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Propostas para o Pronex encerram dia 30 de janeiro

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A parceria conta com um investimento total de 2 milhões

O programa contempla grupos de pesquisas, vinculada a instituições de ensino ou pesquisa sem fins lucrativos, no Amazonas

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), recebe até o dia 30 de janeiro propostas para o Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex), que contempla grupos de pesquisas, vinculada a instituições de ensino e/ou pesquisa sem fins lucrativos, no Amazonas.

A parceria conta com um investimento  total de 2 milhões, sendo  1,2 milhões do CNPq e 740 mil da Fapeam, de acordo com as possibilidades orçamentárias, poderão ser incorporados novos recursos.

Propostas

O edital foi lançado em dezembro de 2018 e já está em sua reta final. Os proponentes devem submeter suas propostas via Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico através do Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFAPEAM), disponível no site da Fapeam. Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da FAPEAM. Além do envio do Formulário on line, a submissão da proposta requer a apresentação de documentação complementar a ser anexada ao sistema SIGFAPEAM.

Requisitos

O edital é destinado para pesquisadores bolsistas de Produtividade categoria I do CNPq (PQ ou DT), residentes no Estado do Amazonas, que se apresentem como líderes de Núcleos de Excelência e que tenham vínculo empregatício permanente com instituições científicas e tecnológicas sediadas no Amazonas dos seguintes tipos: ensino superior, públicas ou privadas, Institutos e Centros de Pesquisa e Empresas públicas de atividades de pesquisa em Ciência, Tecnologia ou Inovação.

Resultados 

De acordo com o cronograma do edital, os resultados estarão disponíveis no site da Fapeam a partir de maio deste ano.

Acesse o edital 

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Bioconomia vai inspirar a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em 2019

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“Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável” será tema da SNCT 2019

A 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), vai ocorrer de 21 a 27 de outubro de 2019

A 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que vai ocorrer de 21 a 27 de outubro de 2019, será inspirada no tema “Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável”. O anúncio foi feito nesta terça-feira (20) pelo secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Elton Zacarias. “É um tema bastante adequado à diversidade natural do Brasil. Em um país continental, com a quantidade de biomas que temos, é um grande gerador de recursos e desenvolvimento. A bioeconomia também é um tema aderente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, ressaltou.

Para o secretário-executivo do MCTIC, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia cresce a cada ano, com a participação de instituições, parceiros e municípios envolvidos cada vez maior. “Faz parte da missão do ministério popularizar a ciência. Um país sem ciência é um país sem futuro, porque precisamos da ciência para o nosso desenvolvimento.”

Até o momento, o MCTIC registra a participação de 1.447 instituições de 889 municípios na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em 2018. Segundo a diretora do Departamento de Políticas e Programas para Inclusão Social, Sônia da Costa, a expectativa é atingir 1,5 mil municípios de todo o país. “No ano passado, tivemos 1.311 municípios participantes. Para este ano a projeção é de que vamos superar este número. Constatamos um aumento de 10% de participação em cada estado.”

Sônia acrescentou que a Semana Nacional tem crescimento expressivo desde 2015, quando começou a ser promovida por meio de editais. “Além dessa nova metodologia, tivemos um esforço organizado das federações de apoio à pesquisa nos estados e uma ótima repercussão na mídia.”

Ela ainda destacou os investimentos do MCTIC para impulsionar a Semana Nacional de 2018, que somaram R$ 6 milhões. Um total de 198 projetos foi aprovado para receber apoio nas duas linhas de apoio disponibilizadas pela chamada pública, 17% a mais do que no ano passado. “A finalidade da Semana é estimular o contato e a interação com a ciência e a tecnologia, com tudo o que há de mais moderno e que está sendo feito pelas instituições brasileiras”, disse.

Durante a cerimônia, o secretário-executivo adjunto do MCTIC, Alfonso Orlandi, entregou certificados a representantes de instituições que participaram da SNCT 2018 no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília. “O sucesso é reflexo das parcerias que o ministério faz, mas o mais importante é a participação dos expositores, que trazem conteúdo para dentro da feira.”

Realizada nacionalmente desde 2004, a SNCT é coordenada pelo MCTIC e conta com a colaboração de empresas e órgãos públicos, escolas, fundações de apoio, institutos de pesquisa, museus, universidades e estados e municípios.

