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Música auxilia na aprendizagem da língua inglesa em Manaus

21.11.2019 - PROGRAMA PCE - CORAL AULA DE INGLÊS - FOTOS ERICO X-17

Projeto foi desenvolvido com apoio da Fapeam

Quem não gosta de ouvir a canção favorita? Seja para cantar, dançar, refletir, relaxar ou até mesmo para praticar alguma atividade física. A música é universal e possui diferentes ritmos e línguas. Em Manaus, a música também tem sido usada como instrumento inclusivo no ensino da língua inglesa, por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edital N° 003/2019, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

O projeto desenvolvido com 41 alunos do 5º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Professor Waldir Garcia, zona centro-sul, foi coordenado pela professora, Luana Camila Lima, que buscou trazer novas metodologias para facilitar o aprendizado da língua, além de buscar a inclusão dos estudantes refugiados (haitianos e venezuelanos), bem como os estudantes brasileiros com dificuldade de aprendizagem no ensino da língua inglesa.

2020-01-06

Segundo a professora, o projeto ajudou a melhorar a questão de aquisição de vocabulário, pronúncia das habilidades como leitura, escrita e também a postura no ato do canto e a expressão corporal.

“Espero que essa iniciativa não pare por aqui, que possamos continuar para atingir mais crianças, e que elas vejam que é possível aprender outro idioma de forma prazerosa e dinâmica, não sendo algo cansativo, mas sim algo que elas possam desenvolver de forma agradável”, relata.

21.11.2019 - PROGRAMA PCE - CORAL AULA DE INGLÊS - FOTOS ERICO X-39

Projeto foi realizado por meio do PCE

Para a estudante do 5º ano e integrante do coral, Maria Luíza Nascimento, o projeto ajudou no seu desenvolvimento de aprendizagem do inglês. “Eu acho muito legal poder participar desse projeto, o coral me ajudou a desenvolver melhor a pronúncia do inglês, antes eu não sabia falar quase nada em inglês agora já aprendi muitas coisas. O coral me ajudou bastante.”

Esta é a primeira vez que a professora participa do PCE, Luana lima destaca a importância da música como uma forte aliada no ensino de outro idioma.  “Eu sempre acreditei na potência das artes, então a música vem para trabalhar justamente para que esse processo de inclusão seja mais favorável. Ela contribui muito para o processo de aprendizagem de outro idioma, ajuda a desenvolver vocabulário, a pronúncia, também tem a questão de trabalhar em grupo, a empatia, nós temos alguns alunos autistas, eles têm certa dificuldade de ter empatia com o colega então a música ajuda nesse processo”, relata.

 

Metodologia

Para o projeto as músicas foram trabalhadas de acordo com o nível de inglês de cada turma. Durante os ensaios, foram trabalhadas as habilidades de escuta, pronúncia, leitura, vocabulário e estruturas gramaticais juntamente com o conhecimento de técnicas básicas do canto (coral), que pode envolver o aquecimento prévio das vozes. A identificação dos diferentes tons e notas musicais, os ensaios também tiveram apoio técnico de estudantes do curso de Música da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que auxiliaram na questão de técnicas vocais e aquecimento.

O projeto que iniciou em julho de 2019 realizou um levantamento para saber quais estudantes tinham dificuldades de aprendizagem para analisar cada caso.

PCE

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

 

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Estudantes aprendem química por meio da produção de sorvetes

A aprendizagem dos conceitos de química aliada à prática é uma receita que deu certo na Escola Estadual Maria Madalena Santana de Lima, bairro Armando Mendes, zona Leste de Manaus. A oportunidade foi possível graças ao apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edital N°003/2019.

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Projeto foi realizado por meio do PCE

Intitulado “Formulação de Sorvetes Caseiros como Estratégia para o Ensino de Química”, o projeto coordenado pela professora Nancy Granjeiro, deixou as aulas mais dinâmicas e fez com que os alunos tivessem mais interesse pelo conteúdo ministrado em sala de aula.

