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Fapeam encerra ciclo de oficinas do PCE para professores

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) encerrou nesta sexta-feira (17/5) o ciclo de oficinas preparatórias para elaboração de projetos do Programa Ciência na Escola (PCE). A última oficina foi realizada para professores de escolas estaduais de Manaus, no auditório do Centro de Formação Profissional Pe. José Anchieta (Cepan), da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc-AM), localizado bairro Japiim, zona Centro-Sul de Manaus.

Quase 300 professores  participaram da capacitação, cujo objetivo foi orientá-los sobre assuntos relacionados ao  novo edital  do PCE, que recebe propostas até o dia 29 de maio.

17.05.2019 - PALESTRA SEDUC - EDITAL PCE - FOTOS ÉRICO X._-8

Última oficina do PCE foi realizada para professores de escolas estaduais de Manaus. Foto: Érico Xavier

A oficina foi ministrada pela professora Maria Fulgência Bandeira, em conjunto com a professora Geisy Rebouças, e abordou temas como montar e executar um projeto de pesquisa e como submeter propostas ao programa, por meio do sistema da Fapeam, dentre outros assuntos.

“A ideia é fazer os docentes pensarem como professor cientista para orientar e estimular seus alunos à iniciação científica. Nas oficinas, os professores foram bem participativos e esclareceram dúvidas referentes ao  PCE. Os questionamentos são relacionados à parte técnica do edital, mas os professores também entendem que existe um rigor científico por parte do programa. Isso é algo muito bom, porque faz com que o professor busque algo além do que ele já faz na sala de aula”, comentou Maria Fulgência.

17.05.2019 - PALESTRA SEDUC - EDITAL PCE - FOTOS ÉRICO X._-62

Oficina tem objetivo de orientar os professores sobre assuntos relacionados ao novo edital do PCE. Foto: Érico Xavier

PCE

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Seduc/AM e Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed), o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Acesse o edital do Programa Ciência na Escola

Por Jessie Silva

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Professores do interior participam de oficina do Programa Ciência na Escola

Professores de 28 municípios do Amazonas assistiram a transmissão da oficina de elaboração e submissão de projeto ao Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que ocorreu nesta sexta-feira (10/5), por meio do Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (Seduc-AM).

Durante a abertura, a diretora técnico-científica da Fapeam, Marne Vasconcellos, destacou a importância da oficina na orientação aos professores para elaboração de projetos criativos e de qualidade voltados ao PCE.

Marne Vasconcellos destacou também as novidades da edição 2019 do PCE, dentre essas o aumento no número de projetos que saltou de 540 para 600, e o aumento no valor das bolsas para estudantes que saiu de R$120 para R$150, além do aumento no valor das bolsas para professores que agora será de R$560.

“O PCE é um programa pioneiro no país, voltado para educação básica do Amazonas e que este ano completa 15 anos. Para comemorar teremos uma premiação para os melhores projetos do Programa, ao final desta edição”, disse.

10.05.2019 - Oficina PCE 2019  - Centro de Mídias   -- Fotos Érico Xavier._-12

Oficina de elaboração e submissão de projeto ao PCE ocorreu no Centro de Mídias da Seduc-AM

Segundo o coordenador institucional do PCE pela Seduc-AM, Mailson Rafael Ferreira, a oferta da oficina é um mecanismo de incentivo ao aumento das inscrições de projetos.

“As vagas são divididas por região e muitas vezes temos dificuldade em preencher as do interior. A oficina vem com objetivo de capacitar os professores e incentivá-los a submeter seus projetos. A expectativa é dobrar o número de projetos inscritos. Muitos professores esperam as orientações das oficinas para finalizarem seus projetos. Então, esperamos que depois dessa transmissão mais submissões sejam efetivadas”, comentou.

Oficinas do PCE

As oficinas são voltadas para professores de escolas estaduais do Amazonas e de escolas municipais de Manaus interessados em participar e concorrer ao edital do PCE, que recebe propostas até o dia 29 de maio.

No Centro de Mídias, a oficina foi ministrada pela professora Maria Fulgência Bandeira, em conjunto com a professora Geisy Rebouças. Na ocasião, foi orientado como montar e executar um projeto de pesquisa, bem como detalhados pontos do edital do PCE como: passo a passo para submeter propostas ao programa,  requisitos exigidos no edital, critérios usados para seleção e avaliação, compromissos do coordenador e bolsista, entre outros assuntos.

“Na oficina explicamos, por exemplo, como executar uma pesquisa para ter sucesso e orientamos como preencher o formulário de projeto de pesquisa, sua execução e a importância de ter um relatório final, como produto do que foi feito ao longo do programa”, disse Maria Fulgência.

O professor José Roberto Azevedo, da Escola Estadual Suzana de Jesus Azedo, em Parintins, assistiu a transmissão da oficina. Ele afirma que o momento foi importante para esclarecer dúvidas em relação ao edital do PCE.

José Roberto participou do PCE na edição de 2017 e pretende submeter proposta este ano ao programa.

Para o professor Mikail Queiroz, da Escola Estadual Professora Mirtes Rosa de Mendonça Lima, em Itacoatiara, a oficina ajudou com as orientações feitas de forma direta e simples, o que facilitou aprendizado.

“Toda oficina feita com objetivo de melhorar, incentivar e esclarecer as dúvidas sobre o PCE é de grande valia e importância. A oficina proporcionou aos professores incentivo e uma facilidade na elaboração e submissão de seus projetos ao programa”, disse.

A próxima oficina será realizada no dia 17/5 para professores de escolas estaduais de Manaus, no  Centro de Formação Profissional Pe. José Anchieta (Cepan) da Seduc/AM, no bairro Japiim II, zona Sul de Manaus.

PCE

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Seduc/AM e Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed), o programa tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

Acesse o edital do Programa Ciência na Escola

Por Esterffany Martins e Mariana  Filizola

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Oficina de elaboração e submissão de projeto no edital do PCE

Professores de municípios do Amazonas serão os primeiros a receberem a oficina de orientação sobre elaboração e submissão de projeto no Programa Ciência na Escola (PCE) que ocorre nesta sexta-feira,10/5,  por meio do Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (Seduc/AM).

Durante a oficina ministrada pela professora doutora, Maria Fulgência Bandeira, será feito um panorama sobre o edital, desde objetivo do PCE, bem como apresentado aos professores o passo a passo para submeter propostas ao programa. Também serão reforçados pontos como requisitos exigidos no edital, critérios usados para seleção e avaliação, além de compromissos do coordenador e bolsista.

Desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Seduc/AM e Secretaria Municipal de Educação de Manaus (Semed), o PCE está com edital aberto e recebe propostas até o dia 29 de maio. O programa tem o objetivo de despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

A próxima oficina será realizada no sábado, 11/5, para professores de escolas municipais de Manaus na Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM)/ Gerência de Tecnologia Educacional (GTE),  no bairro Nossas Senhoras da Graças.

PCE

 A nova edição do PCE estima apoiar até 600 projetos, sendo até 200 projetos de escolas estaduais e municipais de Manaus e 400 projetos de escolas estaduais do interior do Amazonas.

Pioneiro no país, o PCE completa 15 anos de criação em 2019. Em comemoração a data haverá premiação para os melhores projetos deste ano. No final do programa os professores também poderão publicar artigos científicos em revista especial do PCE.

 O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

 

Acesso o edital do Programa Ciência na Escola

Por Esterffany Martins

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Fapeam promove capacitação sobre processos administrativos para seus colaboradores

Baseada na Lei Estadual N° 2.794/2003, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Estadual, os colaboradores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) participam da 1ª Oficina de Processos Administrativos (Composição e Tramitação). O treinamento ocorre  de 25 a 27/02,  na sede da instituição, no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

A oficina ministrada pelo assessor jurídico da Fapeam, José Dantas Cyrino Junior, tem o objetivo de orientar os colaboradores sobre a regulamentação dos processos administrativos da Fundação, de acordo com as exigências e normas gerais estabelecidas pela lei, visando, em especial, a proteção dos direitos dos administrados e o melhor cumprimento do interesse público

Primeira Oficina de Processos Adminst. da Fapeam - Fotos Érico X-11

Oficina ministrada pelo assessor jurídico da Fapeam, José Dantas Cyrino Junior para os colaboradores

“A importância dessa orientação é para dar celeridade na tramitação dos processos administrativos da Fapeam, bem como segurança jurídica nos atos praticados nos referidos processos”, explicou Cyrino.

Para a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, a capacitação é importante para que os colaboradores possam desenvolver da melhor forma possível o trabalho, conforme a responsabilidade e competência atribuída a cada um.

“Na oficina vamos orientar sobre questões inerentes à legislação vigente para evitar erros e reafirmar esforços e acertos” disse.

Para a servidora Deborah Batista, da Gerência de Orçamentos (Geor), as oficinas estão sendo importantes para ampliar o conhecimento do corpo técnico e também para  propiciar oportunidades de melhorias em cada setor.

Para que todos os setores da Fundação possam se beneficiar com a oportunidade de ampliação de conhecimentos dos seus colaboradores, foram distribuídos por turmas.

Por Jessie Silva 

Fotos:  Érico Xavier e Barbara Brito

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PPGVIDA promove oficina para discentes sobre publicações científicas

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) realizou entre os dias 11 e 15 de dezembro, a oficina Publicações Científicas, voltada para discentes do programa. A atividade foi ministrada pelos pesquisadores sêniores do ILMD, Bernardo Horta, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), e Carlos Coimbra, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a coordenadora do PPGVIDA, Maria Luiza Garnelo, a oficina visa apoiar os discentes que concluíram o mestrado, no intuito de agilizar as publicações que expressarão produtos do processo formador no PPGVIDA, e que também são requisito de avaliação do programa na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Para Horta, o trabalho de construção junto aos alunos tem o objetivo principal de desenvolver produtos que possam ser publicados em periódicos da área. “A ideia é trabalhar com os alunos que já concluíram o mestrado a transformação das dissertações em artigos, para que sejam submetidos a periódicos científicos. Estamos trabalhando com eles aspectos relacionado a como escrever um artigo”, explicou Horta.

Indexação, país da revista, classificação no Qualis da CAPES para a área de Saúde Coletiva, foram alguns dos temas abordados durante a oficina, em relação ao maior questionamento dos discentes: Em qual revista publicar? “Conversamos para que eles saibam o que é, como funciona, mas deixando aberto para que eles possam fazer suas escolhas”, salientou Coimbra.

O Qualis Periódicos é uma das ferramentas utilizadas para a avaliação dos programas de pós-graduação no Brasil. Tem como função auxiliar os comitês de avaliação no processo de análise e de qualificação da produção bibliográfica dos docentes e discentes dos programas de pós-graduação credenciados pela CAPES. Ao lado do sistema de classificação de capítulos e livros, o Qualis Periódicos é um dos instrumentos fundamentais para a avaliação do quesito produção intelectual, agregando o aspecto quantitativo ao qualitativo.

Coimbra destacou ainda que a iniciativa do programa é de grande relevância nesse processo acadêmico. “Essas oficinas são importantes, pois o tempo do mestrado raramente é suficiente para os alunos defenderem, cumprirem com todos os créditos e ter um artigo publicado, visto que esse é um processo que demora muito. Alguns estão escrevendo o primeiro artigo científico, então essa oportunidade que está sendo oferecida para os alunos aqui do ILMD é extremamente relevante, pois abre portas para estimular os alunos a tornem público os resultados dos seus estudos.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

 

PPGVIDA promove oficina para discentes sobre publicações científicas

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) realizou entre os dias 11 e 15 de dezembro, a oficina Publicações Científicas, voltada para discentes do programa. A atividade foi ministrada pelos pesquisadores sêniores do ILMD, Bernardo Horta, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), e Carlos Coimbra, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a coordenadora do PPGVIDA, Maria Luiza Garnelo, a oficina visa apoiar os discentes que concluíram o mestrado, no intuito de agilizar as publicações que expressarão produtos do processo formador no PPGVIDA, e que também são requisito de avaliação do programa na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Para Horta, o trabalho de construção junto aos alunos tem o objetivo principal de desenvolver produtos que possam ser publicados em periódicos da área. “A ideia é trabalhar com os alunos que já concluíram o mestrado a transformação das dissertações em artigos, para que sejam submetidos a periódicos científicos. Estamos trabalhando com eles aspectos relacionado a como escrever um artigo”, explicou Horta.

Indexação, país da revista, classificação no Qualis da CAPES para a área de Saúde Coletiva, foram alguns dos temas abordados durante a oficina, em relação ao maior questionamento dos discentes: Em qual revista publicar? “Conversamos para que eles saibam o que é, como funciona, mas deixando aberto para que eles possam fazer suas escolhas”, salientou Coimbra.

O Qualis Periódicos é uma das ferramentas utilizadas para a avaliação dos programas de pós-graduação no Brasil. Tem como função auxiliar os comitês de avaliação no processo de análise e de qualificação da produção bibliográfica dos docentes e discentes dos programas de pós-graduação credenciados pela CAPES. Ao lado do sistema de classificação de capítulos e livros, o Qualis Periódicos é um dos instrumentos fundamentais para a avaliação do quesito produção intelectual, agregando o aspecto quantitativo ao qualitativo.

