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Pesquisadores desenvolvem células solares empregando pigmentos vegetais do Amazonas

CELULAS SOLARES UFAM  - Fotos Érico Xavier_-22

Pesquisadores pretendem produzir energia elétrica utilizando células solares desenvolvidas a partir de pigmentos vegetais extraídos de plantas Amazônicas como, o bujuju, o açaí, o urucum, o jenipapo, a murtinha e o crajiru. Trata-se de uma solução alternativa de baixo custo para a geração de eletricidade com aplicabilidade de materiais orgânicos como fontes renováveis de energia.

CELULAS SOLARES UFAM  - Fotos Érico Xavier_-19

Estudo foi apoiado pela Fapeam, por meio do Universal AM

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), os pesquisadores desenvolvem células solares fotossensibilizadas por corantes vegetais, baseadas no modelo concebido por Michael Grätzel, no entanto, estas células fazem uso de pigmentos naturais que substitui os custosos corantes sintéticos a base de metais pesados.

Estas células possuem um arranjo estrutural muito simples, condicionadas a um foto-anodo (FTO/TiO2/corante), eletrólito e contra eletrodo. A célula é fechada na conformação similar a um sanduíche, intermediado pelo par redox (eletrólito). Os parâmetros elétricos são obtidos medindo a curva I-V (corrente-tensão).

O projeto “Desenvolvimento de células solares empregando pigmentos vegetais de plantas do Amazonas” foi desenvolvido no Laboratório de Bioeletrônica e Eletroanálises (Label) da Central Analítica (CA) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e, amparado pelo Programa Universal Amazonas, Edital Nº 030/2013.

Dr. Walter Ricardo Brito - UFAM_-4

Coordenador do projeto, Walter Ricardo Brito.

Para o coordenador do projeto, Walter Ricardo Brito, o aproveitamento da energia solar é uma das alternativas mais promissoras diante de outras fontes como, por exemplo, a hidrelétrica. Além disso, a pesquisa pretende mostrar o potencial do capital científico-tecnológico que a Região possui e, que possibilita desenvolver pesquisas nas áreas de produção de energia a partir de tecnologias de última geração.

“Também será possível a prospecção e seleção de materiais e pigmentos vegetais do Amazonas para aplicar em sistemas sustentáveis de geração de energia”, disse.

A limitação dos recursos energéticos na natureza, o aumento do consumo de energia e o aumento da conscientização para a conservação do meio ambiente favorecem a pesquisa e o desenvolvimento em sistemas de células solares, especialmente em regiões como a Amazônia.

Comunidades isoladas

As novas células solares sensibilizadas por corantes podem ser utilizadas por meio de diferentes tecnologias, principalmente o sistema fotovoltaico, ou seja, painéis solares que captam a luz do sol e a transformam em energia elétrica.

CELULAS SOLARES UFAM  - Fotos Érico Xavier_-7

Pigmentos vegetais extraídos de plantas Amazônicas

No que se refere às comunidades isoladas, a nova geração de painéis solares será uma das opções tecnológicas que permitirá a inclusão da população sem acesso à eletricidade, bem como, potenciar a Bioeconomia através de uma exploração sustentável dos recursos naturais que a Floresta Amazônica oferece.

Esses sistemas estão entre os mais promissores para a redução do consumo de energia gerada a partir de combustíveis fósseis e, de outros fatores negativos, ao mesmo tempo em que oferecem oportunidades para o desenvolvimento e o crescimento econômico da Região. 

Universal Amazonas

O objetivo do Programa Universal Amazonas é financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do  Amazonas em instituição de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

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Estudo mostra que caramuri tem três vezes mais vitamina C que a laranja

CARAMURI-2

Fruta Caramuri. Foto: Acervo do Inpa

Pesquisa aponta  que o caramuri (Caramuri Pouteria elegans), fruto nativo da Amazônia, possui alta composição de potássio, ferro e magnésio, além de conter mais  vitamina C que a laranja. Os resultados do estudo desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foram publicados no Journal of Food Properties, com o artigo Aromatic and nutritional profile of an Amazonian autochthonous species, Caramuri Pouteriaelegans (A.DC.) Baehni.

O trabalho é resultado do projeto “Frutos Amazônicos para produção de Alimentos Funcionais” apoiado pela Fapeam, por meio do programa Universal Amazonas edital Nº 030/2013, desenvolvido pelos pesquisadores do  (Inpa/MCTI), Francisca das Chagas do Amaral Souza e Jaime Paiva Lopes Aguiar. O artigo foi assinado também pelos pesquisadores Dionísia Nagahama, além do bolsista de pós-doutorado, Edson Silva, e o professor do Centro de Estudos Superiores de Tefé (Cest – UEA) Raimundo Junior.

Caramuri - Dra. Francisca Chagas e Dr. Jaime Aguiar - Fotos Érico Xavier _-7

Jaime Aguiar- Foto: Érico Xavier/Fapeam

Segundo Jaime Aguiar, o estudo buscou englobar o fruto para analisar seus constituintes nutricionais. “Constatamos que Caramuri é muito rico em minerais, fibra, magnésio, ferro, cálcio, potássio. Além de toda essa composição nutricional, descobrimos também  que ele é muito rico em fibras solúveis e fibras insolúveis e  que possui o triplo de  Vitamina C que a laranja” conta.

Francisca Chagas destaca que não existia estudo científico para a fruta e que o resultado da pesquisa indicou que o Caramuri tem potencial para ser utilizado pela indústria alimentícia e farmacêutica.

“Através da pesquisa descobrimos que existe uma comunidade conhecida por “Caramuri”, o mesmo nome da fruta,  que está interessada na utilização do fruto, devido a boa  quantidade de produção. Agora é unir as forças, o conhecimento científico com os produtores e ver os possíveis produtos que poderão ser obtidos a partir dessa matéria-prima, obtendo  uma farinha, ou uma bebida, o que for viável. Vamos  testar para repassar esse conhecimento para a comunidade e quem sabe futuramente gerar produtos alimentícios”, relata.

Caramuri - Dra. Francisca Chagas e Dr. Jaime Aguiar - Fotos Érico Xavier _-44

Francisca Chagas- Foto: Érico Xavier/Fapeam

Chagas explica que além do valor nutricional foi detectado o valor funcional do fruto que também é um dos focos do estudo. “Observamos que ele é rico em antioxidante dentre eles o Pileno e também antimicrobiano. Identificamos uma série de compostos pertencentes à classe dos monoterpenos e terpenóides, compostos não apenas de interesse para a indústria alimentícia como também para a indústria farmacêutica”.

Caramuri

Aguiar explica que o período de frutificação do Caramuri é de setembro a fevereiro, com árvores podendo chegar a 30m de altura. “É uma fruta pouco difundida na região principalmente porque existe uma cultura que diz que ela só aparece a cada 4 anos, por meio da pesquisa descobrimos que ela pode ser reproduzida em menos tempo”, disse.

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Francisca Chagas ressalta a importância da pesquisa para a sociedade. “A ideia de fato é poder confirmar o potencial nutricional e funcional dos frutos da Região Amazônica,  ampliando nosso leque de estudos e  aumentando a quantidade de frutos estudados.  Com o apoio da Fapeam foi possível realizar esse estudo, para aumentar esse conhecimento por meio da pesquisa e mostrar para a população que  temos  grande potencial ainda a ser explorado na nossa região”, comenta.

Universal Amazonas

O Programa Universal Amazonas realizado pela Fapeam tem o objetivo de  financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental  do Amazonas em instituição de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado.

 

Por: Jessie Silva

Arte: Suellen Sousa

 

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Óleo essencial como alternativa biotecnológica de controle de doenças em hortaliças cultivadas

Os experimentos estão sendo feitos com a cebolinha, tomate e pimenta-de-cheiro

Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em parceria com a Embrapa (Laboratório de Produtos Naturais e de Fitoquímica) e com a UEA (Laboratório Central de Análises Químicas), estão desenvolvendo um estudo que tem como objetivo avaliar, em hortaliças cultivadas, o efeito fungitóxico (substância tóxica que inibe o crescimento de micro-organismos que parasitam plantas) de óleos essenciais no controle alternativo das doenças: mancha-alvo em tomateiro e da antracnose em pimenta-de-cheiro e cebolinha. Os óleos essenciais são substâncias oriundas do metabolismo secundário das plantas que se caracterizam por serem voláteis, de natureza complexa, apresentarem baixo peso molecular e geralmente possuírem forte odor.

A pesquisa é desenvolvida com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), através do Programa de Apoio à Pesquisa – Universal Amazonas, edital Nº 002/2018.

