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Investimento da Fapeam em genômica fortalece a pesquisa no contexto da Covid-19

2020-03-27

Apoiar a ciência nunca foi tão necessário, especialmente quando consideramos a realidade da pandemia da Covid-19. Foi com a visão da necessidade de investir em áreas prioritárias para desenvolvimento cientifico, tecnológico, ambiental, social e econômico do Estado, que o Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) decidiu apoiar a Rede Genômica de Vigilância em Saúde   (Regesam).

Em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) a Fapeam, no final de 2019, anunciou apoio a instituições de saúde do Amazonas, por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado/Saúde). A Regesam, que é formada por órgãos do Estado, instituições de ensino e pesquisa e laboratórios, em pouco tempo, já apresenta resultados importantes da genômica, no contexto da Covid-19, por meio de seus parceiros.

13.03.2020 - REUNIÃO FAPEAM E FAS - FOTOS ÉRICO X._-6

Diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales.

Para a presidente da Fapeam, Márcia Perales,  o anúncio do primeiro sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte, realizado pelo pesquisador Felipe Naveca, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), instituição que integra a Regesam, revela o alcance da ciência quando é apoiada pelo Estado.

“Neste momento, pesquisadores do mundo todo dedicam seu tempo e conhecimento para investigar o SARS-CoV-2. Conhecer o comportamento desse vírus é possível, por meio da genética, o que demonstra que estamos no caminho certo quando apoiamos as instituições e pesquisadores do Amazonas, para que contribuam ao encontro de soluções de problemas que aflijam a sociedade”, comentou Márcia Perales.

Katia Torres - Foto Érico X.

Kátia Torres, coordenadora da Regesam

As instituições que formam a Regesam idealizaram a Rede desde 2008, no entanto, apenas em 2019 foram aprovados para receberem recursos da Fapeam para fortalecimento da Rede. Kátia Torres,  diretora de Ensino e Pesquisa da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amaonas (FCecon) e coordenadora da Regesam, explica que além da FCecon, a Rede é formada por pesquisadores da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e da Fiocruz Amazônia.

“A genômica é uma área do conhecimento, que depende de tecnologias avançadas e de equipamentos de alto desempenho, para gerar dados necessários para fazer a análise. No momento da pandemia, que nós estamos passando, o sequenciamento do genoma do vírus é importantíssimo para que a gente possa entender a  sua dinâmica, a dinâmica dessa infecção, a taxa de mutação que o vírus gera e, essas informações, abrem o leque para  perspectivas de produção de vacinas, de abordagens terapêuticas ou diagnósticas”, disse Kátia Torres.

FELIPE NAVECA - VICE DIRETOR DE PESQUISA DA FIOCRUZ AMAZONAS - FOTOS ÉRICO X._-2

Felipe Naveca, pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia

Felipe Naveca ressaltou a importância do trabalho dos pesquisadores da Rede e de como suas atividades em genômica necessitam do apoio do Estado para acontecerem e anteverem situações como as do contexto do Covid-19.

“A realização do primeiro sequenciamento completo do genoma do novo coronavírus aqui na Região Norte mostra a importância de termos a Rede funcionando e, é através dela, que vamos conseguir fazer e acompanhar a evolução desse vírus no nosso Estado, fazendo outros genomas completos do novo coronavírus, que  também vão nos auxiliar a entender a dinâmica de transmissão, como, por exemplo, saber quantas vezes esse vírus foi introduzido no Amazonas. A situação é grave, mas nós temos o apoio da Fapeam e a formação dessa Rede que nos consolida para continuarmos no pioneirismo desta pesquisa”, conclui Naveca.

Sequenciamento do Genoma 

O primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  anunciado recentemente pelo pesquisador Felipe Naveca (Fiocruz Amazônia) e sua equipe.  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19, somando-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

 “As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O depósito  do sequenciamento foi feito na base de dados Global Initiative on Sharing All Influenza Data (GISAID), em  https://www.gisaid.org), sob o número EPI_ISL_417034.

Regesam

A Rede iniciou suas atividades neste ano, a partir  da assinatura do termo de outorga junto à Fapeam. A Regesam começa suas atividades já  fortalecida pelo trabalho da Fiocruz Amazônia que vem confirmar a atuação e capacidade  das instituições de saúde no Estado de darem respostas, especialmente nessa fase critica da saúde pública.

Pesquisadores e instituições que formam a Rede atuam na perspectiva de todas as doenças, em diferentes grupos seja no trabalho com malária, com tuberculose, com doenças crônicas, associadas à genética ou a outros fatores, como o câncer, visando conhecer melhor a dinâmica de cada doença e a dinâmica dos organismos no enfrentamento das doenças.

Os recursos destinados pela Fapeam à Regesam vão permitir a manutenção de máquinas e equipamentos já existentes, aumentar o arsenal que o Estado tem de uso compartilhado desses equipamentos pelas instituições, potencializar o desenvolvimento de mais projetos, potencializar a formação de mestres e doutores, aumentar o número de publicações científicas de alto impacto, dentre outras ações planejadas para quatro anos.

Pró-Estado Saúde

O Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa  (Pró-Estado) tem por objetivo incentivar e consolidar o desenvolvimento da pesquisa científica, tecnológica e inovação nas instituições estaduais do governo, por meio de financiamento de projetos induzidos, com o intuito de promover o desenvolvimento econômico e social do Estado do Amazonas.

O programa é de fluxo contínuo direcionado à modernização de infraestrutura para pesquisa. Em 2019, a  área de saúde foi considerada prioritária para receber investimentos do programa, que chegaram a R$ 11 milhões para 7 projetos, a serem executadas durante quatro anos, com vistas à melhoria dos serviços de saúde ofertados à população amazonense. Uma iniciativa do Governo do Estado para fortalecer a pesquisa na área da saúde no Amazonas.

Por: Marlúcia Seixas

Fotos: Érico Xavier

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Chamadas Públicas com foco na saúde da mulher e em campanhas de saúde

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates, disponibiliza duas Chamadas por meio do programa Grand Challenges Explorations  em busca de inovações com foco na saúde menstrual da mulher e na melhoria do impacto das campanhas de saúde em países de baixa e média renda. O prazo final para envio de propostas para as duas Chamadas  é  até o dia o dia 22 de abril de 2020.

Os cientistas brasileiros selecionados para o financiamento do Grand Challenges Explorations receberão o valor de US$ 100.000 da Fundação Gates e um apoio adicional de US$ 100.000 da Fapeam. Vale destacar que a Fapeam dispõe de diretrizes específicas para participação nas chamadas  (Clique aqui).

Entre os requisitos por parte do coordenador é necessário ter título de  de doutor;  vínculo permanente com a instituição de pesquisa e/ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas; ter experiência compatível e comprovada com o tema da proposta apresentada (coordenação de projetos, integrante de equipe, publicação na área, entre outras experiências que serão avaliadas).

Lançado em 2008 pela Fundação Gates, o programa de financiamento de pesquisa Grand Challenges Explorations procura ideias arrojadas de indivíduos inovadores para solucionar os maiores desafios em Saúde e Desenvolvimento.

Em 2011, a Fundação Gates estabeleceu uma parceria em torno do Grand Challenges Explorations com 20 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) para ajudar a catalisar inovações no Brasil.

Chamada 1 –  Inovações no desenvolvimento de um produto transformador para a saúde menstrual

A Fundação Gates busca projetos com foco na inovação e no desenvolvimento de novos produtos relacionados a saúde menstrual e higiene íntima que prezem pela segurança, discrição, eficácia (sem vazamentos), aceitabilidade cultural e sustentabilidade.  Link para a Chamada:  Clique Aqui.

Acesse aqui o Material de Suporte para submissão de propostas para esta chamada

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Chamada 2- Inovações para melhorar o impacto das campanhas de saúde

A Fundação Gates financia propostas com soluções inovadoras que acelerem a melhoria na cobertura, alcance, eficiência e eficácia das campanhas de saúde em países de baixa e média renda.  Link para a Chamada: Clique Aqui

Acesse aqui o Material de Suporte para submissão de propostas para esta chamada

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Para se inscrever acesse: gcgh.grandchallenges.org/application-instructions

 Dúvidas entrar em contato por e-mail: internacionalizacao@fapeam.am.gov.br

Por: Fapeam com informações do Confap

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Fapeam adere chamada para desenvolvimento de terapêutica e diagnóstico para combater infecções por coronavírus

2020-03-25

A Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), considerando as implicações humanitárias e à saúde pública diante da pandemia do Covid-19,  aderiu à chamada lançada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), designada “Desenvolvimento de terapêutica e diagnóstico para combater infecções por coronavírus”. Essa chamada é uma iniciativa do Innovative Medicines Initiative, junto com a Comissão Europeia e a European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations (EFPIA). A chamada é aberta a pesquisadores e instituições brasileiras, com previsão de co-financiamento.

Foram destinados EUR 45 milhões para a iniciativa que não estabelece limites mínimos ou máximos para as instituições participantes. Lançada de forma emergencial, diante da pandemia de Covid-19 que atinge o mundo, a chamada estabelece o dia 31 de março como data limite para a submissão de propostas, que serão avaliadas pelo lado europeu até 15 de abril.

Acesse as Diretrizes Específicas da Fapeam (Clique aqui)

Consórcios proponentes são convidados a submeterem propostas que abordem pelo menos um dos objetivos do tópico. O tamanho e a composição de cada um dos consórcios devem ser adaptados a fim de que correspondam aos objetivos científicos e aos resultados/produtos chave esperados.

Consórcios proponentes, durante todas as etapas do processo de avaliação, devem considerar a natureza e a dimensão do programa IMI2 JU como uma colaboração público-privada.

Enquanto são preparadas as suas propostas, os consórcios proponentes devem garantir que as necessidades dos pacientes sejam adequadamente abordadas e, quando apropriado, é incentivado o envolvimento de pacientes.

Os proponentes devem garantir que as dimensões de gênero também sejam consideradas. As sinergias e complementaridades com outras nações e projetos internacionais e iniciativas devem ser exploradas, a fim de que se evite a duplicação dos esforços e a fim de criar colaboração a nível global para maximizar o valor agregado Europeu em pesquisa da saúde. Quando apropriado, é também incentivado fortemente o envolvimento de reguladores.

Os consórcios proponentes devem assegurar que, quando pertinente, suas propostas estão em conformidade com a Regulamentação Geral para Proteção de Dados (EU) 2016/679 e Regulamentação de Ensaios Clínicos (EU) 536/2014 (e/ou a Diretiva 2001/20EC) e qualquer outra legislação que se aplique.

Antes de submeter à proposta, os consórcios proponentes devem se familiarizar com todos os documentos da Chamada, tais como o Manual para submissão, avaliação e concessão de benefício da IMI2 JU, e os critérios de avaliação da IMI2. Os proponentes devem consultar os formulários específicos e os processos de avaliação associados com o tipo de tópico da Ação de Pesquisa e Inovação (RIA).

  • Link da Chamada:  (Clique Aqui)
  • Para mais informações – Webinar sobre a Chamada:   (Clique Aqui)
  • Para a busca de parceiros:   (Clique Aqui)
  • Perguntas e respostas sobre a Chamada:  (Clique Aqui)
  • Link da Chamada no portal Horizon 2020 / plataforma de busca de parceiros: (Clique Aqui)
  • Anexo 1- Diretrizes específicas Fapeam (Clique aqui)

Dúvidas entrar em contato por e-mail: internacionalizacao@fapeam.am.gov.br

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Fiocruz Amazônia conclui o primeiro sequenciamento do SARS-CoV-2 da região Norte

Com apoio  da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam), o primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  concluído por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19.

O sequenciamento que foi feito pelo pesquisador Felipe Naveca e sua equipe, a partir de amostra de paciente do Amazonas, soma-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

Pesquisador Felipe Naveca. Foto: Eduardo Gomes

“As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O pesquisador reforça a importância da ciência e do apoio a estudos sobre o coronavírus e lembra que o sequenciamento de vírus é uma das atribuições da Rede Genômica em Saúde do Estado do Amazonas (Regesam), que é apoiada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam).

 

Por: Marlúcia Seixas

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Fapeam divulga resultado final da Fase 1 do Centelha Amazonas

2020-02-13

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou nesta quinta-feira (13/02) o resultado final da Fase I das propostas submetidas ao Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Programa Centelha-AM), edital N°011/2019. No total, 207 ideias foram aprovadas para a Fase II, que consiste no projeto de empreendimento.

Realizado pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), o  Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Amazonas, oferecendo capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso

No dia 17 de janeiro deste ano, a Fapeam divulgou a lista preliminar da primeira fase, com 200 ideias inovadoras aprovadas para a fase  2 do Programa. Após a análise dos recursos impretados pelos proponentes, o Comitê Técnico do Programa Centelha deferiu sete propostas, o que justifica o acréscimo de projetos para a próxima etapa do Centelha Amazonas.