Segundo a professora, o projeto teve como objetivo popularizar a química por meio da elaboração de sorvetes, mostrando que a disciplina está presente no dia a dia das pessoas, aliando teoria e prática, e consequentemente, contribuindo para um melhor desempenho escolar.

“Sou professora de química e sempre procurei deixar as aulas mais interessantes. Como é a quarta vez que participo do PCE e, antes, já tinha feito cosméticos, óleos essenciais, pães e bolos, percebi que eles gostavam bastante da química relacionada à comida. A ideia do sorvete surgiu devido à facilidade de conseguir fazer tudo no laboratório, além do baixo custo do material para fazer o sorvete, que custa aproximadamente R$15, e todos os alunos gostam”, declarou Nancy.

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Projeto é desenvolvido com apoio da Fapeam

A professora disse ter percebido que os alunos ficam muitas vezes cansados da aula teórica. Logo no início do ano letivo, já perguntam quando serão as aulas no laboratório, a partir daí, ela procurou desenvolver o projeto de uma forma confortável, usando técnicas diferentes de preparo do sorvete. Desenvolvi o projeto no laboratório da escola e no PCE, temos três alunos bolsistas, mas procuro integrar outras turmas nessas atividades também, justamente para que fiquem mais interessados nas aulas”.

No projeto a professora utilizou duas técnicas: uma com emulsificantes (aditivos utilizados para deixar os alimentos com textura mais consistente) e, outra forma mais simples, utilizando creme de leite e leite condensado. “Começamos pelas aulas teóricas para que eles entendam o porquê de usar determinado produto e, depois, vamos para o laboratório”, acrescentou.

Para o estudante e bolsista do PCE, Romildo Parente, o projeto trouxe diversos benefícios para a turma em relação à disciplina de química, dentre eles, a interação dos alunos com o assunto abordado em sala de aula. “O projeto permitiu sair da teoria e passar para a prática, para que todos pudessem participar e entender como a química realmente funciona e que ela está presente no nosso dia a dia, como por exemplo, na formulação de sorvete caseiro”.

2019-12-27

Da escola para a comunidade

A professora comenta que o PCE  tem  contribuído para o engajamento do aluno no ambiente escolar e a inserção dos pais,  por isso, ela  pensa em  envolver os pais nas atividades. “Também queremos realizar oficinas para os pais e para a comunidade para aprenderem  e, quem sabe,  possa surgir novos empreendedores”, disse.

No dia 29/11 a escola promoveu o evento “Ciência na Praça”, na oportunidade, foram apresentados para a comunidade os resultados dos projetos de iniciação científica desenvolvidos na escola.

A docente considera a iniciação científica muito importante, principalmente porque o aluno sai com um diferencial e até  descobre qual área pretende seguir. Nancy também considera o apoio da Fapeam primordial para o incentivo à pesquisa. Nunca fiz pesquisa científica antes, só fiz depois que comecei a trabalhar na escola. Eu achava que nunca teria um projeto aprovado, mas eu submeti minha proposta e vi que sou capaz. Eu sempre digo para os alunos aproveitarem, porque na minha época não era assim, não tinha tanta oportunidade. Aproveitem as oportunidades da Fapeam”.

PCE

O Programa Ciência na Escola é uma  iniciativa da Fapeam, realizada em parceria com a Secretaria de Educação e Desporto (Seduc-AM) e Secretaria de Municipal de Educação (Semed). O programa visa à participação de professores e alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, para despertar a vocação científica e incentivar talentos.

