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Pesquisa desenvolvida com fruta amazônica é publicada em revista científica internacional

Uma pesquisa desenvolvida no Amazonas descobriu que a fruta pedra-ume caá (Eugenia pucicifolia), ainda desconhecida por grande parte da população, possui potenciais antioxidantes e antiglicantes, cujas propriedades são promissoras para o desenvolvimento de um novo produto (fármaco ou nutracêutico) para o tratamento de diabetes.

O resultado da pesquisa foi publicado na Revista Científica Food Research International, por meio do artigo intitulado “Pedra-ume caá fruit: An Amazon cherry rich in phenolic compounds with antiglycant and antioxidant properties”, produzido pela doutoranda em Química, Andrezza da Silva Ramos, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

“A ideia do estudo foi agregar valor a esses frutos não convencionais com objetivo de provar que eles são, além de palatáveis, saudáveis e tentar encontrar algum bioativo, ou seja, substância que tivesse alguma atividade benéfica à saúde”, comentou Andrezza.

O estudo desenvolvido com a pedra-ume caá contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do projeto  “Investigação dos potenciais antioxidante, anti-inflamatório, antimicrobiano e citotóxico de plantas medicinais amazônicas com interesse biotecnológico”, via o Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Amazonas (Fixam),  coordenado pela Profª Dra. Jaqueline Bezerra, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam).  A pesquisa permitiu consolidar parcerias com o grupo de pesquisa da Ufam para poder implementar os ensaios e desenvolver o projeto.

Andrezza da Silva Ramos - UFAM - Fotos Érico Xavier-6

Fruta pedra-ume caá (Eugenia pucicifolia)

Segundo Andrezza, ter uma publicação em uma revista científica internacional representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos pesquisadores.  “Quando outros grupos citam o nosso trabalho é uma forma de dizer que respeitam e aceitam o que você está dizendo como verdade. Isso é algo bem motivador, publicar e saber que têm pessoas de todo mundo lendo e descobrindo o que está sendo feito aqui”, contou.

O  Prof. Dr.Marcos Batista, que integra o grupo de pesquisa,  reforça que o  artigo é importante, mas não é o principal produto e sim o aluno por ter conseguindo concluir o trabalho, principalmente com resultados promissores.

Andrezza da Silva Ramos - UFAM - Fotos Érico Xavier-38

“Essa produção científica demonstra a qualidade da pesquisa realizada por discentes da universidade, o que irá sem dúvida refletir, positivamente, nos conceitos dos programas de pós-graduação envolvidos, bem como nos indicadores de produção científica dos bolsistas de produtividade em pesquisa que colaboram com esse artigo”, destaca.

Grupo de pesquisa

O trabalho trata-se de um estudo químico, mas com viés multidisciplinar no qual foi idealizado pelo grupo de pesquisa do Núcleo de Estudos Químicos de Micromoléculas da Amazônia (Nequima) da Ufam. Além de Andrezza, fazem parte da equipe o químico, Prof. Dr. Marcos Machado; o farmacêutico Prof. Dr. Emerson Lima; engenheiros Prof. Dr. Edgar A. Sanches e Prof. Dr. Pedro Campelo.  Participaram ainda pela Embrapa Amazônia Ocidental o agrônomo Dr. Francisco Célio Chaves, além da colaboração da Profa. Dra. Francinete Campos da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

FIXAM

O programa consiste em estimular a fixação de recursos humanos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições de ensino superior e pesquisa, institutos de pesquisa, empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento, empresas privadas e microempresas que atuem em investigação científica ou tecnológica.

Por Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Fiocruz Amazônia Revista aborda desafios e perspectivas inovadoras para o fortalecimento da pós-graduação

Na 3ª Edição da Fiocruz Amazônia Revista, Vice Diretoria de Ensino da Fiocruz Amazônia destaca como pesquisadores e docentes estão trabalhando para contribuir com a formação de recursos humanos de qualidade na Amazônia.

CONFIRA A REPORTAGEM: 

O fortalecimento dos programas de pós-graduação, a internacionalização e a integração intra e interinstitucional são pontos chaves para o trabalho por área de Ensino do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) ao longo de 2018. Em relação ao primeiro ponto, a vice-diretora da área, Claudia María Ríos Velásquez, destaca que houve um grande avanço desde 2015, no Ensino do ILMD/ Fiocruz Amazônia, com a abertura de dois Programas de Pós-graduação Stricto Sensu: um na área de Saúde Coletiva, o PPG em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), e o segundo na área de Ciências Biológicas III, denominado PPG em Biologia da Interação Patógeno – Hospedeiro (PPGBIO-Interação), ambos no nível de mestrado. O mestrado PPGVIDA já formou a primeira turma com 23 mestres e está com a terceira turma em andamento.

