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Fiocruz Amazônia realiza minicurso sobre ‘Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro’

Iniciou nesta segunda-feira, 4/12, o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia. O evento é  promovido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação). A primeira atividade foi o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”.

O Seminário continua nos dias 6 e 7/12. Clique e acesse a programação.

As atividades do Seminário são realizadas na sede da Fiocruz Amazônia que fica na rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus – AM.

O conteúdo do minicurso foi dividido em dois momentos:  pela manhã, com o pesquisador Felipe Naveca que abordou “PCR em Tempo Real: teoria e prática, preparação, reação e análise de dados. O segundo momento, “Infecção experimental em vetores”, foi ministrado pela pesquisadora Claudia Rios Velasquez, no Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA).

As inscrições para o Seminário são gratuitas e dele podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia neste evento, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas ligados ao campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

 

INSCRIÇÕES

Para se inscrever o candidato deve encaminhar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve informar a intenção de participar do Seminário, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do evento, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para as palestras foram disponibilizadas 100 vagas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Fiocruz Amazônia promoverá Conferências Ciências Sociais e Saúde: diálogos de fronteira

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS) realizará no dia 13/12, as Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira.

O encontro tem por objetivo explorar as possibilidades de diálogo entre os saberes das ciências da saúde e das ciências sociais, mostrando de que forma recortes teóricos, referenciais teóricos e abordagens podem contribuir para uma bem-vinda complexificação das explicações de questões de saúde na Amazônia.

Segundo a pesquisadora responsável  pelo evento, Fabiane Vinente, a primeira edição das Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira terá como convidado o professor João Siqueira, antropólogo, doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que ministrará a palestra “Malária e Ciências Sociais: a intermitência do diálogo com outros saberes”

João Siqueira atua em linhas de pesquisa que incluem Etnicidade, Estado e conflitos territoriais na Amazônia, e Doença e representação social. Em sua conferência, irá discutir a problemática do estudo da malária na perspectiva das ciências sociais e explorar a relação entre a representação da malária e as práticas de atenção e cuidado no processo saúde-doença, observando que, se por um lado a questão da malária pressupõe ações políticas e medidas interventivas que são operadas no campo da saúde pública, de outro lado, ela possibilita e até potencializa a problematização da ordem social vigente, tendo em vista que saúde e doença tendem a legitimar, no espaço público, a emergência de determinado problema social.

O evento tem inscrições gratuitas que podem ser feitas no dia e local de sua realização.

LANÇAMENTO

No mesmo encontro João Siqueira irá lançar o livro “Uma doença, diversos olhares: Representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus”, da Editora Valer.

SERVIÇO

Evento: Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira

Quando? 13/12/2017

Onde?  Sede da Fiocruz Amazônia, no Salão Canoas, à rua Teresina, 476, Adrianópolis – Manaus (AM).

Horário?  De 14h30 às 17h

Informações com Edmilson Bibiani (Eventos), pelo telefone (92)3621-2430

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagens: divulgação

Após tendência de queda, casos de malária no mundo sobem em 2016, aponta OMS

O número de casos confirmados de malária no mundo diminuiu entre 2010 e 2015, mas voltou a crescer em 2016, informa relatório da Organização Mundial da Saúde divulgado nesta quarta-feira (29). O mundo registrou 216 milhões de casos em 2016, contra 211 milhões em 2015. Segundo a OMS, o registro do ano passado interrompe uma tendência de queda: entre 2010 e 2015, a incidência da doença apresentava uma diminuição de 21%.

“Quando há uma tendência de queda, acredita-se que a doença está controlada, os serviços começam a falhar e, aí, o número de casos aumenta novamente”, diz Marcos Boulos, infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O Brasil confirmou 129.251 casos em 2016, segundo a Organização Mundial da Saúde. E a tendência era de queda, já que 143.161 casos foram registrados em 2015. Especialistas, no entanto, apontam para uma tendência de aumento em 2017.

Na região amazônica, já se registra um crescimento das infecções para esse ano. A região apresentou 7,3 mil casos a mais que o primeiro semestre do ano passado. Tocantins vive um surto (aumento repentino da doença). O estado apresentou 58 casos no primeiro semestre, em comparação com 23 em relação ao ano passado.

SOBRE A MALÁRIA

A malária é uma doença infecciosa causada pelo parasita Plasmodium. É transmitida pela picada do mosquito de gênero Anopheles ou por contato pelo sangue, como o compartilhamento de seringas.

Os sintomas incluem mal-estar, calafrios, seguido de suor intenso e prostração. No caso do plasmodium do tipo falciparum, pode ocorrer uma grave amenia, potencialmente fatal.

O G1 aguarda um retorno do Ministério da Saúde sobre os dados consolidados para este ano no Brasil, mas especialistas como Claudia Rios, pesquisadora da Fiocruz na Amazônia, confirmam uma tendência de aumento, na esteira da média global.

“O Brasil vinha avançando na redução do número de casos desde 2010, entretanto, em 2017, até o mês de agosto, foi registrado um aumento de 44% no número de casos para a região amazônica”, diz.

Surto de malária em Macapá, no Amapá, em registro de setembro desse ano (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Tanto Marcos Boulos como Claudia Rios citam que o aumento pode ser explicado em parte a uma mudança nas políticas de controle e também por influência de questões climásticas.

“Quando você tem ano eleitoral no município, alguns prefeitos destinam parte do pessoal para outras funções. Ano passado foi ano eleitoral e os serviços ficaram sobrecarregados. Também sempre quando muda a gestão, há uma tendência de aumento”, diz Boulos.

“A incidência de malária no Brasil, ao longo do tempo, é muito variável, e isso está associado a múltiplos fatores como mudanças climáticas, mudança nas lideranças municipais e, portanto, nas políticas de controle”, afirma Cláudia.

MORTES NO MUNDO E REGIÕES AFETADAS

Apesar da tendência global de aumento, morre menos gente em decorrência da doença. Em 2016, a OMS estimava 445 mil mortes globalmente, contra 446 mil em 2015.

A África ainda é a região mais atingida pela doença, com 90% dos casos. Lá, é mais prevalente a malária transmitida pelo Plasmodium falciparum – representando 99% dos casos. A malária transmitida por esse protozoário leva à forma mais grave da doença: o falciparum destroi os glóbulos vermelhos do sangue, o que provoca um quadro grave de anemia.

Já nas Américas, é mais prevalente o Plasmodium vivax, que corresponde a 64% dos casos. Ainda nas Américas, Brasil e Venezuela respondem por 65% dos casos.

No Brasil, a maior parte dos casos é registrada na região amazônica, onde a malária é endêmica (ocorre com frequência na região).

META DE ELIMINAÇÃO DA OMS

Segundo o documento, mais países estão perto de eliminar a malária: em 2016, 37 países reportavam menos de 10 mil casos, contra 37 países em 2010.

A OMS informa que países como Emirados Árabes Unidos (2007), Marrocos (2010), Armênia (2011), Maldivas (2015) e Sri Lanka (2016) eliminaram a doença. Países como a Argentina estão em processo de eliminação.

A eliminação, no entanto, só ocorre quando não há mais transmissão interna da doença e é diferente da erradicação, quando quase não são registrados novos casos. Também são necessários serviços constantes de vigilância para que a eliminação seja garantida.

O Brasil não está entre os países com menos de 10 mil casos — com 129.251 casos em 2016 — e, portanto, a meta de eliminação não é uma realidade para o nosso território.

Marcos Boulos, da USP, diz que há um ano se discutia a eliminação da malária causada pelo Plasmodium falciparum, já que havia uma tendência de queda nos casos provocados especificamente pelo parasita. Comissões de especialistas debatiam se se fazia uma estratégia focada de eliminação ou se se esperava que a eliminação fosse alcançada com a natural queda observada.

“Agora, no entanto, com o aumento, vamos ter de rever essa meta e a prioridade é a reorganização dos serviços para garantir o que vinha sendo feito”, diz.

Hoje, o país tem mais de 23 milhões de pessoas em risco para a doença.

RESISTÊNCIA A ANTIBIÓTICOS E INSETICIDAS

A Organização Mundial de Saúde cita que há registros de casos de resistência do parasita a medicamentos. Também, segundo a entidade, vetores também apresentam resistência a inseticidas. A entidade aponta sobre a necessidade do investimento em pesquisas.

“O problema da resistência existe e isso afeta diretamente as medidas de controle existentes, contribuindo para a manutenção da doença e dificultando a sua eliminação”, diz Cláudia Rios.

Cláudia cita que a Fiocruz da Amazônia desenvolve pesquisas para buscar novas moléculas que possam bloquear a transmissão. A entidade também testa substâncias naturais e sintéticas para o controle do parasita.

Fonte: G1, por Monique Oliveira, G1
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Inscrições abertas para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) está recebendo inscrições para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia, que será realizado nos dias 4, 6 e 7/12, na sede do Instituto, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

A primeira atividade do seminário será o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”, que acontece na próxima segunda-feira (4/12). O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação).

As inscrições são gratuitas e podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia,  a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores convidados nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas no campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

Clique e acesse a programação.

INSCRIÇÕES

Os interessados em participar do evento devem enviar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve conter a indicação de qual a atividade quer participar ou se quer inscrever-se para as duas (minicurso e palestras). Além disso, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do minicurso e/ou seminário, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para o minicurso estão sendo oferecidas 10 vagas. Para as palestras, 100 vagas estão sendo disponibilizadas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

Visita de pesquisadores de Liverpool à Fiocruz Amazônia acende possibilidades de parcerias institucionais

Pesquisadores da Liverpool School of Tropical Medicine (LSTM) estão em Manaus para reunir com pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  A programação do encontro vai até quinta-feira (30/11) e consta de conferências e interlocuções sobre parasitologia, terapias e medicamentos.

Para o vice-presidente de Pesquisa e Coleções Biológicas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rodrigo Correa de Oliveira, a visita dos pesquisadores é muito oportuna, visto que os pesquisadores da LSTM têm um sistema muito bem estruturado e têm descoberto novos medicamentos o que pode ser significativo não só para a Fiocruz Amazônia, mas para o sistema de saúde brasileiro.

“Vejo que dentro dessa colaboração entre a LSTM, a Fiocruz Amazônia e a Fiocruz Nacional nós podemos chegar a um processo de investigação junto com Farmanguinhos e com as outras unidades da Fiocruz, de verificação de novas drogas para várias doenças, por que eles têm um sistema de alta velocidade de avaliação de produtos naturais e, junto com eles, poderíamos ter uma abordagem bastante significativa de produtos naturais não só da Amazônia, mas também de outras regiões do país”, disse Rodrigo Oliveira.

Para o diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, a visita dos pesquisadores possibilita colaboração com a LSTM. “São pesquisadores de uma instituição de grande importância na pesquisa, que tem tradição e trabalhos relevantes na parte de saúde pública. Essa parceria é uma oportunidade não só de se ter projetos de colaboração, mas também abre portas para outras cooperações que atendam aos nossos estudantes e corpo técnico não só em filárias, mas também em outros temas”.

O encontro tem programação definida até o dia 30/11. Veja abaixo:

EVENT PROGRAMME FOR 29.11.2017 

09:00 – 12:00 – Tour of the FMT-HVD

Fiocruz ILMD researcher and FMT-HVD medical practitioner Dr Marcus Lacerda and FMT-HVD director of research Dr Wuelton Monteiro will greet the LSTM guests at the FMT-HVD and provide them with a tour of the hospital’s research facilities.

Student Talks

13:00 – 13:30 –Uziel Swaua Msc (Fiocruz ILMD)

Evidence for M. ozzardi resistance to Ivermectin in Sao Gabriel do Cachoeira.

13:30 – 14:00 – Túllio Romão Ribeiro da Silva Msc (Fiocruz ILMD)

Flies in the ointment: Onchocerciasis vector bites are significantly reduced by the skin application of mineral oil during human landing catches

14:00 – 14:30 – Yago Santos Bsc (Fiocruz ILMD)

Are standard Wolbachia detection tools over-estimating the prevalence of Wolbachia infections in mosquitoes?

14:30 – 14:45 – Coffee break

Our invited guest will be served Brazilian coffee, fresh rainforest fruit juice and regional snacks during this brief interval.

14:45 – 15:00 – Tour of the Fiocruz ILMD laboratory facilities

Our invited guest will be provided with a tour the Fiocruz ILMD laboratory facilities.

 15:00- 17:00 – Fiocruz & LSTM project proposal discussions: closed session

In this closed-door meeting the LSTM team and selected Fiocruz researchers will discuss collaborative research proposals and funding opportunities.

 

 EVENT PROGRAMME FOR THE 30.11.2017

 

9:00- 12:00 –Project proposal wrapping up meeting: closed session

During this session, the LSTM team and Fiocruz researchers will select specific research project proposals and specific funding calls that collaborative joint grant applications can be submitted to.  The LSTM team and Fiocruz researchers will decide on a firm agenda for the preparation of grant-application submission with clearly delineated tasks for each of the applicants.

12-00-14-00 – Special lunch

Dr Luz will take our LSTM guest to a special restaurant so our guest can sample the best of traditional Amazonia food and drink.

14-00- 17:00 –Project proposal spill-over meeting or free session.

Depending on the progress of the meeting and the desires of our LSTM guests, this session can be used to resolve out-standing issues from earlier discussions or can be used for tourist activities. The Brazilian Amazon has a lot to offer tourists and we will be glad to show our guests the parts that most interest them. They will, of course, need to remember their swimming trunks if the decide they want to swim with our pink river dolphins.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Obsma conclui Oficinas Pedagógicas em Porto Velho

Encerraram ontem, 23/11, as Oficinas Pedagógicas da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em Porto Velho (RO). A abertura do evento foi na segunda-feira (20/11). Depois, foram 3 dias dedicados ao diálogo e orientação a professores sobre como abordar com seus alunos as temáticas de saúde e meio ambiente, a partir de recursos relacionados a projeto de ciências, produção de texto e produção audiovisual, que são as modalidades da Olimpíada.

No último dia, foi ministrada pela professora Alcione de Araújo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e colaboradora da Obsma, a oficina de produção textual. No dia 22/11, ocorreu a oficina de audiovisual, com o programador e produtor visual Wagner Nagib. No primeiro dia, projeto de ciências, com Cristina Araripe, pesquisadora da Fiocruz e coordenadora nacional da Obsma.

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país.

As Oficinas Pedagógicas da Obsma em Porto Velho foram organizadas pela Coordenação Regional Norte, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), por meio da Coordenação do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE).

Segundo a coordenadora do PSE, Maria Inês Fernandes, a expectativa é de que os professores que participaram das atividades pedagógicas da Obsma, tornem-se multiplicadores do conhecimento adquirido e possam contribuir para que mais educadores de Rondônia, inscrevam projetos na Olimpíada.

Participaram das oficinas professores dos 52 municípios de Rondônia. Alguns educadores chegaram a viajar por 11 horas de ônibus até chegar ao Rondon Palace Hotel, local onde foram ministradas as Oficinas.

A coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, ressaltou a importância do envolvimento e empenho da Seduc e do PSE, para prover condições para participação dos professores nas atividades pedagógicas, e espera que a 9ª. edição da Obsma seja contemplada com muitas  inscrições de professores de Rondônia.

No encerramento, além das palavras de agradecimento e motivação para impulsionar novos projetos, houve também sorteios de camisas e canecas.

Confira as fotos das Oficinas Pedagógicas em Porto Velho.

 

Saiba mais sobre as Oficinas Pedagógicas da Obsma

Saiba como organizar Oficinas Pedagógicas na sua cidade/região?

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Obsma: professores de Porto Velho (RO) participam de oficina de audiovisual

Com muita atenção, curiosidade e entusiasmo professores de Porto Velho (RO) participaram ontem  (22/11) da Oficina de Audiovisual, oferecida pela Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma).

No segundo dia de realização das Oficinas Pedagógicas da Obsma, ninguém ficou parado. Com as orientações recebidas do instrutor Wagner Nagib, e utilizando os recursos disponíveis – seus smartphones –  os professores  partiram para a prática e produziram vídeos com enfoques na saúde e  no meio ambiente. Roteiro e produção ficaram por conta deles, que esbanjaram criatividade e sensibilidade na escolha dos temas.

Wagner Nagib apresentou aos professores possibilidades de produção audiovisual, mesmo diante da falta de equipamentos sofisticados ou mesmo de recursos financeiros. Os professores encararam o desafio e produziram material que lhes serve de inspiração para projetos a serem desenvolvidos em suas escolas.

O professor Odair José Ferreira, de São Francisco do Guaporé (RO), observou que o momento é propício para se adquirir novos conhecimentos, conhecer novos possíveis parceiros, e contribuir para a divulgação da Obsma nas escolas de sua região, bem como socializar com os colegas o conhecimento apreendido para a elaboração de novos projetos para a 9ª. Olimpíada.

As Oficinas Pedagógicas da Obsma estão sendo realizadas em Porto velho, no período de 21 a 23 de novembro, e acontecem com o apoio da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), por meio da Coordenação do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE) e organização da Coordenação Regional Norte da Olimpíada.

 

SOBRE A OBSMA

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da Obsma, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais, criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Cenário da mansonelose no AM é apresentado  a alunos da rede pública pela Fiocruz Amazônia

A dinâmica da doença que acomete o tecido linfático conhecida como filariose ou mansonelose (elefantíase) foi apresentada ontem (22/11), pelo biólogo Yago Serra, aluno do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

A palestra foi prestigiada por alunos do ensino médio da Escola Estadual Gilberto Mestrinho, localizada, no bairro Colônia Antônio Aleixo. A atividade fez parte da programação da 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) promovida pelo ILMD em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping.

Apesar de estar quase erradicada no País, a doença tem registros de incidência em municípios amazonenses como Lábrea, São Gabriel da Cachoeira, Coari e Tefé. Segundo o pesquisador, a doença é transmitida principalmente pelo mosquito conhecido como “pium” ou “borrachudo” (Simullium spp), mas também pelo “mosquito pólvora” (Cullicoides spp). Serra explicou que o tratamento é simples e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

Yago Serra considera a SNCT fundamental para a educação científica. “É muito importante porque estamos falando com jovens que futuramente podem ser meus colegas de profissão e cientistas que se interessem por essa área e são, sobretudo, excelentes divulgadores porque estão nas redes sociais, conversam com seus pais e podem divulgar essa informação”, frisou.

Segundo o pesquisador, mansonelose é uma doença endêmica da nossa região e muito pouco conhecida. A doença pode ser transmitida por dois parasitas, a Mansonella ozzardi, que é originária das Américas, e a Mansonella perstans, originária do continente africano. Em sua investigação Yago pretende avaliar a influência do perfil genético das pessoas em relação a suscetibilidade a infecção por mansonelose em São Gabriel da Cachoeira, Lábrea e Coari.

OPINIÃO DE QUEM FOI

A aluna do 1º ano do Ensino Médio, Alice Silva, 15 anos, participou tanto da palestra sobre ‘Filarioses na Amazônia’ quanto da mostra de microscopia (bactérias e fungos) apresentado no Ecam para o grande público. “Esta foi uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre a ciência na prática e também para mim foi uma grande novidade saber sobre a Filariose, doença que eu não tinha conhecimento”, disse.

Na opinião de Pedro Vitor Lima, 15 anos, aluno da Escola Estadual Gilberto Mestrinho, a atividade contribuiu bastante para seu aprendizado. “Eu amo ciências e este dia ficará marcado pelas novidades que me foram apresentadas. Assim, posso também informar aos meus vizinhos, amigos e família sobre o que aprendi”, comemorou.

PROGRAMAÇÃO

As atividades da 14ª SNCT acontecem em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed). A entrada em todas as atividades é gratuita e aberta ao público.

A programação do evento ocorre em dois locais: no Ecam,  no Shopping Manauara (das 10h às 16h) e no Salão Canoas, auditório do ILMD/Fiocruz Amazônia (Rua Teresina, 476, Adrianópolis), das 19h às 21h.

Nesta quinta-feira, 23/11, a pesquisadora Edilene Martins vai ministrar palestra sobre a ‘Malária no Brasil’, das 10h às 12h, e pela tarde o pesquisador André Corado falará sobre ‘Epidemiologia Molecular do HIV 1’, das 14h às 16h. Sobre ‘Infecção hospitalar em números’, Paula Taquita, ministrará palestra, no Salão Canoas, das 19h às 21h.

Na programação de sexta-feira, 24/11, das 10h às 12h, acontecerá palestra no Espaço Ecam, com a pesquisadora Luiza Garnelo, intitulada ‘Desigualdades Sociais na Amazônia’. No período da tarde, das 14h às 16h, a palestrante Laissa Barroso, falará sobre ‘Dermatófitos’. À noite, das 19h às 21h, no Salão Canoas, o público poderá assistir a palestra sobre a ‘Pesquisa no diagnóstico e controle da malária’, com as estudantes de pós-graduação Juliana Glória e Késsia Caroline Alves.

SERVIÇO

O quê? Atividades da Fiocruz Amazônia na 14ª. SNCT

Quando? 21 a 24 de novembro de 2017

Onde? Espaço Ecam (Manauara Shopping) e Salão Canoas  (sede do ILMD/Fiocruz Amazônia)

Que horas? 10h às 16h (Espaço Ecam) e das 19h às 21h (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Por Cristiane Barbosa
Edição: Marlúcia Seixas
Fotos: Cristiane Barbosa

Cenário da mansonelose no AM é apresentado  a alunos da rede pública pela Fiocruz Amazônia

A dinâmica da doença que acomete o tecido linfático conhecida como filariose ou mansonelose (elefantíase) foi apresentada ontem (22/11), pelo biólogo Yago Serra, aluno do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

A palestra foi prestigiada por alunos do ensino médio da Escola Estadual Gilberto Mestrinho, localizada, no bairro Colônia Antônio Aleixo. A atividade fez parte da programação da 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) promovida pelo ILMD em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping.

Apesar de estar quase erradicada no País, a doença tem registros de incidência em municípios amazonenses como Lábrea, São Gabriel da Cachoeira, Coari e Tefé. Segundo o pesquisador, a doença é transmitida principalmente pelo mosquito conhecido como “pium” ou “borrachudo” (Simullium spp), mas também pelo “mosquito pólvora” (Cullicoides spp). Serra explicou que o tratamento é simples e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

Yago Serra considera a SNCT fundamental para a educação científica. “É muito importante porque estamos falando com jovens que futuramente podem ser meus colegas de profissão e cientistas que se interessem por essa área e são, sobretudo, excelentes divulgadores porque estão nas redes sociais, conversam com seus pais e podem divulgar essa informação”, frisou.

Segundo o pesquisador, mansonelose é uma doença endêmica da nossa região e muito pouco conhecida. A doença pode ser transmitida por dois parasitas, a Mansonella ozzardi, que é originária das Américas, e a Mansonella perstans, originária do continente africano. Em sua investigação Yago pretende avaliar a influência do perfil genético das pessoas em relação a suscetibilidade a infecção por mansonelose em São Gabriel da Cachoeira, Lábrea e Coari.

OPINIÃO DE QUEM FOI

A aluna do 1º ano do Ensino Médio, Alice Silva, 15 anos, participou tanto da palestra sobre ‘Filarioses na Amazônia’ quanto da mostra de microscopia (bactérias e fungos) apresentado no Ecam para o grande público. “Esta foi uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre a ciência na prática e também para mim foi uma grande novidade saber sobre a Filariose, doença que eu não tinha conhecimento”, disse.

Na opinião de Pedro Vitor Lima, 15 anos, aluno da Escola Estadual Gilberto Mestrinho, a atividade contribuiu bastante para seu aprendizado. “Eu amo ciências e este dia ficará marcado pelas novidades que me foram apresentadas. Assim, posso também informar aos meus vizinhos, amigos e família sobre o que aprendi”, comemorou.

PROGRAMAÇÃO

As atividades da 14ª SNCT acontecem em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed). A entrada em todas as atividades é gratuita e aberta ao público.

A programação do evento ocorre em dois locais: no Ecam,  no Shopping Manauara (das 10h às 16h) e no Salão Canoas, auditório do ILMD/Fiocruz Amazônia (Rua Teresina, 476, Adrianópolis), das 19h às 21h.

Nesta quinta-feira, 23/11, a pesquisadora Edilene Martins vai ministrar palestra sobre a ‘Malária no Brasil’, das 10h às 12h, e pela tarde o pesquisador André Corado falará sobre ‘Epidemiologia Molecular do HIV 1’, das 14h às 16h. Sobre ‘Infecção hospitalar em números’, Paula Taquita, ministrará palestra, no Salão Canoas, das 19h às 21h.

Na programação de sexta-feira, 24/11, das 10h às 12h, acontecerá palestra no Espaço Ecam, com a pesquisadora Luiza Garnelo, intitulada ‘Desigualdades Sociais na Amazônia’. No período da tarde, das 14h às 16h, a palestrante Laissa Barroso, falará sobre ‘Dermatófitos’. À noite, das 19h às 21h, no Salão Canoas, o público poderá assistir a palestra sobre a ‘Pesquisa no diagnóstico e controle da malária’, com as estudantes de pós-graduação Juliana Glória e Késsia Caroline Alves.

SERVIÇO

O quê? Atividades da Fiocruz Amazônia na 14ª. SNCT

Quando? 21 a 24 de novembro de 2017

Onde? Espaço Ecam (Manauara Shopping) e Salão Canoas  (sede do ILMD/Fiocruz Amazônia)

Que horas? 10h às 16h (Espaço Ecam) e das 19h às 21h (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Por Cristiane Barbosa
Edição: Marlúcia Seixas
Fotos: Cristiane Barbosa

Incidência de tuberculose em Manaus foi um dos temas abordados pela Fiocruz Amazônia, no Manauara Shopping

Manaus figura como a capital brasileira com maior incidência de casos de tuberculose. Até o ano passado era a 4ª no ranking. Outro dado preocupante é que o Amazonas se mantém pelo quarto ano seguido em primeiro lugar no ranking das unidades da federação com maiores taxas de incidência da doença no Brasil.

As informações foram dadas pela médica e pesquisadora do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Joycenea Matsuda, durante a palestra “O que é a tuberculose?”, ministrada no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping.

A palestra e outras atividades fazem parte da programação da 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), promovida pelo ILMD/Fiocruz Amazônia, com o tema  ‘A matemática na saúde’, que acontecem até a próxima sexta-feira (24/11), no Ecam, das 10h às 16h, e na sede da Fiocruz Amazônia, no bairro de Adrianópolis, a partir das 19h.

“A tuberculose é uma doença que tem cura. Se trabalharmos no diagnóstico precoce da doença, diminuiremos muito a transmissão e sairemos desse pódio”, disse Matsuda. A médica mostrou, de forma lúdica, os preconceitos em torno da doença, os sintomas, diagnóstico e o tratamento. Para ela, a SNCT é uma oportunidade para disseminar  informações sobre a tuberculose e tentar diminuir os números alarmantes.

PARTICIPAÇÃO DE ESTUDANTES

Participaram cerca de 45 alunos da turma do 7º ano do ensino fundamental do Colégio da Polícia Militar Áurea Pinheiro Braga (CMPM IV), localizado no bairro Cidade do Leste, acompanhados pelas professoras Karina Milhomem e Adriana Tavares. “O contato dos alunos com essa atividade é fundamental para o processo de ensino e aprendizagem. Estávamos vendo em sala de aula justamente sobre o reino Monera, na disciplina de Ciências, e hoje eles viram de perto as bactérias nos microscópios. Com certeza é de grande importância”, opinou Karina, que é professora de Ciências, no ensino fundamental.

A aluna Analice Ferreira, 12 anos, disse que a atividade contribuiu de forma positiva para ampliar seus conhecimentos. “É muito bom aprender mais sobre esse tema. Essa foi a primeira vez que fizemos uma atividade fora de sala”, disse.

O aluno Ítalo Marques, 13 anos, apreciou bastante a observação nos microscópios expostos durante o evento e também a palestra sobre a tuberculose. “Foi uma oportunidade prazerosa, porque pude conhecer coisas novas. Gosto muito de ciências e matemática e hoje foi muito interessante”, revelou.

Também estiveram presentes no Espaço Ecam 30 alunos da Escola Municipal Marechal Cândido Rondon para participar da palestra “Diarreia e suas causas”  e das exposições do minilaboratório.

ATIVIDADES

As atividades da 14ª. SNCT promovidas pelo ILMD/Fiocruz Amazônia retomaram ao Espaço Ecam, com a participação da subsecretária de Gestão Educacional da Semed, Euzenir Trajano, e do diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz. No dia 31/10, o Instituto e seus pesquisadores também estiveram no mesmo local, com atividades para alunos da Semed.

Na visão do gestor do ILMD/Fiocruz Amazônia, a SNCT impulsiona a divulgação científica no País. “A ciência é muito importante para o cotidiano e esse é um esforço do pesquisador em mostrar para a sociedade qual a importância da pesquisa para o desenvolvimento do País. Nós usamos a pesquisa todos os dias, temos contato com vários produtos oriundos da pesquisa e muitas vezes não nos damos conta de que ela está no nosso cotidiano”, disse Sérgio Luz.

Para a subsecretária da Semed,  essas ações são de grande relevância e a secretaria está aberta para essa aproximação com as instituições de pesquisa e a sociedade. “Os estudantes ao saírem da escola, criam uma expectativa e isso faz com que aprendam assuntos diferenciados. Essa sala de aula ampliada dá para o estudante uma noção de que a matemática, por exemplo, pode ser também aplicada à saúde e que não está apenas nos livros, no ensino formal”, frisou.

PROGRAMAÇÃO

As atividades da 14ª SNCT acontecem em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed). A entrada em todas atividades é gratuita e aberta ao público.

A programação do evento ocorre em dois locais: no Ecam,  no Shopping Manauara (das 10h às 16h) e no Salão Canoas, auditório do ILMD/Fiocruz Amazônia (Rua Teresina, 476, Adrianópolis, das 19h às 21h).

Nesta quarta-feira, 22/11, o público pode conferir palestra com Yago Santos sobre ‘Filarioses na Amazônia’, das 10h às 12h, no Espaço Ecam – Manaura Shopping. Pela tarde, no mesmo espaço, das 14h às 16h, é a vez da palestra ‘Onde está o DNA?”, com Victor Souza. Na programação noturna, no Salão Canoas, do ILMD/Fiocruz Amazônia, ocorrerá a apresentação do Programa de Iniciação Científica (PIC), com a pesquisadora Stefanie Lopes.

Já na quinta-feira, 23/11, a pesquisadora Edilene Martins vai ministrar palestra sobre a ‘Malária no Brasil’, das 10h às 12h, e pela tarde o pesquisador André Corado falará sobre ‘Epidemiologia Molecular do HIV 1’, das 14h às 16h. Sobre ‘Infecção hospitalar em números’, Paula Taquita, ministrará palestra, no Salão Canoas, das 19h às 21h.

Na programação de sexta-feira, 24/11, das 10h às 12h, acontecerá palestra no Espaço Ecam, com a pesquisadora Luiza Garnelo, intitulada ‘Desigualdades Sociais na Amazônia’. No período da tarde, das 14h às 16h, a palestrante Laissa Barroso, falará sobre ‘Dermatófitos’. À noite, das 19h às 21h, no Salão Canoas, o público poderá assistir a palestra sobre a ‘Pesquisa no diagnóstico e controle da malária’, com as estudantes de pós-graduação Juliana Glória e Késsia Caroline Alves.

SERVIÇO

O quê? Atividades da Fiocruz Amazônia na 14ª. SNCT

Quando? 21 a 24 de novembro de 2017

Onde? Espaço Ecam (Manauara Shopping) e Salão Canoas  (sede do ILMD/Fiocruz Amazônia)

Que horas? 10h às 16h (Espaço Ecam) e das 19h às 21h (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Por Cristiane Barbosa
Edição: Marlúcia Seixas
Fotos: Cristiane Barbosa e Eduardo Gomes