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Equipes recebem treinamento sobre gerenciamento de resíduos

Com o objetivo de orientar quanto às normas vigentes de tratamento, descarte e destinação final de resíduos químicos e biológicos produzidos nos laboratórios de pesquisa do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), as equipes da Gerência do Laboratório de Multiusuários,  do Serviço de Gestão de Infraestrutura (Seinfra) e alunos bolsistas receberam na terça-feira,   19/12, treinamento sobre “Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde “.

O treinamento foi ministrado pela enfermeira Elizabete Rocha, da Norte Ambiental Tratamento de Resíduo Ltda., que discorreu sobre a Resolução 306/2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que dispõe sobre o regulamento técnico para gerenciamento dos resíduos do serviço de saúde, e sobre a Resolução 358/2005 – que aborda o tratamento e a disposição final dos resíduos de serviço de saúde e demais providências.

Hoje, 20/12, foi realizada a primeira coleta do material contingenciado, que totalizou 1.074 kg, feita pela empresa Norte Ambiental, que dará a destinação final adequada ao material coletado.

Segundo a gerente do Laboratório de Multiusuários, Giovana Pinheiro, “a formalização do contrato de coleta de resíduos, iniciado em 1º/12/2017, cumpre uma etapa de um trabalho de adequação das rotinas laboratoriais, dentro do Sistema de Gestão da Qualidade. Foi um trabalho realizado em parceria com a Comissão de Biossegurança”, disse.

Os alunos bolsistas que participaram do treinamento desenvolvem atividades de pesquisa sob orientação do pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia, Pritesh Lalwani, em laboratório localizado no minicampus  da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Este laboratório também receberá ponto de coleta de resíduos.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes e Marlúcia Seixas

Projeto estuda os efeitos do exercício físico na qualidade de vida de portadores de Alzheimer

Pacientes na fase inicial e intermediária da doença realizarão um programa de atividade física durante seis meses

Medir a influência do exercício físico na qualidade de vida de pacientes com o mal de Alzheimer é o objetivo do novo projeto do Núcleo Multiprofissional de Reabilitação Neurofuncional da Universidade Federal do Amazonas (Proneuro/Ufam). Desenvolvido em parceria com o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), o projeto selecionará 40 pacientes na fase inicial ou intermediária da doença. No estudo, os participantes passarão por um programa de treino com duas modalidades combinadas – aeróbio e resistido – durante seis meses.

“Evidências mostram que pacientes de doenças neurológicas que praticam atividades físicas tendem a melhorar suas atividades cotidianas básicas, como tomar banho, caminhar a curta distância”, explica a coordenadora do projeto, professora Roseanne Autran. “A ideia do nosso programa é verificar o efeito dos treinos aeróbio e resistido combinados, pois a maioria dos estudos é relacionado somente ao treino aeróbio (bicicleta, caminhada)”, esclarece.

“O treino resistido seria o treino de força, o que aumenta os ganhos de massa muscular, de força e de habilidades cognitivas. Nossa hipótese é que a junção dos dois treinos levará a um rendimento superior, de melhoria de características cardiovasculares”, informa Roseanne. “Outras melhorias seriam o controle da hipertensão arterial e a melhoria das capacidades funcionais”, aponta.

roseanne-autran

Professora da Feff, Roseanne Autran, coordenará projeto sobre a qualidade de vida de pacientes com Alzheimer

A ideia é que os pacientes com Alzheimer já venham encaminhados pela equipe de neurologia do HUGV.  Isso não impede, no entanto, que pacientes de outros hospitais participem do estudo. “Os critérios de participação são que o paciente esteja na fase inicial ou intermediária da doença, a partir dos 55 anos de idade e com independência funcional”, elenca a professora.

Independência funcional é caracterizada pela capacidade do indivíduo de realizar atividades diárias, como levantar, caminhar, segurar um copo, entre outras. Pacientes externos ao HUGV devem apresentar exames e diagnósticos que comprovem a fase inicial da doença.

Atenção para a família

Roseanne revela que o projeto também avaliará o cuidador do paciente com Alzheimer. “A família passa por muitas mudanças quando se tem um familiar ou conhecido com alguma doença neurológica. O programa beneficiará os dois lados”, afirma.

Os cuidadores passarão por avaliação psicológica e será feito um levantamento sobre a frequência com a qual eles praticam atividades físicas. Serão oferecidas ainda palestras e atividades de conscientização sobre o Alzheimer.

Laboratório

O discente do sétimo período do curso de bacharelado em Educação Físicar e enfermeiro do Hospital João Lúcio, Francisco Talisson, é o aluno-bolsista do projeto, que funcionará em dois laboratórios: o Laboratório de Estudos em Neurologia e Comportamento (Lenc), onde são atendidos pacientes com doenças neurológicas; e o Laboratório de Estudos do Desempenho Humano (Ledehu). Ambos estão situados na Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (Feff), no setor Sul do campus universitário.

O Lenc dispõe de equipe multidisciplinar que atende pacientes com doenças neurológicas inaptos a praticar exercícios físicos. Nesse espaço, os pacientes realizam fisioterapia, e também podem ser atendidos pela equipe de psicólogos do Laboratório. O Proneuro, que contempla as atividades desenvolvidas no Lenc, atende pessoas com doenças como esclerose múltipla ou que sofreram AVC, por exemplo.

Após o projeto de pesquisa ser finalizado, os pacientes poderão continuar sob a observação do Programa, participando de atividades promovidas pelos laboratórios.

Fonte e fotos – Ufam

Foto de destaque – Gian Carlos – Semcom

 

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Projeto estuda os efeitos do exercício físico na qualidade de vida de portadores de Alzheimer

Pacientes na fase inicial e intermediária da doença realizarão um programa de atividade física durante seis meses

Medir a influência do exercício físico na qualidade de vida de pacientes com o mal de Alzheimer é o objetivo do novo projeto do Núcleo Multiprofissional de Reabilitação Neurofuncional da Universidade Federal do Amazonas (Proneuro/Ufam). Desenvolvido em parceria com o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), o projeto selecionará 40 pacientes na fase inicial ou intermediária da doença. No estudo, os participantes passarão por um programa de treino com duas modalidades combinadas – aeróbio e resistido – durante seis meses.

“Evidências mostram que pacientes de doenças neurológicas que praticam atividades físicas tendem a melhorar suas atividades cotidianas básicas, como tomar banho, caminhar a curta distância”, explica a coordenadora do projeto, professora Roseanne Autran. “A ideia do nosso programa é verificar o efeito dos treinos aeróbio e resistido combinados, pois a maioria dos estudos é relacionado somente ao treino aeróbio (bicicleta, caminhada)”, esclarece.

“O treino resistido seria o treino de força, o que aumenta os ganhos de massa muscular, de força e de habilidades cognitivas. Nossa hipótese é que a junção dos dois treinos levará a um rendimento superior, de melhoria de características cardiovasculares”, informa Roseanne. “Outras melhorias seriam o controle da hipertensão arterial e a melhoria das capacidades funcionais”, aponta.

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Professora da Feff, Roseanne Autran, coordenará projeto sobre a qualidade de vida de pacientes com Alzheimer

A ideia é que os pacientes com Alzheimer já venham encaminhados pela equipe de neurologia do HUGV.  Isso não impede, no entanto, que pacientes de outros hospitais participem do estudo. “Os critérios de participação são que o paciente esteja na fase inicial ou intermediária da doença, a partir dos 55 anos de idade e com independência funcional”, elenca a professora.

Independência funcional é caracterizada pela capacidade do indivíduo de realizar atividades diárias, como levantar, caminhar, segurar um copo, entre outras. Pacientes externos ao HUGV devem apresentar exames e diagnósticos que comprovem a fase inicial da doença.

Atenção para a família

Roseanne revela que o projeto também avaliará o cuidador do paciente com Alzheimer. “A família passa por muitas mudanças quando se tem um familiar ou conhecido com alguma doença neurológica. O programa beneficiará os dois lados”, afirma.

Os cuidadores passarão por avaliação psicológica e será feito um levantamento sobre a frequência com a qual eles praticam atividades físicas. Serão oferecidas ainda palestras e atividades de conscientização sobre o Alzheimer.

Laboratório

O discente do sétimo período do curso de bacharelado em Educação Físicar e enfermeiro do Hospital João Lúcio, Francisco Talisson, é o aluno-bolsista do projeto, que funcionará em dois laboratórios: o Laboratório de Estudos em Neurologia e Comportamento (Lenc), onde são atendidos pacientes com doenças neurológicas; e o Laboratório de Estudos do Desempenho Humano (Ledehu). Ambos estão situados na Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (Feff), no setor Sul do campus universitário.

O Lenc dispõe de equipe multidisciplinar que atende pacientes com doenças neurológicas inaptos a praticar exercícios físicos. Nesse espaço, os pacientes realizam fisioterapia, e também podem ser atendidos pela equipe de psicólogos do Laboratório. O Proneuro, que contempla as atividades desenvolvidas no Lenc, atende pessoas com doenças como esclerose múltipla ou que sofreram AVC, por exemplo.

Após o projeto de pesquisa ser finalizado, os pacientes poderão continuar sob a observação do Programa, participando de atividades promovidas pelos laboratórios.

Fonte e fotos – Ufam

Foto de destaque – Gian Carlos – Semcom

 

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Coordenadora da Qualidade da Fiocruz ressalta a importância da adoção de práticas de qualidade na pesquisa

“Práticas de Qualidade voltadas para pesquisa científica” foi o tema da palestra ministrada nesta quarta-feira, 28/4, pela coordenadora de Qualidade (CQuali) da Fiocruz, Renata Souza, no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), para colaboradores do Instituto.

Renata Souza ressaltou o esforço que a Fiocruz vem empreendendo há alguns anos para a consolidação de uma cultura de excelência na Fundação, para tanto vem realizando interlocuções com as unidades para aprimoramento das práticas e processos institucionais, conforme normas e regulamentos nacionais e internacionais de gestão da qualidade. “Estamos num nível de maturidade, para que se faça a gestão de processos, de riscos e controles internos”, comentou.

A Fiocruz é signatária do Programa Nacional da Gestão Pública e Desburocratização (GesPública), do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, e o Sistema de Gestão da Qualidade da Fundação é estabelecido, implementado e mantido no âmbito da Vice-Presidência de Gestão e Desenvolvimento Institucional (VPGDI), por meio da CQuali.

A política da qualidade traduz o comprometimento institucional com o aprimoramento das práticas e processos institucionais, neste sentido a coordenadora sugere a interface com as diversas áreas da instituição, para a implantação de uma política de qualidade.

A qualidade voltada para pesquisa científica está relacionada à adoção de condutas e práticas de integridade pautadas em valores éticos, em confiabilidade, e transparência, dentre outros.

QUALIDADE NO ILMD

Recentemente, o ILMD teve aprovada sua política da qualidade, formulada em conformidade com a Portaria 1104/2016-PR, que trata do Programa de Gestão da Qualidade (PGQ/Fiocruz) e da Política da Qualidade da Fiocruz.

Antes da palestra, o assessor de Gestão Qualidade do Instituto, Itapuan Abimael da Silva, apresentou as medidas já adotadas no ILMD, quanto ao atendimento aos preceitos da Política e do Programa da Qualidade da Fiocruz.

Acesse aqui à Política da Qualidade do ILMD aprovada em Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo (CD/ILMD), realizada no último dia 19/6.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas