Fique por dentro do calendário de defesas do PPGVIDA-ILMD

Já estamos na temporada de defesas da primeira turma do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). Os alunos da turma de 2015 têm até novembro deste ano para defender suas dissertações.

As defesas são abertas ao público. Assistir às apresentações pode contribuir para o aprimoramento de quem vai passar pela experiência de ter seu trabalho avaliado por uma banca de professores, seja em nível de graduação, mestrado ou doutorado.

Acesse aqui ao calendário de defesas do PPGVIDA.

O PPGVIDA tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde (SUS) na Amazônia.

O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

Uma nova turma do PPGVIDA iniciou nesta semana, 28/8. Para mais informações sobre o Mestrado em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia, clique.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes 
Arte: Mackesy Pinheiro

Fiocruz Amazônia promove curso sobre Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica

As inscrições podem ser realizadas até quinta-feira (31) pelas instituições às quais os interessados estão vinculados

Encerram nesta quinta-feira (31) as inscrições para o “II Curso de Formação na Gestão de Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica”. O curso tem o objetivo de fortalecer a capacidade científica dos profissionais da saúde para distinguir os principais aspectos biológicos, clínicos, terapêuticos e epidemiológicos da malária que possibilitem uma gestão adequada dos pacientes na Amazônia.

O curso é gratuito, em formato e-learning, desenvolvido com conteúdo detalhado, incluindo vídeos, animações e modelagem 3D. A atividade de formação é trabalhada em carga horária de 60 horas e duração de quatro meses, com enfoque no diagnóstico e manejo clínico da malária.

As inscrições podem ser realizadas  pelas instituições às quais os interessados estão vinculados, com a indicação dos nomes dos alunos que irão fazer o curso. Para tanto, deve ser enviado formulário anexo preenchido com os nomes dos indicados, para os e-mails paulo.nogueira@fiocruz.br e marmutis@ioc.fiocruz.br,  com o assunto  II Curso de Formação na Gestão de Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica.

O curso utiliza ferramentas que permitem conferência e treinamento virtual (como Moodle e plataforma WebEx). Durante a realização as aulas serão realizadas duas avaliações: uma inicial e a outra após a conclusão do curso, com a finalidade de verificar o conhecimento alcançado.

Conteúdo

O conteúdo do curso foi produzido por especialistas em malária na Amazônia, com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Serão 10 aulas, distribuídas em três módulos. A cada mês, um módulo estará disponível na plataforma, sendo a data de início de cada módulo acordada entre tutores e alunos.

As aulas também estarão disponíveis em espanhol e português. Os certificados serão emitidos pela UFMG, para estudantes aprovados e que tiveram participação em mais de 70% do curso.

A proposta do curso foi  desenvolvida pela PS /OTTO junto à UFMG, Fiocruz Amazônia e Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O aporte financeiro vem do Programa Regional da Amazônia (PRA), por meio da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).

Fonte: ILMD/Fiocruz Amazônia

 

O post Fiocruz Amazônia promove curso sobre Prevenção e Vigilância da Malária na Região Amazônica apareceu primeiro em FAPEAM.

Nanocápsula de diclofenaco é capaz de aumentar efeito terapêutico e reduzir efeitos colaterais no corpo

A pesquisa desenvolvida no Amazonas, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, consegue direcionar a droga para onde está à inflamação e com isso proporciona menores efeitos colaterais e aumento no efeito terapêutico comparado à droga tradicional

O dicoflenaco é um medicamento conhecido e indicado, geralmente, para prevenir e aliviar dor e inflamação. Mas, o uso frequente pode trazer efeitos colaterais. Uma pesquisa realizada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam)  desenvolveu  por meio da nanotecnologia uma nanocápsula de diclofenaco capaz de atingir, diretamente, uma articulação inflamada do corpo. O estudo realizado no laboratório de Imunologia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pretende reduzir os efeitos colaterais e aumentar os efeitos terapêuticos do medicamento.

O doutor em Biotecnologia da Ufam, Antonio Luiz Boechat, explicou que o diclofenaco é um anti-inflamatório usado para tratar uma série de doenças inflamatórias. Mas, na condição de anti-inflamatório, o medicamento possui toxicidade que pode desencadear problemas em algum lugar do corpo, como gastrite no estômago, problemas nos rins e causar outros efeitos colaterais relacionados à própria droga. Os sintomas já são relatados pelos pacientes que usam o medicamento.

