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Articulação do Programa Centelha continua em Manaus

Visando estabelecer potenciais parcerias para atuar no Programa Centelha, representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) estiveram nesta terça-feira (4/6) no Instituto Euvaldo Lodi (IEL) para apresentar e divulgar o Programa, que tem previsão para ter edital lançado ainda neste mês pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep).

Segundo a coordenadora local do Programa Centelha, Kathya Thomé, a visita aos possíveis parceiros é para que eles possam atuar no Programa como divulgadores, captadores de ideias e difundir o Centelha  aos seus clientes  e  público.

“Acreditamos que vamos absorver esses parceiros e, consequentemente, teremos bons resultados na apresentação de propostas, bem como na própria pré-incubação de possíveis  startups que vierem a ser implementadas”, disse.

Segundo a Superintendente Regional do IEL Amazonas, Andrea Guerra Araújo, o Instituto vai divulgar o Programa Centelha para a rede de contatos que eles possuem com um público bastante extenso e que abrange empresas, estagiários, jovens aprendizes e pós-graduação. “O IEL pretende fazer um evento de divulgação voltado para o empreendedorismo e especificamente para a divulgação do Programa Centelha. A ideia é estimular os jovens a desenvolverem ideias que possam se tornar projetos a serem submetidos ao Programa”, disse.

04.06.2019 - PROGRAMA CENTELHA VISITA IEL - FOTOS ÉRICO X._

Equipe da Fapeam  apresenta Programa Centelha para representantes do IEL. Foto: Érico Xavier

 

Outras visitas

Na segunda-feira (3/6) a equipe da Fapeam apresentou o Programa Centelha para representantes do Impact Hub Manaus e do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INDT).

A Co-Fundadora do Impact Hub Manaus, Juliana Telles de Andrade, explica que o espaço fomenta o empreendedorismo e a inovação e que o trabalho desenvolvido no Impact  vai ao encontro dos objetivos propostos pelo Programa Centelha. “Queremos ver mais negócios e fomentar a cultura do empreendedorismo na nossa cidade e na nossa região. O Programa está nessa linha de buscar pessoas e oferecer as ferramentas para que as ideias virem para prática”, disse.

 

03.06.2019 - PROGRAMA CENTELHA NO ESPAÇO HUB - FOTOS ÉRICO X._-3

Equipe da Fapeam visita espaço Impact Hub Manaus. Foto: Érico Xavier

 

Segundo a consultora de negócios do  INDT, Gláucia Campos, o Centelha é fundamental para o amadurecimento do ecossistema de inovação na região. “Quando unimos forças  podemos  dar suporte para que as Startups virem um negócio promissor e  se desenvolvam regionalmente para oferecer emprego e gerar  renda”, comentou.

 

03.06.2019 - PROGRAMA CENTELHA E INDT - FOTOS ÉRICO X._-8

Consultora de negócios do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico, Gláucia Campos. Foto: Érico Xavier

 

Programa Centelha

A iniciativa, que no Amazonas será executada pela Fapeam, é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação Certi.

O Programa Centelha será realizado em 21 estados. Estão entre os objetivos do Programa, gerar novas empresas, a partir do conhecimento concebido nas instituições de ciência, tecnologia e inovação; gerar inovações de interesse direto da sociedade e de empresas; formar cultura e fortalecer ecossistema de empreendedorismo inovador.

Podem concorrer ao Programa pessoas físicas ou empresas, que atenderem às exigências do edital.

 

Por Helen de Melo e Jessie Silva

 

 

 

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Especialistas discutem novos métodos de diagnósticos para Histoplamose, em Manaus

Pesquisadores, micologistas, infectologistas, enfermeiros e microbiologistas de 22 países das Américas participaram do II Encontro Regional de Histoplasmose, em Manaus, para discutir novos métodos de diagnósticos comercialmente disponíveis para Histoplasmose. O encontro ocorreu no período 22 a 24 de março, no Tropical Executive Hotel, no bairro Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), o evento foi coorganizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia/Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Inpa/MCTI), Fundação de Medicina Tropical Heitor Viera Dourado (FMT-HVD) e promovido pelo Histoplasmosis Advocacy Group (iHAG).

Foto fora

Encontro Regional de Histoplasmose discutiu novos métodos de diagnósticos para Histoplasmose

Segundo o coordenador do evento, João Braga de Souza, do Inpa, por ano, cerca de 20 a 30 pacientes desenvolvem Histoplasmose no Amazonas.

“Trata-se de uma micose sistêmica que afeta, principalmente, uma parte dos pacientes acometidos por HIV-AIDS. Porém, pessoas com o sistema imunológico comprometido também podem desenvolver a doença que é causada pelo fungo Histoplasma Capsulatum”, disse o micologista.

Doutor em Biotecnologia Industrial, Souza explica que a infecção por Histoplasmose ocorre quando a pessoa aspira do ambiente, fragmentos do fungo Histoplasma capsulatum. Essas partículas são encontradas em locais contaminados por fezes de morcegos, aves e terra de compostagem. O principal sintoma da doença é a febre.

“A pessoa aspira o fungo e o microrganismo invade o pulmão. Dependendo da resposta imunológica do acometido pode gerar uma infecção disseminada que afeta o sangue, fígado, baço e o sistema linfático, levando à mortalidade”, informou.

Dr. João Vicente de Souza-INPA-Seg. Congresso Histoplasmosi-10

Evento foi coordenado pelo doutor em Biotecnologia, João Braga de Souza, do Inpa

Segundo o pesquisador, atualmente se utiliza para detectar a doença o diagnóstico convencional (laboratorial) por meio de cultura de material obtido do paciente da medula óssea, sangue, escarro e material de lesões.

“O diagnóstico laboratorial (cultura) pode demorar em média 25 dias. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura dos pacientes”, disse.

Com o encontro, os especialistas pretendem contribuir para a adoção de metodologia de diagnóstico de forma mais rápida, que contemple 80% dos países das Américas até 2020.

Para a pesquisadora em Micologia da FMT-HVD, Katia Santana Cruz, o diagnóstico precoce vai impactar no tratamento da doença e propiciar maior sobrevivência dos pacientes.

“Melhorando o diagnóstico aumenta a expectativa de vida do paciente. O nosso diagnóstico atual era feito depois que o paciente apresentava muitas severidades, ou seja, estava praticamente bem debilitado. Agora, estamos estabelecendo um novo protocolo para testar na FMT- HVD”, disse.

Parev

Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev) da Fapeam tem o objetivo de apoiar a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação, como congressos, simpósios, “workshops”, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

Por Helen Melo

Fotos- Érico Xavier

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Estudo realizado em Manaus avaliou homicídios intencionais em mulheres, com enfoque em feminicídios

Saúde e violência contra mulher são temas que ainda temos muito que discutir com a sociedade e com organizações que defendem os direitos básicos das mulheres.

O Brasil é um dos campeões em mortes violentas, e nessa triste estatística entram os casos de feminicídios, onde 50% das mortes nesses casos são causadas por parceiros íntimos, companheiros ou ex-companheiros das vítimas.

Em estudo sobre o assunto, o pesquisador do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Jesem Orellana, apurou que cerca de 50% dos assassinatos de mulheres no Brasil no ano de 2017, envolveram agressões por enforcamentos/estrangulamentos, queimaduras por chamas/fogo, facas, arma de fogo, pauladas e objetos contundentes, agressões físicas fatais e agressões sexuais por meio de força física. Há de se destacar que o montante de agressões por meio de armas de fogo, considerado no estudo, representa apenas 20% do total de agressões registradas por essas armas, no país.

O estudo abordou ainda os  homicídios intencionais de mulheres com enfoque nos feminicídios, em Manaus, nos anos de 2016/2017,  e apontou que cerca de 40% das mortes de mulheres maiores de 11 anos foram feminicídios, ou seja, a cada 10 homicídios de mulheres, em Manaus, nesse período, quatro foram feminicídios, e em torno de 30% e 20% das vítimas de homicídio, sofreram violência sexual e fizeram uso de álcool antes da agressão, respectivamente.

Outro dado identificado no estudo é que na Região Norte a ocorrência de feminicídio parece ser maior, comparando-se com outras regiões do país. Jesem Orellana explica que não se tem uma resposta exata para esse complexo fenômeno e receia que não seja possível determinar suas causas, diante da reduzida visibilidade dada ao assunto e à carência de informações qualificadas e de estudos compreensivos a respeito. “Mas, de modo geral, podemos supor que parte dessa explicação esteja associada ao patriarcado dominante e ao sentimento masculino de que a mulher é propriedade privada, algo que historicamente foi sedimentado na sociedade brasileira, especialmente naquelas em que alguns desses valores ainda são bastante difundidos e valorizados, como pode ser o caso da Região Norte do Brasil. Porém, é possível que esse fenômeno seja parcialmente influenciado pelos elevados padrões de violência urbana observados na região, que na maior parte das vezes, é superior aos padrões de regiões socioeconomicamente mais desenvolvidas”, explica.

Orellana alerta  ainda que até meados de 2018, no Amazonas, não havia nenhuma condenação por feminicídio. “Esta é uma triste realidade que assola não somente o Amazonas, mas outros Estados, e os motivos são diversos e podem incluir o subdimensionamento desse problema – feminicídio – e a lentidão da justiça, por exemplo. O subdimensionamento do problema, porque muitas mortes violentas de mulheres sequer chegam a ser investigadas, seja porque não há corpo ou porque nunca foram identificadas como mortes por razões de gênero. Nesses casos, não há como a polícia civil tomar conhecimento do crime e abrir uma investigação e um inquérito policial para, em seguida, caso ele não seja interrompido por falta de pessoal ou “provas”, possa fornecer elementos à tramitação desses casos, na justiça”.

MARÇO

No Brasil, o número de mortes de mulheres é aproximadamente cinco vezes menor que o de homens. Mas, a diferença que incomoda e requer reflexão, diz respeito a quem pratica o ato criminoso. Segundo o estudo, no caso dos homens, menos de 10% das mortes são causadas por mulheres. Já entre as mulheres, em quase 50% das mortes, o agressor é o homem.

O pesquisador observa que trazer a violência contra a mulher para o rol de assuntos a serem discutidos no mês de março, quando se celebra o Dia Internacional da Mulher (8/3) é oportuno e urgente, para dar maior visibilidade a um problema que carece de respostas efetivas da sociedade, do executivo, do legislativo e judiciário.

Vale ressaltar que com a promulgação da Lei Maria da Penha, em 2006, e da Lei nº 13.104, de 9 de março de 2015, feminicídio tornou-se crime hediondo.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Nascimento
Foto: Eduardo Gomes

Incubadoras apoiadas pela Fapeam receberão visitas técnicas para certificação do modelo Cerne 2

Objetivo é verificar se estão devidamente aptas à certificação

Os técnicos da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) estarão em Manaus, no período de 11 a 13 de fevereiro, para visita técnica em cinco incubadoras contempladas no Programa de Apoio à Incubadoras (PRÓ-Incubadoras), edital N°019/2014, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Participam do programa as incubadoras do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas  (Ifam), Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (Cide), Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

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O programa iniciou em 2014, com recursos para auxílio pesquisa e bolsas, com a finalidade de fomentar a estruturação de novas incubadoras e desenvolvimento de empresas de acordo com o Modelo de Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne).

Criada pela Anprotec, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Cerne é uma plataforma de soluções para ampliar a capacidade da incubadora em gerar sistematicamente empreendimentos inovadores bem sucedidos.

As visitas técnicas de avaliação dos resultados finais serão realizadas, em cada incubadora, com o objetivo de verificar se estão, devidamente, aptas à certificação, mediante o Modelo Cerne. O modelo adota níveis de maturidade que representam um passo da incubadora em direção à melhoria contínua: Cerne 1,2,3 e 4.

Segundo a Anprotec, a incubadora de empresa tem objetivo de oferecer suporte a empreendedores para que possam desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em empreendimentos de sucesso.

Em Manaus, a visita é para comprovação do modelo Cerne 2, nas incubadoras participantes do PRÓ-Incubadora, cuja a importância é a elevação do nível do Estado, no sentido de desenvolvimento regional de melhorias, especialmente em relação à qualidade do processo de incubação de empresas.

Anprotec

Criada em 1987, a Anprotec atua por meio da promoção de atividades de capacitação, articulação de políticas públicas e geração e disseminação de conhecimentos.

 

Por Esterffany Martins

Arte- Barbara Brito

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Congresso científico aborda micologia e diversidade dos fungos em Manaus

Congresso Brasileiro de Micologia ocorre de 24 a 27 de junho no Centro de Convenções Vasco Vasques

Com temáticas relevantes e atuais da área de micologia e programação diversificada refletindo a megadiversidade dos fungos e dos ecossistemas amazônicos, será realizado em Manaus o IX Congresso Brasileiro de Micologia. O evento ocorre no período 24 a 27 de junho, no Centro de Convenções do Amazonas – Vasco Vasques, bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

Destinado a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e demais profissionais da área de saúde, o IX Congresso Brasileiro é promovido pela Sociedade Brasileira de Micologia com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV).

O programa é uma das ações da Fapeam de fomento à popularização e difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Amazonas.

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A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, destacou a importância do PAREV  para o estado, salientando que o programa contribui para promoção do intercâmbio de conhecimentos entre especialistas locais, de outros estados e países.

“É uma oportunidade para pessoas de outros locais conhecerem a região e o estado do Amazonas, mas também para nossos estudantes, professores e pesquisadores participarem. Apoiar a realização de eventos científicos é algo que Fapeam já faz, mas queremos que isso seja cada vez mais fortalecido”, enfatizou.

Segundo a presidente da comissão organizadora do congresso, Maria Aparecida de Jesus, a maior diversidade de fungos está na Amazônia. Com o evento, pretende-se estimular o estudo na área da micologia na região.

“Estamos otimistas com a realização do congresso. Vários estudantes também de outros países pretendem participar e conhecer a região Amazônica. A estimativa é que 1,2 mil pessoas participem do evento”, disse.

Programação

O congresso contará com mesas redondas, palestras, conferências, simpósios, minicursos, oficinas de extensão em ensino, exposição de pôster, sessões de comunicação oral, além do II Singer Foray (incursão micológica).

Maria aparecida adiantou ainda que em breve será lançado um edital, no site do congresso, de um concurso de fotografia sobre fungos, com objetivo de estimular profissionais para conhecerem mais sobre a temática. Além disso, o evento também contará com atividades voltadas para o ensino da micologia destinadas a professores da rede pública de ensino.

A submissão de trabalhos será online, e os resumos devem ser enviados até o dia 25 de março, nas seguintes áreas temáticas: Micologia ambiental e aplicada; Micologia Biológica; Micologia Industrial; e Micologia Médica. Os resumos aceitos serão divulgados no dia 30 de abril.

Saiba mais sobre o formato dos resumos e elaboração de pôsteres aqui.

 Parceria

São parceiros da Sociedade Brasileira de Micologia neste evento, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-Amazônia Ocidental),Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

PAREV

O programa apoia a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação: congressos, simpósios, “workshops”, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

O PAREV recebe até o dia 19 de fevereiro as propostas de pessoas interessadas em participar da 2ª chamada do programa, edital N° 009/2018. O programa contempla projetos de eventos que ocorrerão de julho a dezembro de 2019.

Por Esterffany Martins com informações da Fiocruz Amazônia 

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Inpa realiza encontro para divulgação do Programa Finep Startup

O programa visa financiar startups com potencial de crescimento e retorno

Na próxima quarta-feira (23), às 09h, acontece um encontro para divulgação do Programa Finep Startup, que visa o fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do apoio às empresas brasileiras nascentes de base tecnológica, que possuam papel fundamental na introdução de novas tecnologias e modelos de negócios no mercado.

 O evento será realizado no Auditório da Biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), com entrada pela rua Bem-te-vi, bairro Petrópolis. Os interessados podem fazer a inscrição acessando o link. O encontro é gratuito e aberto aos interessados no tema.

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O encontro é gratuito e aberto aos interessados no tema

Por meio do programa serão disponibilizados recursos financeiros para que startups com alto potencial de crescimento e retorno possam enfrentar com sucesso os principais desafios de seus estágios iniciais de desenvolvimento, contribuindo para a criação de empregos qualificados e geração de renda para o Brasil.

A finalidade é promover o crescimento do mercado de capital semente no país, compartilhando com os investidores privados os riscos associados ao investimento em empresas nascentes de base tecnológica, sem substituir a iniciativa privada em seu papel como principal agente formador desse mercado.

O encontro para divulgação do Programa Finep Startup conta com o apoio do Inpa (Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação/Coeti e Incubadora), Amoci, Semtepi, Fabriq, Certi, ABio, Ajuri, Cide, INDT, Jaraqui Valley, Uninorte Empreende, Loopa, MeuUp, Rami, Impact Hub, Ulbratech e Cardume Coworking.

Fonte: Inpa

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Fapeam abre nova seleção para programa de comunicação científica

Profissionais e estudantes da área de comunicação podem se inscrever até o dia sete de junho por meio do SigFapeam

 Com objetivo de despertar e desenvolver vocações na área da difusão científica a partir do envolvimento de pesquisadores, profissionais e estudantes, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) lançou um novo edital para o Programa de Apoio à Divulgação da Ciência – Comunicação Científica da instituição.  Os interessados em participar  podem fazer a inscrição  até o dia sete de junho.

Ao todo, são oito vagas destinadas aos profissionais e estudantes das áreas de comunicação social com habilitação em Jornalismo, Letras, Sistemas da Informação e Publicidade e Propaganda, conforme especificado no Edital Nº007/2018.

Entre as atividades a serem exercidas estão: produção de textos, imagens, áudios e demais produtos de comunicação relacionados à divulgação de pesquisas teóricas/ aplicadas ou de inovação, bem como demais assuntos referentes à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).

O programa  terá vigência de 24 meses. A previsão para a implementação é que ocorra a partir do mês de agosto de 2018.

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A carga horária e valores das bolsas referentes ao Programa Comunicação Científica estão disponíveis na página eletrônica da Fapeam, na resolução do Conselho Superior de N° 001/2017 e N°004/2017.

Para participar do edital, os estudantes devem estar cursando a partir do 4º período e não estar no último ano do curso de graduação. As etapas da seleção contam com avaliação do currículo, histórico escolar, prova prática e entrevista, conforme especificado no edital para graduado e graduando. No caso das  subcoordenações serão analisados os projetos.

Submissão de Proposta

A proposta deverá ser apresentada sob a forma de projeto de pesquisa e enviada em versão eletrônica por intermédio dos formulários contidos no Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível na página eletrônica da Fapeam.

Para acessar o formulário eletrônico, o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastramento no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário online, via SIGFapeam, a submissão da proposta requer também a apresentação da Documentação Complementar a ser anexada ao sistema SIGFaoeam, como detalhado no edital.

Edital do Programa de Comunicação Científica

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

 

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Edição Integral e atualizada da Obra Poranduba Amazonense é lançada em Manaus

Livro traz resgaste da literatura indígena na Amazônia e foi organizado a partir da pesquisa e o contato do Barbosa Rodrigues com as populações indígenas e ribeirinhas da Amazônia

O livro “Poranduba Amazonense”, do cientista e pesquisador João Barbosa Rodrigues foi lançado na última quarta-feira (28), na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O Livro traz o resgaste da literatura indígena e foi organizado a partir da pesquisa e o contato do Barbosa Rodrigues com as populações indígenas e ribeirinhas da Amazônia. A nova edição, organizada pelo professor Tenório Telles, recupera a edição original com todas as narrativas e mais o Dicionário Português/Nheengatu.

A obra tem 663 páginas divididas em lendas mitológicas, contos zoológicos, contos astronômicos e botânicos, cantigas e vocabulário indígena.

“O mais importante é que Barbosa Rodrigues, quando esteve na Amazônia, se apaixonou pela região e começou a perceber o valor das culturas indígenas, passando a estudar a cultura destas populações. Ele recolheu os mitos, as narrativas, as lendas regionais, cantigas e fez também um dicionário Português/ Nheengatu. Tudo isso ouvindo os relatos das pessoas mais experientes das aldeias e tribos, registrou isso na língua que na época era a mais popular na região o Nheengatu e fez a transcrição e tradução para o português”, explicou Tenório Telles.

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Nova edição, organizada pelo professor Tenório Telles, recupera a edição original com todas as narrativas e mais o Dicionário Português/Nheengatu.

 

Segundo Telles, a nova edição da obra, que levou 10 anos, foi feita como forma de resgatar do esquecimento os mitos e narrativas que são fundamentais nos dias de hoje para compreender o processo cultural, a história e o universo simbólico. Além de ser uma fonte de pesquisa para os estudiosos, pesquisadores e escritores.

“O que tem de precioso nesse livro são as introduções que ele faz para cada bloco de narrativas. É impressionante a clareza que Barbosa tinha, era um homem à frente do seu tempo. Ele já chamava atenção para importância desses mitos, lendas e  a defesa das populações indígenas numa época que não havia ainda essa consciência do significado e valor em termo de preservação dessas culturas. Por toda a contribuição, Barbosa merece esse resgate”, enalteceu.

Ainda segundo Telles, o livro foi publicado pela Revista do Instituto Geográfico e Histórico, em 1980. Após isso, não teve uma edição integral da obra, apenas parcial. Essa é a primeira publicação integral com a linguagem atualizada.

“Eu organizei tudo nesta edição, corrigindo os erros da edição original, atualização da língua, alguns ajustes de falhas que aconteceram na primeira edição, atualizando de acordo com a nova ortografia e acrescentei nesta edição o vocabulário Português/ Nheengatu. A Poranduba Amazonense é um tesouro com as narrativas orais da Amazônia”, acrescentou.

Amazônia

Conforme Telles, Poranduba Amazonense é considerado um dos livros mais importantes produzidos na Amazônia. A obra é resultado de uma experiência na região, em especial no Amazonas, do botânico Barbosa Rodrigues, que veio para Amazônia motivado por duas razões: a primeira o interesse pela flora amazônica. A segunda foi devida a missão dada pela princesa Isabel, pelo Império, para criação do Museu Botânico em Manaus.

A experiência resultou uma série de trabalhos como: catalogação de espécimes, documentos, descrição de plantas, criação de uma revista científica, na metade do século XIX, entre outros.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

 

 

 

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Fapeam recebe propostas para 2ª chamada do PAREV

Programa apoia a realização de eventos de cunho científico e tecnológico ocorrentes no período de julho a dezembro de 2018

 A Fapeam recebe até o dia 19 de fevereiro de 2018 as propostas dos interessados em submeter projeto na segunda chamada do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV). Esta chamada é para apoiar a realização de eventos de cunho científico e tecnológico ocorrentes no período de julho a dezembro de 2018.

Os eventos devem estar relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação como: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

A segunda chamada do PAREV conta com um investimento da ordem de R$750 mil. O programa conta com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Um dos requisitos para participar do edital é ter vínculo empregatício com instituição de pesquisa e ensino superior, centros de pesquisas, órgãos públicos sediados ou com unidade permanente no Amazonas, a partir de agora denominados instituição executora do evento e ter título de doutor. Como consta no edital, a publicação com os resultados das propostas serão divulgadas em março 2018.

Acesse o edital clique aqui

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

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Fiocruz Amazônia abre inscrições para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia

De 4 a 7 de dezembro, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), realiza o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia.  O evento acontecerá 9 às 17h, no Salão Canoas, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

O Seminário é direcionado a estudantes de pós-graduação e pesquisadores. Está dividido em duas atividades: a primeira, é o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”, que ocorrerá nos dias 4 e 5/12; a segunda acontecerá nos dias 6 e 7/12, e serão palestras ministradas por pesquisadores convidados nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas no campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como abordarão tópicos importantes sobre pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

O evento é realizado pelo ILMD/Fiocruz Amazônia e tem como parceiros a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Inscrições

Os interessados em participar do evento devem enviar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve conter a indicação de qual a atividade quer participar ou se quer inscrever-se para as duas (minicurso e palestras). Além disso, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do minicurso e/ou seminário, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisadores.

Para o minicurso estão sendo oferecidas 10 vagas. Para as palestras, 100 vagas estão sendo disponibilizadas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

Sobre o PPGBIO- Interação

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Fonte- ILMD/Fiocruz Amazônia

 

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