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Fapeam realiza oficina do PCE para professores da Semed Manaus

A segunda oficina preparatória para elaboração de projetos do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) foi realizada, neste sábado (11/5), para professores de escolas municipais de Manaus. A capacitação ocorreu na Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM), bairro Adrianópolis , zona Centro-Sul.

Seguindo o mesmo formato apresentado no Centro de Mídias da Seduc-AM, na  sexta-feira (10/5), a oficina ministrada pela professora Maria Fulgência Bandeira, em conjunto com a professora Geisy Rebouças, orientou os professores com assuntos relacionados ao edital  do PCE, que recebe propostas até o dia 29 de maio.

Oficina do PCE é realizada para professores da Semed Manaus

Oficina do PCE é realizada para professores da Semed Manaus. Foto: Barbara Brito

Na oficina, foi abordado como montar e executar um projeto de pesquisa, como submeter propostas ao programa, por meio do sistema da Fapeam, critérios usados para seleção e avaliação, compromissos do coordenador e bolsista, entre outros temas.

O coordenador institucional do PCE pela Semed Manaus, Romualdo Barros, disse que a oficina é uma oportunidade para professores se preparem, bem como conhecer o programa e os pontos do edital, possibilitando a melhoria na submissão de projetos.

Visão dos professores

A professora Sueli Nascimento, da Escola Municipal Aribaldina de Lima Brito, no bairro Val Paraíso, na zona Leste de Manaus, informou que nunca fez e executou um projeto de pesquisa. Essa será a primeira vez que ela vai submeter projeto ao PCE.

“Os professores que querem participar pela primeira vez do PCE têm várias dúvidas. A gente precisava dessa oficina para poder ter mais segurança na hora de elaborar o projeto”, disse.

A professora Nilze Albuquerque, da Escola Municipal Ulisses Guimarães, bairro Amazonino Mendes, zona Leste da cidade, conta que ficou interessada em participar do PCE desde quando surgiu o convite na escola. A partir disso, buscou saber mais sobre programa e participou da oficina para esclarecer as dúvidas.

“Eu vi professores desenvolverem projetos do PCE e sempre gostava de assistir a apresentação dos alunos nas oficinas práticas. O que observei é que esses alunos evoluíram e retornaram à escola para contar o que estão fazendo. Eu como professora de matemática almejo isso para meus alunos, essa capacidade de fazer pesquisa. Então, aprendendo a desenvolver o projeto do PCE terei como direcionar os estudantes. Por isso meu interesse hoje na oficina”, contou.

A próxima oficina será realizada no dia 17/5 para professores de escolas estaduais de Manaus, no  Centro de Formação Profissional Pe. José Anchieta (Cepan) da Seduc/AM, no bairro Japiim II, zona Sul de Manaus.

PCE

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Seduc/AM e Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed), o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Acesse o edital do Programa Ciência na Escola

 

Por Esterffany Martins

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Professores do interior participam de oficina do Programa Ciência na Escola

Professores de 28 municípios do Amazonas assistiram a transmissão da oficina de elaboração e submissão de projeto ao Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que ocorreu nesta sexta-feira (10/5), por meio do Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (Seduc-AM).

Durante a abertura, a diretora técnico-científica da Fapeam, Marne Vasconcellos, destacou a importância da oficina na orientação aos professores para elaboração de projetos criativos e de qualidade voltados ao PCE.

Marne Vasconcellos destacou também as novidades da edição 2019 do PCE, dentre essas o aumento no número de projetos que saltou de 540 para 600, e o aumento no valor das bolsas para estudantes que saiu de R$120 para R$150, além do aumento no valor das bolsas para professores que agora será de R$560.

“O PCE é um programa pioneiro no país, voltado para educação básica do Amazonas e que este ano completa 15 anos. Para comemorar teremos uma premiação para os melhores projetos do Programa, ao final desta edição”, disse.

10.05.2019 - Oficina PCE 2019  - Centro de Mídias   -- Fotos Érico Xavier._-12

Oficina de elaboração e submissão de projeto ao PCE ocorreu no Centro de Mídias da Seduc-AM

Segundo o coordenador institucional do PCE pela Seduc-AM, Mailson Rafael Ferreira, a oferta da oficina é um mecanismo de incentivo ao aumento das inscrições de projetos.

