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Fiocruz Amazônia abre inscrições para o curso de atualização em Biologia Computacional: Análise de Transcriptomas Públicos

De 16 de setembro a 4 de outubro estão abertas as inscrições para o curso de atualização em Biologia Computacional: Análise de Transcriptomas Públicos, promovido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

O curso é gratuito e destinado a alunos de pós-graduação e profissionais da área de saúde que atuam ou desejam atuar na área de bioinformática.

Para o curso estão sendo disponibilizadas 20 vagas e o seu preenchimento obedece às condições dispostas no processo seletivo. Acesse aqui a chamada pública simplificada.

A inscrição é feita pelo Campus Virtual da Fiocruz. Vale ressaltar que, ao preencher o formulário de inscrição, o candidato deve inserir o link do seu Currículo Lattes no local indicado, para efetivação da inscrição.

SOBRE O CURSO

O curso é coordenado pelo Prof. Dr. PriteshJaychand Lalwani, Imunologista, e será realizado na sede do ILMD/Fiocruz Amazônia, localizada na Rua Teresina, 476, Bairro Adrianópolis.

As aulas serão ministradas pelos professores Andre Luiz Barbosa Bafica, Professor Associado de Imunologia, e Edroaldo Lummertz da Rocha, pesquisador, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As aulas acontecerão no período de 14 a 17 de outubro, em horário integral (manhã e tarde), totalizando a carga horária de 30h.

Saiba mais sobre o curso de atualização em Biologia Computacional: Análise de Transcriptomas Públicos.

Acesse o portal do Campus Virtual da Fiocruz e conheça outras oportunidades.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Imagem: Mackesy Nascimento

Regras e procedimentos de biossegurança são abordados durantes palestras na Fiocruz Amazônia

A Comissão de Biossegurança do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu, no dia 9/9, as palestras “Organismo Geneticamente Modificado (OGM) e Biossegurança” e “Atualização, regras e procedimentos de Biossegurança”, ministradas pelos pesquisadores, Paulo Roberto de Carvalho, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio e, Simone Cavalher Machado, da Vice Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Pesquisadores, técnicos e bolsistas de iniciação científica participaram da atividade que teve como objetivo capacitar e disseminar informações sobre regras e procedimentos de biossegurança aos colaboradores e servidores da Fiocruz Amazônia.

SOBRE A CIBio/ILMD

A biossegurança é uma orientação prioritária no ILMD/Fiocruz Amazônia, uma vez que há o desenvolvimento de atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, realizadas no Laboratório Multiusuários e nas cinco Plataformas Tecnológicas.

Para orientar e incentivar as boas práticas e ações de biossegurança foi instituída a Comissão Interna de Biossegurança do Instituto – CIBio/ILMD (Portaria N. 003/2016-GAB/ILMD), subordinada à vice-diretoria de Pesquisa.

A CIBio/ILMD vem atuando para oferecer cursos e treinamentos que promovam a capacitação dos profissionais e a disseminação dos princípios da biossegurança no Instituto e nas instituições parceiras.

Essas ações visam melhor atender as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa e otimizar um conjunto de ações para prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e o meio ambiente.

Ascom/ ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Foto: Eduardo Gomes

Em Fonte Boa (AM), oficina aborda atenção à saúde das populações do campo, floresta e águas

O Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD / Fiocruz Amazônia) promoveu entre os dias 27 e 29 de agosto, a oficina “Atenção à Saúde das Populações do campo, floresta e águas: Perspectivas de um sistema de garantias de direitos para populações ribeirinhas das unidades de conservação ambiental”, no município de Fonte Boa (AM). A atividade foi coordenada em parceria com outros laboratórios e pesquisadores do Instituto Aggeu Magalhães (Fiocruz – PE), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Fiocruz CE.

Durante os três dias de evento, os participantes debateram assuntos, desafios, ações e experiências de intervenções de caráter intersetorial, que possam tornar mais eficientes a gestão pública do Sistema Único de Saúde (SUS) para a melhoria das condições de vida e de saúde das populações ribeirinhas.

Participaram da Oficina de Trabalho a Defensoria Pública da União, Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, 3º Batalhão da Polícia Militar de Tefé, Movimento de Mulheres da Reserva Mamirauá, Conselheiros Municipais de Saúde, agentes comunitários de Saúde e lideranças comunitárias, mestrandos, estudantes, assim como a população de Fonte Boa.

A atividade é uma das ações previstas no projeto de pesquisa “Atenção à saúde das populações do campo, da floresta e das águas: Perspectivas de um sistema de garantias de direitos para as populações ribeirinhas das unidades de conservação ambiental”, aprovado no edital “Geração de Conhecimento” e financiado pelo Programa “Novos Talentos” do edital Inova da Fiocruz.

Segundo Marcílio Medeiros, pesquisador da Fiocruz Amazônia, em outras palavras, “a proposta da Oficina de Trabalho é pensar como melhor gerir a forma de garantir os direitos assegurados pela Constituição Federativa, e assim melhorar as condições de vida e a situação de saúde das populações ribeirinhas, no sentido de tornar todos e todas responsáveis pela sua efetivação por meio de um sistema de garantias de direitos”, explicou.

Técnicos das instituições estatais e não estatais, além de representantes comunitários, foram distribuídos em Grupos de Trabalho, representando as dimensões da reprodução social: Dimensão Ecológica; Política; Trabalho; Cultura; Biocomunal. Nos grupos, a partir de situações e problemas levantados pela pesquisa, realizada entre os anos de 2013 e 2018, os participantes debateram as melhores estratégias de ação integrada, para garantir o direito dos ribeirinhos aos bens e serviços sociais.

SOBRE O PROJETO

O projeto de pesquisa conta com apoio das Prefeituras de Fonte Boa, Alvarães, Jutaí, Japurá, Maraã, Tonantins e Uarini. Também estiveram envolvidos nas atividades representantes da Igreja Nossa Sra do Guadalupe, Prelazia Tefé, Associação de Moradores e Usuários da RDS Mamirauá Antônio Martins (AMURMAM), Departamento de Mudanças Climáticas e Gestão de UC da Secretaria de estado do Meio Ambiente (DEMUC/SEMA), Secretaria de Estado de Saúde (SUSAM), Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS – AM), Instituto de Desenvolvimento Sustentável (IDS) Fonte Boa / Mamirauá e Fundação Amazonas Sustentável (FAS).

Ascom ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Arquivo LTASS

Fiocruz Amazônia participa da cerimônia de posse da nova diretoria da Escola de Enfermagem de Manaus

Nesta sexta-feira, 13/9, diretor e pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) participaram da cerimônia de posse de Esron Rocha, eleito novo Diretor da Escola de Enfermagem de Manaus, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), para o quadriênio 2019-2023.

Instituição parceira da Fiocruz Amazônia, a Escola de Enfermagem de Manaus foi dirigida na última gestão, durante oito anos, por Nair Chase, graduada em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de Manaus, mestra em Educação pela Ufam e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Púiblica Sérgio Arouca/Fiocruz. O Professor Esron Rocha será o 15º diretor da Escola de Enfermagem desde sua fundação em 1949.

Para Nair Chase o sentimento é de gratidão e dever cumprido. “O momento é de profunda satisfação. Entendo que eu cumpri a missão, me dediquei, pois reconheço o que a instituição fez por mim. Estou muito satisfeita, irei continuar na Escola exercendo minhas atividades. Tenho pesquisas em andamento, aulas no mestrado, e estarei disponível para a gestão atual, para aquilo que eles entendam que eu posso contribuir”, destacou.

Em entrevista, Sérgio Luz, diretor da Fiocruz Amazônia destacou a parceria entre as instituições e desejou votos de sucesso para a nova gestão. “A Escola de Enfermagem de Manaus é nossa instituição irmã, desde a implantação. Tivemos a gestão da professora Nair que esteve conosco desde a implantação dos nossos programas de mestrado e doutorado, e agora estamos presenciando a posse do professor Rocha, nosso amigo de trabalho, de bancos escolares. É com grande satisfação que a gente recebe essa nova gestão e desejamos sucesso para eles. Que possamos construir e reforçar cada vez mais essa parceria”, disse.

NOVO DIRETOR

Esron Rocha é Doutor em Ciência na área de concentração Enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia e Especialista em Saúde Pública com ênfase em Saúde Indígena pela Ufam.

Atualmente é professor adjunto III da universidade, nas disciplinas Saúde Coletiva, Saúde Indígena e Estágio Curricular I (módulo rural), Coordenador estadual no âmbito da Ufam do Programa de Acesso e Melhoria da Qualidade – PMAq, Coordenador Pedagógico do curso de Qualificação de Agentes Indígenas de Saúde, Agente Indígena de Saneamento no Alto Rio Negro e Professor Permanente do Mestrado Profissional em Enfermagem da Ufam.

O diretor eleito também é Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn/Amazonas), Membro Titular da Comissão Intersetorial de Saúde Indígena (CISI), Avaliador ADOC da Revista Latino América de Enfermagem e Revista Brasileira de Enfermagem (REBEn), Presidente do 71º Congresso Brasileiro de Enfermagem 2019 e Coordenador da Telesaúde Indígena no âmbito da Ufam.  Foi também Coordenador do Programa de Pós-Graduação Latu Sensu da Fiocruz/ Amazônia).

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

Fiocruz Amazônia recebe “Vampirão” durante campanha de doação de sangue

Nesta quinta-feira, 12/9, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) recebeu na Praça Sergio Arouca, a presença do Vampirão – unidade móvel da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). Servidores, pesquisadores, bolsitas e colaboradores participaram da atividade coordenada pelo Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS/ Fiocruz Amazônia) em parceria com o Hemoam.

MANTER OS ESTOQUES

A campanha tem o objetivo de colaborar com a manutenção dos estoques de sangue da Fundação, que atende toda a rede de saúde pública e privada da capital e interior do Amazonas e, no período do Carnaval, costuma registrar aumento de demanda.

O sangue doado ajuda pessoas que necessitam repor o sangue perdido em cirurgias, hemorragias ou acidentes. Há, ainda, as que necessitam receber sangue regularmente, como é o caso dos pacientes, incluindo crianças e adolescentes, que sofrem de câncer no sangue (leucemia e linfoma) e os portadores de anemias graves e hemofilia.

O sangue não pode ser produzido artificialmente. Quando uma pessoa precisa de uma transfusão, por exemplo, pode contar apenas com a solidariedade das pessoas que ajudam a manter os estoques dos bancos de sangue para atender esse tipo de demanda e salvar vidas.

ORIENTAÇÕES

De acordo com as orientações da Fundação Hemoam, qualquer pessoa com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos e peso a partir de 50 quilos pode ser doador. Mas não podem doar sangue pessoas que tiveram hepatite depois dos 11 anos de idade; usuários de drogas; pessoas com comportamento sexual de risco; quem teve malária, recebeu transfusão sanguínea ou teve doenças sexualmente transmissíveis nos últimos 12 meses; e quem teve febre nos últimos 30 dias da data da doação.

Antes de doar sangue, o voluntário precisa dormir bem na noite anterior à doação (no mínimo 6 horas). A sessão de coleta do sangue dura cerca de 10 minutos.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

Palestra do Centro de Estudos da Fiocruz Amazônia vai abordar condições de vida e serviços de saúde em assentamentos na Amazônia

Na próxima sexta-feira, 13/9, às 10h, o Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove a palestra “Dimensões do abandono como dispositivo de uma condição subalterna: a ausência do Estado e seus rebatimentos nas condições de vida e nos serviços de saúde em assentamentos na Amazônia”, a ser ministrada pela pesquisadora, Ana Cláudia Fernandes Nogueira, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

A palestra pretende apresentar a potência discursiva presente na vivência cotidiana, atravessada pelas condições naturais e políticas que assentamentos embrenhados na Amazônia impõem. Condições, que segundo a pesquisadora, na maioria dos assentamentos, têm sua gênese na exploração dos seringais, que por toda a região levava uma legião de humanos à precarização da vida.

De acordo com Ana Cláudia, a discussão sobre dimensões do abandono como dispositivo da condição de subalternidade “é costurada, como retalhos, principalmente a partir da fala das mulheres, uma vez que independente de suas origens, estas trazem em si a marca da renúncia e lançam seus olhares sobre os acontecimentos como maneira de justificar a partida ou a permanência nos assentamentos”, explicou.

A apresentação ocorrerá na Sala de aula 1, no prédio anexo, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE A PALESTRANTE

Ana Cláudia é graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas, especialista em Antropologia da Saúde pela Fiocruz Amazônia, Mestre em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia, na área de Política de Gestão Ambiental pela Universidade Federal do Amazonas, e Doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Tem experiência na área de Sociologia, Antropologia e Ciências do Ambiente, com ênfase em Sociologia Rural, Meio Ambiente e Saúde, Agroecologia, Educação do Campo, atuando nos seguintes temas: meio ambiente, assentamentos rurais, conflitos rurais, política pública e cultura .

Atualmente é professora Adjunta da Universidade Federal do Amazonas no Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente – IEAA, Campus do Vale do Madeira e membro do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Ambiente, Socioeconomia e Agroecologia – NUPEAS, no IEAA.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Fiocruz Amazônia abre inscrições para processo seletivo do PPGBIO-Interação

Iniciaram nesta sexta-feira, 6/9, as inscrições para o processo seletivo do curso de Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro – PPGBIO-Interação, do Instituto Leônidas & Maria Deane  (ILMD/Fiocruz Amazônia). Os interessados podem se inscrever por meio de formulário online, disponível na Plataforma Siga: http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127

A Chamada Pública Nº 008/2019 do Programa oferece 20 vagas, distribuídas entre duas linhas de pesquisa: Eco epidemiologia das doenças transmissíveis; e Bioquímica, biologia celular e molecular de patógenos e seus vetores. Até o dia 12/9, ocorre o período para solicitação da isenção da taxa de inscrição.

Para se inscrever, o candidato deverá apresentar a documentação solicitada no Edital. A admissão no curso de Mestrado será feita através de processo seletivo que é composto das seguintes etapas: Homologação das inscrições, Prova Escrita e Prova Oral (Entrevista). Todas as etapas do processo seletivo são eliminatórias. As inscrições ocorrem até o dia 16/10.

A primeira etapa compreenderá a análise, pela Comissão de Seleção da documentação, apresentada pelo candidato. A segunda etapa, Prova Escrita, será discursiva e valerá 10 (dez) pontos. A terceira etapa será a Prova Oral, que compreende a avaliação do projeto de pesquisa, pontuação do currículo lattes e entrevista.

O início das aula está previsto para ocorrer no dia 2/3/2020.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é curso strictu sensu que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na eco-epidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Estes diversos aspectos são os principais delineadores para escolha da área de concentração da Ciências Biológicas III, por esta ser uma área multidisciplinar e baseada no eixo bioquímica, genética, biológico, celular e molecular. Os alunos recebem uma formação em áreas estratégicas por sua importância e que precisam ser desenvolvidas no Estado.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Turma 2019 do PPGVIDA terá aula inaugural ministrada por Marco Akerman

Na próxima segunda-feira, 9/9, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD / Fiocruz Amazônia) promove a aula inaugural da turma 2019 do Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA). A abertura da atividade será marcada pela palestra “Saúde da Terra???????”, que será ministrada pelo Prof. Dr. Marco Akerman, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo – USP.

O evento terá início às 8h, no Salão Canoas, auditório da Unidade, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Zona Sul de Manaus. Na oportunidade também ocorrerá a apresentação da equipe do ensino, apresentação do curso, regulamento do ensino, regimento do PPGVIDA, bolsas do programa, manual do aluno e do Calendário Acadêmico.

Os programas, cursos e atividades de ensino desenvolvidos pela Fiocruz Amazônia visam qualificar profissionais para funções especializadas nos campos das ciências e tecnologias em saúde, necessários à sociedade, bem como aprofundar conhecimentos e habilidades, voltando-se prioritariamente para a área de Saúde Coletiva e afins, promovendo atualização sobre os avanços de conhecimentos nesse campo e a ampliação das competências profissionais dos discentes.

SOBRE O PALESTRANTE

Professor Titular do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da USP, Marco Akerman é médico, especialista em Saúde Pública e Medicina Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, especialista em Gestão Hospitalar para o Setor Público pela Fundação Getúlio Vargas, mestre em Planejamento e Financiamento do Setor de Saúde,  PhD em Epidemiologia e Saúde Pública pela Universidade de Londres e Especialista em Ativação de Mudanças na Graduação de Profissionais de Saúde pela FIOCRUZ.

Editor-Convidado de seis Suplementos Temáticos para as Revistas Científicas: Health Promotion International, Revista de Saúde Pública da USP, Ciência e Saúde Coletiva da ABRASCO, Arquivos Brasileiros de Ciências da Saúde da FMABC. Atua principalmente nos seguintes temas de pesquisa: avaliação de políticas, programas e serviços, determinação social, intersetorialidade, ODS e promoção.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

Além disso, o PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Palestra do Centro de Estudos da Fiocruz Amazônia vai abordar desenvolvimento e caracterização de anticorpo encontrado em ovos de galinha

Na próxima sexta-feira, 6/9, às 10h, o Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove a palestra “Desenvolvimento e caracterização de anticorpo policlonais IgY de interesse a saúde em Gallus gallus, linhagem dekalb”, a ser ministrada pelo pesquisador, Diogo Pereira de Castro.

Segundo explicou Diogo, os anticorpos monoclonais e policlonais são utilizados em diversas aplicações laboratoriais, e hoje a obtenção destes anticorpos ocorre em mamíferos. A imunoglobulina Y (IgY) é o principal anticorpo encontrado em ovos de galinha (Gallus gallus), e pode ser usada como alternativa a anticorpos de mamíferos.

A palestra irá abordar sobre a obtenção do IgY e algumas de suas vantagens, uma delas em relação a sua obtenção a partir de seus ovos, não causando estresse ao animal. A apresentação ocorrerá na Sala de aula 1, no prédio anexo, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE O PALESTRANTE

Diogo é graduado em Licenciatura em Ciências Biológicas, pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Doutor em Biotecnologia pela Universidade do Federal do Amazonas (UFAM)

Atualmente desenvolve estudos com produção de anticorpos em ovos de galinha. Possui experiência em hidroponia e aplicações biotecnológicas na agricultura, como a utilização de Bacillus subtillis na hidroponia.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Ciclo de debates na Fiocruz Amazônia aborda Saúde, Ambiente e Sustentabilidade

Nos dias 2 e 3/9, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fioruz Amazônia) sediou o 3º Ciclo de Debates de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz). O evento visa discutir, a partir do olhar ampliado sobre questões relacionadas à saúde, o ambiente e a saúde indígena para o desenvolvimento da Amazônia – malária, vulnerabilidade ambiental e território.

O ciclo de debates teve o objetivo de contribuir com a atualização da produção, disseminação e compartilhamento de conhecimentos e tecnologias em Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, voltados para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a promoção da saúde e da qualidade de vida da população brasileira.

Compuseram a mesa de abertura do evento: Marco Menezes – Vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde, Claudia Ríos Velásquez– Diretora substituta e Vice-Diretora Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz Amazônia, Cristina Araripe  – Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação – VPEIC/Fiocruz, Wenderson de Souza Monteiro –  Superintendência Estadual da Funasa no AM – Suest/AM, Rosemary Pinto – Direto da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas e Glenda Pinheiro – Assessora do Departamento de Mudanças Climáticas e Gestão de Unidades de Conservação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas – SEMA.

Confira aqui a galeria de imagens.

Durante os dois dias de discussões, palestrantes e público buscaram atualizar e expandir o conhecimento sobre ambiente e saúde na Fiocruz, tendo como orientador da discussão interdisciplinar as áreas temáticas que constituem a publicação da Coleção de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Série Fiocruz – Documentos Institucionais, a saber: Agrotóxicos e Saúde; Biodiversidade e Saúde; Clima e Saúde; Grandes Empreendimentos e Saúde; Saúde dos Povos do Campo, da Floresta e Água e Saúde do Trabalhador.

A ação ocorrerá nas cinco Regiões do Brasil: Sudeste, Nordeste, Sul, Centro Oeste e Norte, com a participação das Unidades Regionais da Fiocruz. No ano passado, foi realizado na Região Sudeste, em março deste ano aconteceu em Brasília.

Participaram das atividades, interessados no estudo de questões relacionadas ao tema Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, especialmente pesquisadores envolvidos na elaboração dos documentos da coleção, autores, colaboradores, e convidados envolvidos em processos relacionados às áreas a serem discutidas.

O destaque do primeiro dia de evento foi a exibição do filme “O Fio da Meada”, de Silvio Tendler –  com roteiro de Marcelo Firpo, Silvio Tendler e Marina Fasanello, seguido por um debate com o público. No início da noite, o público prestigiou a apresentação cultural do grupo Arte sem fronteiras: uma Amazônia de cores e sons.

Além de ampliar a discussão sobre questões relacionadas à área de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, o Ciclo de Debates pretende possibilitar uma discussão interdisciplinar entre as áreas que compõe o Programa de SAS: Agrotóxicos e Saúde, Biodiversidade e Saúde, Clima e Saúde, Grandes Empreendimentos e Saúde, Povos do Campo, da Floresta e Água e Saúde do Trabalhador, integrando as Unidades Regionais na discussão. Um das idéias centrais do grupo é iniciar um processo de construção de uma Rede Integrada de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade.

O evento contou com discussões temáticas sobre saúde, ambiente e desenvolvimento da Amazônia. Pesquisadores discutiram sobre ecologias, epistemologias e promoção emancipatória da saúde, desigualdades sociais e saúde indígena.

COLEÇÃO SAÚDE, AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

Na oportunidade, aconteceu também o lançamento da Coleção Saúde, Ambiente e Sustentabilidade. A Série Fiocruz – Documentos Institucionais foi elaborada pela Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS). A coleção apresenta a trajetória, a produção científica e reflexões da área de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade no âmbito da Fiocruz, em torno dos temas definidos em seu programa institucional, e se destina à sua própria comunidade científica e a instituições externas, a pesquisadores e ao conjunto da sociedade brasileira.

Alinhada à missão institucional, a coleção tem como objetivos contribuir para a produção, disseminação e compartilhamento de conhecimentos e tecnologias em Saúde, Ambiente e Sustentabilidade (SA&S), voltados para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), a promoção da saúde e da qualidade de vida da população brasileira; e consolidar o Programa Institucional de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Fiocruz, como processo estratégico, a partir da sistematização dos conteúdos deste campo.

A organização dos volumes, e sua construção, contou com ampla participação da comunidade científica da Fiocruz e convidados, reunindo o conjunto de conhecimentos e de diferentes aspectos relacionados aos temas. A coleção é resultado da contribuição de mais de duzentos pesquisadores. A metodologia utilizada ao longo desse processo possibilitou maior integração e articulação dos diversos campos de atuação. Nos volumes, foram respeitadas as singularidades de cada área, possibilitando o exame concomitante da obra como um todo e de suas especificidades.

Para Marcílio Medeiros, pesquisador da Fiocruz Amazônia, a obra é também uma articulação de capacitação e conhecimento sobre os estudos desenvolvidos pela Instituição em diversos setor da saúde. “Através de iniciativas como esta, nós podemos revisitar o que vários pesquisadores estão produzindo de conhecimento em várias temáticas”, pontuou.

 

FEIRA DE ORGÂNICOS

No segundo dia, a programação contou com mais uma edição da Feira de Produtos Orgânicos, evento promovido pelo Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (Tass), em parceria com a Asfoc-AM. A atividade visa sensibilizar trabalhadores da Fiocruz Amazônia e comunidade do entorno para a importância da adoção de uma dieta livre de agrotóxicos, além de estimular o consumo de plantas alimentícias não-convencionais (Pancs).

Participam da Feira de Produtos Orgânicos, agricultores da Associação dos Agricultores São Francisco de Assis – Ramal da Cachoeira, entidade ligada à Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas (Rema).

Dentre os produtos agrícolas orgânicos comercializados estão hortaliças, frutos regionais de época, plantas medicinais e plantas comestíveis não convencionais, entre outros. Artesanato, alimentos feitos a partir de produtos orgânicos e mudas de plantas também estão na feira.

SOBRE ORGÂNICOS

Os produtos orgânicos são cultivados sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos. São considerados produtos limpos e saudáveis e que respeitam o meio ambiente e contribuem para a preservação dos recursos naturais.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes