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Investimento da Fapeam em genômica fortalece a pesquisa no contexto da Covid-19

2020-03-27

Apoiar a ciência nunca foi tão necessário, especialmente quando consideramos a realidade da pandemia da Covid-19. Foi com a visão da necessidade de investir em áreas prioritárias para desenvolvimento cientifico, tecnológico, ambiental, social e econômico do Estado, que o Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) decidiu apoiar a Rede Genômica de Vigilância em Saúde   (Regesam).

Em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) a Fapeam, no final de 2019, anunciou apoio a instituições de saúde do Amazonas, por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado/Saúde). A Regesam, que é formada por órgãos do Estado, instituições de ensino e pesquisa e laboratórios, em pouco tempo, já apresenta resultados importantes da genômica, no contexto da Covid-19, por meio de seus parceiros.

13.03.2020 - REUNIÃO FAPEAM E FAS - FOTOS ÉRICO X._-6

Diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales.

Para a presidente da Fapeam, Márcia Perales,  o anúncio do primeiro sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte, realizado pelo pesquisador Felipe Naveca, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), instituição que integra a Regesam, revela o alcance da ciência quando é apoiada pelo Estado.

“Neste momento, pesquisadores do mundo todo dedicam seu tempo e conhecimento para investigar o SARS-CoV-2. Conhecer o comportamento desse vírus é possível, por meio da genética, o que demonstra que estamos no caminho certo quando apoiamos as instituições e pesquisadores do Amazonas, para que contribuam ao encontro de soluções de problemas que aflijam a sociedade”, comentou Márcia Perales.

Katia Torres - Foto Érico X.

Kátia Torres, coordenadora da Regesam

As instituições que formam a Regesam idealizaram a Rede desde 2008, no entanto, apenas em 2019 foram aprovados para receberem recursos da Fapeam para fortalecimento da Rede. Kátia Torres,  diretora de Ensino e Pesquisa da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amaonas (FCecon) e coordenadora da Regesam, explica que além da FCecon, a Rede é formada por pesquisadores da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e da Fiocruz Amazônia.

“A genômica é uma área do conhecimento, que depende de tecnologias avançadas e de equipamentos de alto desempenho, para gerar dados necessários para fazer a análise. No momento da pandemia, que nós estamos passando, o sequenciamento do genoma do vírus é importantíssimo para que a gente possa entender a  sua dinâmica, a dinâmica dessa infecção, a taxa de mutação que o vírus gera e, essas informações, abrem o leque para  perspectivas de produção de vacinas, de abordagens terapêuticas ou diagnósticas”, disse Kátia Torres.

FELIPE NAVECA - VICE DIRETOR DE PESQUISA DA FIOCRUZ AMAZONAS - FOTOS ÉRICO X._-2

Felipe Naveca, pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia

Felipe Naveca ressaltou a importância do trabalho dos pesquisadores da Rede e de como suas atividades em genômica necessitam do apoio do Estado para acontecerem e anteverem situações como as do contexto do Covid-19.

“A realização do primeiro sequenciamento completo do genoma do novo coronavírus aqui na Região Norte mostra a importância de termos a Rede funcionando e, é através dela, que vamos conseguir fazer e acompanhar a evolução desse vírus no nosso Estado, fazendo outros genomas completos do novo coronavírus, que  também vão nos auxiliar a entender a dinâmica de transmissão, como, por exemplo, saber quantas vezes esse vírus foi introduzido no Amazonas. A situação é grave, mas nós temos o apoio da Fapeam e a formação dessa Rede que nos consolida para continuarmos no pioneirismo desta pesquisa”, conclui Naveca.

Sequenciamento do Genoma 

O primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  anunciado recentemente pelo pesquisador Felipe Naveca (Fiocruz Amazônia) e sua equipe.  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19, somando-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

 “As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O depósito  do sequenciamento foi feito na base de dados Global Initiative on Sharing All Influenza Data (GISAID), em  https://www.gisaid.org), sob o número EPI_ISL_417034.

