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Música auxilia na aprendizagem da língua inglesa em Manaus

21.11.2019 - PROGRAMA PCE - CORAL AULA DE INGLÊS - FOTOS ERICO X-17

Projeto foi desenvolvido com apoio da Fapeam

Quem não gosta de ouvir a canção favorita? Seja para cantar, dançar, refletir, relaxar ou até mesmo para praticar alguma atividade física. A música é universal e possui diferentes ritmos e línguas. Em Manaus, a música também tem sido usada como instrumento inclusivo no ensino da língua inglesa, por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edital N° 003/2019, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

O projeto desenvolvido com 41 alunos do 5º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Professor Waldir Garcia, zona centro-sul, foi coordenado pela professora, Luana Camila Lima, que buscou trazer novas metodologias para facilitar o aprendizado da língua, além de buscar a inclusão dos estudantes refugiados (haitianos e venezuelanos), bem como os estudantes brasileiros com dificuldade de aprendizagem no ensino da língua inglesa.

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Segundo a professora, o projeto ajudou a melhorar a questão de aquisição de vocabulário, pronúncia das habilidades como leitura, escrita e também a postura no ato do canto e a expressão corporal.

“Espero que essa iniciativa não pare por aqui, que possamos continuar para atingir mais crianças, e que elas vejam que é possível aprender outro idioma de forma prazerosa e dinâmica, não sendo algo cansativo, mas sim algo que elas possam desenvolver de forma agradável”, relata.

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Projeto foi realizado por meio do PCE

Para a estudante do 5º ano e integrante do coral, Maria Luíza Nascimento, o projeto ajudou no seu desenvolvimento de aprendizagem do inglês. “Eu acho muito legal poder participar desse projeto, o coral me ajudou a desenvolver melhor a pronúncia do inglês, antes eu não sabia falar quase nada em inglês agora já aprendi muitas coisas. O coral me ajudou bastante.”

Esta é a primeira vez que a professora participa do PCE, Luana lima destaca a importância da música como uma forte aliada no ensino de outro idioma.  “Eu sempre acreditei na potência das artes, então a música vem para trabalhar justamente para que esse processo de inclusão seja mais favorável. Ela contribui muito para o processo de aprendizagem de outro idioma, ajuda a desenvolver vocabulário, a pronúncia, também tem a questão de trabalhar em grupo, a empatia, nós temos alguns alunos autistas, eles têm certa dificuldade de ter empatia com o colega então a música ajuda nesse processo”, relata.

 

Metodologia

Para o projeto as músicas foram trabalhadas de acordo com o nível de inglês de cada turma. Durante os ensaios, foram trabalhadas as habilidades de escuta, pronúncia, leitura, vocabulário e estruturas gramaticais juntamente com o conhecimento de técnicas básicas do canto (coral), que pode envolver o aquecimento prévio das vozes. A identificação dos diferentes tons e notas musicais, os ensaios também tiveram apoio técnico de estudantes do curso de Música da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que auxiliaram na questão de técnicas vocais e aquecimento.

O projeto que iniciou em julho de 2019 realizou um levantamento para saber quais estudantes tinham dificuldades de aprendizagem para analisar cada caso.

PCE

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

 

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Oficina aborda práticas e soluções tecnológicas para aplicar na área de saúde

Acadêmicos dos cursos de Medicina, Enfermagem, Psicologia, Odontologia e Nutrição de diversas universidades de Manaus participaram de oficina de capacitação sobre novos conceitos e práticas voltada para tecnologias que possam ser aplicadas na área de saúde. A atividade  foi realizada pela Fundação Hospital Adriano Jorge FHAJ/Lab, no período de 26/11 a 6 de dezembro, e ocorreu na Manaós Tech, no bairro Adrianópolis.

O FHAJ Lab é realizado, em parceria com a escola de educação tecnológica Manaós Tech, sob a coordenação do pesquisador, Juliano Monteiro de Oliveira, que integra a Diretoria de Ensino e Pesquisa da FHAJ. O projeto conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

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coordenador do projeto Juliano Monteiro

Juliano Monteiro explica que o FHAJ Lab, além da parte de tecnologia e inovação, também é voltado para o empreendedorismo, no qual o profissional  ou  estudante da área da  saúde têm a oportunidade de trazer o conhecimento e a experiência  para  propor soluções tecnológicas. “Estamos capacitando profissionais de uma área totalmente diferente que é da saúde para desenvolver tecnologias. Alguns alunos que estão participando dessa oportunidade, possivelmente, poderão ser empreendedores e poderão montar, por exemplo, uma startup, para a área da saúde, além de está inserido no ecossistema de inovação”.

Segundo o CEO da Manaós Tech, Glauco Aguiar, as oficinas foram positivas e mostraram o interesse do público para o assunto. “A quantidade de alunos que se inscreveram foi uma resposta da importância dessa iniciativa. A gente percebe que nas faculdades a disciplina da área tecnológica nos cursos de saúde é muito rara, às vezes é apenas uma disciplina e quando tem. Então percebemos que os alunos saem para o mercado e quando se deparam com ferramentas tecnológicas para desenvolver algum serviço para a área da saúde sentem dificuldade”, comentou.

Visão dos alunos

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Na oficina os alunos também aprenderam sobre criação de aplicativos e  Internet das Coisas. Para o estudante do 5° período de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), João Pedro Pio, a atualização do profissional no mercado é algo necessário. “O projeto vem com intuito de incentivar o estudante a pensar fora da caixa, inovar e ter diferencial. O mercado está cada vez mais competitivo”, disse.

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Segundo a estudante do 8º período Medicina da Ufam, Thainá Mendonça Bentes, o projeto traz um tema importante que é a melhoria para a área da saúde. “Fico feliz em poder participar dessa oportunidade que conecta a saúde e a tecnologia, porque  são duas áreas que devem se manter juntas”.

Pop CT & I 

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Fapeam divulga resultado da 1ª Chamada do Parev- edital N°007/2019

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Vinte seis propostas foram aprovadas no Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), edital N°007/2019, Chamada I, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Esta chamada contempla eventos a serem realizados de março a junho de 2020.

Resultado da 1ª Chamada do PAREV N°007/2019

Lançado no mês de junho, o Parev é uma das ações da Fapeam de fomento a popularização e difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) produzida no Amazonas. Para isso, o programa conta com investimento de R$ 2,2 milhões para apoiar, em duas chamadas, a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado relacionados à CT&I.

A 1ª Chamada aprovou propostas nas seguintes modalidades: 8 para a realização de evento internacional, 8 para evento nacional e 10 na modalidade regional.

 PAREV

O Parev tem o objetivo de apoiar a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas, relacionados a CT&I: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

A 2ª chamada do Programa recebe propostas até o dia 31 de janeiro, online, via SIGFapeam,   de interessados em realizar eventos  de CT&I no período de  julho a dezembro de 2020.

 Resultado da 1ª Chamada do PAREV N°007/2019

Acesse aqui o edital da 2ª Chamada do  PAREV N° 007/2019

 

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Potencial de plantas amazônicas é abordado durante palestra na Fiocruz Amazônia

Na manhã desta segunda-feira, 21/10, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu a palestra “Histórico de uso das plantas amazônicas”, ministrada por Fabiana Frickmann, gestora das RedesFito Amazônia. A atividade faz parte da programação da 16a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), cujo tema na Instituição é “Fiocruz Amazônia e você na semana de C&T (2ª edição): Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável”.

A palestra ocorreu na sede da Fiocruz Amazônia e contou, na abertura, com a presença da coordenadora do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PIC), Priscila Aquino, da assessora da diretoria, Maria Olívia Simão, e da vice-diretora de Ensino, Informação e Comunicação, Claudia Ríos.

Na abertura do evento, Maria Olívia falou da importância da divulgação científica para o esclarecimento da sociedade sobre assuntos relacionados a ciência e tecnologia, e pediu aos participantes que falem mais sobre ciência com as pessoas no seu entorno, com a finalidade de disseminar a importância da pesquisa para a obtenção de novos saberes. Como convite aos presentes, Dra. Claudia María Ríos Velásquez, ressaltou a intensa agenda de atividades da SNTC da Fiocruz Amazônia.

Pesquisadores, técnicos e bolsistas de iniciação científica participaram da atividade, que teve como principal objetivo capacitar e disseminar informações sobre o histórico da Bioeconomia na Região Amazônica, bem como as possibilidades de plantas medicinais como potenciais fármacos, propriedades industriais e intelectuais.

“Quando se desenvolve uma tecnologia, não se deve ficar guardada. Estratégias de políticas públicas podem ser usadas para isso. O processo evolutivo como se deu e, a partir disso, aprender e fazer de uma forma melhor e mais inovadora. Toda ciência deve ser feita para saúde e prosperidade, correndo o risco de ser utilizada para fins negativos. Mas por isso ninguém mais vai inventar? Não. Mesmo que possa ser utilizada para o mal, o pesquisador tem que estar focado no bem social dessa inovação”, afirmou a pesquisadora.

Durante a palestra, uma linha cronológica foi apresentada, começando em 1835, com as plantas produtoras de látex extraídas da Amazônia para a Malásia, até 2019, com novos produtos com indicação geográfica amazônica, selos de comprovação com o intuito de proteger a natureza das espécies, como a farinha do Vale do Juruá e o abacaxi do Novo Remanso.

Além disso, foram apresentados exemplos de potenciais consolidados de Bioecomia na região, como o caso da Borracha (Hevea brasiliensis), Guaraná de Maués (Paullinia cupana) e Pau-rosa (Aniba rosaeodora). Fabiana ressaltou a importância de engajamento dos estudantes como possíveis pesquisadores do assunto, focando em estudos sobre manejo e pesquisa, a fim de evitar a extração desenfreada e o risco de extinção das espécies.

SOBRE A PALESTRANTE

Fabiana é professora Visitante do Programa de Pós Graduação em Biotecnologia (PPG-BIOTEC/BIONORTE) da Universidade Federal do Amazonas, Doutora em Biotectologia Vegetal (UFRJ), 2012. Atuou como Coordenadora das RedesFito, Professora e orientadora da Pós-Graduação do Curso de “Gestão em Inovação de Fitomedicamentos”. Desenvolve projetos nas áreas de: prospecção biotecnológica, etnoecologia, sustentabilidade socioambiental e gestão nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação & Saúde. 

Atualmente trabalha na área de Gestão da inovação de produtos de origem natural, ecologia e biotecnologia Vegetal da RedesFito Amazônia.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Fotos: Marlúcia Seixas

Fiocruz Amazônia mobiliza escolas públicas através do graffiti com o “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”

Entre os dias 22 e 27/11, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove atividades de popularização da ciência, através do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”. A ação faz parte da programação da Instituição, durante a 16a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

A atividade tem como principal objetivo a divulgação da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) em escolas públicas da capital, utilizando como estratégia a produção de painéis sobre Saúde e Meio Ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.

A ação pretende sensibilizar professores e estudantes, por meio da arte do graffiti nos muros de escolas públicas de Manaus, além da distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

Participarão da mobilização 10 Escolas Públicas de Manaus, selecionadas pela Secretaria de Estado de Educação (SEDUC) e Secretaria Municipal de Educação (SEMED): Colégio Brasileiro Pedro Silvestre, Escola Estadual Vicente Schettini, Escola Estadual Maria Amélia do Espírito Santo, IFAM/Zona Leste, Escola Estadual Márcio Nery, Escola Estadual Altair Severiano Nunes, Escola Estadual Ângelo Ramazzotti, Escola Estadual Sant’ana, Escola Estadual de Tempo Integral Prof. Djalma Batista, Instituto Batista Ida Nelson.

O projeto beneficiará cerca de 500 pessoas, entre estudantes, corpo técnico das escolas e a comunidade ao entorno. Durante os dias do evento serão realizados 10 painéis de graffiti, com o intuito de enfatizar os seguintes temas: Saúde, Bioeconomia e Desenvolvimento Sustentável. A Grafiteira Deborah de Lemos Vieira Cabral (Deborah Erê) será responsável pela concepção e pintura dos painéis.

Na oportunidade, a equipe da Regional Norte da Obsma levará os materiais de divulgação nas Escolas Olímpicas e dialogará com a gestão, os professores e os alunos, a fim de incentivar a participação na Olimpíada e o desenvolvimento de projetos de Saúde e Meio Ambiente. Após a conclusão da pintura, será entregue para a escola o certificado de Escola Olímpica e cartaz comemorativo pelo título ganho.

Para a coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), o evento é uma oportunidade de “divulgação do principal trabalho da Obsma, despertar a divulgação científica em nível de educação básica, a fim de que os alunos encontrem na Olimpíada um caminho a se trilhar. A Semana concede o espaço de divulgação, ampliação e popularização da divulgação científica. Desse modo, Fiocruz e Obsma têm a oportunidade de articular com outras instituições e levar a proposta da Olimpíada a todos”.

Confira a programação do evento: 

 

                                                         

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Imagens: Cael Fernando

Fiocruz Amazônia promove ciclo de atividades durante 16ª SNCT

Outubro é o mês nacional da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Com atividades coordenadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a celebração tem o objetivo de mobilizar a população, em especial os jovens, para atividades científico-tecnológicas. O mês vai expandir as atividades já realizadas anualmente na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Com o tema “Fiocruz Amazônia e você na semana de C&T (2ª edição): Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável”, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) promove entre os dias 21 e 27/10, um ciclo de atividades, que buscam dialogar com a sociedade por meio de estratégias variadas.

Na próxima segunda-feira, 21/10, a instituição abre a programação da 16ª SNCT, com a realização da Intervenção Reflexiva: “Inovação no SUS”. A atividade consiste em uma profunda reflexão que sugere o encontro de olhares e sentidos dos estudantes de Iniciação Científica, sobre o cotidiano do trabalho do SUS e sua repercussão nas formas de fazer ciência na Fiocruz e nesses locais.

As ações promovidas pelo ILMD/Fiocruz Amazônia ocorrerão até novembro, com atividades que abrangerão a divulgação da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em escolas públicas de Manaus. A atividade utilizará como estratégia a produção de painéis sobre saúde e meio ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da agenda 2030, com a arte do graffiti em muros de escolas públicas de capital. A programação ainda inclui a distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

Ao longo dos dois meses, a Fiocruz Amazônia ainda irá realizar a segunda exposição: “Aqui tem ciência, Aqui tem Fiocruz”. Outra atividade realizada durante a 16ª SNCT da Fiocruz Amazônia será o “Digiciência”, uma oficina de vídeos digitais para divulgar a ciência. O projeto vai beneficiar estudantes, pesquisadores e professores de pós-graduação da Instituição.

Ainda está previsto na programação, a realização de oficinas de produção e divulgação do material didático “Malária – o caminho da gota espessa”, além da feira Ciência & Saúde para Você, a ser realizada no município de Tabatinga (AM), em parceria com o Instituto Federal do Amazonas (IFAM).

SOBRE A SNCT

A SNCT tem o objetivo de aproximar ciência e tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições, a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o país.

As atividades do Mês Nacional de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações serão coordenadas pelo MCTIC, com a colaboração de instituições públicas e privadas, universidades, museus, fundações de amparo à pesquisa, parques ambientais, jardins botânicos e zoológicos, secretarias estaduais e municipais, e outras entidades que tratem do tema. A finalidade é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, valorizando a criatividade, a atitude científica a inovação e a comunicação.

