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Sepror, Embrapa e Fapeam discutem possíveis parcerias

Prospectar parcerias e discutir ações estratégicas para o desenvolvimento e ampliação de sistemas de produção no Amazonas foram assuntos abordados durante reunião com a Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Amazônia Ocidental (Embrapa) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O encontro ocorreu nesta terça-feira, 16/4, na sede da Fapeam, no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

Estiveram presentes na reunião o titular da Sepror, Petrucio Pereira de Magalhães  Júnior, o chefe geral da Embrapa, Celso Paulo de Azevedo. Pela Fapeam participaram a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, a diretora Técnico-Científica, Marne Vasconcellos, e a diretora Administrativo-Financeira, Márcia Irene Andrade.

16.04.2019 - Diretora FAPEAM Márcia Perales - Fotos Erico X-3

Diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales. Foto: Érico Xavier

A diretora-presidente da Fapeam disse que a Sepror tem interesse em desenvolver pesquisas, por meio da Embrapa, que sejam de interesse do governo do Amazonas para o desenvolvimento socioeconômico do Estado.

Segundo o titular da Sepror, o Amazonas tem várias cadeias produtivas de grande potencial econômico-social, que são sustentáveis, e que precisam encontrar soluções tecnológicas para superar alguns componentes que limitam o desempenho ou a capacidade de todo um sistema de produção rural no Estado.

16.04.2019 - Sec. SEPROR - Petrucio Per. de Magalhães Jr.- Fotos Erico X

Secretário da Sepror, Petrucio Pereira de Magalhães Júnior. Foto: Érico Xavier.

O chefe geral da Embrapa disse que o intuito da reunião foi estabelecer parcerias que contribuam para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas, que fomentem as cadeias produtivas no Amazonas.

16.04.2019 -CHEFE GERAL EMBRAPA DR. CELSO AZEVEDO- Fotos Erico X-4

chefe geral da Embrapa, Celso Paulo de Azevedo. Foto: Érico Xavier

Por Helen Melo

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Wilson Lima anuncia investimento no Programa Ciência na Escola

O Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), lançou edital do Programa Ciência na Escola (PCE), nesta segunda-feira, 15/4. A solenidade ocorreu na sede da Fundação, no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

Na ocasião, o governador Wilson Lima anunciou aumento no investimento para o PCE 2019, que contará com recursos financeiros da ordem de R$ R$3.366.000,00 (três milhões, trezentos mil e sessenta e seis reais), um aumento de 36,52% em relação à edição anterior.

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Governador Wilson Lima anunciou aumento no investimento no PCE 2019. Foto: Érico Xavier

Um investimento justificado pelo acréscimo no número de projetos e bolsas para professores e estudantes, bem como nos valores dessas bolsas.

O governador reforçou ainda que o investimento beneficiará até 1.800 estudantes no Amazonas. Para eles a bolsa saiu de R$120,00 (em 2018) para R$150,00 (em 2019).

Para professores a bolsa salta de R$ 461 (em 2018) para R$560,00 (em 2019).

O número de projetos salta para 600, sendo 200 em escolas públicas de Manaus e 400 a serem distribuídos a projetos de professores de escolas estaduais do interior do Estado.

“É importante trabalharmos com ciência e fazer essa introdução nas séries iniciais do ensino, porque estamos plantando uma semente, para que os alunos comecem a ter consciência e noção da importância da pesquisa, da ciência e da tecnologia. Estamos dando um upgrade, aumentando o valor investido no Programa Ciência na Escola. Tenho certeza de que no futuro vamos colher os frutos desse investimento”, disse.

15.04.2019 - Lançamento Edital PCE- Fotos Erico X-23

Diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, disse que em comemoração aos 15 anos do PCE esta edição será especial com premiação para os melhores projetos. Fotos: Érico Xavier

Outra novidade foi anunciada pela diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, que destacou a relevância desta edição do PCE, que completa 15 anos.  Em comemoração à data, a que ela chamou de edição ouro do PCE, haverá premiação para os melhores projetos de 2019.

“É um programa pioneiro no Amazonas e referência no país. Com base no PCE, muitas outras fundações de amparo à pesquisa  iniciaram programas semelhantes em seus estados. Os estudantes que participam de projetos do PCE recebem formação científica no âmbito da educação básica. Isso favorece a construção de uma carreira mais promissora, pautada no conhecimento, na transformação do pensar e no agir. Ao ingressarem no ensino superior, os alunos levam essa experiência como diferencial”, ressaltou.

