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Fiocruz Amazônia abre inscrições para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia

De 4 a 7 de dezembro, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), realiza o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia.  O evento acontecerá 9 às 17h, no Salão Canoas, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

O Seminário é direcionado a estudantes de pós-graduação e pesquisadores. Está dividido em duas atividades: a primeira, é o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”, que ocorrerá nos dias 4 e 5/12; a segunda acontecerá nos dias 6 e 7/12, e serão palestras ministradas por pesquisadores convidados nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas no campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como abordarão tópicos importantes sobre pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

O evento é realizado pelo ILMD/Fiocruz Amazônia e tem como parceiros a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Inscrições

Os interessados em participar do evento devem enviar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve conter a indicação de qual a atividade quer participar ou se quer inscrever-se para as duas (minicurso e palestras). Além disso, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do minicurso e/ou seminário, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisadores.

Para o minicurso estão sendo oferecidas 10 vagas. Para as palestras, 100 vagas estão sendo disponibilizadas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

Sobre o PPGBIO- Interação

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Fonte- ILMD/Fiocruz Amazônia

 

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Pesquisas científicas na área da saúde são avaliadas em seminário no Amazonas

Estudos fazem parte do Programa de Pesquisa para o SUS desenvolvidos com apoio da Fapeam em parceria com MS, CNPq e Susam

Os resultados de 29 pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação desenvolvidas na área da saúde no Amazonas foram apresentados durante o Seminário de Avaliação do Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão compartilhada em saúde (PPSUS), que ocorreu nos dias 23 e 24 de novembro.

O PPSUS é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (Susam). Nas três chamadas públicas do edital, lançadas de 2012 a 2013, foram investidos mais de R$ 5 milhões.

O programa tem como objetivo apoiar a execução de projetos de pesquisa que promovam a formação e a melhoria da qualidade de atenção à saúde no Estado no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), representando significativa contribuição para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia & Inovação em Saúde e para a implantação das redes de atenção à saúde no Amazonas.

O Secretário de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), Estevão Monteiro de Paula, disse que a saúde é área prioritária do Governo do Estado e que a pesquisa científica é fundamental neste campo.

“É importante que continuem sendo desenvolvidas pesquisas na área da saúde. Gostaria de agradecer aos consultores, que participaram da avaliação dos projetos do PPSUS, dedicando-se para que possamos continuar gerando conhecimento e trazendo benefícios a população amazonense”, disse

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Diretor -presidente da Fapeam, René Levy Aguiar, disse que há previsão de lançar, em 2018, um programa específico para a saúde, a exemplo do PPSUS

Durante o seminário, o diretor-presidente da Fapeam, René Levy Aguiar, elogiou o trabalho desempenhado por todos os envolvidos no PPSUS e destacou a importante parceria realizada pelo Governo do Amazonas, via Fapeam, com o Governo Federal por meio do Ministério da Saúde.

“Temos a perspectiva de continuar avançando em projetos que são de suma importância para o Estado do Amazonas como é o caso, em especial, os da área da saúde”, disse.

Levy lembrou ainda que a avaliação das propostas submetidas à chamada pública de N° 001/2017 do PPSUS, lançada em maio deste ano, já estão em fase conclusiva pela Fapeam, CNPq e Ministério da Saúde. Antecipou ainda que há previsão de lançar, em 2018,  um programa específico para a saúde, a exemplo do PPSUS, mas que prevê a participação da iniciativa privada e instituições de fora do Estado.

“Temos um edital que já está sendo elaborado para que seja homologado, prevendo diversas parcerias. O Governo do Amazonas tem atenção especial à área da saúde que precisa levar em conta, principalmente, as peculiaridades da nossa região, para que, dessa forma, possamos somar esforços no sentido de minimizar as dificuldades e estabelecer melhores condições e alternativas para nossa população”, completou Levy.

Roberta Ataídes, que faz parte da equipe técnica do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE) do MS, ressaltou a importância do PPSUS na saúde local e disse que o programa traz a possibilidade de fazer pesquisas conforme as demandas do Estado.

“O programa traz mais realidade para que esses projetos sejam incorporados no Sistema Único de Saúde (SUS). Participar do seminário é importante para sabermos os resultados dessas pesquisas e como elas podem contribuir na saúde local”, informou.

Avaliação

Todos os projetos desenvolvidos no âmbito do PSSUS foram avaliados, criteriosamente, por um grupo de consultores formados por doutores qualificados e renomados.

A doutora em Ciências, Paula Moreira, da Universidade de Pernambuco e da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (UPE/Hemope), destacou que o PPSUS é um programa incrível que faz a integração do ensino e serviço. Em relação aos projetos, Paula informou que ficou bem impressionada e que todos cumpriram, rigorosamente, os objetivos propostos dentro do PPSUS.

“O PPSUS no Estado foi um sucesso, virmos a integração do ensino e do serviço através das universidades e das fundações de saúde que são muitas no Amazonas”, “Todos os projetos atendem muito bem os problemas, que são bem específicos, da Amazônia”, elogiou.

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Resultados dos projetos desenvolvidos no âmbito do PPSUS foram avaliados por pesquisadores qualificados e renomados

Na avaliação do doutor em Microbiologia, Bruno Mota, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), todos os projetos aprovados são interessantes e com aplicabilidade para o SUS.

“Achei muito interessante que tivemos várias vertentes e projetos como de doenças infecciosas, não infecciosas, alguns agravos à saúde, mas todos bem focados na questão da saúde do Estado”, contou.

Já a Doutora em Medicina, Sueli Carneiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse que ficou contente com a qualidade das pesquisas científicas apresentadas no seminário. Segundo Sueli, isso mostra que o Estado do Amazonas está bem inserido dentro do desenvolvimento tecnológico e educacional do país e também e com a inserção internacional.

“Os projetos foram excelentes e vejo que todos os pesquisadores do Amazonas estão envolvidos com o desenvolvimento da região. e creio que todos esses projetos têm a sua aplicação no SUS”, enalteceu.

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Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos- Decon

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Estudantes do PCE expõem trabalhos em shopping de Manaus

Três projetos do PCE envolvendo sustentabilidade, jogos lúdicos e na área da saúde foram apresentados ao público na última segunda-feira (30)

Três projetos desenvolvidos no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE) participaram na última segunda-feira (30) de uma exposição realizada no Espaço Cultural da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping.  Produtos feitos a partir de materiais reciclados, jogos lúdicos para o  ensino da disciplina da Geografia e cuidados com a saúde foram os trabalhos apresentados ao público pelos bolsistas de alfabetização científica do programa.

O programa é desenvolvido pelo Governo do Amazonas via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, em parceria com as Secretarias Estadual e Municipal de ensino, e permite a produção da ciência dentro do espaço escolar por meio do desenvolvimento de projetos de pesquisa que oportunizam a formação acadêmica e a transformação do pensar, fazer e entender ciência pelo cidadão.

O projeto intitulado ‘Jovens empreendedores: artesanato sustentável’, realizado na Escola Municipal Vicente de Paula, no bairro Japiim, mostrou os produtos desenvolvidos na escola a partir das ações da educação ambiental e reaproveitamento dos materiais como garrafa pet e caixas de leite, que antes teriam como o destino o lixo.

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Bolsistas do PCE reaproveitam materiais descartados e transformam em produtos sustentáveis em Manaus

A atividade é realizada com alunos do 6º ano do ensino fundamental. De acordo com a coordenadora do projeto, Socorro Brelaz, a ideia de trabalhar essa ação na escola surgiu ao ver a grande quantidade lixo jogado nas ruas.

Na prática, os alunos aprendem sobre a reciclagem e a importância da sustentabilidade na preservação do meio ambiente.

“Os alunos se tornaram multiplicadores deste conhecimento, eles fazem as coletas dos materiais que serão usados para confeccionar os produtos. Utilizamos caixas de leite, CD, garrafas plásticas e retalhos de tecidos que são transformados em jogos, enfeites natalinos, objetos de decoração para casa e utilidades”, disse a professora.

A bolsista do projeto Lívia Oliveira contou que já aprendeu muito sobre quais  produtos podem ser criados a partir do reaproveitamento de materiais, além de saber a importância da reciclagem e como tudo isso impacta no meio ambiente.

Para a Lorena Flávia, que também participa do projeto, a atividade traz benefício não apenas aos estudantes da escola, mas para toda sociedade.

“Isso nos ajuda fazer com que as pessoas entendam sobre o que é reciclagem, um incentivo para não descartarem o lixo em qualquer lugar”, destacou.

Jogos Lúdicos

 Os jogos lúdicos utilizados por estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, também foram expostos no Ecam. O projeto intitulado ‘Os Jogos Lúdicos no Ensino-Aprendizagem nas Aulas de Geografia’ trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou como os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola. De acordo com a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade desperta e aumenta o interesse dos estudantes pela disciplina de Geografia.

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Jogos lúdicos têm aumentado o interesse e desempenho de alunos na disciplina de Geografia

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

 Saúde

Na área da saúde, os bolsistas do PCE do ensino de Educação de Jovens e Adultos (EJA) realizaram aferição de pressão, tudo supervisionado pelo coordenador do projeto, o professor da disciplina de Ciências Arthur Castro.

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Projeto do PCE desenvolvido na área da saúde  tem objetivo de fazer um  pré-diagnóstico verificando a pressão dos alunos e funcionários da escola

O projeto intitulado ‘Pré-diagnóstico da Hipertensão Arterial’ desenvolvido na Escola Municipal Madre Tereza de Calcutá, no bairro Jorge Teixeira, tem o objetivo de desenvolver ações de rastreamento de possíveis hipertensos inseridos na escola.

“Queremos fazer um pré-diagnóstico para verificar pressão dos alunos e funcionários. Todos os alunos da escola estão envolvidos na atividade. Eles têm mostrado um desempenho muito bom dentro do projeto, aprendendo todo dia e na prática como é realizada a pesquisa científica” disse o professor.

A estudante Adriana Campos informou que esta é a primeira vez que participa de um projeto que envolve pesquisa científica. Ela informou que por essa experiência tudo indica que seguirá carreira na área da saúde.

“Com esse incentivo tenho a oportunidade de crescer e adquirir mais conhecimento. É um trabalho em conjunto que permitirá eu chegar na graduação mais preparada, no que diz respeito a pesquisa”, disse Adriana.

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Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

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Projeto de pesquisa ensina educação financeira em escola pública em Manaus

Estudo é realizado no âmbito do PCE da Fapeam que envolve turmas do 1º ano do Ensino Médio

Ser consumidor ou consumista? Esse é um dos diversos questionamentos realizados no projeto “Educação Financeira na Escola: Planejando a Vida”, realizado por estudantes do 1º ano do ensino médio da Escola Estadual Profª Adelaide Tavares de Macedo, situada no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus.

O projeto, que é coordenado pela professora de Artes e Sociologia Mariá de Nazaré Conceição Sena, é realizado no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e conta com a participação das alunas Adria Cristina, Giovanna Galvão e Suzyane Oliveira. Além das bolsistas, as turmas de 1º ano do turno matutino participam das atividades do grupo de pesquisa.

Segundo a professora Mariá, o projeto tem a proposta de trabalhar a cultura da prevenção voltada à educação financeira. Ela conta que o estudo busca também orientar os alunos sobre o comportamento deles em sociedade e como ser um consumidor e não um consumista.

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Estudantes aprendem na prática, desde cedo, como planejar a mesada e a ajudar no orçamento familiar

 

“Eles (alunos) aprendem a se planejarem financeiramente desde cedo. O planejamento vai desde a redução do consumo de energia até questões sobre como fazer compras de forma sustentável. Será que devo comprar aos pouquinhos ou devo me planejar para ir ao supermercado e comprar tudo de uma vez?”, questiona.

Mariá destacou que além do conhecimento repassado durante as atividades do projeto, os alunos são incentivados a serem multiplicadores dos conceitos aprendidos. A ideia é que seus familiares, amigos e conhecidos também compreendam a importância da educação financeira.

“Vamos tornar os alunos multiplicadores de ações. Tudo o que eles aprendem na escola vão passar de alguma forma para família deles. Por exemplo, nós fizemos estudo dos 5R’s que vão desde repensar suas atitudes até reciclar. Os alunos também irão trazer de casa as contas de energia e criaremos uma dinâmica para fazer a redução desse gasto no imóvel”, contou.

Conforme a professora, a dinâmica será realizada em todas as turmas nas quais ela ministra aula. O desafio será avaliado como nota do terceiro bimestre. Os alunos irão listar todos os eletroeletrônicos que possuem em casa e a forma de interação das pessoas com esses objetos.

“Outra questão que a gente trabalha dentro do projeto é análise da fatura do cartão de crédito e como as pessoas se programam para comprar e pagar suas contas. Analisamos também à lista de compras de supermercado”, ressaltou Mariá.

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A ideia é que familiares, amigos e conhecidos também compreendam a importância da educação financeira

 

A proposta de fazer multiplicadores do conhecimento sobre educação financeira tem dado certo. A bolsista Adria Cristina conta que mudou seus hábitos de consumo e que seus familiares também têm se enquadrado nesse novo momento. Segundo a bolsista, a redução do valor da conta de energia é a prova de que o projeto tem alcançado seus objetivos.

“Consegui aprender várias coisas que eu fazia de errado e com dinheiro que gastava com besteiras posso usar em coisas melhores. Por exemplo, eu compro roupas novas e dou as antigas pra quem precisa. Outra coisa, quando todo mundo sai de casa eu tiro todos os objetos das tomadas. Hoje pagamos R$ 121 de energia, antes pagávamos muito mais. É um alívio. Quando saímos para fazer compras sempre pergunto para minha mãe se aquilo que estamos comprando é realmente preciso”, ressaltou.

Assim como Adria, a bolsista Giovana Galvão também tem repensado a maneira de consumir e planejar seu orçamento. “Estou gostando bastante do projeto porque agora consigo pensar melhor em como gastar o dinheiro que recebo dos meus pais e não gastar com besteiras. Penso sempre em investir em alguma coisa maior”, disse.

Para a bolsista Suzyane Oliveira, o estudo tem sido uma base que incentiva o estudante a pensar e planejar o futuro. “Quando estiver mais adulta já vou ter essa base e vou saber como investir ao invés de ficar gastando e não ter nada de volta, como muitos adultos fazem. Então, acho que se a gente economizar a partir de agora o nosso dinheiro, pra faculdade ou pra comprar nossa casa futuramente, é mais importante”, finalizou.

 O PCE

O programa incentiva a atração de alunos e professores ao mundo da pesquisa científica no ambiente escolar, envolvendo-os, a partir do 6º do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, em projetos de cunho científico ou tecnológico. Ao todo, 396 propostas foram aprovadas pela Fapeam e contemplam Manaus e outros 35 municípios do Estado.

 

Texto e fotos:  Decon

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