 

Fonte: MCTIC

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Inscrições para a 71ª Reunião Anual da SBPC já estão abertas

O evento será realizado de 21 a 27 de julho de 2019, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande

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O tema será “Ciência e Inovação nas Fronteiras da Bioeconomia, da Diversidade e do Desenvolvimento Social”

As inscrições para a 71ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que será realizada de 21 a 27 de julho de 2019, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande (MS), já estão abertas. O evento terá como tema “Ciência e Inovação nas Fronteiras da Bioeconomia, da Diversidade e do Desenvolvimento Social”.

A Programação Científica é composta por conferências, mesas-redondas, encontros, sessões especiais, minicursos e Sessões de Pôsteres (que inclui a Jornada Nacional de Iniciação Científica). Também são realizadas outras atividades, como a SBPC Jovem (exposição voltada para estudantes do ensino básico e público em geral), a ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia), a SBPC Cultural (apresentação de atividades artísticas regionais e discussões sobre temas relacionados às artes e à cultura), a SBPC Afro e Indígena (conferências e mesas-redondas que abordam essas temáticas).  O evento será encerrado com mais uma edição do Dia da Família na Ciência, em um sábado dedicado à integração entre cultura, ciência e recreação para crianças, jovens e seus familiares.

Os interessados em submeter trabalhos terão até 11 de março de 2019 para fazer a inscrição e o pagamento da taxa, mas o evento também contará com um limite de 1000 trabalhos que, se for atingido, poderá antecipar o encerramento do prazo.

A inscrição online sem o envio de trabalho poderá ser feita até 19/07/2019.

A inscrição no evento é gratuita e dá direito ao certificado de participação geral. Para quem quiser submeter trabalho para apresentação na forma de pôster, frequentar minicurso ou ainda obter o material do evento, serão cobradas taxas cuja informação está disponível nas Normas de Inscrição.

Acesse o site da 71ª Reunião Anual: http://ra.sbpcnet.org.br/campogrande/

A Reunião Anual

A SBPC foi criada em 1948 e é uma entidade voltada à defesa do avanço científico e tecnológico e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Atualmente possui mais de 140 sociedades científicas associadas, em todas as áreas do conhecimento, e cerca de 5 mil sócios ativos.

A cada ano, a Reunião Anual da SBPC é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública. O evento reúne milhares de pessoas entre cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes. Além de autoridades e gestores que são formuladores de políticas públicas para ciência e tecnologia no País.

As reuniões anuais da SBPC têm, concomitantemente, os objetivos de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação e de difundir os avanços da Ciência nas diversas áreas do conhecimento para toda a população.

Fonte:  Jornal da Ciência

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Inscrições para 2ª chamada do Parev encerram dia 19 de fevereiro

Programa apoia a realização de eventos de cunho científico e tecnológico ocorrentes no período de julho a dezembro de 2019

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O PAREV tem como objetivo apoiar a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas

Os interessados em submeter projeto na 2ª chamada do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV) têm até o dia 19 de fevereiro de 2019 para submeter propostas no programa.

O PAREV tem como objetivo apoiar a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação como: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, com objetivo de divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

A segunda chamada do programa conta com um investimento de R$ 750 mil. Sendo R$ 150 mil para eventos regionais; R$ 200 mil para eventos nacionais; e R$ 400 mil para eventos internacionais.

O programa faz parte de uma das linhas de ação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, que tem a finalidade de fomentar a popularização e difusão da CT&I produzida no Amazonas.

Um dos requisitos presentes no edital é ter vínculo empregatício com Instituição de Pesquisa e Ensino Superior, centros de pesquisas, órgãos públicos sediados ou com unidade permanente no Estado do Amazonas, ter título de Doutor e estar cadastrado no sistema de Currículo Lattes do CNPq.

Submissão de propostas

A proposta deverá ser apresentada em versão eletrônica por intermediário do formulário contido no Sistema de gestão da Informação da Fapeam (Sig Fapeam), disponível na página eletrônica da instituição.

A relação dos projetos aprovados será divulgada no site da Fapeam. Acesse o Edital N° 009/2018 – PAREV

 Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

 

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Protótipos de aeronaves são desenvolvidos por alunos de Engenharias

Projeto é desenvolvido por estudantes dos cursos de engenharias da UEA

 Incentivar os estudantes de engenharia a participarem de atividades multidisciplinares, que abrangem desde a concepção até a construção de aeronaves, colocando a universidade entre as mais competitivas na área de engenharia da mobilidade é o objetivo do projeto Urutau Aerodesign.

O trabalho é desenvolvido na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado) da Fapeam, que visa fortalecer e ampliar a formação de recursos humanos ao nível de Pós-Graduação Stricto Sensu, além de apoiar com recursos financeiros, a melhoria da infraestrutura de pesquisa de instituições vinculadas ao Governo do Estado.

O projeto que surgiu em 2013, teve apoio financeiro da Fundação com recurso de R$ 298 mil. O apoio financeiro possibilitou a construção de um laboratório que atualmente funciona como oficina de trabalho para  a construção das aeronaves, com estrutura de equipamentos, computadores e softwares apropriados para a criação dos protótipos.

A iniciativa foi idealizada pelo professor doutor, Antônio Kieling, que tem assumido o desenvolvimento de todas as etapas do projeto na Universidade desde sua criação.

“Tudo começou quando um grupo de alunos visitou uma apresentação de mobilidade na área de engenharia na cidade de Florianópolis-SC e voltaram com a ideia de montar um projeto aeronáutico para a universidade.  A partir disso, apoiei essa inciativa e estou como coordenador e orientador até hoje”, disse.

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Iniciativa foi idealizada pelo professor doutor, Antônio Kieling, que tem assumido o desenvolvimento de todas as etapas do projeto na Universidade desde sua criação

Kieling ainda ressalta que sem o apoio da Fapeam seria inviável tirar o projeto do   papel. “Sem apoio financeiro não teríamos condições para construir o laboratório, inclusive equipes de outros Estados que já participaram de competições, visitaram nosso laboratório e ficaram impressionados, porque muitos não têm toda essa estrutura que temos aqui na UEA”, destacou.

Equipe Urutau

Atualmente, o grupo é formado por 25 estudantes das engenharias:  mecânica, controle e automação, elétrica, civil, produção, naval e eletrônica, naval e química, que são empenhados na construção de protótipos de aeromodelismo, com a finalidade de participarem de competições.

Segundo o coordenador, todo ano é lançado um edital para a seleção dos candidatos. “Selecionamos os alunos, através de provas de etapas eliminatórias compostas no edital, realizamos primeiro uma prova teórica, após isso,  uma dinâmica com várias atividades que são propostas para avaliar o comportamento em equipe e os mais aptos são selecionados para compor o time”, explicou.

Grupo é formado por 25 estudantes da área de engenharias com a finalidade de participarem de competições

Competição

O Campeonato é realizado anualmente na pista de decolagem do aeroporto da cidade de São José dos Campos-SP. O evento é organizado pelo projeto SAE BRASIL Aerodesing, que tem como principal objetivo propiciar a difusão e o intercâmbio de técnicas e conhecimentos de engenharia aeronáutica entre diversos estudantes.

Em 2017, a equipe de Manaus  conquistou  o 3 º lugar. Em 2018, os estudantes ficaram em 5º lugar. O grupo é único representante do Estado do Amazonas e também da Região Norte.

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Projeto incentiva os estudantes a participarem de atividades multidisciplinares, que abrangem desde a concepção até a construção de aeronaves

Para o estudante do 2º período de Engenharia de Controle e Automação, Rodrigo Oliveira, o projeto traz uma grande experiência profissional. “Desde criança fui muito apaixonado por aviação e desde os 18 anos eu pratico aeromodelismo. Logo quando entrei na UEA já tinha muita vontade de  participar do Urutau. Além disso, é perceptivo que um projeto desses tem um peso muito grande para meu desenvolvimento pessoal e profissional”, enalteceu.

Com mais de anos no projeto,  Yuri Silva, do 6º período de Engenharia Mecânica, conta que desde o ensino médio já participava de campeonatos de competições, mas de outros segmentos.

“A função que desenvolvo no projeto é de cargas e estruturas, entrei no 1º período da faculdade, pois já tinha uma base de eventos de competição. Assim que ingressei  na UEA tive a oportunidade de fazer parte do Urutau, comecei a criar uma paixão para o segmento da aeronáutica. Após terminar a graduação penso em fazer um mestrado na área”, relata o estudante.

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Em 2017, a equipe de Manaus conquistou o 3 º lugar. Em 2018, os estudantes ficaram em 5º lugar

Resultados

Para o coordenador, a ideia é que futuramente  a iniciativa venha firmar um corpo técnico nas diversas áreas da engenharia aeronáutica.

“Esperamos que em um futuro próximo, o fruto de todo esse trabalho gere um núcleo de pessoas altamente qualificadas para a criação de um curso tecnológico na área de aeronáutica ou até mesmo de engenharia. Vivemos na região com uma necessidade muito grande de deslocamento aéreo, no qual temos aeroportos, aeronaves, mas não temos um curso de formação para futuros engenheiros de aeronáutica”, explicou.

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Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Circuito da Ciência do Inpa explora interação com a natureza e oficinas educativas

A 3ª edição do ano do projeto acontece nesta sexta-feira. Três escolas da rede estadual de ensino estão confirmadas

 

Da Redação – Ascom Inpa

 

Interagir com a natureza, brincar e descobrir o novo. É assim que muitas crianças e adolescentes vivenciam a experiência de participar do Circuito da Ciência, projeto de sensibilização ambiental e popularização da ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC).

 

Nesta sexta-feira (29), estudantes de três escolas públicas da rede estadual de Manaus participam da 3ª edição do projeto – Estelita Tapajós (Educandos), Otávio Mourão (Cidade Nova) e Roberto Vieira (Nova Cidade). O Circuito começa às 8h e seguem até as 11h, Bosque da Ciência, localizado na Rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus.

 

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Atividades socioambientais com oficinas educativas e exposições com resultados de pesquisas, além do contato com a fauna e a flora amazônica integram a programação. No bosque, uma um fragmento florestal de 13 hectares dentro da área urbana de Manaus, é possível conhecer tartarugas, poraquê, peixe-boi, jacaré, árvore de 600 anos e a exposição da Casa da Ciência.

 

Para a pesquisadora Maricleide Naiff, coordenadora da oficina de leishmaniose, o bosque é um ambiente muito interessante para visitar, já que as crianças têm a oportunidade de passear pelas trilhas, ter contato com a natureza e respirar um ar puro. “Se a visita for durante o Circuito é ainda melhor, porque no projeto elas terão acesso a informações científicas de maneira simples e clara”, destacou.

 

Gratuito, o projeto é destinado a estudantes do 6º ao 9º ano de escolas públicas e privadas. As instituições interessados podem fazer o agendamento pelo sistema eletrônico http://abc-bosque.inpa.gov.br/. No endereço é possível encontrar o cronograma com as datas das edições do Circuito da Ciência.

Ensinando jiu-jítsu a crianças carentes do bairro da Lapa, atleta amazonense recebe homenagem na…

Em seu discurso, Humberto Barbosa agradeceu ao  ao Governo do Amazonas, que sempre o apoiou como atleta Com o projeto Jiu-Jitsu 100 % Free na Subprefeitura da Lapa-SP, o atleta amazonense Humberto Barbosa recebeu, na última sexta-feira (22/06), na Assembleia Legislativa de São Paulo, a Homenagem Esportiva 2018, conferida a todos os colaboradores e incentivadores […]

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Empresários perdem R$ 100 milhões por ano com pirataria nos rios da Amazônia

O Transporte Hidroviário na Amazônia foi discutido no Inpa, durante a 52ª Reunião do Geea. Segundo o presidente do Sindarma, Dodó Carvalho, os piratas estão roubando cerca de R$ 100 milhões por ano e além disso, se capitalizando e evoluindo nas suas ações.

Por Cimone Barros (texto e fotos) – Ascom Inpa

 

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Pirataria, criminalidade e falta de ordenamento são os principais problemas enfrentados pelo  transporte hidroviário na região amazônica. A afirmação é do presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), Claudomiro Carvalho Filho, mais conhecido como Dodó Carvalho, palestrante na 52ª Reunião do Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos (Geea) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC).

“Estamos sendo saqueados nos nossos rios. Nós não temos polícia nos rios, como se tem nas estradas ou nas cidades. Precisamos da presença da polícia ou da segurança nacional”, disse Dodó Carvalho. “Estamos perdendo mais de R$ 100 milhões por ano com esses crimes. E eles (piratas, barrigas ou ratos d’água como também são conhecidos) estão se capitalizando e evoluindo em suas ações.  Junto ao roubo de cargas também circula  a droga, o comércio ilegal de armas e a prostituição infantil”, alertou Carvalho, durante palestra realizada na última quarta-feira (28).  

O transporte longitudinal estadual e interestadual e de travessia na Amazônia conduziram em 2017, aproximadamente, 9,8 milhões de passageiros e 3,4 milhões de toneladas de cargas. Os dados fazem parte do estudo denominado Caracterização da Oferta e da Demanda do Transporte Fluvial de Passageiros e Cargas na Região Amazônica, divulgado no início de fevereiro deste ano pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Dodó defende a criação de uma Polícia Fluvial, por parte do Governo do Amazonas, a exemplo do Batalhão Fluvial no Pará, que vem combatendo a pirataria com eficiência e rigor. No Amazonas, há uma tratativa com a Secretaria de Segurança Pública, que planeja a estruturação de uma base que ficará no Encontro das Águas.

“Essa será nossa primeira experiência voltada para o rio. Estamos muito esperançosos de que essa base possa ao  menos mapear os problemas dos rios para depois termos outras bases em Tefé-Coari, no rio Madeira e no Baixo Amazonas”, afirmou  Carvalho.

Outro problema levantado pelo empresário é a falta de regulação das linhas do transporte hidroviário estadual. De acordo com o estudo da Antaq, no Amazonas, há 73 linhas de transporte longitudinal estadual (realizado ao longo de rios e canais), 57 portos de embarque, 213 embarcações que transportam 1,6 milhão de passageiros e 999,1 mil toneladas de carga. “Como transportamos toda essa quantidade de pessoas e não dizemos quem está autorizado?”,  questionou.

No quesito transporte de cargas, a ordenação do rio Madeira é fundamental para o setor e  esse rio é a principal rota de escoamento de grãos vindos de Rondônia,  e Mato Grosso, bem como do combustível que abastece os estados do Acre, Rondônia e Mato Grosso, além de ser a porta de entrada de 40% do que se consome em Manaus. Por outro lado, a principal hidrovia da região é o rio Amazonas, sendo a principal rota o trecho que vai  de Manaus a Belém e por onde circulam os navios e comboios que vão e vem de outras regiões do Brasil e também do exterior.

“O Madeira é um rio muito importante para nossa navegação e integração, mas quando chega o verão temos o problema de dragagem e garimpo ilegal. Precisamos ordenar isso para fazermos uma navegação segura”, cobrou Carvalho.

 

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Para o diretor do Inpa a discussão do tema Transporte Hidroviário na Amazônia é altamente relevante e perpassa os diversos segmentos da sociedade, como transporte, economia e aspectos sociais. “Acredito que todos os setores têm de trabalhar de forma harmônica para que a população tenha uma vida melhor na Amazônia, onde a logística é muito precária e esses problemas já são crônicos”, disse França.

Para o secretário-executivo do Geea, o pesquisador Geraldo Mendes, a água é vital para a economia, o desenvolvimento, mas não pode ser vista somente por esses aspectos. “Não podemos esquecer da água, como  espaço vital para os  peixes e outros organismos aquáticos e isso precisa ser colocado na balança”, lembrou Mendes. “Outro aspecto também importante é a água usada para o turismo. Quem não gosta de pegar um barco, ir para um lugar e ter uma natureza bem preservada, com mata, água límpida?”, complementou.

Corante natural a partir de fungos encontrados em frutos amazônicos

Pesquisa analisa fungos encontrados no buriti, tucumã, pupunha e de ambientes como solo e água para produção de pigmentos naturais

Os fungos encontrados em frutos de espécies nativas da Região Amazônica como buriti, tucumã e pupunha estão sendo analisados com objetivo de serem utilizados como fonte produtora de pigmentos naturais, ou seja, para serem usados como colorantes mais que possuam ação antioxidante ou atividade  pró-vitamínica A. Os pigmentos poderão ser aplicados nos setores alimentício, farmacêutico e cosmético.

A pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP) conta com apoio do Governo do Amazonas, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no âmbito do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós Graduandos do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Segundo a doutoranda em Biotecnologia Industrial Daiana Torres, para o crescimento dos microrganismos serão utilizados resíduos provenientes do processamento da mandioca, com objetivo de reaproveitar e destinar de forma adequada os resíduos, uma vez que o volume de produção e processamento da mandioca é alto na Região.

Fungos foram encontrados em frutos amazônicos e  ambientes como solo e água. Pesquisa finaliza em 2019

 

A pesquisa iniciou em 2015 e tem previsão para terminar no primeiro semestre de 2019 com a defesa da Tese de Doutorado. A avaliação antioxidante e da atividade pró-vitamínica desses pigmentos ainda estão na análise.

“A pesquisa traz diversos benefícios como a obtenção de pigmentos naturais e com propriedades químicas benéficas ao organismo humano, que poderá ser utilizado tanto pelas indústrias alimentícias, farmacêuticas ou cosméticas. Podemos destacar também o reaproveitamento dos resíduos provenientes do processamento da mandioca, que é uma das culturas de maior volume de produção na Região Norte, o que pode agregar valor a este subproduto agrícola�, destacou.

A pesquisadora explicou ainda que os pigmentos naturais já encontram aplicação na indústria alimentícia, onde são utilizados para realçar a cor de alguns alimentos, como por exemplo, do salmão.

“Além de pigmentar ou realçar a cor em alimentos os carotenoides podem possuir características muito interessantes para a indústria farmacêutica e de cosméticos, pois como já foi dito, eles podem possuir atividade antioxidante, que protegem as células sadias do nosso corpo contra as lesões e os demais danos causados pelo excesso de radicais livres, e ainda apresentam como potenciais fontes de vitamina A�, acrescentou.

Isolamento

 A pesquisa está sendo desenvolvida na Escola de Engenharia de Lorena (EEL\USP), onde estão sendo realizadas as atividades de processos fermentativos para a produção dos pigmentos a partir de fungos isolados e cultivadas nos resíduos de mandioca pré-tratados. E no Laboratório Micologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), onde foram realizados os isolamentos e a identificação dos fungos.

Daiana disse que como pré-requisito para o isolamento foi definido que apenas as leveduras (fungos) que apresentassem coloração seriam de fato isoladas, assim, foi proposto inicialmente, o isolamento de fungos a partir dos frutos de espécies nativas da Região Amazônica, como o buriti, tucumã e pupunha, coletados em área de Reserva Florestal em Manaus, porém, não foi possível isolar leveduras coloridas de todos os frutos coletados, sendo assim, incorporadas leveduras isoladas de outros ambientes, como água e solo.

Leveduras preparadas para serem armazenadas. Pesquisa é realizada durante o curso  de doutorado

 

“Isolar, significa cultivar (crescer) as leveduras fora do seu ambiente natural, ou seja, em meio de crescimento sintético que simula o ambiente natural. Assim, as leveduras utilizadas neste trabalho serão leveduras que crescem naturalmente na superfície de frutos, e que a partir de técnicas laboratoriais específicas serão retiradas dessas superfícies e transferidas para placas de Petri (vidraria de laboratórios), contendo o meio de cultivo que possui substâncias importantes para o crescimento destas leveduras�, disse.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado a profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela CAPES em outros Estados da Federação.

 “A Fapeam tem apoiado o desenvolvimento desta pesquisa, a partir da concessão da bolsa auxílio, que permite minha manutenção e estadia na cidade de Lorena – SP, para realizar as atividades referentes à Pesquisa. O que também possibilita a troca de informação e de conhecimento com profissionais experientes e com grande conhecimento na área de estudo, podendo firmar entre pesquisadores da Região Sul e Norte do Brasil, a fim de promover o desenvolvimento científico no Amazonas�, finalizou.

Texto – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos- Acervo do pesquisador

 

 

 

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Estudo deve contribuir para construção de políticas de inclusão de alunos com deficiência no Ensino Superior

Pesquisa recebe fomento da Fapeam e é realizada com estudantes da Universidade do Estado do Amazonas e conta com a parceria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Construir políticas públicas que contemplem a inclusão de estudantes com deficiência no Ensino Superior, a partir de suas “próprias vozes” é o objetivo do projeto de pesquisa da pedagoga e mestre em Educação, Joab Grana Reis. O estudo está previsto para ser finalizado em dezembro de 2018.

O estudo é fomentado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), através do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados do Estado do Amazonas (RH-Doutorado). A pesquisa tem a finalidade de criar ações que garantam, a partir da realidade local, o acesso, a permanência e a aprendizagem dos alunos com deficiência que, historicamente, carregam as marcas dos estigmas, da desigualdade e da exclusão.

Segundo a pesquisadora, o projeto consiste em investigar a partir das vozes desses estudantes, suas vivências e experiências no cotidiano do Ensino Superior. “Dessa forma conseguiremos compreender, por meio das narrativas das histórias de vida dos estudantes com deficiência, suas vivências psicossociais na Universidade, bem como o sentido da política de inclusão desses estudantes no Ensino Superior”, disse.

17.09.2015 - CRISTIANE VIEIRA - CADEIRANTE - PROAMDE  - FOTO LANA SANTOS_-34Pesquisa pretende criar ações que garantam a pessoa com deficiência o direito ao acesso, permanência e a aprendizagem a partir da realidade local

A pesquisa teve início em 2015, mas o interesse pelo tema veio desde quando Joab começou sua trajetória como professora na área de Educação Especial, em 1992. Em 2008 a pedagoga passou a fazer parte do quadro de docentes da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), aonde vem desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa, extensão, entre outras atividades com estudantes com necessidades educacionais especiais.

“Foi dessa vivência e experiência que surgiu o interesse e o desejo de desenvolver esse estudo a partir da escuta das vozes dos alunos que vivenciam sua inclusão educacional no cotidiano da Universidade. Escutando esses alunos, nos aproximamos mais deles e de suas realidades”, contou Joab.

O projeto de pesquisa é realizado com alunos da UEA e foi dividido em duas etapas. A primeira constituiu a pesquisa bibliográfica para a produção dos capítulos da tese, o levantamento dos documentos institucionais que tratam da inclusão educacional de estudantes com deficiência na UEA, o mapeamento desses estudantes e a construção do cenário no contexto amazônico.

Já a segunda etapa terá início no segundo semestre de 2017 em que serão feitas as pesquisas de campo nas unidades da UEA e realizada a entrevista com os estudantes com deficiência, mapeados na primeira etapa, aplicando os procedimentos metodológicos da pesquisa com história de vida.

Parcerias

Além da Fapeam e da UEA, que apoiam o projeto de pesquisa através da concessão de bolsas de estudo e no deslocamento para investigação no campo de pesquisa das unidades acadêmicas da Universidade, na capital e no interior, Joab destaca ainda a parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) onde realiza o doutorado, com o auxílio da Fapeam.

“Considero o fomento de bolsas para estudante de Mestrado e Doutorado pela Fapeam fundamental para incentivar o crescimento e a participação de pesquisadores na produção de novos estudos e pesquisa. E principalmente fortalecer o conhecimento sobre nossa realidade amazônica a partir das vozes de pesquisadores que vivenciam a realidade local. Nesse sentido, destaco a manutenção dos Editais e ampliação de bolsas de estudo”, destacou a doutoranda.

Políticas Públicas

Para Joab, o estudo irá trazer grandes benefícios para os alunos com deficiência no Ensino Superior.

“A partir deste estudo com as narrativas dos alunos com deficiência eles poderão dizer a partir de suas próprias experiências qual o sentido da política de inclusão, bem como suas barreiras, avanços e desafios. Esses dados serão fundamentais para se pensar em ações que contemplem a realidade de inclusão desses estudantes, orientando a Universidade a construir políticas públicas de inclusão desde o ingresso até a formação desses estudantes”, ressaltou a pesquisadora.

Texto- Ada Lima e Francisco Santos – Agência Fapeam

Fotos: arquivo Agência Fapeam

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