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Economia Comportamental foi tema da I Jornada de Economia do Amazonas

Discussões sobre decisões financeiras, preferências sociais, consumo irracional, poupança, escolha intertemporal e economia comportamental  foram os temas abordados na I Jornada de Economia.  O evento ocorreu no período de 7 a 10 de outubro, no auditório Rio Amazonas,  da Faculdade de Estudos Sociais da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e no auditório da Escola Superior de Ciências Sociais (ESO), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), o evento foi organizado por meio dos cursos de Ciências Econômicas da Ufam e UEA.  O evento integrou  a 8ª Semana do Curso de Economia da Ufam.

A jornada teve o objetivo de promover o intercâmbio técnico-científico entre a comunidade acadêmica dos cursos de economia com especialistas da área. Participaram cerca de 300 pessoas e 22 palestrantes regionais e locais.

I JORNADA DE ECONOMIA DO AMAZONAS - UFAM - 10.10.2019_-14

Segundo a coordenadora do evento, Rosana Zau Mafra, professora da Ufam, a maioria das pessoas tem interesse em investimentos, ações, mercado financeiro, mas para justificar esse tema foi aprofundado na literatura e foi descoberta uma nova área do conhecimento que se chama Economia Comportamental considerada uma disciplina relativamente nova no campo das teorias econômicas.

“A Ecomomia Comportamental enxerga uma realidade formada por hábitos, experiências pessoais fortemente influenciadas pela emoção e não a razão, ou seja o ser humano age primeiramente pela emoção e por último pela razão”, contou.

Rosana Mafra destacou que o apoio da  Fapeam foi essencial para a realização do evento e que a partir de uma pesquisa de satisfação na universidade identificou-se o tema  como  uma demanda solicitada pelos próprios alunos. Com o evento, eles trocaram experiências sobre economia comportamental, empreendedorismo, mercado financeiro. “A jornada trouxe uma compreensão melhor sobre a educação financeira, que as pessoas possam se proteger do consumo excessivo, do endividamento elevado, para não se tornarem reféns das dívidas e juros de cartões e bancos ”,relata.

I JORNADA DE ECONOMIA DO AMAZONAS - UFAM - 10.10.2019_-2

Parev

O Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev) da Fapeam tem o objetivo de apoiar a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas  relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação, como congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

A segunda chamada do programa recebe propostas até o dia 31 de janeiro, online, via SIGFapeam,   de interessados em realizar eventos  de CT&I no período de  julho a dezembro de 2020.

Acesse aqui o edital do PAREV N° 007/2019

Texto e fotos: Jessie Silva

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Estudantes da Ufam conhecem ações e estratégias de popularização da ciência promovidas pela Fiocruz Amazônia

Refletir sobre as concepções teóricas e as práticas que envolvem a relação entre a ciência e os diferentes públicos, tem sido pauta de importantes diálogos na universidade, especialmente na área da comunicação. No intuito de ampliar as ações de popularização do conhecimento científico, gerado no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), estudantes do 4º período, do curso de Relações Públicas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), conheceram na última sexta-feira, 20/9, o trabalho da Instituição, em especial da equipe de Assessoria de Comunicação e Eventos da Unidade.

Na ocasião, os alunos foram recebidos pela Jornalista, Marlúcia Seixas, Assessora de Comunicação da Fiocruz Amazônia. Além de conhecer os objetivos e missão da Instituição, os estudantes puderam ter acesso também ao fluxo de atividades desenvolvidas pela equipe, especialmente sobre o processo de comunicação desenvolvido na Instituição desde o ano de 2016, entre eventos, ações de popularização e estratégia que utilizam o jornalismo como ferramenta de aproximação com a sociedade.

A Assessoria de Comunicação no ILMD/Fiocruz Amazônia está vinculada ao Gabinete e sua finalidade é atuar por meio da produção de materiais jornalísticos, publicitários e/ou editorial, em mídia impressa e/ou eletrônica, bem como realizar atividades de relações públicas e organização de eventos, tanto para o público interno quanto para o externo, contribuindo para a popularização da ciência através da divulgação cientifica e promoção da imagem do Instituto.

De acordo com Judy Tavares, professora da disciplina Planejamento de Relações Públicas 2, a visita é um oportunidade de contato com a prática nas Instituições. “É sempre comum nós levarmos eles para conhecer as instituições, no intuito de que possam conhecer o trabalho dos profissionais e entender como essas organizações trabalham o seu planejamento. Normalmente as assessorias acabam contando um pouco das suas práticas, além do processo de comunicação desenvolvido junto aos diferentes públicos”, explicou.

SOBRE A FIOCRUZ AMAZÕNIA

O ILMD/Fiocruz Amazônia é a unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz no Amazonas.  Sediado em Manaus, sua missão é contribuir para a melhoria das condições de vida e saúde das populações amazônicas e para o desenvolvimento científico e tecnológico regional e do País, integrando a pesquisa, a educação e ações de saúde pública.

Para o desenvolvimento de suas ações conta com instituições parceiras que apoiam projetos de caráter multidisciplinar e interinstitucional, gerando conhecimentos essenciais para a criação de políticas públicas, que contribuam para a melhoria da qualidade de vida da sociedade.

A produção de conhecimento científico no ILMD/Fiocruz Amazônia também ocorre por meio das ações de cooperação técnica, realizadas através da assessoria técnico-científica desenvolvida junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), com foco especial no conhecimento das realidades sócio-sanitárias e epidemiológicas da Amazônia.

O ILMD/Fiocruz Amazônia estabelece cooperação com instituições nacionais e internacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (CT&IS), por meio de Acordos de Cooperação Técnico-Científica em Saúde com as demais unidades da Fiocruz, com instituições da Amazônia, nacionais e de outros países.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia participa da cerimônia de posse da nova diretoria da Escola de Enfermagem de Manaus

Nesta sexta-feira, 13/9, diretor e pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) participaram da cerimônia de posse de Esron Rocha, eleito novo Diretor da Escola de Enfermagem de Manaus, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), para o quadriênio 2019-2023.

Instituição parceira da Fiocruz Amazônia, a Escola de Enfermagem de Manaus foi dirigida na última gestão, durante oito anos, por Nair Chase, graduada em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de Manaus, mestra em Educação pela Ufam e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Púiblica Sérgio Arouca/Fiocruz. O Professor Esron Rocha será o 15º diretor da Escola de Enfermagem desde sua fundação em 1949.

Para Nair Chase o sentimento é de gratidão e dever cumprido. “O momento é de profunda satisfação. Entendo que eu cumpri a missão, me dediquei, pois reconheço o que a instituição fez por mim. Estou muito satisfeita, irei continuar na Escola exercendo minhas atividades. Tenho pesquisas em andamento, aulas no mestrado, e estarei disponível para a gestão atual, para aquilo que eles entendam que eu posso contribuir”, destacou.

Em entrevista, Sérgio Luz, diretor da Fiocruz Amazônia destacou a parceria entre as instituições e desejou votos de sucesso para a nova gestão. “A Escola de Enfermagem de Manaus é nossa instituição irmã, desde a implantação. Tivemos a gestão da professora Nair que esteve conosco desde a implantação dos nossos programas de mestrado e doutorado, e agora estamos presenciando a posse do professor Rocha, nosso amigo de trabalho, de bancos escolares. É com grande satisfação que a gente recebe essa nova gestão e desejamos sucesso para eles. Que possamos construir e reforçar cada vez mais essa parceria”, disse.

NOVO DIRETOR

Esron Rocha é Doutor em Ciência na área de concentração Enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia e Especialista em Saúde Pública com ênfase em Saúde Indígena pela Ufam.