O coordenador do projeto, doutor em Biotecnologia Rogério Hanada, explica que a mancha-alvo é a principal doença do tomateiro e é caracterizada por lesões que se iniciam por pontuações pardas, com halo amarelado, evoluindo para grandes manchas circulares, tipo alvo de coloração castanho-clara a castanho-escura. Já os principais sintomas da antracnose ocorrem nas folhas, que passam a apresentar lesões circulares, deprimidas, com halo de coloração marrom clara. Progressivamente as lesões se unem formando uma grande área necrosada, e assim as folhas secam e morrem.

“A mancha-alvo é causada pelo fungo Corynespora cassiicola, que é um patógeno que infecta inúmeras espécies de plantas, entre elas o tomateiro e outras hortaliças cultivadas. Já a antracnose é uma doença também causada por fungo de várias espécies do gênero Colletotrichum, que afeta o estabelecimento, o crescimento e a produção das plantas. A antracnose é uma doença muito comum em pimentão, pimenta-de-cheiro, cebolinha e em várias outras hortaliças. Essas doenças se desenvolvem principalmente em clima tropical (quente e úmido), como o nosso da Amazônia”, explica o pesquisador.

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As cebolinhas que foram plantadas para o experimento estão sendo cultivadas na estufa do INPA é de lá que devem sair os próximos resultados das pesquisas com a utilização de óleos essenciais

O pesquisador explica que o estudo tem como objetivo avaliar e selecionar produtos naturais eficientes no controle de microorganismos que ocasionam doenças em hortaliças cultivadas, e a partir dessa análise indicar a aplicação dessas substâncias como uma alternativa promissora para reduzir o uso indiscriminado de defensivos agrícolas.

“O estudo tem como propósito impulsionar a utilização de óleos essenciais de plantas com a atenção voltada para uma agricultura sustentável, visando fortalecer os mercados de produtos alternativos e contribuir para a melhoria do cenário agrícola atual, além de gerar bons resultados para que futuramente, esses produtos possam constituir uma alternativa biotecnológica aos fungicidas convencionais”, destacou Hanada.

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Testes feitos no laboratório com óleos essenciais de várias espécies de plantas contra os microorganismos, serão testados em condições de campo (in vivo)

No laboratório foram testados treze óleos essenciais de várias espécies de plantas contra os microorganismos, sendo que 10 foram eficientes e serão testados em condições de campo (in vivo).

Atualmente estão sendo conduzidos os experimentos em condições in vivo onde os óleos essenciais serão aplicados diretamente nas hortaliças cultivadas para verificar se as substâncias inibem o desenvolvimento do patógeno, controla ou reduz a incidência e a severidade da doença, além de verificar se essas substâncias estimulam o crescimento e o desenvolvimento das plantas.
Os pesquisadores começaram os testes avaliando a eficiência dos óleos essenciais no controle da antracnose em cebolinha e em pimenta de cheiro. Posteriormente os testes serão estendidos para análise da mancha-alvo em tomateiro.

As cebolinhas que foram plantadas para o experimento estão sendo cultivadas na estufa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) é de lá que devem sair os próximos resultados das pesquisas com a utilização de óleos essenciais.

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O coordenador do projeto, doutor em Biotecnologia Rogério Hanada explica que o objetivo da pesquisa é avaliar em hortaliças cultivadas, o efeito fungitóxico de óleos essenciais no controle alternativo das doenças

O pesquisador explica que a cebolinha é uma hortaliça facilmente cultivada e utilizada como um dos principais temperos para o preparo de pratos à base de peixes, principalmente caldeiradas, iguaria muito popular entre os amazonenses.

“Mas apesar de ser facilmente cultivada, existem várias doenças que podem afetar a produção da cebolinha e uma das mais severas é a antracnose. Essa doença afeta a qualidade do produto e causa perdas que podem atingir até 100% da produção dependendo das condições de manejo da cultura”, informou Hanada.

Por esse motivo o pesquisador explica que o controle da antracnose na cebolinha é considerado desafiador. Por ser uma planta de ciclo curto e explorada em pequena escala não existem fungicidas registrados no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

“Por isso outros métodos de controle devem ser desenvolvidos para o manejo da doença. O uso de produtos naturais com atividade antimicrobiana ou indutora de resistência pode ser uma alternativa no controle da antracnose”, explicou o pesquisador.

O pesquisador ressalta ainda que os produtos derivados de vegetais (óleos, extratos e hidrolatos) têm vantagem de não agredir o meio ambiente e a saúde do produtor e do consumidor por serem biodegradáveis.

“Na nossa região existe uma enorme biodiversidade e estamos tentando encontrar algum óleo essencial de alguma planta que possa controlar essas doenças. Os nossos estudos com os óleos essenciais estão apenas começando. No experimento in vitro os óleos essenciais inibiram o crescimento do fungo que causa antracnose na cebolinha”, disse Hanada.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Programa de Apoio à Pesquisa recebe propostas até o dia 4 de maio

Programa visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe até o dia quatro de maio as propostas dos interessados em submeter projetos no Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas). O programa  visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado.

O programa conta com um investimento da ordem de R$ 3,2 milhões. Desse valor, R$ 2,2 milhões serão destinados ao auxílio-pesquisa e R$ 1 milhão para subsídio de bolsas.

Estima-se financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada). Os projetos terão prazo máximo de execução de até 18 meses.

 

Entre os requisitos para participar do programa é preciso possuir a titulação de doutor, além de ter vínculo com instituição de pesquisa e/ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado do Amazonas.

A previsão é que o resultado seja divulgado até o mês de junho. A implementação dos projetos seja feita a partir do mês de julho, conforme detalhado no cronograma do edital.

Propostas

As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam) disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br. Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário online, a submissão da proposta requer a apresentação de documentação complementar a ser anexada ao sistema, como detalhado no edital.

 

Edital Universal Amazonas

 

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Programa de Apoio à Pesquisa recebe propostas até o dia 4 de maio

Programa visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe até o dia quatro de maio as propostas dos interessados em submeter projetos no Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas). O programa  visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado.

O programa conta com um investimento da ordem de R$ 3,2 milhões. Desse valor, R$ 2,2 milhões serão destinados ao auxílio-pesquisa e R$ 1 milhão para subsídio de bolsas.

Estima-se financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada). Os projetos terão prazo máximo de execução de até 18 meses.

 

Entre os requisitos para participar do programa é preciso possuir a titulação de doutor, além de ter vínculo com instituição de pesquisa e/ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado do Amazonas.

A previsão é que o resultado seja divulgado até o mês de junho. A implementação dos projetos seja feita a partir do mês de julho, conforme detalhado no cronograma do edital.

Propostas

As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam) disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br. Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário online, a submissão da proposta requer a apresentação de documentação complementar a ser anexada ao sistema, como detalhado no edital.

 

Edital Universal Amazonas

 

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Fapeam lança editais no valor total de R$ 5,7 milhões para incentivo a pesquisas com impacto econômico e social

Previsão é que os resultados do Programa Ciência na Escola e Universal Amazonas  sejam divulgados até o mês de junho

Dois novos editais, com recurso no valor total de R$ 5,7 milhões, foram lançados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A finalidade é impulsionar o desenvolvimento de pesquisas com impacto econômico e social na capital e principalmente em municípios do interior.

Um dos programas é o Universal Amazonas, que visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado. O montante destinado ao programa é de R$ 3,2 milhões. Desse valor, R$ 2,2 milhões serão destinados ao auxílio-pesquisa e R$ 1 milhão para subsídio de bolsas.

Estima-se financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada). Os proponentes devem possuir a titulação de Doutor. Não há obrigatoriedade de solicitação de bolsas. Em se tratando de propostas que contemplem somente auxílio pesquisa, os recursos serão repassados em duas parcelas. A primeira será concedida em 2018 e a segunda no próximo ano.

De acordo com o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, o direcionamento a ser dado pela Fundação é a aplicação de recursos em projetos que tenham retorno econômico ou social. Outra prioridade da Fundação é ampliar o desenvolvimento de pesquisas, principalmente, em municípios do interior, uma vez que a capital possui no Polo Industrial de Manaus (PIM) a mola propulsora da economia. “Precisamos desenvolver ações que possibilitem criar condições para que moradores de municípios do interior não necessitem migrar para a capital em busca de  oportunidades”, enfatizou o diretor-técnico.

CENTRO DE PESQUISA NA UEA - FOMENTO FINEP E FAPEAM - FOTO ÉRICO XAVIER-111

Universal Amazonas estima financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada)

O atendimento de áreas estratégicas estabelecidas pelo Governo do Estado será um dos critérios de desempate do Programa Universal Amazonas. A vigência do programa será de 20 meses, sendo 18 deles para execução do projeto. A submissão de propostas deve ocorrer até o dia dois de maio de 2018. A divulgação do resultado está prevista para acontecer no mês de junho e em julho, será feita a contratação dos projetos. No último edital do programa, foram submetidas 448 propostas e aprovadas 91.

 Programa Ciência na Escola

Resultado de ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed), o Programa Ciência na Escola tem como novidade para este ano a ampliação da abrangência do público-alvo. Agora, também podem participar estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental I. Os editais anteriores contemplavam estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

“Vamos avaliar como será o comportamento do projeto a partir desta mudança. Com os resultados, quem sabe no futuro podemos reduzir ainda mais a idade e até mesmo aumentar a quantidade de projetos, para que mais crianças participem desde cedo do programa e tenham o contato com o cenário científico”, explicou.

Outro dado positivo da edição 2018 do programa, cujo edital conta com investimento de R$ 2,5 milhões, é com relação ao aumento de projetos contemplados.  O número saltou de 420 para 540. Desse total, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

_HORTA ORGÂNICA - PCE FAPEAM - FOTOS ÉRICO XAVIER_-70

Edital do PCE contemplará até 540 projetos. Desse total, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado

O PCE, que objetiva incentivar a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes em projetos de pesquisa científica e tecnológica, beneficia ainda alunos das modalidades Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar.  A submissão de propostas pode ser feita até o dia quatro de maio deste ano.

Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos- Érico Xavier

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Fapeam lança editais no valor total de R$ 5,7 milhões para incentivo a pesquisas com impacto econômico e social

Previsão é que os resultados do Programa Ciência na Escola e Universal Amazonas  sejam divulgados até o mês de junho

Dois novos editais, com recurso no valor total de R$ 5,7 milhões, foram lançados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A finalidade é impulsionar o desenvolvimento de pesquisas com impacto econômico e social na capital e principalmente em municípios do interior.

Um dos programas é o Universal Amazonas, que visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado. O montante destinado ao programa é de R$ 3,2 milhões. Desse valor, R$ 2,2 milhões serão destinados ao auxílio-pesquisa e R$ 1 milhão para subsídio de bolsas.

Estima-se financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada). Os proponentes devem possuir a titulação de Doutor. Não há obrigatoriedade de solicitação de bolsas. Em se tratando de propostas que contemplem somente auxílio pesquisa, os recursos serão repassados em duas parcelas. A primeira será concedida em 2018 e a segunda no próximo ano.

De acordo com o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, o direcionamento a ser dado pela Fundação é a aplicação de recursos em projetos que tenham retorno econômico ou social. Outra prioridade da Fundação é ampliar o desenvolvimento de pesquisas, principalmente, em municípios do interior, uma vez que a capital possui no Polo Industrial de Manaus (PIM) a mola propulsora da economia. “Precisamos desenvolver ações que possibilitem criar condições para que moradores de municípios do interior não necessitem migrar para a capital em busca de  oportunidades”, enfatizou o diretor-técnico.

CENTRO DE PESQUISA NA UEA - FOMENTO FINEP E FAPEAM - FOTO ÉRICO XAVIER-111

Universal Amazonas estima financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada)

O atendimento de áreas estratégicas estabelecidas pelo Governo do Estado será um dos critérios de desempate do Programa Universal Amazonas. A vigência do programa será de 20 meses, sendo 18 deles para execução do projeto. A submissão de propostas deve ocorrer até o dia dois de maio de 2018. A divulgação do resultado está prevista para acontecer no mês de junho e em julho, será feita a contratação dos projetos. No último edital do programa, foram submetidas 448 propostas e aprovadas 91.

 Programa Ciência na Escola

Resultado de ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed), o Programa Ciência na Escola tem como novidade para este ano a ampliação da abrangência do público-alvo. Agora, também podem participar estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental I. Os editais anteriores contemplavam estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

“Vamos avaliar como será o comportamento do projeto a partir desta mudança. Com os resultados, quem sabe no futuro podemos reduzir ainda mais a idade e até mesmo aumentar a quantidade de projetos, para que mais crianças participem desde cedo do programa e tenham o contato com o cenário científico”, explicou.

Outro dado positivo da edição 2018 do programa, cujo edital conta com investimento de R$ 2,5 milhões, é com relação ao aumento de projetos contemplados.  O número saltou de 420 para 540. Desse total, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

_HORTA ORGÂNICA - PCE FAPEAM - FOTOS ÉRICO XAVIER_-70

Edital do PCE contemplará até 540 projetos. Desse total, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado

O PCE, que objetiva incentivar a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes em projetos de pesquisa científica e tecnológica, beneficia ainda alunos das modalidades Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar.  A submissão de propostas pode ser feita até o dia quatro de maio deste ano.

Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos- Érico Xavier

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