Por: Amanda Bulcão

Fotos: Érico Xavier

Arte: Barbara Brito

 

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Professores do interior recebem orientações sobre elaboração de relatório final do PCE

16.12.2019 - OFICINA RELATÓRIO FINAL PCE -  ÉRICO XAVIER_

Oficina foi realizada no Centro de Mídias da Seduc/AM

Professores de nove municípios do Amazonas assistiram a transmissão de videoconferência da “Oficina de Elaboração de Relatório Final” do Programa Ciência da Escola (PCE) realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que ocorreu na segunda-feira (16/12), no Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e  Desporto (Seduc-AM),  no bairro Japiim, zona Sul de Manaus.

O objetivo da oficina foi apontar questões detalhadas  para melhoria da qualificação dos relatórios finais do PCE, que serão entregues ao final da edição do programa. Participaram da transmissão professores dos municípios de Parintins, Itacoatiara, Itapiranga, Caapiranga, Boca do Acre, Barreirinha, Nova Olinda do Norte e Santo Antônio do Içá, que tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas por meio do chat online.

16.12.2019 - OFICINA RELATÓRIO FINAL PCE -  ÉRICO XAVIER_-6

Fulgência Bandeira ministrou a oficina do PCE

A integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira relata a importância da aproximação do PCE no interior com a capital.

“A oficina possibilita essa aproximação. A ideia é que não haja o distanciamento do conhecimento, que a Fapeam esteja sempre presente tanto na capital quanto no interior. A oficina é importante porque podemos passar orientações tanto na parte de elaboração de projeto quanto na avaliação de produção do relatório final, para que esses relatórios atendam a proposta do PCE”, conta.

Para o coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira, a inciativa é uma ação positiva,  na qual muitas dúvidas podem ser sanadas. “Além disso, as orientações ajudam a montar um relatório mais contundente, permitindo a finalização correta dos projetos”, disse.

PCE

Lançado no mês de abril, o PCE recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e municipais de Manaus e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, foram disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Coordenadores de projetos do PCE da rede estadual de ensino participam de oficina de qualificação

A “Oficina de Elaboração de Relatório Final” do Programa Ciência da Escola (PCE) realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) teve continuidade na segunda-feira (9/12) com a participação de 150 coordenadores de projetos de escolas estaduais localizadas em Manaus.

A atividade foi realizada no auditório da Escola Estadual Djalma da Cunha Batista, localizada no bairro Japiim, zona Sul de Manaus, com o objetivo de contribuir para melhoria da qualificação dos relatórios finais que serão entregues pelos coordenadores dos projetos do PCE ao término da edição do Programa.

Palestra

Integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira, fala aos coordenadores.

 

A integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira, explica que nas oficinas são abordados tópicos como, o papel dos comitês de ética responsáveis pelas normas nacionais de regulamentação de projetos de pesquisa com seres humanos, análise dos indicadores que são meios para monitorar e avaliar como está o andamento dos projetos.

“A Fapeam decidiu oferecer essas oficinas com o objetivo de ajudar os coordenadores a qualificar esses relatórios finais e ter o diagnóstico de como a alfabetização científica está sendo implementada nas escolas e influenciando os estudantes”, disse Fulgência.

Para o coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira, a iniciativa da Fapeam em realizar a oficina é de extrema importância porque os coordenadores tinham a necessidade dessa orientação no momento de elaborar o relatório final dos projetos.

“Ao longo dos anos nós vimos que era uma demanda que os coordenadores tinham e essa orientação vai facilitar em especial aqueles que iniciaram no PCE em 2019 e não têm experiência em elaborar o relatório final dos projetos”, explicou Mailson. 

Mailson Rafael

Coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira.

 

Coordenadores

A professora Socorro Oliveira explica que esse ano é a primeira vez que ela coordena um projeto do PCE e, por isso, é fundamental a oficina para esclarecer quais são os critérios a serem observados na composição do relatório final.

“Eu coordeno o projeto “O teatro como meio de promover o ensino aprendizado das principais obras literárias brasileiras no ensino médio”, desenvolvido na Escola Estadual Des. André Vidal de Araújo, Cidade Nova, zona Norte de Manaus, é importante produzir um relatório correto com as devidas orientações para não ocorrer erros, finalizou Socorro.

 

Socorro Oliveira

Coordenadora de um projeto do PCE, Socorro Oliveira.

 

É na Escola Estadual Professora Ruth Prestes Gonçalves, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, que a professora Andressa Primavera coordena o projeto “Sustentabilidade na era Hashtag – Usando as mídias sociais como ferramentas para disseminar práticas de sustentabilidade na escola”. Para ela, mesmo sendo a terceira vez que coordena um projeto do PCE, as orientações continuam pertinentes.

 

Andressa Primavera

Coordenadora de um projeto do PCE, Andressa Primavera.

 

A próxima Oficina de Elaboração de Relatório Final do PCE ocorrerá dia 16/12, de 14h as 17h, no Centro de Mídias de Educação do Amazonas, no bairro Japiim II, zona Sul de Manaus, e será destinada aos professores coordenadores de escolas estaduais localizadas no interior do Amazonas. 

PCE

Lançado no mês de abril, o PCE recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e municipais de Manaus e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, foram disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

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Projeto do PCE promove educação ambiental no Centro Socioeducativo Dagmar Feitosa

Promover a percepção ambiental e a reflexão das relações individuais e coletivas relacionadas ao meio ambiente, utilizando a prática da reciclagem de óleo de cozinha na produção de sabão, é a base do projeto de iniciação científica júnior desenvolvido por alunos do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Josephina de Melo, que funciona nas dependências do Centro Socioeducativo Dagmar Feitosa, situada no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus.

Intitulado “Educação ambiental e reciclagem de óleo de cozinha na produção de sabão: uma experiência com adolescentes do Centro Socioeducativo Dagmar Feitosa”, o projeto conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Ciência na Escola (PCE)- edital N° 003/2019.

FOTOS Michel Mello - Secom_-5

Projeto é coordenado pela professora Danielle Portela.

A professora e coordenadora do projeto, Danielle Portela,  disse que no Centro Socioeducativo encontrou a oportunidade  para colocar o projeto em prática, uma vez que o local atua no processo de ressocialização e trabalha muito a área pedagógica.

“No primeiro momento realizamos com os bolsistas as leituras de artigos científicos e depois discutimos em sala de aula abordando a importância da reciclagem e a educação ambiental. Em seguida,  iniciamos a coleta do óleo de cozinha que recebemos no centro socioeducativo. No local destinado para a produção do sabão coamos esse óleo e começamos os procedimentos  de reciclagem para a produção”, detalhou.

Oficina

No mês de novembro foram realizadas duas oficinas no Centro Socioeducativo Dagmar Feitosa com objetivo de apresentar e divulgar os resultados parciais  do projeto na escola e na comunidade. Desenvolvido desde o mês julho deste ano, o projeto conta com a participação de dois alunos adolescentes internos no Centro Socioeducativo.

Segundo o estudante e bolsista do PCE, João (nome fictício), o projeto permite adquirir novos conhecimentos. “Além de aprender  de forma  diferente, poderei contribuir com o meio ambiente e passar esta  experiência para outras pessoas”.

O estudante e bolsista, Pedro (nome fictício), destaca a importância de poder participar do seu primeiro projeto científico. “Essa experiência tem sido muito significativa, porque agora sei como trabalhar em projeto de pesquisa e a forma como isso pode melhorar meu aprendizado futuramente”, disse.

FOTOS Michel Mello - Secom_-2

Transformando óleo reciclado em sabão

Educação Ambiental

Conforme a professora, parte dos estudantes não tem o conhecimento dos malefícios causados pelo óleo ao meio ambiente e muito menos que o material pudesse ser reciclado e transformado em sabão, por exemplo. Com essa perspectiva, acredita-se alcançar resultados relevantes e significativos no ambiente socioeducativo em que os adolescentes convivem e posteriormente no ambiente familiar.

“Esperamos sensibilizar esses adolescentes para as questões ambientais e que esse conhecimento adquirido durante a realização do projeto possa ocasionar  mudanças de atitudes e respeito pelo meio ambiente. O projeto está em fase de  conclusão, mas  almejamos que  o Centro Socioeducativo  continue com esse incentivo a prática de reciclagem do óleo  com os futuros internos”, relata.

Dagmar Feitosa

No Amazonas, o sistema Socioeducativo é composto por cinco unidades, sendo três de internação, uma de internação provisória (quando o jovem vem da delegacia e fica aguardando a aplicação da medida pelo juiz) e outra de semi-liberdade (depois que cumpre a medida de internação que o juiz determina uma medida de cumprimento de liberdade assistida, onde fica por um período sob a responsabilidade do Estado, e frequenta escola regular fora da unidade e também os cursos profissionalizantes em parceria com o Cetam.

PCE

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Por: Jessie Silva

Fotos: Michel Mello

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Projeto que incentiva a cultura e a educação patrimonial será apresentando em congressos no Brasil e Portugal

Oportunizar a vivência na arte por meio dos patrimônios culturais de Manaus foi o objetivo do projeto “Guardiões do Patrimônio” desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam)  via o Programa Ciência na Escola (PCE)- edital N° 001/2018, com alunos do 6º ano, da Escola Estadual Nathália Uchôa, localizada no bairro Japiim 2, Zona Sul de Manaus.

No projeto, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer a partir da perspectiva artística, educação patrimonial e alfabetização científica  vários patrimônios no Centro Histórico de Manaus, como o Teatro Amazonas, Largo São Sebastião, Palácio da Justiça, além da Universidade Federal do Estado do Amazonas.

O projeto coordenado pela professora Denise Gomes  resultou na aprovação em três congressos: dois nacionais e um internacional. O trabalho será apresentado no XII Seminário Nacional de Formação dos Profissionais da Educação da ANFOPE/40° Encontro Nacional do FORUMDIR, que ocorrerá de 16 a 19 de setembro, em Salvador (BA); no III Congresso Internacional de Pedagogia Educação em Tempos Incertos em Braga,  a ser realizado de 10 a 12 de outubro, em Portugal,  e  no VI Congresso Nacional de Educação (CONEDU), que ocorre em Fortaleza (CE), no período de 24 a 26 de outubro,  todos este ano.

“Esses congressos vêm para somar e também para mostrar quão importante são os projetos do PCE, porque esses desdobramentos fazem com que possamos  compartilhar não apenas experiência desse projeto, mas mostrar  também  que a educação aqui no nosso Estado é de qualidade” explicou.

Segundo Denise, a ideia do projeto surgiu a partir dos estudos sobre as dimensões da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que tem como novidade o objeto de conhecimento “Patrimônio Cultural”, dentro da unidade temática Artes Integradas, onde consta diversos desdobramentos, um deles é  o estudo dos patrimônios materiais e imateriais, que foi o foco dos alunos.

PROFa. DENISE RODRIGUES - PCE    - FOTOS ÉRICO X._-3

Etapas

Conforme a professora,  a metodologia utilizada foi a de Maria de Lurdes Parreira Horta, teórica da Universidade de São Paulo (USP), que consiste em 4 etapas: leitura e observação, registro, exploração e apropriação.

A primeira etapa preparou teoricamente os alunos para as visitas,  por meio de leituras e observações sobre os patrimônios culturais. Em seguida, foram feitos registros  sobre o que foi visto e estudado de forma didática e criativa, tomando processos artísticos diversos – como desenho, fotografia e pintura, como base.

Paralelamente, os bolsistas realizaram uma investigação sobre a percepção que os demais colegas de classe têm sobre patrimônio cultural material, imaterial e arqueológico, para levantar hipóteses, discussões, questionamentos sobre os resultados da observação e das opiniões dos alunos.

Já as fases finais foram mediadas por procedimentos científicos, exploração artística e marcadas por oficinas de ressignificação dos patrimônios culturais visitados, ampliando o conhecimento sobre os mesmos.

Iniciação científica júnior

Os estudantes Daniel Zacarias Pinheiro Jardim e Eduardo Cunha da Costa, do 7º e 6º, respectivamente, participaram  pela primeira vez de um projeto de iniciação científica júnior e avaliaram de forma positiva a experiência, principalmente por contribuir  com o conhecimento cultural maior sobre a cidade.

“A parte que eu mais gostei foi de descobrir novas coisas, sair para conhecer mais, de ajudar também a imagem cultural da nossa cidade. Esse foi o primeiro projeto que participei, mas espero participar de outros”, disse Eduardo.

Para Denise o PCE é um programa importante por incentivar os alunos ainda na educação básica a ter o contato com projetos de iniciação científica júnior.

“O PCE é de extrema relevância. A Fapeam é uma fundação que realmente ampara a pesquisa no Amazonas, não só com projetos de ensino superior, mas também de nível básico. Com o projeto, um aluno do 6º ano teve a capacidade de desenvolver sua fala, sua oratória, além da criticidade, isso tudo é muito importante não só para a pesquisa, mas para a vida deles” contou.

PCE - ESCOLA ESTADUAL NATHÁLIA UCHÔA    - FOTOS ÉRICO X._-10

PCE

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) e Secretaria Municipal  de Educação  (Semed Manaus), o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

 

Por Caio Alencar

Fotos- Érico Xavier

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Projeto incentiva empreendedorismo na escola

Trabalhar a educação empreendedora na sala de aula foi à base de um projeto desenvolvido, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com alunos do ensino fundamental, na Escola Municipal Thomás Meirelles, no bairro Petrópolis, zona Sul de Manaus. Intitulado “Pequenos empreendedores: protagonistas da sua própria história”, o trabalho foi desenvolvido no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE), edital N° 001/2018.

No projeto, os estudantes criaram uma empresa fictícia e produziram biscoitos caseiros com sabores de frutas regionais. Para isso, contaram com o apoio de uma nutricionista e de graduandos do curso de nutrição da Universidade Nilton Lins.

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Segundo a coordenadora do projeto, Suzana Albuquerque Vieira, com os alunos foram trabalhados conceitos da Pedagogia Empreendedora e Empreendedorismo Social, com objetivo de despertar nos alunos o  espírito empreendedor, por meio do estímulo ao autoconhecimento e no desenvolvimento de competências.

“Os biscoitos foram comercializados pelos alunos na comunidade escolar em troca de alimentos não perecíveis e doados aos desabrigados do incêndio que ocorreu do bairro de Educandos, em dezembro de 2018”, conta a professora.

Iniciação Científica Junior

 Os estudantes Maria Clara dos Santos e Miguel Claudio dos Santos, do 5º ano, contam que nunca tinham participado de um projeto de iniciação científica junior antes e que a experiência adquirida no projeto teve impacto na vida escolar e pessoal.

“Conseguir aprender várias coisas e quando crescer pretendo seguir na área do empreendedorismo. Essa é uma experiência que vou levar para minha vida”, relata Maria Clara.

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Coordenadora do projeto, Suzana Albuquerque, com os alunos participantes

Mais PCE

No dia 10/7 a Fapeam divulgou o resultado do PCE. Lançado no mês de abril, o programa recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e  municipais de Manaus  e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, serão disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

Em 2019, o PCE completa 15 anos em comemoração a data esta edição é especial chamada de edição de ouro, e contará com seminário de apresentação ao público, premiação para os melhores trabalhos e revista com resumos dos projetos.

