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Inscrições para o Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa encerram nesta quarta-feira

Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses

Encerram nesta quarta-feira (27) as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa. A premiação será concedida as duas melhores teses de Doutorado desenvolvidas com foco em Inovação e Pesquisa.

Os estudos inscritos devem contemplar as áreas de Saúde Humana ou Ética/Bioética no Brasil, Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem e Biotecnologia ou de Ciências Biomédicas. Esta última pode compreender as subáreas Genética; Fisiologia, Bioquímica, Farmacologia; Imunologia, Microbiologia, Parasitologia e Biologia Celular.

Os critérios de análise a serem levados em consideração são inovação e pesquisa na área de saúde humana ou ética/bioética no  Brasil; originalidade e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social, bem como, demonstração, mesmo que parciais, de dados de conceito. Além disso, as teses devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade: terem sido aprovadas nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação, no ano de 2017; estarem disponíveis na Plataforma Sucupira da CAPES, quando da submissão ao prêmio; terem sido defendidas no Brasil, mesmo em casos de cotutela ou outras formas de dupla diplomação; e ainda, terem sido defendidas em Programa de Pós-Graduação com, no mínimo, três teses de doutorado defendidas no ano anterior ao do edital.

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Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional.

Orientadores, co-orientadores e programas em que foram defendidas as teses receberão Certificado de premiação. O orientado receberá ainda um prêmio adicional no valor de R$ 3 mil para participação em Congresso Nacional.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Inscrições para o Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa encerram nesta quarta-feira

Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses

Encerram nesta quarta-feira (27) as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa. A premiação será concedida as duas melhores teses de Doutorado desenvolvidas com foco em Inovação e Pesquisa.

Os estudos inscritos devem contemplar as áreas de Saúde Humana ou Ética/Bioética no Brasil, Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem e Biotecnologia ou de Ciências Biomédicas. Esta última pode compreender as subáreas Genética; Fisiologia, Bioquímica, Farmacologia; Imunologia, Microbiologia, Parasitologia e Biologia Celular.

Os critérios de análise a serem levados em consideração são inovação e pesquisa na área de saúde humana ou ética/bioética no  Brasil; originalidade e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social, bem como, demonstração, mesmo que parciais, de dados de conceito. Além disso, as teses devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade: terem sido aprovadas nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação, no ano de 2017; estarem disponíveis na Plataforma Sucupira da CAPES, quando da submissão ao prêmio; terem sido defendidas no Brasil, mesmo em casos de cotutela ou outras formas de dupla diplomação; e ainda, terem sido defendidas em Programa de Pós-Graduação com, no mínimo, três teses de doutorado defendidas no ano anterior ao do edital.

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Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional.

Orientadores, co-orientadores e programas em que foram defendidas as teses receberão Certificado de premiação. O orientado receberá ainda um prêmio adicional no valor de R$ 3 mil para participação em Congresso Nacional.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Fungos patogênicos no ambiente amazônico serão tema do Centro de Estudos de sexta, 21/7

Estudar a diversidade de microrganismos da Amazônia com importância para a saúde, tanto como causadores de doenças quanto como produtores de compostos bioativos e determinar o perfil epidemiológico de doenças causadas por microrganismos da Amazônia, assim como fazer a genotipagem e fenotipagem desses microrganismos são objetivos do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS) do Instituto Leônidas e & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Para falar sobre os avanços alcançados pelo grupo da Micologia do Laboratório (DMAIS/ILMD) em estudos para determinar a presença de fungos patógenos no ambiente Amazônico e sua caracterização, a pesquisadora Ani Beatriz Jackisch Matsuura vai ministrar nesta sexta-feira, 21/7, a palestra Fungos Patogênicos no Ambiente Amazônico.

A apresentação faz parte da programação do Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia e acontecerá no Salão Canoas, às 9h, na sede do Instituto, à rua Teresina, 476, Adrianópolis.

A pesquisadora explica que os fungos estão presentes em diversos tipos de substratos naturais devido a sua grande capacidade de adaptação. A maioria dos fungos são sapróbios, ou seja, decompõem matéria orgânica para nutrirem-se, no entanto, existem vários fungos patógenos (capazes de causar doenças).  “A Amazônia apresenta condições especiais de clima e de vegetação para o desenvolvimento dos fungos nesse ambiente; determinando onde há maior presença de fungos patógenos e conhecendo quais são, poderemos desenvolver medidas protetoras para evitar as infecções fúngicas no homem”, adianta Ani Jackisch Matsuura.

SOBRE A PALESTRANTE

Ani Beatriz Jackisch Matsuura é graduada em Biologia pela Universidade de Santa Cruz do Sul, mestre em Biologia de Fungos pela Universidade Federal de Pernambuco e doutora em Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente, é pesquisadora do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Atua na área de Microbiologia, com ênfase em Micologia, especialmente em micologia médica, taxonomia, genotipagem e ecologia de fungos patogênicos.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: arquivo pessoal da pesquisadora

Centro de Estudos vai abordar coleções biológicas como fonte de conhecimento

Você sabe o que são coleções biológicas? As coleções biológicas são responsáveis por documentar a biodiversidade, são registros da variação morfológica e genética, da distribuição geográfica, preservando informações de grande utilidade para o desenvolvimento de pesquisas no mundo inteiro.

Para falar sobre coleções biológicas como fontes de conhecimento, o Centro de Estudos do Instituto Maria e Leônidas Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) apresenta no dia (31/03), às 9h, a palestra “Coleções Biológicas: fonte dinâmica e permanente de conhecimento”, a ser ministrada pela Dra. Ormezinda Fernandes, pesquisadora e curadora da coleção biológica do ILMD.

(Foto: Erico Xavier)

(Foto: Erico Xavier)

SOBRE A PALESTRA

A apresentação vai abordar os tipos de coleções biológicas, e apresentar o histórico e atividades desenvolvidas na coleção biológica do Instituto, dividida em duas coleções: Coleção de Bactérias da Amazônia (CBAM) e Coleção de Fungos da Amazônia (CFAM).

Para Ormezinda Fernandes, a preservação das amostras pode colaborar com o desenvolvimento de outras pesquisas. “Através desse material armazenado, catalogado e preservado da maneira adequada, o pesquisador tem uma possibilidade maior de acessar a coleção para verificar se existe a amostra de interesse dele, sem precisar ir a campo”

(Foto: Erico Xavier)

(Foto: Erico Xavier)

FUNGOS E BACTÉRIAS

A coleção biológica conta com amostras de fungos filamentosos, leveduras e bactérias, identificados e conservados. Os gêneros de fungo de maior ocorrência são Penicillium, Aspergillus e Trichoderma, e foram isolados dos mais diversos substratos da região Amazônica. As bacterianas são provenientes de amostras clínicas (orofaringe e fezes humanas), meio ambiente (água dos rios, igarapés e vegetais e da microbiota bucal de animais).

As principais bactérias são: Salmonella spp, Eschericha coli, Shigella spp e Neiseria meningitidis. O acervo é de relevante importância uma vez que é composto por linhagens microbianas isoladas de diferentes substratos da Amazônia brasileira, região ainda pouco explorada quanto à sua riqueza microbiana.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE A PALESTRANTE

Ormezinda Fernandes é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), mestre em Biotecnologia pela Universidade de São Paulo (USP) e doutora em Programa Multi-institucional de Pós-graduação em Biotecnologia pela Ufam. Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Biologia e Fisiologia dos Microorganismos.

A palestra ocorrerá no Salão Canoas, auditório do ILMD/Fiocruz Amazônia, situado na rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes