fim elaboramos bebidas fermentadas a base de frutos com propriedades antioxidantes que está em processo de patenteamento em parceria com Ifam-Ufam”,disse.

Para a pesquisadora o Programa Fixam foi essencial para o início da carreira científica e o desenvolvimento do estudo. “O recém-doutor adquire experiência para coordenar um projeto com recurso financeiro, orientar bolsistas de apoio técnico, desenvolver uma pesquisa, colaborar com a academia e consolidar uma linha de pesquisa”,destacou.

Parcerias

Jaqueline destaca a importância da consolidação de pesquisadores parceiros entre as áreas da química, biologia, engenharia de alimentos e farmácia, assim como a contribuição científica de propriedades das diversas matrizes com a publicação de artigos, junto aos parceiros, utilizando as plataformas de ensaios químicos. “Existiu uma  equipe técnica envolvida com pessoas que foram  fundamentais em uma análise ou outra. A equipe deu certo pois cada um ficou responsável por sua área. Eu como química contribui com as análises químicas de todos os artigos”, acrescentou a pesquisadora. 

Contribuíram com a pesquisa o prof. Dr. Marcos Batista Machado, prof. Dr. Edgar Aparecido Sanches, prof. Dr. Pedro Henrique Campelo da Ufam, profa. Dra. Lucia Schuch Boeira e prof. Dr. Valdely Ferreira Kinupp do Ifam, profa. Dra. Francinete Ramos Campos da UFPR, que continuam como parceiros de pesquisa do projeto Universal em desenvolvimento. Participaram também MSc. Josina Moreira Mar, a MSc. Laiane Santos Silva e MSc. Edinilze, todas bolsistas do Fixam e junto com as integrantes do grupo de pesquisa MSc. Amanda dos Santos (ex-aluna de mestrado) e Dra. Andrezza da Silva Ramos que contribuíram também na execução das análises.

Fixam

O programa consiste em estimular a fixação de recursos humanos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições de ensino superior e pesquisa, institutos de pesquisa, empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento, empresas privadas e microempresas que atuem em investigação científica ou tecnológica.

Por: Jessie Silva

Fotos- Arquivo do pesquisador

 

 

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Especialista destaca a importância da alimentação saudável durante a Pandemia

Como ter uma alimentação balanceada em tempos de Pandemia? Embora ainda não exista nenhum estudo científico de algum nutriente específico que possa ajudar na cura ou tratamento da Covid-19, ter uma alimentação saudável ainda é o melhor caminho para o fortalecimento do sistema imunológico, o que poderá ajudar na recuperação de uma possível contaminação.

O Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon) conversou com a nutricionista e doutora em Alimentos e Nutrição, Geina Farias, que destacou a importância de uma alimentação saudável e equilibrada, principalmente  diante do quadro do novo coronovaírus (Covid-19).  Geina  contou com bolsa  da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) no mestrado e doutorado por meio do programa (RH – Interiorização) hoje é professora do Curso de Nutrição da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Confira a entrevista.

Dra. Geina Faria - Ufam Coari - Fotos Érico X._-68

Geina Farias- doutora em Alimentos e Nutrição

 1-   Qual recomendação para uma alimentação saudável nessa época de Pandemia?

 Uma alimentação adequada e saudável é primordial para a manutenção da saúde e contribui para manter o sistema imunológico em ótimas condições. Durante uma pandemia a alimentação necessita de o cuidado redobrado, e nesse sentido é importante fazer melhores escolhas alimentares e optar por alimentos frescos e variados, ricos em vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos. É fundamental manter também uma boa hidratação. Além disso, devem ser adotadas medidas de higiene para evitar as contaminações.

2-   Quais os alimentos mais recomendados e que ajudam aumentar a imunidade?