Antonio Luiz Ribeiro Boechat Lopes - Fotos  - Érico Xavier-6Pesquisador Antonio Luiz Boechat disse que a nanocápsula de diclofenaco consegue direcionar a droga para o local da inflamação reduzindo os efeitos colaterais em pacientes

Ele explica que o sistema de nanocápsulas, que também é conhecido como Drug Delivery (uma técnica para facilitar a entrada e potencializar a penetração de ativos no corpo), faz com que a droga seja  concentrada no local da ação. Por enquanto, esta nova formulação de diclofenaco é endovenosa (diretamente na veia), para fazer efeito. Por se concentrar, predominantemente, no local da inflamação, outros locais não causaria efeito colateral por ter pequena concentração ou, até mesmo,  sem a presença da droga.  Para o pesquisador, a nanocápsula consegue aumentar o efeito terapêutico comparado à droga tradicional.

“Vamos imaginar o seguinte: uma pessoa tem artrite, uma inflamação em uma articulação. Se eu dou a essa pessoa diclofenaco, um anti-inflamatório, o medicamento entrará no corpo e será distribuído pelo sangue. Uma parte dessa medicação chegará à articulação inflamada. A outra parte ficará em outros lugares do corpo e é nesses lugares que a droga irá causar algum efeito colateral. A pequena quantidade que chegou ao tecido inflamado é onde terá o efeito terapêutico. O que o processo da nanotecnologia faz é que a formulação da nanocápsula proporcione maior quantidade da droga para área que está inflamada”, explicou Boechat.

O pesquisador afirma que os estudos com essas nanocápsulas estão bastante avançados. Desde a caracterização química, composição farmacêutica, toxicidade das drogas nas formulações em células, da toxicidade das formulações em animais de experimentação. A pesquisa também contou com a participação de bolsistas apoiados pela Fapeam.

“Para ser testados em seres humanos precisamos de uma autorização especial do Comitê de Ética e Pesquisa. Na fase em que os estudos estão e os dados que nós temos já nos permitiriam avançar para isso, com a autorização”, conclui Boechat.

 

Repórter- Esterffany Martins  (Agência Fapeam)

Fotos- Érico Xavier

O post Nanocápsula de diclofenaco é capaz de aumentar efeito terapêutico e reduzir efeitos colaterais no corpo apareceu primeiro em FAPEAM.

A beleza da dança do ventre está em destaque no espetáculo ‘Sublime: reencontro com o feminino’

Os movimentos da arte milenar da dança do ventre, originário da cultura árabe, os diferentes sentidos do feminino expressos no cotidiano da mulher contemporânea, vão dar mais cor e beleza ao palco do Teatro Amazonas, na noite deste sábado (2), a partir das 20h, com a estreia do espetáculo Sublime: reencontro com o feminino, da bailarina [...]



(RSS generated with FetchRss)

Amazonas reduz em 18 % número de fumantes em 10 anos

O Amazonas reduziu em 18% o número de fumantes nos últimos 10 anos. A informação foi repassada, na manhã desta terça-feira (29), pelo coordenador do Programa Estadual de Controle do Tabagismo, o cardiologista Aristóteles Alencar, durante a programação de atividades em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Fumo que aconteceu na Escola Municipal Elvira Borges, [...]



(RSS generated with FetchRss)

Iranduba realiza primeiro treino no Ginásio do Amazonas antes da final do Campeonato Brasileiro de Futsal Feminino

As meninas do Iranduba treinaram na manhã desta terça-feira (29) no Ginásio Poliesportivo do Amazonas (antigo Amadeu Teixeira), na Rua Lóris Cordovil, Bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus. Essa foi a primeira preparação no local do jogo, antes do confronto de ida da final da Copa do Brasil de Futsal Feminino contra as Leoas da [...]



(RSS generated with FetchRss)

Arquivo Público do Estado completa 120 anos com programação especial

O Governo do Amazonas, por intermédio da Secretaria de Administração Gestão (Sead), comemora, nesta sexta-feira (1º), os 120 anos de fundação do Arquivo Público do Estado. A data será lembrada com uma solenidade, a partir das 16h, seguida de um sarau poético. Na ocasião, também será apresentado o Manual Técnico do Sistema de Arquivos e [...]



(RSS generated with FetchRss)

Aluna da UEA tem artigo aprovado em fórum internacional

A aluna do 9° período do curso de Engenharia Elétrica da Escola Superior de Tecnologia da Universidade do Estado do Amazonas (EST/UEA),  Cristiane Figueira Brasil, teve o artigo aprovado no Brazilian Power Electronics Conference – COBEP 2017, de conceito Qualis B1. O trabalho tem como tema o  “Estudo Comparativo de Baterias de Chumbo-ácido e Baterias [...]



(RSS generated with FetchRss)

Inpa capacita produtores indígenas no manejo do bananal no Baixo Amazonas e no Alto Solimões

Ao longo de 2 anos, mais de mil produtores já foram capacitados nessa tecnologia de baixo custo, que tem sido uma das mais demandadas pelos produtores do Estado

 

Da Redação – Ascom Inpa

Foto: Acervo pesquisadora Sonia Alfaia

 

Para produzir mudas de bananas saudáveis e de boa qualidade, uma tecnologia de baixo custo para o manejo do bananal, desenvolvida em Cuba, foi repassada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) para cerca de 100 produtores de comunidades indígenas, situadas no Baixo Amazonas e no Alto Solimões. As atividades continuam com a capacitação em agricultura orgânica para produtores familiares de Tabatinga e Benjamin Constant até nesta sexta-feira (1º de setembro).  

SiteCapacitaçãoproduçãodemudasAcervoSoniaAlfaia

A tecnologia tem ênfase na multiplicação de rizomas da bananeira, que podem ser cortados em pedaços, sendo que cada fração contendo uma gema se transformará em uma muda. Esta estará pronta para o plantio após três meses. Além da produção de mudas, também foram repassadas informações sobre as boas práticas de manejo da bananeira, assim como o controle de pragas e doenças com o uso de defensivos naturais.

Desde o último dia 14, os produtores indígenas recebem conhecimentos teóricos e vão à campo para colocarem em prática o que foi ministrado na sala de aula pelo instrutor, o professor doutor Reinaldo Puentes, da Univerdad José Martí Pérez de Sancti Spíritus, em Cuba.

SiteCapacitaçãoindígena

 

As oficinas, que aconteceram de 14 a 25 de agosto, fazem parte das atividades do projeto “Implantação de Unidades Demonstrativas Agroflorestais na Amazônia (IUDAA)”, financiado pela Finep e coordenado pela Dra Denise Gutierrez; do projeto “Feirão do Produtor Rural” financiado pelo MCTI; e do Projeto Waraná, que conta com patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental, ambos coordenados pela pesquisadora do Inpa, Sonia Alfaia.

“Instituições de pesquisas como o Inpa são financiadas pela sociedade, portanto, é justo que os resultados das pesquisas aqui realizadas retornem para a sociedade, principalmente, para as comunidades mais carentes como as indígenas”, diz Alfaia.

Duas oficinas foram realizadas na Terra Indígena Andirá-Marau, beneficiando mais de 50 produtores Saterê-Mawé das comunidades Base 20 Quilos (calha do Andirá) e Ilha Miquiles (calha do Marau). A terceira oficina foi na Terra Indígena Eware 1, na comunidade Belém do Solimões, região do Alto Solimões, onde também mais 50 produtores Ticuna foram capacitados, numa parceira com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do Amazonas (Idam) de Tabatinga.  

SiteProdutorescapacitadosAcervoSoniaAlfaia

Ao longo de 2 anos, mais de mil produtores já foram capacitados nessa tecnologia de baixo custo, que tem sido uma das mais demandadas pelos produtores do Estado, considerando que a banana é uma das principais culturas do Amazonas.

Para o tuxaua Josibias dos Santos, da comunidade de Ilha Miquiles, o curso foi muito bom para os produtores indígenas que já têm bastante conhecimento sobre a cultura da banana e agora com o uso dessa nova tecnologia vão poder produzir um número maior de mudas e de boa qualidade, isentas de pragas e doenças. “Antes, os agricultores faziam o uso apenas dos filhos que se desenvolviam junto ao pé da planta mãe”, diz.

