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Lançado o segundo vídeo da série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar

A Fundação de Amparo à  Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam), por meio do Departamento de Comunicação e Difusão do Conhecimento (Decon), lança nesta sexta-feira, 15/3, o segundo vídeo da série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar.

Neste segundo vídeo foi entrevistada a aluna de iniciação científica da Fiocruz Amazônia, Heliana Belchior, que fala de suas conquistas e como foi ingressar na pesquisa, bem como onde pretende chegar profissionalmente.

A série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar apresenta vídeos que contam a história de mulheres que atuam na produção do conhecimento científico no Amazonas. Os vídeos são publicados às sextas-feiras do mês de março nas redes sociais e no portal da Fapeam, em celebração ao mês da mulher.

O primeiro vídeo foi feito a médica Mônica Santos, dermatologista  da Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (Fuam).

Produção- Jessie Silva

Imagens e edição de vídeo- Érico Xavier e Esterffany Martins

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Roda de conversa na Fiocruz Amazônia destaca atuação de mulheres e meninas na ciência

Em comemoração ao dia internacional das mulheres e meninas na ciência, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu nesta segunda-feira, 11/2, uma roda de conversa sobre a atuação das mulheres no campo científico.

A atividade faz alusão à data instituída pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, visando propiciar ações que possam contribuir para a promoção do acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência, tecnologia e inovação.

Segundo o diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, a roda de conversa oportunizou a aproximação entre escola e Instituição, promovendo relevante reflexão sobre a importância das mulheres no fazer científico. “Nossa ideia foi trazer hoje uma roda de conversa, onde as mulheres que fazem ciência possam esclarecer ao público sobre o fazer científico dentro dos diversos espaços da nossa sociedade. Convidamos também uma escola estadual para estar junto conosco, vendo como isso acontece, no sentido de estimular cada vez mais a presença feminina na carreira científica”, explicou Luz.

Com o objetivo de oportunizar espaços para a discussão sobre gênero, ciência e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que compõem a Agenda 2030, a Fiocruz Amazônia recebeu os alunos da Escola Estadual Angelo Ramazzotti, localizada no bairro Adrianopolis, em Manaus.

Para a estudante Andressa Souza, aluna do 3º ano do ensino médio, a atividade foi de grande importância, considerando o momento de escolha da carreira que quer seguir, e o ingresso na universidade. “Achei o debate muito bom, pois isso incentiva, principalmente nesse momento de confusão dentro da nossa cabeça, em que precisamos escolher qual curso queremos seguir. Sabemos que as mulheres ainda são minoria em algumas áreas do conhecimento por puro preconceito, e esse tipo de evento ajudar a esclarecer muitas dúvidas, além de nos encorajar”, explicou ela.

Participaram da roda de conversa as pesquisadoras Tanara Lauschner – professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e coordenadora do Programa Cunhantã Digital, Marne Vasconcellos – pesquisadora, professora da Ufam e diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Alessandra Nava – professora e pesquisadora da Fiocruz Amazônia, e Heliana Belchior – aluna de Iniciação Cientifica da Fiocruz Amazônia. O debate foi mediado pela jornalista Marlúcia Seixas, assessora de comunicação da Fiocruz Amazônia.

Para a pesquisadora Alessandra Nava, além de promover a aproximação entre escola e Instituição de pesquisa, o evento é relevante também para desconstruir uma possível imagem de ciência inalcançável. “A história da Fiocruz é justamente essa, tentamos cada vez mais trazer a população para perto de nós, para deixar a ciência uma coisa palpável, sem aquele estereótipo que faz muitas pessoas pensarem que a ciência é uma coisa distante”, destacou.

Tanara Lauschner destacou a necessidade de debater mais sobre a resistência que algumas meninas encontram , ao decidirem ingressar em cursos estereotipados como “cursos de homens”. “É muito importante quando temos a oportunidade de encontrar os alunos do ensino médio para convidar os meninos, e principalmente as meninas a conhecerem mais sobre computação e escolherem essa área. Quando as meninas possuem interesse em cursar essas áreas, elas acabam encontrando alguma resistência no próprio meio em que estão inseridas, seja dos pais ou amigos, que acreditam que tais cursos não possuem características femininas.

Marne Vasconcellos abordou a importância de se estabelecer o entendimento do fazer científico. “É extremamente importante mostrar para esses estudantes a atuação das mulheres nos laboratórios, na pesquisa, na gestão da pesquisa, para que eles entendam que o pesquisador é um cidadão comum, que vai sair de casa para trabalhar todos os dias, mas que o trabalho dele nada mais é que tentar trazer respostas a partir de uma observação de algo importante, para trazer a cura de uma doença, para melhorar o ambiente, até mesmo para proporcionar melhor qualidade de vida”, pontuou.

SOBRE A DATA

O Dia foi instituído pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, com objetivo de propiciar ações que possam vir a contribuir para a promoção do acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência, tecnologia e inovação.

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas é um movimento liderado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela Organização das Nações Unidas (ONU Mulheres). Foi aprovado pela Assembleia das Nações Unidas, em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução A/RES/70/212.

A data foi celebrada em outras unidades da Fiocruz e confirma o compromisso da Fundação em propiciar espaços para a discussão sobre gênero, ciência e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que compõem a Agenda 2030.

 Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes

Mulheres e meninas na ciência é tema de roda de conversa na Fiocruz Amazônia

Na próxima segunda-feira, 11 de fevereiro, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove uma roda de conversa com mulheres que atuam na ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.

O evento é aberto ao público e será realizado no período de 9h às 11h, no auditório da Fiocruz Amazônia, que fica à Rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona Centro-sul de Manaus.

Da roda de conversa participam Tanara Lauschner – professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e coordenadora do Programa Cunhantã Digital, Marne Vasconcellos –pesquisadora, professora da Ufam e diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Evelyne Marie Mainbourg e Alessandra Nava – professoras e pesquisadoras da Fiocruz Amazônia, e Heliana Belchior – aluna de Iniciação Cientifica da Fiocruz Amazônia.

O Dia foi instituído pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, com objetivo de propiciar ações que possam vir a contribuir para a promoção do acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência, tecnologia e inovação.

“Nossa intenção é oferecer um espaço para o diálogo e reflexão sobre a participação das mulheres na ciência, considerando que a igualdade de gênero é importante para a excelência científica e desenvolvimento sustentável”, explica Sérgio Luz, diretor da Fiocruz Amazônia.

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas é um movimento liderado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela Organização das Nações Unidas (ONU Mulheres). Foi aprovado pela Assembleia das Nações Unidas, em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução A/RES/70/212.

A data será celebrada em outras unidades da Fiocruz e confirma o compromisso da Fundação em propiciar espaços para a discussão sobre gênero, ciência e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que compõem a Agenda 2030.

Clique e assista ao vídeo da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, sobre o evento.

 Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Nascimento

Movimento cultural, roda de conversa, e homenagens marcam mês da mulher na Fiocruz Amazônia

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, marca a luta contra o machismo, pelos direitos das mulheres e pelo fim das desigualdades de gênero. Em alusão ao mês da mulher, o Sindicado dos Trabalhadores da Fiocruz no Amazonas (ASFOC/AM) promoveu na última quinta-feira, 15/3, o evento “Entre Mulheres”, reunindo pesquisadoras, bolsistas, técnicas e colaboradoras do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

A programação teve início com a apresentação do grupo Maracatu Baque Mulher, um grupo de Maracatu de baque Virado, formado somente por mulheres batuqueiras. Fundado em 2016, o grupo ressalta o empoderamento de mulheres cis e trans, prezando pela sororidade, afirmando que as mulheres exibem perfeita condições instrumentais para tocar tambores, e que o fazem com maestria.

O Maracatu Baque Mulher está empenhado com a difusão da cultura afro-brasileira, manutenção e preservação dos saberes tradicionais, igualdade social, igualdade de gênero e racial. Durante a apresentação, Carla De Paula, integrante do grupo e bolsista da Instituição, relembrou a frase de sua autoria, vencedora do concurso cultural que selecionou mensagens sobre empoderamento, para compor a Homenagem da Presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pelo Dia Internacional da Mulher.

A seleção foi feita pela Campanha do Dia Internacional da Mulher, promovida pela Coordenação de Comunicação Social da Presidência (CCS), com apoio da Editora Fiocruz. A campanha lançou a seguinte pergunta: O que você faz para se empoderar ou empoderar as mulheres ao seu redor? “Acolho as outras mulheres como irmãs, amigas e companheiras. Empoderar-se e empoderar é fortalecer o protagonismo feminino perante à sociedade. Empoderamento é autoconhecimento”, enfatizou Carla.

HOMENAGEM

Na oportunidade, as mulheres da Fiocruz Amazônia juntamente ao diretor, Sérgio Luz, prestaram homenagens à vereadora Marielle Franco, assassinada em seu carro, com o motorista Anderson Pedro Gomes, na quarta-feira (14), na Zona Norte do Rio de Janeiro. “Nos unimos a essas manifestações que estão ocorrendo, devido ao assassinato da Marielle, uma pessoa que tinha ligação direta com a área de ensino da Fiocruz. É com muito pesar que hoje estamos prestando essa homenagem, tentando nos unir aos diversos atos que estão acontecendo pelo Brasil inteiro e pelo mundo”, pontuou Sérgio Luz.

Vereadora do PSOL, mulher, negra, nascida e criada na Maré, ativista dos Direitos Humanos, Marielle era grande parceira e colaboradora da Fiocruz. No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, durante a abertura do ano letivo da Fundação, com o tema Olhares femininos no cárcere, Marielle falou sobre a garantia dos direitos, especialmente das mulheres negras, na sociedade brasileira.

RODA DE CONVERSA

Mediada pela pesquisadora Muriel Saragoussi, socioambientalista e bolsista do Instituto, a roda de conversa: “O empoderamento feminino na sociedade contemporânea” trouxe para o centro do debate o empoderamento das mulheres e suas jornadas nas diversas áreas de atuação profissional, incluindo o campo da pesquisa científica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Fotos: Eduardo Gomes

 

 

 

 

A mulher do século XXI: desafios, dilemas e oportunidades

Dia Internacional da Mulher, 8/3, tantas conquistas a serem alcançadas, tantas batalhas que parecem estar longe de serem vencidas, as mulheres em pleno século XXI ainda precisam lutar por igualdade, direitos, respeito, saúde, segurança e levantar muitas bandeiras.

Perguntamos às mulheres que trabalham no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), quem é a mulher do século XXI, seus desafios, dilemas e oportunidades? Acompanhe algumas respostas a respeito do assunto.

Da esquerda para a direita: Muriel Saragoussi, Marinete Martins e Jacirema Gonçalves. Foto: Eduardo Gomes

“A mulher do Século XXI é a mulher da coexistência: (a) mulher ainda sem acesso aos avanços científicos e tecnológicos da contemporaneidade, vivendo em contexto cultural marcado pela visão de mulher como mãe, da casa e da família; (b) mulher que agrega ao seu papel de mãe e cuidadora da família, o trabalho fora do lar, em que a competitividade, o capitalismo e a luta de contrários na sociedade lhe impõe desafios cotidianos a superar; (c) a mulher  que se estabeleceu, com sua resiliência, impondo-se ao mostrar à sociedade que não deveria haver diferenças de sexos, visto todos serem humanos”  –  Jacirema Goncalves.

“É aquela mulher que busca mudar sua história, está preparada para assumir novos desafios,  está engajada em movimentos, para transformar a sociedade em defesa dos seus direitos e proteção, também, em mudar a visão que as culturas possuem sobre sexo feminino, está em busca da conquista por espaço mais igualitário dentro do ciclo da sua convivência, e principalmente essa mulher que vem lutando pelos seus objetivos, realizações pessoais e profissionais” – Marinete Martins.

“A mulher do século XXI é ecofeminista: não aceita as relações de poder estabelecidas pelo patriarcado, não aceita o racismo, o sexismo, o especismo, as desigualdades sociais nem a exploração insustentável da natureza. A mulher do século XXI continua cooperativa, solidária e assume o seu papel de mudar a sociedade para melhor, a partir de um olhar feminino e feminista. A mulher do século XXI não é uma cópia dos homens do século XX. A mulher do século XXI tem ou não tem filhos, tem ou não tem carreira, tem ou não tem parceiro(a)(s). A mulher do século XXI é … o que ela quiser”! – Muriel Saragoussi.

Da esquerda para a direita: Carla De Paula, Luciene Araújo e Alessandra Nava. Foto: Eduardo Gomes

“O reconhecimento que hoje as mudanças estão fazendo efeito. O feminismo é tão importante como o ar que respiramos”. Alessandra Nava.

“A mulher do século XXI é uma mulher politizada, versátil e  empoderada. É uma guerreira incansável. Seu desafio ainda é o alcance da igualdade no mercado de trabalho e na política. Seu dilema ainda é a tríade: família, trabalho e vida pessoal. Essa mulher vencedora de tantas batalhas, busca a cada dia oportunidades em todos os campos”. Luciene Araújo.

“Herdeira de todas as mulheres que lutaram para afirmar o protagonismo feminino perante à sociedade, a mulher do século XXI é aquela que possui voz ativa e que ocupa vários espaços. Cidadã que clama pela liberdade e direito de expressão, não silencia diante das desigualdades, desconstrói conceitos, não permite opressões e está na linha de frente na tomada de decisões importantes. Mesmo diante de tantas conquistas, as lutas por empoderamento, respeito e direitos sociais ainda são os desafios neste processo de construção, aceitação e pertencimento”. Carla De Paula.