Para estimular o sistema imunológico deve-se optar sempre por refeições coloridas e variadas.  Alimentos in natura e minimamente processados (frutas, legumes, verduras, cereais integrais, oleaginosas, proteínas) contém vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos que condicionam um sistema imunológico mais eficiente, com menor risco de doenças, desde que essa alimentação seja habitual. Destaca-se que a alimentação adequada e saudável é aliada da imunidade, mas não evita o contágio, por este motivo é importante que sejam adotadas as medidas preventivas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

3-   Evitar o açúcar e produtos industrializados seria importante? Por que?

Apesar de durarem mais tempo e serem mais práticos, os alimentos industrializados tendem a ser menos nutritivos, mais calóricos, com maior percentual de gorduras, açúcares, sal, aditivos e conservantes. A alimentação baseada nesses produtos pode comprometer a imunidade e contribuir com o desenvolvimento de outras doenças como obesidade, diabetes e cardiopatias, consideradas fatores de risco para a Covid-19.

Além do impacto na saúde, a maior procura por alimentos industrializados em supermercados prejudica os pequenos agricultores. É importante valorizar circuitos locais de produção e consumo durante a pandemia pois são grandes aliados para uma alimentação adequada e saudável.

4-   Tomar polivitamínicos pode melhorar a imunidade?

A suplementação de vitaminas e minerais deve ser previamente avaliada, orientada e supervisionada por um profissional médico ou nutricionista. Não existem evidências de que consumir quantidades extras de qualquer vitamina/mineral melhore o sistema imunológico ou faça a proteção para evitar deficiências de micronutrientes. Sem necessidade, a suplementação pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares e cânceres. Além do mais, o excesso de nutrientes no organismo pode ser tóxico.

Uma alimentação balanceada é capaz de fornecer os nutrientes nas quantidades suficientes para a manutenção do sistema imune.

 5-    É verdade que o consumo de castanha do Pará ajuda na imunidade? Existem outros alimentos regionais que podem ajudar também?

É necessário lembrar que nenhum alimento/nutriente sozinho é capaz de contribuir na imunidade.

A castanha da Amazônia é considerada um alimento com alegação de propriedade funcional devido sua composição nutricional, com destaque para o selênio (poderoso antioxidante), que contribui para prevenção de doenças. Apesar disso, seu consumo não deve ser indiscriminado, para um adulto, recomenda-se ingerir cerca de 55 microgramas de selênio por diasendo o limite máximo permitido de 400 microgramas. Uma única castanha possui entre 200 a 400 microgramas. Portanto, quatro a sete vezes mais do que o recomendado por dia. Atenção: uma ingestão prolongada desse nutriente acima do limite pode resultar em uma quantidade excessiva de selênio no sangue, o que leva à condição tóxica.

Uma alimentação variada e equilibrada contendo alimentos regionais como frutas (camu-camu, açaí, tucumã, cubiu, pupunha, etc), vegetais (couve, cheiro verde, feijão de corda, cariru, tomate, jerimum, macaxeira, etc,) e peixes regionais podem contribuir para uma vida saudável. É necessário atentar para as formas de preparo destes alimentos, evitando frituras, excesso de gorduras, sal e açúcares. Temperos naturais também devem ser priorizados.

6-   Qual a importância de reforçar a vitamina C e D nesse momento? Quais os alimentos que podemos encontrar essas vitaminas?

Não existem evidências científicas que aumentar o consumo de vitaminas C e D, por exemplo, protege contra coronavírus.

Alimentos ricos em vitamina C, como camu-camu, acerola e frutas cítricas, devem ser consumidos regularmente, independente da pandemia. É importante consumir as frutas in natura, pois além dos nutrientes, contém fibras que ajudam na regulação do funcionamento intestinal. Frutas descascadas e sucos ricos em vitamina C devem ser consumidos imediatamente, pois durante o armazenamento a vitamina é perdida.

O isolamento social pode contribuir com a baixa exposição solar, levando à deficiência de vitamina D. Essa vitamina é gratuita e pode ser obtida em um saudável banho de sol, nas primeiras horas do dia, visto que os alimentos fontes de vitamina D (carnes em geral, fígado, ovos, leite), não suprem a necessidade diária sozinhos.

A alimentação variada e equilibrada é a melhor alternativa para ingestão de nutrientes essenciais para a imunidade (além das vitaminas C e D). É importante priorizar os alimentos in natura e diversificar ao máximo para aproveitar os nutrientes de cada um deles.

7-   É importante manter o sono regulado para a imunidade?

Existe uma forte ligação entre o sono e o sistema imunológico. O sono que recupera o corpo é fundamental. As necessidades de sono variam de acordo com o indivíduo e com o ciclo da vida, a maioria dos adultos necessita de 7 a 8 horas por noite. Nas últimas décadas, porém, o tempo médio de sono caiu para menos de 7 horas por noite para adultos. Se a pessoa dorme menos do que seu corpo precisa, ela cria uma dívida de sono e consequentemente, a imunidade fica prejudicada. A melatonina produzida enquanto dormimos é responsável pelo fortalecimento do sistema imunológico. Estudos demonstram que quem dorme menos de 7 horas por noite está mais propenso a contrair resfriados e doenças relacionadas, devido à diminuição da imunidade.

Especialistas do sono orientam que no período de quarentena é fundamental manter uma rotina de horário para ir para a cama e para acordar, além de evitar exposição excessiva aos equipamentos eletrônicos antes de ir dormir.

8-   Para as pessoas do grupo de risco, como diabéticos e hipertensos, tem alimentos que devem ser evitados consumir? Qual orientação de alimentação saudável para essas pessoas?

Assim como as medidas de isolamento que evitam a infecção, é fundamental redobrar os cuidados com a alimentação. Um pior estado nutricional pode deixar o organismo mais vulnerável e aumentar ainda o risco de complicações, caso haja infecção pela COVID-19.

A alimentação baseada na comida de verdade (com ênfase em alimentos in natura e minimamente processados) pode ser uma aliada no tratamento e controle de várias doenças, como diabetes e hipertensão. Pessoas com diabetes e hipertensão devem evitar alimentos ultraprocessados (ricos em gorduras, açúcares, sal, conservantes, corantes e aditivos) e dar preferência aos alimentos in natura e minimamente processados, preparações mais saudáveis com temperos naturais. É importante priorizar os alimentos que estão na safra (incluindo os regionais) e os orgânicos (consumir de forma integral – cascas, talos – sempre que possível).

9-   Por conta da Pandemia, devemos evitar a frequência em locais de alta aglomeração no caso, se a pessoa quiser congelar alimentos como legumes, frutas e verduras  seria uma boa opção ou perde ao valor nutricional?

Alguns alimentos in natura podem ser congelados, desde que previamente higienizados. Durante o congelamento há uma perda mínima de nutrientes e às vezes ocorre mudança na coloração e textura do alimento.

Para conservar melhor legumes e folhas, o branqueamento é uma técnica fácil e muito interessante. Para branquear os alimentos, deve-se colocá-los em água fervente por até um minuto (dependendo da consistência do alimento, pode ser um pouco mais de tempo) e depois mergulhá-los imediatamente na água bem fria ou com gelo, pelo mesmo período, dando um choque térmico, evitando que os alimentos cozinhem demais. Essa técnica preserva o valor nutricional, a coloração, o sabor e evita o desperdício, pois reduz a carga microbiana e diminui a ação enzimática natural que amadurece e estraga o alimento. Com isso aumenta o tempo de vida útil, ajudando na conservação. Após branqueamento, os alimentos podem ser congelados.

O congelamento de alimentos é recomendado por até 3 meses e é importante colocar etiquetas de identificação do alimento e data de congelamento para controle. Após congelamento, não é recomendável o descongelamento para a utilização dos vegetais, deve-se utilizá-los diretamente na panela ou liquidificador (caso de frutas para sucos e vitaminas). Algumas frutas como abacate e banana que escurecem ao entrar em contato com o oxigênio, devem ser cortadas, embaladas imediatamente para serem levadas ao congelador ou freezer. As demais frutas sem escurecimento enzimático podem ser porcionadas e congeladas.

Folhas (como couve, cheiro verde) não podem ser descongeladas e precisam ser usadas direto do congelador para a panela ou liquidificador (no caso de usar a couve em sucos).

10- Os cuidados do manuseio e consumo dos legumes, frutas e verduras devem ser redobrados por conta do Coronavírus? qual recomendação para esses cuidados?

Diante da pandemia da Covid-19, é necessário repensar a maneira como consumimos, manuseamos e armazenamos alimentos. Deve-se fazer um planejamento de compras para evitar desperdícios.

Ao chegar das compras ou receber as compras, é preciso higienizar as superfícies da cozinha onde serão manipulados ou guardados os alimentos, como bancada, pia, armário. Pode utilizar água e sabão ou o álcool 70%.

No caso dos alimentos in natura, como frutas, legumes, verduras e hortaliças, devem previamente lavados em água corrente e depois ser higienizados com solução clorada (uma colher de sopa de água sanitária para cada 1 litro de água). Deve-se deixar os alimentos mergulhados por cerca de 15 minutos. Depois, lavar em água potável. Após higiene, os alimentos in natura já podem ser consumidos. Caso contrário, é necessário guardá-los na geladeira/congelador em recipientes fechados para evitar contaminação. Nesse sentido, deve-se evitar comprar legumes e frutas já porcionados para consumo imediato (consumo cru/in natura).

Por: Jessie Silva

 

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Resultado de enquadramento do Programa Ciência na Escola

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Setecentos e trinta (730) propostas, submetidas por professores da capital e do interior do Amazonas, foram enquadradas no Programa Ciência na Escola (PCE), edital Nº001/2020. O resultado do enquadramento do PCE foi divulgado nesta sexta-feira (5/6) pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). As propostas enquadradas seguem para a próxima etapa do edital que consiste na análise de mérito.

A etapa de enquadramento é feita pela equipe técnica da Fapeam, com análise do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital. A divulgação do resultado final ocorrerá ainda neste mês, com início dos projetos previsto para o mês  julho, conforme o edital.

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc/AM) e Secretaria Municipal de Manaus (Semed), o Programa Ciência na Escola foi lançado no mês de fevereiro e recebeu número recorde de propostas, comparado à edições anteriores, com aumento de 22% em relação à edição 2019.

Além do aumento expressivo no número de propostas, a quantidade de municípios participantes também surpreendeu. Professores de 39 municípios, incluindo-se a capital, submeteram 911 propostas.

Sobre o PCE

Criado em 2004, o  PCE  é um Programa da Fapeam, em parceria com a Seduc e Semed Manaus, com objetivo de apoiar a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Resultado de Enquadramento do PCE edital Nº001/202

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Participe da Marcha Virtual pela Vida no dia 9 de junho

A Frente pela Vida, movimento que reúne entidades de diversos setores da sociedade civil, realiza no dia 9 de junho a Marcha Virtual pela Vida. Com atividades transmitidas pelas redes sociais ao longo do dia, o objetivo é chamar a atenção dos brasileiros para o fortalecimento dos valores fundamentais para que a sociedade brasileira tenha condições de enfrentar a pandemia de coronavírus: a vida, a saúde e o SUS, a solidariedade, a preservação do meio ambiente, a democracia, a ciência e a educação.

As entidades convidam todos a participarem da Marcha Virtual pela Vida, o Dia “V”, que contará com atividades locais e regionais de entidades, instituições e organizações de todos os setores na parte da manhã, e debates virtuais de âmbito nacional, na parte da tarde, com a participação de cientistas, personalidades, gestores públicos e artistas.

Além dos debates online, as entidades promoverão um tuitaço no dia, das 12h às 13h, com a hashtag #MarchaPelaVida.  A manifestação  encerra com apresentações culturais online transmitidas das 18h às 19h.

Os participantes da Marcha Virtual pela Vida também poderão mostrar na internet onde estão se manifestando em tempo real através do aplicativo Manif.app, ferramenta criada na França e que já vem sendo utilizada no País para manifestações em tempos de coronavírus. Muito simples de navegar, o aplicativo permitirá que as pessoas mostrem seu apoio à manifestação por meio de um avatar, obedecendo as recomendações da OMS de distanciamento social para evitar a disseminação da covid-19.

VEJA A PROGRAMAÇÃO DA MARCHA VIRTUAL PELA VIDA

Como participar

Além do tuitaço e da manifestação virtual com avatares, todas as sociedades, associações, organizações e entidades da sociedade civil, bem como todos os setores e movimentos sociais, poderão organizar atividades associadas ao tema VIDA e em conexão com os pontos centrais do documento-base, a declaração Marcha pela Vida no período da manhã do dia 9 de junho. As entidades poderão fazer a adesão à Marcha no site oficial da Marcha www.marchavirtualpelavida.org.br.

 Sobre a Frente pela Vida

A Frente pela Vida é conduzida pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes), Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e Rede Unida.

O movimento é baseado em seis pilares, que estão expressos em uma declaração divulgada na última sexta-feira, 29 de maio

Por: Ascom SBPC

 

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Termina amanhã (30.06) a submissão de propostas na Chamada Fapesp/Fapeam

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), recebe até esta terça-feira (30.06) propostas de pesquisadores do Amazonas interessados em participar da Chamada Pública Fapesp/Fapeam Nº 01/2020, que financiará projetos colaborativos em temas relacionados ao meio ambiente, desenvolvimento e economia,  Amazonas e suas fronteiras.

A chamada visa estimular a colaboração em pesquisa entre pesquisadores  do Amazonas e de São Paulo, financiando projetos colaborativos, com 24 meses de duração, que contribuam para o avanço do conhecimento científico e tecnológico nos respectivos estados.

Para apoiar  pesquisadores do Amazonas, a Fapeam conta com investimento na ordem de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais). A Fapesp fará o aporte necessário para acomodar o número de propostas possíveis dentro do orçamento da Fapeam, permitindo um valor máximo de até R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) por proposta (incluindo Reservas Técnicas, Benefícios Complementares e possíveis bolsas). A previsão da divulgação do resultado é  30 de outubro.

Áreas Temáticas

Nesta Chamada a Fapeam e a Fapesp receberão propostas que abranjam conhecimentos avançados nas temáticas e subáreas indicadas abaixo:

Meio Ambiente: Controle e Monitoramento preventivo de queimadas; Recuperação de áreas degradadas; Gestão de áreas de conservação.

Amazonas e suas fronteiras: Segurança Alimentar; Segurança Pública; Alternativas de Trabalho e Renda.

Desenvolvimento e Economia: Cadeias produtivas regionais; Potencial bioeconômico complementar ao Polo Industrial de Manaus: Zona Franca Verde; Novos materiais oriundos da biodiversidade local com potencial substitutivo de materiais sintéticos em uso no Polo Industrial de Manaus.

Submissão de Propostas

Cada proposta  deve ser  composta por único  projeto de pesquisa preparado conjuntamente por dois pesquisadores responsáveis, sendo um do estado do Amazonas e outro do estado de São Paulo, ambos devem estar vinculados a instituições de ensino superior e pesquisa de seus estados. Os requisitos e critérios para participar estão especificados na chamada (Clique Aqui)

Vale destacar que cada proposta deve ser submetida as duas Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), sendo submetida à Fapesp pelo Pesquisador Responsável no Estado de São Paulo e à Fapeam pelo Pesquisador Responsável no Amazonas. Somente propostas submetidas a ambas as FAPs serão analisadas. Na Fapeam as propostas devem ser submetidas exclusivamente pelo Sigfapeam,disponivel no site www.fapeam.am.gov.br. Na Fapesp a submissão de propostas deve ser feita exclusivamente por meio do sistema SAGe (fapesp.br/sage).

 

Por: Helen de Mello

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