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Fapeam e Hemoam debatem programas de pesquisa e de formação de recursos humanos

A diretoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) reuniu-se nesta quarta-feira (26/6) com a diretoria da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) para tratar de assuntos relacionados a programas de pesquisa e formação de recursos humanos. O encontro ocorreu na sede da Fapeam, no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

Na pauta da reunião estavam o Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad) e o Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado), dentre outros assuntos.

26.06.2019 - REUNIÃO FAPEAM E HEMOAM  - FOTOS ÉRICO XAVIER_-10

Na oportunidade, o Hemoam também apresentou à Fapeam o trabalho desenvolvido pela instituição no Amazonas.

A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales,  disse que a interlocução entre as instituições é algo importante e necessária. Destacou a relevância  dos resultados de investimentos em ciência, tecnologia e inovação, principalmente oriundos do recurso público, chegarem até a sociedade.

A  diretora-presidente do Hemoam Maria do Perpetuo Socorro Sampaio, destacou a parceria firmada entre o Hemocentro e a  Fapeam na realização de projetos  de pesquisa, ensino e  inovação.  “Nós temos parceria com a Fapeam no curso de Mestrado em Ciências Aplicadas à Hematologia no Amazonas, Paic e outros projetos. Temos um campo de pesquisa muito grande no Hemoam,  que trabalha  toda a parte da hematologia  e hemoterapia do Amazonas”, comentou.

26.06.2019 - REUNIÃO FAPEAM E HEMOAM  - FOTOS ÉRICO XAVIER_-7

Por Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

 

 

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Trabalhos de iniciação científica apoiados pela Fapeam são premiados em evento

Seis pesquisas desenvolvidas por estudantes de iniciação científica, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), receberam certificado de menção honrosa durante evento de premiação da 16ª Reunião Anual de Iniciação Científica (Raic), na tarde desta quarta-feira (19/6), no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), no bairro Adrianópolis, zona Centro-Sul de Manaus.

Os trabalhos premiados são nas seguintes categorias: microbiologia, biotecnologia e prospecção, parasitologia, entomologia, saúde coletiva e epidemiologia e inovação tecnológica.

O reconhecimento é pelos resultados obtidos nas pesquisas desenvolvidas durante a edição do Programa de Iniciação Científica (PIC) 2018/2019 na Fiocruz Amazônia.  Os trabalhos foram avaliados por consultores ad hoc, ou seja, especialistas que compõem bancas externas, que selecionaram os melhores projetos da edição.

No total, 27 projetos foram apresentados no período de 17 a 19 de junho, na Raic. Desse número, 22 contaram com apoio da Fapeam, por meio de bolsas, via o Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic). “Os estudantes conseguem visualizar o tanto que a pesquisa científica pode ser essencial para dar continuidade ou não, posteriormente, a uma pós-graduação”,  disse a coordenadora do PIC, Priscila Aquino. 

O diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, destacou o trabalho desenvolvido pela Fapeam no apoio à formação de recursos humanos para Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), em especial citou o Paic. “É um dos melhores programas que existe na área de formação de recursos humanos, porque você começa a fazer a cadeia de formação por meio dos alunos que ainda estão na graduação. Isso proporciona uma experiência  maravilhosa para os estudantes e também o início da carreira profissional. Por mais que o aluno não siga o caminho da pesquisa, tenho certeza que a vivência no programa é importante e impacta de alguma forma na vida deles”, disse.

Premiados

Os seis bolsistas premiados são: 1. Vitória Graziela Lopes Dutra – Perfil de virulência e resistência à antibióticos de amostras de Enterococcus sp. isolados de amostras clínicase ambientais da comunidade do Lago do Limão no município de Iranduba – AM; 2. Daniela Marinho da Silva – Protease fibrinolítica de Penicillium spp CFAM: otimização e caracterização bioquímica; 3. Thaís Pinto Nascimento – Detecção e identificação de filárias zoonóticas em Sauim de coleira; 4. Heliana Christy Matos Belchior – Identificação de espécies de mosquitos Culex (Melanoconion) Theobald, 1903 em uma área de Assentamento Rural Amazônico; 5. Luiz Antonio Perfeto Oliveira Silva – Controle de Aedes spp. com Estações Disseminadoras de Larvicida no Bairro da Glória, Manaus – AM; 6. Nailu Flor Chenini de Carvalho Reis – Análise de sobrevida e fatores associados ao óbito de doentes internados com tuberculose, Manaus, 2010 a 2018.

FOTO MELHORES PROJETOS

Seis pesquisas desenvolvidas por estudantes de iniciação científica, com apoio da Fapeam, receberam certificado de menção honrosa. Foto: Érico Xavier

Um dos trabalhos premiados foi desenvolvido pela graduanda em Biologia, Heliana Belchior, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas do Amazonas (Ifam).  O estudo foi realizado no Assentamento Rural de Rio Pardo, no município de Presidente Figueiredo, distante a 160 km de Manaus, com objetivo de realizar um levantamento da fauna e identificar as espécies de Culex (Melanoconion) em diferentes ambientes. O material utilizado para o estudo são mosquitos oriundos de coletas realizadas em 2017 e 2018.

Segundo Heliana, existe uma variação bem grande dentro desse grupo e o processo de identificação da espécie é lento, podendo  ter ou não espécies novas no Amazonas, ou pode ser variação fenotípica.

“Trabalhamos com complexo de espécies que são apontados como vetores de arbovírus, quando se chegar à espécie, conseguimos entender quem são esses indivíduos e se eles podem ou não ser vetores dessas doenças. Esse início é fundamental porque a partir dele é possível entender quem é o vetor, onde está, o que ele pode  transmitir e se isso pode causar algum dano para humanos. Já entra a parte da saúde pública. É um trabalho pequeno, mas que faz muita diferença mais a frente” contou.

Outro estudo premiado na Raic foi do  graduando em Licenciatura em Ciências Biológicas, Luiz Antônio Perfeto, da Faculdade Estácio do Amazonas. “Fomos até o bairro e instalamos ovitrampas, (armadilhas que capta larvas e mosquitos) para ajudar no combate ao mosquito transmissor da zika, dengue, chikungunya. As Estações Disseminadoras de Larvicida são baldes plásticos, cobertos com pano preto impregnados de larvicida e que para funcionarem necessitam de certa quantidade de água para atrair os mosquitos. Quando os mosquitos pousam na estação partículas do larvicida são aderidas às pernas e corpos dos mosquitos, que acabam levando o produto para outros criadouros e, com isso, consegue matar suas larvas, por isso que é chamado de Larvicidas, porque age nas larvas, ocasionando o controle da circulação e multiplicação dos mosquitos”, explicou.

Paic

O programa  apoia instituições de Ciências e Tecnologias (ICT’S), de natureza pública ou privada, sem fins lucrativos, sediadas no Estado do Amazonas, por meio da concessão de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica, sob forma de cotas.

A Fapeam tem como missão fomentar a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e formação de recursos humanos.

Por Helen de Melo

 

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Fapeam amplia número de bolsas para estudantes de iniciação científica no Amazonas

As instituições de ensino e pesquisa do Amazonas vão receber um reforço aos seus programas de iniciação científica. Num empenho do Governo do Estado em fortalecer a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) amplia a oferta de cotas de bolsas para o Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic) edição 2019-2020.

A nova edição do programa contará com investimento de mais de R$ 7 milhões, divididos em cotas para bolsas e auxílio pesquisa. No total, serão 1.282 cotas de bolsas, distribuídas para estudantes de 14 instituições do Estado. Trata-se de 280 bolsas a mais que em 2018, o que representa um aumento de 28%. O valor da bolsa para estudante de iniciação científica corresponde a R$400, ao mês, por 12 meses.

A Fapeam manteve  o apoio às coleções biológicas das instituições de ensino e pesquisa do Amazonas. Serão 12 bolsas exclusivas para esse pleito, a serem distribuídas entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

 

MICHELE SANCHES - DOUTORANDA - INPA - FOTO ERICO X._-4

Fapeam amplia número de bolsas para estudantes de iniciação científica no Amazonas. Foto: Érico Xavier

 

A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, ressaltou que o Governo do Estado, por meio da Fapeam, tem reafirmado seu compromisso com a CT&I no Amazonas, ao dedicar atenção especial aos programas que possibilitam aos jovens vivenciarem o processo de iniciação científica.

“A Fapeam tem avaliado todas as possibilidades para atender às demandas postas pelas instituições de CT&I, sobretudo, dedicando-se estrategicamente no incentivo aos estudantes para que possam crescer nas atividades de pesquisa. O Paic possibilita aos estudantes de graduação o envolvimento com a ciência e qualificação, por meio da vivência em projetos de iniciação científica, bem como fortalece o cenário de formação de recursos humanos  com uma possível continuidade acadêmica em nível de mestrado e doutorado”, disse.

Diretora Presidente da FAPEAM Márcia Perales  - Fotos Érico Xavier. _-2

Márcia Perales – diretora-presidente da Fapeam. Foto: Érico Xavier

 

Cotas de bolsas para instituições

A distribuição das bolsas será entre as seguintes instituições: Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas do Amazonas (Ifam), Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (Fuam), Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), ILMD/Fiocruz Amazônia, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), UEA e Ufam.

Paic

O programa  apoia instituições de Ciências e Tecnologias (ICT’S), de natureza pública ou privada, sem fins lucrativos, sediadas no Estado do Amazonas, por meio da concessão de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica, sob forma de cotas.

A Fapeam tem como missão fomentar a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e formação de recursos humanos.

 

Por Esterffany Martins

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Estudo detecta casos de desvio de septo em pacientes com inflamação no Ouvido

A pesquisa foi realizada no ambulatório detectado em 31 pacientes

Um estudo científico realizado na Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ) detectou a ligação de problemas relacionados ao ouvido com desvio de septo no nariz, alteração que impede o nariz de realizar suas funções no sistema respiratório. A pesquisa foi realizada pelo graduando em Medicina, Adnaldo Maia, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

O estudo foi desenvolvido no âmbito do Programa de Iniciação Científica (Paic) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).  O programa é voltado para o desenvolvimento do pensamento científico e iniciação à pesquisa de estudantes de graduação do ensino superior.

Segundo o estudante, para a pesquisa foram avaliados 31 pacientes, acima de 18 anos, atendidos no Serviço de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial da FHAJ. Desse número, todos apresentavam queixas no ouvido e sintomas nasais.

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Graduando em Medicina, Adnaldo Maia, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA)

“Alguns pacientes já tinham mais de 10 anos que não escutavam direito junto a isso outro sintoma associado era o prurido, quando o nariz coça muito e também viviam com rinite. Os resultados foram iguais aos que estão descritos na literatura estes pacientes realmente tinham muitas alterações, além de uma duração da doença de ouvido muito longa”, explicou.

Maia diz que o problema se não tratado faz com que o paciente sofra com a doença no ouvido que em alguns casos pode levar até mesmo a perda auditiva, quando os sintomas de rinite e sinusite são frequentes.

Com o resultado da pesquisa, o estudante esperar contribuir para que algum tipo de protocolo seja criado na Fundação e que possa ajudar os profissionais que trabalham no ambulatório no diagnóstico.

“Imagina uma paciente com quase 14 anos com perda da audição e da qualidade de vida. É importante esse conhecimento por meio da pesquisa científica para melhorar o atendimento e a vida nosso paciente”, contou.

Texto- Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon 

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Fapeam investe em pesquisas na área da saúde e na formação de capital intelectual no Amazonas

R$22 milhões já foram investidos em projetos na área da saúde, além de 40 mil bolsas na formação de recursos humanos

Mais de 40 mil bolsas nas modalidades de iniciação científica júnior, iniciação científica, mestrado e doutorado foram apoiadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), de 2003 a 2017. Os dados foram apresentados na manhã desta quinta-feira (13) pelo diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, durante o seminário de 10 anos do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), na Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), bairro Cachoeirinha, zona Sul de Manaus.