Segundo a organização da SNCT, as atividades realizadas durante o mês irão se aliar à missão Institucional do MCTIC, de apresentar a produção de conhecimento e riqueza, alinhadas à melhoria na qualidade de vida da população brasileira, de modo a permitir o debate acerca dos resultados, relevância e impactos da pesquisa científico-tecnológica, principalmente daquelas realizadas no Brasil, e suas aplicações.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Cael Fernando

 

Inpa realiza encontro para divulgação do Programa Finep Startup

O programa visa financiar startups com potencial de crescimento e retorno

Na próxima quarta-feira (23), às 09h, acontece um encontro para divulgação do Programa Finep Startup, que visa o fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do apoio às empresas brasileiras nascentes de base tecnológica, que possuam papel fundamental na introdução de novas tecnologias e modelos de negócios no mercado.

 O evento será realizado no Auditório da Biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), com entrada pela rua Bem-te-vi, bairro Petrópolis. Os interessados podem fazer a inscrição acessando o link. O encontro é gratuito e aberto aos interessados no tema.

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O encontro é gratuito e aberto aos interessados no tema

Por meio do programa serão disponibilizados recursos financeiros para que startups com alto potencial de crescimento e retorno possam enfrentar com sucesso os principais desafios de seus estágios iniciais de desenvolvimento, contribuindo para a criação de empregos qualificados e geração de renda para o Brasil.

A finalidade é promover o crescimento do mercado de capital semente no país, compartilhando com os investidores privados os riscos associados ao investimento em empresas nascentes de base tecnológica, sem substituir a iniciativa privada em seu papel como principal agente formador desse mercado.

O encontro para divulgação do Programa Finep Startup conta com o apoio do Inpa (Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação/Coeti e Incubadora), Amoci, Semtepi, Fabriq, Certi, ABio, Ajuri, Cide, INDT, Jaraqui Valley, Uninorte Empreende, Loopa, MeuUp, Rami, Impact Hub, Ulbratech e Cardume Coworking.

Fonte: Inpa

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Estudo científico pretende identificar a resistência de fungo causador de doenças em lavouras

Com apoio da Fapeam, pesquisa tem o intuito de mapear a ocorrência de resistência de fungos a fungicidas no Amazonas

Identificar a resistência do fungo fitopatogênico Corynespora cassiicola, causador da doença conhecida como mancha-alvo, a fungicidas disponíveis no mercado, e que são amplamente utilizados nas lavouras por produtores rurais de municípios do Amazonas, é base de um estudo científico realizado por pesquisadores da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Segundo a coordenadora da pesquisa, a doutora em Fitopatologia Jania Lília da Silva Bentes, a mancha-alvo é uma doença que acomete várias espécies de cultivo suscetíveis a ação do fungo como, por exemplo, o tomate, o pepino, a berinjela, o mamão e a soja. É um fitopatógeno de parte aérea, ou seja, ele causa doença nas folhas, nos ramos e até nos frutos.

A presença da doença é caracterizada por lesões que se iniciam por pontuações pardas, com halo amarelado, evoluindo para grandes manchas circulares de coloração castanho-clara a castanho-escura, e provoca a queda de folhas, podendo levar a planta à morte.

A pesquisa é desenvolvida com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Apoio à Pesquisa – Universal Amazonas.

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Pesquisa quer identificar a resistência do fungo fitopatogênico Corynespora cassiicola, causador da doença mancha-alvo

Pesquisa

Jania explicou que o objetivo do estudo é identificar a presença e distribuição de variantes do fungo resistentes aos principais grupos de fungicidas utilizados nas plantações para o controle de doenças nas lavouras do Amazonas.

“O intuito é avaliar a sensibilidade, in vitro e em campo, do fungo Corynespora cassiicola aos principais grupos químicos (fungicidas) usados para controle da doença no Brasil”, disse.

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Estudo é coordenado pela doutora em Fitopatologia Jania Lília da Silva Bentes, da Universidade Federal do Amazonas

A coordenadora pontua ainda que vários dispositivos podem ser responsáveis pela resistência dos fungos aos fungicidas, e o principal deles é a mutação, que é um mecanismo de geração de variabilidade genética que ocorre naturalmente nas populações de microrganismos.

“A resistência a fungicidas é favorecida principalmente pelo uso contínuo do mesmo produto, manejo, dose e intervalos de aplicação inadequados dos fungicidas, podendo auxiliar o surgimento desses variantes resistentes na população do patógeno no campo”, destacou.

Apesar da contribuição que os fungicidas proporcionam no controle de doenças, o uso intensivo pode ter como consequência a seleção isolados de fungos menos sensíveis ou resistentes a esses compostos químicos.

“Não existe um produto químico registrado no Ministério da Agricultura para controle desse patógeno em tomate. Então, é preciso aprender a manejar e a resolver um problema que também é da nossa região”, disse.

Para o estudo os pesquisadores vão avaliar a sensibilidade, in vitro, do fitopatógeno, na presença dos seguintes fungicidas, Tebuconazol, Clorotalonil, Carbendazim, Boscalida e Azoxistrobin, e em diferentes plantações localizadas em municípios do Amazonas, como, por exemplo, Manaus, Iranduba, Presidente Figueiredo, Itacoatiara, Rio Preto da Eva e Humaitá.

“Nessa fase da pesquisa pretendemos identificar a ocorrência em regiões produtoras do Estado e verificar a distribuição dessa ocorrência de fungicidas nas lavouras”, detalhou.

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Pesquisa é desenvolvida na Faculdade de Ciências Agrárias (FCA) da Universidade Federal do Amazonas

Início

Os pesquisadores começaram a investigar a resistência dos fungos aos fungicidas porque desconfiam que os produtores rurais utilizem produtos químicos no campo que não estão apresentando eficiência esperada no controle da mancha-alvo.

“Provavelmente os produtores estão usando produto químico que não está sendo eficiente no controle das doenças, e consequentemente gerando dano econômico e ambiental. Por isso a intenção com os estudos é apresentar para o produtor rural melhores estratégias de manejo da doença”, informou.

A pesquisa está em fase inicial com as coletas de amostras, em campo, para a análise e identificação molecular dos isolados.

Experimento

A pesquisadora explica que a primeira etapa do estudo será para testar, nas análises de laboratório, o crescimento e a reprodução de isolados de C.cassiicola resistentes na presença de diferentes fungicidas, e também avaliar a resistência por meio de inoculação em plantas de tomate.

“Escolhemos o tomate porque é o principal hospedeiro desse patógeno aqui na região”, informou a pesquisadora.

Os experimentos estão sendo feitos em parte no laboratório de Microbiologia e Fitopatologia da FCA/Ufam. Os testes em campo serão realizados no setor de produção vegetal da FCA, na Fazenda Experimental da Ufam e em possíveis áreas rurais que forem firmadas parcerias para experimentação científica.

Etapas da pesquisa

A coordenadora explica que a pesquisa começa com a coleta em campo, em diferentes municípios, das espécies vegetais hospedeiras do patógeno.

Esse material coletado são folhas apresentando sintomas típicos da doença. Nós trazemos para o laboratório, é feito o preparo das lâminas para a identificação morfológica da presença do patógeno nesse material, depois fazemos o isolamento, e em seguida a identificação molecular do fungo com base em marcadores genéticos para identificação da espécie Corynesposa cassiicola, e a partir daí são feitos os testes de inibição in vitro”, explicou a pesquisadora.

Testes com os fungicidas

A pesquisadora menciona que para os testes serão usados diferentes tipos de fungicidas, de diferentes grupos químicos para avaliar a inibição ou não do crescimento do fungo em placa de petri.

“Depois que nós identificamos a presença desses isolados sensíveis ou não sensíveis, partimos para os experimentos em casa de vegetação onde vamos cultivar as plantas de tomateiro, com a inoculação de fungos tanto sensível como não sensível ao fungicida e em seguida vamos aplicar o produto para verificar o comportamento do fungo também na planta, porque muitas vezes o comportamento desse  fitopatógeno pode variar nos testes de laboratório e na presença planta hospedeira”, explicou Jania.

A coordenadora explica que depois dessa avaliação dos fungicidas na presença das plantas, os pesquisadores irão correlacionar os resultados com a distribuição desses variantes resistentes nas diferentes áreas de coleta.

“Essa análise é para ter um entendimento dos locais que podem está ocorrendo ou não à presença desses variantes resistentes nas áreas produtoras do nosso Estado”, mencionou a pesquisadora.

Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Atividades culturais e palestras marcam a SNCT 2018

Evento tem como principal meta a difusão das ações de ciência e tecnologia no meio estudantil e comunidade em geral

Exposições, atividades culturais e palestras marcaram o último dia da 15ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), realizada na Arena Poliesportiva Amadeu Teixeira, bairro Flores, Zona Sul de Manaus.

O evento reuniu mais de 30 instituições, 54 estandes e 10 startups. Estudantes, pesquisadores e professores estiveram presentes para visitação.

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Estudantes, pesquisadores e professores estiveram presentes para visitação no estande da Fapeam

Segundo o secretário de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), João Prestes Schneider, a disseminação da ciência é algo importante. Segundo ele, é preciso valorizar o que tem sido feito na região no campo científico.

Sobre o cenário da CT&I para 2019, Schneider disse que é preciso priorizar segmentos da ciência com aplicação amazônica como as áreas da Biotecnologia, Botânica, Ciências Naturais, Hidrologia, entre outros.

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Secretário de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), João Prestes Schneider

“Vivemos na maior bacia hidrográfica no mundo, então, os maiores especialistas de água têm que está na região. Sabemos que muitas áreas da ciência não se aplicam na Amazônia, elas têm que ser adaptadas às condições locais. Estamos disseminando a nossa ciência na região. A ciência é aberta, por isso é importante ter uma interação com o mundo todo”, disse.

A SNCT 2018  trouxe o tema ‘Ciência para Redução das Desigualdades’, para o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, a ciência tem um papel importante para mudar esse cenário. Segundo ele, a ciência é capaz de contribuir, por exemplo, na formação das pessoas por meio do contato das crianças, ainda na educação básica, com o cenário científico.

Reis citou como exemplo o Programa Ciência na Escola (PCE) da Fapeam, conhecido por incentivar a aproximação da ciência no ambiente escolar, visando à participação de professores e estudantes, por meio de projetos de Iniciação Científica Junior (ICT/JR).

“Quando se aplica a ciência no dia a dia das pessoas a gente também promove a eliminação dessas desigualdades, pois por meio dos estudos científicos é possível promover uma infraestrutura na área da saúde, qualidade de vida e oportunidades para as pessoas alcançarem patamares maiores. A ciência em todas suas vertentes é uma promotora da eliminação das desigualdades”, disse o diretor técnico-científico da Fapeam.

Atividade

Uma das atividades da programação do último dia da SNCT foi à palestra “Tecnologia Assistiva para Pessoas com Deficiência Visual na Educação”, organizada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Seped), ministrada pelo sociólogo Ricardo Souza. Para ele é muito importante poder mostrar as pessoas, que mesmo com limitações elas podem trabalhar regularmente.

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Palestra intitulada “Tecnologia Assistiva para Pessoas com Deficiência Visual na Educação” foi organizada pela Seped

“Participo de palestras como voluntário para motivar pessoas mostrando que mesmo com a limitação visual elas podem trabalhar e realizar projetos. Apenas precisamos de mais incentivos de inclusão social”, disse.

Projetos

Mais de 20 projetos de escolas estaduais do Amazonas, vinculados ao PCE foram apresentados durantes os dois dias do evento. Um dos projetos apresentados foi o intitulado “O Estudo da Pintura Corporal nos Jogos Indígenas do Brasil”.

Coordenado pelo professor Jhones Pereira, o projeto é desenvolvido na Escola Estadual Governador  Melo Póvoas, bairro Santo Antônio, zona Oeste de Manaus. A proposta do trabalho é proporcionar aos alunos conhecimento da cultura dos povos indígenas.

