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Programa de Qualidade de Vida do Inpa realiza Novembro Azul e Rosa

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Atividades são destinadas a comunidade Inpa

 

Da Redação - Inpa

 

Na próxima terça-feira (19), o Programa de Qualidade de Vida do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) promoverá a 4ª edição do Novembro Azul e Rosa, campanha que chama a atenção de homens e mulheres sobre prevenção e diagnóstico de câncer. A programação é composta por orientações com especialistas e testes de glicemia e colesterol.

Duas em uma, a campanha Novembro Azul e Rosa tem como objetivo incentivar homens e mulheres (servidores e demais integrantes da comunidade do Inpa), nos cuidados com o corpo, despertar a consciência preventiva suscitando hábitos para a promoção do bem-estar, como por exemplo, fazer exames preventivos de forma regular.

A campanha no Inpa conta com o apoio do Programa Meu Médico e Fipecq Vida. Durante o evento serão realizados testes de glicemia e colesterol, no horário das 9h às 14h, na Assinpa (campus 1, ao lado da Casa 19). 

Veja a Programação:

9h - Abertura - Orientações sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata, cólon de útero e mamas. Programa Meu Médico (casa 19/Campus I), com Dr. Edivaldo Silva.

10h30 - Coffee break

14h30 - Café com Informação - Dicas e orientações sobre prevenção, alimentação e controle (exames) para o câncer de próstata, cólon de útero e mamas. Auditório da Coordenação de Capacitação /COCAP (Campus I)

Com a participação dos especialistas:

Dr. Edivaldo Silva / Clínico - Programa Meu Médico/Fipecq Vida

Dr. Euler Ribeiro/médico gerontologista

Dr. Ábner Sousa Paz/ nutricionista FCECON

16h30 - Coffee break

Saiba Mais

https://www.inca.gov.br/noticias/em-novembro-inca-lembra-que-cuidar-de-si-tambem-e-coisa-de-homem

https://www.inca.gov.br/publicacoes/cartilhas/cancer-de-prostata-vamos-falar-sobre-isso

Feira de Produtos Orgânicos da Fiocruz Amazônia completa 1 ano

A edição deste mês da Feira de Produtos Orgânicos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), que aconteceu nesta quinta-feira, 14/11, foi marcada pela comemoração de 1 ano de realização e contou com programação especial.

A Feira começou a ser realizada em novembro de 2018 e continuou como edição mensal, reunindo os agricultores, a comunidade do entorno da Fiocruz Amazônia, trabalhadores da Unidade e pedestres, pois o evento acontece na Praça Sérgio Arouca, na frente da Instituição.

A cada edição da Feira, atividades paralelas, como palestras, oficinas e apresentações diversas ocorrem para atender ao seu objetivo maior de promover a integração entre pessoas e a sensibilização para o consumo de alimentos orgânicos, além da valorização do agricultor familiar.

A Feira, desde a primeira edição, é organizada e coordenada pelo Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (Tass) do ILMD/Fiocruz Amazônia, em parceria com a Coordenação Regional Norte da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente da Fiocruz (Obsma), com apoio da coordenação regional do Sindicato dos Servidores de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública  (Asfoc-AM).

Sérgio Luz, pesquisador e diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia ressaltou a importância da iniciativa dos pesquisadores da Instituição e                                                                                                  dedicou a celebração especialmente aos agricultores, que acreditam no projeto e participam todos os meses trazendo alimentos regionais saudáveis para serem vendidos na Feira. “Essa comemoração é para vocês, os produtores, que são os protagonistas da Feira, e quero agradecer também aos pesquisadores do Tass, que se empenham para levar adiante a iniciativa, lembrando que essa oportunidade nos ajuda a repensar os alimentos que levamos para a nossa mesa e a forma como valorizamos o trabalho dos produtores e a nossa qualidade de vida”.

Segundo o pesquisador e coordenador do evento, Marcílio Medeiros, “o Brasil é campeão mundial de consumo de agrotóxico e a Feira funciona como uma alternativa no intuito de controlar esse problema. Desde 2016, foi instituído e tem sido realizadas várias atividades. Já existia no Amazonas, um movimento chamado Rede Maniva de difusão da produção orgânica, um grupo de pesquisadores do IFAM, junto com a UFAM, atuando para propagar a produção agrícola sem agrotóxico, portanto o Fórum incorporou essa agenda e nós também incorporamos”.

CSA MANAUS

Prestes a completar 2 anos em fevereiro, o CSA Manaus (Comunidade que Sustenta a Agricultura) atua como uma organização sem fins lucrativos. O principal objetivo é fazer com que mais agricultores familiares produzam os orgânicos de acordo com esse modelo de produção, que busca a cooperação ao invés da competição e, assim, criar novos pontos de abertura de retirada de alimentos na capital.

Duas cotas diferentes são parte dessa rede de atendimento: a primeira custa 90 reais e atende 1 a 2 pessoas; a segunda custa 150 reais e atende de 3 a 4 pessoas. Atualmente, conta com 40 membros coagricultores e com meta de chegar a aproximadamente 100.  Vale ressaltar que uma parte do valor mensal é destinado a um fundo coletivo do CSA, que pode ser utilizado para urgências e investimentos.

Joedi Melo, o produtor principal dessa horta, reforça a importância de se “ter uma relação mais próxima com o produtor. O CSA nasce dessa amizade, de querer ter uma relação diferente com o produtor, ter esse vínculo mesmo”.

SOBRE O EVENTO

Produtos orgânicos, cultivados sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos, portanto considerados limpos e saudáveis, que respeitam o meio ambiente e contribuem para a preservação dos recursos naturais são alguns dos produtos ofertados na feira. Hortaliças, frutos regionais de época, plantas medicinais e plantas comestíveis são os principais produtos agrícolas orgânicos comercializados, além de artesanatos, alimentos feitos de produtos orgânicos e mudas de plantas.

A próxima edição da Feira de Produtos Orgânicos será no dia 12 de dezembro, a última desse ano de 2019. A feira acontece na rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Fotos: Eduardo Gomes e Diovana Rodrigues

 

Seminários da Amazônia do Inpa debatem novas espécies de maparás

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Estudos recentes, a partir de características morfológicas novas e tradicionais, serviram para diferenciar seis espécies de maparás – duas das quais são novas - e sugerir suas inter-relações

 

Da Redação – Inpa

Banner – Lailla Pontes

 

Peixes de couro com carne saborosa e suave, os marapás (Hypophthalmus) por muito tempo tiveram sua taxonomia (identificação e classificação dos organismos) e nomenclatura das espécies confusas e não resolvidas. A primeira descrição de Hypophthalmus foi publicada há 290 anos. Estudos recentes esclarecem as questões. O assunto será debatido na próxima terça-feira (19) na edição extraordinária dos Seminários da Amazônia, que terá como tema “How many maparás and how to find them”.

O evento científico do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) será às 15h, no auditório do Programa de Pós-Graduação em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Badpi), localizado no Campus II do Inpa. O palestrante será o pesquisador John G. Lundberg, curador emérito da Academia de Ciências Naturais da Universidade Drexel.

Pesquisas desenvolvidas por Lundberg e equipe validaram e esclareceram quatro nomes de espécies de maparás - três das quais ocorrem na bacia amazônica (H. edentatus, H.fimbriatus e H. oremaculatus) e descreveu mais duas espécies, elevando para seis o número total de espécies do gênero Hypophthalmus.

“Características morfológicas recém-descobertas servem para discriminar todas as espécies e sugerir suas inter-relações. Essa evidência fenotípica fornece a estrutura taxonômica necessária e está em concordância com os resultados de estudos de sequência genética. Juntos, esses dados resolvem uma árvore filogenética”, disse Lundberg.

Conforme o pesquisador, a abundância de amostras nos museus de história natural da América do Sul, do Norte e da Europa documentam a distribuição de espécies em sua vasta área geográfica.

Os maparás são peixes da alimentação popular, abundantes e amplamente distribuídos nos rios das planícies e áreas alagadas da Amazônia, Orinoco, Guianas e Paraná.

Canto da araponga-da-amazônia é o mais alto emitido entre os animais

araponga da amazonia Foto Anselmo dAffonseca

A pesquisa foi realizada por pesquisadores do Inpa e da Universidade de Massachusetts, em Amherst

 

Da Redação – Carly Britton (Cell Press) e Inpa*

Fotos e vídeo: Anselmo d’Affonseca

 

Uma pesquisa publicada recentemente pelos pesquisadores Mario Cohn-Haft do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) e Jeffrey Podos da Universidade de Massachusetts, em Amherst (EUA) mostrou que a araponga-da-amazônia (Procnias albus) emite os sons mais altos entre os animais. A pequena ave de cerca de 30 centímetros do bico à cauda e que pesa cerca de 220 gramas, aproximadamente do tamanho de um pombo-doméstico, vive no topo de montanhas da região Amazônica brasileira.