Participaram da cerimônia de lançamento, o governador Wilson Lima, o secretário de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (Seduc) Luiz Castro, a secretária Municipal de Educação (Semed) Kátia Schweickardt e a diretora-presidente da Fapeam Márcia Perales.

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 Submissão de propostas

 As propostas podem ser enviadas pelos professores até o dia 29 de maio e deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br. Além do envio do Formulário online, a submissão do projeto requer a apresentação de documentação complementar, a ser anexada no sistema, como detalhado no edital.

Clique aqui para acessar o edital do PCE

Cada proposta aprovada no PCE será contemplada com uma bolsa para professor, pelo período de seis meses, e três bolsas para estudantes, pelo período de cinco meses.

PCE

Desenvolvido pela Fapeam em parceria com a Seduc e Semed Manaus, o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

 

Clique aqui para acessar o edital do PCE

 

Por Esterffany Martins e Jessie Silva

 

 

 

 

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Pesquisa auxilia no tratamento de crianças com Leucemia Linfoide Aguda

A leucemia é uma doença que acomete alto número de crianças no Amazonas. Em 2018, foram registrados 48 casos em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, sendo 35 meninos e 13 meninas. Em 2017, foram 60 casos, sendo 39 meninos e 21 meninas, de acordo com a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), centro de referência para diagnóstico e tratamento dos casos de doenças  malignas do sangue, no Estado.

Em busca de novos tratamentos para a Leucemia Linfoide Aguda (LLA), pesquisa realizada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) estudou o perfil imunológico em crianças com LLA, por meio do protocolo de tratamento denominado de GBTLI LLA- 2009, utilizado pela primeira vez no Amazonas.

Segundo a pesquisadora Adriana Malheiros, do Hemoam, durante o estudo foi observado redução significativa da célula T regulatória (um tipo específico de linfócitos que tem função de regular a resposta imune), em pacientes com LLA ao diagnóstico, quando comparados com indivíduos saudáveis. Entretanto, o grupo de alto risco apresentou significante redução destas células do que o grupo de baixo risco.

“Com todo trabalho desenvolvido conseguimos traçar um perfil imunológico mostrando alguns mediadores produzidos durante a resposta imune, podendo ser usado com biomarcadores da resposta ao tratamento nestes pacientes, no entanto mais estudos deverão ser feitos para comprovação dos mesmos”, conta.

18.03.2019 - ADRIANA MALHEIROS - HEMOAM-8

Pesquisa buscou novos tratamentos para a Leucemia Linfoide Aguda (LLA). Foto: Érico Xavier/Fapeam

Protocolo

A pesquisa contou com apoio da atual diretora-presidente do Hemoam, a médica Maria do Pérpetuo Socorro Sampaio, que realizou o acompanhamento clínico dos pacientes.

Maria do Pérpetuo Sampaio explica que o protocolo GBTLI é utilizado nacionalmente e que o procedimento foi realizado nos pacientes em tratamento no Hemoam.

“O GBTLI é um procedimento de protocolo brasileiro já aplicado em outras regiões que conta com cinco grupos de tratamento, a partir do oitavo dia de tratamento ocorre estratificação fazendo um total de 12 subgrupos. O protocolo tem a finalidade de aumentar a sobrevida dos pacientes com melhora na qualidade de vida. O estudo serviu para entender a resposta do perfil imune do paciente. No decorrer do tratamento, inicial de indução, investigou a ocorrência de algum fator imune que pudesse ser encontrado para justificar esta resposta, assim como servir de base, para comparar com outras regiões e em outros países”, explicou.

Para Adriana, muitos tratamentos têm sido propostos na tentativa de buscar a efetividade na cura das leucemias.

“O tratamento apresenta diversas etapas, desde o acompanhamento inicial, até a completa cura do paciente. No entanto, observou-se que muitos destes pacientes apresentam recaídas, sugerindo que pode ser devido a fatores imunes importantes ao diagnóstico e desenvolvidos ao longo do tratamento. Desta forma, pode-se compreender que os mecanismos imunes envolvidos na imunossupressão (ato de reduzir a atividade ou eficiência do sistema imunológico) durante a fase de indução do tratamento, assim como a reconstituição imune nestes pacientes é de fundamental importância para o sucesso do trabalho atualmente proposto”, disse.

