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Projeto do PCE alia tecnologia a aprendizagem da matemática

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O celular se tornou um item indispensável na vida da maioria das pessoas. A cada instante novos aparelhos e  produtos são lançados no mercado. Mas, como unir essa tecnologia ao ensino? Esse foi o questionamento feito pela professora de matemática, Kleid Melo de Souza. Para atrair a atenção dos alunos e deixar as aulas mais dinâmicas, ela apostou na utilização de um aplicativo, o Kahoot, uma ferramenta de ensino gratuita que incentiva o aluno a estudar e também a competir, estimulando o conhecimento adquirido na sala de aula.

O projeto desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edital 003/2019, foi desenvolvido com 45 alunos, do ensino fundamental II, da Escola Estadual Profª Leonilla Marinho, no bairro Parque dez, zona centro–sul de Manaus.

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Professora e estudantes que participaram do projeto

A ideia do projeto foi fazer com que os estudantes usassem o celular não apenas para acessar as redes sociais e jogos, mas também para outras atividades que trouxessem retorno positivo para a vida do aluno e a ação deu certo. O uso da tecnologia permitiu aliar os conteúdos teóricos da disciplina com a prática. Também foi possível identificar quais áreas precisavam ser mais trabalhadas e as dificuldades enfrentadas pelos alunos.

“Eu crio os questionários e os estudantes respondem online, usando o dispositivo conectado a internet no celular ou no tablete. Por meio de um código respondem as perguntas. Quem acerta pontua, mas quem acerta mais rápido, consequentemente pontua mais também. Essa dinâmica do jogo acaba tornando a aula mais competitiva”, conta a professora.

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App auxilia no ensino e aprendizagem da matemática

Segundo Kleid, a tecnologia garante envolvimento total da turma, transformando a sala de aula em um game show. Após o projeto, os alunos conseguiram fazer as atividades propostas em cada aula de forma dinâmica e interativa. “O projeto teve resultado, totalmente, positivo. Por ser uma geração antenada as novas tecnologias, tentei instigar o interesse deles e consegui implantar a sala de aula invertida, porque eles preparavam em casa as atividades para dominar os conteúdos.  O PCE me proporcionou isso de poder melhorar o ensino em sala de aula”, comenta.

A evolução do aluno em sala e o espírito competitivo trazem a vontade em querer aprender mais, comenta a aluna Evelyn Beatriz Soares Amorim. “A participação e interação durante a aplicação da atividade é algo divertido que torna o ensino prazeroso”.

Kahoot – É uma plataforma tecnológica gratuita, bastante eficaz e aplicado em sala de aula na forma de ‘game quiz’. Foi criado em 2013, baseado em jogos com perguntas de múltipla escolha, que permite aos educadores e estudantes pesquisar, criar, contribuir e partilhar conteúdos e conhecimentos, funcionando em qualquer dispositivo tecnológico conectado à internet.

PCE – O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus). Pioneiro no país, o Programa aproxima a ciência do ambiente escolar e desperta a vocação científica entre professores e estudantes da educação básica no Amazonas.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

 

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Estudantes aprendem química por meio da produção de sorvetes

A aprendizagem dos conceitos de química aliada à prática é uma receita que deu certo na Escola Estadual Maria Madalena Santana de Lima, bairro Armando Mendes, zona Leste de Manaus. A oportunidade foi possível graças ao apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edital N°003/2019.

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Projeto foi realizado por meio do PCE

Intitulado “Formulação de Sorvetes Caseiros como Estratégia para o Ensino de Química”, o projeto coordenado pela professora Nancy Granjeiro, deixou as aulas mais dinâmicas e fez com que os alunos tivessem mais interesse pelo conteúdo ministrado em sala de aula.

Segundo a professora, o projeto teve como objetivo popularizar a química por meio da elaboração de sorvetes, mostrando que a disciplina está presente no dia a dia das pessoas, aliando teoria e prática, e consequentemente, contribuindo para um melhor desempenho escolar.

“Sou professora de química e sempre procurei deixar as aulas mais interessantes. Como é a quarta vez que participo do PCE e, antes, já tinha feito cosméticos, óleos essenciais, pães e bolos, percebi que eles gostavam bastante da química relacionada à comida. A ideia do sorvete surgiu devido à facilidade de conseguir fazer tudo no laboratório, além do baixo custo do material para fazer o sorvete, que custa aproximadamente R$15, e todos os alunos gostam”, declarou Nancy.

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Projeto é desenvolvido com apoio da Fapeam

A professora disse ter percebido que os alunos ficam muitas vezes cansados da aula teórica. Logo no início do ano letivo, já perguntam quando serão as aulas no laboratório, a partir daí, ela procurou desenvolver o projeto de uma forma confortável, usando técnicas diferentes de preparo do sorvete. Desenvolvi o projeto no laboratório da escola e no PCE, temos três alunos bolsistas, mas procuro integrar outras turmas nessas atividades também, justamente para que fiquem mais interessados nas aulas”.

No projeto a professora utilizou duas técnicas: uma com emulsificantes (aditivos utilizados para deixar os alimentos com textura mais consistente) e, outra forma mais simples, utilizando creme de leite e leite condensado. “Começamos pelas aulas teóricas para que eles entendam o porquê de usar determinado produto e, depois, vamos para o laboratório”, acrescentou.

