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Inpa abre inscrições para o Programa Institucional de Iniciação Científica

A quantidade de bolsas não está definida, por depender da liberação das agências de fomento (CNPq e Fapeam)

 

Por Wérica Lima- Inpa

Banner: Lailla Pontes

 

Estão abertas a partir desta segunda (18) as inscrições para o Programa Institucional de Iniciação Científica (2019-2020) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em parceria com Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). As inscrições seguem até 18 de abril e devem ser feitas pelo pesquisador orientador exclusivamente pela internet, por meio do Sistema Eletrônico de Informação (SEI) https://sei.mctic.gov.br.

 

Podem participar do programa estudantes regularmente matriculados em Instituições de Ensino Superior (IES) da cidade de Manaus, públicas e privadas, de cursos compatíveis com as áreas de abrangência informada no edital.

 

O objetivo do programa é proporcionar aos estudantes, por meio do contato direto com os problemas da pesquisa, a aprendizagem de técnicas e métodos científicos, estimulando o desenvolvimento do pensar crítico e da criatividade para a formação de pessoas qualificadas para um futuro ingresso nos programas de pós-graduação.

 

A quantidade de bolsas não está definida, por depender da liberação das agências de fomento (CNPq e Fapeam). Em 2018, foram 176 bolsas. Para saber os documentos necessários, basta acessar o edital disponível na página do Inpa http://portal.inpa.gov.br, aba Capacitação- Oportunidades e bolsas- PIBIC e também no SEI.

 

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (92) 3643-3147/ 3145/ 3367 e e-mail inscricao.inpa@inpa.gov.br

“Internacionalização: o caminho para a ciência de qualidade” será tema de aula inaugural na Fiocruz Amazônia

Na próxima quarta-feira, 20/3, será dado início ao ano letivo do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD / Fiocruz Amazônia). A abertura das atividades será marcada pela palestra “Internacionalização: o caminho para a ciência de qualidade”, que será ministrada por Fábio Trindade Maranhão Costa, professor e coordenador de Ações Internacionais do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A aula inaugural dos Cursos de Mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da lnteração Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação) e em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), terá início às 9h30, no Salão Canoas, auditório da Unidade, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Zona Sul de Manaus.

Os programas, cursos e atividades de ensinos desenvolvidos pela Fiocruz Amazônia visam qualificar profissionais para funções especializadas nos campos das ciências e tecnologias em saúde, necessários à sociedade, bem como aprofundar conhecimentos e habilidades, voltando-se prioritariamente para a área de Saúde Coletiva e afins, promovendo atualização sobre os avanços de conhecimentos nesse campo e a ampliação das competências profissionais dos discentes.

Atualmente o Instituto conta com os seguintes cursos de Mestrado: Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação) e o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA)

Claudia María Ríos Velásquez, Vice-Diretora de Ensino, Informação e Comunicação falou sobre as espectativas para mais um ano letivo e destacou  a qualidade do ensino da Fiocruz Amazônia. “Nossas expectativas são as melhores, esperamos que os cursos continuem crescendo, que continuem ganhando em qualidade, que os trabalhos dos alunos continuem mantendo um bom nível de qualidade”, disse.

SOBRE O PALESTRANTE

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília, mestre e doutor em Microbiologia, Imunologia e Parasitologia pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutor em Parasitologia experimental pelo Institut Pasteur / Université de la Méditerranée, Fábio Trindade é Professor Associado (Livre Docente) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Possui experiência na área de Parasitologia, com ênfase em Protozoologia Parasitária, atuando principalmente nos aspectos imunopatológicos da malária e ZIKA e no desenvolvimento de novas drogas e imunopatogênese. É Coordenador de Ações Internacionais do Instituto de Biologia da UNICAMP, chefe do Dept. de Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia do IB e Editor Acadêmico da revistas PLoS One e Frontiers in Immunology.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

Além disso, o PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O PPGBIO-Interação tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

 

Do laboratório para a Sociedade

TV FAPEAM-  Extratos do jucá (Libidibia ferrea), maracujá do mato (Passiflora nitida), piquiá (Caryocar vilosum) e breu-branco (Protium sp.), frutas e plantas amazônicas, apresentam substâncias bioativas que podem ser aplicadas na indústria cosmética e farmacêutica. Os resultados são de uma pesquisa científica, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que teve como objetivo descobrir novos bioativos com aplicação no mercado.

Coordenado pelo doutor em Farmácia, Emerson Lima, o estudo foi realizado no Laboratório de Atividade Biológica da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no âmbito do Programa de Apoio à Núcleos Emergentes de Pesquisa (Pronem), edital N°009/2011.

Assista ao vídeo produzido pela TV FAPEAM

Imagens e edição de imagens- Érico Xavier e Esterffany Martins

Arte- Suellen Sousa

 

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Maior soltura de peixes-bois da Amazônia será neste fim de semana na reserva Piagaçu-Purus

A soltura de peixes-bois é a última etapa dentro do Programa de Reintrodução de Peixes-bois do Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia, que é patrocinado pela Petrobras e devolve animais resgatados e reabilitados aos rios da Amazônia 

 

Por Fernanda Farias – Ascom Ampa

Fotos: Luceite Pedrosa - Acervo Inpa

 

Doze peixes-bois da Amazônia serão reintroduzidos neste fim de semana na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, próximo ao Município de Beruri e 173 km de Manaus. Esta será a maior soltura de peixes-bois da Amazônia já realizada na história. A ação, que inicia nesta sexta-feira e encerra na próxima segunda-feira (25), é realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), em parceria com o Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia e o Museu na Floresta.

 

O Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia é patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e executado pela Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) em parceria com o Projeto Museu na Floresta, uma cooperação com a Universidade de Quioto (Japão).

 

Os animais que serão devolvidos à natureza foram vítimas de caça ilegal ou captura acidental, explica o responsável pelo Programa de Reintrodução de Peixes-bois, biólogo Diogo de Souza. “Os peixes-bois filhotes resgatados são reabilitados no Inpa em tanques de fibra. Geralmente, eles perdem a mãe para a caça ou são pegos em redes de pesca”, diz Souza, que é mestre em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo Inpa.

 

 

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A coordenadora do Projeto, a pesquisadora do Inpa Vera da Silva, alerta que o peixe-boi da Amazônia (Trichechus inunguis) é uma espécie ameaçada de extinção e por isso o Programa de Reintrodução é essencial para a conservação da espécie. “Eles são animais dóceis e com movimentos lentos, por isso acabam sendo alvos para a caça. E para restabelecer a população dessa espécie, que é muito importante para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos, a Ampa e o Inpa realizam o Programa de Reintrodução de Peixes-Bois há dez anos”, explica a pesquisadora que é doutora pela Universidade de Cambridge.

 

O Inpa já reintroduziu aos rios da Amazônia 23 peixes-bois. Desde 2016, eles são soltos na RDS Piagaçu-Purus, baixo rio Purus, onde as comunidades dessa unidade de conservação do estado do Amazonas são parceiras do Programa. A última soltura aconteceu em abril de 2018, quando foram reintroduzidos dez animais, cinco machos e cinco fêmeas. 

 

“Nossa ideia é levar de maneira recorde doze animais de uma só vez. O sucesso das solturas passadas com os animais se readaptando muito bem à natureza, nos permitiu acelerar o processo”, ressalta o responsável pelo programa de Reintrodução.

 

Readaptação à natureza

 

Após a reabilitação, os animais passam pela etapa de semicativeiro em uma Fazenda de piscicultura em Manacapuru durante um ano, antes de serem selecionados para serem soltos na natureza. Já na área de soltura, a várzea da Reserva Piagaçu-Purus, os animais estão aptos para se alimentar sozinhos, explica Souza.

 

 

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“Eles comem por dia o equivalente a cerca de 10% do seu peso e no cativeiro, em Manaus, são alimentados prioritariamente com vegetais cultivados e capim membeca. Na Reserva, estes animais terão uma diversidade na dieta de mais de 60 espécies de plantas aquáticas”, comenta.

 

Os animais selecionados têm idade entre três e 16 anos, pesam cerca de 120 quilos e medem em média 2 metros de comprimento. Os resultados clínicos foram satisfatórios e selecionados os doze animais mais aptos para a soltura (sete fêmeas e cinco machos). Os machos são o Terra Nova, Otinga, Piraporã, Manicoré e #183 (ainda sem nome); e as fêmeas Ayara, Poraquequara, Janã, Jaci, Maná, Anibá e Urucará.

 

Conforme Souza, os animais estão em boas condições de saúde, com peso e tamanho adequados. “Dos 12 animais, cinco receberão os cintos transmissores para monitoramento pós-soltura”, destaca o biólogo ao acrescentar que os outros sete serão soltos diretamente na natureza e não serão monitorados em razão de 100% de sucesso na adaptação dos outros indivíduos que já foram reintroduzidos. 

 

A operação

 

A equipe sairá da sede do Inpa, em Manaus, na madrugada da sexta-feira (22) e deverá chegar ao amanhecer no lago do semicativeiro, em Manacapuru. Lá, os doze peixes-bois selecionados deverão ser recapturados e retirados do lago um a um e transportados de caminhão até o barco, numa distância de 500 metros. 

 

O barco, ancorado as margens do rio Solimões, estará equipado com três piscinas de fibra para acondicionar os animais durante a viagem, que deverá durar 15 horas até a Reserva Piagaçu-Purus, localizada entre os interflúvios Purus-Madeira e Purus-Juruá.

 

Durante a viagem, os animais serão monitorados em tempo integral pela equipe do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA/Inpa), para avaliar o comportamento dos animais, verificar a frequência respiratória e troca de água das piscinas.

 

A chegada dos peixes-bois na Reserva está prevista para a manhã sábado (23), quando haverá uma atividade de educação ambiental com os moradores das comunidades da reserva para conscientizar sobre a importância da preservação do peixe-boi.  À tarde do mesmo dia, a expedição segue para o local de soltura, um lago de várzea na RDS Piagaçu-Purus.

 

 

Serão soltos na natureza oito animais no primeiro dia, e outros quatro no segundo dia, e iniciado o monitoramento por radiotelemetria. Após o encerramento das atividades, previsto para a tarde do dia 24 de março (domingo), a equipe retorna para a capital devendo chegar na manhã seguinte (25).

 

Orgânicos e PANCs foram assuntos na Fiocruz Amazônia

Você já ouviu falar em “mato de comer” ou em Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs)?

A Feira de Produtos Orgânicos, evento promovido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia,  por meio do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (Tass) e da Asfoc-AM, recebeu na última edição, ocorrida no dia 14/3, um reforço na sensibilização para uma alimentação saudável, a palestra “Momento PANC”.

Organizada pela Coordenação da Regional Norte da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) e ministrada pela chef de cozinha Thábita Cunha, a palestra abordou os seguintes assuntos: O que é PANC? Por que consumir PANC?  A importância da escolha do alimento; PANC é cultura; Consumo de PANC na feira; e Apresentação das espécies da mesa PANC.

Participaram do encontro trabalhadores da Fiocruz Amazônia e produtores rurais que comercializam na Feira de Orgânicos.

A maioria do público, pouco ou quase nada sabia sobre PANCs, mesmo os produtores rurais disseram ter pouca informação de como se pode consumir algumas plantas.

Thábita Cunha disse sentir-se feliz quando usam a expressão “mato de comer”, pois remete a uma alimentação saudável, acessível e cuja produção não afeta o meio ambiente, principalmente em se tratando de plantas nativas. No entanto, ela alerta para que se tenha cautela no preparo desses alimentos e aconselha os interessados no consumo de PANCs a buscarem informações sobre o produto que desejam consumir, e evitar plantas que possam apresentar toxidade.

Acompanhe algumas receitas oferecidas pela  chef:

A Feira de Produtos Orgânicos da Fiocruz Amazônia acontece uma vez por mês e visa sensibilizar trabalhadores da Fiocruz Amazônia e comunidade do entorno para a importância da adoção de uma dieta livre de agrotóxicos. Os produtos orgânicos são considerados limpos, saudáveis e respeitam o meio ambiente, além de contribuírem para a preservação dos recursos naturais.

A próxima edição da feira será no dia 11 de abril.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes

Lançado o segundo vídeo da série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar

A Fundação de Amparo à  Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam), por meio do Departamento de Comunicação e Difusão do Conhecimento (Decon), lança nesta sexta-feira, 15/3, o segundo vídeo da série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar.

Neste segundo vídeo foi entrevistada a aluna de iniciação científica da Fiocruz Amazônia, Heliana Belchior, que fala de suas conquistas e como foi ingressar na pesquisa, bem como onde pretende chegar profissionalmente.

A série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar apresenta vídeos que contam a história de mulheres que atuam na produção do conhecimento científico no Amazonas. Os vídeos são publicados às sextas-feiras do mês de março nas redes sociais e no portal da Fapeam, em celebração ao mês da mulher.

O primeiro vídeo foi feito a médica Mônica Santos, dermatologista  da Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (Fuam).

Produção- Jessie Silva

Imagens e edição de vídeo- Érico Xavier e Esterffany Martins

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Planetário Digital é apresentado a professores da rede pública durante encontro de astronomia

Professores da rede estadual e municipal de ensino do Estado do Amazonas participaram do 76° Encontro Regional de Ensino de Astronomia (Erea). Realizado pela primeira vez em Manaus, o evento foi promovido pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), com intuito de colaborar na capacitação e atualização de professores que atuam no ensino de conteúdos como Astronomia, Ciências, Geografias e Física.

O encontro iniciou na última quarta-feira, 13/3, e seguiu até esta sexta-feira (15/3), na Universidade do Estado do Amazonas (UEA)- Escola Normal Superior, no bairro Parque 10, zona Centro-Sul de Manaus.

O Erea é um dos maiores eventos de ensino da Astronomia da América Latina. No Amazonas, a atividade foi organizada pelo Núcleo de Ensino e Pesquisa em Astronomia (Nepa) com apoio do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia, ambos da UEA. No encontro os professores tiveram a oportunidade de conhecer desde os princípios básicos aos mais avançados de Astronomia. Também foram apresentadas ferramentas que podem ser aplicadas pelos professores durante o ensino na escola.

No evento, os participantes conheceram o Planetário Digital-Parintins/Manaus. O projeto criado em 2014 surgiu com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), via o Programa de Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e Pesquisa (Pró-Estado), com objetivo de levar uma poderosa ferramenta para o ensino e divulgação da ciência por meio da Astronomia.

Na oportunidade, o coordenador do Nepa, doutor em Física, Nélio Sasaki, destacou que a Fapeam sempre foi uma parceira do núcleo desde a sua criação em 2013. “O projeto da Fapeam deu origem ao planetário Parintins-Manaus, sempre trabalhamos no sentido da popularização da ciência e no engajamento científico. Graças ao apoio da Fapeam temos uma estrutura que é referência na região Norte e temos trabalhos consolidados no Brasil e no exterior”, informou.

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Coordenador do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Astronomia (Nepa) da UEA, doutor em Física, Nélio Sasaki

Segundo o coordenador da OBA, João Canalle, o encontro foca na capacitação de professores em Ciências, Astronomia e Astronáutica, áreas que, geralmente, não fazem parte dos cursos de formação.

“Estamos trazendo um conjunto de atividades práticas que permite os professores ensinarem o conteúdo de forma mais objetiva, concreta e simples, para o aluno compreender e até se divertir, além de fazer a atividade prática que o professor está mostrando em sala”, explicou.

O professor de Ciências da Escola Estadual Agra Reis, no município de Manacapuru-AM, Samuel Feitosa do Carmo, avaliou de forma positiva a capacitação para professores, principalmente pelas novas metodologias apresentadas no evento.

“Uma experiência maravilhosa e de certa forma inovadora. Várias metodologias foram mostradas. Em Manacapuru, eu faço uma feira de ciências com meus alunos e já surgiram várias ideias do que podemos fazer no evento”, informou.

 Formação de professores no ensino de Ciências

No Amazonas, o Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da UEA impacta positivamente no ensino de Ciências na educação básica no Estado. Criado em 2006, o curso de mestrado tem a finalidade de formar docentes pesquisadores, em nível de mestrado, tanto em termos teóricos quanto didáticos-metodológicos de pesquisa, para atuação no ensino e na produção de conhecimentos, dando ênfase às questões da Amazônia.

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Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da UEA, José Vicente Souza Aguiar

O programa conta com apoio da Fapeam por meio de bolsa de estudos para mestrandos. Para o coordenador, José Vicente Souza Aguiar, eventos como o Erea estimulam o pensamento científico em professores da rede pública no Estado, que trabalham, diretamente, com a oferta do ensino público para a sociedade.

“Para nós é fundamental estimular na criança a percepção da natureza mediada por princípios e valores científicos. Os professores precisam ingressar nesses processos de informação, sejam por meio do encontro de Astronomia ou de outras atividades oferecidas. No curso de mestrado temos grupos de pesquisas abertos para recepcionar alunos egressos da UEA e professores da rede pública, para estimular a visão científica dos alunos”, disse, destacando que o curso atualmente tem nota 5 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Por Esterffany Martins

Fotos: Said Mendonça

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Programa Centelha promove capacitação para criação de empreendimentos inovadores

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) participou nos dias 12 e 13 de março, em Brasília, da segunda capacitação presencial das Equipes Executoras dos estados participantes do Programa Centelha. Foram dois dias intensos de troca de informações sobre o programa e esclarecimento de dúvidas sobre a metodologia, com o objetivo de capacitar as equipes para operacionalizar o programa em âmbito estadual.

O Programa Centelha foi idealizado com o objetivo de estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

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Segunda capacitação presencial das Equipes Executoras dos estados participantes do Programa Centelha

Nesta segunda turma de capacitação, estiveram presentes as Equipes Executoras de 14 estados participantes do programa: Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Piauí e Sergipe. Os demais estados estiveram presentes na primeira turma de capacitação, que ocorreu nos dias 21 e 22/02, no Rio de Janeiro.

Pela Fapeam participaram da capacitação a diretora técnico-científica (Ditec), Marne Vasconcellos, a chefe do Departamento de Análise de Projetos (Deap), Michele Brito, e a Assessora do Núcleo de Convênios (NUCV), Moema Amorim.

Capacitação reuniu equipes executoras de 14 estados participantes do Programa Centelha

O encontro foi aberto com a fala do secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, e estiveram presentes o Gerente do Departamento de Fomento a Interação entre Ciências Aplicadas e Inovação da Finep, Marcelo Camargo; a presidente do Confap, Maria Zaira Turchi; e o Diretor de Empreendedorismo Inovador da Fundação Certi, Leandro Carioni.

Inicialmente, foi feita a apresentação detalhada do Programa Centelha, seus delineamentos estratégicos e objetivos, e de sua metodologia. Na sequência, Antônio Rogério de Souza e Fernanda Konradt de Campos, coordenadores de projeto da Fundação Certi, apresentaram as primeiras etapas do programa: (1) Articulação e Preparação e (2) Divulgação e Captação, com o detalhamento das principais atividades a serem desenvolvidas no âmbito do programa e o esclarecimento de dúvidas das Equipes Executoras.

A programação do primeiro dia contou ainda com a fala de Luciana de Paiva, coordenadora de projetos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes),  que compartilhou o caso do Programa Sinapse da Inovação Espírito Santo, destacando as lições aprendidas da instituição na execução de programas de incentivo ao empreendedorismo inovador.

O segundo dia de capacitação abrangeu a Etapa 3 do programa, relacionada a fase de submissão, avaliação e seleção das ideias inovadoras, onde foi apresentado o passo a passo das atividades. Para encerrar o encontro, a Finep repassou as orientações jurídicas e de prestação de contas, além de repassar os encaminhamentos de próximos passos do programa.

Sobre o Programa Centelha

O programa será executado de forma descentralizada, por meio da articulação institucional e cooperação com órgãos e entidades da administração pública estadual que atuam na área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), com o apoio técnico e financeiro do MCTIC e das agências federais de fomento.