“As vagas são divididas por região e muitas vezes temos dificuldade em preencher as do interior. A oficina vem com objetivo de capacitar os professores e incentivá-los a submeter seus projetos. A expectativa é dobrar o número de projetos inscritos. Muitos professores esperam as orientações das oficinas para finalizarem seus projetos. Então, esperamos que depois dessa transmissão mais submissões sejam efetivadas”, comentou.

Oficinas do PCE

As oficinas são voltadas para professores de escolas estaduais do Amazonas e de escolas municipais de Manaus interessados em participar e concorrer ao edital do PCE, que recebe propostas até o dia 29 de maio.

No Centro de Mídias, a oficina foi ministrada pela professora Maria Fulgência Bandeira, em conjunto com a professora Geisy Rebouças. Na ocasião, foi orientado como montar e executar um projeto de pesquisa, bem como detalhados pontos do edital do PCE como: passo a passo para submeter propostas ao programa,  requisitos exigidos no edital, critérios usados para seleção e avaliação, compromissos do coordenador e bolsista, entre outros assuntos.

“Na oficina explicamos, por exemplo, como executar uma pesquisa para ter sucesso e orientamos como preencher o formulário de projeto de pesquisa, sua execução e a importância de ter um relatório final, como produto do que foi feito ao longo do programa”, disse Maria Fulgência.

O professor José Roberto Azevedo, da Escola Estadual Suzana de Jesus Azedo, em Parintins, assistiu a transmissão da oficina. Ele afirma que o momento foi importante para esclarecer dúvidas em relação ao edital do PCE.

José Roberto participou do PCE na edição de 2017 e pretende submeter proposta este ano ao programa.

Para o professor Mikail Queiroz, da Escola Estadual Professora Mirtes Rosa de Mendonça Lima, em Itacoatiara, a oficina ajudou com as orientações feitas de forma direta e simples, o que facilitou aprendizado.

“Toda oficina feita com objetivo de melhorar, incentivar e esclarecer as dúvidas sobre o PCE é de grande valia e importância. A oficina proporcionou aos professores incentivo e uma facilidade na elaboração e submissão de seus projetos ao programa”, disse.

A próxima oficina será realizada no dia 17/5 para professores de escolas estaduais de Manaus, no  Centro de Formação Profissional Pe. José Anchieta (Cepan) da Seduc/AM, no bairro Japiim II, zona Sul de Manaus.

PCE

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Seduc/AM e Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed), o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Acesse o edital do Programa Ciência na Escola

Por Esterffany Martins e Mariana  Filizola

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Oficina de elaboração e submissão de projeto no edital do PCE

Professores de municípios do Amazonas serão os primeiros a receberem a oficina de orientação sobre elaboração e submissão de projeto no Programa Ciência na Escola (PCE) que ocorre nesta sexta-feira,10/5,  por meio do Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (Seduc/AM).

Durante a oficina ministrada pela professora doutora, Maria Fulgência Bandeira, será feito um panorama sobre o edital, desde objetivo do PCE, bem como apresentado aos professores o passo a passo para submeter propostas ao programa. Também serão reforçados pontos como requisitos exigidos no edital, critérios usados para seleção e avaliação, além de compromissos do coordenador e bolsista.

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Seduc/AM e Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed), o PCE está com edital aberto e recebe propostas até o dia 29 de maio. O programa tem o objetivo de despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

A próxima oficina será realizada no sábado, 11/5, para professores de escolas municipais de Manaus na Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM)/ Gerência de Tecnologia Educacional (GTE),  no bairro Nossas Senhoras da Graças.

PCE

 A nova edição do PCE estima apoiar até 600 projetos, sendo até 200 projetos de escolas estaduais e municipais de Manaus e 400 projetos de escolas estaduais do interior do Amazonas.

Pioneiro no país, o PCE completa 15 anos de criação em 2019. Em comemoração a data haverá premiação para os melhores projetos deste ano. No final do programa os professores também poderão publicar artigos científicos em revista especial do PCE.

 O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

 

Acesso o edital do Programa Ciência na Escola

Por Esterffany Martins

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Projeto usa celular como ferramenta pedagógica

Proposta do trabalho é de viabilizar o uso do aparelho no processo de ensino aprendizagem

O celular tornou-se uma ferramenta indispensável para maioria das pessoas. O aparelho tem sido à base de um projeto desenvolvido no interior do Amazonas, que utiliza o instrumento como ferramenta pedagógica. O trabalho é realizado na Escola Estadual de Tempo Integral Álvaro Maia, no município de Humaitá/AM.

O projeto é desenvolvido por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edição 2018, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Como forma de conscientização quanto à dependência dos alunos com relação ao celular, a proposta do trabalho é de viabilizar o uso do aparelho no processo de ensino aprendizagem.

O coordenador do projeto, Marcos Antônio Oliveira, disse que decidiu realizar o trabalho na escola devido o celular fazer parte da vida diária dos alunos o que causa também dependência em seu uso. Ele afirma que a ausência do aparelho chega até mesmo a provocar transtornos psicológicos nos alunos. As regras impostas pela família e instituições escolares na tentativa de impedir o uso em sala de aula tem sido ineficiente.

“O objetivo desse trabalho é viabilizar o celular como uma opção a mais de pesquisa escolar funcionando como um ambiente virtual disponível aos alunos 24 horas”, contou.

Professor de História na escola, Oliveira explicou que os slides trabalhados em sala de aula são postados no grupo de um aplicativo para smartphone, que é administrado pelo professor coordenador e a gestora da escola. Antes de cada avaliação é cedido em torno de 10 minutos para que os alunos possam consultar os slides enviados, os quais contêm os conteúdos que serão cobrados nas avaliações.

“Para permitir que os alunos que não possuem celulares sejam beneficiados pela produção de conhecimento obtido no grupo são efetuados debates em sala aula com os membros participantes com foco nos materiais postados”, disse. 

Comportamento dos Alunos

Conforme o professor, os livros também são usados durante as aulas, mas  o efeito produzido por meio do projeto no processo de ensino aprendizagem aumentou com a leitura dos conteúdos digitais.

“A maioria dos estudantes, seja por desinteresse ou pelo peso dos livros, não levam os mesmos para a sala de aula. Quando isso acontece, há uma prioridade para os livros de português e matemática. Mas, quase todos  possuem aparelhos celulares de última geração e os transportam diariamente às escola em seus bolsos ou bolsas escolares. O que se percebe com relação aos celulares utilizados pelos alunos é que a qualidade e custo dos mesmos muitas vezes é maior daqueles utilizados pelos professores”, detalhou.

Outro ponto positivo do projeto é que nas aulas os alunos demonstram interesse em discutir determinados trechos de textos ou imagens postadas aumentando o desempenho durante as avaliações.

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O projeto é desenvolvido por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edição 2018, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed)

Para aluna e bolsista do PCE, Laís Ferreira dos Santos, 3° ano do Ensino Médio, o projeto é importante por tornar os conteúdos debatidos em sala de aula atrativos e digitais.

“É algo que nos ajuda não apenas na aprendizagem em sala de aula, mas também nos auxilia como preparatório para prestarmos o vestibular, pois os conteúdos postados também são relacionados a estes temas”, informou.

A estudante, Thalia Aparecida dos Santos, do 2º ano do Ensino Médio,  conta que a atividade proporciona estudar história de maneira diferente.

“São postados no grupo materiais que reforçam o estudo em sala de aula, tais como textos, imagem, vídeos e o próprio slide que o professor usa em sala de aula e faz com que o aluno adquira mais conhecimento por conta do celular está presente na vida dos jovens 24h por dia”, disse.

Já para Radyjia de Lima, do 2º ano do Ensino Médio,  o projeto atrai os alunos por envolver a tecnologia no ensino. A estudante conta ainda que como alguns materiais são enviados pelo celular quando não está próxima dos livros fica mais fácil de ter o conteúdo a um toque da mão.

“Esse projeto nos ajuda a estudar em vários lugares diferentes, na escola, em casa. Com temos acesso mais fácil ao celular nós podemos levar para vários lugares e facilita o nosso aprendizado no dia a dia”, contou.

PCE

O PCE apoia a participação de professores e estudantes do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais sediadas no Amazonas e municipal.

Lançado no mês de março, o programa conta com investimento de quase R$2,5 milhões para incentivar a aproximação da ciência no ambiente escolar, visando à participação de professores e estudantes, por meio de projetos de Iniciação Científica Junior (ICT/JR).

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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