53º Medtrop: aluno do PPGVIDA destaca-se no Prêmio Jovem Pesquisador 2017

Jordam William Pereira Silva, aluno de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), orientando do Dr. Felipe Pessoa, ficou em 3º lugar no Prêmio Jovem Pesquisador 2017, na categoria Mestrado, do 53º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Medtrop).

O evento da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), que ocorre em Cuiabá (MT),  no período de 27 a 30 de agosto, contabilizou 705 trabalhos concorrentes ao Prêmio Jovem Pesquisador, nas categorias graduação, mestrado e doutorado.

O trabalho apresentado por Jordam Silva no Medtrop,  Evidence of Zika virus venereal transmission in Aedes aegypti mosquitoes, foi publicado recentemente (17/8), no periódico Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. O artigo foi escrito com outros autores: Valdinete Alves do Nascimento, Heliana Christy Matos Belchior, Jéssica Feijó Almeida, Felipe Arley Costa Pessoa, Felipe Gomes Naveca, e  Claudia María Ríos-Velásquez.

Jordam Silva  defendeu sua dissertação no último dia 23/8, no ILMD/Fiocruz Amazônia, sob o título “Aspectos ecológicos de vetores putativos do vírus mayaro e vírus oropouche em estratificação vertical e horizontal em ambientes florestais e antropizados em uma comunidade rural no Amazonas”.

SOBRE A DISSERTAÇÃO

A coleta de dados da pesquisa de mestrado de Jordam Silva foi realizada  no assentamento rural de Rio Pardo,  no município de Presidente Figueiredo (AM), em área considerada endêmica para vírus mayaro (MAYV) e vírus oropouche (OROV).

O trabalho teve como objetivo estudar as espécies de mosquitos encontradas no assentamento rural de Rio Pardo, avaliar seu papel no ciclo de transmissão de MAYV e OROV, e os fatores de risco a esses vetores na população humana do assentamento. Os mosquitos foram coletados durante os meses de junho, julho, novembro e dezembro de 2016. No total foram capturados 3.750 mosquitos, classificados em 46 espécies  e distribuídos em 17 gêneros.

Além disso, foram entrevistadas 490 pessoas, em 141 domicílios. Dos domicílios pesquisados, 85% ficam perto da floresta, 63% perto do igarapé e 45% perto da roça.

Os resultados alcançados com o estudo  mostram a circulação de importantes vetores de arbovírus e arboviroses emergentes, fortemente influenciados pelas transformações nos ambientes como desmatamento, construção de estradas e criação de assentamentos. Neste estudo também foi registrada a infecção de mosquitos com o OROV no ambiente de floresta,  o que aumenta o risco da população adquirir o vírus.

SOBRE O PESQUISADOR

Jordam é graduado em Biomedicina pela Faculdade Estácio do Amazonas (2015) e mestre em Saúde Coletiva pelo ILMD/Fiocruz Amazônia. Desde 2013 atua no ILMD/Fiocruz Amazônia,  em projetos relacionados à interação patógeno-hospedeiro utilizando como modelo Anopheles aquasalis infectados com Plasmodium vivax e Aedes aegypti infectados com Zika vírus.

Para mais informações, clique.

53º MEDTROP

Esta edição do Medtrop aborda o tema “Ambiente e Doenças Tropicais: desafios para campos e cidades”, com enfoque nas endemias brasileiras das mais diversas regiões e realidades. Arboviroses, AIDS, sífilis, leismanhioses, Chagas, hanseníase, malária e hepatites virais também estão entre os destaques da programação.

O Congresso é realizado anualmente e visa estimular o intercâmbio com pesquisadores nacionais e internacionais e parcerias com órgãos públicos e privados, gerando recomendações que possam contribuir para o aprimoramento da formação de profissionais de saúde e da atenção à saúde, em seus diferentes níveis, com ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação à saúde, na perspectiva da integralidade da assistência, com responsabilidade social e compromisso com a cidadania.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Foto: Eduardo Gomes

Todas as notícias em um só lugar