Durante o evento, Reis falou sobre o trabalho desenvolvido pela Fapeam, como as áreas de atuação da instituição e  parte do trabalho realizado pela Fundação na área da saúde e na formação de recursos humanos.

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Diretor técnico-científica da Fapeam disse que R$22 milhões já foram investidos em projetos na área da saúde e mais de 40 mil bolsas foram apoiadas na formação de recursos humanos

Sobre os projetos de pesquisas na área da saúde, de 2005 até 2018, já foram investidos mais de R$22 milhões para apoiar 156 projetos científicos.

Reis disse ainda que está previsto para o início de 2019 o lançamento de um edital inédito no Amazonas que é do Programa de Cooperação para Consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos no Amazonas.

 O programa será realizado pela Fapeam em parceria com Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes),  visando a melhoria da qualidade dos programas de pós-graduação Stricto Sensu no Amazonas.

Seminário

Durante o evento que celebrou uma década do Paic na FHAJ, a Fapeam foi homenageada pela iniciativa do programa no Amazonas. O agraciamento também foi feito aos colaboradores da Fundação pela parceria e presteza no atendimento ao longo de 10 anos.

O Paic é um programa desenvolvido pela Fapeam para apoiar, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas.

“A Fapeam fica feliz com tantos resultados positivos que o Paic proporcionou durante esse período a FHAJ. Esse é um dos papeis da Fundação, contribuir na formação de pessoas. Nosso grande desafio é elevar o patamar das pesquisas desenvolvidas no Estado e uma das formas de fazer isso é com investimento em pesquisa” afirma o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis.

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Fapeam foi homenageada por fomentar o Programa de Apoio à Iniciação Científica no Amazonas

O diretor de Ensino e Pesquisa da FHAJ, Dr. Raymison Monteiro, parabenizou a Fapeam pelo Paic e disse que o programa é um diferencial na instituição. Segundo ele, as bolsas de iniciação científica têm um marco histórico por ser o primeiro passo para despertar nos estudantes o interesse pela pesquisa.

Monteiro destacou ainda que os projetos desenvolvidos no programa participaram de eventos científicos importantes no âmbito nacional e internacional, acrescentou ainda que vários bolsistas hoje são doutores.

Para a coordenadora do Paic, Dra. Rosiane Palheta, a Fapeam tem um papel primordial para desenvolvimento do programa na FHAJ. Segundo ela, um total de 40% dos estudantes que passaram pelo programa seguem para pós-graduação Stricto Sensu.

“Essa parceria tem sido muito boa, pois a cada ano a cota de bolsa é cedida. Essas bolsas têm contribuído para  formação de recursos humanos no Amazonas. Tudo isso tem sido importante para realização da pesquisa científica na FHAJ”, disse.

Em comemoração aos 10 anos do programa também foi realizado o lançamento dos anais do PAIC, com objetivo de divulgar as pesquisas desenvolvidas e a produção científica no Estado.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Fapeam amplia cota de bolsas para o Programa de Apoio à Iniciação Científica

O lançamento do edital do PAIC está previsto para acontecer no mês de maio. A implementação das bolsas deve ocorrer a partir de agosto

 Após investimento da ordem de R$ 26,6 milhões de recursos próprios, nos primeiros meses deste ano, por meio do lançamento dos editais dos programas de fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) anuncia nova conquista. A cota de bolsas do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC) será ampliada. A decisão foi divulgada durante reunião da Câmara de Pesquisa da fundação.

 O lançamento do edital do PAIC está previsto para acontecer ainda no mês de maio. A implementação das bolsas deve ocorrer a partir de agosto. A quantidade das bolsas saltará de 773 para 1000 – adicional de 227, o que representa um aumento de aproximadamente 30%.

