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Potencial de plantas amazônicas é abordado durante palestra na Fiocruz Amazônia

Na manhã desta segunda-feira, 21/10, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu a palestra “Histórico de uso das plantas amazônicas”, ministrada por Fabiana Frickmann, gestora das RedesFito Amazônia. A atividade faz parte da programação da 16a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), cujo tema na Instituição é “Fiocruz Amazônia e você na semana de C&T (2ª edição): Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável”.

A palestra ocorreu na sede da Fiocruz Amazônia e contou, na abertura, com a presença da coordenadora do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PIC), Priscila Aquino, da assessora da diretoria, Maria Olívia Simão, e da vice-diretora de Ensino, Informação e Comunicação, Claudia Ríos.

Na abertura do evento, Maria Olívia falou da importância da divulgação científica para o esclarecimento da sociedade sobre assuntos relacionados a ciência e tecnologia, e pediu aos participantes que falem mais sobre ciência com as pessoas no seu entorno, com a finalidade de disseminar a importância da pesquisa para a obtenção de novos saberes. Como convite aos presentes, Dra. Claudia María Ríos Velásquez, ressaltou a intensa agenda de atividades da SNTC da Fiocruz Amazônia.

Pesquisadores, técnicos e bolsistas de iniciação científica participaram da atividade, que teve como principal objetivo capacitar e disseminar informações sobre o histórico da Bioeconomia na Região Amazônica, bem como as possibilidades de plantas medicinais como potenciais fármacos, propriedades industriais e intelectuais.

“Quando se desenvolve uma tecnologia, não se deve ficar guardada. Estratégias de políticas públicas podem ser usadas para isso. O processo evolutivo como se deu e, a partir disso, aprender e fazer de uma forma melhor e mais inovadora. Toda ciência deve ser feita para saúde e prosperidade, correndo o risco de ser utilizada para fins negativos. Mas por isso ninguém mais vai inventar? Não. Mesmo que possa ser utilizada para o mal, o pesquisador tem que estar focado no bem social dessa inovação”, afirmou a pesquisadora.

Durante a palestra, uma linha cronológica foi apresentada, começando em 1835, com as plantas produtoras de látex extraídas da Amazônia para a Malásia, até 2019, com novos produtos com indicação geográfica amazônica, selos de comprovação com o intuito de proteger a natureza das espécies, como a farinha do Vale do Juruá e o abacaxi do Novo Remanso.

Além disso, foram apresentados exemplos de potenciais consolidados de Bioecomia na região, como o caso da Borracha (Hevea brasiliensis), Guaraná de Maués (Paullinia cupana) e Pau-rosa (Aniba rosaeodora). Fabiana ressaltou a importância de engajamento dos estudantes como possíveis pesquisadores do assunto, focando em estudos sobre manejo e pesquisa, a fim de evitar a extração desenfreada e o risco de extinção das espécies.

SOBRE A PALESTRANTE

Fabiana é professora Visitante do Programa de Pós Graduação em Biotecnologia (PPG-BIOTEC/BIONORTE) da Universidade Federal do Amazonas, Doutora em Biotectologia Vegetal (UFRJ), 2012. Atuou como Coordenadora das RedesFito, Professora e orientadora da Pós-Graduação do Curso de “Gestão em Inovação de Fitomedicamentos”. Desenvolve projetos nas áreas de: prospecção biotecnológica, etnoecologia, sustentabilidade socioambiental e gestão nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação & Saúde. 

Atualmente trabalha na área de Gestão da inovação de produtos de origem natural, ecologia e biotecnologia Vegetal da RedesFito Amazônia.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Fotos: Marlúcia Seixas

Fiocruz Amazônia oferece curso de atualização em Organização de Ações de Vigilância, Prevenção e Controle de Agravos Notificáveis para agentes de saúde de Manaus

A primeira turma do curso de atualização em Organização de Ações de Vigilância, Prevenção e Controle de Agravos Notificáveis promovida pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) iniciou as aulas nesta segunda-feira, 30/9, e vai até sexta-feira, 4/10. O curso acontece na sede da Fiocruz no Amazonas, no Salão Canoas, bairro de Adrianópolis, de 8h às 17h.