Para o estudante e bolsista do PCE, Romildo Parente, o projeto trouxe diversos benefícios para a turma em relação à disciplina de química, dentre eles, a interação dos alunos com o assunto abordado em sala de aula. “O projeto permitiu sair da teoria e passar para a prática, para que todos pudessem participar e entender como a química realmente funciona e que ela está presente no nosso dia a dia, como por exemplo, na formulação de sorvete caseiro”.

2019-12-27

Da escola para a comunidade

A professora comenta que o PCE  tem  contribuído para o engajamento do aluno no ambiente escolar e a inserção dos pais,  por isso, ela  pensa em  envolver os pais nas atividades. “Também queremos realizar oficinas para os pais e para a comunidade para aprenderem  e, quem sabe,  possa surgir novos empreendedores”, disse.

No dia 29/11 a escola promoveu o evento “Ciência na Praça”, na oportunidade, foram apresentados para a comunidade os resultados dos projetos de iniciação científica desenvolvidos na escola.

A docente considera a iniciação científica muito importante, principalmente porque o aluno sai com um diferencial e até  descobre qual área pretende seguir. Nancy também considera o apoio da Fapeam primordial para o incentivo à pesquisa. Nunca fiz pesquisa científica antes, só fiz depois que comecei a trabalhar na escola. Eu achava que nunca teria um projeto aprovado, mas eu submeti minha proposta e vi que sou capaz. Eu sempre digo para os alunos aproveitarem, porque na minha época não era assim, não tinha tanta oportunidade. Aproveitem as oportunidades da Fapeam”.

PCE

O Programa Ciência na Escola é uma  iniciativa da Fapeam, realizada em parceria com a Secretaria de Educação e Desporto (Seduc-AM) e Secretaria de Municipal de Educação (Semed). O programa visa à participação de professores e alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, para despertar a vocação científica e incentivar talentos.

Por: Amanda Bulcão

Fotos: Érico Xavier

Arte: Barbara Brito

 

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Wilson Lima anuncia investimento no Programa Ciência na Escola

O Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), lançou edital do Programa Ciência na Escola (PCE), nesta segunda-feira, 15/4. A solenidade ocorreu na sede da Fundação, no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

Na ocasião, o governador Wilson Lima anunciou aumento no investimento para o PCE 2019, que contará com recursos financeiros da ordem de R$ R$3.366.000,00 (três milhões, trezentos mil e sessenta e seis reais), um aumento de 36,52% em relação à edição anterior.

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Governador Wilson Lima anunciou aumento no investimento no PCE 2019. Foto: Érico Xavier

Um investimento justificado pelo acréscimo no número de projetos e bolsas para professores e estudantes, bem como nos valores dessas bolsas.

O governador reforçou ainda que o investimento beneficiará até 1.800 estudantes no Amazonas. Para eles a bolsa saiu de R$120,00 (em 2018) para R$150,00 (em 2019).

Para professores a bolsa salta de R$ 461 (em 2018) para R$560,00 (em 2019).

O número de projetos salta para 600, sendo 200 em escolas públicas de Manaus e 400 a serem distribuídos a projetos de professores de escolas estaduais do interior do Estado.

“É importante trabalharmos com ciência e fazer essa introdução nas séries iniciais do ensino, porque estamos plantando uma semente, para que os alunos comecem a ter consciência e noção da importância da pesquisa, da ciência e da tecnologia. Estamos dando um upgrade, aumentando o valor investido no Programa Ciência na Escola. Tenho certeza de que no futuro vamos colher os frutos desse investimento”, disse.

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Diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, disse que em comemoração aos 15 anos do PCE esta edição será especial com premiação para os melhores projetos. Fotos: Érico Xavier

Outra novidade foi anunciada pela diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, que destacou a relevância desta edição do PCE, que completa 15 anos.  Em comemoração à data, a que ela chamou de edição ouro do PCE, haverá premiação para os melhores projetos de 2019.

“É um programa pioneiro no Amazonas e referência no país. Com base no PCE, muitas outras fundações de amparo à pesquisa  iniciaram programas semelhantes em seus estados. Os estudantes que participam de projetos do PCE recebem formação científica no âmbito da educação básica. Isso favorece a construção de uma carreira mais promissora, pautada no conhecimento, na transformação do pensar e no agir. Ao ingressarem no ensino superior, os alunos levam essa experiência como diferencial”, ressaltou.

Participaram da cerimônia de lançamento, o governador Wilson Lima, o secretário de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (Seduc) Luiz Castro, a secretária Municipal de Educação (Semed) Kátia Schweickardt e a diretora-presidente da Fapeam Márcia Perales.

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 Submissão de propostas

 As propostas podem ser enviadas pelos professores até o dia 29 de maio e deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br. Além do envio do Formulário online, a submissão do projeto requer a apresentação de documentação complementar, a ser anexada no sistema, como detalhado no edital.

Clique aqui para acessar o edital do PCE

Cada proposta aprovada no PCE será contemplada com uma bolsa para professor, pelo período de seis meses, e três bolsas para estudantes, pelo período de cinco meses.

PCE

Desenvolvido pela Fapeam em parceria com a Seduc e Semed Manaus, o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

 

Clique aqui para acessar o edital do PCE

 

Por Esterffany Martins e Jessie Silva

 

 

 

 

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