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Pesquisa revela impacto da Era Vargas em Itacoatiara

Intitulado “Amazonas no contexto da Era Vargas”, o projeto foi financiado pela Fapeam por meio do Programa Ciência na Escola (PCE)

 

É do conhecimento de pequena parcela da população que as águas do rio Amazonas, mais precisamente em frente ao município de Itacoatiara, foi palco da única batalha naval ocorrida na América do Sul, no século XX, antes da Guerra das Malvinas (Argentina). O fato, acontecido em 24 de agosto de 1932, estaria vinculado à Revolução Constitucionalista de 1932, iniciada em São Paulo, com o objetivo de derrubar o Governo provisório de Getúlio Vargas.

Esses e outros acontecimentos, pouco conhecidos da história do Amazonas, foram objetos de pesquisa dos então alunos Giovana Vasconcelos, Isis Araújo, Felipe Gomes, Sullivan Luís e Eduarda Macedo,  da Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça, localizada naquele município. O projeto, intitulado “O Amazonas no contexto da Era Vargas”, foi coordenado pelo professor de História, especialista e graduando em Direito pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Alessandro Lúcio Melo.

A iniciativa contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Ciência na Escola (PCE). “O objetivo era estimular o interesse pelo conhecimento histórico do Brasil no período conhecido como ´Era Vargas´, compreendendo a conjuntura, os movimentos que afetaram a vida do cidadão amazonense e a história do povo de Itacoatiara”, explicou o professor-coordenador.

Amazonas no contexto da Era Vargas 1

Projeto, intitulado “O Amazonas no contexto da Era Vargas”, foi coordenado pelo professor de História, especialista e graduando em Direito pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Alessandro Lúcio Melo

Levantamento de dados feito durante a pesquisa indica que o então presidente Getúlio Vargas tinha um olhar estratégico para com a região devido à extensão, fronteiras e a importância para a soberania nacional.  Conforme o coordenador, algumas medidas adotadas pelo Governo, na época, comprovam esse posicionamento.  Os chamados “Acordos de Washington”, firmados após a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, são exemplos.

Esses acordos previam, entre outras medidas, o aumento da produção de borracha para envio aos norte-americanos como insumo de material bélico – foi o período denominado 2˚ Ciclo da Borracha, que durou de 1942 a 1945.  “Em Itacoatiara, existe um prédio público, onde funciona um dos principais postos de saúde da cidade atualmente, construído em 1942 e mantido na época pela Fundação Rockefeller, com o objetivo de dar assistência médica aos produtores de borracha”, destaca o professor.

A grande Batalha Naval

Outros acontecimentos que, apesar da relevância, possuem poucos registros históricos, também evidenciam essa relação estreita do município com a Era Vargas.   Um dos principais foi a Batalha Naval do rio Amazonas, ocorrida em 1942, em frente ao município, e que também foi objeto de estudo.

O professor destaca a importância desse fato para a história do município.  Segundo a pesquisa, homens do 4º Grupo de Artilharia de Costa, de Óbidos (PA), rebelaram-se em apoio ao movimento tenentista, iniciado em São Paulo contra Getúlio Vargas, e enviaram um ultimato ao 27º Batalhão de Caçadores, em Manaus, para que aderissem, caso contrário, Manaus e as cidades ribeirinhas, situadas no trajeto até a capital, seriam atacadas.

“Os rebeldes saíram da cidade de Óbidos, com destino a Manaus, a bordo do navio Jaguaribe artilhado com 4 canhões e do navio Andirá, com homens armados de fuzis. Enquanto as forças legalistas, com 130 homens, saíram de Manaus para  enfrentar os rebeldes nos navios Baependi, Ingá, Rio Curuçá, e nos barcos auxiliares Rio Jamari, Rio Aripuanã e Isis”, diz o coordenador.