PCE

 O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) e Secretaria Municipal  de Educação  (Semed Manaus), o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

Por Jessie Silva

Fotos- Érico Xavier

 

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Estudantes extraem óleos essenciais de plantas para produção de cosméticos em projeto do PCE

TV FAPEAM-   A extração de óleos essenciais de plantas para aplicação na produção de perfumes e sabonetes líquidos é uma das práticas experimentais vivenciadas por estudantes de química da Escola Estadual Maria Madalena Santana de Lima, no bairro Armando Mendes, zona leste de Manaus, por meio do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

A ação é resultado do projeto “Práticas e perspectivas no ensino da química a partir da extração de óleos essenciais para formulação de cosméticos”, desenvolvido no âmbito do PCE, por meio do edital n° 001/2018 da Fapeam.

A TV Fapeam foi até a escola e conversou com a coordenadora do projeto, Nancy Grangeiro, e com os bolsistas de iniciação científica júnior que fizeram parte do trabalho. Assista a este vídeo e outros produzidos pela TV Fapeam.

Imagens e edição de vídeo- Esterffany Martins e Érico Xavier

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Fapeam reúne com Comissão do Programa Ciência na Escola

Com o intuito  de apresentar os resultados obtidos na análise de mérito das propostas enquadradas  no Programa Ciência na Escola (PCE), a  diretoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) realizou reunião com a Comissão de Avaliação e Acompanhamento do PCE na tarde desta sexta-feira (28/6), na sede da Fundação, bairro Flores,  zona Centro-Sul de Manaus.

Na ocasião, estiveram presentes representantes da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM), Secretaria Municipal de Educação  (Semed) e do Conselho Estadual de Educação (CEE). Pela Fapeam  participaram a diretora-presidente, Márcia Perales,  a diretora técnico-científica, Marne Vasconcellos,  e parte da equipe do Departamento de Análise de Projetos (Deap).

28.06.2019 - Reunião FAPEAM PCE - SEDUC - SEMED e CEE  - FOTOS ÉRICO XAVIER_-23

A apresentação dos resultados foi feita pela coordenadora de acompanhamento do PCE/ Fapeam, Maria Fulgência Bandeira. Lançado no mês de abril, o PCE recebeu propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e  municipais de Manaus  e de escolas estaduais do interior do Amazonas.

Durante a reunião, Márcia Perales  destacou  que as novidades anunciadas no dia do lançamento do edital estão sendo cumpridas, como  as oficinas de elaboração e submissão de projetos, realizadas no mês de maio, que orientaram os professores sobre como montar e executar um projeto de pesquisa e detalharam pontos do edital do PCE.

Também falou sobre a ampliação no número de bolsas para o Programa, que saltou para 2.400 no Amazonas, bem como o aumento no valor da bolsa que estava congelado há 15 anos. O valor saiu de R$120,00 (em 2018) para R$150,00 (em 2019). Para professores a bolsa salta de R$ 461 (em 2018) para R$560,00 (em 2019).

“Essas ações são resultados do apoio do Governo do Amazonas, que acredita na ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento socioeconômico do Amazonas”, disse.

Chamada de edição ouro, neste ano o PCE completa 15 anos  em comemoração à data haverá premiação para os melhores projetos. No final do Programa, os professores também poderão publicar artigos científicos em revista especial do PCE.

O coordenador do PCE pela Seduc-AM, Rafael Ferreira,  disse que ficou feliz com os resultados alcançados nesta fase da seleção. “ Conseguimos alcançar nossa meta de submissão de propostas. Os projetos enquadrados seguiram todas as exigências do edital, com  avaliação positiva na análise de mérito, disse.

Para o coordenador  do PCE pela Semed, Romualdo Caetano Barros, as oficinas de orientação realizadas para  professores foram importantes para aumentar a  qualidade dos  projetos submetidos ao Programa.

28.06.2019 - Reunião FAPEAM PCE - SEDUC - SEMED e CEE  - FOTOS ÉRICO XAVIER_-11

PCE

O programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Semed e Seduc-AM, o PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

 

Por Esterffany Martins

Foto: Érico Xavier

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Fapeam participa da 12ª Reunião do Fórum de Gestores de Instituições de Ensino e Pesquisa do Amazonas

Fortalecer a colaboração entre as instituições de ensino e pesquisa no Amazonas em favor do desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) foi o objetivo da 12ª Reunião do Fórum de Gestores de Instituições de Ensino e Pesquisa do Amazonas realizada na terça-feira (28/05) na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

Promovido pela Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), o Fórum reuniu reitores de universidades públicas e particulares e gestores de instituições de ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, com intuito de trocar informações, experiências e cooperação técnica.

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12ª Reunião do Fórum de Gestores de Instituições de Ensino e Pesquisa do Amazonas. Foto: Érico Xavier

A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, destacou a importância do Fórum e do diálogo entre as instituições de ensino e pesquisa para o fortalecimento da CT&I do Amazonas.

Durante o encontro, Márcia Perales apresentou os investimentos e principais programas desenvolvidos pela Fapeam ao longo de 10 anos (2008-2018), bem como os novos editais lançados e com previsão de lançamento ainda  em 2019.

“A Fapeam interage com todas as instituições de ensino e pesquisa do Estado e o Fórum tem o intuito de aproximar ainda mais as instituições para que possam atuar de forma conjunta para o desenvolvimento da CT&I no Amazonas, com uma agenda convergente, que contemple as reivindicações e demandas institucionais”, comentou.

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Márcia Perales – Diretora-presidente da Fapeam. Foto: Érico Xavier

O Programa Centelha foi um dos destaques apresentado pela Fapeam, uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), que será executado no Amazonas pela Fundação.

Dentre os programas desenvolvidos pela Fapeam, a diretora-presidente evidenciou a importância do Programa Ciência na Escola (PCE), desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc-AM) e Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed), direcionado a professores e estudantes da educação básica de escolas públicas do Amazonas, que esse ano completa 15 anos.  Em comemoração à data, o programa contará com premiação para os melhores projetos de 2019.

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Tatiana Schor- Secretária executiva de CT&I. Foto: Érico Xavier

A secretária executiva de CT&I, Tatiana Schor, destacou a retomada do Fórum e a importância da participação das instituições para garantir a estruturação e o fortalecimento das políticas públicas de ciência e tecnologia.

“No fórum conseguimos reunir forças, pensar juntos e tentar fazer com que essa área da CT&I no Amazonas se fortaleça. Então, a retomada do fórum é extremamente importante, essa é a 12ª reunião, sendo que a 11ª foi em 2014, 5 anos atrás”, pontuou.

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Cleinaldo Costa – reitor da UEA. Foto: Érico Xavier

Segundo o reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo Costa, a retomada do Fórum faz jus ao papel estratégico que o estado tem na área de ciência e tecnologia.

“É um Fórum colaborativo em que as universidades, instituições de pesquisa trabalham juntas e contribuem para o crescimento do Amazonas no cenário de ciência e tecnologia nacional e internacional. Esse fórum tem esse foco, esse objetivo e eu parabenizo essa ação tão importante”, comentou.

Pauta

Dentre as pautas discutidas na reunião pela Seplancti foi destacada a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, evento tradicional do calendário de popularização e divulgação da ciência. A previsão é que seja uma expoxição ,Expo- CTI, um evento com maior participação de diversos segmentos da sociedade, a ser realizado em novembro, no Centro de Convenções Vasco Vasques, com transmissões via Central de Mídias da Seduc.

Outro tema discutido durante o Fórum foi a futura parceria do Governo do Amazonas com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que conforme a chefe do departamento de políticas públicas da Seplancti, Nina Best, a proposta  está em trâmite para firmar parceria.

 Calendário

 As próximas reuniões do Fórum de Gestores foram definidas para os dias 27 de agosto, 12 de novembro e 18 de fevereiro de 2020.

Por Jessie Silva

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