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Fapeam divulga resultado da 1ª Chamada do Parev- edital N°007/2019

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Vinte seis propostas foram aprovadas no Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), edital N°007/2019, Chamada I, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Esta chamada contempla eventos a serem realizados de março a junho de 2020.

Resultado da 1ª Chamada do PAREV N°007/2019

Lançado no mês de junho, o Parev é uma das ações da Fapeam de fomento a popularização e difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) produzida no Amazonas. Para isso, o programa conta com investimento de R$ 2,2 milhões para apoiar, em duas chamadas, a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado relacionados à CT&I.

A 1ª Chamada aprovou propostas nas seguintes modalidades: 8 para a realização de evento internacional, 8 para evento nacional e 10 na modalidade regional.

 PAREV

O Parev tem o objetivo de apoiar a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas, relacionados a CT&I: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

A 2ª chamada do Programa recebe propostas até o dia 31 de janeiro, online, via SIGFapeam,   de interessados em realizar eventos  de CT&I no período de  julho a dezembro de 2020.

 Resultado da 1ª Chamada do PAREV N°007/2019

Acesse aqui o edital da 2ª Chamada do  PAREV N° 007/2019

 

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Alunos do interior do Amazonas aprendem a importância da floresta e biodiversidade Amazônica

02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-39

Mais de 40 estudantes da Escola Estadual Isaías Vasconcelos, no município de Iranduba, participaram de oficina e atividades interativas que trouxeram a reflexão sobre os ganhos e perdas que ocorrem no ecossistema com a manutenção e derrubada da floresta Amazônica. A atividade foi realizada na segunda-feira (2/12).

A ação faz parte do projeto intitulado “Brincando se a aprende: a importância da floresta e biodiversidade amazônica”, desenvolvido pela pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e coordenadora do projeto, Genoveva Chagas de Azevedo, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

O proje02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-29to foi desenvolvido em seis escolas, com alunos do Ensino Médio e Fundamental, da rede pública de Manaus, Iranduba, Manacapuru e Presidente Figueiredo. Também foi realizada oficina para simular o trabalho de campo no Bosque da Ciência do Inpa, para os visitantes em geral.

Segundo a coordenadora do projeto, Genoveva Azevedo, especificamente para esse projeto, o tema desenvolvido e debatido foi à floresta amazônica.

“Criamos uma espécie de jogo com base no que a gente ganha com a floresta em pé e o que a gente perde com a floresta no chão, trazer essa discussão levar informação de conhecimento científico  e propor essa reflexão aos estudantes  o que  a gente ganha , o que a gente perde se não cuidar da nossa floresta.  Sendo um debate tão presente e tão atual”, conta.

  Jogo

Segundo Genoveva, o jogo utiliza dois painéis, que retratam a floresta em pé, exuberante e o outro a floresta no chão (queimada/derrubada). Cada painel é composto por 20 quadrados nas laterais enumerados de 1 a 6, que os participantes escolhem após jogar o dado. Cada quadrado corresponde a uma possível consequência de cada cenário.  Ao final o aluno leva consigo um cartão informativo sobre o cenário apresentado.

02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-29

“Essa atividade possibilita ao estudante de forma lúdica e interativa o conhecimento sobre o papel da floresta no ecossistema. A gente acredita que o conhecimento aliado com o processo educativo e com a reflexão crítica, é possível que o cidadão se coloque também na condição de co-responsável  e isso venha gerar uma conduta diferente na questão dos cuidados com o meio ambiente”, disse.

O estudante Lucas Albuquerque, do 3º ano do ensino médio, que participou da atividade, conta que aprendeu muito com o tema abordado na oficina. “Achei legal, muitas coisas que ocorrem no processo natural da floresta que eu não conhecia. Isso permitiu que refletisse sobre a importância da floresta para nosso meio ambiente e também para nossa vida”.

Segundo a estudante, Larissa Dantas, também do 3º ano do ensino médio,  oficinas como essas nas escolas é muito importante para o conhecimento. “Aprendi mais do que nunca que devemos preservar nossa floresta, ela serve para tudo e se continuar o crescimento do desmatamento das florestas, nós seremos os maiores prejudicados”, disse.

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Para a coordenadora do projeto a iniciativa da Fapeam é fundamental, que editais como POP CT&I têm alcance bastante interessante junto à população.02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-55

 

“É

uma forma também de saber que existe investimento de popularização da ciência para apoiar pesquisadores, professores para desenvolver atividades dessa natureza, onde podemos criar mecanismos recursos que possam mediar essa discussão, essa questão do conhecimento científico. O pesquisador publica seu artigo,  mas  como vai fazer para decodificar isso? Como torna esse tipo de conhecimento acessível a outros grupos? e esse tipo de projeto é fundamental ele instiga e desafia o pesquisador a buscar uma forma de tornar esse  conhecimento acessível em uma linguagem que os cidadãos de um modo geral entendam”, relata a pesquisadora.

Por Jessie Silva

Fotos: Jessie Silva

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Alunos da rede pública participam de oficina sobre o estudo dos Fungos

Cerca de 20 alunos da Escola Municipal Aristophanes Bezerra de Castro, no bairro Cidade de Deus, participaram de oficina sobre a importância dos fungos para a manutenção das florestas. A atividade foi realizada na quarta-feira (27/11) no Museu da Amazônia (Musa), localizado na zona Leste de Manaus.

A oficina faz parte do projeto intitulado “Micoturismo no Museu da Amazônia (Musa): uma alternativa para o desenvolvimento turístico” apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

26.11.2019 - MICOTURISMO POP CTI - DRA. RUBY VARGAS - FOTOS ÉRICO X._-76

Projeto conta com por meio da Fapeam, por meio POP CT&I

O projeto coordenado  pela pesquisadora do Musa, Ruby Vargas-Isla, tem o objetivo  de proporcionar uma experiência de Micoturismo junto à comunidade externa e demonstrar a importância e usos dos macrofungos que é pouco conhecido pela população.

As atividades iniciaram na quinta-feira,14/11, e se estende até sexta-feira, 6/12, com palestras sobre a biodiversidade de macrofungos e trilhas no Fungário do Musa, para as escolas que tiverem interesse em levar seus alunos.  As oficinas são focadas na capacitação de multiplicadores do Micoturismo.

Segundo Ruby Vargas, o termo “Micoturismo” é a junção de Micologia (ciência que estuda os fungos) + Turismo, que é uma atividade turística conhecida  em países como Espanha e Portugal que busca promover o conhecimento e conservação dos fungos nativos, ao mesmo tempo utilizar este recurso natural como um atrativo turístico.

“O Micoturismo é considerado uma atividade social em crescimento, no qual contribui para a valorização das florestas. O projeto tem o intuito de popularizar por meio destas oficinas e poder implantar uma nova atividade turística no Estado do Amazonas”, conta.

Já participaram, desde o período inicial,  150 estudantes de sete escolas da rede de ensino estadual e municipal,  incluindo  uma turma de alunos do ensino médio e técnico em Agropecuária, do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

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Atividade foi realizada no Museu da Amazônia

O aluno do 5° ano do ensino fundamental, participante da oficina, João Pedro da Silva, conta que tinha conhecimento sobre os fungos, mas não sabia da importância dele para a natureza. “Eu aprendi que existe cogumelos comestíveis e tem sido uma experiência muito boa, porque além de ter uma importância para natureza podemos usar em nosso alimento,” disse.

Popularização

A pesquisadora também integra o grupo de pesquisas Cogumelos da Amazônia, do Instituto de Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), que tem a finalidade de  estudar os fungos, com ênfase aos formadores de cogumelos, do ponto de vista taxonômico, biológico, fisiológico e alimentício.

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150 alunos já participaram da atividade do POP CT&I

Ruby destaca que as oficinas fazem parte de um dos resultados do projeto, assim também como a produção de dois materiais de divulgação à popularização da ciência. “Como proposta do projeto  também tem a produção de uma cartilha que envolve ensinar a coleta de cogumelos durante o dia a dia e um Guia ilustrado de Macrofungos para melhorar a percepção e compreensão destes organismos pelo público em geral. Iremos também replicar essa ação no interior nos municípios de Novo Airão e Itacoatiara, com a participação de pesquisadores do Inpa,”conta.

Pop CT & I

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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II Jornada de Folkcomunicação tem apoio da Fapeam

Popularizar o conhecimento científico no campo da Folkcomunicação (Comunicação Popular) na região Amazônica é a proposta da “II Jornada de Folkcomunicação na Amazônia”, que ocorre entre os dias 25 e 29/11.  Realizado pelo Grupo de Pesquisa Trokano da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o evento conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (Pop CT&I), edital Nº 009/2019 .

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II Jornada Folkcomunicação é realizada na Ufam

A II Jornada reúne profissionais de comunicação, especialistas, professores e estudantes da área de comunicação social, e ocorre simultaneamente na Ufam, localizada no bairro Coroado, zona Leste da capital, e em Parintins, no campi da UEA, situado na Estrada Parintins Macurany.

Para o coordenador o GP Trokano e do evento, professor Allan Rodrigues, a II Jornada veio para consolidar a produção de trabalhos científicos na área da Folkcomunicação, promover o debate, a troca de experiência e o conhecimento entre os pesquisadores sobre as questões que envolvem a cultura popular e a comunicação na Amazônia.

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Coordenador do evento e professor Allan Rodrigues

“A programação compreende discussões e apresentações de trabalhos científicos, exposições fotográficas, palestras, mesas redondas, oficinas, minicursos, sessões de grupos de trabalhos com apresentação de pesquisas, mostras de vídeo e exposições com banners com resultados de trabalhos de conclusão de curso de graduação, além de promover debates sobre questões relativas às interfaces entre a comunicação, a cultura popular e o desenvolvimento sustentável”, ressaltou Allan.

Palestra

Na quarta-feira (27/11), com o tema “Rádio: entre a novidade e o de sempre, os desafios de um meio essencialmente popular”, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Luiz Ferraretto, falou entre outros assuntos sobre o papel do rádio nos tempos atuais, a crise econômica que atingiu também as emissoras de rádio comercial, a convergência do rádio com as novas possibilidades de comunicação oferecidas pela internet, o papel das universidades e dos profissionais nesse contexto. 

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Luiz Ferraretto considerado um dos maiores pesquisadores no Brasil na área de rádio.

“Tem muita emissora ainda achando que investir em tecnologia é mais importante que investir em ser humano e acha que o trabalhador é custo. O trabalhador é custo na planilha, mas é investimento no resultado que ele pode oferecer”, disse Ferraretto.

Segundo a estudante de jornalismo do 4º período, Sabrina Marinho, o evento foi riquíssimo por valorizar a diversidade da cultura popular no universo da comunicação, além da troca de experiência com o Luiz Ferraretto considerado um dos maiores pesquisadores no Brasil na área de rádio.

POP CT&I

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

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Confira programação da II Jornada de Folkcomunicação

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

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Fapeam e Imprensa Oficial discutem futuras parcerias institucionais

Possibilidades para futuras parcerias foi o sentimento que norteou o encontro entre os gestores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Imprensa Oficial do Amazonas (IOA). A reunião ocorreu nesta segunda-feira, 25/11, na sede da Fapeam, zona Centro-Sul de Manaus.

A retomada da versão imprensa da revista da Fapeam “Amazonas Faz Ciência”, um dos itens de pauta, foi anunciada pela diretora-presidente da Fundação, Márcia Perales.

“A revista é um excelente instrumento de popularização da ciência e de divulgação científica. Nossa intenção é que ela volte a ser impressa para que seja amplamente distribuída nas escolas, bibliotecas públicas e nos eventos promovidos pela Fapeam. Fizemos alguns ajustes necessários na linha editorial, para torná-la mais atraente e, agora, estamos chegando na fase de nos preparamos para a impressão”, salientou Perales.

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Mário Aufiero, diretor-presidente da IOA, destacou os investimentos em equipamentos de impressão que estão sendo feitos para a inauguração da Editora Imprensa Oficial do Amazonas, bem como para a modernização do Diário Oficial do Estado. Com isso ele espera oferecer celeridade e qualidade na produção gráfica da Editora.

A conversa entre os gestores apontou ainda para outras possibilidades de parcerias institucionais, que podem otimizar recursos e oferecer diferenciais para outras futuras publicações. “Com essa parceria, vamos fortalecer ainda mais o desenvolvimento científico-acadêmico, por meio da nossa editora, e estaremos atingindo esse objetivo, que é o de levar para todo o Estado do Amazonas, a cultura e informações científicas”, afirmou.

Márcia Perales reforçou ainda que a Fundação tem muito a contribuir com a Editora da IOA. “É muito importante divulgar os resultados das pesquisas realizadas no Amazonas e fomentadas pela Fapeam. A Revista Amazonas Faz Ciência é um dos meios de propagação dessas informações, mas vamos avançar. Neste sentido, parcerias e contribuições institucionais podem fortalecer a relação Fapeam-IOA”, comentou.

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A reunião contou ainda com a participação da diretora administrativo-financeira da Fapeam, Márcia Irene Andrade, e assessores das duas instituições.

Revista Amazonas faz Ciência 

A revista Amazonas faz Ciência é produzida pela Fapeam com a finalidade de difundir o conhecimento e propagar para a população informações sobre ciência, tecnologia e inovação (CT&I). Criada em 2005, a revista oferece reportagens sobre pesquisas apoiadas pela Fapeam.  De 2015 a 2018 passou a ser disponibilizada apenas na versão digital.

Por: Marlúcia Seixas

Fotos: Yraq Lima

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Fapeam divulga resultado das propostas submetidas ao PROPG-Capes/Fapeam- edital N°001/2019

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou nesta quinta-feira (21/11) o resultado do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições Fora do Estado do Amazonas (PROPG-Capes/Fapeam), edital N°001/2019. No total, 55 bolsas foram aprovadas, por meio da parceria entre Fapeam e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), sendo 11 bolsas para mestrado e 44 para doutorado, para alunos residentes no Amazonas, matriculados em cursos de pós-graduação stricto sensu, credenciados pela Capes.

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Com investimento de 3.479.300,00 (três milhões e quatrocentos e setenta e nove mil e trezentos reais), o programa apoia a formação de recursos humanos  em áreas estratégicas nas quais o Estado do Amazonas ainda não possui programas de pós-graduação em nível de mestrado ou doutorado. As bolsas contempladas nesta edição são  nas seguintes áreas  do conhecimento: Engenharias, Linguística, Letras, Artes, Ciências da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Ciências Agrárias, Ciências Exatas e da Terra. 

A bolsa de mestrado corresponde ao valor de R$1.500, com prazo máximo de 24 meses.  Para doutorado, o valor é de R$2.200, com vigência máxima de 48 meses, a contar da data de início do curso informada no comprovante de matrícula e na declaração de início do curso. 

Acesse aqui o resultado do PROPG-CAPES/FAPEAM edital N°001/2019

Por: Helen de Melo

Arte: Suellen Sousa

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INCTs do Amazonas apoiados pela Fapeam são destaques em Seminário de Avaliação do CNPq

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) promoveu em Brasília, no período de 19 a 21 de novembro, o  III Seminário de Avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs). Do Amazonas, participaram o INCT Madeiras da Amazônia e Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta), coordenados pelos pesquisadores Niro Higuchi e Adalberto Val, respectivamente, ambos do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), que fizeram excelentes apresentações dos projetos fomentados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e CNPq.

A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, participou do Seminário, cujo objetivo foi avaliar a execução dos projetos e resultados. O INCT Madeiras da Amazônia tem a finalidade de aumentar o rendimento da indústria de base florestal da região amazônica com análise de crescimento e incremento de florestas manejadas, além de contribuir com a inovação da indústria florestal/madeireira por meio de desenvolvimento de técnicas e processos adequados às espécies amazônicas.

capa

O INCT Adapta analisa a linha de interações organismo-ambiente por meio de ferramentas modernas de observação, sensoriamento remoto, aspectos bioquímicos, fisiológicos e ecológicos. Também como diferentes grupos animais e vegetais conseguem sobreviver a extremos ambientais similares e, da mesma forma, como os que não conseguem, percebem as mudanças e emigram. Estes estudos incluem espécies de peixes, plantas aquáticas, dentre outros. Os resultados dessa abordagem constituirão um Banco de Dados para a definição de potenciais biomarcadores, objeto central da segunda linha de pesquisas do Centro.

A programação do Seminário contou ainda mini-simpósios, mesa-redonda e divulgação e popularização científica, além de espaços de interação entre os INCTs e os setores público e privado.

Seminário

O III Seminário visou avaliar o andamento da execução dos 105 INCTs vigentes. O evento é estratégico para o Programa, uma vez que oportuniza a identificação dos avanços alcançados pelos INCT, além de permitir que se visualizem oportunidades de aprimoramento e de eventuais ajustes de metas e/ou cronogramas.

A avaliação dos projetos é de responsabilidade do CNPq e do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE)  que tem trabalhado de forma articulada com o Conselho para a avaliação do Programa como um todo.

Fapeam com informações do CNPq

 

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Programa Centelha Amazonas será apresentado em Manacapuru

O Programa Centelha Amazonas que tem o objetivo  de transformar ideias inovadoras em empreendimentos de sucesso será apresentado pela equipe da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) durante ação realizada na terça-feira (19/11) na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), situada na rua Waldemar Ventura, 230- Aparecida, em dois horários de 8h às 12h e 14h às 16h, no município de Manacapuru.

Seguindo o roteiro de divulgação do Programa, a apresentação será feita pela coordenadora em exercício do Centelha pela Fapeam, Liliane Valente. Aberto ao público, os participantes poderão conhecer  e  esclarecer dúvidas em relação ao programa.

Os parceiros do Programa Centelha que participam desta ação são: UEA, Câmara de Dirigentes e Lojistas (CDL- Manacapuru), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae- Manacapuru) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac- Manacapuru).

Inscrição

A Fapeam prorrogou até o dia 29 de novembro o prazo para a submissão de ideias ao Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores – Centelha/AM, edital Nº 011/2019. As inscrições podem ser realizadas de forma gratuita no endereço eletrônico www.programacentelha.com.br, clicando no mapa do Amazonas.

O Programa é realizado em 21 unidades federativas. No Amazonas,  o Programa é desenvolvido pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), e visa apoiar ideias inovadoras para transformá-las em negócios de sucesso.

Sobre Centelha

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Acesse o edital do Programa Centelha Amazonas

Por Jessie Silva

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Universitários de Manaus participam da maior competição de Biologia Sintética do mundo

Equipe formada por alunos de universidades do Amazonas participaram da International Genetically Engineered Machine Competition – iGEM para apresentar resultados parciais do projeto de pesquisa “Construção de Bactéria Geneticamente Modificada para Entrega Intratumoral de Agentes Terapêuticos”, que tem o objetivo de desenvolver uma bactéria para combater o câncer.

O iGem é uma competição que visa colocar equipes de universidades do mundo todo para resolverem problemas, a partir da aplicação de técnicas de Biologia Sintética. O evento ocorreu no período de 31 de outubro a 4 de novembro na cidade Boston, Estados Unidos (EUA).

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Segundo a vice-coordenadora do projeto e professora da Universidade do Federal do Amazonas (Ufam), Lorena Marçal, a equipe levou os resultados iniciais do projeto, o qual visa engenheirar uma bactéria para  identificar e distinguir características próprias de um tumor.

“Dessa maneira, ao detectar o tumor, as bactérias seriam estimuladas (pelas próprias características do tumor) a produzir e secretar localmente um agente anticancerígeno. Ainda em fase inicial, a proposta da equipe é utilizar uma bactéria probiótica – não patogênica- que coloniza preferencialmente sítios tumorais, aumentando a segurança e especificidade do tratamento”, conta.

Grupo de pesquisa

O grupo é coordenado pelo professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Spartaco Astolfi Filho, reconhecido pelo trabalho na área de engenharia genética, e  pela professora  também da Ufam, Lorena Marçal.

A equipe  tem caráter multidisciplinar e conta com 16 alunos  de graduação  de três instituições de ensino do Amazonas: Ufam, Instituto Federal do Amazonas (Ifam) e Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), dos cursos de Biotecnologia, Engenharia de Software, Farmácia, Física, Biomedicina e Medicina, somado a colaboração de 2 estudantes de mestrado e professores de diversas áreas de conhecimento da Ufam e um estudante de ensino técnico do Ifam.

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De acordo com Lorena Marçal a equipe  foi contemplada através da emenda parlamentar de autoria do ex-deputado Luiz Castro Andrade Neto, e conta com apoio da  Ufam e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio da Resolução N.014/2019 do Programa de Apoio a Projetos Financiados por Emendas Impositivas (PROEMEND) e das instituições privadas Cristália – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda, Instituto Serrapilheira, Cellco Biotec, e Fundação Amazônica para Proteção da Biosfera (FDB).

“A equipe do Igem-amazonas foi o primeiro grupo de pesquisa do Amazonas a receber apoio financeiro usando emendas parlamentares por meio da implementação de um programa institucionalizado”, comenta a professora.

A professora destaca a importância da participação dos estudantes no evento internacional.  “A participação em um evento internacional dessa magnitude é capaz de transformar paradigmas e mudar os rumos das carreiras desses alunos. Além de trazer muita informação e inspiração para esses jovens cientistas, por meio de palestras, workshops, rodas de conversa e uma série de espaços interativos, a participação promove o contato entre estudantes e pesquisadores de vários países e culturas e abre possibilidades de colaborações e intercâmbios. O caráter global e multidisciplinar da competição permite ainda uma boa divulgação e visibilidade dos projetos de pesquisa que realizamos  em Manaus”relata.

iGEM

É uma competição internacional, o maior evento de inovação tecnológica da área da biologia sintética promovido pela Fundação Internacional de Máquinas Geneticamente Modificadas (do inglês, International Genetic Engineered Machine Foundation). A Fundação iGEM é uma organização independente, sem fins lucrativos, pioneira no avanço da biologia sintética através de atividades como educação, competição e colaboração com indústrias. A competição empodera diversas pessoas para que resolvam problemas locais ao redor do mundo através de uma engenharia biológica segura e com soluções responsáveis.

Por Jessie Silva

Com informações da Ufam

Fotos 1: Igem Foundation e Justin Knight

Fotos 2: cedidas pelo pesquisador

 

 

 

 

 

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Roda de conversa debate futuro da pós-graduação

O futuro da pós-graduação foi o tema da roda de conversa realizada durante o I Encontro de Pós-Graduação do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) nesta sexta-feira (1/11). A atividade reuniu professores, coordenadores de cursos, diretores de instituições de ensino e pesquisa que apresentaram aos alunos um breve diagnóstico da pós-graduação e os efeitos causados pelos cortes de bolsas e investimentos do Governo Federal, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e  do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Roda de conversa reúne professores, coordenadores de cursos, diretores de instituições de ensino e pesquisa

Participaram do  diálogo a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales;  a vice-diretora de Ensino do ILMD/ Fiocruz Amazônia, Claudia María Ríos Velásquez; a coordenadora de pós-graduação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Patrícia Melchionna Albuquerque; a diretora do departamento de Acompanhamento e Avaliação das Pós-Graduação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Adriana Malheiro Alle Marie; o coordenador de ações internacionais do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Fábio Trindade; o  diretor da Escola de Enfermagem de Manaus da Ufam, Esron Soares, e o coordenador geral da Associação de Pós-Graduandos da ILMD/Fiocruz Amazônia, Richarlls Martins.

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Márcia Perales- diretora-presidente da Fapeam

Márcia Perales lembrou que a Fapeam é uma instituição nova (16 anos), e que ao longo de sua vida passou por momentos de ascensão, com recursos significativos para investimentos, mas que também a instituição teve um período de declínio nos investimentos.

Ressaltou que em 2019, num esforço do governador do Amazonas, Wilson Lima, a Fapeam está retomando os investimentos em programas que atendem às suas linhas de ação, em especial a de formação e capacitação de recursos humanos para ciência, tecnologia e inovação (CT&I). Na oportunidade, Marcia Perales, conclamou os atores diretamente envolvidos com os cursos de pós-graduação para unirem esforços, a fim de que os programas de pós-graduação no Estado avancem, e os convidou para a reunião a acontecer no dia 7 de novembro,  com a diretora de avaliação da Capes, Sônia Nair Báo, em Manaus, para tratar da Avaliação do Sistema Nacional de Pós-Graduação da Capes (SNPG/Capes).

Claudia María Ríos Velásquez (ILMD/Fiocruz Amazônia) falou dos esforços que estão sendo feitos pela Fiocruz para a manutenção dos cursos e da oferta de bolsas para os alunos da pós-graduação. Porém, alertou que para o 2020, “a expectativa é incerta; o futuro não está muito claro”, sinalizando que, caso permaneça esse cenário de falta de investimentos,  os cursos da Unidade da Fiocruz no Amazonas e o quantitativo de bolsas podem ser afetados.

Patrícia Melchionna Albuquerque (UEA) e Adriana Malheiro Alle Marie (Ufam) manifestaram a mesma preocupação, apesar de reconhecerem o esforço do Governo do Amazonas, para a manutenção dos programas de pós-graduação e de bolsas para os estudantes.

01.11.2019 - RODA DE CONVERSA SOBRE O FUTURO DA PÓS GRAD. - FOTOS ÉRICO X._-62

Sérgio Luz-diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia

Sérgio Luz, pesquisador e diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, endossou as colocações feitas por Márcia Perales, e ressaltou que os investimentos da Fapeam neste ano deram fôlego para  a manutenção do número de bolsas para alunos, bem como para a realização de ações e atividades no Instituto.

Ao final do Encontro, alunos dos cursos de mestrado e doutorado da Fiocruz Amazônia reuniram-se com Richarlls Martins, para uma possível formação de associação local em defesa da CT&I e de interesses dos pós-graduandos da Unidade.

Por: Márlúcia Seixas

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