Abertas as inscrições para 8ª edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico

Profissionais e estudantes podem concorrer em seis modalidades distintas

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), vinculado à Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEPLAN-CTI), estão com as inscrições abertas para a 8ª edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico. Os profissionais e os estudantes interessados em concorrer à premiação poderão submeter suas produções jornalísticas até o dia 30 de outubro de 2017.

O Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico busca incentivar a prática do jornalismo científico no Amazonas, premiando trabalhos jornalísticos que tenham contribuído, ao longo de 2016, com a divulgação da ciência nos meios de comunicação do Estado. Dessa forma, a premiação estimula a cultura de popularização da CT&I.

Os profissionais e os estudantes poderão concorrer na modalidade Comunicação Midiática que contempla as seguintes categorias: impresso-jornal/revista, audiovisual – reportagem ou videorreportagem, audiovisual – imagem cinematográfica, rádio, internet e fotojornalismo.

De acordo com o edital, materiais jornalísticos sobre Ciência, Tecnologia ou Inovação a partir de ações ou projetos realizados no Estado estão aptos a concorrer ao prêmio. Os produtos midiáticos deverão ter sido divulgados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2016.

IMG_9776A lista com os indicados será divulgada em fevereiro de 2018. A previsão é que a cerimônia de entrega do prêmio  ocorra a partir do mês de abril do próximo ano

 Inscrições

As inscrições podem ser feitas, até às 23h59 do dia 30 de outubro de 2017, via formulário online disponibilizado no SigFAPEAM, conforme o prazo já citado. No ato da inscrição deverão ser anexados os seguintes documentos: cópia do diploma de conclusão do curso de Comunicação Social, declaração de matrícula para estudantes de graduação da área de Comunicação Social, registro profissional ou comprovação de exercício da profissão.

Além da documentação comprobatória, o candidato que irá concorrer nas categorias impresso-jornal/revista, internet, rádio, audiovisual – reportagem ou videorreportagem, audiovisual – imagem cinematográfica e fotojornalismo, deve ficar atento aos requisitos descritos no edital para que a submissão da proposta seja efetivada.

Premiação

A lista com o nome dos indicados ao Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico deverá ser divulgada a partir de fevereiro de 2018. A expectativa é que a solenidade de entrega dos troféus aos vencedores ocorra a partir de abril do próximo ano.

Veja o edital do prêmio Clique aqui

 Francisco Santos – Agência Fapeam

Fotos- Arquivo Fapeam

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Fapeam lança edital para apoiar realização de eventos de cunho científico e tecnológico no AM

As propostas para eventos que ocorrem de março a junho de 2018 podem ser submetidas até o dia 16 de outubro de 2017

 O Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) lançou edital para apoiar realização de eventos de cunho científico e tecnológico ocorrentes no período de março a dezembro de 2018. As propostas podem ser submetidas ao Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev).

A edital conta com um investimento da ordem de R$1,2 milhões para apoiar a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas. E devem ser relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir à promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

As propostas para a primeira chamada que contempla eventos realizados de março a junho de 2018 podem ser submetidas até o dia 16 de outubro de 2017. Já a segunda chamada para eventos que ocorrem de julho a dezembro de 2018, podem ser enviadas até o dia 19 de fevereiro de 2018.

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO AMAZONAS 2016-72As propostas submetidas ao Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazona devem estar relacionado a Ciência, Tecnologia e Inovação

Um dos requisitos para participar do edital é ter vínculo empregatício com instituição de pesquisa e ensino superior, centros de pesquisas, órgãos públicos sediados ou com unidade permanente no Amazonas, doravante denominada instituição executora do evento e ter título de doutor.

A proposta deverá ser apresentada em versão eletrônica por intermédio do formulário contido no Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível na página eletrônica da instituição. Para acessar o formulário eletrônico, o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados.

Novos usuários deverão realizar o cadastramento no banco de pesquisadores da Fapeam, no endereço citado acima. Além do envio do Formulário on line, por meio da Fapeam, a submissão da proposta requer também a apresentação da documentação complementar a ser anexada ao sistema SIGfapeam.

Clique aqui para acessar ao edital

 

Esterffany Martins – Agência Fapeam

Fotos- Agência Fapeam

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“Depressão é uma doença que não estamos preparados para enfrentar”, diz especialistas, no Inpa

A proposta foi debater não só as causas da depressão entre os estudantes, mas trazer possíveis soluções para promover uma rede de proteção para alunos que estão precisando de ajuda

 

Karen Canto  (Texto e foto) – Ascom Inpa

 

Depressão não é frescura e nem falta de fé. É uma doença patológica que não estamos preparados para enfrentar. A afirmação foi da psicóloga Katherine Benevides, uma das convidadas da sexta edição da Roda de Conversa, evento que o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) promove mensalmente. O tema tratado foi sobre a depressão na pós-graduação.

Nesta edição, que aconteceu na última quarta-feira (13), o encontro contou com a presença de alunos, professores, psicólogos e membros da Comissão da Qualidade de Vida do Instituto. Também estiveram presentes a psicóloga da Universidade Federal do Amazonas (Ufam),  Selma de Jesus Cobra, e a  diretora  do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD) Dr. Afrânio Soares/Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), a psicóloga Luciana Oliveira Lopes.

A proposta foi debater não só as causas da depressão entre os estudantes, mas trazer possíveis soluções para promover uma rede de proteção para alunos que estão precisando de ajuda. Atualmente, o Inpa possui cerca de 500 estudantes de mestrado e doutorado em dez programas de pós-graduação. “Espaços coletivos como a Roda de Conversa para se discutir o assunto já é um começo”, disse Lopes .

Ela explica que como muitos alunos da pós-graduação do Inpa são de outras cidades e de outros estados o aluno perde aquele suporte social familiar e de amigos, que são fatores projetivos que se têm a vida inteira, e de repente desfalece.

Para ela, mesmo soando um pouco capitalista, a gente vale pelo que produzimos, quanto e como. “Não podemos fugir de pensar que a pós-graduação não entra nesse processo mercadológico da produção”, ressalta a psicóloga, ao acrescentar que o estudante valerá mais dependendo do número de artigos que publicará em determinada revista. “E tem que ser revista A1 ou A2, porque se o artigo for aceito na C, é sinal que não é tão bom assim”, diz.

No Brasil, utiliza-se como base classificatória da qualidade das publicações os periódicos listados no Qualis Capes. As classificações são:  A1 (mais alto nível), A2, B1, B2, B2, B4, B5 e C (mais baixo nível).    

Na opinião de Lopes, a iniciativa do Inpa em trazer ações como estas para momentos de diálogo, assim como de outras instituições brasileiras, é de suma importância. Ela comenta que o curso de medicina da Universidade Federal de São Paulo (USP) teve número recorde de suicídios entre os estudantes. Tal circunstância fez com que houvesse uma intervenção dentro da graduação.

Dados estatísticos de dez anos atrás afirmavam que a depressão seria a segunda doença não transmissível que mais traria mortalidade e mortandade entre as pessoas no ano de 2020.

Segundo a psicóloga, “Depressão: vamos conversar”, é o tema que a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) elegeu para este ano. “Por que só em falar a palavra depressão continua sendo uma espécie de tabu? Porque conscientemente ela leva a outra palavrinha que ninguém quer ouvir e que as pessoas morrem de medo: o suicídio”, finaliza.

Pesquisa elucida relação entre HIV e acidentes cardiovasculares

Um grupo de pesquisadores vinculados a instituições de saúde e pesquisa nacionais e internacionais realizaram um estudo cujos achados lançaram luz sobre a relação entre o HIV e o alto índice de acidentes cardiovasculares entre os portadores do vírus. Os resultados da pesquisa foram publicados na Science Translational Medicine, no artigo Inflammatory monocytes expressing tissue fator drive SIV and HIV coagulopathy (30/8). Dentre os autores do trabalho, que teve repercussão internacional, está o pesquisador da Fiocruz Bahia, Bruno Andrade.

Na infecção pelo HIV, a inflamação persistente está ligada ao aumento do risco de complicações crônicas não infecciosas, como doença cardiovascular e tromboembólica. Por isso, muitas pesquisas nesta área são destinadas à melhor compreensão das vias inflamatórias e de coagulação na infecção pelo HIV, com a finalidade de otimizar o atendimento clínico.

No presente estudo, os pesquisadores identificaram um subtipo específico de monócitos (células de defesas do sangue) que expressam o fator tecidual (FT), que persistem mesmo após a supressão da carga viral e desencadeiam coagulação. Isto é, mesmo com o baixíssimo número de vírus em decorrência da terapia antirretroviral, o sistema imunológico do paciente com HIV libera ao longo do tempo tais monócitos, que se encontram expandidos e ativados, induzindo à coagulação persistente e inflamação crônica. Esses coágulos na circulação sanguínea, acabam gerando acidentes cardiovasculares.

Além disso, os pesquisadores também demonstraram que produtos microbianos provavelmente oriundos de translocação de microorganismos de superfícies de mucosas induzem a ativação destes monócitos no sangue de pacientes infectados. De maneira interessante, o grupo descobriu que os monócitos indutores de coagulação e inflamação também são capazes de reconhecer trombina, um produto da coagulação. O reconhecimento simultâneo de produtos microbianos e de trombina causa uma alça de amplificação que perpetua a coagulação e inflamação sistêmica na infecção pelo HIV, independente da eficácia de retrovirais.

Para chegar a essas conclusões, foi realizada uma série de experimentos em células de sangue de doadores saudáveis, assim como em populações de pacientes infectados com HIV antes da implementação da terapia antirretroviral e após o estabelecimento da supressão da carga viral induzida pelo tratamento. A equipe também realizou estudos em macacos e os achados validaram os resultados da pesquisa feita em infecções em humanos, ao mostrar que os monócitos inflamatórios que expressam FT foram associados à coagulação relacionada com o vírus da imunodeficiência símica (SIV), também conhecido como “Aids símia”.

Substância da saliva de carrapato tem potencial terapêutico

A Ixolaris, uma proteína anticoagulante encontrada na saliva de carrapatos do gênero Ixodes que inibe a via FT, foi testada no estudo e bloqueou potentemente a atividade do FT in vitro na infecção por HIV e SIV, sem afetar a função de defesa dos monócitos contra estimulação por produtos microbianos.

Surpreendentemente, o tratamento in vivo de primatas infectados com SIV com Ixolaris foi associado a diminuições significativas no D-dímero (que indica quadros de trombose) e ativação imune. Esses dados sugerem que os monócitos que expressam FT estão no epicentro da inflamação e coagulação na infecção crônica por HIV e SIV e podem representar um potencial alvo terapêutico para redução do risco da doença cardíaca relacionada ao HIV.

Fiocruz Bahia

 

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