18.03.2019 - ADRIANA MALHEIROS - HEMOAM-17

Estudo foi coordenado pela pesquisadora Adriana Malheiros, do Hemoam. Foto: Érico Xavier/Fapeam

Tratamento

Foi feita coleta de sangue periférico dos pacientes com LLA no dia 0 (D0) que significa na fase inicial, (D8) oito dias, (D15) 15 dias (D35) 35 dias.

Adriana explica que os pacientes foram acompanhados de acordo com o intervalo de tempo compreendido entre o diagnóstico e o dia 35 da indução.

 “A ideia foi verificar existência do marcador imunológico que pudesse auxiliar no tratamento. Quando realizamos estudo de várias moléculas imunológicas em determinadas doenças  muitas vezes estamos buscando o que a gente chama de biomarcador (responsável pelo paciente responder ou não ao tratamento). Esses pacientes são acompanhados e quando chegam, por exemplo, no oitavo dia de tratamento e não respondem bem, temos que mudar de grupo de tratamento, porque são vários grupos de tratamento de alto risco e baixo risco,” disse.

Leucemia  Lifoide – LLA

 Leucemia aguda é um grupo heterogêneo de doenças malignas primárias da medula óssea caracterizada pela substituição dos elementos medulares e sanguíneos normais pela expansão clonal de células hematopoiéticas imaturas na medula óssea. Caracteriza-se de maior gravidade pela sua evolução rápida e maior risco de óbito no caso de demora ao tratamento, diferente das leucemias crônicas que têm seu quadro mais arrastado.

Diagnóstico

Inicia com a suspeita clínica e a partir daí começa a investigação laboratorial. O hemograma é o exame considerado importante para triagem de investigação inicial da leucemia. No material são analisados componentes do sangue como: glóbulos vermelhos, plaquetas e células brancas.

 Pró- Estado

Intitulado “Estudo do Perfil Imunológico em Crianças com Leucemia Linfoide Aguda no Amazonas”, o projeto teve apoio da Fapeam, por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado), edital Resolução N. 002/2008. O objetivo do Pró-Estado é fortalecer e incentivar o desenvolvimento de iniciativas que ampliem a formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu, além de apoiar ações de formação de recursos humanos e melhoria da infraestrutura de pesquisa de instituições vinculadas ao Governo do Estado.

Por Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Pesquisa que analisou modelo de fábricas chinesas instaladas em Manaus recebe menção honrosa em Prêmio Capes

Investigar o estilo gerencial das fábricas chinesas instaladas em Manaus foi objetivo da pesquisa desenvolvida, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), pelo amazonense, Cleiton Ferreira Maciel Brito. O estudo realizado durante seu curso de doutorado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), em São Paulo, recebeu Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2018, na área de Sociologia, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A tese intitulada Made in China/produzido no polo industrial da Zona Franca de Manaus: o trabalho nas fábricas chinesas” publicada em revistas acadêmicas, buscou compreender a forma da organização do trabalho e o tipo de gestão implantado em quatro fábricas chinesas instaladas na Zona Franca de Manaus (ZFM).

Segundo o pesquisador, o estudou mostrou como as fábricas chinesas vêm operando na região e a mudança da ZFM com a chegada da China.

“Tentei investigar como a ZFM se comporta nesse contexto de ascensão da China. Pode se compreender que ela não é mais a Zona Franca de anos atrás. Um exemplo bem nítido é que boa parte dos celulares, que antes tinha produção local, hoje com o barateamento dos componentes da China, as empresas começaram a importar, ou seja, atualmente, 90% são importados, as máquinas vão montando os celulares com todas as peças importadas”, explicou.

Dr. Cleiton Brito Fotos Erico X._-25

Cleiton Brito, recebeu o prêmio de menção honrosa em Prêmio Capes 2018

O estudo também constatou que os chineses trabalham com formas organizacionais peculiares.