O programa é divido em três fases distintas e eliminatórias, sendo elas: Fase 1- Ideias Inovadoras; Fase 2: Projeto de Empreendimento e Fase 3: Projeto de Fomento.

O Programa conta com investimento de R$ 1.820.000,00 (um milhão oitocentos e vinte mil reais), os recursos disponibilizados serão destinados à subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) para o apoio de até 28 projetos de inovação, no valor unitário de até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais).

Capacitação

A Fapeam promoverá Oficinas de Capacitação para a Fase 2 do Programa Centelha Amazonas para os 207 proponentes que tiveram propostas aprovadas nesta etapa.

Na Fase 2, as principais dimensões a serem apresentadas pelos proponentes são: equipe, produto, tecnologia, mercado, capital e gestão. É quando os proponentes farão detalhamentos das propostas submetidas na fase anterior, agora com foco na viabilidade e no desenvolvimento do empreendimento.

Programa Centelha

O Programa Centelha é realizado em 21 estados. No Amazonas, a iniciativa é executada pela Fapeam, sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Resultado Final-Fase 1 do Programa Centelha Amazonas 

Por: Esterffany Martins

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Negócio inovador: empreendedor fala sobre sua trajetória e apoio da Fapeam

Jorge Carlos Seco - Warabu- Fotos Erico X-203

O fomento à tecnologia e o empreendedorismo inovador para fortalecer o ecossistema de inovação faz parte de uma das linhas de ação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O empreendedor Jorge Carlos Seco Neves sabe como esta modalidade tem beneciado pessoas no Amazonas e contribuído para alavancar negócios inovadores no Estado. Ele teve dois projetos aprovados no Programa de Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica em Micro e Empresas de Pequeno Porte – Tecnova/AM, edital N°025/2013, e no  Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte na Modalidade Subvenção Econômica (Pappe Integração), edital N°007/2017, ambos executados pela Fapeam em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep),

Nascido em Portugal, Jorge mora há 12 anos em Manaus, e iniciou no ramo de panificação portuguesa na feira da Eduardo Ribeiro, no centro. Mas, foi com produtos elaborados a partir de insumos da floresta amazônica que viu a oportunidade de inovar no mercado e expandir seu negócio.

Em entrevista para a equipe de comunicação da Fapeam, o empresário conta como foi sua trajetória, importância do fomento da Fapeam e dicas para quem pretende empreender. Boa leitura!

Como iniciou sua trajetória profissional e o interesse em empreender?

Em 2010, criei a empresa Sabores de Tradição, em Manaus. O impacto do empreendedorismo no mundo inteiro era grande, principalmente no que se refere às mudanças no mercado, que se tornou mais competitivo. Resolvi ingressar no setor alimentício, usando uma grande variedade de frutas, raízes, sementes e ervas da Amazônia, que não existem em qualquer lugar do mundo, e as incorporando em novos produtos como, por exemplo, com um chocolate amazônico, orgânico, sustentável, respeitando e valorizando as comunidades da floresta.

Quando iniciou sua relação com a Fapeam?

Minha relação com a Fapeam iniciou 2015 com um projeto submetido pelo programa Tecnova/AM  chamado “Pães Inovadores com insumos Amazônicos e funcionais”, cuja finalidade é utilizar produtos feitos a partir das fibras do caroço do açaí e do ouriço da castanha como opções para dietas alimentares de pessoas com restrição a glúten, lactose ou gordura. Em 2018 iniciei outro projeto que está em andamento chamado “Warabu Bean To Bar Chocolate da Floresta Amazônica”, do Pappe Integração. A proposta tem o objetivo de inovar na produção de barras de chocolate usando matéria-prima da região com extratos naturais de frutas como, por exemplo, camu-camu, açaí, mangarataia, guaraná, puxuri, cumaru, entre outros.

Atualmente onde funciona sua empresa e de que forma seus produtos são disponibilizados para o mercado?

A empresa está localizada no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (Cide). Nós atendemos clientes aqui, mas queremos expandir, por isso estamos na fase de pré-lançamento de lojas gourmet em Shoppings .

Seus produtos são comercializados  em outras cidades do Brasil? 

O projeto tem como objetivo comercializar os produtos para os Estados Unidos, União Europeia e também cidades do Brasil, ainda não está em prática devido o processo de certificação ser demorado e burocrático.  A  venda de produtos está sendo feita somente em Manaus, por enquanto.

Como você avalia a importância da Fapeam para o incentivo ao empreendedorismo de inovação em nosso estado?

Comparo a Fapeam como uma flecha em direção ao alvo, pois gera resultados expressivos para o desenvolvimento da nossa região e até de nosso País, devido o incentivo para empreendedores trabalharem com os próprios recursos do Estado, valorizando assim a Amazônia.

Para finalizar nossa conversa, qual dica você pode deixar para quem pretende iniciar o empreendedorismo inovador?

Procurar por informações sobre programas de empreendedorismo, analisar órgãos que ajudem na iniciação empresarial, estudar o governo atuante, sempre trabalhar hoje, porém, pensando no amanhã. É importante participar de palestras e congressos que falem sobre empreendedorismo e conseguir parcerias promissoras.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

 

 

 

 

 

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Campanha Janeiro Branco enfatiza a importância dos cuidados com a saúde mental

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A Campanha Janeiro Branco tem como principal objetivo discutir a saúde mental. A escolha do primeiro mês do ano foi pensada porque normalmente, o início do ano, costuma ser um período de reflexão sobre o desejo tanto de cumprir metas quanto repensar as metas que não foram alcançadas no ano anterior como, por exemplo, cuidar da saúde e melhorar o estilo de vida.

Para falar sobre o assunto o Portal da Fapeam conversou com o médico psiquiatra, Rozenval Levinthal. Boa leitura!

 Fapeam: Qual o principal objetivo da Campanha Janeiro Branco?

Rozenval Levinthal: É alertar, dar visibilidade e conscientizar a sociedade sobre as questões relativas à saúde mental e, o impacto dessas questões na vida cotidiana das pessoas. Até bem pouco tempo a saúde mental era relegada a último plano como uma doença silenciosa, em que as pessoas sofriam e eram praticamente invisíveis. Com a mobilização, especialmente dos profissionais da área de saúde mental (psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e etc.), a situação veio à tona e, hoje a doença mental é muito mais discutida e valorizada que algum tempo atrás. Estamos saindo dessa área de invisibilidade e nos tornando mais visíveis. A prevalência das doenças mentais está aumentando muito, aliás, as doenças e os transtornos mentais serão considerados na próxima década como os males mais prevalentes do ser humano.

Fapeam: Por que as doenças mentais serão mais prevalentes?

R.L: Um das causas é principalmente porque melhoraram as condições de diagnóstico. Hoje, as pessoas procuram mais os serviços de atendimento, não têm tanta vergonha de se expor e buscarem tratamento. A outra causa são as condições de vida, trabalho e pressão social que se tornaram maiores atualmente. As pessoas estudam, trabalham, têm que sustentar a família, tem a questão dos relacionamentos e, tudo isso gera muita pressão social. As pessoas são muito mais cobradas e, muitas vezes elas não têm mecanismos compensatórios e, acabam desenvolvendo a doença ou o transtorno mental.

Fapeam: O que são esses mecanismos compensatórios?

R.L: São processos mentais que a maioria das pessoas tem para evitar o adoecimento. A resiliência, por exemplo, que é capacidade de resistir às pressões e, se manter ativo apesar das contrariedades, isso varia muito de pessoa para pessoa. Por exemplo têm pessoas com mais facilidade para superar problemas até mesmo sem ajuda, outras pessoas adoecem mais facilmente. Isso, provavelmente é devido a questões genéticas, a vulnerabilidades sociais, questões relacionadas à infância, relações sociais desde o nascimento, se houve traumas. Na verdade é uma questão muito complexa, mas o fato é que algumas pessoas têm mais susceptibilidade ao adoecimento mental que outras, especialmente se ela já tem componentes genéticos e históricos de doença mental na família.   

Fapeam: Quais são as doenças mentais?

R.L: Primeiro é preciso fazer uma diferença entre doença mental e o transtorno mental. O conceito em si de doença significa uma patologia, nesse caso, uma alteração na saúde mental. Podemos citar alguns exemplos de doenças mentais: transtorno bipolar, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do estresse pós-traumático e a esquizofrenia, esta última é uma doença mental que tem causas e sintomas bem conhecidos e estabelecidos. Nós conhecemos os fatores que levam a essa doença, como a história genética, sinais, sintomas e tratamento. Por isso, hoje o diagnóstico de esquizofrenia é muito mais seguro e, dependendo do grau da doença: leve, moderado ou grave ela pode ser incapacitante para o paciente. A doença mental uma vez estabelecida, na maioria das vezes é incisiva, discriminatória e incapacitante, tem o tratamento, mas não tem cura. Já o transtorno mental, geralmente, tem uma incidência menos incapacitante e, é uma alteração que pode ou não ser passageira, é normalmente pontual como, por exemplo, transtorno de ansiedade que pode está relacionado a certo episódio na vida de uma pessoa e, que causa sofrimento mental. Após o tratamento medicamentoso ou psicoterápico, geralmente, a pessoa tem cura, outras vezes o transtorno persiste por mais tempo. Mas tanto as doenças quanto os transtornos mentais levam a pessoa ao sofrimento.

Fapeam: Por que a escolha do mês de janeiro para tratar sobre saúde mental?

R.L: Normalmente como é o início do ano as pessoas se propõem a cumprir metas e, dentre essas metas está geralmente cuidar da saúde e melhorar o estilo de vida. Quando vira o ano é uma nova oportunidade de vida, das pessoas reverem as suas prioridades na tentativa de fazer com que elas priorizem a saúde mental. Então, a campanha é para conscientizar e aproveitar essa empolgação e motivação das pessoas para correr atrás do tratamento. A cor branca é significativa porque ela expressa uma folha em branco para você reescrever a sua vida, uma oportunidade de repensar, de mudar a sua trajetória, de mudar o seu estilo de vida. Simbolicamente entregando uma folha em branco para que você reescreva a sua história.

Fapeam: Para quem a campanha é direcionada?  

R.L: É direcionada não somente para os pacientes, mas especialmente para as pessoas que estão ao redor deles, como os familiares, os amigos e a população em geral para chamar atenção para o sofrimento muitas vezes silencioso dessas pessoas. O paciente tem vergonha, medo de falar aquilo que ele está sentindo e ser discriminado. Os próprios amigos às vezes minimizam o problema, com convites para sair, se divertir, ir a festas, isso acaba oprimindo a pessoa que está em sofrimento de modo que ela tende muitas vezes a acreditar que isso é passageiro e vai retardando o diagnóstico e o tratamento.   

Fapeam: Em que momento se deve começar a preocupação e a cuidar da saúde mental?

R.L: Todos nós deveríamos ser estimulados a fazer uma avaliação sobre nossas condições psicológicas, especialmente, os profissionais que lidam com a saúde mental (psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e etc). O trabalho dessas pessoas é muito estressante porque exige muita dedicação ao lidar com o sofrimento crônico de outras pessoas. Nós que somos trabalhadores da saúde mental precisamos parar e olhar para a nossa vida e ver o que nós estamos fazendo, tendo jornadas estressantes, plantões em cima de plantões, isso acaba adoecendo os profissionais da saúde mental. Então para essas pessoas especificamente é preciso começar a se questionar e muitas vezes consultar outro profissional.

Fapeam: Qual a importância dessa conscientização?

R.L: A maioria das pessoas ao tratar o assunto acaba minimizando, ou seja, as pessoas não priorizam o atendimento à saúde mental, às vezes só buscam tratamento quando o quadro já está estabelecido, esquecem fundamentalmente a prevenção que na maioria das vezes é relativamente simples. Quando a pessoa começa a sinalizar um problema é o momento da pessoa parar e buscar ajuda, ou pelo menos, procurar olhar para dentro de si e projetar as perspectivas, será se eu tenho condições de melhorar a minha vida, será se isso não vai causar problemas no futuro?

Fapeam: Onde se deve procurar ajuda especializada para que se defina a melhor rota terapêutica?

R.L: Unidades Básicas de Saúde (UBS) Unidade de Saúde da Família, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Policlínicas e Hospital Psiquiátrico Eduardo que atende casos de urgência e emergência.   

 Por: Helen de Melo

 

 

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Cartilha produzida por estudantes do Amazonas alerta sobre consumo de álcool entre universitários

PROJETO PAIC  UEA - CARTILHAS - FOTOS ÉRICO XAVIER_-31

O consumo abusivo de álcool mata mais 3 milhões de pessoas por ano, uma em cada vinte mortes está relacionada com o consumo de bebidas alcoólicas. Entre jovens de 20 a 29 anos a taxa alcança 13,5% , os dados são do Relatório Global sobre Álcool e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2018. Com pensamento de contribuir para redução desse índice, no Amazonas, universitários produziram uma cartilha educacional sobre o alcoolismo, com informações sobre o consumo de álcool no Brasil, prevenção e como o excesso da bebida  impacta negativamente na vida das pessoas.

A cartilha educativa destina-se a jovens universitários que em qualquer momento da graduação podem vir a experimentar bebidas alcoólicas e desenvolver hábitos em níveis nocivos. Diante disso, o material vem para contribuir com mais informações sobre o tema, estimular estudos, debates e reflexão sobre o assunto, principalmente entre jovens e estudantes.

Clique aqui para acessar a Cartilha Consumo de Álcool entre Universitários

PROJETO PAIC  UEA - CARTILHAS - FOTOS ÉRICO XAVIER_-33

Rafaela Oliveira- graduanda em Medicina pela UEA

O projeto “Construção e validação de cartilha educacional sobre alcoolismo para estudantes universitários” foi desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), pela graduanda em Medicina, Rafaela Oliveira, que cursa o 7º período na Universidade Estado do Amazonas (UEA), sob a orientação da professora doutora, Elizabeth Texeira.

De acordo com dados da pesquisa contidos na cartilha, no Brasil 19% dos universitários brasileiros já experimentaram algum tipo de bebida alcoólica. Dentre esses, 22% estão em risco de dependência.

Pesquisa

Para elaboração do material, foi  aplicado um estudo com 91 estudantes, dos cursos de Medicina, Odontologia, Enfermagem e Educação Física da UEA, por meio de Tecnologias Educacionais (TE), uma metodologia importante para mediar práticas educativas com diversos públicos sobre diferentes assuntos, e dentre tantos, a prevenção do alcoolismo e a promoção do autocuidado entre universitários.

Rafaela Oliveira explica que o estudo trouxe a reflexão sobre o assunto entre professores e pesquisadores não apenas da UEA, mas de outras instituições. “Os estudantes que participaram leram e contribuíram com a construção da cartilha. O projeto possibilitou aos estudantes-bolsistas se apropriarem da metodologia da pesquisa de validação de TE. Também fortaleceu a área de pesquisas sobre TE, na UEA, que resultou uma linha de pesquisa do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem de Saúde Pública, PROENSP-UEA”, disse.

PROJETO PAIC  UEA - CARTILHAS - FOTOS ÉRICO XAVIER_-22

Dra. Elizabeth Texeira- orientadora do projeto

Segundo Elizabeth Texeira, para a pesquisa foi feita a observação de comportamentos e escuta de relatos sobre situações resultantes do uso abusivo de álcool entre estudantes. A iniciativa partiu do professor Darlisom Sousa Ferreira, autor do projeto pioneiro na UEA, no qual está dando continuidade ao projeto e concluindo a 4ª e última etapa da pesquisa.

Foram realizadas quatro pesquisas todas de iniciação científica. A 1ª foi uma pesquisa na literatura científica, que gerou a 1ª versão da cartilha. A 2ª e a 3ª foram pesquisas de validação com juízes-especialistas (especialistas do campo da saúde). A 4ª e última foi também pesquisa de validação, mas com o público-alvo da cartilha, os estudantes universitários. Também foram analisadas as sugestões propostas pelos participantes, acarretando em mudanças principalmente na estética, além da diminuição do número de páginas e utilização de linguagem mais formal. Dessa forma, validou-se a tecnologia com o respectivo público-alvo, estando pronta para registro de autoria e posterior publicação e divulgação”, explicou a orientadora.

PAIC

O PAIC apoia, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas.

Clique aqui para acessar a Cartilha Consumo de Álcool entre Universitários

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Professores do interior recebem orientações sobre elaboração de relatório final do PCE

16.12.2019 - OFICINA RELATÓRIO FINAL PCE -  ÉRICO XAVIER_

Oficina foi realizada no Centro de Mídias da Seduc/AM

Professores de nove municípios do Amazonas assistiram a transmissão de videoconferência da “Oficina de Elaboração de Relatório Final” do Programa Ciência da Escola (PCE) realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que ocorreu na segunda-feira (16/12), no Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e  Desporto (Seduc-AM),  no bairro Japiim, zona Sul de Manaus.

O objetivo da oficina foi apontar questões detalhadas  para melhoria da qualificação dos relatórios finais do PCE, que serão entregues ao final da edição do programa. Participaram da transmissão professores dos municípios de Parintins, Itacoatiara, Itapiranga, Caapiranga, Boca do Acre, Barreirinha, Nova Olinda do Norte e Santo Antônio do Içá, que tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas por meio do chat online.

16.12.2019 - OFICINA RELATÓRIO FINAL PCE -  ÉRICO XAVIER_-6

Fulgência Bandeira ministrou a oficina do PCE

A integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira relata a importância da aproximação do PCE no interior com a capital.

“A oficina possibilita essa aproximação. A ideia é que não haja o distanciamento do conhecimento, que a Fapeam esteja sempre presente tanto na capital quanto no interior. A oficina é importante porque podemos passar orientações tanto na parte de elaboração de projeto quanto na avaliação de produção do relatório final, para que esses relatórios atendam a proposta do PCE”, conta.

Para o coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira, a inciativa é uma ação positiva,  na qual muitas dúvidas podem ser sanadas. “Além disso, as orientações ajudam a montar um relatório mais contundente, permitindo a finalização correta dos projetos”, disse.

PCE

Lançado no mês de abril, o PCE recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e municipais de Manaus e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, foram disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Coordenadores de projetos do PCE da rede estadual de ensino participam de oficina de qualificação

A “Oficina de Elaboração de Relatório Final” do Programa Ciência da Escola (PCE) realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) teve continuidade na segunda-feira (9/12) com a participação de 150 coordenadores de projetos de escolas estaduais localizadas em Manaus.

A atividade foi realizada no auditório da Escola Estadual Djalma da Cunha Batista, localizada no bairro Japiim, zona Sul de Manaus, com o objetivo de contribuir para melhoria da qualificação dos relatórios finais que serão entregues pelos coordenadores dos projetos do PCE ao término da edição do Programa.

Palestra

Integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira, fala aos coordenadores.

 

A integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira, explica que nas oficinas são abordados tópicos como, o papel dos comitês de ética responsáveis pelas normas nacionais de regulamentação de projetos de pesquisa com seres humanos, análise dos indicadores que são meios para monitorar e avaliar como está o andamento dos projetos.

“A Fapeam decidiu oferecer essas oficinas com o objetivo de ajudar os coordenadores a qualificar esses relatórios finais e ter o diagnóstico de como a alfabetização científica está sendo implementada nas escolas e influenciando os estudantes”, disse Fulgência.

Para o coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira, a iniciativa da Fapeam em realizar a oficina é de extrema importância porque os coordenadores tinham a necessidade dessa orientação no momento de elaborar o relatório final dos projetos.

“Ao longo dos anos nós vimos que era uma demanda que os coordenadores tinham e essa orientação vai facilitar em especial aqueles que iniciaram no PCE em 2019 e não têm experiência em elaborar o relatório final dos projetos”, explicou Mailson. 

Mailson Rafael

Coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira.

 

Coordenadores

A professora Socorro Oliveira explica que esse ano é a primeira vez que ela coordena um projeto do PCE e, por isso, é fundamental a oficina para esclarecer quais são os critérios a serem observados na composição do relatório final.

“Eu coordeno o projeto “O teatro como meio de promover o ensino aprendizado das principais obras literárias brasileiras no ensino médio”, desenvolvido na Escola Estadual Des. André Vidal de Araújo, Cidade Nova, zona Norte de Manaus, é importante produzir um relatório correto com as devidas orientações para não ocorrer erros, finalizou Socorro.

 

Socorro Oliveira

Coordenadora de um projeto do PCE, Socorro Oliveira.

 

É na Escola Estadual Professora Ruth Prestes Gonçalves, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, que a professora Andressa Primavera coordena o projeto “Sustentabilidade na era Hashtag – Usando as mídias sociais como ferramentas para disseminar práticas de sustentabilidade na escola”. Para ela, mesmo sendo a terceira vez que coordena um projeto do PCE, as orientações continuam pertinentes.

 

Andressa Primavera

Coordenadora de um projeto do PCE, Andressa Primavera.

 

A próxima Oficina de Elaboração de Relatório Final do PCE ocorrerá dia 16/12, de 14h as 17h, no Centro de Mídias de Educação do Amazonas, no bairro Japiim II, zona Sul de Manaus, e será destinada aos professores coordenadores de escolas estaduais localizadas no interior do Amazonas. 

PCE

Lançado no mês de abril, o PCE recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e municipais de Manaus e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, foram disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

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