“O grande diferencial da Pós-Graduação da instituição é a garra com que os pesquisadores e docentes estão trabalhando para contribuir com a formação de recursos humanos de qualidade na Amazônia”, frisou a vice-diretora de Ensino, Informação e Comunicação do ILMD/Fiocruz Amazônia. Há também o Mestrado Profissional em Saúde da Família (ProfSaúde), realizado em rede entre Ministério da Saúde, Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e ILMD/Fiocruz Amazônia, que tem por finalidade formar profissionais de saúde que atuam na Saúde da Família/Atenção Básica.

Além disso, o ProfSaúde pretende fomentar a produção de novos conhecimentos e inovações na área da atenção básica no País, respeitando a diversidade regional e integrando instituições acadêmicas e gestores da saúde pública. Segundo Claudia Velásquez, há a expectativa de implementar o doutorado nessa área. Seguindo as diretrizes institucionais quanto à internacionalização das ações em Educação e visando a inserção estratégica do ILMD/Fiocruz Amazônia como instituição de pesquisa em saúde na Pan-Amazônia, duas ações do Ensino revelam esforços da instituição neste sentido.

A primeira está relacionada à parceria do ILMD/Fiocruz Amazônia com Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Ministério da Saúde (MS) e IFAM Tabatinga para realização do curso de especialização Lato Sensu em Vigilância em Saúde em Rede de Atenção Primária em Saúde na Tríplice Fronteira do Alto Solimões.

A ampliação do foco de seleção aos profissionais e serviços de saúde de países vizinhos se justifica pelo entendimento de que o controle de endemias na região só se efetivará na plenitude ao se levarem em conta as características do território vivo em que se inscreve a dinâmica de movimentação da população que ali habita, e ao incluir tais características no planejamento e operacionalização de ações de controle das endemias que se entrecruzam e se interligam nos espaços transfronteiriços.

“Nosso pesquisador Antônio Levino, já falecido, estava estudando sistema de saúde na tríplice fronteira e a partir disso foi realizado o levantamento da ocorrência do fluxo permanente. As pessoas de diferentes países usam sistema de saúde dos outros países, mas esses dados não são notificados. As pessoas têm dengue no Peru, mas vêm se consultar no Brasil, ficando o registro no país onde foram atendidos e não no país de origem. Essa fronteira é um conglomerado de pessoas e cidadezinhas muito próximas onde está circulando tudo, mas não há sistema compartilhado de informações em saúde”, pontuou Claudia

A segunda iniciativa do ILMD/ Fiocruz Amazônia na direção da internacionalização da pós-graduação foi a realização do Seminário Internacional de Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia no âmbito do PPGBIO – Interação, que, sob a coordenação do mesmas áreas de pesquisa, promovendo a internacionalização dos cursos de pós-graduação do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Essa integração se deu por meio de discussões em torno de doenças que têm impacto na saúde da Pan – Amazônia. “A política de internacionalização é muito importante. A segunda versão desse seminário será realizada no segundo semestre e já estamos planejando expandir as fronteiras para outros países”, pontuou Claudia Velásquez.

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Fiocruz Amazônia Revista, por Cristiane Barbosa
Foto: Eduardo Gomes

Presidente da SBPC concede entrevista à Fiocruz Amazônia

Em entrevista à Fiocruz Amazônia Revista, Ildeu Moreira de Castro, presidente da SBPC, falou sobre a redução e contingenciamentos de recursos que atingem a área de Ciência, Tecnologia e Inovação. O gestor falou ainda sobre o papel da ciência, sobre questões da Amazônia e as estratégias da entidade para fortalecer a Divulgação Científica no Brasil.

CONFIRA A ENTREVISTA:

Professor e pesquisador do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ildeu Moreira de Castro assumiu em julho de 2017 mais um desafio importante em sua extensa carreira: comandar a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

A entidade foi criada em 1948 e se dedica ao avanço científico, tecnológico, do desenvolvimento educacional e cultural do País, agregando 127 sociedades científicas associadas de todas as áreas do conhecimento. Em entrevista exclusiva à Fiocruz Amazônia Revista, Ildeu falou sobre a trajetória de sete décadas da SBPC e os principais desafios que a comunidade científica enfrenta.

Nesse sentido, ele manifestou preocupação com a redução e contingenciamentos de recursos que atingem a área de Ciência, Tecnologia e Inovação. “O corte atinge a sociedade em vários aspectos. Primeiro, porque hoje a ciência e tecnologia é cada vez mais um elemento fundamental para as nações”, pontuou.

O gestor falou também sobre os seminários temáticos promovidos por todo o País com assuntos voltados para o desenvolvimento social, educacional e científico. Tratou ainda do papel da ciência sobre questões da Amazônia e as estratégias da entidade para fortalecer a Divulgação Científica no País.

Fiocruz Amazônia Revista – A SBPC completou 70 anos, em 2018. Foram muitos desafios, dificuldades e também conquistas e vitórias em prol da ciência e da sociedade. Como o senhor avalia a atuação da instituição para o avanço das discussões e políticas científicas no País e, sobretudo, quais as perspectivas para o futuro considerando a crise política e institucional que enfrentamos?

Ildeu Castro – Em primeiro lugar, a SBPC tem sete décadas de atuação muito intensa na ciência, na educação e na democracia do País e essa história, de certa maneira, é paralela ao crescimento da ciência brasileira nas últimas décadas. A entidade, desde seu início, batalhou muito pela criação das instituições de pesquisa e das agências de fomento e ainda na sua criação ela estava batalhando pela continuidade das pesquisas de São Paulo.

Ela já nasceu sob esse simbolismo pela ciência brasileira. Logo no início participou da luta pela criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de Anísio Teixeira, grande criador da Capes que foi presidente da SBPC.

Atualmente, estamos vivendo um momento de resistência, de desmonte, portanto muito difícil do ponto de vista de uma política que não valoriza a ciência e tecnologia e tem reduzido muito os recursos para o investimento, atingindo profundamente agências fundamentais como o CNPq, a Capes, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), as agências de inovação. Por isso temos feito inúmeras manifestações junto ao governo, junto ao Congresso Nacional, fizemos abaixo assinado, Marcha pela Ciência, para colocar isso para a população. Fomos ao Congresso Nacional várias vezes.

Nesses últimos anos, passamos a ter atuação ativa no Legislativo, acompanhamos projetos de lei. A entidade tem se posicionado em várias situações junto ao Legislativo. O segundo ponto é essa questão dos recursos que foram diminuídos drasticamente, temos discutido com os presidenciáveis, alguns deles já se comprometeram com esses pontos e estamos insistindo com outros, inclusive deputados e senadores para que haja uma reversão de redução drástica para ciência e tecnologia.

Vínhamos numa ascensão de 2013, depois começou cair de uma maneira muito abrupta. De fundo temos uma bandeira da SBPC de mais de 20 anos que é 2% no mínimo do PIB para Pesquisa & Desenvolvimento. Na Europa já está chegando em 3% em média, a Coréia está nos 4%, China nos 3%, Estados Unidos e Alemanha também. E no Brasil está patinando no 1% há muitos anos então a gente está insistindo que essa é uma meta importante para os próximos governos e isso significa envolver muito mais a iniciativa privada em recurso para P&D, como acontece em outros países do mundo.

No Brasil, não, pois é o recurso público que arca fundamentalmente com boa parte dos gastos com ciência, inovação pesquisa e desenvolvimento. Esse é um desafio. O terceiro é a questão da burocracia, vivemos num país com burocracia excessiva, regras demais, os gestores, pesquisadores são considerados culpados, a priori, parece que você é culpado, então você tem que provar que não é. Enquanto que no mundo inteiro, como exemplo a Coréia e China, que estão crescendo rapidamente isso não acontece. Também outros países, como Alemanha, França, EUA, Inglaterra, que tem uma condição mais livre de ciência, de troca, de compra de equipamentos, muito menos restrições o comportamento em relação aos pesquisadores é diferente do Brasil.

A falta de ambiente para desenvolver empresas inovadoras no país é um problema e a burocracia é evidentemente um entrave muito grande, a educação básica de qualidade, formação de técnicos, pessoal qualificado é outro problema, já mencionei inclusive, então, esses são desafios. Talvez um desafio maior é a falta no país de um projeto que faça com que a comunidade científica trabalhe em um nicho, claro que a ciência é importante, que ela tem liberdade e pesquisa em várias áreas, mas compete ao estado definir linhas mobilizadoras prioritárias para alocar recursos de ciência e tecnologia.

Todos os países do mundo fazem isso, colocam prioridades, fazem planos. EUA, China fazem planos décadas a frente. Poderia te elencar meia dúzia de desafios pela frente. Um deles é melhorar a educação pública do Brasil, a educação básica e em particular a educação científica. Tem uma proposta sendo discutida no CNE (Conselho Nacional de Educação) de Base Comum Curricular que é muito deficiente do ponto de vista da ciência.

Então nós estamos lá, discutindo, criticando, brigando para que jovens tenham acesso a ciência de uma maneira interessante, temos que melhorar muito a educação que está muito ruim em relação ao ensino médio, na educação científica que não pode fazer de uma maneira apressada que joga fora a criança do colo da mãe, é o desenho que está colocado lá, então esse é um desafio muito grande: melhorar a educação básica brasileira, isso é importante para a ciência para a tecnologia e para o país como um todo.

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Fiocruz Amazônia Revista, por Cristiane Barbosa
Foto: Divulgação.

Pesquisa de novas substâncias para tratamento da malária

O número de mortes por causa da malária é impressionante: 500 mil por ano. A doença chega a 200 milhões de casos anuais em todo mundo, sendo uma das principais formas de morbidade e mortalidade nas áreas tropicais e subtropicais. Um agravante é a inexistência de uma vacina e os remédios e os tratamentos a base de remédios são a principal medida de tratamento da doença. Por outro lado, há o surgimento e a expansão da resistência do parasito aos antimaláricos (remédios que combatem a malária) utilizados, e, assim, é necessário desenvolver novos tratamentos.

O agricultor Lazaro Souza, 65 anos, é um exemplo de vítima dessa doença. Já pegou pelo menos três vezes a malária, provavelmente em seu sítio, localizado na comunidade do Puru Puru, no município de Careiro da Várzea, a 88 quilômetros de ManausAM. Os sintomas de tremor e febre com calafrios já são velhos conhecidos dele. “Começa com uma indisposição e vai avançando para calafrios e febre, me deixando de cama”, disse.

O tratamento utilizado por ele foi o convencional à base dos medicamentos já conhecidos e indicados pelos médicos para a malária. A descoberta e o desenvolvimento de novos fármacos no contexto das doenças infecciosas são desafiadores e muitas vezes estão associados às inovações científicas e tecnológicas.

Nesse contexto, no Instituto Leônidas & Maria Deane/Fiocruz Amazônia, é realizado um estudo comandado pela doutora em Genética e Biologia Molecular Stefanie Lopes, que coordena investigações de substâncias capazes de inibir o ciclo de desenvolvimento do parasito que transmite a Malária do tipo causado por Plasmodium vivax e orienta alunos de graduação na iniciação cientifica.

A pesquisa de iniciação científica denominada ‘Avaliação da atividade antimalárica de compostos inibidores de quinases identificados por triagem virtual sobre estágios assexuados de Plasmodium vivax é desenvolvida pela graduanda de Farmácia do Centro Universitário do Norte (Uninorte), Macejane Souza, que é bolsista da Fiocruz Amazônia por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

O trabalho, por seu caráter inovador, recebeu a 3ª colocação na categoria Jovem Pesquisador – Graduação do 54º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Medtrop), que aconteceu em Recife, no mês de setembro de 2018. Além disso, também foi premiado na Reunião Anual de Iniciação Científica da Fiocruz Amazônia como “Projeto Inovador”.

 “Acredito que ideias e projetos inovadores devem ser estimulados desde a Iniciação Científica, pois a formação de pessoas com capacidade de inovar em Ciência e Tecnologia permite vislumbrar um futuro com pesquisadores que apresentem melhor capacidade de empreender e gerar resultados capazes de impactar de maneira mais célere e visível a sociedade”, frisou Stefanie.

Segundo Macejane, no Brasil, o Plasmodium vivax é a espécie responsável por aproximadamente 85% dos casos e relatos de complicações clínicas associadas a esta espécie vêm sendo observados. “Na ausência de uma vacina efetiva, o tratamento imediato constitui a principal medida de combate à doença. Entretanto, com a recorrente evolução de resistência do parasito aos antimaláricos empregados, torna-se evidente a necessidade de desenvolver novos tratamentos”, explicou ela.

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Fiocruz Amazônia Revista, por Cristiane Barbosa
Foto: Eduardo Gomes