“As empresas chinesas têm organização de trabalho baseada em uma gestão mais técnica e menos participativa. Os chineses chamam essa política de no feelings. Nesse sentido, no lugar de uma política de produção de colaboradores, que vinha sendo realizado nas fábricas sob influência da gestão japonesa, os chineses introduziram a produção de operadores. Ao invés da produção de “colaboradores”, as companhias chinesas vêm desenvolvendo a “produção de operadores”. Eles não incentivam conversas, diálogos, o famoso  “almoço” com o chefe, funcionário do mês, premiações, somente são realizadas sob iniciativa dos brasileiros, porque os chineses não adotam esse tipo de política na empresa”, detalhou.

Conforme Brito, outro ponto observado é que existe interesse do país na própria Amazônia e no que ela pode oferecer como incentivo à expansão asiática na região.

“As conversas com gestores chineses e com diretores da ZFM revelaram que as fábricas se instalam na região, mas desembarca também toda uma burocracia chinesa que vem prospectar oportunidades de investimentos na área mineral, madeireira, na piscicultura, na esfera naval e até mesmo no agronegócio no Sul da região amazônica. O que quero dizer é que as fábricas são uma forma também de se adentrar na Amazônia e colocá-la como objeto útil na rota econômica e geopolítica da China,” relata.

Competitividade

Brito ressalta que a influência que a China tem, pode impactar nas outras fábricas. Devido à concorrência, de algum modo as outras fábricas podem adotar o modelo chinês, assim como adotaram em outros tempos  o modelo japonês.

“O peso que os chineses começam a ter no mundo pode fazer com que sua política de salários e benefícios se torne nova régua para o mercado de trabalho local. Não que eles estejam distantes do que fazem outras empresas, mas um player do tamanho da China, em processo de competição, faz com que outras empresas tenham de seguir certas padronizações de preço, de salários para poderem competir,” afirma.

Dr. Cleiton Brito Fotos Erico X._-12

O estudo buscou investigar o estilo gerencial das fábricas chinesas instaladas em Manaus

Apoio

O estudo contou com apoio da Fapeam, por meio do programa RH-Doutorado-Fluxo Contínuo, edital N°005/2012. A tese foi defendida sob a orientação do professor doutor, Jacob Carlos Lima, do Programa de Pós Graduação em Sociologia da UFSCAR.

“Foi uma alegria e ao mesmo tempo uma recompensa. O reconhecimento por meio da Capes nos encheu de orgulho. Eu falo “nos encheu” porque a pesquisa é um trabalho coletivo. A transformação do pensamento em análise somente tem sucesso em função de instituições, ambiente e pessoas que concorrem para isso”, disse.

Criado em 2005, o Prêmio CAPES de Tese é oferecido anualmente às melhores teses de doutorado de cada uma das 49 áreas do conhecimento. Os critérios de premiação devem considerar a originalidade do trabalho, sua relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação, o valor agregado pelo sistema educacional ao candidato.

Oportunidades

O programa RH-Doutorado foi substituído pelo Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-Capes/Fapeam), que concede bolsas de doutorado a profissionais interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em cursos recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em outros Estados da Federação.

O PROPG/Capes/Fapeam está com edital aberto e recebe propostas até o dia 13 de maio. Outras informações sobre o programa acesse o portal Fapeam.

Por Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

 

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Fapeam solicita aos bolsistas que atualizem seus cadastros

A partir deste mês, as informações pertinentes ao pagamento de bolsas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) serão disponibilizadas no Portal da Transparência do Governo do Estado, de forma individual. Para alimentar a base de dados desse Portal, bolsistas da Fapeam devem atualizar seus dados cadastrais no sistema SIGFapeam até terça-feira, 9/4, e com isso evitar problemas quanto ao recebimento de pagamento.

Da mesma forma, atendendo a exigências anteriores, bolsistas que recebem por meio de conta poupança precisam mudar para conta corrente e enviar até 9/4, terça-feira, o extrato para e-mail deof@fapeam.am.gov.br, uma vez que no âmbito do novo sistema de pagamento não será possível depositar em contas poupanças.

Cabe lembrar, que o não atendimento a essas observações implicam no não recebimento das bolsas a partir deste mês.

 

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Novas tecnologias aplicadas para a seringueira da Amazônia podem fazer a borracha natural voltar a ter importância econômica para a região

Pesquisa científica apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) aponta que a seringueira (Hevea brasiliensis), árvore nativa da Amazônia, pode voltar a ser uma importante fonte de produção e renda para as populações do Estado.

O estudo indica que para o aumento da produtividade de borracha natural no Amazonas são necessárias algumas medidas como, por exemplo, investimento em pesquisas de melhoramento genético, transferência adequada de suporte tecnológico e capacitação dos produtores rurais.

O projeto “Novas tecnologias para a dinamização da produção da borracha natural no Amazonas”, que incluiu 24 municípios do Estado, é desenvolvido nas Unidades Demonstrativas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), no Amazonas, por meio do Programa Estratégico de Transferência de Tecnologias para o Setor Rural (Pró-Rural), edital N. 001/2013, da Fapeam.

14.03.2019 - DR. EVERTON RABELO - EMBRAPA - FOTOS ÉRICO XAVIER._-98

Coordenador do projeto Everton Rabelo Cordeiro.

 

De acordo com o coordenador, Everton Rabelo Cordeiro, desde a década de 1920, os plantios de seringueiras na Amazônia são afetados por uma doença conhecida como o mal-das-folhas, causada pelo fungo Microcyclus ulei. O patógeno acomete as partes aéreas da planta e é um dos principais problemas fitossanitários no cultivo dessa espécie.

“A seringueira deixou de ser cultivada na Amazônia por conta do mal-das-folhas, e todo o esforço em produzir seringueiras na região Amazônica esbarrou nessa doença que prejudica o cultivo na região e mata a planta por inanição”, explicou.

fungo montagem isolado

O mal-das-folhas é uma doença causada pelo fungo Microcyclus ulei.

 

Identificada a infecção que ataca os seringais na região e causa 100% de perdas na produção, prejuízos e inviabilizava a expansão comercial, os pesquisadores deram início aos estudos científicos com intuito de gerar árvores altamente produtivas de seringueiras tricompostas geneticamente, resistentes a esse tipo de fungo fitopatogênico.

“O nome “tricomposta” deve-se ao fato de que três partes da árvore – a base, o painel e a copa – são formadas a partir do cruzamento de espécies diferentes de plantas de seringueiras, combinadas por meio de enxertias”, disse.

Tricomposta

O nome “tricomposta” deve-se ao fato de que três partes da árvore – a base, o painel e a copa.

 

A técnica de melhoramento genético por meio da propagação da planta, com cruzamento entre espécies diferentes de seringueiras, é para selecionar os melhores clones da árvore e vencer o mal-das-folhas em plantios homogêneos.

“Com base nesse procedimento geramos espécies de seringueiras na Amazônia capazes de produzir borracha com qualidade e em quantidades tão boas como as seringueiras cultivadas em outras regiões do Brasil onde não há problemas com essa doença, e que consequentemente permite rentabilidade aos produtores da região”, informou.

Para o pesquisador, as seringueiras resistentes ao mal-das-folhas além de apoiar o setor produtivo com a geração de renda para comunidades do Amazonas, podem atenuar os impactos agroquímicos sobre o meio ambiente com a dispensa da utilização de defensivos agrícolas para combater o fungo Microcyclus ulei.

 

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O mal-das-folhas causa 100% de perdas na produção.

 

A borracha já foi o produto mais rentável da região Amazônica no século XIX, e é utilizada como matéria-prima pela indústria manufatureira na fabricação de inúmeros produtos como preservativos, pneus, luvas, mangueiras, acessórios para máquinas, elásticos, calçados, enfeites, joias, artefatos para cozinha e etc.

O novo modo de cultivo da seringueira deve permitir ao Estado dispor novamente da borracha natural como um importante produto para a economia do Amazonas, uma vez que se trata de uma planta nativa da região, e seu produto principal é uma das commodities que impulsionam a economia mundial.

Resultados

A pesquisa se encontra na fase final, ou seja, etapa que consiste em testar os clones das seringueiras em diferentes localidades para verificar se o potencial produtivo das árvores se expressa em todas as zonas de plantio com a mesma singularidade.

O projeto alcançou 237 comunidades espalhadas em 24 dos 62 municípios do Amazonas. A partir do projeto, foram capacitados 26 técnicos para atuar com as novas tecnologias, 22 unidades demonstrativas de plantio foram instaladas (Borba, Canutama, Iranduba, Itacoatiara, Lábrea, Manacapuru, Maués, Novo Aripuanã, Santa Isabel do Rio Negro, Tabatinga e Manaus) e 2.292 seringueiros identificados.

 

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A produção de mudas tricompostas, aliadas a técnicas de manejo no seringal, coleta e de armazenamento devem ampliar a produção de borracha natural.

 

Entre os municípios contemplados pelo projeto estão Apuí, Benjamim Constant, Beruri, Boca do Acre, Borba, Canutama, Carauari, Coari, Eirunepé, Fonte Boa, Humaitá, Iranduba, Itacoatiara, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manaus, Manicoré, Maués, Novo Aripuanã, Pauiní, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga.

A borracha extraída das seringueiras nativas da região continua sendo um complemento de renda considerável para os seringueiros da Amazônia, que continuam com a atividade de colheita e estocagem do látex, a seiva colhida da seringueira, e fonte de matéria-prima para a fabricação de vários produtos manufaturados.

Produção no Amazonas

De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), em 2011, existiam no Amazonas aproximadamente 2000 produtores trabalhando com a extração de látex de seringueira e uma produção de 1200 toneladas de Cernambi Virgem Prensado (CVP) que eram transformados em Granulado Escuro Brasileiro (GEB) por duas usinas de beneficiamento existentes nos municípios de Manicoré e Iranduba. Nos anos seguintes a situação se agravou e essa produção caiu ainda mais.

No momento existe uma tendência favorável à recuperação da atividade em decorrência do funcionamento normal da usina de Manicoré, que tem capacidade de processamento anual de 720 toneladas de GEB e das negociações em andamento entre a empresa Ruberon sediada no Distrito Industrial de Manaus, que demanda 500 toneladas mensais direcionadas à produção de polímeros e a Agência de Fomento do Estado do Amazonas S.A. (Afeam) para a compra da usina de Iranduba e seu imediato funcionamento cuja capacidade de produção anual é de 4.000 toneladas.

A cadeia produtiva da borracha é uma das prioridades do Governo do Estado a ser implementada pela Secretaria Estadual de Produção Rural (Sepror).

 

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

Ana Francisca Ferreira

Luadir Gasparotto

Felipe Santos da Rosa

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Estudo sobre diversidade microbiana do trato genital feminino é desenvolvida em Manaus

O Papilomavírus Humano (HPV) é um vírus transmitido por meio de contato sexual, apontado como um dos principais agentes causadores do câncer de colo de útero. Segundo a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), Manaus apresentou percentual de 50,3% de jovens infectados pelo HPV (sendo 33,9% de infecções por HPV de alto risco oncogênico).

Diante desse contexto, pesquisa científica apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) desenvolveu estudo com a finalidade de investigar a composição microbiana em pacientes com microbiota autóctone (normal) e microbiota de pacientes com lesões pré-malignas e malignas.

O projeto coordenado pela doutora em Biotecnologia, Cristina Maria Borborema dos Santos, foi desenvolvido no Centro de Apoio Multidisciplinar (CAM) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), por meio do Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas) edital N° 021/2011, da Fapeam.

A pesquisa surgiu com objetivo de responder o porquê que 90% das mulheres infectadas por HPV têm suas infecções resolvidas, ou seja, evoluem para a cura, enquanto 10% têm a infecção persistente com progressão para malignidade.

“Ao realizar esse trabalho surgiram inúmeras perguntas, como por exemplo, se haveria algum fator característico, próprio de cada mulher que estivesse interferindo para persistência do vírus. Se estaria esse fator relacionado ao microambiente vaginal. Queríamos saber o que havia de diferente entre os grupos de mulheres em diferentes condições clínicas. E partimos em busca de uma metodologia por meio de uma busca bibliográfica e no diálogo com pesquisadores com a finalidade de que conseguíssemos obter as respostas às nossas indagações,” disse.

Dra. Cristina Barbosa - UFAM - Fotos Érico X-12

Estudo foi coordenado pela doutora em Biotecnologia, Cristina Maria Borborema dos Santos, na Ufam.

Resultados

Um total de 187 mulheres residentes em Manaus participou do estudo. A maioria atendida em Unidade Básica de Saúde (UBS) Leonor Mendonça de Freitas, da zona Oeste de Manaus. Também participaram da pesquisa mulheres atendidas na FCecon, centro de referência na rede pública para mulheres que apresentam lesões pré-malignas e malignas do colo do útero.

O diagnóstico molecular do HPV foi realizado em todas as mulheres participantes do estudo, revelando uma alta prevalência do HPV16, tipo oncogênico de alto risco para o desenvolvimento do câncer de colo do útero, como pode ser conferido no artigo científico Prevalence of human papillomavirus, Chlamydia trachomatis, and Trichomonas vaginalis infections in Amazonian women with normal and abnormal cytology, publicado pelo grupo de pesquisa, como parte dos resultados gerados pela pesquisa.

Integrante do grupo de pesquisa, a doutoranda em Biotecnologia, Évelyn Costa, explicou que o gênero Ureaplasma (gênero que abrange bactérias pleomórficas, desprovida de parede celular e envolvida em infeções urogenitais) foi detectado em maior abundância no grupo de mulheres que apresentavam lesões pré-malignas do colo do útero.

Dra. Evellyn Costa - UFAM - Fotos Érico X

Doutoranda em Biotecnologia, Évelyn Costa, integrante do grupo de pesquisa.

Após a coleta, o DNA genômico total foi isolado e, em seguida, foram amplificadas as regiões V1-V2 do gene 16S rRNA. Os produtos foram então sequenciados e analisados por bioinformática, em parceria com a Dra. Tainá Raiol da Fiocruz de Brasília, para este fim.

Evelyn ressalta a necessidade de continuação da pesquisa, pioneira no âmbito nacional, que se encontra ainda no início, podendo trazer grande colaboração científica.

Grupo de Pesquisa

A pesquisa também contou com a colaboração de vários pesquisadores  dentre eles Prof. Dr. Spartaco Astolfi Filho da Ufam, a Dra. Enedina Assunção, Msc. Roberto Alexandre Barbosa Filho e dos alunos de graduação Lucas Munareto, Priscila Rocha e Arine Heloíse.

 Câncer de colo de útero

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), no biênio 2018/2019, estima-se para o Brasil 16.370 casos novos de câncer de colo uterino, uma taxa bruta de 15,43 a cada 100 mil mulheres. Para o Amazonas, estima-se cerca de 840 casos novos de câncer de colo uterino, uma taxa bruta de 40,97 a cada 100 mil mulheres. Desses casos novos do estado, cerca de 640 serão mulheres residentes em Manaus.

Atualmente, o câncer de colo de útero é o quarto tipo de câncer mais comum entre as mulheres do mundo inteiro com 70% dos novos casos ocorrendo nos países em desenvolvimento.

Dra. Evellyn e Dra. Cristina  - UFAM - Fotos Érico X-5

Por Jessie Silva

Fotos-Érico Xavier

 

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Fantoche eletrônico promove a inclusão de crianças com autismo

Dia 2 de abril é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde uma em cada 160 crianças tem Transtorno Espectro Austista (TEA). O TEA se refere a uma série de condições caracterizadas por algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem, e por uma gama estreita de interesses e atividades que são únicas para o indivíduo e realizadas de forma repetitiva.

No Amazonas, projeto fomentado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que beneficiou o doutor em Informática na Educação, Roceli Lima, desenvolveu fantoche eletrônico, com objetivo de promover o estado afetivo de interesse das crianças com autismo durante a contação de histórias.

O produto é resultado da sua tese de doutorado intitulada “Tecnologia educacional assistiva: estudo de caso utilizando dispositivos robóticos para promoção do estado afetivo de interesse em Crianças com TEA”, desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande Sul (UFRS), que contou com bolsa da Fapeam, por meio do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados do Estado do Amazonas (RH-Doutorado Fluxo Contínuo), edital N° 001/2014.

A versão adaptada usa um fantoche convencional com hardware, software e objetos sensoriais. Essa integração tem como objetivo incluir crianças com alguma diversidade funcional em atividades pedagógicas.

FOTO DESTAQUE

Doutor em Informática na Educação, Roceli Lima, com o fantoche eletrônico

Funcionalidade

Segundo ele, no primeiro momento foram realizados experimentos com crianças com autismo e foi observado que quando o pesquisador, inicialmente, utilizou o fantoche não eletrônico com 4 crianças autistas não foram apresentados indicadores positivos. Com o uso do fantoche eletrônico, observou-se mais de 70% de aumento nos indicadores de estado afetivo de interesse.

“Como as crianças com TEA têm déficit de atenção e falta de oralidade, a plataforma por meio do fantoche eletrônico trouxe esse auxílio e assistência para que elas também participassem das atividades pedagógicas”, explicou.

Conforme o pesquisador, a ideia é estender o uso do Fantoche Eletrônico para as escolas municipais e estaduais do Centro de Manaus.

Programa de bolsas

O programa RH-doutorado foi substituído pelo Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-Capes/Fapeam), que concede bolsas de doutorado a profissionais interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em cursos recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em outros Estados da Federação.

O programa está com edital aberto e recebe propostas até o dia 13 de maio. Mais informações acesse o edital do PROPG-Capes/Fapeam.

Por Esterffany Martins

Fotos- Divulgação

 

 

 

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Fapeam recebe secretário da Sejel para debater possíveis parcerias

Com o intuito de discutir possíveis parcerias institucionais e projetos de pesquisa, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebeu nesta terça-feira, 2/4, a visita do titular da Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), na sede da Fundação, no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

Participaram da reunião a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, e o  secretário da Sejel, Caio André Oliveira.

Márcia Perales destacou a importância de ouvir os órgãos estaduais, além das instituições de ensino e pesquisa para conhecer suas demandas, e verificar a possibilidade de formação de parcerias em projetos que se enquadrem nas  linhas de atuação da Fapeam.

A Fapeam atua em cinco linhas de ação: 1) Fomento à Formação e Capacitação de Recursos Humanos para Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I); 2) Fomento à Projetos de CT&I em Instituições Públicas e Privadas e no Setor Produtivo; 3)Apoio à Consolidação e Modernização da Infraestrutura para CT&I; 4) Fomento à Popularização e 5) Difusão da CT&I e Intercâmbio e Cooperação Interinstitucional, Nacional e Internacional.

Na oportunidade, Caio Oliveira falou dos projetos da Sejel e destacou a importância do trabalho da Fapeam no campo do fomento à CT&I no Amazonas.

Por Esterffany Martins

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Fapeam lança edital para melhorar a qualidade do ensino de pós-graduação no Amazonas

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), lançou o edital do Programa de Cooperação para a Consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos no Amazonas (Capes/Fapeam)-Nº002/2019. A chamada visa apoiar o desenvolvimento de projetos para o fortalecimento e melhoria da qualidade do ensino de pós-graduação stricto sensu no Amazonas.

O último edital deste Programa havia sido lançado em 2014. A nova chamada  conta com investimento de mais de R$4 milhões para estimular a criação de novas linhas de pesquisa nos Programas de Pós-Graduação (PPGs), além de incentivar a interação científico-acadêmica, de modo a construir redes de cooperação, e ampliar a formação de recursos humanos de alto nível, bem como a produção científico-acadêmica no Estado.

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O Programa atende a uma das ações da Fapeam: fomento à formação e capacitação de recursos humanos para Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Estado, e recebe aporte de R$1,3 milhão a mais que a edição de 2014.

Acesse aqui o edital

Requisitos

As propostas podem ser submetidas até o dia 13 de maio de 2019 e devem se inseridas em uma das três modalidades a seguir: Apoio a cursos novos (aprovados a partir de 2015); Melhoria da qualidade dos cursos com conceito 3 e Em busca da excelência – apoio a programas com conceito 5 e 6.

Para submeter propostas ao programa é preciso que o proponente seja coordenador de PPGs Stricto Sensu e esteja vinculado a instituição de ensino superior ou instituições de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico, públicos ou privados (sem fins lucrativos), sediados no  Amazonas.

Em casos de cursos em rede, estes, devem ter participação formal de instituição sediada no Amazonas e coordenação local do Programa pertencente ao quadro, além de pertencer a Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) ou instituição de ensino superior, pública ou particular (sem fins lucrativos) e ser recomendado pela Capes com conceito entre 3 e 6.

Submissão de propostas

As propostas deverão ser apresentadas em formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível na página da Fapeam, conforme detalhado no edital.

A previsão é que o resultado seja divulgado a partir do mês de julho deste ano.

Edital Programa Capes/Fapeam-Consolidação da Pós-graduação 

Por Helen de Melo

Arte – Suellen Sousa

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