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Campanha Janeiro Branco enfatiza a importância dos cuidados com a saúde mental

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A Campanha Janeiro Branco tem como principal objetivo discutir a saúde mental. A escolha do primeiro mês do ano foi pensada porque normalmente, o início do ano, costuma ser um período de reflexão sobre o desejo tanto de cumprir metas quanto repensar as metas que não foram alcançadas no ano anterior como, por exemplo, cuidar da saúde e melhorar o estilo de vida.

Para falar sobre o assunto o Portal da Fapeam conversou com o médico psiquiatra, Rozenval Levinthal. Boa leitura!

 Fapeam: Qual o principal objetivo da Campanha Janeiro Branco?

Rozenval Levinthal: É alertar, dar visibilidade e conscientizar a sociedade sobre as questões relativas à saúde mental e, o impacto dessas questões na vida cotidiana das pessoas. Até bem pouco tempo a saúde mental era relegada a último plano como uma doença silenciosa, em que as pessoas sofriam e eram praticamente invisíveis. Com a mobilização, especialmente dos profissionais da área de saúde mental (psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e etc.), a situação veio à tona e, hoje a doença mental é muito mais discutida e valorizada que algum tempo atrás. Estamos saindo dessa área de invisibilidade e nos tornando mais visíveis. A prevalência das doenças mentais está aumentando muito, aliás, as doenças e os transtornos mentais serão considerados na próxima década como os males mais prevalentes do ser humano.

Fapeam: Por que as doenças mentais serão mais prevalentes?

R.L: Um das causas é principalmente porque melhoraram as condições de diagnóstico. Hoje, as pessoas procuram mais os serviços de atendimento, não têm tanta vergonha de se expor e buscarem tratamento. A outra causa são as condições de vida, trabalho e pressão social que se tornaram maiores atualmente. As pessoas estudam, trabalham, têm que sustentar a família, tem a questão dos relacionamentos e, tudo isso gera muita pressão social. As pessoas são muito mais cobradas e, muitas vezes elas não têm mecanismos compensatórios e, acabam desenvolvendo a doença ou o transtorno mental.

Fapeam: O que são esses mecanismos compensatórios?

R.L: São processos mentais que a maioria das pessoas tem para evitar o adoecimento. A resiliência, por exemplo, que é capacidade de resistir às pressões e, se manter ativo apesar das contrariedades, isso varia muito de pessoa para pessoa. Por exemplo têm pessoas com mais facilidade para superar problemas até mesmo sem ajuda, outras pessoas adoecem mais facilmente. Isso, provavelmente é devido a questões genéticas, a vulnerabilidades sociais, questões relacionadas à infância, relações sociais desde o nascimento, se houve traumas. Na verdade é uma questão muito complexa, mas o fato é que algumas pessoas têm mais susceptibilidade ao adoecimento mental que outras, especialmente se ela já tem componentes genéticos e históricos de doença mental na família.   

Fapeam: Quais são as doenças mentais?

R.L: Primeiro é preciso fazer uma diferença entre doença mental e o transtorno mental. O conceito em si de doença significa uma patologia, nesse caso, uma alteração na saúde mental. Podemos citar alguns exemplos de doenças mentais: transtorno bipolar, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do estresse pós-traumático e a esquizofrenia, esta última é uma doença mental que tem causas e sintomas bem conhecidos e estabelecidos. Nós conhecemos os fatores que levam a essa doença, como a história genética, sinais, sintomas e tratamento. Por isso, hoje o diagnóstico de esquizofrenia é muito mais seguro e, dependendo do grau da doença: leve, moderado ou grave ela pode ser incapacitante para o paciente. A doença mental uma vez estabelecida, na maioria das vezes é incisiva, discriminatória e incapacitante, tem o tratamento, mas não tem cura. Já o transtorno mental, geralmente, tem uma incidência menos incapacitante e, é uma alteração que pode ou não ser passageira, é normalmente pontual como, por exemplo, transtorno de ansiedade que pode está relacionado a certo episódio na vida de uma pessoa e, que causa sofrimento mental. Após o tratamento medicamentoso ou psicoterápico, geralmente, a pessoa tem cura, outras vezes o transtorno persiste por mais tempo. Mas tanto as doenças quanto os transtornos mentais levam a pessoa ao sofrimento.