Apresentacao no auditorio da escola 1

A participação no projeto rendeu frutos importantes

Alessandro Melo frisa que um dos historiadores, cujas obras serviram de base para a coleta de informações, foi Francisco Gomes. Em seus relatos, o historiador relata que, em 24 de agosto de 1942, às 10h, a frota rebelde estacionou em frente à Itacoatiara, iniciando as negociações, porém, a tropa de terra pediu duas horas para evacuar a cidade e ao expirar o prazo, ao meio-dia, começou a famosa Batalha Naval de Itacoatiara. “A batalha durou aproximadamente 40 minutos, com os navios Jaguaribe e Andirá sendo afundados”, recorda o professor, destacando que o número de mortos até hoje é indefinido, uma vez que não se se sabe o número exato de rebelados, e que, na orla da cidade, existe um monumento em alusão ao acontecimento.

O coordenador ressalta que a história do Brasil sempre foi dinâmica e mesmo com as idas e vindas dos mais recentes governos, nada mais empolgante e controverso do que a chamada Era Vargas, principalmente, no que se refere às medidas que afetaram o Estado e em especial, Itacoatiara – cujos registros são poucos – o que motivou o projeto. “Conhecer a nossa própria história é fundamental para trilharmos o melhor caminho e conhecer a história do nosso País é essencial para transformarmos nossa sociedade”, salienta.

Pesquisa é apresentada à comunidade

Até se alcançar a riqueza de informações coletadas, os alunos-cientistas passaram por um processo de preparação. Eles participaram, na primeira etapa, de uma oficina sobre investigação científica, fontes históricas e pesquisas bibliográficas. Em seguida, iniciaram a pesquisa propriamente dita dentro e fora da escola, em bibliotecas, biografias sobre Getúlio Vargas, revistas, coleções históricas e na Internet, além de entrevistas com historiadores locais, professores, pais e membros mais antigos da comunidade.

Amazonas no contexto da Era Vargas 2

Os alunos-cientistas passaram por um processo de preparação até se alcançar a riqueza de informações coletadas

Com o material em mãos, os alunos cientistas iniciaram a produção textual sobre o assunto analisado e apresentaram os resultados, em formato de palestras e debates, em sala de aula, e depois, em seminários e feiras científicas e literárias sob a orientação da coordenadoria local da Fapeam naquele município.

Experiência para os alunos

A participação no projeto rendeu frutos importantes. Para o aluno-bolsista, Felipe Gomes, a participação no projeto contribuiu para o aprimoramento como pesquisador. “A pesquisa me estimulou a conhecer a história do Brasil, especificamente do período da Era Vargas, e me deu a oportunidade, junto com meus colegas, de compreender melhor esse momento conturbado, que afetou a vida do cidadão amazonense e a história do povo de Itacoatiara”, disse. Isis Nogueira Araújo, também aluna-bolsista, comentou sobre a relevância para o seu desempenho escolar e em preparação para a própria faculdade.  “Foi muito produtivo, principalmente, porque estava me preparando para ingressar na faculdade, um lugar onde a pesquisa científica é fundamental”.

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Fotos: Acervo do Pesquisador

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Fapeam divulga resultado de enquadramento do PCE

Esta etapa consiste na análise do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital Nº 001/2018 do PCE

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, nesta segunda-feira (21), o resultado da etapa do enquadramento do edital Nº 001/2018, do Programa Ciência na Escola (PCE). Mais de 600 propostas foram enquadradas da capital e do interior do Amazonas.

As propostas enquadradas passarão pela análise de mérito. A previsão é que o resultado com os projetos aprovados no programa seja divulgado no mês de junho.

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Inovação (Seplancti), que incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

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Lançado no mês de março, o edital conta com um investimento de quase R$2,5 milhões para apoiar até 540. Desse total, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

Outra novidade para este ano do PCE é a ampliação da abrangência do público-alvo. Agora, também podem participar estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental I. Os editais anteriores contemplavam estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

Resultado de Enquadramento

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Programa Ciência na Escola recebe propostas até o dia 4 de maio

TV FAPEAM- Atenção professores da capital e do interior do Amazonas!!  Vocês têm até o dia 4 de maio para submeter proposta no Programa Ciência na Escola (PCE). Esta edição conta com um investimento de quase R$2,5 milhões para apoiar até 540 projetos. Saiba mais sobre o PCE no vídeo tutorial que preparamos especialmente para vocês.

 

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Escola do interior inova ao adotar o teatro nas aulas de Matemática

O projeto foi desenvolvido na Escola Estadual Professor Ronaldo Marques da Silva, localizada em Itacoatiara, e contou com apoio do Programa Ciência na Escola, da Fapeam

Imagine uma aula sobre as quatro operações matemáticas que é interrompida, repentinamente, por figuras geométricas planas falantes. Difícil imaginar que isso possa acontecer, não é? Nem tanto. Esta é a realidade de estudantes de uma escola pública do interior do Amazonas, participantes do projeto Teatro Matemático.

Desenvolvido na Escola Estadual Professor Ronaldo Marques da Silva, que fica no município de Itacoatiara, o projeto foi implantado no ano passado e beneficia alunos do 6˚ ano do Ensino Fundamental. A ideia inovadora saiu do papel pelas mãos do professor de Matemática Adson Ramos e contou com a ajuda de alunos-bolsistas.

“Como professor de Matemática, no decorrer dos anos, pude observar a falta de motivação de muitos alunos com a disciplina. Devido ao acesso a novas tecnologias, as aulas aplicadas no quadro branco, na maior parte das vezes, se tornaram menos  interessantes, o que me levou a apresentar a proposta à  Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas)”, frisou o professor, esclarecendo que o objetivo do projeto é  resgatar de forma divertida e prazerosa o interesse dos educandos pela Matemática.

Coordenador e bolsistas resolveram escolher o teatro de fantoche como apoio às aulas por favorecer a abordagem de uma variedade de temas e ainda, estimular a socialização. Os assuntos do conteúdo da disciplina escolhidos para serem retratados nas apresentações foram os apontados como sendo de maior dificuldade para a maioria dos alunos das turmas de 6˚ ano.

Superada esta etapa, chegou a hora de colocar a mão na massa, ou melhor, nos materiais. “Os alunos-bolsistas confeccionaram e desenvolveram fantoches, além de pequenos cenários para as apresentações”, explicou o coordenador. Porém, o processo criativo não parou por aí. Sob a supervisão do coordenador, os estudantes passaram a criar as histórias a serem abordadas.

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Os fantoches alteraram a rotina das aulas de matemática e fizeram sucesso entre a criançada na escola

 

Impacto do Teatro Matemático

O processo de adaptação ao novo estilo de aula não foi tão fácil. O primeiro obstáculo foi a “quebra” dos padrões na mente dos próprios alunos, que estavam acostumados com as aulas convencionais. Por outro lado, os bolsistas do projeto também precisaram vencer a timidez – algo muito comum nesta faixa etária. Para superar essas situações, foi feito um trabalho motivacional tanto para dar mais segurança no momento das apresentações quanto para promover o máximo possível de interação.

Feito esses ajustes, os fantoches alteraram a rotina das aulas de matemática e fizeram sucesso entre a criançada. “Em uma das apresentações, saímos do ensino da tabuada tradicional para as formas geométricas que ganharam vida e interagiam com os alunos de uma maneira muito divertida”, lembra o professor.

O resultado do trabalho não poderia ser melhor. O interesse dos alunos pela disciplina aumentou consideravelmente e o mais relevante: houve uma evolução significativa no que se refere à aprendizagem dos estudantes. “Foi uma experiência muito boa, pois aprendemos os benefícios da Matemática no nosso dia a dia e desenvolver melhor o raciocínio lógico”, ressaltou o Ângelo Brandão de Souza, um dos alunos-bolsistas.

Além dos benefícios diretos no processo de ensino-aprendizagem, o projeto também teve impacto no comportamento dos próprios alunos.  “Com o teatro, perdi um pouco da timidez e passei a ter mais criatividade nas atividades escolares – não só em Matemática, mas também nas outras matérias”, disse Ângelo, satisfeito com o seu melhor desempenho nos estudos.

Teatro Matematico 2

Com o projeto do PCE na escola o interesse e o desempenho dos alunos pela disciplina aumentaram

 

Ampliação do Projeto

 Com os resultados promissores, alunos de outras turmas foram envolvidos no projeto. “Percebemos a necessidade de outras turmas da escola participarem do projeto e vivenciarem essa oportunidade diferenciada de adquirir  conhecimento”, comentou o professor.

Segundo ele, está sendo avaliada a possibilidade de adotar o Teatro como ferramenta para o ensino de outras disciplinas. “O teatro pode ser uma ferramenta útil não só na Matemática, mas também em outras disciplinas, que podem usá-lo  para desenvolver no aluno, por exemplo, a oratória, a linguagem corporal, o conhecimento, de forma divertida, dos fatos ocorridos em nossa sociedade e  no mundo”, frisou Ramos, o qual ressalta ainda que a Matemática é uma ciência  que faz parte do cotidiano das pessoas e a empatia pela disciplina, tornará a criança um adulto capaz de desenvolver o raciocino lógico e  com isso, melhor contribuir com o desenvolvimento da sociedade.

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Nova edição do PCE contará com mais de 500 projetos

Edital do programa será lançado no dia 13 de março e conta com investimento de quase R$2,5 milhões

A edição 2018 do Programa Ciência na Escola (PCE) contará com mais de 500 projetos.  A novidade foi apresentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na manhã desta quinta-feira (8), aos representantes da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Inovação (Seplancti).

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Seduc e Semed, e incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Uma das novidades da nova edição do programa é o aumento do número de projetos que passou de 420 para 540. Desse número, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

O edital do programa será lançado no dia 13 de março, no site da Fapeam, e conta com um investimento de quase R$2,5 milhões. A submissão de propostas poderá ser feita até o dia 27 de abril de 2018.

O diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que outra mudança no programa é relacionada à abrangência do público-alvo, que passou a ser a partir do 5º ano do Ensino Fundamental I, antes o edital contemplava estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

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O programa permite ainda a participação de alunos das modalidades Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar. Além da possibilidade de substituição de bolsistas de Iniciação Científica e Tecnológica, até o terceiro mês de vigência do projeto, desde que devidamente justificada e com a aprovação da Fapeam.

“Houve a necessidade de reduzimos a idade das crianças que estavam participando do PCE. Agora estamos incluindo crianças a partir do 5º ano do Ensino Fundamental. Vamos avaliar como será o comportamento do projeto a partir desta mudança. Com os resultados, quem sabe no futuro podermos reduzir ainda mais a idade e até mesmo aumentar a quantidade de projetos, para que mais crianças participem desde cedo do programa e tenham o contato com o cenário científico”, explicou.

Reis disse que houve uma redução do número de alunos por projeto de Iniciação Científica e Tecnológica de cinco para três. A mudança foi uma solicitação da Seduc, devido à maioria dos eventos científicos nacionais envolver equipes com no máximo três alunos. A alteração possibilitou ampliar o número de projetos e, consequentemente, contemplar um número maior de escolas e municípios no PCE.

O diretor técnico-científico da Fapeam também falou sobre a possibilidade de lançamento de um novo edital que será realizado em parceria com as instituições de ensino superior do Amazonas, com o intuito de auxiliar o acompanhamento dos projetos implementados nas escolas das redes públicas de ensino.

“Estamos alinhando parcerias com as instituições públicas do Amazonas para que façam o acompanhamento mais próximo dos projetos desenvolvidos no interior do Amazonas. Hoje, podemos aproveitar os núcleos e unidades de instituições públicas como: Universidade Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas, Instituto Federal do Amazonas, que atuam no Estado aproveitando as instalações no interior. Com isso, criamos uma grande rede entre o ensino superior e o fundamental criando um envolvimento das crianças com os pesquisadores. Isso será benéfico para ambos os lados, pois todos que participam do processo aprendem” informou.

 

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Nova edição do PCE contará com mais de 500 projetos

Edital do programa será lançado no dia 13 de março e conta com investimento de quase R$2,5 milhões

A edição 2018 do Programa Ciência na Escola (PCE) contará com mais de 500 projetos.  A novidade foi apresentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na manhã desta quinta-feira (8), aos representantes da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Inovação (Seplancti).

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Seduc e Semed, e incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Uma das novidades da nova edição do programa é o aumento do número de projetos que passou de 420 para 540. Desse número, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

O edital do programa será lançado no dia 13 de março, no site da Fapeam, e conta com um investimento de quase R$2,5 milhões. A submissão de propostas poderá ser feita até o dia 27 de abril de 2018.

O diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que outra mudança no programa é relacionada à abrangência do público-alvo, que passou a ser a partir do 5º ano do Ensino Fundamental I, antes o edital contemplava estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

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O programa permite ainda a participação de alunos das modalidades Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar. Além da possibilidade de substituição de bolsistas de Iniciação Científica e Tecnológica, até o terceiro mês de vigência do projeto, desde que devidamente justificada e com a aprovação da Fapeam.

“Houve a necessidade de reduzimos a idade das crianças que estavam participando do PCE. Agora estamos incluindo crianças a partir do 5º ano do Ensino Fundamental. Vamos avaliar como será o comportamento do projeto a partir desta mudança. Com os resultados, quem sabe no futuro podermos reduzir ainda mais a idade e até mesmo aumentar a quantidade de projetos, para que mais crianças participem desde cedo do programa e tenham o contato com o cenário científico”, explicou.

Reis disse que houve uma redução do número de alunos por projeto de Iniciação Científica e Tecnológica de cinco para três. A mudança foi uma solicitação da Seduc, devido à maioria dos eventos científicos nacionais envolver equipes com no máximo três alunos. A alteração possibilitou ampliar o número de projetos e, consequentemente, contemplar um número maior de escolas e municípios no PCE.

O diretor técnico-científico da Fapeam também falou sobre a possibilidade de lançamento de um novo edital que será realizado em parceria com as instituições de ensino superior do Amazonas, com o intuito de auxiliar o acompanhamento dos projetos implementados nas escolas das redes públicas de ensino.

“Estamos alinhando parcerias com as instituições públicas do Amazonas para que façam o acompanhamento mais próximo dos projetos desenvolvidos no interior do Amazonas. Hoje, podemos aproveitar os núcleos e unidades de instituições públicas como: Universidade Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas, Instituto Federal do Amazonas, que atuam no Estado aproveitando as instalações no interior. Com isso, criamos uma grande rede entre o ensino superior e o fundamental criando um envolvimento das crianças com os pesquisadores. Isso será benéfico para ambos os lados, pois todos que participam do processo aprendem” informou.

 

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Exposição fotográfica retrata Teatro Amazonas e seu entorno sob o olhar de estudantes

 A exposição acontece no Teatro Chaminé ate o dia 2 de fevereiro. As fotografias foram feitas por alunos do IEA

O Teatro Amazonas e seu entorno foram registrados de ângulos diferentes pelas lentes dos alunos do Instituto de Educação do Amazonas (IEA). As fotografias fazem parte da exposição “Minha Cultura, Meu Maior Patrimônio”, que está no Teatro Chaminé, no Centro de Manaus, até o dia 2 de fevereiro de 2018.

A ação que contribui para a valorização da cultura conta 30 registros fotográficos. A exposição está aberta para visitação de terça a sábado, 13h às 17h. No domingo de 11h às 15h. A entrada é gratuita.

A exposição fotográfica é uma das fases do projeto intitulado ‘Minha cultura, meu maior patrimônio: a valorização dos patrimônios materiais do centro histórico de Manaus pelos alunos do 6º e 7º anos do IEA’, aprovado na edição 2017 do Programa Ciência na Escola (PCE).

De acordo com a coordenadora do projeto, Denise Bezerra, o público que visitar a exposição poderá encontrar por meio das fotografias o olhar dos estudantes através da valorização dos patrimônios históricos de Manaus.

“Esta é uma das atividades desenvolvidas dentro do projeto do PCE 2017. Após a exposição, pensamos em fazer com as fotos um leilão beneficente em prol do Abrigo Coração do Pai, bairro Japiim. As peças serão leiloadas e expostas no abrigo com objetivo de fazer com que as pessoas conheçam e ajudem o local. A data do evento ainda está sendo definida. Mas, quem visitar a exposição já pode escolher a fotografia e deixar anotado o lance”, contou a professora.

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Exposição fotográfica é uma das fases do projeto desenvolvido no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE)

Antes da exposição, as histórias por trás dos patrimônios materiais do centro histórico de Manaus estavam sendo conhecidas e registradas pelos alunos  a partir da perspectiva artística, educação patrimonial e alfabetização científica.

O projeto do PCE também contou com a parceria dos graduandos do curso de Comunicação Social-Relações Públicas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A parceria possibilitou a realização de cursos e oficinas de fotografias para os alunos do IEA.

A bolsista de alfabetização científica, Marcella Wolfarth, que participa pela segunda vez do PCE, conta que a exposição mostra uma parte do aprendizado adquirido na sala de aula e que o público pode conferir de perto este trabalho.

“Tivemos oficinas com os alunos da Ufam que passaram dicas sobre ângulos e o uso da câmera para fazermos as melhores fotografias. No projeto, procuramos saber mais sobre os monumentos, teve toda uma pesquisa antes de fazermos as fotos. As fotografias, que fazem parte da exposição, mostram detalhes que muitas vezes passam despercebidos pela população”, disse Marcella.

A bolsista do PCE, Leika Silveira, disse que foi gratificante fazer o registro do Teatro Amazonas e do entorno.

“A cada registro foi possível conhecer mais sobre a história de cada local. Por meio do projeto, percebemos que os patrimônios culturais da nossa cidade devem ser valorizados e preservados”, contou a estudante.

Para a aluna, Rayandra Paz,  foi um privilégio participar do projeto e ver o trabalho fazer parte de uma exposição. Uma experiência, segundo ela, que levará para a vida.

“Eu consegui fazer foto próximo ao Teatro Amazonas e da Igreja São Sebastião. Muitas pessoas que moram em Manaus não conhecem os pontos turísticos da cidade, como estudante tive essa oportunidade de conhecer e saber a história deles”, disse Rayandra.

FOTO EXPOSIÇÃO TEATRO CHAMINÉ

Exposição conta 30 registros fotográficos e fica aberta para visitação de terça a sábado, 13h às 17h. No domingo de 11h às 15h. A entrada é gratuita.

 

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O PCE incentiva a atração de alunos e professores ao mundo da pesquisa científica no ambiente escolar, envolvendo-os, a partir do 6º do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, em projetos de cunho científico ou tecnológico.

A atividade é realizada com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A edição 2017 do PCE, contou com 396 propostas aprovadas que contemplam Manaus e outros 35 municípios do Estado.

A Secretária Executiva Adjunta Pedagógica da Seduc, Luciana Cáuper, destacou que o programa dar suporte  na capacitação técnica do professor em relação a  área científica, tecnológica e inovadora e que isso contribui na formação dos alunos.

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Coordenadora do projeto na escola com os alunos expositores e a Secretária Executiva Adjunta Pedagógica da Seduc, Luciana Cáuper

“É um programa que contribui com  todo o desenvolvimento da escola, porque eles passam a ter contado com a pesquisa científica aliada as práticas pedagógicas que já estão sendo desenvolvidas na escola. Isso é muito positivo para os alunos e para a escola”, contou.

A coordenadora institucional do PCE/ Seduc, Simara Couto de Abrantes, disse que o programa é muito importante para os alunos e professores, uma vez que o incentivo a pesquisa desperta no aluno o interesse para pesquisa científica.

“Este incentivo, desde a educação básica, faz com que o aluno tenha mais interesse e certeza também sobre a área que irá seguir e continuar trilhando o caminho da ciência”, disse.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Estudantes aprendem Geografia por meio de jogos lúdicos

Projeto é desenvolvido via o Programa Ciência na Escola e tem auxiliado alunos na aprendizagem da disciplina

Quem disse que aprender brincando não é possível? Os estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, Zona Leste de Manaus, estão aprendendo de uma forma diferente a disciplina de Geografia. As aulas agora contam com o apoio de jogos lúdicos que auxiliam no ensino e aprendizagem desta matéria.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola.  O projeto trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou que os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via o Programa Ciência na Escola (PCE), realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

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Jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina de Geografia na Escola Municipal Antonina Borges de Sá

 

Segundo a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade conseguiu despertar e aumentar o interesse dos estudantes em aprender a disciplina.

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

Raquel disse ainda que o projeto é oportuno porque identifica e contextualiza as atividades lúdicas como instrumento pedagógico, interagindo com materiais e procedimentos variados ao ampliar as concepções relativas ao ensino da geografia.

O projeto conta a participação de cinco bolsistas da alfabetização científica do PCE, que ajudam a levar o conhecimento adquirido com o projeto aos demais estudantes da escola. A equipe é formada pelos estudantes: Ana Paula Mendonça, Mikael da Silva, Luiz de Souza, Keven Ribeiro e Jennifer Laredo.

A bolsista Jennifer Laredo disse que o projeto de alfabetização científica conseguiu despertar seu interesse pela pesquisa e em aprender mais sobre a disciplina.

“Os jogos lúdicos da forma como está sendo aplicado têm nos ajudado a aprender e entender a disciplina de forma mais fácil” disse a estudante.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes das Escolas Públicas Estaduais do Amazonas e Municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon

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Estudantes aprendem Geografia por meio de jogos lúdicos

Projeto é desenvolvido via o Programa Ciência na Escola e tem auxiliado alunos na aprendizagem da disciplina

Quem disse que aprender brincando não é possível? Os estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, Zona Leste de Manaus, estão aprendendo de uma forma diferente a disciplina de Geografia. As aulas agora contam com o apoio de jogos lúdicos que auxiliam no ensino e aprendizagem desta matéria.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola.  O projeto trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou que os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via o Programa Ciência na Escola (PCE), realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

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Jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina de Geografia na Escola Municipal Antonina Borges de Sá

 

Segundo a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade conseguiu despertar e aumentar o interesse dos estudantes em aprender a disciplina.

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

Raquel disse ainda que o projeto é oportuno porque identifica e contextualiza as atividades lúdicas como instrumento pedagógico, interagindo com materiais e procedimentos variados ao ampliar as concepções relativas ao ensino da geografia.

O projeto conta a participação de cinco bolsistas da alfabetização científica do PCE, que ajudam a levar o conhecimento adquirido com o projeto aos demais estudantes da escola. A equipe é formada pelos estudantes: Ana Paula Mendonça, Mikael da Silva, Luiz de Souza, Keven Ribeiro e Jennifer Laredo.

A bolsista Jennifer Laredo disse que o projeto de alfabetização científica conseguiu despertar seu interesse pela pesquisa e em aprender mais sobre a disciplina.

“Os jogos lúdicos da forma como está sendo aplicado têm nos ajudado a aprender e entender a disciplina de forma mais fácil” disse a estudante.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes das Escolas Públicas Estaduais do Amazonas e Municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon

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Projeto do Programa Ciência na Escola usa rede social para auxiliar no ensino da matemática

Rede social Edmodo é semelhante ao Facebook, mas voltada para área da educação, e permite resoluções de questões e interações virtuais entre os estudantes

Não é novidade que as redes sociais fazem sucesso, principalmente, entre adolescentes e jovens. Toda essa interação digital agora faz parte de um projeto de alfabetização científica que busca despertar ainda mais o interesse dos alunos pela disciplina de matemática por meio de uma plataforma semelhante ao Facebook. A atividade é desenvolvida com alunos do ensino médio da Escola Estadual Cid Cabral da Silva, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa Ciência na Escola (PCE) realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A plataforma utilizada no ensino da disciplina de matemática é a Edmodo, uma rede social educativa que permite os alunos terem acesso a diversos conteúdos com facilidade, em qualquer lugar, por meio dos smartphone, computadores e tabletes.

Segundo o coordenador do projeto, o professor Frank Osorio Junior, o grande desafio de ensinar a Matemática se dar pelo fato de tornar as aulas um atrativo para os alunos. Por isso, ele decidiu aliar a tecnologia ao ensino da disciplina.

“Desta forma tornamos as aulas mais proveitosas, pois a plataforma Edmodo tem uma gama de funcionalidades que atraem os alunos e permite a interação  com os demais colegas em salas virtuais, com a mediação direta e indireta do professor coordenador”, disse.

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Professor Frank disse que a ferramenta desperta o interesse dos alunos para aprendizagem da disciplina da matemática

Ainda segundo Junior, como o projeto é realizado com alunos do 1° ano do ensino médio, a ideia é fazer simulados com base no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e desta forma prepara-los para as provas. A estimativa do professor é fazer com que 300 alunos da escola participem dos testes.

“A rede social é similar ao facebook, onde podemos postar conteúdos, vídeos, atividades e testes. Isso cria um vínculo com o aluno, pois a cada momento que postamos algum conteúdo na rede, o aluno cadastrado receberá uma notificação. Assim como acontece nas redes sociais já conhecidas, o aluno poderá visualizar as notificações. O aluno também poderá esclarecer dúvidas sobre a disciplina ou expor sua ideia sobre determinada questão”, contou Junior.

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Edmodo é uma plataforma digital parecida com o Facebook, mas voltada para área o ensino e aprendizagem

Para a bolsista do PCE, Lorrany de Oliveira Braga, a tecnologia na escola faz com que os alunos se interessem mais pela disciplina de matemática que muitas vezes é considerada difícil pelos estudantes.

“Os estudantes acham a matemática difícil por envolver cálculo. Com esta tecnologia podemos ver algo diferente que além de nos ajudar permite essa interação com os outros colegas da sala para resolver as questões”, disse.

A estudante Giselly de Almeida, que também integra a equipe de bolsistas do PCE, disse que o projeto é uma experiência boa e nova. Giselly revelou também ter dificuldade na aprendizagem da disciplina. “Eu não sou boa em matemática, mas como o trabalho envolve tecnologia e redes sociais isso  despertou meu interesse pela matemática e fez com que eu melhorasse nas minhas atividades escolares”, contou.

Já o estudante Lucas Pereira destacou que o projeto tem sido inovador e que a ferramenta educativa o ajudou a melhorar as notas na escola.

“No primeiro bimestre quando o professor começou a explicar e usar o Edmodo a minha nota melhorou no 2° bimestre comparada ao 1°bimestre”, destacou.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes de escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Além do incentivo à ciência e pesquisa, o programa pretende facilitar o acesso a informações científicas e tecnológicas aos diferentes participantes do programa bem como contribuir para o processo de formação continuada de professores da rede pública de ensino além de despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Vídeo – Secom

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