Atualmente é professor adjunto III da universidade, nas disciplinas Saúde Coletiva, Saúde Indígena e Estágio Curricular I (módulo rural), Coordenador estadual no âmbito da Ufam do Programa de Acesso e Melhoria da Qualidade – PMAq, Coordenador Pedagógico do curso de Qualificação de Agentes Indígenas de Saúde, Agente Indígena de Saneamento no Alto Rio Negro e Professor Permanente do Mestrado Profissional em Enfermagem da Ufam.

O diretor eleito também é Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn/Amazonas), Membro Titular da Comissão Intersetorial de Saúde Indígena (CISI), Avaliador ADOC da Revista Latino América de Enfermagem e Revista Brasileira de Enfermagem (REBEn), Presidente do 71º Congresso Brasileiro de Enfermagem 2019 e Coordenador da Telesaúde Indígena no âmbito da Ufam.  Foi também Coordenador do Programa de Pós-Graduação Latu Sensu da Fiocruz/ Amazônia).

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

Estudantes da Ufam visitam laboratórios da Fiocruz Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) recebeu nesta quarta-feira, 26/6, a visita de aproximadamente 20 estudantes, do 1º período do curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A atividade faz parte de um ciclo de visitas a importantes espaços de pesquisa de Manaus, sob coordenação do professor, Igor Kaefer, que ministra a disciplina “Estágio Curricular 1”.

Na ocasião, os alunos foram recebidos pelo pesquisador, Felipe Arley Pessoa, Vice-Diretor de Pesquisa e Inovação substituto da Fiocruz Amazônia, e chefe do Laboratório de Ecologia de Doenças Transmissíveis Na Amazônia – EDTA. Além de conhecer os objetivos e missão da Instituição, os alunos puderam visitar os laboratórios, onde são desenvolvidas diversas atividades de pesquisa.

Para a estudante Karen Alcântara, a experiência vai além da extensão e representa uma grande oportunidade de descoberta profissional. “Esse momento é bem importante, visto que futuramente pretendemos atuar no campo da pesquisa científica. Esse tipo de ação é importante pra começarmos a nos descobrir, conhecer a área que pretendemos seguir, saber se iremos atuar na área da saúde ou em outros campos de atuação”, destacou.

SOBRE A FIOCRUZ AMAZÕNIA

O ILMD/Fiocruz Amazônia é a unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz no Amazonas.  Sediado em Manaus, sua missão é contribuir para a melhoria das condições de vida e saúde das populações amazônicas e para o desenvolvimento científico e tecnológico regional e do País, integrando a pesquisa, a educação e ações de saúde pública.

Para o desenvolvimento de suas ações conta com instituições parceiras que apoiam projetos de caráter multidisciplinar e interinstitucional, gerando conhecimentos essenciais para a criação de políticas públicas, que contribuam para a melhoria da qualidade de vida da sociedade.

A produção de conhecimento científico no ILMD/Fiocruz Amazônia também ocorre por meio das ações de cooperação técnica, realizadas através da assessoria técnico-científica desenvolvida junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), com foco especial no conhecimento das realidades sócio-sanitárias e epidemiológicas da Amazônia.

O ILMD/Fiocruz Amazônia estabelece cooperação com instituições nacionais e internacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (CT&IS), por meio de Acordos de Cooperação Técnico-Científica em Saúde com as demais unidades da Fiocruz, com instituições da Amazônia, nacionais e de outros países.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

 

Novas alternativas para produção de laranja são desenvolvidas em pesquisa no Amazonas

O Amazonas produz cerca de 385 milhões de laranjas e exporta parte dessa produção para Roraima. Com o objetivo de oferecer possibilidades da produção de outras variedades de laranjeiras e adaptá-las ao processo de cultivo local,  pesquisa científica apoiada pela a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) é realizada pelo o agrônomo e doutor em botânica José Ferreira, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

O estudo pretende avaliar combinações de copas e porta-enxertos com alto potencial de adaptabilidade ao ambiente, resistência a pragas e doenças e oferecer variedades do fruto  ao citricultor.

Conforme o pesquisador, as combinações que apresentarem um bom desempenho no crescimento e no desenvolvimento serão  excelente opções para o produtor sair da tradicional combinação laranja-pera sobre limão cravo, que praticamente constitui os pomares de citros no Amazonas.

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O estudo pretende avaliar combinações de copas e porta-enxertos com alto potencial de adaptabilidade ao ambiente

“Atualmente o produtor local tem apenas uma opção de cultivo de laranja  que é a laranja- pera sobre limão cravo. No entanto, pragas e doenças de um pomar podem trazer certos prejuízos ao agricultor e destruir todo um plantio de citricultura e isso é muito arriscado. A ideia do projeto é essa, tentar oferecer novas opções de cultivo de laranja através de copa e porta-enxerto”, disse.

O pesquisador explica que porta-enxerto significa  parte de uma planta que recebe a copa de outra planta para formar uma só, como por exemplo: porta-enxerto de limão, vem da muda de limão que foi enxertada com um pedaço (gema) de uma laranja-pera, onde essa parte cresce  distribuindo  os  frutos.

O projeto vai além de contribuir com a economia do agronegócio em citros no Amazonas, a proposta geral é priorizar a sustentabilidade ambiental através de um manejo integrado.

“Através de novos métodos que permitam o uso de coberturas vegetais e suas associações em citros, vamos contribuir com um bom manejo e conservação do solo preservando e melhorando sua fertilidade ao longo do tempo reduzindo os danos ambientais”, conta.

Com foco no plantio de laranja, os testes experimentais são aplicados em propriedades privadas  no Rio Preto da Eva, na Am 010 , km 113, fazenda Progresso e em Manaus  na propriedade Brejo do Matão no km 14 da BR174, além de outra em Iranduba, na propriedade da Embrapa. Os pomares implantados são, em sua maioria, pertencentes a agricultores familiares com áreas que variam entre 1 a 4 hectares.

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A produção da laranja envolve um total de área plantada de 4.142,31 hectares

Pró- Estado

O estudo está sendo realizado por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado) que visa fortalecer e ampliar a formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu, além de apoiar, com recursos financeiros, a melhoria da infraestrutura de pesquisa de instituições vinculadas ao Governo do Estado do Amazonas.

A expectativa é que até o final do projeto é que identifique-se quais das coberturas vegetais estudadas são mais eficientes para mitigar as emissões dos gases de efeito de estufa (GEEs)  pelo aumento do sequestro do Carbono acima e abaixo do solo, bem como para o aumento de produtividade da cultura e rentabilidade do citricultor.

A pesquisa é uma continuação do projeto de Pesquisa e Transferência de Tecnologias para o Desenvolvimento da Citricultura no Estado do Amazonas que iniciou em 2013 em parceria  com a Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ufam e Fapeam.

Produção

De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), dentro dos sistemas produtivos desenvolvidos no estado do Amazonas, a citricultura representa uma das principais potencialidades da fruticultura, com um total de 4.075 produtores familiares em todo Estado.

A produção da laranja envolve um total de área plantada de 4.142,31 hectares e uma estimativa de produção de 385 milhões de frutos. A fruta  é exportada para o Estado de Roraima, totalizando em 2017 cerca de 4 milhões de frutos, envolvendo 8 produtores rurais devidamente credenciados pelo Ministério da Agricultura e assistidos pelo IDAM, órgão oficial do Amazonas.

Por Jessie Silva

Fotos: divulgação

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Resultados de projetos do PROTI-Mobilidade da Fapeam são apresentados na Ufam

Entre os resultados do programa estão à mobilidade acadêmica de estudantes e professores para outros países, além do aumento no número de publicações científicas

Os resultados dos projetos desenvolvidos no Programa de Tecnologia da Informação na Amazônia – Mobilidade (PROTI-Mobilidade) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) foram apresentados, na última terça-feira (18), no auditório do Instituto de Computação (Icomp) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). O evento ocorreu durante a cerimônia em alusão ao encerramento das atividades acadêmicas do ano de 2018 do Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI) da universidade.

O PROTI-Mobilidade é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com recursos da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).  O apoio destina-se ao financiamento da mobilidade de alunos, docentes e pesquisadores com atuação em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I).

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Resultados do PROTI-Mobilidade da Fapeam são apresentados durante cerimônia na Ufam

No evento, a coordenação do PROTI-Mobilidade destacou os resultados dos trabalhos desenvolvidos pelo o programa que permitiu a mobilidade acadêmica e possibilitou o aumento no número de publicações qualificadas, além das novas parcerias de cooperação técnico-científica com instituições de ensino e pesquisa internacionais.

O diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que o programa permitiu que alunos e professores do Programa de Pós-Graduação em Informática da Ufam estabelecessem contato com instituições do exterior. Segundo ele, isso fortalece e possibilita maior qualificação do curso com a internacionalização das suas ações.

 “A Fundação entende que é necessário fortalecer os programas locais para que os estudantes tenham a oportunidade de fazer uma formação de qualidade dentro do Estado do Amazonas.  Por meio desse programa ocorreram vários intercâmbios de alunos do Estado com pesquisadores de fora do Brasil, o que permitiu a submissão de artigos em periódicos muito bem posicionados dentro dos rankings internacionais. Isso também contribui para que o curso pleiteie um aumento de nota o que é importante para o nosso Estado” detalhou.

Homenagem

No evento também foram homenageados estudantes e professores pela a produção científica nos anos de 2017 e 2018, bem como pela participação no projeto de PROTI-Mobilidade. Um dos destaques foi o trabalho realizado pela professora Tayana Conte, que atualmente é a única mulher com bolsa de produtividade da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na região Norte na área da Computação.

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Programa é uma ação importante por fortalecer a formação de recursos humanos na área da informática no Amazonas, segundo coordenadora do programa na Ufam, Tayana Conte

Coordenadora do projeto PROTI- Mobilidade na Ufam, Tayane ressaltou que o programa é uma ação importante por fortalecer a formação de recursos humanos na área da informática no Estado.

 “O programa PPGI é uma das maiores notas na região Norte. Atualmente, temos a nota 5, que já é um nível de excelência, mas queremos subir ainda mais. Para isso a internacionalização é imprescindível e o programa PROTI-Mobilidade fez toda a diferença, permitiu fazer várias visitas técnicas ao grupo, iniciar várias colaborações internacionais, vários bolsistas foram agraciados com bolsas de curta duração e todos eles tiveram uma alta produção com A elaboração de artigos. Por meio do programa,  as parcerias internacionais estão cada vez mais fortes, o projeto foi imprescindível  para o avanço de pós- graduação da Ufam” enalteceu.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Seminário de Entomologia e Acarologia Agrícola é realizado em Manaus

Evento  conta  com apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas

Começou nesta terça-feira (19) e segue até o dia 21 de junho o II Seminário de Entomologia e Acarologia Agrícola na Amazônia (II Seama), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Coordenado pelo Prof. Dr. Neliton Marques da Silva, o evento tem objetivo de promover uma ampla discussão sobre temas relacionados à entomologia agrícola na Amazônia, frente ao desafio de contribuir para um modelo de agricultura pautada nos princípios da sustentabilidade. Além do intercâmbio técnico-científico entre pesquisadores, instituições e empresas envolvidas com atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica, nesta importante área do conhecimento científico.

O II Seama contará com a participação de 21 pesquisadores de outros Estados, com a apresentação de painéis e palestras. Na programação está previsto também o lançamento do livro, na versão e-book, intitulado “Pragas Agrícolas e Florestais na Amazônia”.

A expectativa é que os participantes do seminário possam trocar informações e experiências, construir e encaminhar propostas que resultarão em projetos integrados de natureza interdisciplinar e interinstitucional, além de formação e diversificação de redes integradas de pesquisas em entomologia agrícola e florestal com foco no bioma Amazônia.

Na quinta-feira (21) será realizada uma sessão plenária, para apresentação dos principais resultados e encaminhamentos das propostas, objetivando a formação e fortalecimento de redes de pesquisas para fins de implementação dos projetos.

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Apoio Fapeam

O II Seama conta com recursos financeiros do Governo do Amazonas por meio da Fapeam via o Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV). A proposta para realização do evento foi contemplada na primeira chamada do edital N°005/2017.

O programa contou com investimento da ordem de R$1,2 milhão para apoiar, em duas chamadas públicas, a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas.

Segundo o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, o PAREV é um programa fundamental na realização de eventos no Amazonas, que permite a disseminação do conhecimento e o intercâmbio de pessoas, possibilitando pesquisadores de outras localidades conhecerem a Amazônia e as pesquisas realizadas no âmbito da Ciência, Tecnologia e Inovação.

“O PAREV é um programa que permite a qualificação dos nossos alunos em todos os níveis e também na sua preparação da vida profissional. O objetivo da Fapeam é permanecer investindo em ações como esta para atrair mais eventos científicos para o Amazonas”, destacou.

PAREV

O PAREV apoia a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação como: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, com objetivo de divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

Programação II Seama

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2º Scratch Day em Manaus reúne mais de 600 pessoas

Atividade abrange uma grande comunidade on-line, sendo destinada a estimular crianças, jovens e adultos a se inserir no mundo da programação

Experiências científicas, gincanas e muita tecnologia marcaram o 2º Scratch Day, realizado na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no último sábado (26).  O evento mundial reuniu pessoas para celebrar o Scratch, uma plataforma de codificação gratuita desenvolvida pelo grupo de pesquisa Lifelong Kindergarten do MIT Media Lab, nos Estados Unidos.

Mais de 600 pessoas participaram do evento em Manaus. A plataforma abrange uma grande comunidade on-line, sendo destinada a estimular crianças, jovens e adultos a se inserir no mundo da programação.

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No evento, participaram projetos como a Casa da Física, o Show da Química e o Clube de Astronomia, todos do Instituto de Ciências Exatas (ICE); o projeto Cunhantã Digital, do Instituto de Computação (IComp); e o Planetário do projeto Sesc Ciência, do Serviço Social do Comércio (Sesc)

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) também apoiou a iniciativa e disponibilizou 15 computadores que auxiliaram nas atividades interativas.

Para o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, iniciativas como essas são importantes, principalmente, por inserir alunos do ensino fundamental e médio no ambiente da universidade. Reis disse ainda que a Fapeam sempre estará incentivando a integração entre graduação e educação básica para fortalecer a interação e despertar nos alunos dos ensinos fundamental e médio o interesse pelo conhecimento e a pesquisa científica.

“Esse é um ambiente que os alunos da educação básica logo estarão fazendo parte, por isso quando existe essa aproximação, desde cedo, com a universidade aumenta a possibilidade da escolha correta da área a se seguir e também de despertar o interesse científico nos estudantes”, ressaltou.

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Marisa Cavalcante disse que o Scratch ajuda a criar massa crítica e alunos com interesse nas áreas de Exata e de TI (Tecnologia da Informação)

A coordenadora do Scrath  na Ufam, Marisa Cavalcante, explicou que o projeto é uma linguagem simples, em expansão há 11 anos. A plataforma funciona como se fosse um quebra-cabeça, mas com uma estrutura lógica, que permite desenvolver, por exemplo,  tipos de animação ou história. Ela disse que o pensamento computacional e a lógica de programação não podem ser vistos como algo específico da área de Exatas e enfatizou que é preciso integrar a programação com tudo que se faz, pois todas as áreas são permeadas pela tecnologia.

“Se pretendemos fazer com que o país se desenvolva e esteja em pé de igualdade com outros países, temos que criar massa crítica e alunos com interesse nas áreas de Exata e  de TI (Tecnologia da Informação). A internet está em expansão, vivemos  a revolução 4.0, em que as máquinas estão cada vez mais tomando o nosso lugar. Atualmente, na indústria as atividades repetitivas estão sendo substituídas por robôs. Novas profissões surgirão conforme a necessidade, mas certamente todas elas precisarão de pessoas com capacidade criativa, que trabalhem em equipe e sejam apaixonadas pelo o que fazem”, detalhou.

Experiências Científicas

As experiências científicas chamaram a atenção dos visitantes.  No evento, participaram projetos como a Casa da Física, o Show da Química e o Clube de Astronomia, todos do Instituto de Ciências Exatas (ICE); o projeto Cunhantã Digital, do Instituto de Computação (IComp); e o Planetário do projeto Sesc Ciência, do Serviço Social do Comércio (Sesc). A proposta é integrativa e interativa, para além da mera exposição de trabalhos.

Atenta nas atividades do evento, a estudante Ana Gabriela Carneiro, 3° ano do ensino fundamental, tocou piano de uma forma diferente por meio do computador. O instrumento musical na versão digital chamou atenção da aluna.

“O piano é um instrumento musical que gosto muito, achei muito divertido  poder tocá-lo  pelo computador”, disse.

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Graduanda do 3° período de Química, Flávia Almeida, mostrou durante o evento alguns experimentos científicos relacionados à área

Graduanda do 3° período de Química, Flávia Almeida, mostrou durante o evento alguns experimentos científicos relacionados à área. Para ela poder explicar a disciplina numa linguagem simples aos alunos, dos ensinos fundamental e médio, é gratificante, sobretudo por contribuir para  despertar neles a curiosidade e o interesse pelo mundo da ciência.

“Por meio do experimento, eu consigo explicar um pouco sobre química, uma disciplina que na maioria das vezes é considerada difícil pelo público juvenil, mas de uma forma lúdica e divertida, que chama atenção deles”, contou.

O estudante Jorge Varela, da 7ª série do ensino fundamental, ficou impressionado com as experiências expostas durante o evento. Para ele, o evento faz a ponte dos assuntos abordados na sala de aula com a prática por meio dos experimentos científicos apresentados.

Já o estudante Lucas Roberto Amaral, 8° ano do ensino fundamental, disse que os alunos de graduação levaram muita criatividade para o evento. Segundo ele, foi uma forma de aprender, brincando.

“Achei muito divertido o evento. É uma experiência nova, ainda não tinha participado de nenhum evento igual a esse”, disse.

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Fapeam disponibiliza computadores para 2º Scratch Day em Manaus

Evento é voltado para celebrar o Scratch, uma plataforma de codificação gratuita desenvolvida nos Estados Unidos

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) irá disponibilizar 16 computadores para o 2° Scratch Day. Aberto ao público, o evento será realizado no próximo sábado (26), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), das 8h às 13h, com atividades gratuitas.

Os computadores disponibilizados pela Fapeam auxiliarão nas atividades interativas, que ocorrerão no saguão da Faculdade de Ciências Agrárias da universidade, as quais serão acompanhadas por alunos-monitores e professores da Ufam.

O Scratch Day é um evento mundial que reúne pessoas para celebrar o Scratch, uma plataforma de codificação gratuita desenvolvida pelo grupo de pesquisa Lifelong Kindergarten do MIT Media Lab, nos Estados Unidos.  A atividade abrange uma grande comunidade on-line, sendo destinada a estimular crianças, jovens e adultos a se inserirem no mundo da programação.

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O evento também é uma oportunidade para que alunos dos cursos de licenciatura da universidade conheçam as novas metodologias de ensino, incluindo os conceitos de Aprendizagem Criativa.

 Neste ano, o evento oferecerá oficinas para todas as idades, nas quais os participantes serão convidados a criar, programar e compartilhar seus projetos, uma ação que permite a troca de experiências e conhecimento. Também serão ministradas oficinas e palestras para professores.

A iniciativa conta com o apoio do MIT Media Lab, Instituto Ayrton Senna, Fapeam, Secretaria Municipal de Educação (Semed), Positivo, ICBEU  e a Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa.

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Ufam assina Protocolo de Cooperação com Universidade de Aveiro, em Portugal

Colaboração acadêmica, científica e cultural entre as instituições lusófonas beneficiará docentes, discentes e pesquisadores

 

Em seu 20º encontro, realizado até sábado, 12, na Universidade de Aveiro (UA), em Portugal, a Rede de Estudos Ambientais em Países de Língua Portuguesa (REALP) reuniu os parceiros lusófonos de universidades do Brasil, de Angola, de Cabo Verde e de Moçambique, além de representantes de ministérios afins e agências de fomento à pesquisa para comemorar seus 21 anos.

O reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), professor Sylvio Puga, está em Portugal, onde reafirmou, na manhã desta terça-feira, 8, a presença da única instituição de ensino superior (IES) do Norte do Brasil na Rede de Estudos Ambientais. O representante da Ufam na REALP é o docente da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), professor Henrique Pereira, que também participa deste 20º Encontro.

A professoraTerezinha de Jesus Pinto Fraxe, também da FCA, e a professora Elenise Scherer, vinculada ao Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS), apresentam trabalhos no evento.

Ao lado da Ufam, a Universidade de Brasília (UNB), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) são as outras IES brasileiras na REALP.

O Protocolo assinado pelo professor Sylvio Puga tem o escopo de “estabelecer uma cooperação acadêmica, científica e cultural no interesse comum da Ufam e da UA a partir do desenvolvimento de ações conjuntas em temas correlatos aos objetivos da Rede”.

Num trecho do documento, ambas as instituições reconhecem a importância da colaboração internacional no intuito de fortalecer a missão institucional e valorizar docentes, investigadores e estudantes. Ajustam ainda que a “as atividades colaborativas serão pactuadas no interesse da função universitária” e por meio de contratos.

Entre as ações previstas estão o intercâmbio pedagógico e científico de docentes e pesquisadores, a mobilidade de discentes da graduação e da pós-graduação, a organização de eventos conjuntos – como seminários, conferências ou encontros, e a elaboração de pesquisas e projetos em comum.

Reitor da Ufam, professor Sylvio Puga, assina Protocolo de Cooperação internacional ao lado do reitor da Universidade de Aveiro, professor Manuel António Assunção

Reitor da Ufam, professor Sylvio Puga, assina Protocolo de Cooperação internacional ao lado do reitor da Universidade de Aveiro, professor Manuel António Assunção

XX Encontro

O tema escolhido para o encontro de 2018 é ‘Ambiente e Direitos Humanos’, na perspectiva de que as duas questões estão intrinsecamente ligadas e se reforçam mutuamente. A escolha está alinhada à estratégia de desenvolvimento sustentável apregoada pelas Nações Unidas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados em setembro de 2015.

Além de recordar os mais de 20 anos de criação da REALP, o evento comemora os 40 anos da criação do Departamento de Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro (DAO/UA) e as três décadas passadas desde a Conferência Nacional de Ambiente de Portugal (CNA). O professor Manuel Carlos Serrano Pinto é o homenageado nesta edição.

As realizações da Rede também são destacadas, a exemplo da formação de parcerias multinacionais e da realização do Projeto Científico e Pedagógico de Doutoramento Internacional em Gestão e Políticas Ambientais, tendo a primeira turma sido iniciada em 2016.

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Desde 1997

O Protocolo de Execução da Rede Luso brasileira de Estudos Ambientais foi assinado no dia 4 de abril de 1997, quando o professor Nelson Fraiji estava no cargo de reitor da Ufam. Além dele, assinaram o documento os reitores das Universidades brasileiras de Brasília (UNB), de Pernambuco (UFPE) e de Santa Catarina (UFSC).

A então ministra do Ambiente de Portugal, Elisa Ferreira, o presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) daquele País, Fernando Ribeiro, e os reitores das Universidades portuguesas de Açores, Aveiro, Évora e Nova de Lisboa pactuaram o protoloco executivo da Rede. Os presidentes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) à época, respectivamente Abílio Neves e José Tundisi, também deram o aval ao acordo.

Cristiane Souza – ASCOM

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