“No projeto os alunos têm a oportunidade de conhecer mais sobre os saberes dos povos indígenas e as diversas formas de manifestações da cultura corporal”, contou.

Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Fapeam apresenta ações e programas para acadêmicos da Fametro

Estudantes conheceram os principais programas da Fapeam e as ações desenvolvidas para impulsionar o cenário de CT&I no Amazonas

Uma parte das ações e atividades desenvolvidas pela a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) foi apresentada para a comunidade acadêmica da Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), na manhã dessa quarta-feira (7). A palestra faz parte do ciclo de apresentações do projeto ‘Fapeam nas Universidades’, que tem o objetivo de aproximar e estimular os acadêmicos a participarem dos programas realizados pela Fundação.

Na ocasião, o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, falou sobre as linhas de pesquisas e programas fomentados pela instituição na formação de recursos humanos, pesquisa, empreendedorismo e inovação.

“Com o projeto ‘Fapeam nas Universidades’ queremos levar para alunos e professores informações sobre a atuação da Fapeam. Acreditamos que essa ação possibilita o esclarecimento de dúvidas e incentiva a comunidade acadêmica, da rede pública e privada, a participar dos programas da fundação”, contou.

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‘Fapeam nas Universidades’ tem o objetivo de aproximar e estimular os acadêmicos a participarem dos programas realizados pela Fundação

 

Graduanda em Arquitetura e Urbanismo na Fametro, Josielen Leandro, disse que a iniciativa da Fapeam é inovadora, principalmente por levar o projeto em instituições de ensino superior da rede privada.

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Josielen foi bolsista do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fapeam

“Acredito que a Fapeam foi certeira, o projeto é brilhante, pois o gestor se propôs a fazer mais que a sua função de apenas gerir. Ele está promovendo o conhecimento”, afirma a estudante.

Josielen foi bolsista do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fapeam quando estava no Ensino Médio. Segundo ela, participar do projeto de iniciação científica foi um diferencial para sua vida acadêmica.

“Participei por meio de um projeto na área de Biologia. Eu acredito que o PCE foi importante para chegar à graduação, penso em ir além com o mestrado e doutorado. Geralmente, quando você vem de escola pública pensa apenas em terminar o Ensino Médio e entrar no mercado de trabalho, não se tem a visão de ir além”, contou.

Programas

Durante a palestra, o diretor técnico-científico da Fapeam destacou o Programa de Apoio à Empresas Juniores, que visa à ampliação e o aprimoramento das atividades desenvolvidas por essas empresas, a fim de promover o aumento das atividades de inovação e o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Segundo Reis, a Fapeam é a segunda Fundação de Amparo à Pesquisa do país a fomentar iniciativas voltadas para o segmento. O programa, lançado no mês de abril, apoia 12 empresas juniores.

Reis falou ainda sobre os programas que ofertam bolsas de mestrado e doutorado como o Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos para o Interior do Estado do Amazonas (PROINT-AM), que concede bolsa de mestrado e doutorado a profissionais graduados residentes no interior do Estado.

Ele também destacou o Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-CAPES/Fapeam), que possibilita residentes no Amazonas realizar Pós-Graduação em nível de mestrado ou doutorado em outros Estados da Federação, em áreas estratégicas nas quais o Amazonas ainda não possui.

Faculdade 

A coordenadora de Pesquisa da Fametro, Suelania Figueiredo, disse que ação da Fapeam de levar para dentro da academia a atuação da Fundação e as linhas pesquisas é algo importante.

Segundo Suelania, o ensino superior não se sustenta apenas em aulas expositivas e sim por meio do tripé: ensino, pesquisa e extensão.

“Somos uma instituição de ensino superior privada com fins lucrativos e nos foi colocado que há uma possibilidade de convênios com a Fapeam para projetos. A Fapeam com essa abrangência e acolhimento com os alunos irá melhorar a formação de capital humano do nosso Estado”, destacou.

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Uma parte das ações e atividades desenvolvidas pela Fapeam foi apresentada para a comunidade acadêmica da Fametro

Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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