Coimbra destacou ainda que a iniciativa do programa é de grande relevância nesse processo acadêmico. “Essas oficinas são importantes, pois o tempo do mestrado raramente é suficiente para os alunos defenderem, cumprirem com todos os créditos e ter um artigo publicado, visto que esse é um processo que demora muito. Alguns estão escrevendo o primeiro artigo científico, então essa oportunidade que está sendo oferecida para os alunos aqui do ILMD é extremamente relevante, pois abre portas para estimular os alunos a tornem público os resultados dos seus estudos.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

 

Segurança alimentar e o desafio da resiliência em cenários de seca e cheia são temas de oficina em Maués (AM)

Com o objetivo de divulgar os resultados parciais do Projeto Cidades amazônicas e eventos hidroclimáticos extremos: pesquisa para reduzir vulnerabilidade e estabelecer resiliência, o pesquisador Jesem Douglas Yamall Orellana, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), organiza no município de Maués a Oficina cidadã: segurança alimentar e situação nutricional na Amazônia e o desafio da resiliência em cenários de seca e cheia extrema.

O evento será realizado no período de 16 a 18 de novembro no Instituto Federal do Amazonas (Ifam – Campus Maués), na Sala de Artes, no horário de 8h30 às 12h e das 14h às 17h30, e é dirigido a gestores e gerentes de órgãos públicos (em especial defesa civil, secretarias de saúde  e desenvolvimento social), pesquisadores, e demais interessados não só de Maués, mas também dos municípios vizinhos.

Na oportunidade, serão discutidos possíveis mecanismos que determinam como secas e enchentes afetam pessoas vulneráveis, especialmente as que habitam localidades não conectadas por acesso terrestre à capital ou a cidades de médio porte, assim como a discussão de estratégias para predizer a insegurança alimentar nessas populações.

Durante o evento também será discutida a possibilidade de estruturação de uma rede cidadã de cooperação e apoio entre gestores e gerentes locais das mais variadas áreas, pesquisadores e demais atores locais da sociedade civil organizada.

SOBRE O PESQUISADOR

Jesem Orellana é graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Rondônia (2003) e mestre em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (2005). Atualmente é doutorando em Epidemiologia pela Universidade Federal de Pelotas. Atua como pesquisador colaborador da Lancaster University e é pesquisador assistente da Fundação Oswaldo Cruz. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, atuando principalmente nos seguintes temas: epidemiologia, violência e saúde, morbidade hospitalar, saúde da criança e da mulher.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: divulgação

Fiocruz Amazônia promove oficina de troca de saberes com parteiras e profissionais de saúde em Vila de Lindoia – Itacoatiara

Valorizar as práticas tradicionais e populares das parteiras através da pesquisa e da formação para o fortalecimento da Rede da Saúde da Mulher no Estado do Amazonas é o objetivo geral do projeto “Redes vivas e práticas populares de saúde: conhecimento tradicional das parteiras e a educação permanente em saúde para o fortalecimento da rede de atenção à saúde da mulher no estado do Amazonas”, que está sendo desenvolvido pelo Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Laboratório de História, Políticas e Saúde na Amazônia (Lahpsa), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) e apoio financeiro do Ministério da Saúde (MS).

Dentre as atividades do projeto, está a realização de 20 oficinas de troca de saberes, em nove regiões de saúde do Amazonas até 2018, sendo a segunda programada para os dias 10, 11 e 12 de maio, no horário das 8h às 17h, na Comunidade de Lindóia (km 190 da AM-010), em Itacoatiara, município do Amazonas.

A primeira oficina de troca de saberes, realizada de 18 a 20 de abril, no auditório da Secretaria Municipal de Educação (Semed) teve um total de 30 participantes, dentre elas parteiras, gestores e profissionais de saúde, que ao final o encontro escreveram uma Carta de Demanda a ser encaminhada à gestão das secretarias de saúde e maternidades.

Para esta segunda oficina, o projeto conta com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Itacoatiara e a Unidade Básica de Saúde (UBS) de Lindóia.

ATIVIDADES

Durante os três dias de oficina, acontecerão rodas de conversas para explorar os aspectos de atuação, localização e forma de cuidado com gestantes e recém-nascidos.

Segundo uma das Coordenadoras do Projeto e Coordenadora da Saúde da Mulher da Secretaria de Estado da Saúde (Susam), Sandra Cavalcante, a Secretaria da Saúde reconhecendo a importância das Parteiras Tradicionais na Amazônia, vem sistematicamente trabalhando com essas mulheres desde 2008, com muitas ações para o fortalecimento dessa categoria.

“Hoje no Amazonas contamos com aproximadamente 1.270 Parteiras Tradicionais cadastradas e cerca de 480 capacitadas. Com esse novo projeto, essa parceria entre Susam e Fiocruz Amazônia visa propiciar a valorização das práticas populares das parteiras por meio de pesquisa e da formação para o fortalecimento da Rede da Saúde da Mulher no Estado”, explica Cavalcante.

Para a outra Coordenadora do Projeto, Luena Matheus de Xerez, que também coordena o Grupo Condutor Estadual da Rede Cegonha e Comissão Intergestores Regional de Manaus, Alto Rio Negro e Entorno na Susam, o encontro demonstra a compreensão da importância destas pessoas na construção do Sistema Único de Saúde (SUS) e na atenção prestada às mulheres. “As práticas deste projeto alimentam a reflexão sobre o modelo biomédico centrado no hospital e no profissional, enquanto o cuidado delas é todo norteado para as necessidades, inclusive emocionais, das mulheres e famílias. Essas práticas se sustentam no vinculo, na responsabilidade e na solidariedade, valores tão caros a uma sociedade que cuida dos seus cidadãos”, conclui Xerez.

Após a conclusão das 20 oficinas, a próxima etapa do projeto será a promoção de ações de educação permanente e popular em saúde, nos processos de qualificação e de produção do conhecimento com as parteiras tradicionais, que se dará por meio da formação de apoiadores/facilitadores dos cursos, preparação de material pedagógico e produção de material de divulgação.

Mirinéia Nascimento (Lahpsa- ILMD/Fiocruz Amazônia)

Fiocruz Amazônia e Susam realizam oficina de troca de saberes com parteiras, gestores e profissionais de saúde

Começa hoje, 18/4, e vai até quinta-feira, 20/4, a oficina de trocas de saberes, do projeto “Redes vivas e práticas populares de saúde: conhecimento tradicional das parteiras e a educação permanente em saúde para o fortalecimento da rede de atenção à saúde da mulher no Estado do Amazonas”. A atividade acontece no auditório da Secretaria Municipal de Educação (Semed), das 8h às 17h (dias 18 e 19), e das 8h às 12h ( dia 20).

O projeto é desenvolvido pelo Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), através do Laboratório de História, Políticas e Saúde na Amazônia (LAHPSA), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas  (Susam), com financiamento do Ministério da Saúde (MS).

A atividade visa valorizar as práticas tradicionais e populares das parteiras, através da pesquisa e da formação para o fortalecimento da Rede da Saúde da Mulher no Estado do Amazonas. O projeto tem como área de abrangência 20 regiões de saúde do Amazonas e sua conclusão está prevista para 2018.

TROCA DE SABERES

Durante três dias, parteiras do Amazonas, gestores e profissionais da saúde participam de rodas de conversas para explorar os aspectos de atuação, localização e forma de cuidado com gestantes e recém-nascidos.

Segundo o coordenador do projeto, Júlio Cesar Schweickardt, as técnicas utilizadas na oficina são entrevistas, grupo focal e usuário-guia. Para o mapeamento, a metodologia utilizada será a da cartografia social, que produzirá os mapas juntamente com as parteiras a partir da noção de territorialidade, ou seja, dos usos e significados dos territórios. “Conhecer e reconhecer o trabalho das parteiras tradicionais significa mudar as nossas concepções sobre as ações dessas mulheres no campo da saúde, garantindo o seu lugar como um agente de saúde nos territórios”, destacou o coordenador.

Para ele, além de ser uma prática milenar de assistência ao parto, essas personagens atuam como lideranças e referência nos seus locais e contextos comunitários. “Desse modo, estamos operando não somente com conceitos, mas também com formas de realizar a saúde nos diferentes territórios e grupos sociais da Amazônia”, concluiu.

Após a conclusão das 20 oficinas, a próxima etapa do projeto será a a promoção de ações de educação permanente e popular em saúde, nos processos de qualificação e de produção do conhecimento com as parteiras tradicionais, que se dará por meio da formação de apoiadores/facilitadores dos cursos, preparação de material pedagógico e produção de material de divulgação.

Assessoria Lahpsa/Fiocruz Amazônia, por Mirineia Nascimento