Participam desta primeira turma Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE) de Manaus. O curso é desenvolvido no âmbito do QualificaSUS, projeto do ILMD/Fiocruz Amazônia para qualificar trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), visando a prestação de um serviço de melhor qualidade e efetividade aos usuários do SUS,.

Durante a abertura do curso, o diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, falou do desafio de se promover capacitação para todo o Amazonas. “O QualificaSUS surge com a perspectiva de oferecer cursos na área de saúde para todo o Amazonas. Esta é uma turma piloto que contará com os facilitadores, que são nossos apoiadores e que foram selecionados entre mais de 700 pessoas, para ministrar este curso. Eles foram treinados e capacitados para nos ajudar nesse grande desafio: qualificar os profissionais de saúde dos municípios do estado do Amazonas”.

Na oportunidade, Luciana Fabrício, gerente do Distrito de Saúde Rural da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa) disse estar muito feliz com a parceria com a Fiocruz Amazônia e com a oportunidade da capacitação das equipes do Distrito Rural, que são os primeiros a receberem essa qualificação. “Receber esse curso como os primeiros é uma honra e uma grande satisfação. Eu quero agradecer por essa oportunidade, sabemos que não é fácil trazer todos para este curso, mas as nossas ações não param e não podemos relaxar com relação ao nosso trabalho na  endemia. Conseguimos trazer o máximo de agentes para participar do curso”.

Para o pesquisador visitante sênior da Fiocruz Amazônia, Bernardino Albuquerque, a proposta do QualificaSUS, de abrangência dos 62 municípios do estado do Amazonas não é fácil, principalmente para quem conhece o interior. “No entanto, nós vamos ter o apoio e participação efetiva dos nossos facilitadores nesse curso; são profissionais que realmente já estão preparados para desenvolver essa missão. Exatamente eles que vão passar três semanas no interior e uma semana aqui em Manaus e voltar novamente para o interior. Vai ser um trabalho muito duro”, concluiu.

O curso está sendo ministrado por profissionais selecionados na Chamada Pública Nº 006/2019, para atuarem como facilitadores do curso de atualização em Organização de Ações de Vigilância, Prevenção e Controle de Agravos Notificáveis, que será ministrado em todo o Amazonas, para agentes de saúde do SUS.

VAGAS ABERTAS PARA OS MUNICÍPIOS

O ILMD/Fiocruz Amazônia está com inscrições abertas desde o dia 19/9 para o curso de atualização em Organização de Ações de Vigilância, Prevenção e Controle de Agravos Notificáveis, a ser realizado em municípios do Amazonas.

O curso é dirigido aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE), vinculados às secretarias municipais de saúde dos municípios, e que desempenham suas funções e/ou atividades no cuidado primário à saúde da população.

Confira o Edital Aqui

O curso possui os seguintes objetivos: Conhecer tópicos da dinâmica de transmissão passíveis de intervenções pela atenção básica; Sensibilizar a atenção básica à incorporação de estratégias e ações destinadas à prevenção e controle das doenças de transmissão vetorial; Conhecer ferramentas utilizadas pela educação em saúde para a prevenção e controle das doenças de transmissão vetorial; e, Construir plano de trabalho frente às diferentes realidades na esfera municipal.

As inscrições são gratuitas.

SOBRE O QUALIFICASUS

O Projeto QualificaSUS  é uma iniciativa do ILMD/Fiocruz Amazônia  que tem como objetivo qualificar o corpo de trabalhadores no nível da gestão e do serviço das Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Amazonas e órgãos parceiros, a fim de proporcionar um serviço de melhor qualidade e efetividade aos usuários do SUS.

São cursos de atualização, especialização e mestrado que adotam modelo pedagógico pautado na integração ensino-serviço, na problematização da realidade local, na valorização do conhecimento e experiência do aluno trabalhador, entendido como sujeito das práticas de gestão e sanitárias desenvolvidas nas unidades de saúde.

Os cursos estão sendo ofertados em todos os 61 municípios, além da capital Manaus. A iniciativa conta com apoio da bancada parlamentar do Amazonas e parceria do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM).

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas 

Palestra abordará importância da Iniciação Científica na vida acadêmica, durante abertura da 16ª Raic da Fiocruz Amazônia

Entre os dias 17 e 19 de junho, o Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) realizará a 16ª Reunião Anual de Iniciação Científica (Raic), no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIC) da Fiocruz Amazônia de 2018/2019, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A abertura do evento será realizada na próxima segunda-feira, 17/6, às 9h, com a palestra “Importância da Iniciação Científica na vida acadêmica: Cientista ou pesquisador?”, que será ministrada pela Dra. Maria das Graças Vale Barbosa, pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), e professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). As apresentações ocorrem no Salão Canoas, auditório da Instituição, situado à Rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

Durante a programação, serão apresentados 27 trabalhos de graduandos de diferentes Instituições de Ensino de Manaus, divididos nas seguintes sessões temáticas: Microbiologia, Biotecnologia e Bioprospecção, Parasitologia, Entomologia, Saúde Coletiva e Epidemiologia.

SOBRE A PALESTRANTE

Maria das Graças é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amazonas, mestre e doutora em Ciências Biológicas (Entomologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). É pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), e professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Atuou como Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical da UEA/FMT-HVD, Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da UEA, Coordenadora do Departamento de Pesquisa da FMT-HVD.

Atua na área de Zoologia, com ênfase em Entomologia Médica especialmente sobre insetos vetores de parasitos causadores de doença de chagas, Leishmaniose, malária e dengue e reservatórios silvestres de Trypanosoma cruzi e Leishmania spp.

EDUCAÇÃO NA FIOCRUZ

Na terça-feira, 18/6, às 9h, o evento contará com a palestra “Desafios e perspectivas de educação na Fiocruz”, a ser ministrada pela Dra. Cristiani Vieira Machado, Vice-Presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a coordenadora do PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, o objetivo da reunião é divulgar e avaliar os 27 projetos de pesquisa. “Isso é parte do processo de formação, uma experiência única que o aluno possui durante a graduação, muitas vezes é o desenvolvimento do seu primeiro projeto de pesquisa. A RAIC é um momento próprio para o desenvolvimento do aluno”, explicou.

SOBRE O PIC

O Programa de Iniciação Científica (PIC) do ILMD/Fiocruz Amazônia é desenvolvido em parceria com o CNPq e Fapeam, com o objetivo de despertar a vocação científica e incentivar novos potenciais entre estudantes de graduação, além de estimular pesquisadores a envolverem os estudantes em suas atividades científicas, tecnológicas e profissionais. “A ideia é apresentar o mundo científico para os estudantes de graduação de diferentes cursos, no âmbito da Fiocruz, por meio do desenvolvimento de projetos de pesquisa que possuem atuação frente ao Sistema Único de Saúde (SUS)”, explicou Stefanie Lopes.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Pinheiro

 

 

Seminário Alusivo ao Dia Mundial de Luta Contra a Malária

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) realiza amanhã e quinta-feira (24 e 25/4) o IV Seminário Estadual Alusivo ao Dia Mundial de Luta Contra a Malária, no auditório do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), localizado na avenida Pedro Teixeira, nº 2354, Dom Pedro, Manaus.

Durante o evento, especialistas compartilham suas experiências no combate, controle e tratamento da malária no Estado. O Dia Mundial de Luta Contra a Malária,   25 de abril,  foi  instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2007, com a finalidade de reconhecer o esforço global para o controle efetivo da doença.

Quando? 24 e 25 de abril

Hora?   8h às 18h

Local?  Dia 24/4 – Pré-evento: Oficinas – Local: Sede do Governo (Av. Brasil, 513 – Compensa) e Cetam (Av. Pedro Teixeira, nº 2354, Dom Pedro.

             Dia 25/04 –  Evento: IV Seminário Alusivo ao Dia Mundial de Luta contra a Malária – Local: Auditório Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) à  Av. Pedro Teixeira, nº 2354, Dom Pedro, Manaus – AM.

Confira a programação aqui.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia, com informações da FVS-AM
Imagem: Fiocruz Imagens, por Rodrigo Mexas

 

2ª Republicação de Chamada Pública: mestrado acadêmico em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) anuncia a 2ª Republicação da Chamada Pública Nº 002/2019, com alterações no anexo III, referentes ao cronograma do processo seletivo para o curso de mestrado acadêmico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA).

Para a republicação acesse http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 9 de setembro deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

Além disso, o PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia sedia primeira reunião do conselho administrativo da Abio

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) deu início na última quarta-feira, 27/2, ao ciclo de reuniões do conselho administrativo da Aliança para a Bioeconomia da Amazônia (ABio), grupo formado por Instituições do Amazonas voltadas à Bioeconomia no Estado. Um dos objetivos centrais da reunião foi a posse dos membros do conselho administrativo da aliança.

Durante o encontro, conselheiros e representantes das instituições abordaram estratégias conjuntas, visando a importância da formação de alianças regionais para o desenvolvimento do Estado. A iniciativa tem o desafio de contribuir para a diversificação da economia regional, com foco na valorização dos ativos da biodiversidade do Amazonas, geração de emprego e renda na zona rural e urbana, melhoria da qualidade de vida das populações tradicionais e indígenas e conservação ambiental, tendo como pano de fundo os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Para o diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, “é muito importante que a Fiocruz esteja alinhada com as outras instituições e com os programas prioritários de desenvolvimento para a bioeconomia, tentando apresentar soluções e produtos vindos da diversidade Amazônica para a sociedade, que possam atingir o Sistema Único de Saúde”, destacou.

SOBRE A ABio

A ABio é formada por um conjunto de instituições voltadas à bioeconomia no Estado do Amazonas, habilitada em primeiro lugar no processo seletivo do Edital de Chamada Pública nº 2/2018 do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) para gerir o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA).

O CBA foi criado há 15 anos, administrado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), e tem por objetivo fomentar a pesquisa, desenvolvimento e a inovação (PD&I) em biotecnologia, voltada para o uso sustentável da biodiversidade amazônica.

Compõe a formação do Conselho Administrativo:

Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Ministério da Economia (ME), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Instituo Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Centro de Educação Tecnológica do Estado do Amazonas (CETAM), Confederação Nacional da Indústria (CNI/FIEAM), Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI), Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEPLANCTI), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Fundação Paulo Feitoza (FPF), Universidade Nilton Lins (UniNiltonlins), Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Rede de Inovação e Empreendedorismo da Amazônia (RAMI), Associação BioTec-Amazônia, Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (IDESAM), e Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia legal (BIONORTE), Fundação CERTI.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Foto: Eduardo Gomes

A mulher do século XXI: desafios, dilemas e oportunidades

Dia Internacional da Mulher, 8/3, tantas conquistas a serem alcançadas, tantas batalhas que parecem estar longe de serem vencidas, as mulheres em pleno século XXI ainda precisam lutar por igualdade, direitos, respeito, saúde, segurança e levantar muitas bandeiras.

Perguntamos às mulheres que trabalham no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), quem é a mulher do século XXI, seus desafios, dilemas e oportunidades? Acompanhe algumas respostas a respeito do assunto.

Da esquerda para a direita: Muriel Saragoussi, Marinete Martins e Jacirema Gonçalves. Foto: Eduardo Gomes

“A mulher do Século XXI é a mulher da coexistência: (a) mulher ainda sem acesso aos avanços científicos e tecnológicos da contemporaneidade, vivendo em contexto cultural marcado pela visão de mulher como mãe, da casa e da família; (b) mulher que agrega ao seu papel de mãe e cuidadora da família, o trabalho fora do lar, em que a competitividade, o capitalismo e a luta de contrários na sociedade lhe impõe desafios cotidianos a superar; (c) a mulher  que se estabeleceu, com sua resiliência, impondo-se ao mostrar à sociedade que não deveria haver diferenças de sexos, visto todos serem humanos”  –  Jacirema Goncalves.

“É aquela mulher que busca mudar sua história, está preparada para assumir novos desafios,  está engajada em movimentos, para transformar a sociedade em defesa dos seus direitos e proteção, também, em mudar a visão que as culturas possuem sobre sexo feminino, está em busca da conquista por espaço mais igualitário dentro do ciclo da sua convivência, e principalmente essa mulher que vem lutando pelos seus objetivos, realizações pessoais e profissionais” – Marinete Martins.

“A mulher do século XXI é ecofeminista: não aceita as relações de poder estabelecidas pelo patriarcado, não aceita o racismo, o sexismo, o especismo, as desigualdades sociais nem a exploração insustentável da natureza. A mulher do século XXI continua cooperativa, solidária e assume o seu papel de mudar a sociedade para melhor, a partir de um olhar feminino e feminista. A mulher do século XXI não é uma cópia dos homens do século XX. A mulher do século XXI tem ou não tem filhos, tem ou não tem carreira, tem ou não tem parceiro(a)(s). A mulher do século XXI é … o que ela quiser”! – Muriel Saragoussi.

Da esquerda para a direita: Carla De Paula, Luciene Araújo e Alessandra Nava. Foto: Eduardo Gomes

“O reconhecimento que hoje as mudanças estão fazendo efeito. O feminismo é tão importante como o ar que respiramos”. Alessandra Nava.

“A mulher do século XXI é uma mulher politizada, versátil e  empoderada. É uma guerreira incansável. Seu desafio ainda é o alcance da igualdade no mercado de trabalho e na política. Seu dilema ainda é a tríade: família, trabalho e vida pessoal. Essa mulher vencedora de tantas batalhas, busca a cada dia oportunidades em todos os campos”. Luciene Araújo.

“Herdeira de todas as mulheres que lutaram para afirmar o protagonismo feminino perante à sociedade, a mulher do século XXI é aquela que possui voz ativa e que ocupa vários espaços. Cidadã que clama pela liberdade e direito de expressão, não silencia diante das desigualdades, desconstrói conceitos, não permite opressões e está na linha de frente na tomada de decisões importantes. Mesmo diante de tantas conquistas, as lutas por empoderamento, respeito e direitos sociais ainda são os desafios neste processo de construção, aceitação e pertencimento”. Carla De Paula.

Rita Bacuri. Foto: arquivo pessoal

“Não sei seus dilemas e oportunidades mesmo porque cada ser tem um jeito diferente de lidar com estas particularidades. Umas transformam desafios em oportunidades. Outras transformam oportunidades em dilemas. Uma maioria, quase esmagadora, transforma desafios e dilemas em oportunidades de ser e viver.  A mulher do século XXI é aquela que deve escolher para si o caminhar ombreado com seus pares,  em todos os aspectos e setores da vida em sociedade”. Rita Bacuri.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

A mulher do século XXI: desafios, dilemas e oportunidades

Dia Internacional da Mulher, 8/3, tantas conquistas a serem alcançadas, tantas batalhas que parecem estar longe de serem vencidas, as mulheres em pleno século XXI ainda precisam lutar por igualdade, direitos, respeito, saúde, segurança e levantar muitas bandeiras.

Perguntamos às mulheres que trabalham no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), quem é a mulher do século XXI, seus desafios, dilemas e oportunidades? Acompanhe algumas respostas a respeito do assunto.

Da esquerda para a direita: Muriel Saragoussi, Marinete Martins e Jacirema Gonçalves. Foto: Eduardo Gomes

“A mulher do Século XXI é a mulher da coexistência: (a) mulher ainda sem acesso aos avanços científicos e tecnológicos da contemporaneidade, vivendo em contexto cultural marcado pela visão de mulher como mãe, da casa e da família; (b) mulher que agrega ao seu papel de mãe e cuidadora da família, o trabalho fora do lar, em que a competitividade, o capitalismo e a luta de contrários na sociedade lhe impõe desafios cotidianos a superar; (c) a mulher  que se estabeleceu, com sua resiliência, impondo-se ao mostrar à sociedade que não deveria haver diferenças de sexos, visto todos serem humanos”  –  Jacirema Goncalves.

“É aquela mulher que busca mudar sua história, está preparada para assumir novos desafios,  está engajada em movimentos, para transformar a sociedade em defesa dos seus direitos e proteção, também, em mudar a visão que as culturas possuem sobre sexo feminino, está em busca da conquista por espaço mais igualitário dentro do ciclo da sua convivência, e principalmente essa mulher que vem lutando pelos seus objetivos, realizações pessoais e profissionais” – Marinete Martins.

“A mulher do século XXI é ecofeminista: não aceita as relações de poder estabelecidas pelo patriarcado, não aceita o racismo, o sexismo, o especismo, as desigualdades sociais nem a exploração insustentável da natureza. A mulher do século XXI continua cooperativa, solidária e assume o seu papel de mudar a sociedade para melhor, a partir de um olhar feminino e feminista. A mulher do século XXI não é uma cópia dos homens do século XX. A mulher do século XXI tem ou não tem filhos, tem ou não tem carreira, tem ou não tem parceiro(a)(s). A mulher do século XXI é … o que ela quiser”! – Muriel Saragoussi.

Da esquerda para a direita: Carla De Paula, Luciene Araújo e Alessandra Nava. Foto: Eduardo Gomes

“O reconhecimento que hoje as mudanças estão fazendo efeito. O feminismo é tão importante como o ar que respiramos”. Alessandra Nava.

“A mulher do século XXI é uma mulher politizada, versátil e  empoderada. É uma guerreira incansável. Seu desafio ainda é o alcance da igualdade no mercado de trabalho e na política. Seu dilema ainda é a tríade: família, trabalho e vida pessoal. Essa mulher vencedora de tantas batalhas, busca a cada dia oportunidades em todos os campos”. Luciene Araújo.

“Herdeira de todas as mulheres que lutaram para afirmar o protagonismo feminino perante à sociedade, a mulher do século XXI é aquela que possui voz ativa e que ocupa vários espaços. Cidadã que clama pela liberdade e direito de expressão, não silencia diante das desigualdades, desconstrói conceitos, não permite opressões e está na linha de frente na tomada de decisões importantes. Mesmo diante de tantas conquistas, as lutas por empoderamento, respeito e direitos sociais ainda são os desafios neste processo de construção, aceitação e pertencimento”. Carla De Paula.

Rita Bacuri. Foto: arquivo pessoal

“Não sei seus dilemas e oportunidades mesmo porque cada ser tem um jeito diferente de lidar com estas particularidades. Umas transformam desafios em oportunidades. Outras transformam oportunidades em dilemas. Uma maioria, quase esmagadora, transforma desafios e dilemas em oportunidades de ser e viver.  A mulher do século XXI é aquela que deve escolher para si o caminhar ombreado com seus pares,  em todos os aspectos e setores da vida em sociedade”. Rita Bacuri.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Conferência no ILMD aborda interconexão de conhecimentos nas pesquisas sobre saúde

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS) promoveu nesta quarta-feira (13/12), a Conferência Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira. O evento reuniu pesquisadores e estudantes das ciências sociais e da saúde, e contou com a palestra “Malária e Ciências Sociais: a intermitência do diálogo com outros saberes”, ministrada pelo professor João Siqueira, antropólogo, doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF)

A proposta da conferência foi possibilitar diálogos entre os saberes das ciências da saúde e das ciências sociais, apresentando recortes e referenciais teóricos, além de abordagens que podem contribuir com a complexificação das explicações de questões de saúde na Amazônia.

Para a pesquisadora responsável pelo evento, Fabiane Vinente, o objetivo principal foi alcançado. “Essa foi a primeira edição da conferência. A proposta principal foi estimular esse debate entre as ciências sociais e esses processos que normalmente são abordados por outras áreas do conhecimento.

João Siqueira atua em linhas de pesquisa que incluem Etnicidade, Estado e conflitos territoriais na Amazônia, e Doença e representação social. Em sua conferência, irá discutir a problemática do estudo da malária na perspectiva das ciências sociais e explorar a relação entre a representação da malária e as práticas de atenção e cuidado no processo saúde-doença, observando que, se por um lado a questão da malária pressupõe ações políticas e medidas interventivas que são operadas no campo da saúde pública, de outro lado, ela possibilita e até potencializa a problematização da ordem social vigente, tendo em vista que saúde e doença tendem a legitimar, no espaço público, a emergência de determinado problema social.

Durante a apresentação, Siqueira destacou a importância da interdisciplinaridade do conhecimento nas abordagens sobre a saúde. “É necessário essa interconexão de conhecimentos, de produção de conhecimento, de teorias sobre a realidade social, sobre a realidade da saúde pública. Esse diálogo precisa persistir, é fundamental que os pesquisadores, estudantes continuem instigando esse diálogo, adotando como identidade do Instituto, principalmente numa área como a Amazônia”.

LANÇAMENTO

No mesmo encontro João Siqueira lançou o livro “Uma doença, diversos olhares: Representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus”, da Editora Valer.

“Nessa primeira edição tivemos o Dr João Siqueira falando sobre a questão da Malária em Nossa Senhora de Fátima, e fazendo também o lançamento do livro. Esse material é fruto da dissertação dele, defendida aqui no ILMD, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia”, explicou Vinente.

Segundo autor, o livro foi desenvolvido para responder um conjunto de questões com enfoque no problema histórico da incidência de malária em Manaus, delimitando uma análise sobre Nossa Senhora de Fátima, comunidade situada em área rural, às margens do igarapé Tarumã-mirim, distante 8km do perímetro urbano da capital. O livro discorre também  sobre as práticas adotadas por um grupo de mães no enfrentamento de agravos pela infecção da doença.

A obra foi desenvolvida por meio do Programa Biblos, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que visa apoiar a publicação de livros, manuais, números especiais de revistas e coletâneas científicas.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

ILMD 2017-11-29 08:10:24

Congresso internacional da Rede Unida recebe inscrições de propostas até 25 de janeiro.

As inscrições para apresentação de propostas para a Programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida estão abertas até 25 de janeiro de 2018. O Congresso propõe o debate em torno da saúde, educação, arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e podem participar trabalhadores da saúde, usuários do SUS, pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

Com o tema central “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o 13º Congresso Internacional da Rede Unida será um grande encontro, permeado por compartilhamento de saberes, reflexões-críticas, aprendizados, cultura e arte.

O evento acontecerá de 30 de maio a 02 de junho de 2018, em Manaus (AM), na Universidade Federal do Estado do Amazonas (Ufam).

INSCREVA-SE AQUI!

As atividades científicas e sociais previstas durante o 13º Congresso Internacional da Rede Unida estão organizadas em:

Atividades temáticas: Fóruns, távolas, sessões de apresentação oral, Rodas, Res-Públicas e produção de arte;

Távolas: dois ou mais convidados respondem a questões formuladas por um debatedor e também questões vindas da plateia;

Res-Pública: espaço de diálogo e interlocução com representantes de órgãos governamentais acerca das políticas públicas em desenvolvimento;

Rodas de conversa, com apresentação de trabalhos: os trabalhos aprovados pela Comissão Científica serão reunidos por temas e distribuídos em mesas de debate, onde todos serão apresentados e debatidos;

Fóruns Nacionais e Internacionais: espaço para entidades e/ou segmentos debaterem questões e temas relacionados às suas práticas, que resulte em um texto propositivo;

Saúde Fazendo Arte: programação científico-cultural com diferentes formatos destinada à troca de experiências e sensibilização a partir de saberes cotidianos e com o protagonismo de atores do sistema de saúde. Inclui performances artísticas e intervenções na cidade, também realizadas em espaços distintos do espaço específico do Congresso.

Atividades Articuladoras: Saúde fazendo arte; Feira / Mostra de iniciativas: sistemas locorregionais, tecnologias em saúde, fotos, vídeos; Seminários e encontros nacionais e internacionais; Mobilização durante o congresso: telões, twitter, rádio web, outras mídias.

Projeções: Mídias relativas aos temas do congresso deverão ser apresentadas, compondo o rol de atividades científicas conduzidas por um moderador;

Intervenções: esquetes e ações serão realizadas durante o evento com o propósito de produzir impacto e reflexões sobre temas relativos ao congresso;

Feira-exposição: Espaço aberto de stands para que movimentos e grupos sociais possam expor seus produtos e práticas;

Tendas: espaços de encontros, articulação, exposição e serviços com um eixo comum, agregando pares de forma livre e auto-organizada.

Rede Unida, por Mirineia Nascimento
Edição: Eduardo Gomes. Ascom, ILMD/ Fiocruz Amazônia.