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Projeto do Programa Ciência na Escola usa rede social para auxiliar no ensino da matemática

Rede social Edmodo é semelhante ao Facebook, mas voltada para área da educação, e permite resoluções de questões e interações virtuais entre os estudantes

Não é novidade que as redes sociais fazem sucesso, principalmente, entre adolescentes e jovens. Toda essa interação digital agora faz parte de um projeto de alfabetização científica que busca despertar ainda mais o interesse dos alunos pela disciplina de matemática por meio de uma plataforma semelhante ao Facebook. A atividade é desenvolvida com alunos do ensino médio da Escola Estadual Cid Cabral da Silva, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa Ciência na Escola (PCE) realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A plataforma utilizada no ensino da disciplina de matemática é a Edmodo, uma rede social educativa que permite os alunos terem acesso a diversos conteúdos com facilidade, em qualquer lugar, por meio dos smartphone, computadores e tabletes.

Segundo o coordenador do projeto, o professor Frank Osorio Junior, o grande desafio de ensinar a Matemática se dar pelo fato de tornar as aulas um atrativo para os alunos. Por isso, ele decidiu aliar a tecnologia ao ensino da disciplina.

“Desta forma tornamos as aulas mais proveitosas, pois a plataforma Edmodo tem uma gama de funcionalidades que atraem os alunos e permite a interação  com os demais colegas em salas virtuais, com a mediação direta e indireta do professor coordenador”, disse.

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Professor Frank disse que a ferramenta desperta o interesse dos alunos para aprendizagem da disciplina da matemática

Ainda segundo Junior, como o projeto é realizado com alunos do 1° ano do ensino médio, a ideia é fazer simulados com base no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e desta forma prepara-los para as provas. A estimativa do professor é fazer com que 300 alunos da escola participem dos testes.

“A rede social é similar ao facebook, onde podemos postar conteúdos, vídeos, atividades e testes. Isso cria um vínculo com o aluno, pois a cada momento que postamos algum conteúdo na rede, o aluno cadastrado receberá uma notificação. Assim como acontece nas redes sociais já conhecidas, o aluno poderá visualizar as notificações. O aluno também poderá esclarecer dúvidas sobre a disciplina ou expor sua ideia sobre determinada questão”, contou Junior.

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Edmodo é uma plataforma digital parecida com o Facebook, mas voltada para área o ensino e aprendizagem

Para a bolsista do PCE, Lorrany de Oliveira Braga, a tecnologia na escola faz com que os alunos se interessem mais pela disciplina de matemática que muitas vezes é considerada difícil pelos estudantes.

“Os estudantes acham a matemática difícil por envolver cálculo. Com esta tecnologia podemos ver algo diferente que além de nos ajudar permite essa interação com os outros colegas da sala para resolver as questões”, disse.

A estudante Giselly de Almeida, que também integra a equipe de bolsistas do PCE, disse que o projeto é uma experiência boa e nova. Giselly revelou também ter dificuldade na aprendizagem da disciplina. “Eu não sou boa em matemática, mas como o trabalho envolve tecnologia e redes sociais isso  despertou meu interesse pela matemática e fez com que eu melhorasse nas minhas atividades escolares”, contou.

Já o estudante Lucas Pereira destacou que o projeto tem sido inovador e que a ferramenta educativa o ajudou a melhorar as notas na escola.

“No primeiro bimestre quando o professor começou a explicar e usar o Edmodo a minha nota melhorou no 2° bimestre comparada ao 1°bimestre”, destacou.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes de escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Além do incentivo à ciência e pesquisa, o programa pretende facilitar o acesso a informações científicas e tecnológicas aos diferentes participantes do programa bem como contribuir para o processo de formação continuada de professores da rede pública de ensino além de despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Vídeo – Secom

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Projeto do Programa Ciência na Escola usa rede social para auxiliar no ensino da matemática

Rede social Edmodo é semelhante ao Facebook, mas voltada para área da educação, e permite resoluções de questões e interações virtuais entre os estudantes

Não é novidade que as redes sociais fazem sucesso, principalmente, entre adolescentes e jovens. Toda essa interação digital agora faz parte de um projeto de alfabetização científica que busca despertar ainda mais o interesse dos alunos pela disciplina de matemática por meio de uma plataforma semelhante ao Facebook. A atividade é desenvolvida com alunos do ensino médio da Escola Estadual Cid Cabral da Silva, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa Ciência na Escola (PCE) realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A plataforma utilizada no ensino da disciplina de matemática é a Edmodo, uma rede social educativa que permite os alunos terem acesso a diversos conteúdos com facilidade, em qualquer lugar, por meio dos smartphone, computadores e tabletes.

Segundo o coordenador do projeto, o professor Frank Osorio Junior, o grande desafio de ensinar a Matemática se dar pelo fato de tornar as aulas um atrativo para os alunos. Por isso, ele decidiu aliar a tecnologia ao ensino da disciplina.

“Desta forma tornamos as aulas mais proveitosas, pois a plataforma Edmodo tem uma gama de funcionalidades que atraem os alunos e permite a interação  com os demais colegas em salas virtuais, com a mediação direta e indireta do professor coordenador”, disse.

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Professor Frank disse que a ferramenta desperta o interesse dos alunos para aprendizagem da disciplina da matemática

Ainda segundo Junior, como o projeto é realizado com alunos do 1° ano do ensino médio, a ideia é fazer simulados com base no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e desta forma prepara-los para as provas. A estimativa do professor é fazer com que 300 alunos da escola participem dos testes.

“A rede social é similar ao facebook, onde podemos postar conteúdos, vídeos, atividades e testes. Isso cria um vínculo com o aluno, pois a cada momento que postamos algum conteúdo na rede, o aluno cadastrado receberá uma notificação. Assim como acontece nas redes sociais já conhecidas, o aluno poderá visualizar as notificações. O aluno também poderá esclarecer dúvidas sobre a disciplina ou expor sua ideia sobre determinada questão”, contou Junior.

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Edmodo é uma plataforma digital parecida com o Facebook, mas voltada para área o ensino e aprendizagem

Para a bolsista do PCE, Lorrany de Oliveira Braga, a tecnologia na escola faz com que os alunos se interessem mais pela disciplina de matemática que muitas vezes é considerada difícil pelos estudantes.

“Os estudantes acham a matemática difícil por envolver cálculo. Com esta tecnologia podemos ver algo diferente que além de nos ajudar permite essa interação com os outros colegas da sala para resolver as questões”, disse.

A estudante Giselly de Almeida, que também integra a equipe de bolsistas do PCE, disse que o projeto é uma experiência boa e nova. Giselly revelou também ter dificuldade na aprendizagem da disciplina. “Eu não sou boa em matemática, mas como o trabalho envolve tecnologia e redes sociais isso  despertou meu interesse pela matemática e fez com que eu melhorasse nas minhas atividades escolares”, contou.

Já o estudante Lucas Pereira destacou que o projeto tem sido inovador e que a ferramenta educativa o ajudou a melhorar as notas na escola.

“No primeiro bimestre quando o professor começou a explicar e usar o Edmodo a minha nota melhorou no 2° bimestre comparada ao 1°bimestre”, destacou.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes de escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Além do incentivo à ciência e pesquisa, o programa pretende facilitar o acesso a informações científicas e tecnológicas aos diferentes participantes do programa bem como contribuir para o processo de formação continuada de professores da rede pública de ensino além de despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Vídeo – Secom

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Estudantes do PCE expõem trabalhos em shopping de Manaus

Três projetos do PCE envolvendo sustentabilidade, jogos lúdicos e na área da saúde foram apresentados ao público na última segunda-feira (30)

Três projetos desenvolvidos no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE) participaram na última segunda-feira (30) de uma exposição realizada no Espaço Cultural da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping.  Produtos feitos a partir de materiais reciclados, jogos lúdicos para o  ensino da disciplina da Geografia e cuidados com a saúde foram os trabalhos apresentados ao público pelos bolsistas de alfabetização científica do programa.

O programa é desenvolvido pelo Governo do Amazonas via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, em parceria com as Secretarias Estadual e Municipal de ensino, e permite a produção da ciência dentro do espaço escolar por meio do desenvolvimento de projetos de pesquisa que oportunizam a formação acadêmica e a transformação do pensar, fazer e entender ciência pelo cidadão.

O projeto intitulado ‘Jovens empreendedores: artesanato sustentável’, realizado na Escola Municipal Vicente de Paula, no bairro Japiim, mostrou os produtos desenvolvidos na escola a partir das ações da educação ambiental e reaproveitamento dos materiais como garrafa pet e caixas de leite, que antes teriam como o destino o lixo.

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Bolsistas do PCE reaproveitam materiais descartados e transformam em produtos sustentáveis em Manaus

A atividade é realizada com alunos do 6º ano do ensino fundamental. De acordo com a coordenadora do projeto, Socorro Brelaz, a ideia de trabalhar essa ação na escola surgiu ao ver a grande quantidade lixo jogado nas ruas.

Na prática, os alunos aprendem sobre a reciclagem e a importância da sustentabilidade na preservação do meio ambiente.

“Os alunos se tornaram multiplicadores deste conhecimento, eles fazem as coletas dos materiais que serão usados para confeccionar os produtos. Utilizamos caixas de leite, CD, garrafas plásticas e retalhos de tecidos que são transformados em jogos, enfeites natalinos, objetos de decoração para casa e utilidades”, disse a professora.

A bolsista do projeto Lívia Oliveira contou que já aprendeu muito sobre quais  produtos podem ser criados a partir do reaproveitamento de materiais, além de saber a importância da reciclagem e como tudo isso impacta no meio ambiente.

Para a Lorena Flávia, que também participa do projeto, a atividade traz benefício não apenas aos estudantes da escola, mas para toda sociedade.

“Isso nos ajuda fazer com que as pessoas entendam sobre o que é reciclagem, um incentivo para não descartarem o lixo em qualquer lugar”, destacou.

Jogos Lúdicos

 Os jogos lúdicos utilizados por estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, também foram expostos no Ecam. O projeto intitulado ‘Os Jogos Lúdicos no Ensino-Aprendizagem nas Aulas de Geografia’ trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou como os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola. De acordo com a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade desperta e aumenta o interesse dos estudantes pela disciplina de Geografia.

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Jogos lúdicos têm aumentado o interesse e desempenho de alunos na disciplina de Geografia

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

 Saúde

Na área da saúde, os bolsistas do PCE do ensino de Educação de Jovens e Adultos (EJA) realizaram aferição de pressão, tudo supervisionado pelo coordenador do projeto, o professor da disciplina de Ciências Arthur Castro.

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Projeto do PCE desenvolvido na área da saúde  tem objetivo de fazer um  pré-diagnóstico verificando a pressão dos alunos e funcionários da escola

O projeto intitulado ‘Pré-diagnóstico da Hipertensão Arterial’ desenvolvido na Escola Municipal Madre Tereza de Calcutá, no bairro Jorge Teixeira, tem o objetivo de desenvolver ações de rastreamento de possíveis hipertensos inseridos na escola.

“Queremos fazer um pré-diagnóstico para verificar pressão dos alunos e funcionários. Todos os alunos da escola estão envolvidos na atividade. Eles têm mostrado um desempenho muito bom dentro do projeto, aprendendo todo dia e na prática como é realizada a pesquisa científica” disse o professor.

A estudante Adriana Campos informou que esta é a primeira vez que participa de um projeto que envolve pesquisa científica. Ela informou que por essa experiência tudo indica que seguirá carreira na área da saúde.

“Com esse incentivo tenho a oportunidade de crescer e adquirir mais conhecimento. É um trabalho em conjunto que permitirá eu chegar na graduação mais preparada, no que diz respeito a pesquisa”, disse Adriana.

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Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos – Decon

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Projeto de pesquisa ensina educação financeira em escola pública em Manaus

Estudo é realizado no âmbito do PCE da Fapeam que envolve turmas do 1º ano do Ensino Médio

Ser consumidor ou consumista? Esse é um dos diversos questionamentos realizados no projeto “Educação Financeira na Escola: Planejando a Vida”, realizado por estudantes do 1º ano do ensino médio da Escola Estadual Profª Adelaide Tavares de Macedo, situada no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus.

O projeto, que é coordenado pela professora de Artes e Sociologia Mariá de Nazaré Conceição Sena, é realizado no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e conta com a participação das alunas Adria Cristina, Giovanna Galvão e Suzyane Oliveira. Além das bolsistas, as turmas de 1º ano do turno matutino participam das atividades do grupo de pesquisa.

Segundo a professora Mariá, o projeto tem a proposta de trabalhar a cultura da prevenção voltada à educação financeira. Ela conta que o estudo busca também orientar os alunos sobre o comportamento deles em sociedade e como ser um consumidor e não um consumista.

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Estudantes aprendem na prática, desde cedo, como planejar a mesada e a ajudar no orçamento familiar

 

“Eles (alunos) aprendem a se planejarem financeiramente desde cedo. O planejamento vai desde a redução do consumo de energia até questões sobre como fazer compras de forma sustentável. Será que devo comprar aos pouquinhos ou devo me planejar para ir ao supermercado e comprar tudo de uma vez?”, questiona.

Mariá destacou que além do conhecimento repassado durante as atividades do projeto, os alunos são incentivados a serem multiplicadores dos conceitos aprendidos. A ideia é que seus familiares, amigos e conhecidos também compreendam a importância da educação financeira.

“Vamos tornar os alunos multiplicadores de ações. Tudo o que eles aprendem na escola vão passar de alguma forma para família deles. Por exemplo, nós fizemos estudo dos 5R’s que vão desde repensar suas atitudes até reciclar. Os alunos também irão trazer de casa as contas de energia e criaremos uma dinâmica para fazer a redução desse gasto no imóvel”, contou.

Conforme a professora, a dinâmica será realizada em todas as turmas nas quais ela ministra aula. O desafio será avaliado como nota do terceiro bimestre. Os alunos irão listar todos os eletroeletrônicos que possuem em casa e a forma de interação das pessoas com esses objetos.

“Outra questão que a gente trabalha dentro do projeto é análise da fatura do cartão de crédito e como as pessoas se programam para comprar e pagar suas contas. Analisamos também à lista de compras de supermercado”, ressaltou Mariá.

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A ideia é que familiares, amigos e conhecidos também compreendam a importância da educação financeira

 

A proposta de fazer multiplicadores do conhecimento sobre educação financeira tem dado certo. A bolsista Adria Cristina conta que mudou seus hábitos de consumo e que seus familiares também têm se enquadrado nesse novo momento. Segundo a bolsista, a redução do valor da conta de energia é a prova de que o projeto tem alcançado seus objetivos.

“Consegui aprender várias coisas que eu fazia de errado e com dinheiro que gastava com besteiras posso usar em coisas melhores. Por exemplo, eu compro roupas novas e dou as antigas pra quem precisa. Outra coisa, quando todo mundo sai de casa eu tiro todos os objetos das tomadas. Hoje pagamos R$ 121 de energia, antes pagávamos muito mais. É um alívio. Quando saímos para fazer compras sempre pergunto para minha mãe se aquilo que estamos comprando é realmente preciso”, ressaltou.

Assim como Adria, a bolsista Giovana Galvão também tem repensado a maneira de consumir e planejar seu orçamento. “Estou gostando bastante do projeto porque agora consigo pensar melhor em como gastar o dinheiro que recebo dos meus pais e não gastar com besteiras. Penso sempre em investir em alguma coisa maior”, disse.

Para a bolsista Suzyane Oliveira, o estudo tem sido uma base que incentiva o estudante a pensar e planejar o futuro. “Quando estiver mais adulta já vou ter essa base e vou saber como investir ao invés de ficar gastando e não ter nada de volta, como muitos adultos fazem. Então, acho que se a gente economizar a partir de agora o nosso dinheiro, pra faculdade ou pra comprar nossa casa futuramente, é mais importante”, finalizou.

 O PCE

O programa incentiva a atração de alunos e professores ao mundo da pesquisa científica no ambiente escolar, envolvendo-os, a partir do 6º do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, em projetos de cunho científico ou tecnológico. Ao todo, 396 propostas foram aprovadas pela Fapeam e contemplam Manaus e outros 35 municípios do Estado.

 

Texto e fotos:  Decon

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