De acordo com o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, essa decisão fortalece ainda mais as ações governamentais no sentido de promover o desenvolvimento da pesquisa e o estímulo à iniciação científica nas instituições do Estado.  Ele esclarece ainda que as novas vagas serão proporcionalmente distribuídas entre as instituições de pesquisa e/ou ensino superior com atuação no Estado.

No caso do PAIC, o processo de seleção das propostas abrange duas etapas. A primeira consiste na apresentação de carta de manifestação de interesse assinada pelo dirigente da instituição proponente, acompanhada do plano de implantação ou consolidação.  A etapa posterior compreende apresentação do plano de trabalho de cada um dos bolsistas para implementação das bolsas e declaração com a lista nominal dos bolsistas referentes à cota de contrapartida da instituição.

O PAIC prevê adicionalmente a concessão de auxílio-pesquisa, correspondente a um percentual do total de bolsas implementadas em cada instituição para apoio à execução de ações relacionadas à atividade-fim do programa.  O período de concessão da cota de bolsas será de 12 meses. As instituições beneficiadas devem assumir, obrigatoriamente, contrapartida adicional tanto referente às cotas de bolsas quanto do auxílio-pesquisa.

Na última edição, foram beneficiadas pelo programa as seguintes instituições: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ),  Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMTV-HVD), Fundação Universidade do Amazonas (FUAM), Fundação de Vigilância Sanitária (FVS), Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

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Pesquisa mostra avanço no tratamento da ‘boca seca’ com laser em pacientes que passaram por Radioterapia

O estudo está sendo desenvolvido com o apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC)

Imagine ter de comprar saliva em razão do nível baixo ou de nenhuma produção por parte das glândulas responsáveis por este fluído. Difícil imaginar, mas é o que acontece com muitas pessoas. A xerostomia, termo usado para designar a sensação de boca seca, é muito mais recorrente do que se pode imaginar e está relacionada a diversos fatores.

Estudo realizado no âmbito do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC) pela graduanda Bruna Cruz, do 9º período do curso de Odontologia, da Universidade Nilton Lins, visa avaliar o uso da Laserterapia em pacientes, da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon),  afetados pela Xerostomia em decorrência de Radioterapia na região de cabeça e pescoço.

De acordo com a pesquisadora, a laserterapia é um tratamento feito à base de laser de baixa potência e no caso específico do estudo, o objetivo é que a sua aplicação favoreça a proliferação de novas células de maneira a ampliar a produção das glândulas salivares. O projeto abrange pacientes pós-radioterapia, que não procuraram inicialmente o serviço de saúde para tratar o problema, porém, há casos em que a aplicação do laser é feita em paralelo com a radioterapia.

PesquisadoraBrunaCruzduranteapresentacaodapesquisa_CREDITO_PatríciaTrigueiro_ASCOM_FCECON03

Pesquisa apoiada pela Fapeam foi apresentada durante Congresso de Iniciação Científica na FCECON

Resultado da primeira etapa da pesquisa, já revela sinais de melhoria da qualidade vida dos pacientes assistidos. O primeiro que finalizou o tratamento aumentou 0,11 mililitros de saliva por exemplo. “Tinham pacientes que levantavam de seis a sete vezes à noite para beber água e hoje, levantam uma vez”, comenta Bruna Cruz. “Se para nós esse aumento da produção de saliva não é expressivo, para o paciente já está sendo muito importante”, completou.

Quando não tratada corretamente, a Xerostomia pode causar problemas graves de saúde, uma vez que a saliva possui diversas funções, entre as quais, lubrificar e umedecer o interior da boca, facilitando a própria fala; atuar na formação do bolo alimentar a ser digerido e ainda auxiliar no controle da quantidade de água no organismo. Pacientes xerostômicos têm a pele e lábios secos, podem ter problemas na  fonação e também  sofrer das chamadas infecções oportunistas, como  candidíase oral (infecção causada pelo excesso de fungo na boca) e  mucosite (inflamação nas mucosas orais). “Têm pessoas que precisam andar com bombom, chiclete, garrafinha com água o tempo todo e em casos mais graves, os médicos chegam a prescrever salivas artificiais”, comenta a graduanda de Medicina.

O estudo foi apresentado durante a primeira edição deste ano da Jornada de Iniciação Científica, organizada pela Diretoria de Ensino e Pesquisa da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). O objetivo do evento  foi avaliar resultados parciais de 35 pesquisas. Dessas, 24 recebem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

A orientadora do projeto, Prof. Drª Liz Mizobe Ono, frisa que as apresentações são parciais e a análise por parte dos componentes da banca examinadora é extremamente necessária porque auxilia no alinhamento dos projetos. Segundo ela, alguns trabalhos são voltados à qualidade de vida do paciente, como é o caso da pesquisa de tratamento da Xenofobia com Laserterapia, e outros para a melhoria do atendimento.

Conforme a diretora-técnica de Ensino e Pesquisa da FCECON, Prof. Doutora Kátia Luz Torres, o Programa de Iniciação Científica tem a missão de provocar nos alunos esse processo de aprendizagem do método científico e a jornada tem a característica de  propiciar a avaliação de projetos de estudo científico em andamento na FCecon. “Temos egressos do PAIC, que começou há oito anos na Fundação, e hoje, estão fazendo Mestrado e Doutorado”, ressaltou a diretora.

Pesquisadora Bruna Cruz durante apresentacao da pesquisa_CREDITO_Patrícia Trigueiro_ASCOM_FCECON 01

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Pesquisa mostra avanço no tratamento da ‘boca seca’ com laser em pacientes que passaram por Radioterapia

O estudo está sendo desenvolvido com o apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC)

Imagine ter de comprar saliva em razão do nível baixo ou de nenhuma produção por parte das glândulas responsáveis por este fluído. Difícil imaginar, mas é o que acontece com muitas pessoas. A xerostomia, termo usado para designar a sensação de boca seca, é muito mais recorrente do que se pode imaginar e está relacionada a diversos fatores.

Estudo realizado no âmbito do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC) pela graduanda Bruna Cruz, do 9º período do curso de Odontologia, da Universidade Nilton Lins, visa avaliar o uso da Laserterapia em pacientes, da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon),  afetados pela Xerostomia em decorrência de Radioterapia na região de cabeça e pescoço.

De acordo com a pesquisadora, a laserterapia é um tratamento feito à base de laser de baixa potência e no caso específico do estudo, o objetivo é que a sua aplicação favoreça a proliferação de novas células de maneira a ampliar a produção das glândulas salivares. O projeto abrange pacientes pós-radioterapia, que não procuraram inicialmente o serviço de saúde para tratar o problema, porém, há casos em que a aplicação do laser é feita em paralelo com a radioterapia.

PesquisadoraBrunaCruzduranteapresentacaodapesquisa_CREDITO_PatríciaTrigueiro_ASCOM_FCECON03

Pesquisa apoiada pela Fapeam foi apresentada durante Congresso de Iniciação Científica na FCECON

Resultado da primeira etapa da pesquisa, já revela sinais de melhoria da qualidade vida dos pacientes assistidos. O primeiro que finalizou o tratamento aumentou 0,11 mililitros de saliva por exemplo. “Tinham pacientes que levantavam de seis a sete vezes à noite para beber água e hoje, levantam uma vez”, comenta Bruna Cruz. “Se para nós esse aumento da produção de saliva não é expressivo, para o paciente já está sendo muito importante”, completou.

Quando não tratada corretamente, a Xerostomia pode causar problemas graves de saúde, uma vez que a saliva possui diversas funções, entre as quais, lubrificar e umedecer o interior da boca, facilitando a própria fala; atuar na formação do bolo alimentar a ser digerido e ainda auxiliar no controle da quantidade de água no organismo. Pacientes xerostômicos têm a pele e lábios secos, podem ter problemas na  fonação e também  sofrer das chamadas infecções oportunistas, como  candidíase oral (infecção causada pelo excesso de fungo na boca) e  mucosite (inflamação nas mucosas orais). “Têm pessoas que precisam andar com bombom, chiclete, garrafinha com água o tempo todo e em casos mais graves, os médicos chegam a prescrever salivas artificiais”, comenta a graduanda de Medicina.

O estudo foi apresentado durante a primeira edição deste ano da Jornada de Iniciação Científica, organizada pela Diretoria de Ensino e Pesquisa da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). O objetivo do evento  foi avaliar resultados parciais de 35 pesquisas. Dessas, 24 recebem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

A orientadora do projeto, Prof. Drª Liz Mizobe Ono, frisa que as apresentações são parciais e a análise por parte dos componentes da banca examinadora é extremamente necessária porque auxilia no alinhamento dos projetos. Segundo ela, alguns trabalhos são voltados à qualidade de vida do paciente, como é o caso da pesquisa de tratamento da Xenofobia com Laserterapia, e outros para a melhoria do atendimento.

Conforme a diretora-técnica de Ensino e Pesquisa da FCECON, Prof. Doutora Kátia Luz Torres, o Programa de Iniciação Científica tem a missão de provocar nos alunos esse processo de aprendizagem do método científico e a jornada tem a característica de  propiciar a avaliação de projetos de estudo científico em andamento na FCecon. “Temos egressos do PAIC, que começou há oito anos na Fundação, e hoje, estão fazendo Mestrado e Doutorado”, ressaltou a diretora.

Pesquisadora Bruna Cruz durante apresentacao da pesquisa_CREDITO_Patrícia Trigueiro_ASCOM_FCECON 01

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Pesquisa testa se o medicamento Gabapentina é capaz de controlar a dor de pacientes no pós-operatório

Estudo pioneiro no Amazonas é feito com pacientes submetidos à cirurgia de cabeça e pescoço na FCecon

O medicamento Gabapentina, utilizado na área neurológica para tratar convulsões e dor neuropática, está sendo testado com objetivo de descobrir se ele pode ser usado no controle da dor pós-operatória em pacientes submetidos à cirurgia de cabeça e pescoço na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon).

A pesquisa que conta com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) no âmbito do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC), é desenvolvida pela graduanda em Medicina, Amanda Puigcerver, que está no 5° período do curso na Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Segundo a estudante o benefício da pesquisa é saber mais sobre a Gabapentina, um medicamento considerado muito comum no país, mas que ainda não é comumente utilizado para essa finalidade.

“No Brasil, um estudo científico envolvendo pacientes submetidos à cirurgia oncológica igual a esse ainda não foi realizado. Se os resultados apontarem o bom desempenho da Gabapentina existe a alternativa de colocarmos como um medicamento fixo na anestesia�, disse.

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Pesquisa é desenvolvida pela graduanda em Medicina, Amanda Puigcerver, da UEA no âmbito do PAIC

 

Aplicação

Conforme Amanda, para saber os efeitos da Gabapentina está sendo realizado um estudo duplo-cego com o paciente, onde o grupo de pesquisa atua com duas medicações, sendo um a Gabapentina e o outro Pregabalina, que são colocados em envelopes denominados como A e B. Os medicamentos são administrados nos pacientes sem que o grupo de pesquisa e os pacientes saibam a medicação ingerida. A identificação de cada um: A ou B é descrita apenas no prontuário de cada paciente.

“No estudo é dado o envelope A ou B para os pacientes e pedimos para eles tomem a medicação antes de se preparar para a cirurgia. Após isso, seguem para a preparação anestésica e fazem a cirurgia. Mas, antes da cirurgia verificamos numa escala de 0 a 10 o grau de dor que eles estão sentindo. Além disso, após a cirurgia, fazemos o acompanhamento com os pacientes no período de 24h e 48h  para saber o grau de  dor que ele ainda sente�, explicou.

O estudo, que começou em setembro de 2017, já analisou 20 pacientes. A previsão é que o número aumente e alcance no mínimo 80 pacientes até o fim do projeto previsto para finalizar no segundo semestre deste ano.

A estudante explicou que no fim do estudo a equipe irá analisar a medicação A e B e descobrir qual medicamento foi mais eficiente nos relatos dos pacientes para diminuir a dor.

“A partir dos resultados, vamos saber se a Gabapentina é realmente eficiente para o tratamento anestésico�, disse.

Os resultados parciais da pesquisa científica serão divulgados durante o Congresso de Iniciação Científica no FCecon no mês de fevereiro.

PAIC

 O programa visa disseminar o conhecimento científico por meio do envolvimento das instituições, pesquisadores e estudantes de graduação em todo o processo de investigação, proporcionando principalmente aos alunos a experiência prática e o desenvolvimento de habilidades em pesquisas.

 

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

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Pesquisa utilizará almofadas com dispositivos de áudio com objetivo de trazer mais conforto a pacientes da FCecon

No momento, a equipe trabalha na confecção das almofadas e finaliza a produção dos dispositivos de áudio

Uma almofada com um dispositivo de áudio será colocada em teste com objetivo de trazer mais conforto e qualidade de vida aos pacientes atendidos na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon).  O equipamento foi desenvolvido pelos estudantes do Programa de Educação Tutorial (PET) de Computação, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e será avaliado na prática por meio de um estudo desenvolvido pelo graduando em Medicina Mateus Catique, que está no 3º ano do curso na Ufam.

O ‘Estudo de Alternativa Humanizadora e seu Reflexo na Terapia Medicamentosa e Qualidade de Vida de Pacientes em Tratamento Quimioterápico no Serviço de Cuidados Paliativos da FCecon’, realizado por Mateus Catique, é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via Programa de Apoio à Pesquisa Científica (Paic).

“Estamos estudando uma alternativa, no caso deste trabalho, será feito por meio de dispositivos de áudio dentro de almofadas para os pacientes se sentirem mais confortáveis dentro do hospital e terem um contato mais próximo com os familiares. Uma vez que existe o limite de pessoas para visitação”, explicou.

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Segundo Catique, o aparelho de áudio é semelhante ao MP3, mas com algumas especificações para ser trabalhado em conjunto com a almofada.

“ O objetivo é que o dispositivo grave as mensagens dos familiares, religiosas, ou de algo que o paciente goste. É importante que tudo que será colocado no dispositivo de áudio remeta a alegria para o paciente. Tudo isso tem como objetivo fazer com que a pessoa se sinta mais confortável durante o período em que ficará no hospital”, disse.

A ideia é que a pesquisa seja feita com pacientes que permaneçam por, no mínimo, cinco dias no hospital e que estejam sob a atenção do Serviço de Tratamento da Dor e Cuidados Paliativos da FCecon.

Catique, que participa também do PET em Medicina da Ufam, disse que a questão da humanização dos pacientes é um dos assuntos priorizados durante a graduação. O estudante afirma também que existem estudos que comprovam que uma melhor estadia no hospital é capaz de proporcionar melhores resultados durante o tratamento.

Além de proporcionar mais conforto aos pacientes, o estudante disse que será feito um levantamento para saber os benefícios que as almofadas eletrônicas irão trazer para o paciente e de que forma isso irá impactar no tratamento.

No momento, a equipe trabalha na confecção das almofadas e na finalização da produção dos dispositivos de áudio. O estudo também está tramitando pelo Comitê de Ética e Pesquisa.

“Após a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa, vamos começar a entrevistar os pacientes para selecionar os interessados em participar do estudo e também saber quais são as mensagens e o que eles gostariam que o dispositivo trouxesse até eles, assim como ensinar sobre o uso”, disse Catique.

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O programa visa disseminar o conhecimento científico por meio do envolvimento das instituições, pesquisadores e estudantes de graduação em todo o processo de investigação, proporcionando principalmente aos alunos a experiência prática e o desenvolvimento de habilidades em pesquisas.

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Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/Fapeam

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