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16ª SNCT: Fiocruz Amazônia promove intervenções em escolas públicas de Manaus, através do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”

Na última sexta-feira, 8/11, a equipe do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (TASS), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu, na Escola Estadual Vicente Schettini, mais uma ação do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”. A intervenção é uma ação da Coordenação Norte, da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), e faz parte da programação da Instituição, durante a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Um dos objetivos da ação é promover a divulgação da 16ª Obsma em escolas públicas da capital, utilizando como estratégia a produção de painéis sobre Saúde e Meio Ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A abordagem pretende sensibilizar professores e estudantes, por meio da arte do graffiti nos muros e espaços de escolas públicas de Manaus, além da distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

O projeto beneficiará cerca de 500 pessoas, entre estudantes, corpo técnico das escolas e a comunidade ao entorno, com o intuito de enfatizar os seguintes temas: Saúde, Bioeconomia e Desenvolvimento Sustentável. A Grafiteira Deborah de Lemos Vieira Cabral (Deborah Erê) é a responsável pela concepção e pintura dos painéis. A proposta visa transformar ambientes nas dependências das escolas, chamando a atenção dos estudantes para os ODS.

Para o gestor da escola, Aluízio Garcia, a expectativa de participação da escola na Obsma é grande. “Esse projeto veio abrilhantar ainda mais a nossa escola. Nossos alunos e professores estão participando das atividades, através disso, já percebo o interesse deles em desenvolver os projetos, visando submetermos ao julgamento da Obsma. Creio que futuramente teremos bons projetos saindo daqui”.

17 ODS

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) representam hoje a melhor tradução do que é a sustentabilidade, trazendo esse conceito de forma clara para a sociedade e revelando sua natureza nas mais diversas áreas do conhecimento humano. São 17 objetivos, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na escola, a artista Deborah de Lemos, utilizou o canteiro central, localizado em um lugar de destaque, para destacar os ODS.

“Gosto muito de trabalhar com a possibilidade de transformação, em espaços de convivência, lugares depredados, lugares em destaques. A proposta da escola olímpica, é que realmente possamos fazer algo diferente em cada escola, pensado especificamente para aquele público”, explicou Lemos

Ascom, ILMD /Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.
Fotos: Eduardo Gomes

16ª SNCT: Fiocruz Amazônia promove intervenções em escolas públicas de Manaus, através do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”

Na última sexta-feira, 8/11, a equipe do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (TASS), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu, na Escola Estadual Vicente Schettini, mais uma ação do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”. A intervenção é uma ação da Coordenação Norte, da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), e faz parte da programação da Instituição, durante a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Um dos objetivos da ação é promover a divulgação da 16ª Obsma em escolas públicas da capital, utilizando como estratégia a produção de painéis sobre Saúde e Meio Ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A abordagem pretende sensibilizar professores e estudantes, por meio da arte do graffiti nos muros e espaços de escolas públicas de Manaus, além da distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

O projeto beneficiará cerca de 500 pessoas, entre estudantes, corpo técnico das escolas e a comunidade ao entorno, com o intuito de enfatizar os seguintes temas: Saúde, Bioeconomia e Desenvolvimento Sustentável. A Grafiteira Deborah de Lemos Vieira Cabral (Deborah Erê) é a responsável pela concepção e pintura dos painéis. A proposta visa transformar ambientes nas dependências das escolas, chamando a atenção dos estudantes para os ODS.

Para o gestor da escola, Aluízio Garcia, a expectativa de participação da escola na Obsma é grande. “Esse projeto veio abrilhantar ainda mais a nossa escola. Nossos alunos e professores estão participando das atividades, através disso, já percebo o interesse deles em desenvolver os projetos, visando submetermos ao julgamento da Obsma. Creio que futuramente teremos bons projetos saindo daqui”.

17 ODS

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) representam hoje a melhor tradução do que é a sustentabilidade, trazendo esse conceito de forma clara para a sociedade e revelando sua natureza nas mais diversas áreas do conhecimento humano. São 17 objetivos, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na escola, a artista Deborah de Lemos, utilizou o canteiro central, localizado em um lugar de destaque, para destacar os ODS.

“Gosto muito de trabalhar com a possibilidade de transformação, em espaços de convivência, lugares depredados, lugares em destaques. A proposta da escola olímpica, é que realmente possamos fazer algo diferente em cada escola, pensado especificamente para aquele público”, explicou Lemos

Ascom, ILMD /Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.
Fotos: Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia mobiliza escolas públicas através do graffiti com o “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”

Entre os dias 22 e 27/11, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove atividades de popularização da ciência, através do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”. A ação faz parte da programação da Instituição, durante a 16a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

A atividade tem como principal objetivo a divulgação da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) em escolas públicas da capital, utilizando como estratégia a produção de painéis sobre Saúde e Meio Ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.

A ação pretende sensibilizar professores e estudantes, por meio da arte do graffiti nos muros de escolas públicas de Manaus, além da distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

Participarão da mobilização 10 Escolas Públicas de Manaus, selecionadas pela Secretaria de Estado de Educação (SEDUC) e Secretaria Municipal de Educação (SEMED): Colégio Brasileiro Pedro Silvestre, Escola Estadual Vicente Schettini, Escola Estadual Maria Amélia do Espírito Santo, IFAM/Zona Leste, Escola Estadual Márcio Nery, Escola Estadual Altair Severiano Nunes, Escola Estadual Ângelo Ramazzotti, Escola Estadual Sant’ana, Escola Estadual de Tempo Integral Prof. Djalma Batista, Instituto Batista Ida Nelson.

O projeto beneficiará cerca de 500 pessoas, entre estudantes, corpo técnico das escolas e a comunidade ao entorno. Durante os dias do evento serão realizados 10 painéis de graffiti, com o intuito de enfatizar os seguintes temas: Saúde, Bioeconomia e Desenvolvimento Sustentável. A Grafiteira Deborah de Lemos Vieira Cabral (Deborah Erê) será responsável pela concepção e pintura dos painéis.

Na oportunidade, a equipe da Regional Norte da Obsma levará os materiais de divulgação nas Escolas Olímpicas e dialogará com a gestão, os professores e os alunos, a fim de incentivar a participação na Olimpíada e o desenvolvimento de projetos de Saúde e Meio Ambiente. Após a conclusão da pintura, será entregue para a escola o certificado de Escola Olímpica e cartaz comemorativo pelo título ganho.

Para a coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), o evento é uma oportunidade de “divulgação do principal trabalho da Obsma, despertar a divulgação científica em nível de educação básica, a fim de que os alunos encontrem na Olimpíada um caminho a se trilhar. A Semana concede o espaço de divulgação, ampliação e popularização da divulgação científica. Desse modo, Fiocruz e Obsma têm a oportunidade de articular com outras instituições e levar a proposta da Olimpíada a todos”.

Confira a programação do evento: 

 

                                                         

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Imagens: Cael Fernando

Abertas as inscrições para a 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente

Já estão abertas as inscrições para a 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), da Fundação Oswaldo Cruz. As inscrições iniciaram no sábado (21/9), data em que é comemorado o Dia Mundial da Árvore. Professores da educação básica de todo o país podem inscrever projetos desenvolvidos com seus alunos do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e  do Ensino Médio, realizados no período de 2019 – 2020, nas categorias Produção Audiovisual, Produção de Textos e Projeto de Ciências.

A Olimpíada vai premiar os 36 melhores trabalhos sobre saúde e meio ambiente com uma viagem ao Rio de Janeiro, para alunos e professores vencedores, que vão, na oportunidade, participar de atividades científicas e culturais na cidade. Além da premiação nacional, será oferecido o Prêmio Menina Hoje, Cientista Amanhã a um trabalho desenvolvido por grupos de alunas e professoras do gênero feminino.

Para realizar a inscrição na 10ª Obsma, o professor deve ler o regulamento, preencher o formulário no site oficial  e enviar o trabalho para a regional correspondente da Obsma ao seu Estado, confira os endereços no site da Olimpíada.

Em caso de dúvidas, o professor deve entrar em contato com a Coordenação pelo e-mail olimpiada@fiocruz.br ou pelo telefone (21) 2560-8259. Interessados também podem acompanhar informações sobre a Olimpíada no Instagram da Obsma,  no Facebook (www.facebook.com/obsma) e no Twitter (www.twitter.com/obsma).

Fonte: Obsma
Foto (arquivo): Peter Ilicciev

Obsma promove ações de conscientização e educação ambiental em Manaus

A educação ambiental é fundamental para a conscientização das pessoas em relação ao mundo em que vivem, para que se possa ter cada vez mais qualidade de vida sem desrespeitar o meio ambiente. Pensando nisso, em referência ao Dia Mundial do Meio ambiente, data comemorada no dia 5 de junho, a Coordenação Regional Norte da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), realiza em Manaus, durante toda a semana, uma série de atividades de promoção e conscientização ambiental.

Para a coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) a união de esforços dos parceiros é de grande importância para garantir o resultado positivo das atividades. “Neste dia reunimos todos os esforços, parceiros e apoiadores, na luta em defesa da natureza que é, em sentido amplo, uma luta solidária em defesa da vida. Vida do local, vida da região, vida do país e vida do planeta”, explicou.

Na ultima quarta-feira, 5/6, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC-AM), a Gerência de Manutenção (DEINFRA/ Seduc – AM), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Escola Estadual Altair Severiano Nunes, a Obsma promoveu a atividade “Lixeira Viciada a Canteiro/Jardim – Uma experiência educativa e solidária”, ação originada a partir de uma demanda e insatisfação dos alunos, professores e direção da escola, em relação ao lixo despejado diariamente em uma das calçadas do estabelecimento de ensino, localizada no bairro Parque 10 de Novembro.

Segundo a gestora, Adriane Paula de Freitas, a ação que visa potencializar a mudança de hábito nos comunitários, foi idealizada por ser um problema antigo enfrentado pela escola. “A escola estava com uma lixeira viciada na esquina da rua, onde os comunitários jogavam lixo constantemente. Isso gerou uma inquietação antiga, para que pudéssemos resolver o caso dessa lixeira. Como é que uma escola, que prega aos alunos o ensino de uma educação ambiental, consegue conviver com o lixo que uma comunidade próxima despeja, poluindo esse ambiente em que nós estamos inseridos? ”, pontuou.

Na ocasião, também foram realizadas as seguintes atividades: Oficina de desenho: “Chão é para plantar sementes”; Jogo do Tapetão dos ODS´s, atividade com foco na divulgação e discussão dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 20/30; Elaboração do painel de arte do Graffiti, realizado pela artista plástica na arte do grafite, Deborah Lemos, além de um planfetaço realizado pelos alunos e professores, com a presença do personagem “Oswaldinho”, mascote da Fiocruz Amazônia, em referência ao cientista, patrono da Instituição, Oswaldo Cruz.

Graziele de Oliveira Batista, aluna do 8º ano do ensino fundamental, alertou para a importância de pautar a comunidade e analisou de forma positiva as atividade desenvolvidas no Dia Mundial do Meio Ambiente.“Esperamos ter conscientizado as pessoas que moram aqui no bairro, para que elas consigam entender que aqui é um local que pode ser explorado de maneira positiva”, concluiu.

A programação da Obsma em Manaus segue até o dia 10/6, no Parque Estadual Sumaúma, onde ocorrerão as ultimas atividades: “Panfletaço do Oswaldinho: O que é a Obsma?” e “Produção do Álbum Olímpico – Ensaio fotográfico”.

AMIGOS DA TERRA

As ações de conscientização foram realizadas com base no conhecimento adquirido pelos alunos, através do projeto “Amigos da Terra”, coordenado pelas professoras Josete Albuquerque e Jenifer Oliveira. “Nós professores precisamos ter essa iniciativa de conscientizar, ensinar, mostrar para os alunos que a diferença parte de cada um de nós”, disse Oliveira.

O projeto conta com o apoio dos estudantes do 5º período, do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da EUA. Segundo os alunos, as ações de “Plantio de mudas” e “coleta seletiva” vieram de encontro ao que é proposto na universidade, através da disciplina “Estágio I”, que aborda o tema Educação Ambiental.

SOBRE A OBSMA

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da Obsma, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais, criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Obsma divulga programação voltada para o dia Mundial do Meio Ambiente

Nas vésperas de sua 10ª edição, a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) traz para reflexão, na interface dos temas Saúde e Meio Ambiente, o compromisso institucional com a divulgação e discussão dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 20/30.

Nesta quarta-feira, 5/6, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através da Regional Norte da Obsma, em parceria com o Departamento de Política e Programas Educacionais (DEPP/SEDUC), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, promove ações educativas em defesa da vida nas escolas, parques e centros culturais da cidade de Manaus, visando comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Para a coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) a ação possibilita ampla reflexão sobre as questões ambientais e sua interação com a sociedade. “O dia Mundial do Meio Ambiente é uma data mais que especial para Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente – Obsma. Neste dia reunimos todos os esforços, parceiros e apoiadores, na luta em defesa da natureza que é, em sentido amplo, uma luta solidária em defesa da vida. Vida do local, vida da região, vida do país e vida do planeta”, explicou.

SOBRE A OBSMA

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da Obsma, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais, criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

 

Data: 5/6

Local: Escola Estadual Altair Severiano Nunes

Atividades:

Oficina de desenho: “Chão é para plantar sementes”;

Panfletaço do Oswaldinho: O que é a Obsma!;

Jogo do Tapetão dos ODS´s;

Elaboração do painel de arte do Graffiti;

De “Lixeira Viciada” a Canteiro/Jardim – Uma experiência educativa e solidária.

Data: 6/6

Local: Centro Cultural Aníbal Bessa

Atividades:

Projeção de vídeos Olímpicos;

Panfletaço do Oswaldinho: O que é a Obsma!;

Jogo do Tapetão dos ODS´s.

Data:  7/6

Local: Igarapé do 40

Atividades:

De Olho no Ambiente às Margens do Igarapé do Quarenta: Foco na Saúde!

Caminhada Ambiental – O ambiente e sua relação com a saúde;

Plantio de mudas frutíferas nas três escolas do entorno;

Planfletaço do Oswaldinho: O que é a Obsma!

 

Data: 10/6

Local: Parque Estadual Sumaúma

Atividades:

Panfletaço do Oswaldinho: O que é a Obsma!

Produção do Álbum Olímpico – Ensaio fotográfico

 

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Obsma conclui Oficinas Pedagógicas em Porto Velho

Encerraram ontem, 23/11, as Oficinas Pedagógicas da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em Porto Velho (RO). A abertura do evento foi na segunda-feira (20/11). Depois, foram 3 dias dedicados ao diálogo e orientação a professores sobre como abordar com seus alunos as temáticas de saúde e meio ambiente, a partir de recursos relacionados a projeto de ciências, produção de texto e produção audiovisual, que são as modalidades da Olimpíada.

No último dia, foi ministrada pela professora Alcione de Araújo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e colaboradora da Obsma, a oficina de produção textual. No dia 22/11, ocorreu a oficina de audiovisual, com o programador e produtor visual Wagner Nagib. No primeiro dia, projeto de ciências, com Cristina Araripe, pesquisadora da Fiocruz e coordenadora nacional da Obsma.

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país.

As Oficinas Pedagógicas da Obsma em Porto Velho foram organizadas pela Coordenação Regional Norte, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), por meio da Coordenação do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE).

Segundo a coordenadora do PSE, Maria Inês Fernandes, a expectativa é de que os professores que participaram das atividades pedagógicas da Obsma, tornem-se multiplicadores do conhecimento adquirido e possam contribuir para que mais educadores de Rondônia, inscrevam projetos na Olimpíada.

Participaram das oficinas professores dos 52 municípios de Rondônia. Alguns educadores chegaram a viajar por 11 horas de ônibus até chegar ao Rondon Palace Hotel, local onde foram ministradas as Oficinas.

A coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, ressaltou a importância do envolvimento e empenho da Seduc e do PSE, para prover condições para participação dos professores nas atividades pedagógicas, e espera que a 9ª. edição da Obsma seja contemplada com muitas  inscrições de professores de Rondônia.

No encerramento, além das palavras de agradecimento e motivação para impulsionar novos projetos, houve também sorteios de camisas e canecas.

Confira as fotos das Oficinas Pedagógicas em Porto Velho.

 

Saiba mais sobre as Oficinas Pedagógicas da Obsma

Saiba como organizar Oficinas Pedagógicas na sua cidade/região?

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Obsma: professores de Porto Velho (RO) participam de oficina de audiovisual

Com muita atenção, curiosidade e entusiasmo professores de Porto Velho (RO) participaram ontem  (22/11) da Oficina de Audiovisual, oferecida pela Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma).

No segundo dia de realização das Oficinas Pedagógicas da Obsma, ninguém ficou parado. Com as orientações recebidas do instrutor Wagner Nagib, e utilizando os recursos disponíveis – seus smartphones –  os professores  partiram para a prática e produziram vídeos com enfoques na saúde e  no meio ambiente. Roteiro e produção ficaram por conta deles, que esbanjaram criatividade e sensibilidade na escolha dos temas.

Wagner Nagib apresentou aos professores possibilidades de produção audiovisual, mesmo diante da falta de equipamentos sofisticados ou mesmo de recursos financeiros. Os professores encararam o desafio e produziram material que lhes serve de inspiração para projetos a serem desenvolvidos em suas escolas.

O professor Odair José Ferreira, de São Francisco do Guaporé (RO), observou que o momento é propício para se adquirir novos conhecimentos, conhecer novos possíveis parceiros, e contribuir para a divulgação da Obsma nas escolas de sua região, bem como socializar com os colegas o conhecimento apreendido para a elaboração de novos projetos para a 9ª. Olimpíada.

As Oficinas Pedagógicas da Obsma estão sendo realizadas em Porto velho, no período de 21 a 23 de novembro, e acontecem com o apoio da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), por meio da Coordenação do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE) e organização da Coordenação Regional Norte da Olimpíada.

 

SOBRE A OBSMA

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da Obsma, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais, criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Oficinas Pedagógicas da Obsma começam em Porto Velho (RO)

Iniciaram nesta terça-feira (21/11) as Oficinas Pedagógicas da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em Porto Velho (RO). As oficinas acontecem até 23 de novembro, de 8h às 17h, no Rondon Palace Hotel, que fica no bairro Nossa Sra. das Graças.

A abertura do evento aconteceu na segunda-feira, 20/11, no mesmo local onde estão sendo realizadas as oficinas, e contou com a presença da coordenadora Estadual do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE), Maria Inês Fernandes, da diretora Geral de Educação da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), Angélica Aires, da pesquisadora do Laboratório de Microbiologia e representante da Fiocruz Rondônia, Najla Benevides Matos, da coordenadora nacional da Obsma e pesquisadora da Fiocruz, Cristina Araripe, além da coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e de professores.

Segundo Maria Inês Fernandes, as Oficinas já estavam no planejamento do PSE desde o ano passado. Agora, o objetivo é que os professores que participam deste momento possam tornar-se multiplicadores e,  dessa forma, o Programa venha a alcançar um número maior de pessoas qualificadas para o desenvolvimento de projetos nas áreas de saúde e meio ambiente, e que se sintam aptos a concorrerem na Obsma.

 

Cristina Araripe lembrou que a Olimpíada trabalha na perspectiva de melhorar as condições de vida das populações, daí a importância do desenvolvimento de projetos com temas relacionados  à saúde e  ao meio ambiente nas escolas, de modo transversal, de acordo a  realidade local,  e com propostas e projetos pedagógicos construídos por professores e  alunos.

Em Porto Velho, participam das oficinas 80 professores, de 52 municípios de Rondônia. A maioria não conhecia a Obsma, mas em 2012, a professora  Carmem Silvia de Andrade Corrêa, de Cacoal (RO) foi premiada na 6ª. Obsma com um trabalho contra a dengue. Agora, ela participa das Oficinas Pedagógicas para se qualificar e receber mais estímulos para o desenvolvimento de novos projetos com seus alunos.

 O professor Rildo Nilo da Silva, do município Pimenta Bueno (RO), que trabalha com as disciplinas de Biologia, Ciências e Artes, também espera que as Oficinas lhe inspirem a desenvolver novos projetos na escola, e quer receber sugestões de plataformas e outros meios de capacitação profissional.

Para a coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), o apoio do PSE e da Seduc de Rondônia para o desenvolvimento das Oficinas Pedagógicas, marcam o sucesso do evento. Ela lembra que as oficinas são destinadas a professores da educação básica, de escolas públicas e privadas. Os  interessados em participar da Olimpíada podem concorrer com projetos nas áreas de saúde e meio ambiente, desenvolvidos com os alunos, a partir de recursos relacionados a projeto de ciências, produção de texto e produção audiovisual, que são as três modalidades da Obsma.

No dia 22/11, a oficina será de produção audiovisual na educação básica, com o professor Wagner Nagib, da Fiocruz Paraná, que abordará a utilização da tecnologia como ferramenta potencializadora do ensino e aprendizado. Na parte da tarde, acontecerão atividades práticas.

No dia 23/11, a oficina será de produção textual, com a professora Alcione de Araújo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e colaboradora da Obsma.

SOBRE A OBSMA

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da Obsma, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais, criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente lança novo prêmio

Estão abertas as inscrições para a 9ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) da Fiocruz. Coordenada pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic) da Fundação, a Olimpíada é um projeto educativo voltado a professores e alunos da Educação Básica de todo o Brasil, que busca estimular a produção de trabalhos interdisciplinares sobre saúde e meio ambiente em escolas públicas e privadas. As inscrições são gratuitas e vão até 31 de julho de 2018. Acesse aqui o Regulamento.

A novidade na competição é o inédito Prêmio Obsma – Ano Oswaldo Cruz. Unindo-se às homenagens pelo centenário de morte do cientista, a Olimpíada irá conferir esta premiação especial a um trabalho sobre saúde e meio ambiente que tenha utilizado como fontes de pesquisa artigos, capítulos, livros, teses, dissertações e/ou recursos educacionais (multimídias, jogos educacionais, sites, entre outros) produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz.

Além disso, a 9ª Obsma vai reafirmar a importância dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) preconizados pelas Nações Unidas estimulando que os trabalhos abordem de forma crítica e criativa temas da Agenda 2030. Uma das formas de promover esta iniciativa será por meio das Oficinas Pedagógicas, que a Olimpíada realiza desde 2013. Nelas, uma equipe multidisciplinar dialoga com grupos de professores sobre as relações entre educação, saúde, meio ambiente e ciência em sala de aula. As Oficinas, que acontecem com apoio do CNPq e parcerias locais, são gratuitas e abertas a professores da Educação Básica do estado, município ou região em que ocorrem, e a programação é sempre divulgada no site e nas redes sociais. Saiba mais aqui.

Professores do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e Ensino Médio, incluindo Educação de Jovens e Adultos (EJA), podem inscrever na 9ª Obsma trabalhos sendo desenvolvidos nas escolas entre 2017 e 2018, inserindo-se em uma das três modalidades: Produção Audiovisual, Produção de Texto ou Projeto de Ciências. As inscrições são gratuitas.

Acesse o site oficial para conferir o Regulamento completo da 9ª edição, os próximos eventos e outras notícias. A Obsma também está no Facebook, no Twitter e no YouTube.

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente conta com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

 Obsma/Fiocruz, por Anna Carolina Düppre