Rita Bacuri. Foto: arquivo pessoal

“Não sei seus dilemas e oportunidades mesmo porque cada ser tem um jeito diferente de lidar com estas particularidades. Umas transformam desafios em oportunidades. Outras transformam oportunidades em dilemas. Uma maioria, quase esmagadora, transforma desafios e dilemas em oportunidades de ser e viver.  A mulher do século XXI é aquela que deve escolher para si o caminhar ombreado com seus pares,  em todos os aspectos e setores da vida em sociedade”. Rita Bacuri.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

A mulher do século XXI: desafios, dilemas e oportunidades

Dia Internacional da Mulher, 8/3, tantas conquistas a serem alcançadas, tantas batalhas que parecem estar longe de serem vencidas, as mulheres em pleno século XXI ainda precisam lutar por igualdade, direitos, respeito, saúde, segurança e levantar muitas bandeiras.

Perguntamos às mulheres que trabalham no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), quem é a mulher do século XXI, seus desafios, dilemas e oportunidades? Acompanhe algumas respostas a respeito do assunto.

Da esquerda para a direita: Muriel Saragoussi, Marinete Martins e Jacirema Gonçalves. Foto: Eduardo Gomes

“A mulher do Século XXI é a mulher da coexistência: (a) mulher ainda sem acesso aos avanços científicos e tecnológicos da contemporaneidade, vivendo em contexto cultural marcado pela visão de mulher como mãe, da casa e da família; (b) mulher que agrega ao seu papel de mãe e cuidadora da família, o trabalho fora do lar, em que a competitividade, o capitalismo e a luta de contrários na sociedade lhe impõe desafios cotidianos a superar; (c) a mulher  que se estabeleceu, com sua resiliência, impondo-se ao mostrar à sociedade que não deveria haver diferenças de sexos, visto todos serem humanos”  –  Jacirema Goncalves.

“É aquela mulher que busca mudar sua história, está preparada para assumir novos desafios,  está engajada em movimentos, para transformar a sociedade em defesa dos seus direitos e proteção, também, em mudar a visão que as culturas possuem sobre sexo feminino, está em busca da conquista por espaço mais igualitário dentro do ciclo da sua convivência, e principalmente essa mulher que vem lutando pelos seus objetivos, realizações pessoais e profissionais” – Marinete Martins.

“A mulher do século XXI é ecofeminista: não aceita as relações de poder estabelecidas pelo patriarcado, não aceita o racismo, o sexismo, o especismo, as desigualdades sociais nem a exploração insustentável da natureza. A mulher do século XXI continua cooperativa, solidária e assume o seu papel de mudar a sociedade para melhor, a partir de um olhar feminino e feminista. A mulher do século XXI não é uma cópia dos homens do século XX. A mulher do século XXI tem ou não tem filhos, tem ou não tem carreira, tem ou não tem parceiro(a)(s). A mulher do século XXI é … o que ela quiser”! – Muriel Saragoussi.

Da esquerda para a direita: Carla De Paula, Luciene Araújo e Alessandra Nava. Foto: Eduardo Gomes

“O reconhecimento que hoje as mudanças estão fazendo efeito. O feminismo é tão importante como o ar que respiramos”. Alessandra Nava.

“A mulher do século XXI é uma mulher politizada, versátil e  empoderada. É uma guerreira incansável. Seu desafio ainda é o alcance da igualdade no mercado de trabalho e na política. Seu dilema ainda é a tríade: família, trabalho e vida pessoal. Essa mulher vencedora de tantas batalhas, busca a cada dia oportunidades em todos os campos”. Luciene Araújo.

“Herdeira de todas as mulheres que lutaram para afirmar o protagonismo feminino perante à sociedade, a mulher do século XXI é aquela que possui voz ativa e que ocupa vários espaços. Cidadã que clama pela liberdade e direito de expressão, não silencia diante das desigualdades, desconstrói conceitos, não permite opressões e está na linha de frente na tomada de decisões importantes. Mesmo diante de tantas conquistas, as lutas por empoderamento, respeito e direitos sociais ainda são os desafios neste processo de construção, aceitação e pertencimento”. Carla De Paula.

Rita Bacuri. Foto: arquivo pessoal

“Não sei seus dilemas e oportunidades mesmo porque cada ser tem um jeito diferente de lidar com estas particularidades. Umas transformam desafios em oportunidades. Outras transformam oportunidades em dilemas. Uma maioria, quase esmagadora, transforma desafios e dilemas em oportunidades de ser e viver.  A mulher do século XXI é aquela que deve escolher para si o caminhar ombreado com seus pares,  em todos os aspectos e setores da vida em sociedade”. Rita Bacuri.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas