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Workshop do INCT Adapta II discute resultados e novos passos do projeto

Nesta quinta e sexta-feira (23 e 24), o I Workshop da segunda fase do projeto Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) reunirá discentes e docentes que compõem o projeto

 

Por Rayanne Azevedo - Adapta/Inpa

 

O projeto Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) tem como objetivo estudar as os efeitos das mudanças ambientais sobre os animais da fauna amazônica. Contando com o apoio da CAPES, CNPQ e FAPEAM, o INCT teve sua primeira fase em 2009.

 

O coordenador do Adapta, Adalberto Luis Val, contou sobre a importância do evento para o campo científico: “O INCT Adapta é uma conjugação de esforços sem a qual não poderíamos avançar no entendimento das adaptações dos organismos da biota aquática aos seus ambientes. Para isso, discutir achados e desenhar os novos passos é de fundamental importância”, relatou.

 

 

A programação terá diversos painéis e mesas-redondas com os membros, nãos quais serão expostas as atividades de cada um dentro do INCT. Na oportunidade também serão tratadas as perspectivas de pesquisa dentro do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Trataremos da imersão dos ODS nas diversas vertentes do projeto levantando quais metas poderão ser atendidas com as nossas ações”, explicou a coordenadora adjunta Vera Almeida-Val.

 

 

De acordo com site “Estratégia ODS”, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável são uma agenda da ONU sobre o desenvolvimento sustentável, com 17 objetivos e 160 metas a serem atingidos até 2030. Dentro delas, estão subdividas temas de cunho social, ambiental, institucional e econômico.

 

 

Segundo Adalberto Val, eventos como o Workshop trazem uma interação positiva para os estudos científicos. “Tempo em ciência é uma dimensão fundamental e preciosa. A ciência evolui a cada minuto e qualquer distúrbio nesse curso tem consequências desastrosas. No caso do Adapta isso não é diferente, desde o primeiro workshop, as informações produzidas ganharam dimensões novas e mais profundas”, destacou.

 

O evento será exclusivo para os membros do INCT, e acontecerá no Auditório da Ciência, campus I do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC).

Centro de Estudos irá abordar competência vetorial de Aedes aegypti ao Zika vírus

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove na próxima sexta-feira, 24/5, às 10h, a palestra “Competência vetorial de Aedes aegypti ao Zika vírus”, a ser ministrada por Bárbara Chaves, pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD)

A apresentação ocorrerá na sala de aula 101, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE O PALESTRANTE

Bábara é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, com graduação sanduíche pela Universidade de Évora (Portugal), doutora em Doenças Tropicais e Infecciosas pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em parceria com a Fundação de Medicina Tropical (FMT), com doutorado sanduíche pela John Hopkins Bloomberg School of Public Health.

Possui experiência em estudos de interação vetor/patógeno e competência vetorial, experiência em vetores de arboviroses e/ou outras doenças transmitidas por vetores, produção e manutenção de insetos, técnicas de Biologia Molecular e Imunoensaio.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Seminários da Amazônia desta quinta debate a “Rede do DNA Barcode de Peixes do Brasil”

O palestrante será o pesquisador Jorge Rabelo

 

Da Redação – Inpa

Banner: Lailla Pontes

 

Com o tema “Caiu na rede é peixe: fatos e perspectivas sobre a Rede do DNA Barcode de Peixes do Brasil”, será realizada nesta quinta-feira (23) a 4ª edição dos Seminários da Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), às 15h, no Auditório da biblioteca do Instituto. O palestrante será o pesquisador do Inpa, o biólogo com doutorado em biologia de água doce e pesquisa interior Jorge Rebelo.

 

De acordo com Rebelo, nos últimos anos pesquisadores geneticistas de várias partes estão buscando caracterizar todas as espécies de organismos do mundo por meio da padronização do sequenciamento de segmentos específicos do DNA genômico, a fim de determinar “um código de barras genético” ou “DNA barcoding” para cada espécie.

 

Para utilizar a técnica de DNA barcode como ferramenta auxiliar na discriminação de espécies da ictiofauna brasileira, foi criada uma rede científica, coordenada pelo Inpa, entre os anos de 2012-2014. “Aproximadamente 15 grupos de pesquisa se reuniram para gerar códigos de barras genéticos de peixes provenientes do Oceano Atlântico e das bacias de água doce da Amazônia, Tocantins-Araguaia, Paraná-Paraguai, Uruguai, São Francisco e de drenagens da costa atlântica”, contou Rebelo.

 

A ictiofauna brasileira é constituída por aproximadamente 1.220 espécies marinhas e 2.700 de água doce. Nos Seminários da Amazônia, Rebelo apresentará os principais resultados encontrados e os desdobramentos advindos da formação e extinção da rede por falta de recursos públicos, o que acaba comprometendo a integração às iniciativas internacionais de identificação molecular da biodiversidade, particularmente a Iniciativa FISH-BOL (Fish Barcode of Life Initiative).

Fapeam reúne com Cetam para tratar de parcerias no Programa Centelha

Representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) estiveram reunidos nesta terça-feira (21/5) com a diretoria do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) para apresentar e tratar de assuntos relacionados ao Programa Centelha, a ser lançado pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep).

A reunião ocorreu na sede do Cetam, no bairro Dom Pedro, zona centro-oeste de Manaus. Durante o encontro foi apresentado o Programa e detalhes de como ele  será desenvolvido no Amazonas.

Com previsão para ser lançado no mês de junho, o Centelha é um Programa de  incentivo ao empreendedorismo inovador, que visa transformar ideias inovadoras em empreendimentos de sucesso.

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Representantes da Fapeam  com a diretoria do Cetam para tratar do Programa Centelha. Foto: Érico Xavier

 

A diretora-presidente do Cetam,  Joésia Pacheco, disse que fomentar e estimular a criação de novas empresas com ideias inovadoras no mercado é uma iniciativa importante, bem como ter uma rede de parcerias institucionais fortes para que possam apoiar a disseminação da cultura empreendedora.

 

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Visitas fazem parte da etapa de articulação e preparação do Programa Centelha. Foto: Érico Xavier

 

Desde o dia 15 de abril, a Fapeam iniciou uma série de visitas às instituições de ensino e pesquisa e com os atores envolvidos no ecossistema de inovação e empreendedorismo do Amazonas, com objetivo de formalizar parcerias, bem como  incentivar a participação de pessoas físicas  com ideias que possam ser transformadas em produtos inovadores.

As visitas fazem parte da etapa de articulação e preparação do Programa Centelha.

Centelha

O Programa Centelha é uma iniciativa promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operado pela Fundação Certi.

 

Por Jessie Silva

 

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Palestra na Fiocruz Amazônia aborda estratégias de integração e cooperação para programas de pós-graduação

Pesquisadores, pós-graduandos, bolsistas e estudantes de iniciação científica do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) discutiram na manhã desta terça-feira, 21/5, sobre estratégias de integração e cooperação para programas de pós-graduação no país. A temática foi abordada durante a apresentação da palestra “Desafios para os programas de pós-graduação e estratégias de integração e cooperação”, ministrada pelo professor, José Roberto Mineo, coordenador da área de ciências biológicas 3, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Durante a apresentação, Mineo abordou aspectos relevantes para o avanço, crescimento e fortalecimento dos programas de pós-graduação. Entre as principais ações promovidas pela Capes, o palestrante destacou as seguintes estratégias: Avaliação da pós-graduação stricto sensu; Acesso e divulgação da produção científica; Investimento na formação de recursos humanos de alto nível no país e no exterior; Promoção de cooperação científica internacional; Indução e fomento da formação inicial e continuada de professores para a educação básica nos formatos presencial e a distância.

Durante a tarde, José Roberto Mineo reuniu-se com o colegiado do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), para tratar de assuntos relacionados ao acompanhamento dos dois anos de atividades desenvolvidas pelo  Programa. O PPGBIO-Interação é um curso stricto sensu da Fiocruz Amazônia, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.

SOBRE O PALESTRANTE

Mineo é graduado em ciências biológicas – modalidade médica pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, mestre em Microbiologia e Imunologia pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, e doutor em Microbiologia e Imunologia pela Universidade de São Paulo – Instituto de Ciências Biomédicas.

Atualmente, é professor titular de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas, da Universidade Federal de Uberlândia e coordenador da área Ciências Biológicas III da Capes, compreendendo as seguintes áreas do conhecimento: Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.
Fotos: Eduardo Gomes

Fiocruz lança edital com oferta de 164 vagas para estágio

Na última segunda-feira, 20/5, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou edital de seleção pública para preenchimento de 164 vagas de estágio. Os candidatos podem se inscrever entre os dias 24/5 e 9/6, na página do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

Para o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) estão sendo disponibilizadas vagas nas seguintes áreas: administração, biblioteconomia, arquivologia, psicologia ou serviço social, ciências biológicas, comunicação social, jornalismo, relações públicas ou publicidade e prograganda.

A Fiocruz Amazônia dispõe de 7 vagas, sendo 6 para nível superior e 1 para nível médio. Das vagas disponíveis para a Unidade, 4 são de ampla concorrência, 2 para autodeclarados pretos ou pardos e 1 para pessoas com deficiência (PcD).

No total, as vagas contemplam as cidades de Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Eusébio/CE, Manaus/AM, Recife/PE, Salvador/BA, Rio de Janeiro/RJ e Porto Velho/RO.

A seleção acontecerá em duas ou quatro etapas, conforme a classificação da vaga no edital. A admissão dos novos estagiários acontecerá a partir de 30 de julho (confira cronograma).

Os editais e seus anexos detalham todas as etapas do processo seletivo por grupos e perfis. Os documentos estão disponíveis nos sites do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e da Cogepe/Fiocruz.

As vagas podem ter carga horária de quatro ou seis horas diárias, conforme requisitos dispostos em cada perfil e os limites previstos na Lei nº 11.788/08 e Orientação Normativa nº 4, de 4 de julho de 2014.

Os selecionados receberão bolsa estágio de acordo com o nível e a carga horária: Nível superior (quatro horas) R$ 364,00, (seis horas) R$ 520,00, nível médio (quatro horas) R$ 203,00, (seis horas) R$ 290,00. Além da bolsa, os estagiários receberão o auxílio transporte no valor de R$ 132,00.

ILMD / Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Pinheiro

Asfoc-SN promove assembleia na Fiocruz Amazônia

No intuito de promover a mobilização entre os servidores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), a direção do Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (Asfoc-SN) promoveu nesta segunda-feira, 20/5, a 15ª Assembleia por Unidade, ação que vem sendo realizada em todos as Unidades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Durante o encontro, o debate “Mitos, mentiras e armadilhas da Reforma da Previdência”, pontuou a posição do Sindicato e demais entidades sindicais, em recusar na íntegra a Proposta de Emenda Constitucional (EC 06/19), que trata da Reforma da Previdência. “Estamos em um momento de ciclo de debates, de formação e mobilização com os trabalhadores, em todas as unidades da Fiocruz, em especial nas Unidades Regionais”, explicou Paulo Garrido, presidente da Asfoc-SN.

Na oportunidade, Garrido alertou para a importância da mobilização e adesão ao movimento, que se organiza para uma greve geral, no dia 14 de junho, indicada pelas principais Centrais Sindicais do país. “Essa reforma prejudicará a população como um todo. Neste momento, estamos buscando uma unidade no movimento. A Greve Geral está sendo construída junto a vários setores; público, privado e movimentos sociais”.

Para Michele Alves, Vice Presidente da Asfoc-SN, o contato com as Unidades Regionais precisa ser considerado como um momento de alerta. “Estamos percorrendo por toda a Fiocruz, para falar sobre as propostas dessa reforma da previdência, alertando os trabalhadores sobre os riscos que a classe trabalhadora irá sofrer, caso a reforma seja aprovada. A população precisa entender que não é essa proposta que vai gerar desenvolvimento para um país, não vai gerar empregos, e que só aprofunda a desigualdade social e a crise”, destacou.

PAUTAS ESPECÍFICAS

Durante a manhã, o Diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, reuniu-se com a direção da Asfoc para tratar das seguintes pautas: Plano de autogestão do FioSaúde, especificidades da carteira do FioSaúde na região, recomposição de perdas salariais, além da convocação dos excedentes do último concurso público.

Durante a reunião, outro tema abordado foi a melhoria das condições de trabalho, tanto nos aspectos da responsabilidade Institucional, quanto nas ações compartilhadas, com o objetivo de permitir uma melhor integração dos trabalhadores, aprovação de atividades culturais, esportivas, proporcionando melhorias à qualidade de vida dos trabalhadores.

“Fizemos um acordo para trabalhar na recuperação de um espaço de convivência para o Instituto, além de um espaço para nossa sede regional da Asfoc-SN, em Manaus”, explicou Garrido, sobre o projeto de elaboração do espaço, que já está em desenvolvimento.

ILMD / Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

Fapeam reúne com Ufam e UEA para formar parcerias em programa de ideias inovadoras

As visitas da etapa de articulação e preparação do Programa Centelha tiveram continuidade nesta segunda-feira (20/05) pelos representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Dessa vez, a reunião foi realizada com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Na oportunidade, as instituições conheceram o Programa Centelha, a ser lançado pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), cujo objetivo é transformar  ideias em negócios de sucesso.

Durante o encontro, a diretora técnico-científica da Fapeam, Marne Vasconcellos, explicou que o Centelha trata-se de um programa de captação de ideias, que vem para incentivar o empreendedorismo no Estado, com a criação de empreendimentos, a partir de ideias inovadoras. A previsão é que o Programa seja lançado no mês de junho.

“A UEA e Ufam são parceiras fundamentais não somente por serem instituições no Amazonas , mas por serem instituições de ensino que têm grande alcance, inclusive no interior. São instituições que podem trabalhar, ativamente, nessa captação, ou seja, na busca de pessoas que tenham boas ideias para concorrer ao Programa”, disse.

O vice-reitor da Ufam, Jacob Cohen, disse que a universidade está aberta para dar todo apoio à comunidade acadêmica, seja dos cursos de graduação ou pós-graduação, para fomentar ideias inovadoras para serem submetidas ao programa Centelha.

“Teremos reuniões com as nossas unidades do interior do Estado para que eles possam entender melhor o Programa, para que dessa forma possam desenvolver projetos empreendedores com a formação de novas startups”, disse.

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Fapeam apresenta Programa Centelha para Ufam. Foto: Érico Xavier

O assessor especial de modernização administrativa da Ufam, Irineu Vitorino, que também é professor de empreendedorismo do curso de administração da Ufam, disse que é um entusiasta de programas que incentivam o empreendedorismo.  

“Tudo que eu puder fazer para apoiar o Programa Centelha eu farei. Eu ajudo bastante toda e qualquer atividade ligada a startups, a empresas juniores, sou um admirador do empreendedorismo, então qualquer atividade nessa área, podem contar com a minha contribuição”, ressaltou.

Para o reitor da UEA, Cleinaldo Costa, a iniciativa deve fortalecer o empreendedorismo e inovação na região.

“A nossa ideia enquanto UEA é capilarizar essa informação a todos os nossos núcleos e centros no interior do estado do Amazonas, fortalecer essa noção também na capital, nas nossas unidades de pesquisa e de empreendedorismo, fortalecer a oportunidade de novas ideias e, quem sabe, termos aí algumas startups surgidas dentro da UEA, para servir ao Amazonas nesse cenário em que Fapeam e Finep constroem juntas”.

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Fapeam apresenta Programa Centelha para UEA. Fotos: Érico Xavier

Desde o dia 15 de abril, a Fapeam iniciou uma série de visitas às instituições de ensino e pesquisa e com os atores envolvidos no ecossistema de inovação e empreendedorismo do Amazonas, com objetivo de formalizar parcerias, bem como  incentivar a participação de pessoas físicas  com ideias que possam ser transformadas em produtos inovadores.

Centelha

O Programa Centelha é uma iniciativa promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operado pela Fundação Certi.

Por Helen de Melo

 

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Estudantes e empreendedores conhecem Programa Centelha

Com o intuito de incentivar a participação de pessoas com ideias que possam ser transformadas em negócios de sucesso, representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Rede Amazônica de Instituições em Prol do Empreendedorismo e da Inovação (Rami), estiveram em dois eventos sobre empreendedorismo para apresentar o Programa Centelha à estudantes e atores envolvidos no ecossistema de inovação do Amazonas.

As apresentações ocorreram no sábado (18/5) durante o Startup Day, idealizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e na sexta-feira (17/5) na Faculdade Anhanguera Educacional, unidade do Shopping Sumaúma, no evento “Bate-papo sobre startup e empreendedorismo”.

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Apresentação do Centelha foi realizada no sábado (18/5) durante o Startup Day, promovido pela Sebrae. Foto: Barbara Brito

Durante os eventos, foram realizadas apresentações sobre o programa explicando o passo a passo das etapas e também esclarecidas dúvidas do público presente.

Com previsão para ser lançado no mês de junho, o Centelha será desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep). O Programa irá oferecer capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios.

A diretora técnico-científica da Fapeam, Marne Vasconcellos, agradeceu a parceria firmada com a Rami e ressaltou que o Centelha é uma oportunidade para as pessoas transformarem ideias inovadoras em empreendimentos de sucesso no Amazonas.

A presidente da Rami, Olinda Marinho, comentou que o objetivo da parceria com a Fapeam é facilitar o acesso da Fundação dentro dos ambientes de empreendedorismo e inovação para que as ideias proliferem e gerem novos negócios.

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Presidente da Rami, Olinda Marinho, destaca parceria com a Fapeam na divulgação do Centelha. Foto: Érico Xavier

Conforme a diretora técnica do Sebrae Amazonas, Adrianne Antony Gonçalves, o programa é importante, principalmente, para as pessoas que estão começando na área do empreendedorismo e também para as que não estão, mas que possuem boas ideias. Ela explica que quando se tem uma ideia é necessário um ecossistema para fazer com que se concretize, e  o Centelha traz a oportunidade de realizá-la .

Segundo o diretor de unidade na Faculdade Anhanguera Manaus, Robinson Ferraresi, o Programa é sensacional por ser uma oportunidade para os alunos colocarem em prática o conhecimento adquirido ao longo da sua vida acadêmica, por meio das ideias, com a possibilidade de se tornar um empreendedor de sucesso em Manaus.

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Apresentação do Centelha para alunos da Faculdade Anhanguera durante o “Bate papo sobre startup e empreendedorismo”. Foto: Érico Xavier

O estudante de Análises e Desenvolvimento de Sistemas, Rayner Garcez, que participou dos dois eventos, disse que tem várias ideias e que após conhecer o Programa tem buscado mais informações sobre o Centelha, com objetivo de tirá-las do papel e transformar em projetos.

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Representantes da Fapeam com a equipe da Anhanguera e Rami. Foto: Érico Xavier

Centelha

O Programa Centelha é uma iniciativa promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operado pela Fundação Certi.

Por Esterffany Martins

 

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Inpa capacita jovens de reservas extrativistas como monitores da biodiversidade

A coordenação espera contribuir para que a Resex do Baixo Juruá e a Resex Auati-Paraná se integrem ao Sistema Brasileiro de Monitoramento da Biodiversidade, em implantação no país

 

Da Redação – Inpa

 

O Curso Jovens Monitores da Biodiversidade (Jomobio) chegou a sua terceira edição. Desde 2017 vem capacitando 15 jovens residentes da Reserva Extrativista (Resex) do Baixo Juruá (Juruá), unidade categorizada como de uso sustentável. Neste ano, o Jomobio conta com participação de 12 jovens de comunidades das Reservas Extrativistas do Baixo Juruá (Juruá) e Auati-Paraná (Fonte Boa), sendo sete e cinco, respectivamente.

 

A atividade teve início no dia 14 e segue até a próxima terça-feira (21). Serão realizadas visitas técnicas, atividades de laboratório e campo na Estação Experimental de Manejo Florestal (ZF2). A iniciativa é resultado da participação dos representantes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) no Conselho Deliberativo da Resex do Baixo Juruá. Também há em vigor um Acordo de Cooperação Técnica com a Associação dos Trabalhadores Rurais de Juruá (Astruj), que são os representantes da Resex do Baixo Juruá.

 

De acordo com o coordenador do curso, o pesquisador do Inpa Adriano Lima, o principal objetivo dessa categoria de unidade de conservação é assegurar os meios de vida e a cultura dessa população, cuja subsistência baseia-se no extrativismo e, complementarmente na agricultura, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais da Unidade. “Por isso, mais uma edição do Jomobio estará sendo realizado pelo Laboratório de Manejo Florestal do Inpa, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA)”, explicou.

 

O curso abordará a metodologia sobre monitoramento participativo (trilhas) a serem implantadas conforme o protocolo de monitoramento da biodiversidade in situ elaborado pelo ICMBio no âmbito do Projeto Monitoramento da Biodiversidade com Relevância para o Clima em nível de UC. “Esperamos, dessa forma, contribuir para que a Resex do Baixo Juruá e a Resex Auati-Paraná se integrem ao Sistema Brasileiro de Monitoramento da Biodiversidade, em implantação no país”, disse o coordenador do curso.

 

Histórico e Caracterização das Resexs participantes

 

A Resex do Baixo Juruá foi criada 1/08/2001. Está localizada na margem direita do Rio Juruá, nas proximidades do seu encontro com o Rio Solimões. Possui 188.000 hectares de área, 16 comunidades e aproximadamente 625 extrativistas. A região caracteriza-se pela cobertura de floresta tropical densa, da sub-região aluvial da Amazônia, com terraços baixos e planos, sendo encontrados principalmente ambientes de terra firme (88,95%).

 

Desde 2006, a Unidade vem realizando o monitoramento da biodiversidade local, contando principalmente com os moradores que atuam como voluntários. Inicialmente, o monitoramento esteve direcionado à população de pirarucu, visando seu manejo; incluindo posteriormente as populações de quelônios e aves aquáticas.

 

A Resex do Baixo Juruá, desde 2005, está inserida em nossos projetos. Em 2006 foram instaladas 83 parcelas. Desse estudo resultou em três produtos para a elaboração do plano de manejo da Resex; uma dissertação de mestrado. Além disso, são parcelas que fazem parte da rede de inventário florestal contínuo do LMF. Em 2012, com o projeto Dinâmica do Carbono da Floresta Amazônica (Cadaf) novo inventário foi realizado para remedição e instalação de novas parcelas. Resultou em 121 parcelas. Todas foram georreferenciadas. Em 2015 o projeto Pró-Rural implantou três pontos para a elaboração do plano de manejo florestal sustentável em pequena escala. Todas essas ações foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo da Resex do Baixo Juruá.

 

A Resex Auati-Paraná foi criada em 07/08/2001, com 16 comunidades (atualmente, 18) e 146.950,82 hectares de área, quase toda várzea, abrangendo os municípios de Fonte Boa, Japurá e Maraã. Com cerca de 400 famílias beneficiárias, a unidade possui Conselho Deliberativo ativo como instrumento de gestão desde 2008. A população tradicional residente na RESEX Auatí-Paraná descende, em sua maioria, de indígenas imigrantes do Peru e de nordestinos que vieram para a Amazônia suprir a demanda de força de trabalho nos seringais.

 

Atualmente, seus moradores sobrevivem da pesca, agricultura e extrativismo em geral, com especial destaque para o manejo sustentável do pirarucu. A ResexAuati-Paraná também faz parte da rede de monitoramento do Laboratório de Manejo Florestal (LMF) do Inpa. As parcelas permanentes e temporárias foram instaladas em 2004 pelo projeto Chichuá (Inventário florestal contínuo em áreas manejadas e não manejadas do estado do Amazonas), financiado pela Fapeam.

Em 2007 foram remedidas e instaladas novas parcelas. Com o projeto Cadaf, em 2012, a área foi novamente visitada, havendo remedição de parcelas e instalação de novas parcelas. Isso caracteriza a relação estabelecida com a comunidade.