Do total de 21 projetos aprovados pela Finep na seleção pública de propostas dos parceiros operacionais estaduais, 19 são provenientes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos estados. No total, a previsão é de que sejam investidos R$ 34 milhões, sendo R$ 21 milhões pela Finep e R$ 13 milhões pelos parceiros nos estados.

Os principais benefícios a serem oferecidos pelo programa são capacitações, recursos financeiros e suporte para ajudar empreendedores a transformarem suas ideias em negócios de sucesso. O Programa Centelha irá oferecer mais de R$ 40 mil reais por empresa contemplada em subvenção da Finep e de seus respectivos parceiros estaduais para ajudar os novos empreendedores a tirarem seu negócio do papel.

O programa visa também contribuir para ampliação da quantidade e melhoria da qualidade das propostas de empreendimentos de base tecnológica submetidas aos ambientes promotores de inovação existentes no país, tais como incubadoras, aceleradoras de empresas, espaços de coworking, laboratórios abertos de prototipagem, parques e polos tecnológicos.

O período de inscrições para empreendedores interessados deve acontecer ainda no primeiro semestre de 2019. Enquanto isso, o programa já oferece informações para a comunidade empreendedora por meio do FacebookInstagramLinkedIn e Twitter, e também dicas para que os empreendedores cheguem com suas ideias mais preparadas no lançamento do edital.

Fonte: Decon com informações do Programa Centelha

Fotos:Programa Centelha

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Projeto ATTO está com seleção aberta para um candidato

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A vaga (biólogo, micologista ou ecologista) é para trabalhar com comunidades criptogâmicas e seu papel no ciclo de bioaerossóis e gases traço na floresta Amazônica

 

Da Redação – LBA

 

O projeto Amazon Tall Tower Observatory (ATTO) está oferecendo uma vaga para biólogo / micologista / ecologista com mestrado ou doutorado. Com instalações exclusivas, centradas em torno da torre de 325 metros e duas torres de 80 metros a cerca de 150 km a nordeste de Manaus, o projeto ATTO fornece uma plataforma sem precedentes para estudar o papel da floresta tropical nos processos do sistema terrestre e clima.

 

A vaga é para trabalhar com comunidades criptogâmicas e seu papel no ciclo de bioaerossóis e gases traço na floresta Amazônica. Conhecimento sobre fungos tropicais ou comunidades criptogâmicas seria vantajoso. O/A cientista deverá residir desejavelmente em Manaus e ter disponibilidade para trabalho de campo, onde interagirá com grupos nacionais e internacionais envolvidos no projeto. Mais informações podem ser obtidas clicando aqui.

 

https://www.attoproject.org/

Fapeam participa de reuniões com CNPq, Capes e Confap, em Brasília

Agenda com presidentes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e participação no Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) são compromissos desta quinta-feira e sexta-feira (14, 15/3) de Márcia Perales, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em Brasília.

As pautas com o CNPq e Capes incluem conversas para a formação de possíveis parcerias institucionais em ações de cooperação com a Fapeam. No Confap, participação no Fórum, que reúne presidentes e diretores das 26 Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos Estados, além de representantes de agências federais de fomento, ministérios e de organismos internacionais, parceiros do Confap em atividades conjuntas de fomento à pesquisa científica, tecnológica e de inovação.

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As pautas com o CNPq e Capes incluem conversas para a formação de possíveis parcerias institucionais em ações de cooperação com a Fapeam

O Fórum aborda assuntos importantes para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no país e possibilita para o Estado do Amazonas, no campo científico e tecnológico, o fortalecimento de parcerias em níveis nacional e internacional.

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Durante o Fórum também será realizada a assinatura do Convênio entre a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) e Fundações de Amparo à Pesquisa para o início do Programa Tecnova 2, de fomento à inovação por meio de recursos de subvenção econômica.

O evento contará com mesas com parceiros nacionais incluindo CNPq, Finep, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Capes, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Ministério da Saúde e o Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), de evento também participam representantes da Comissão Europeia e do Conselho Britânico.

Departamento de Comunicação e  Difusão do Conhecimento- Decon

 

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