Regesam

A Rede iniciou suas atividades neste ano, a partir  da assinatura do termo de outorga junto à Fapeam. A Regesam começa suas atividades já  fortalecida pelo trabalho da Fiocruz Amazônia que vem confirmar a atuação e capacidade  das instituições de saúde no Estado de darem respostas, especialmente nessa fase critica da saúde pública.

Pesquisadores e instituições que formam a Rede atuam na perspectiva de todas as doenças, em diferentes grupos seja no trabalho com malária, com tuberculose, com doenças crônicas, associadas à genética ou a outros fatores, como o câncer, visando conhecer melhor a dinâmica de cada doença e a dinâmica dos organismos no enfrentamento das doenças.

Os recursos destinados pela Fapeam à Regesam vão permitir a manutenção de máquinas e equipamentos já existentes, aumentar o arsenal que o Estado tem de uso compartilhado desses equipamentos pelas instituições, potencializar o desenvolvimento de mais projetos, potencializar a formação de mestres e doutores, aumentar o número de publicações científicas de alto impacto, dentre outras ações planejadas para quatro anos.

Pró-Estado Saúde

O Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa  (Pró-Estado) tem por objetivo incentivar e consolidar o desenvolvimento da pesquisa científica, tecnológica e inovação nas instituições estaduais do governo, por meio de financiamento de projetos induzidos, com o intuito de promover o desenvolvimento econômico e social do Estado do Amazonas.

O programa é de fluxo contínuo direcionado à modernização de infraestrutura para pesquisa. Em 2019, a  área de saúde foi considerada prioritária para receber investimentos do programa, que chegaram a R$ 11 milhões para 7 projetos, a serem executadas durante quatro anos, com vistas à melhoria dos serviços de saúde ofertados à população amazonense. Uma iniciativa do Governo do Estado para fortalecer a pesquisa na área da saúde no Amazonas.

Por: Marlúcia Seixas

Fotos: Érico Xavier

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Chamadas Públicas com foco na saúde da mulher e em campanhas de saúde

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates, disponibiliza duas Chamadas por meio do programa Grand Challenges Explorations  em busca de inovações com foco na saúde menstrual da mulher e na melhoria do impacto das campanhas de saúde em países de baixa e média renda. O prazo final para envio de propostas para as duas Chamadas  é  até o dia o dia 22 de abril de 2020.

Os cientistas brasileiros selecionados para o financiamento do Grand Challenges Explorations receberão o valor de US$ 100.000 da Fundação Gates e um apoio adicional de US$ 100.000 da Fapeam. Vale destacar que a Fapeam dispõe de diretrizes específicas para participação nas chamadas  (Clique aqui).

Entre os requisitos por parte do coordenador é necessário ter título de  de doutor;  vínculo permanente com a instituição de pesquisa e/ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas; ter experiência compatível e comprovada com o tema da proposta apresentada (coordenação de projetos, integrante de equipe, publicação na área, entre outras experiências que serão avaliadas).

Lançado em 2008 pela Fundação Gates, o programa de financiamento de pesquisa Grand Challenges Explorations procura ideias arrojadas de indivíduos inovadores para solucionar os maiores desafios em Saúde e Desenvolvimento.

Em 2011, a Fundação Gates estabeleceu uma parceria em torno do Grand Challenges Explorations com 20 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) para ajudar a catalisar inovações no Brasil.

Chamada 1 –  Inovações no desenvolvimento de um produto transformador para a saúde menstrual

A Fundação Gates busca projetos com foco na inovação e no desenvolvimento de novos produtos relacionados a saúde menstrual e higiene íntima que prezem pela segurança, discrição, eficácia (sem vazamentos), aceitabilidade cultural e sustentabilidade.  Link para a Chamada:  Clique Aqui.

Acesse aqui o Material de Suporte para submissão de propostas para esta chamada

2020-03-25 (3)

 

Chamada 2- Inovações para melhorar o impacto das campanhas de saúde

A Fundação Gates financia propostas com soluções inovadoras que acelerem a melhoria na cobertura, alcance, eficiência e eficácia das campanhas de saúde em países de baixa e média renda.  Link para a Chamada: Clique Aqui

Acesse aqui o Material de Suporte para submissão de propostas para esta chamada

2020-03-25 (2)

 

Para se inscrever acesse: gcgh.grandchallenges.org/application-instructions

 Dúvidas entrar em contato por e-mail: internacionalizacao@fapeam.am.gov.br

Por: Fapeam com informações do Confap

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Cheia do Rio Negro em Manaus ficará nos limites normais, com média de 28,49 metros

PrevisaodecheiaJochenSchongartFotoCimoneBarrosINPA

O modelo de previsão foi desenvolvido pelo pesquisador do Inpa, Jochen Schöngart. Estudo publicado com três meses de antecedência do pico de enchimento, que ocorre geralmente em junho

 

Da Redação - Inpa

Foto: Cimone Barros - Inpa

 

A cheia do Rio Negro, na região de Manaus, deve atingir este ano 28,49 metros, em média, cota considerada dentro dos limites normais e não provocados. Ele indica modelo matemático de previsão de países desenvolvidos pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa / MCTIC), doutorado em ciências florestais Jochen Schöartart, vice-coordenador do Grupo de Pesquisa em Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas (Mauá).

O pico da região cheia geralmente é definido em junho. O valor previsto no modelo aperfeiçoado em 2012 tem uma margem de erro de 30 dígitos para cima ou para baixo, com uma cota máxima em 2020, podendo variar de 28,19 ma 28,79 m. Com isso, o valor do nível máximo de água fica abaixo da faixa de emergência do Rio Negro, que é de 29 metros.

“A cheia deste ano pode ser considerada dentro do desvio padrão da média dos níveis máximos mínimos (27,90 ± 1,15 metros) com base na série de dados históricos disponíveis para o Porto de Manaus desde 1903”, explicou Schöngart.

 

PrevisaodeCheiaRioNegroManausAM2020INPA


Segundo o pesquisador, apesar de não ser considerado maior o impacto socioeconômico na região urbana e nas zonas rurais, numa extensão aproximada de 100 milhas abaixo e acima de Manaus. “Recomendamos, no entanto, considerar o monitoramento de enchentes e executar pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) nos próximos meses”, destacou.

A previsão de Schöngart é publicada três meses antes do pico do enchimento para as autoridades e populações que podem se preparar. Com uma cota prevista para este ano, nenhum momento é necessário para os órgãos responsáveis.

Preocupações superadas

 

A evolução do enchimento até o fim de janeiro deste ano foi preocupante, segundo Schöngart. Na ocasião, o Rio Negro alcançou um dos níveis mais altos de água registrados para esse período (24,55 m). Somente nos anos de 1923, 1994 e 2009 o nível de água no fim de janeiro foi mais alto em comparação com este ano. “Porém, durante o mês de fevereiro ou o nível da água no Rio Negro, essas condições estão disponíveis e o nível da água no início de fevereiro (24,56 m) corresponde a uma cota registrada no início de março (24,55 m) com pequenas descidas e subidas, o fenômeno popularmente conhecido como repiquete ”, explicou.

Influências


De acordo com o pesquisador Jochen Schöngart, os oceanos Atlântico Tropical e Pacífico Equatorial têm forte influência nos regimes pluviométricos e ciclos hidrológicos da região. O esfriamento das águas superficiais da região central-leste do Pacífico Equatorial, conhecido como La Niña, resulta em aumento de luvas na região central, norte e leste da Bacia Amazônica, com potencial de evolução de grandes cheias.

“Um aquecimento da superfície de águas do Atlântico Tropical resulta numa elevada evaporação de água e a umidade é importada pelos ventos alísios na Bacia Amazônica aumentando as chuvas”, contou. “Neste ano, o Pacífico Equatorial apresenta condições neutrais e o Atlântico Tropical um leve aquecimento das águas superficiais, principalmente no hemisfério norte, porém sem aumentos significativos de chuvas na Bacia Amazônica”, completou.      

Cheias severas com menos frequência

 

Nos próximos anos, as cheias severas possivelmente devem ocorrer com menos frequência e magnitude em comparação com a última década, quando a cota de emergência foi alcançada ou ultrapassada nos anos de 2012, 2013, 2014, 2015, 2017 e 2019 causando significativos impactos socioeconômicos nas zonas urbanas e rurais da região. O severo aumento na frequência e magnitude de cheias foi explicado pelo aquecimento do Atlântico Tropical e esfriamento do Pacífico Equatorial Leste durante os últimos 20 a 25 anos, resultando numa intensificação da Célula de Walker que é uma ponte atmosférica entre o Pacífico e Atlântico resultando em mais convecção de nuvens e aumento de chuvas na Bacia Amazônica.

“Essas tendências são associadas com oscilações de baixa frequência nos oceanos, conhecidas como a Oscilação Interdecadal do Pacífico (OIP) e a Oscilação Multidecadal do Atlântico (OMA) que estavam nas últimas duas décadas em fases frias e quentes, respectivamente”, explicou Schöngart. “Porém, enquanto a OMA continua na sua fase quente, a OIP mudou durante os últimos anos para uma fase quente também. Com isso, cheias severas possivelmente serão menos frequentes nos próximos anos”, completou.

A hipótese será pesquisada no âmbito do programa Climate Science for Service Partnership (CSSP-Brazil), realizado entre instituições do Brasil e o do Reino Unido, incluindo o Inpa. O programa busca entender melhor as interações entre a Amazônia e o clima global, com foco no desenvolvimento de modelos climáticos.

O CSSP-Brasil é uma cooperação científica que envolve ainda o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemadem) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), pelo lado brasileiro (MCTIC), e o Met-Office e outras organizações de pesquisa , no Reino Unido.

Fapeam adere chamada para desenvolvimento de terapêutica e diagnóstico para combater infecções por coronavírus

2020-03-25

A Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), considerando as implicações humanitárias e à saúde pública diante da pandemia do Covid-19,  aderiu à chamada lançada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), designada “Desenvolvimento de terapêutica e diagnóstico para combater infecções por coronavírus”. Essa chamada é uma iniciativa do Innovative Medicines Initiative, junto com a Comissão Europeia e a European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations (EFPIA). A chamada é aberta a pesquisadores e instituições brasileiras, com previsão de co-financiamento.

Foram destinados EUR 45 milhões para a iniciativa que não estabelece limites mínimos ou máximos para as instituições participantes. Lançada de forma emergencial, diante da pandemia de Covid-19 que atinge o mundo, a chamada estabelece o dia 31 de março como data limite para a submissão de propostas, que serão avaliadas pelo lado europeu até 15 de abril.

Acesse as Diretrizes Específicas da Fapeam (Clique aqui)

Consórcios proponentes são convidados a submeterem propostas que abordem pelo menos um dos objetivos do tópico. O tamanho e a composição de cada um dos consórcios devem ser adaptados a fim de que correspondam aos objetivos científicos e aos resultados/produtos chave esperados.

Consórcios proponentes, durante todas as etapas do processo de avaliação, devem considerar a natureza e a dimensão do programa IMI2 JU como uma colaboração público-privada.

Enquanto são preparadas as suas propostas, os consórcios proponentes devem garantir que as necessidades dos pacientes sejam adequadamente abordadas e, quando apropriado, é incentivado o envolvimento de pacientes.

Os proponentes devem garantir que as dimensões de gênero também sejam consideradas. As sinergias e complementaridades com outras nações e projetos internacionais e iniciativas devem ser exploradas, a fim de que se evite a duplicação dos esforços e a fim de criar colaboração a nível global para maximizar o valor agregado Europeu em pesquisa da saúde. Quando apropriado, é também incentivado fortemente o envolvimento de reguladores.

Os consórcios proponentes devem assegurar que, quando pertinente, suas propostas estão em conformidade com a Regulamentação Geral para Proteção de Dados (EU) 2016/679 e Regulamentação de Ensaios Clínicos (EU) 536/2014 (e/ou a Diretiva 2001/20EC) e qualquer outra legislação que se aplique.

Antes de submeter à proposta, os consórcios proponentes devem se familiarizar com todos os documentos da Chamada, tais como o Manual para submissão, avaliação e concessão de benefício da IMI2 JU, e os critérios de avaliação da IMI2. Os proponentes devem consultar os formulários específicos e os processos de avaliação associados com o tipo de tópico da Ação de Pesquisa e Inovação (RIA).

  • Link da Chamada:  (Clique Aqui)
  • Para mais informações – Webinar sobre a Chamada:   (Clique Aqui)
  • Para a busca de parceiros:   (Clique Aqui)
  • Perguntas e respostas sobre a Chamada:  (Clique Aqui)
  • Link da Chamada no portal Horizon 2020 / plataforma de busca de parceiros: (Clique Aqui)
  • Anexo 1- Diretrizes específicas Fapeam (Clique aqui)

Dúvidas entrar em contato por e-mail: internacionalizacao@fapeam.am.gov.br

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Fiocruz Amazônia conclui o primeiro sequenciamento do SARS-CoV-2 da região Norte

Com apoio  da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam), o primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  concluído por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19.

O sequenciamento que foi feito pelo pesquisador Felipe Naveca e sua equipe, a partir de amostra de paciente do Amazonas, soma-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

Pesquisador Felipe Naveca. Foto: Eduardo Gomes

“As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O pesquisador reforça a importância da ciência e do apoio a estudos sobre o coronavírus e lembra que o sequenciamento de vírus é uma das atribuições da Rede Genômica em Saúde do Estado do Amazonas (Regesam), que é apoiada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam).

 

Por: Marlúcia Seixas

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Fiocruz Amazônia conclui o primeiro sequenciamento do SARS-CoV-2  da região Norte

O primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  concluído por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19.

O sequenciamento que foi feito pelo pesquisador Felipe Naveca e sua equipe, a partir de amostra de paciente do Amazonas, soma-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

Pesquisador Felipe Naveca. Foto: Eduardo Gomes

 “As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O pesquisador reforça a importância da ciência e do apoio a estudos sobre o coronavírus e lembra que o sequenciamento de vírus é uma das atribuições da Rede Genômica em Saúde do Estado do Amazonas (Regesam), que é apoiada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam).

Para mais informações sobre coronavírus  acesse https://portal.fiocruz.br/coronavirus

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Fungos endofíticos isolados de plantas Amazônicas têm potencial para produção biossurfactantes

Fungos denominados endofíticos, isolados do interior dos tecidos vegetais de duas espécies de plantas nativas da região Amazônica, conhecidas popularmente como pimenta-de-macaco e vassourinha apresentaram enorme potencial para produção de biossurfactantes, compostos químicos, com diversas aplicações a serem utilizados nas indústrias de produtos de limpeza, higiene, petrolífera, alimentícia, cosmética, farmacêutica, entre outras.

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), os pesquisadores produziram biossurfactantes utilizando como matéria-prima óleos residuais de fritura e lubrificante.

Biossurfactante

Biossurfactante produzido pelos fungos endofíticos.

O biossurfactante produzido pelos fungos apresenta ótimo potencial para ser utilizado na biorremediação, processo natural de descontaminação utilizando microrganismos, ou seja, como um detergente biodegradável que pode ser empregado, por exemplo, na recuperação de áreas ambientais atingidas por derramamento de petróleo.

O projeto “Estudo da produção de biossurfactantes por fungos endofíticos utilizando resíduos como substrato” foi desenvolvido no Laboratório de Química Aplicada à Tecnologia da Escola Superior de Tecnologia (EST) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), no âmbito do curso de doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia da Rede Bionorte, sob orientação da Professora Dra. Patrícia Melchionna Albuquerque, e amparado pelo Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados para o Interior do Estado do Amazonas (RH-Interiorização–Fluxo Contínuo), Edital Nº003 /2015. 

Biossurfactantes

O coordenador da pesquisa, Dr. Messe Elmer Torres da Silva, explica que os biossurfactantes apresentam ampla variedade de aplicações e são largamente utilizados na indústria, principalmente em produtos de limpeza, como detergentes pela capacidade emulsionante, ou seja, de interagir com diferentes líquidos, como as misturas de água e óleo.

DR. MESSE ELMER - FOTOS ÉRICO X._-9

Dr. Messe Elmer Torres da Silva.

Os biossurfactantes realizam um processo de biodegradação, em que os microrganismos atuam para decompor resíduos tóxicos que foram lançados acidentalmente no solo como, por exemplo, em casos de vazamento de petróleo, rejeitos de metais pesados, entre outros. 

Importância

A produção de biossurfactantes fúngicos, isolados de plantas da região Amazônica, ainda é um tema pouco explorado, o que torna o trabalho uns dos pioneiros na área biotecnológica.

O reaproveitamento de resíduos, óleos de fritura e lubrificante, como fonte de carbono para produção de biossurfactantes deve contribuir para o desenvolvimento de bioprocessos obtendo-se a redução de custos para a aquisição desse bioproduto utilizado em larga aplicabilidade industrial.

Os surfactantes sintéticos convencionais disponíveis comercialmente, por serem sintetizados a partir de derivados de petróleo, são usualmente tóxicos ao meio ambiente e não biodegradáveis, o que tem levado à procura por surfactantes naturais como alternativa aos produtos existentes. 

RH-Interiorização

O Programa RH-Interiorização foi substituído pelo Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos para o Interior do Estado do Amazonas (Proint). O objetivo é conceder bolsa de mestrado e doutorado a profissionais graduados residentes no interior do estado do Amazonas há no mínimo 4 (quatro) anos ou que mantenham relação de trabalho ou emprego com instituição municipal, estadual ou federal sediada ou com unidade permanente no interior do Estado, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em programa credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em instituições do Amazonas localizadas em município diferente de onde reside o candidato.

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

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Estudo revela potencial antiglicêmico de pólen produzido por espécie de abelha nativa do Amazonas

Um estudo realizado com um modelo experimental animal comprovou que a ingestão de “pólen de pote” produzido por Melipona seminigra, uma espécie de abelha sem ferrão nativa do Amazonas, reduziu significativamente a glicemia de jejum de camundongos alimentados com uma dieta rica em gordura e açúcar.

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a pesquisa científica analisou a composição química de amostras de “pólen de pote” e o efeito da ingestão desse composto na modulação da microbiota intestinal de camundongos. 

Pólen de Pote

“Pólen de Pote” produzido por uma espécie de abelha sem ferrão.

A pesquisa intitulada “Caracterização química e efeito da ingestão do pólen de pote na microbiota intestinal de camundongos obesos” fez parte da tese da professora Kemilla Rebelo, do curso de nutrição da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e foi desenvolvida no Laboratório de Nutrição e Metabolismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp-SP), sob orientação do professor Dr. Mário Maróstica Jr, em parceria com o Laboratório de Genômica e Biologia Molecular da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e amparada pelo Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados para o Interior do Estado do Amazonas (RH-Interiorização–Fluxo Contínuo), edital Nº 003/2015.

“Pólen de Pote”

Na produção do pólen de pote, conhecido popularmente como “samburá”, as abelhas sem ferrão coletam os grãos de pólen das flores formando uma carga polínica, que é transportada até a colmeia e, depositada em potes de cerume onde recebem a adição de substâncias presentes no estômago das abelhas (enzimas, néctar e microrganismos), que favorecem um processo natural de fermentação. 

Os potes de cerume (uma mistura de cera com resina vegetal) são construídos pelas abelhas sem ferrão, dentro das colmeias, e servem como depósitos de alimentos (mel e pólen) desses insetos. Por isso, o termo “pólen de pote” é adotado para nomear esse produto. 

 Valor nutritivo

As amostras de “pólen de pote” foram coletadas em quatro localidades diferentes do Amazonas: Meliponário do Grupo de Pesquisas em Abelhas (GPA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Ramal do Brasileirinho, Iranduba e Boa Vista do Ramos. Os nutrientes majoritários encontrados nessas amostras foram as proteínas e as fibras dietéticas insolúveis.

A coordenadora do projeto, Kemilla Rebelo, destaca que todas as amostras apresentaram alta quantidade de aminoácidos essenciais, quando comparadas a outros alimentos, como o leite e os ovos de galinha, tidos como as principais fontes dessas substâncias.

Dra. Kemilla Rebelo  - Coordenadora do Projeto

Professora Kemilla Rebelo.

    

A relação de ácidos graxos poli-insaturados com os saturados, encontrada na totalidade das amostras, também foi alta em comparação a outros alimentos, como algumas espécies de peixes de água doce e salgada e, de diferentes cultivares de azeitonas. Uma dieta com alto índice dessas substâncias é recomendada para prevenir doenças cardíacas. 

“O “pólen de pote” também é rico em substâncias bioativas como os polifenóis e carotenoides que são compostos com propriedades anti-inflamatória e antioxidante. Diversos estudos já demostraram que alimentos ricos nessas substâncias apresentam efeitos protetores capazes de prevenir ou minimizar os efeitos nocivos dos radicais livres, compostos relacionados ao desenvolvimento de diversas doenças”, disse Kemilla.  

Metodologia 

Para avaliar o efeito da ingestão do “pólen de pote” in vivo 36 camundongos da linhagem C57BL/6J foram divididos em três grupos experimentais. Um deles foi alimentado com uma dieta com baixo teor de gordura e açúcar e, os outros dois receberam dieta com alto teor de gordura e açúcar durante duas semanas para a indução da obesidade.

Após este período, o terceiro grupo passou a receber uma dieta com alto teor de açúcar e gordura contendo 0,1% de “pólen de pote” por mais 10 semanas. As dietas foram equilibradas para fornecer o mesmo conteúdo energético e, o “pólen de pote” foi a única fonte de polifenóis da dieta.  

Os camundongos obesos tratados com o “pólen de pote” apresentaram diminuição significativa da glicemia de jejum, melhora na constante de decaimento da glicose e, uma tendência a aumentar a secreção de insulina plasmática estimulada por glicose. 

Abelhas colmeia

Melipona seminigra espécie de abelha sem ferrão nativa do Amazonas.

A modulação da microbiota intestinal consiste na alteração da composição de microrganismos presentes no intestino. Essa modulação depende de diversos fatores, entre eles a dieta, e pode ser benéfica à saúde ou não. Atualmente, estão sendo realizadas várias pesquisas com o intuito de conhecer como modular beneficamente a microbiota, ou seja, como manipular as populações bacterianas para proporcionar efeitos benéficos à saúde. 

Importância da pesquisa

O “polén de pote” é um produto oriundo da Meliponicultura, atividade econômica que consiste na criação racional de abelhas sem ferrão. O conhecimento do valor nutritivo e do potencial efeito benéfico da ingestão deste alimento para a saúde pode impulsionar o desenvolvimento da economia regional e ao mesmo tempo contribuir para a preservação do bioma Amazônia, uma vez que a Meliponicultura é uma atividade ecologicamente sustentável e socialmente justa, com potencial para substituir atividades exploratórias relacionadas ao desmatamento. 

RH-Interiorização

O Programa RH-Interiorização foi substituído pelo Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos para o Interior do Estado do Amazonas (Proint). O objetivo é conceder bolsa de mestrado e doutorado a profissionais graduados residentes no interior do estado do Amazonas há no mínimo 4 (quatro) anos ou que mantenham relação de trabalho ou emprego com instituição municipal, estadual ou federal sediada ou com unidade permanente no interior do Estado, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em programa credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em instituições do Amazonas localizadas em município diferente de onde reside o candidato.

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

 

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Com apoio da Fapeam, Embrapa Amazônia Ocidental inaugura laboratório de nutrição e saúde de peixes

A área de pesquisa em piscicultura da Embrapa Amazônia Ocidental conta com uma nova estrutura para ampliar e aprimorar as experimentações para o setor: o Laboratório de Nutrição e Saúde de Peixes. O novo laboratório foi instalado na sede do centro de pesquisa, em Manaus (AM), e foi viabilizado com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio de dois projetos aprovados em editais da instituição.

Segundo o pesquisador Jony Dairiki, a nova estrutura vai ampliar as possibilidades de experimentação com as principais espécies nativas comerciais do Estado do Amazonas – tambaqui (Colossoma macropomum) e matrinxã (Brycon amazonicus). A implantação do laboratório foi feita com a revitalização de uma antiga casa de vegetação, e para sua revitalização foi essencial o apoio de funcionários da empresa, que colaboraram nas reformas e adequação das instalações. A reforma consistiu no recobrimento do teto com cobertura plástica e o revestimento das laterais com tela, além da recuperação de um viveiro escavado de 153 m³. “Com o laboratório vai ser possível uma maior acurácia e confiabilidade na condução de experimentos”, ressalta o pesquisador.

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O Laboratório de Nutrição e Saúde de Peixes conta com as seguintes estruturas: sistema de 24 caixas d’água de polietileno de 1.000 litros para experimentação, inclusive para animais destinados a engorda e terminação; sistema de 10 caixas d’água de polietileno de 1.000 litros destinadas ao recebimento e adaptação dos peixes antes da experimentação; sistema de 30 aquários de polietileno de 70 litros para ensaios com peixes juvenis com aeração, entrada de água proveniente de poço artesiano e controle da temperatura por meio de termostatos e aquecedores; sistema de 120 tanques flutuantes de polietileno de 60 litros para condução de experimentos em viveiro escavado com influência do plâncton; e sistema de 12 tanques rede de nylon de 1 metro cúbico para condução de experimentos em viveiro escavado com influência do plâncton.

Os recursos utilizados para revitalização da estrutura e aquisição de equipamentos e materiais foram provenientes dos projetos financiados pela Fapeam: “Estratégias de manejo alimentar e monitoramento da qualidade da água visando a diminuição do custo de produção do tambaqui no Estado do Amazonas”, liderado pelo pesquisador Jony Koji Dairiki; e “Avaliação de taninos em dietas para juvenis de tambaqui no controle de helmintos e desempenho zootécnico”, liderado pela pesquisadora Cheila de Lima Boijink. Com a implantação do Laboratório ocorrerão benefícios para o atendimento das atividades propostas nos dois projetos além de outros futuros, assim como para formação de estudantes de iniciação científica e pós-graduação e transferência de tecnologia.

Para 2020, vinculado ao laboratório de Nutrição e Saúde, está prevista a construção da Fábrica de Ração Experimental com recursos aprovados em emenda parlamentar. A estrutura permitirá a realização de treinamentos para confecção de rações, contribuindo para a difusão do conhecimento e a melhoria da atividade de piscicultura no estado do Amazonas.

Por: Embrapa Amazônia Ocidental

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Resultado do Mestrado Profissional em Saúde da Família

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio da Comissão de Seleção do Mestrado Profissional em Saúde da Família (ProfSaúde), divulga o resultado da 3ª etapa: Análise curricular, análise de carta de intenção e prova oral da Chamada de Seleção Pública nº 01/2019PROFSAUDE/MPSF.

 O resultado está disponível na Plataforma Siga da Fiocruz, em  http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=126

SOBRE O PROFSAÚDE

O ProfSaúde/MPSF é um programa de pós-graduação stricto sensu em Saúde da Família, reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação.

O curso visa formar profissionais aptos a atuarem como preceptores para graduação e residência médica em Saúde da Família, com o intuito de contribuir para a melhoria do atendimento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecer as atividades educacionais de produção do conhecimento e de gestão na Saúde da Família nas diversas regiões do país e estabelecer uma relação integradora entre o serviço de saúde, os trabalhadores, os estudantes na área de saúde e os usuários.

O ProfSaúde/MPSF tem oferta nacional, realizado na modalidade de ensino a distância com previsão de 9 encontros presenciais. As instituições de Ensino Superior (IES) que integram a Rede Nacional do ProfSaúde/MPSF são denominadas Instituições Associadas, e são responsáveis pela execução do curso.

ASCOM – ILMD/Fiocruz Amazônia