O artigo Extremely loud mating songs at close range in white bellbirds saiu na revista científica Current Biology. Conforme o estudo, os sons mais altos são emitidos pelos machos durante o acasalamento, e podem atingir 125 decibéis (dB), mais alto que o de uma britadeira, e pode ser ouvido a mais de 1,5 Km na floresta.

O novo marco ultrapassa os 116 decibéis registrados em gravações com o mesmo parâmetro para o cricrió (Lipaugus vociferans) - também conhecido como capitão-do-mato, seringueiro, entre outros - ave que antes ocupava o topo do ranking. Outro ponto interessante é que enquanto o cricrió emite um único canto, a pesquisa mostra que a araponga-da-amazônia emite dois tipos, um canto comum e outro relativamente raro. Este segundo é o mais alto, que o macho usa especialmente quando uma fêmea está por perto.

A pesquisa teve início com o estudo de Cohn-Haft sobre a fauna de serras e montanhas isoladas da Amazônia. Em suas expedições, o pesquisador observou que a ave tinha características anatômicas que a diferenciavam das demais, como os músculos e costelas abdominais grossos, algo incomum. O ornitólogo suspeitou que a diferença tivesse relação com o canto da ave, mas após buscas em literaturas científicas percebeu que não havia nada sobre a produção do canto desse pássaro.

Impressionado com os achados, Cohn-Haft procurou o amigo Jeff Podos, especialista em bioacústica e comunicação animal. Juntos, elaboraram um projeto de pesquisa para medir, com equipamentos de alta precisão, a verdadeira potência do canto da araponga.

 

This image shows a male white bellbird screaming its mating call 2 CREDIT Anselmo dAffonseca

 

Cohn-Haft e Podos foram juntos a campo, na Serra do Apiaú, e gravaram os cantos da araponga-da-amazônia. Além de descobrir que o canto da ave é mais alto que o de qualquer outra, verificaram que quanto mais alto é o som do canto mais curto é sua duração.  “Isso pode ser devido à limitação do sistema respiratório das aves e sugere que estão no limite da sua capacidade de produção de som, tudo para impressionar a fêmea”, conta Cohn-Haft.

O pesquisador Jeff Podos, que recebeu apoio para a pesquisa pela Fundação Fulbright, faz uma comparação entre o canto da araponga-da-amazônia e os outros animais. Segundo ele, a ave emite um som mais alto que o berro do macaco guariba, o que torna isso curioso, pois existe uma grande diferença de tamanho e peso entre essas aves e os mamíferos. 

Podos relata que enquanto assistiam os pássaros, observaram que as fêmeas se juntavam a eles. “Gostaríamos muito de saber por que as fêmeas voluntariamente ficam tão próximas dos machos quando cantam tão alto”, conta Podos, primeiro autor do artigo.

O pesquisador Mario Cohn-Haft pretende explorar ainda mais os comportamentos e as estruturas anatômicas que permitem que os pássaros produzam sons tão altos e os suportem sem danos auditivos.

“O nosso estudo levanta ainda mais perguntas do que respostas”, explicou o pesquisador do Inpa, com mais de 30 anos de experiência na região. “Pretendemos envolver alunos e mais colaboradores na pesquisa, que deve render bastante trabalho ainda”, completou o pesquisador que está numa “fase serra”, tentando conhecer melhor essas áreas mais remotas na Amazônia. Para ele, as serras Amazônicas são subestudadas e merecem muita atenção.

*Com colaboração da Comunicação do Inpa

 

 

This image shows a male white bellbird screaming its mating call 1 CREDIT Anselmo dAffonseca

Inpa abre inscrição para 8ª edição do Projeto Criarte com novas ideias 2019

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O evento acontecerá na primeira semana de dezembro (02 a 06), das 9h às 15h, na Biblioteca do Instituto

 

Da Redação – Inpa

Foto  Cimone Barros

 

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), por meio da Comissão de Eventos, promove de 02 a 06 de dezembro o 8º Encontro do Projeto Criarte com novas ideias 2019. Os servidores e colaboradores interessados em expor seus produtos poderão se inscrever junto à Comissão de Eventos até o dia 22 de novembro.

 

Segundo a presidente da Comissão, Regina Costa, o Criarte busca proporcionar um espaço interativo de lazer e cultura aos servidores e colaboradores, incluindo estagiários, bolsistas, terceirizados, estudantes e voluntários do Inpa. O projeto será realizado na Biblioteca, no Campus I, das 9h às 15h.

 

“Queremos que nesses dois dias os servidores e colaboradores possam mostrar seus talentos. Nosso objetivo é incentivá-los, valorizá-los na venda de seus produtos e mostrar a diversidade de talentos que existem na instituição”, explica Regina Costa.

 

Os interessados em participar do projeto terão a oportunidade de expor suas habilidades e talentos criativos, além de mostrar suas aptidões culturais, musicais, artísticas e literárias que estejam contidas em um dos segmentos da proposta do evento.

 

Para o preenchimento do formulário de inscrição e para obtenção de outras informações, os interessados devem entrar em contato com a Regina Costa pelo telefone (92) 3643-3632 ou Soleni (92) 3643-3031.

Dispositivo inovador para diagnóstico de doenças desenvolvido pela Fiocruz Amazônia será produzido por empresa privada

Equipamento de diagnóstico de doenças, concebido por pesquisador do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) será acompanhado por empresa privada para produção em escala. O anúncio foi feito recentemente no Diário Oficial da União (DOU), por meio da publicação do extrato de Acordo de Cooperação Técnica celebrado entre a Fundação Oswaldo Cruz e  Wama Produtos para Laboratório Ltda.

O Acordo trata da transferência de tecnologia e de licenciamento para outorga de direito de uso ou de exploração da criação de dispositivo de diagnóstico, capaz de ler as reações LAMP ou outros ensaios de amplificação isotérmica colorimétrica, ou seja, um dispositivo capaz de identificar qualquer doença que se use o mesmo princípio do teste.

O pesquisador da Fiocruz Amazônia responsável pelo invento, Felipe Gomes Naveca, explica que “a ideia do projeto sempre foi desenvolver um equipamento que pudesse levar as vantagens do diagnóstico molecular, como alta sensibilidade e especificidade, para laboratórios com reduzida infraestrutura”. Trata-se de um equipamento portátil para detecção rápida de doenças.

O invento foi depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e em seus correspondentes no exterior, em fevereiro de 2018, sob o título “Dispositivo de ensaios LAMP”. Para a produção do protótipo, o pesquisador contou com o apoio do Instituto Senai de Inovação em Microeletrônica (ISI-Amazonas)

COOPERAÇÃO TÉCNICA

O Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Fiocruz e a Wama vai permitir a execução conjunta do Programa de Codesenvolvimento, a ser coordenado por Felipe Naveca e Luís André Mariuba, coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT-ILMD/Fiocruz Amazônia), além de Jéssica Lima e Felipe Maricondi, ambos da Wama.

A partir desse Programa será feito o acompanhamento, avaliação a execução dos ensaios, produção e publicação de trabalhos científicos, além do atendimento às exigências técnicas e legais necessárias para a produção em escala industrial do dispositivo, fornecimento, e comercialização do produto no Brasil e em outros territórios.

“Esperamos nessa nova fase, com a parceria da Wama, chegar até um produto pronto para o mercado e, dessa forma, contribuir com a melhoria de acesso ao diagnóstico mais preciso”, comentou Naveca.

FOMENTO

A importância do fomento à pesquisa para a produção do conhecimento científico e tecnológico é essencial para se chegar a essa etapa  em que uma inovação chega à uma empresa, reconhece o pesquisador lembrando que a pesquisa contou com recurso do  Governo do Amazonas, por meio da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com o Ministério da Saúde, sendo amparada pela Chamada Pública N. 002/2012, do Programa Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS).

“Foi graças ao financiamento recebido através de um edital PPSUS que foi possível trabalharmos em uma abordagem multidisciplinar, com biólogos, biomédicos e engenheiros, chegando até um protótipo de equipamento que despertou o interesse de uma empresa privada como a Wama”, declara Felipe Naveca.

A Wama é uma empresa privada que tem por objetivo o desenvolvimento de métodos e equipamentos para laboratórios de análises.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos Eduardo Gomes

Amazônia e agricultura: um olhar científico é tema da 2ª edição da Semana ATUalizando

AtualizandoINPA

O evento acontece de 02 a 04 de dezembro. É destinado a todos que desejam aprofundar conhecimentos em agrocoecologia, agricultura tropical e meio ambiente

 

Da Redação - Inpa

O Programa de Pós-Graduação em Agricultura no Tropico Úmido (PPG-ATU) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) promove de 02 a 04 de Dezembro a 2ª edição da Semana ATUalizando, no Bosque da Ciência do Inpa, localizado na Rua Bem-te-vi, Petrópolis, zona Sul de Manaus.

 O evento traz o tema “Amazônia e agricultura: um olhar científico”. É destinado a alunos da pós-graduação, egressos e os interessados em aprofundar os conhecimentos em agroecologia, agricultura tropical e meio ambiente. As inscrições já estão em andamento e podem ser feitas online pelo site do Even3.

Na programação da Semana ATUalizando constam palestras e cursos ministrados pelos pesquisadores do Inpa e de outras Instituições do Amazonas sobre os principais temas relacionados com a Amazônia, à agricultura e à linhas de pesquisa do PPG-ATU.

Sobre o PPG-ATU

O Curso de Pós-Graduação em Agricultura no Trópico Úmido tem como objetivo qualificar profissionais nas áreas de pesquisa e desenvolvimento, ensino, extensão, inovação e gestão, de modo a gerar recursos humanos aos sistemas públicos e privados, de Ciência, Tecnologia & Inovação e de Pesquisa & Desenvolvimento da região Amazônica capazes de contribuir para o desenvolvimento de agricultura sustentável e a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes.

 

 INSCRIÇÕES

Fapeam apoia 26 eventos de popularização da ciência em Manaus e no interior

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. As atividades ocorrem neste mês no âmbito do Programa de Apoio à Popularização da CT&I (POP CT&I), edital N°009/2019.

Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento. As atividades são voltadas para o público em geral, para setores específicos e para estudantes do ensino fundamental, médio e superior.

No total, sete instituições de ensino e pesquisa foram contempladas pelo Programa: Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Secretaria de Estado de Educação (Seduc/AM), Museu da Amazônia (Musa), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

O POP CT&I visa fomentar ações de popularização de CT&I para a melhoria do acesso ao conhecimento, às tecnologias e seus benefícios, construindo mecanismos com a sociedade a partir da ciência produzida no Estado.

DigiCiências

Uma das atividades realizadas com apoio do POP CT&I, Oficina de Vídeos Digitais para Divulgar a Ciência (DigiCiência) promovida  pelo o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) que iniciou hoje e segue até dia 14/11 (quarta- feira), de 8h as 12h, na sede  do instituto, no bairro Adrianópolis.

12.11.2019 - PALESTRA COMUNICAÇÃO FIOCRUZ - FOTOS ÉRICO XAVIER-14

A oficina tem com o objetivo orientar os alunos de pós-graduação e pesquisadores interessados a promoverem a divulgação de seus estudos e pesquisas com uma abordagem que apresenta possibilidades para a utilização de vídeo, como recurso tecnológico, para popularizar a ciência. O evento é gratuito.

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A proposta foi idealizada pela pesquisadora do ILMD/Fiocruz Amazônia Stefanie Costa, com o apoio técnico da bolsista, Cristiane Barbosa.

Para Cristiane a iniciativa é estratégica para formar também os pesquisadores, as pessoas que produzem ciência a divulgar o que eles fazem dentro dos laboratórios.

“Os vídeos serão curtos, voltados para as plataformas digitais a ideia é realmente divulgar de maneira intensiva nas mídias o material feito pelos próprios pesquisadores com objetivo de  formá-los e prepara-los para essa nova linguagem”, conta.

Segundo o jornalista Rômulo Araújo, que ministra a oficina, a ideia é tentar instruir os pesquisadores e alunos com relação a linguagem de produção de vídeo, desde roteiro, filmagem até a  divulgação desse material.

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“Imagine ter uma pesquisa que é relevante que vai impactar algum grupo social e você poder saber como divulgar isso, acho que essa esse é a ideia principal de uma oficina como essa”,disse.

A aluna de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA),Alessandra Araújo, o tema da oficina  é muito importante para a divulgação de seu trabalho.  “É um recurso desconhecido para mim, que agora percebi que é muito útil para divulgar a ciência de forma mais simples, para que as pessoas consigam entender a pesquisa estudada, estou achando bem interessante que vai popularizar a minha pesquisa

Outros eventos

Outro evento apoiado pelo Pop CT&I a ser realizado é a 2ª Jornada de Folkcomunicação na Amazônia, que ocorre no período de 25 a 29/11, em Manaus e em Parintins.

Organizada pelo Grupo de Pesquisa Trokano da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a jornada promoverá debates sobre questões relativas às interfaces entre a comunicação, a cultura popular e o desenvolvimento sustentável.

O evento contará com palestras/mesas redondas, oficinas, minicursos, mostras de curtas metragens e exposições de banners com resultados de trabalhos de conclusão de curso, e concederá aos participantes até 16 horas complementares.

Por Esterfany Martins e Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Palestra na Fiocruz Amazônia irá apresentar estudo que propõem correção na taxa dos estupros de vulnerável no Brasil

O estupro de vulnerável é um fenômeno que tem sofrido um considerado aumento em sua ocorrência, mas pouco se conhece sobre esses números, devido ao alto índice de subnotificações referente a este tipo de crime. Em edição extraordinária, o Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) promove na próxima quinta-feira, 14/11, às 14h, a palestra “Uma proposta para a correção na taxa de estupro vulnerável no Brasil”, a ser ministrada pelo pesquisador, James Dean, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

A palestra irá apresentar um estudo, que teve como objetivo, estimar a taxa de estupro de vulnerável por meio da inferência bayesiana e técnicas de aumento de dados. Segundo o pesquisador, a metodologia proposta utilizou os dados de estupro de vulnerável de algumas cidades do interior do estado do Amazonas, referente ao período de 2010 a 2012.

A apresentação ocorrerá na Sala de aula 1, no prédio anexo, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE O PALESTRANTE

James Dean é graduado em estatística pela Universidade Federal do Amazonas, mestre em estatística pela Universidade Estadual de Campinas e doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Atualmente é professor da Universidade Federal do Amazonas. Possui experiência na área de probabilidade e estatística, com ênfase em inferência Bayesiana, atuando principalmente nos seguintes temas: modelos lineares dinâmicos, eficiência técnica produtiva, fronteira de produção, inferência bayesiana e aglomerados.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Inpa oferece 14 vagas na seleção para curso de mestrado em Agricultura no Trópico Úmido

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O curso é voltado para a formação de profissionais que contribuirão no desenvolvimento da agricultura sustentável na Amazônia

 

Por Wérica Lima - Inpa

 

Estão abertas de 04 a 29 de novembro as inscrições para o processo seletivo para o Programa de Pós-Graduação em Agricultura no Trópico Úmido (PPG-ATU) nível mestrado do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). A seleção oferece 14 vagas com ingresso no início de 2020. A concessão de bolsas será de acordo com a disponibilidade do Programa de Pós-Graduação.

 

As inscrições devem ser feitas das 8h às 12h na Secretaria da Pós-graduação do Inpa, campus III, no endereço Av. Ephigênio Salles, Nº 2239, Aleixo ou via e-mail com os documentos exigidos para selecaoppgatu@gmail.com. Acesse o edital.

 

Os candidatos inscritos participarão de duas provas, que são de conhecimento específico e suficiência em língua inglesa, no dia 12 de dezembro. Para os não residentes em Manaus, a comissão de seleção poderá aplicar as provas em locais mais próximos da sua localidade, devendo o interessado se manifestar até o dia 22/11 via e-mail para selecaoppgatu@gmail.com, com o assunto “Prova seleção PPG-ATU outra localidade”.

 

Conforme o Edital Inpa/Cocap nº 033/2019, os aprovados terão até 5 de fevereiro de 2020  para confirmar vaga, e de 17 a 28 do mesmo mês para realizar a matrícula na secretaria do curso. Caso haja desistência, a vaga será preenchida por outro candidato aprovado, conforme a ordem de classificação obtida na avaliação, respeitando-se as notas mínimas exigidas nas provas. No surgimento de novas vagas, estas serão destinadas aos candidatos da lista de espera.

 

Mais informações podem ser obtidas na Secretaria da Pós-Graduação ou pelos telefones (92) 3643-1844/1838 ou ainda pelo e-mail selecaoppgatu@gmail.com

 

EDITAL INPA/COCAP Nº 033/2019