Fapeam: Por que a escolha do mês de janeiro para tratar sobre saúde mental?

R.L: Normalmente como é o início do ano as pessoas se propõem a cumprir metas e, dentre essas metas está geralmente cuidar da saúde e melhorar o estilo de vida. Quando vira o ano é uma nova oportunidade de vida, das pessoas reverem as suas prioridades na tentativa de fazer com que elas priorizem a saúde mental. Então, a campanha é para conscientizar e aproveitar essa empolgação e motivação das pessoas para correr atrás do tratamento. A cor branca é significativa porque ela expressa uma folha em branco para você reescrever a sua vida, uma oportunidade de repensar, de mudar a sua trajetória, de mudar o seu estilo de vida. Simbolicamente entregando uma folha em branco para que você reescreva a sua história.

Fapeam: Para quem a campanha é direcionada?  

R.L: É direcionada não somente para os pacientes, mas especialmente para as pessoas que estão ao redor deles, como os familiares, os amigos e a população em geral para chamar atenção para o sofrimento muitas vezes silencioso dessas pessoas. O paciente tem vergonha, medo de falar aquilo que ele está sentindo e ser discriminado. Os próprios amigos às vezes minimizam o problema, com convites para sair, se divertir, ir a festas, isso acaba oprimindo a pessoa que está em sofrimento de modo que ela tende muitas vezes a acreditar que isso é passageiro e vai retardando o diagnóstico e o tratamento.   

Fapeam: Em que momento se deve começar a preocupação e a cuidar da saúde mental?

R.L: Todos nós deveríamos ser estimulados a fazer uma avaliação sobre nossas condições psicológicas, especialmente, os profissionais que lidam com a saúde mental (psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e etc). O trabalho dessas pessoas é muito estressante porque exige muita dedicação ao lidar com o sofrimento crônico de outras pessoas. Nós que somos trabalhadores da saúde mental precisamos parar e olhar para a nossa vida e ver o que nós estamos fazendo, tendo jornadas estressantes, plantões em cima de plantões, isso acaba adoecendo os profissionais da saúde mental. Então para essas pessoas especificamente é preciso começar a se questionar e muitas vezes consultar outro profissional.

Fapeam: Qual a importância dessa conscientização?

R.L: A maioria das pessoas ao tratar o assunto acaba minimizando, ou seja, as pessoas não priorizam o atendimento à saúde mental, às vezes só buscam tratamento quando o quadro já está estabelecido, esquecem fundamentalmente a prevenção que na maioria das vezes é relativamente simples. Quando a pessoa começa a sinalizar um problema é o momento da pessoa parar e buscar ajuda, ou pelo menos, procurar olhar para dentro de si e projetar as perspectivas, será se eu tenho condições de melhorar a minha vida, será se isso não vai causar problemas no futuro?

Fapeam: Onde se deve procurar ajuda especializada para que se defina a melhor rota terapêutica?

R.L: Unidades Básicas de Saúde (UBS) Unidade de Saúde da Família, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Policlínicas e Hospital Psiquiátrico Eduardo que atende casos de urgência e emergência.   

 Por: Helen de Melo

 

 

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Cartilha produzida por estudantes do Amazonas alerta sobre consumo de álcool entre universitários

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O consumo abusivo de álcool mata mais 3 milhões de pessoas por ano, uma em cada vinte mortes está relacionada com o consumo de bebidas alcoólicas. Entre jovens de 20 a 29 anos a taxa alcança 13,5% , os dados são do Relatório Global sobre Álcool e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2018. Com pensamento de contribuir para redução desse índice, no Amazonas, universitários produziram uma cartilha educacional sobre o alcoolismo, com informações sobre o consumo de álcool no Brasil, prevenção e como o excesso da bebida  impacta negativamente na vida das pessoas.

A cartilha educativa destina-se a jovens universitários que em qualquer momento da graduação podem vir a experimentar bebidas alcoólicas e desenvolver hábitos em níveis nocivos. Diante disso, o material vem para contribuir com mais informações sobre o tema, estimular estudos, debates e reflexão sobre o assunto, principalmente entre jovens e estudantes.

Clique aqui para acessar a Cartilha Consumo de Álcool entre Universitários

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Rafaela Oliveira- graduanda em Medicina pela UEA

O projeto “Construção e validação de cartilha educacional sobre alcoolismo para estudantes universitários” foi desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), pela graduanda em Medicina, Rafaela Oliveira, que cursa o 7º período na Universidade Estado do Amazonas (UEA), sob a orientação da professora doutora, Elizabeth Texeira.

De acordo com dados da pesquisa contidos na cartilha, no Brasil 19% dos universitários brasileiros já experimentaram algum tipo de bebida alcoólica. Dentre esses, 22% estão em risco de dependência.

Pesquisa

Para elaboração do material, foi  aplicado um estudo com 91 estudantes, dos cursos de Medicina, Odontologia, Enfermagem e Educação Física da UEA, por meio de Tecnologias Educacionais (TE), uma metodologia importante para mediar práticas educativas com diversos públicos sobre diferentes assuntos, e dentre tantos, a prevenção do alcoolismo e a promoção do autocuidado entre universitários.

Rafaela Oliveira explica que o estudo trouxe a reflexão sobre o assunto entre professores e pesquisadores não apenas da UEA, mas de outras instituições. “Os estudantes que participaram leram e contribuíram com a construção da cartilha. O projeto possibilitou aos estudantes-bolsistas se apropriarem da metodologia da pesquisa de validação de TE. Também fortaleceu a área de pesquisas sobre TE, na UEA, que resultou uma linha de pesquisa do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem de Saúde Pública, PROENSP-UEA”, disse.

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Dra. Elizabeth Texeira- orientadora do projeto

Segundo Elizabeth Texeira, para a pesquisa foi feita a observação de comportamentos e escuta de relatos sobre situações resultantes do uso abusivo de álcool entre estudantes. A iniciativa partiu do professor Darlisom Sousa Ferreira, autor do projeto pioneiro na UEA, no qual está dando continuidade ao projeto e concluindo a 4ª e última etapa da pesquisa.

Foram realizadas quatro pesquisas todas de iniciação científica. A 1ª foi uma pesquisa na literatura científica, que gerou a 1ª versão da cartilha. A 2ª e a 3ª foram pesquisas de validação com juízes-especialistas (especialistas do campo da saúde). A 4ª e última foi também pesquisa de validação, mas com o público-alvo da cartilha, os estudantes universitários. Também foram analisadas as sugestões propostas pelos participantes, acarretando em mudanças principalmente na estética, além da diminuição do número de páginas e utilização de linguagem mais formal. Dessa forma, validou-se a tecnologia com o respectivo público-alvo, estando pronta para registro de autoria e posterior publicação e divulgação”, explicou a orientadora.

PAIC

O PAIC apoia, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas.

Clique aqui para acessar a Cartilha Consumo de Álcool entre Universitários

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Professores do interior recebem orientações sobre elaboração de relatório final do PCE

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Oficina foi realizada no Centro de Mídias da Seduc/AM

Professores de nove municípios do Amazonas assistiram a transmissão de videoconferência da “Oficina de Elaboração de Relatório Final” do Programa Ciência da Escola (PCE) realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que ocorreu na segunda-feira (16/12), no Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e  Desporto (Seduc-AM),  no bairro Japiim, zona Sul de Manaus.

O objetivo da oficina foi apontar questões detalhadas  para melhoria da qualificação dos relatórios finais do PCE, que serão entregues ao final da edição do programa. Participaram da transmissão professores dos municípios de Parintins, Itacoatiara, Itapiranga, Caapiranga, Boca do Acre, Barreirinha, Nova Olinda do Norte e Santo Antônio do Içá, que tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas por meio do chat online.

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Fulgência Bandeira ministrou a oficina do PCE

A integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira relata a importância da aproximação do PCE no interior com a capital.

“A oficina possibilita essa aproximação. A ideia é que não haja o distanciamento do conhecimento, que a Fapeam esteja sempre presente tanto na capital quanto no interior. A oficina é importante porque podemos passar orientações tanto na parte de elaboração de projeto quanto na avaliação de produção do relatório final, para que esses relatórios atendam a proposta do PCE”, conta.

Para o coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira, a inciativa é uma ação positiva,  na qual muitas dúvidas podem ser sanadas. “Além disso, as orientações ajudam a montar um relatório mais contundente, permitindo a finalização correta dos projetos”, disse.

PCE

Lançado no mês de abril, o PCE recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e municipais de Manaus e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, foram disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Coordenadores de projetos do PCE da rede estadual de ensino participam de oficina de qualificação

A “Oficina de Elaboração de Relatório Final” do Programa Ciência da Escola (PCE) realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) teve continuidade na segunda-feira (9/12) com a participação de 150 coordenadores de projetos de escolas estaduais localizadas em Manaus.

A atividade foi realizada no auditório da Escola Estadual Djalma da Cunha Batista, localizada no bairro Japiim, zona Sul de Manaus, com o objetivo de contribuir para melhoria da qualificação dos relatórios finais que serão entregues pelos coordenadores dos projetos do PCE ao término da edição do Programa.

Palestra

Integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira, fala aos coordenadores.

 

A integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira, explica que nas oficinas são abordados tópicos como, o papel dos comitês de ética responsáveis pelas normas nacionais de regulamentação de projetos de pesquisa com seres humanos, análise dos indicadores que são meios para monitorar e avaliar como está o andamento dos projetos.

“A Fapeam decidiu oferecer essas oficinas com o objetivo de ajudar os coordenadores a qualificar esses relatórios finais e ter o diagnóstico de como a alfabetização científica está sendo implementada nas escolas e influenciando os estudantes”, disse Fulgência.

Para o coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira, a iniciativa da Fapeam em realizar a oficina é de extrema importância porque os coordenadores tinham a necessidade dessa orientação no momento de elaborar o relatório final dos projetos.

“Ao longo dos anos nós vimos que era uma demanda que os coordenadores tinham e essa orientação vai facilitar em especial aqueles que iniciaram no PCE em 2019 e não têm experiência em elaborar o relatório final dos projetos”, explicou Mailson. 

Mailson Rafael

Coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira.

 

Coordenadores

A professora Socorro Oliveira explica que esse ano é a primeira vez que ela coordena um projeto do PCE e, por isso, é fundamental a oficina para esclarecer quais são os critérios a serem observados na composição do relatório final.

“Eu coordeno o projeto “O teatro como meio de promover o ensino aprendizado das principais obras literárias brasileiras no ensino médio”, desenvolvido na Escola Estadual Des. André Vidal de Araújo, Cidade Nova, zona Norte de Manaus, é importante produzir um relatório correto com as devidas orientações para não ocorrer erros, finalizou Socorro.

 

Socorro Oliveira

Coordenadora de um projeto do PCE, Socorro Oliveira.

 

É na Escola Estadual Professora Ruth Prestes Gonçalves, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, que a professora Andressa Primavera coordena o projeto “Sustentabilidade na era Hashtag – Usando as mídias sociais como ferramentas para disseminar práticas de sustentabilidade na escola”. Para ela, mesmo sendo a terceira vez que coordena um projeto do PCE, as orientações continuam pertinentes.

 

Andressa Primavera

Coordenadora de um projeto do PCE, Andressa Primavera.

 

A próxima Oficina de Elaboração de Relatório Final do PCE ocorrerá dia 16/12, de 14h as 17h, no Centro de Mídias de Educação do Amazonas, no bairro Japiim II, zona Sul de Manaus, e será destinada aos professores coordenadores de escolas estaduais localizadas no interior do Amazonas. 

PCE

Lançado no mês de abril, o PCE recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e municipais de Manaus e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, foram disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

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Oficina aborda práticas e soluções tecnológicas para aplicar na área de saúde

Acadêmicos dos cursos de Medicina, Enfermagem, Psicologia, Odontologia e Nutrição de diversas universidades de Manaus participaram de oficina de capacitação sobre novos conceitos e práticas voltada para tecnologias que possam ser aplicadas na área de saúde. A atividade  foi realizada pela Fundação Hospital Adriano Jorge FHAJ/Lab, no período de 26/11 a 6 de dezembro, e ocorreu na Manaós Tech, no bairro Adrianópolis.

O FHAJ Lab é realizado, em parceria com a escola de educação tecnológica Manaós Tech, sob a coordenação do pesquisador, Juliano Monteiro de Oliveira, que integra a Diretoria de Ensino e Pesquisa da FHAJ. O projeto conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

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coordenador do projeto Juliano Monteiro

Juliano Monteiro explica que o FHAJ Lab, além da parte de tecnologia e inovação, também é voltado para o empreendedorismo, no qual o profissional  ou  estudante da área da  saúde têm a oportunidade de trazer o conhecimento e a experiência  para  propor soluções tecnológicas. “Estamos capacitando profissionais de uma área totalmente diferente que é da saúde para desenvolver tecnologias. Alguns alunos que estão participando dessa oportunidade, possivelmente, poderão ser empreendedores e poderão montar, por exemplo, uma startup, para a área da saúde, além de está inserido no ecossistema de inovação”.

Segundo o CEO da Manaós Tech, Glauco Aguiar, as oficinas foram positivas e mostraram o interesse do público para o assunto. “A quantidade de alunos que se inscreveram foi uma resposta da importância dessa iniciativa. A gente percebe que nas faculdades a disciplina da área tecnológica nos cursos de saúde é muito rara, às vezes é apenas uma disciplina e quando tem. Então percebemos que os alunos saem para o mercado e quando se deparam com ferramentas tecnológicas para desenvolver algum serviço para a área da saúde sentem dificuldade”, comentou.

Visão dos alunos

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Na oficina os alunos também aprenderam sobre criação de aplicativos e  Internet das Coisas. Para o estudante do 5° período de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), João Pedro Pio, a atualização do profissional no mercado é algo necessário. “O projeto vem com intuito de incentivar o estudante a pensar fora da caixa, inovar e ter diferencial. O mercado está cada vez mais competitivo”, disse.

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Segundo a estudante do 8º período Medicina da Ufam, Thainá Mendonça Bentes, o projeto traz um tema importante que é a melhoria para a área da saúde. “Fico feliz em poder participar dessa oportunidade que conecta a saúde e a tecnologia, porque  são duas áreas que devem se manter juntas”.

Pop CT & I 

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Fapeam divulga resultado da 1ª Chamada do Parev- edital N°007/2019

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Vinte seis propostas foram aprovadas no Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), edital N°007/2019, Chamada I, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Esta chamada contempla eventos a serem realizados de março a junho de 2020.

Resultado da 1ª Chamada do PAREV N°007/2019

Lançado no mês de junho, o Parev é uma das ações da Fapeam de fomento a popularização e difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) produzida no Amazonas. Para isso, o programa conta com investimento de R$ 2,2 milhões para apoiar, em duas chamadas, a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado relacionados à CT&I.

A 1ª Chamada aprovou propostas nas seguintes modalidades: 8 para a realização de evento internacional, 8 para evento nacional e 10 na modalidade regional.

 PAREV

O Parev tem o objetivo de apoiar a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas, relacionados a CT&I: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

A 2ª chamada do Programa recebe propostas até o dia 31 de janeiro, online, via SIGFapeam,   de interessados em realizar eventos  de CT&I no período de  julho a dezembro de 2020.

 Resultado da 1ª Chamada do PAREV N°007/2019

Acesse aqui o edital da 2ª Chamada do  PAREV N° 007/2019

 

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Alunos do interior do Amazonas aprendem a importância da floresta e biodiversidade Amazônica

02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-39

Mais de 40 estudantes da Escola Estadual Isaías Vasconcelos, no município de Iranduba, participaram de oficina e atividades interativas que trouxeram a reflexão sobre os ganhos e perdas que ocorrem no ecossistema com a manutenção e derrubada da floresta Amazônica. A atividade foi realizada na segunda-feira (2/12).

A ação faz parte do projeto intitulado “Brincando se a aprende: a importância da floresta e biodiversidade amazônica”, desenvolvido pela pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e coordenadora do projeto, Genoveva Chagas de Azevedo, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

O proje02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-29to foi desenvolvido em seis escolas, com alunos do Ensino Médio e Fundamental, da rede pública de Manaus, Iranduba, Manacapuru e Presidente Figueiredo. Também foi realizada oficina para simular o trabalho de campo no Bosque da Ciência do Inpa, para os visitantes em geral.

Segundo a coordenadora do projeto, Genoveva Azevedo, especificamente para esse projeto, o tema desenvolvido e debatido foi à floresta amazônica.

“Criamos uma espécie de jogo com base no que a gente ganha com a floresta em pé e o que a gente perde com a floresta no chão, trazer essa discussão levar informação de conhecimento científico  e propor essa reflexão aos estudantes  o que  a gente ganha , o que a gente perde se não cuidar da nossa floresta.  Sendo um debate tão presente e tão atual”, conta.

  Jogo

Segundo Genoveva, o jogo utiliza dois painéis, que retratam a floresta em pé, exuberante e o outro a floresta no chão (queimada/derrubada). Cada painel é composto por 20 quadrados nas laterais enumerados de 1 a 6, que os participantes escolhem após jogar o dado. Cada quadrado corresponde a uma possível consequência de cada cenário.  Ao final o aluno leva consigo um cartão informativo sobre o cenário apresentado.

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“Essa atividade possibilita ao estudante de forma lúdica e interativa o conhecimento sobre o papel da floresta no ecossistema. A gente acredita que o conhecimento aliado com o processo educativo e com a reflexão crítica, é possível que o cidadão se coloque também na condição de co-responsável  e isso venha gerar uma conduta diferente na questão dos cuidados com o meio ambiente”, disse.

O estudante Lucas Albuquerque, do 3º ano do ensino médio, que participou da atividade, conta que aprendeu muito com o tema abordado na oficina. “Achei legal, muitas coisas que ocorrem no processo natural da floresta que eu não conhecia. Isso permitiu que refletisse sobre a importância da floresta para nosso meio ambiente e também para nossa vida”.

Segundo a estudante, Larissa Dantas, também do 3º ano do ensino médio,  oficinas como essas nas escolas é muito importante para o conhecimento. “Aprendi mais do que nunca que devemos preservar nossa floresta, ela serve para tudo e se continuar o crescimento do desmatamento das florestas, nós seremos os maiores prejudicados”, disse.

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Para a coordenadora do projeto a iniciativa da Fapeam é fundamental, que editais como POP CT&I têm alcance bastante interessante junto à população.02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-55

 

“É

uma forma também de saber que existe investimento de popularização da ciência para apoiar pesquisadores, professores para desenvolver atividades dessa natureza, onde podemos criar mecanismos recursos que possam mediar essa discussão, essa questão do conhecimento científico. O pesquisador publica seu artigo,  mas  como vai fazer para decodificar isso? Como torna esse tipo de conhecimento acessível a outros grupos? e esse tipo de projeto é fundamental ele instiga e desafia o pesquisador a buscar uma forma de tornar esse  conhecimento acessível em uma linguagem que os cidadãos de um modo geral entendam”, relata a pesquisadora.

Por Jessie Silva

Fotos: Jessie Silva

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Alunos da rede pública participam de oficina sobre o estudo dos Fungos

Cerca de 20 alunos da Escola Municipal Aristophanes Bezerra de Castro, no bairro Cidade de Deus, participaram de oficina sobre a importância dos fungos para a manutenção das florestas. A atividade foi realizada na quarta-feira (27/11) no Museu da Amazônia (Musa), localizado na zona Leste de Manaus.

A oficina faz parte do projeto intitulado “Micoturismo no Museu da Amazônia (Musa): uma alternativa para o desenvolvimento turístico” apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

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Projeto conta com por meio da Fapeam, por meio POP CT&I

O projeto coordenado  pela pesquisadora do Musa, Ruby Vargas-Isla, tem o objetivo  de proporcionar uma experiência de Micoturismo junto à comunidade externa e demonstrar a importância e usos dos macrofungos que é pouco conhecido pela população.

As atividades iniciaram na quinta-feira,14/11, e se estende até sexta-feira, 6/12, com palestras sobre a biodiversidade de macrofungos e trilhas no Fungário do Musa, para as escolas que tiverem interesse em levar seus alunos.  As oficinas são focadas na capacitação de multiplicadores do Micoturismo.

Segundo Ruby Vargas, o termo “Micoturismo” é a junção de Micologia (ciência que estuda os fungos) + Turismo, que é uma atividade turística conhecida  em países como Espanha e Portugal que busca promover o conhecimento e conservação dos fungos nativos, ao mesmo tempo utilizar este recurso natural como um atrativo turístico.

“O Micoturismo é considerado uma atividade social em crescimento, no qual contribui para a valorização das florestas. O projeto tem o intuito de popularizar por meio destas oficinas e poder implantar uma nova atividade turística no Estado do Amazonas”, conta.

Já participaram, desde o período inicial,  150 estudantes de sete escolas da rede de ensino estadual e municipal,  incluindo  uma turma de alunos do ensino médio e técnico em Agropecuária, do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

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Atividade foi realizada no Museu da Amazônia

O aluno do 5° ano do ensino fundamental, participante da oficina, João Pedro da Silva, conta que tinha conhecimento sobre os fungos, mas não sabia da importância dele para a natureza. “Eu aprendi que existe cogumelos comestíveis e tem sido uma experiência muito boa, porque além de ter uma importância para natureza podemos usar em nosso alimento,” disse.

Popularização

A pesquisadora também integra o grupo de pesquisas Cogumelos da Amazônia, do Instituto de Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), que tem a finalidade de  estudar os fungos, com ênfase aos formadores de cogumelos, do ponto de vista taxonômico, biológico, fisiológico e alimentício.

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150 alunos já participaram da atividade do POP CT&I

Ruby destaca que as oficinas fazem parte de um dos resultados do projeto, assim também como a produção de dois materiais de divulgação à popularização da ciência. “Como proposta do projeto  também tem a produção de uma cartilha que envolve ensinar a coleta de cogumelos durante o dia a dia e um Guia ilustrado de Macrofungos para melhorar a percepção e compreensão destes organismos pelo público em geral. Iremos também replicar essa ação no interior nos municípios de Novo Airão e Itacoatiara, com a participação de pesquisadores do Inpa,”conta.

Pop CT & I

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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II Jornada de Folkcomunicação tem apoio da Fapeam

Popularizar o conhecimento científico no campo da Folkcomunicação (Comunicação Popular) na região Amazônica é a proposta da “II Jornada de Folkcomunicação na Amazônia”, que ocorre entre os dias 25 e 29/11.  Realizado pelo Grupo de Pesquisa Trokano da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o evento conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (Pop CT&I), edital Nº 009/2019 .

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II Jornada Folkcomunicação é realizada na Ufam

A II Jornada reúne profissionais de comunicação, especialistas, professores e estudantes da área de comunicação social, e ocorre simultaneamente na Ufam, localizada no bairro Coroado, zona Leste da capital, e em Parintins, no campi da UEA, situado na Estrada Parintins Macurany.

Para o coordenador o GP Trokano e do evento, professor Allan Rodrigues, a II Jornada veio para consolidar a produção de trabalhos científicos na área da Folkcomunicação, promover o debate, a troca de experiência e o conhecimento entre os pesquisadores sobre as questões que envolvem a cultura popular e a comunicação na Amazônia.

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Coordenador do evento e professor Allan Rodrigues

“A programação compreende discussões e apresentações de trabalhos científicos, exposições fotográficas, palestras, mesas redondas, oficinas, minicursos, sessões de grupos de trabalhos com apresentação de pesquisas, mostras de vídeo e exposições com banners com resultados de trabalhos de conclusão de curso de graduação, além de promover debates sobre questões relativas às interfaces entre a comunicação, a cultura popular e o desenvolvimento sustentável”, ressaltou Allan.

Palestra

Na quarta-feira (27/11), com o tema “Rádio: entre a novidade e o de sempre, os desafios de um meio essencialmente popular”, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Luiz Ferraretto, falou entre outros assuntos sobre o papel do rádio nos tempos atuais, a crise econômica que atingiu também as emissoras de rádio comercial, a convergência do rádio com as novas possibilidades de comunicação oferecidas pela internet, o papel das universidades e dos profissionais nesse contexto. 

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Luiz Ferraretto considerado um dos maiores pesquisadores no Brasil na área de rádio.

“Tem muita emissora ainda achando que investir em tecnologia é mais importante que investir em ser humano e acha que o trabalhador é custo. O trabalhador é custo na planilha, mas é investimento no resultado que ele pode oferecer”, disse Ferraretto.

Segundo a estudante de jornalismo do 4º período, Sabrina Marinho, o evento foi riquíssimo por valorizar a diversidade da cultura popular no universo da comunicação, além da troca de experiência com o Luiz Ferraretto considerado um dos maiores pesquisadores no Brasil na área de rádio.

POP CT&I

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

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Confira programação da II Jornada de Folkcomunicação

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

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Fapeam e Imprensa Oficial discutem futuras parcerias institucionais

Possibilidades para futuras parcerias foi o sentimento que norteou o encontro entre os gestores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Imprensa Oficial do Amazonas (IOA). A reunião ocorreu nesta segunda-feira, 25/11, na sede da Fapeam, zona Centro-Sul de Manaus.

A retomada da versão imprensa da revista da Fapeam “Amazonas Faz Ciência”, um dos itens de pauta, foi anunciada pela diretora-presidente da Fundação, Márcia Perales.

“A revista é um excelente instrumento de popularização da ciência e de divulgação científica. Nossa intenção é que ela volte a ser impressa para que seja amplamente distribuída nas escolas, bibliotecas públicas e nos eventos promovidos pela Fapeam. Fizemos alguns ajustes necessários na linha editorial, para torná-la mais atraente e, agora, estamos chegando na fase de nos preparamos para a impressão”, salientou Perales.

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Mário Aufiero, diretor-presidente da IOA, destacou os investimentos em equipamentos de impressão que estão sendo feitos para a inauguração da Editora Imprensa Oficial do Amazonas, bem como para a modernização do Diário Oficial do Estado. Com isso ele espera oferecer celeridade e qualidade na produção gráfica da Editora.

A conversa entre os gestores apontou ainda para outras possibilidades de parcerias institucionais, que podem otimizar recursos e oferecer diferenciais para outras futuras publicações. “Com essa parceria, vamos fortalecer ainda mais o desenvolvimento científico-acadêmico, por meio da nossa editora, e estaremos atingindo esse objetivo, que é o de levar para todo o Estado do Amazonas, a cultura e informações científicas”, afirmou.

Márcia Perales reforçou ainda que a Fundação tem muito a contribuir com a Editora da IOA. “É muito importante divulgar os resultados das pesquisas realizadas no Amazonas e fomentadas pela Fapeam. A Revista Amazonas Faz Ciência é um dos meios de propagação dessas informações, mas vamos avançar. Neste sentido, parcerias e contribuições institucionais podem fortalecer a relação Fapeam-IOA”, comentou.

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A reunião contou ainda com a participação da diretora administrativo-financeira da Fapeam, Márcia Irene Andrade, e assessores das duas instituições.

Revista Amazonas faz Ciência 

A revista Amazonas faz Ciência é produzida pela Fapeam com a finalidade de difundir o conhecimento e propagar para a população informações sobre ciência, tecnologia e inovação (CT&I). Criada em 2005, a revista oferece reportagens sobre pesquisas apoiadas pela Fapeam.  De 2015 a 2018 passou a ser disponibilizada apenas na versão digital.

Por: Marlúcia Seixas

Fotos: Yraq Lima

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