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Centro de Estudos irá abordar competência vetorial de Aedes aegypti ao Zika vírus

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove na próxima sexta-feira, 24/5, às 10h, a palestra “Competência vetorial de Aedes aegypti ao Zika vírus”, a ser ministrada por Bárbara Chaves, pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD)

A apresentação ocorrerá na sala de aula 101, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE O PALESTRANTE

Bábara é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, com graduação sanduíche pela Universidade de Évora (Portugal), doutora em Doenças Tropicais e Infecciosas pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em parceria com a Fundação de Medicina Tropical (FMT), com doutorado sanduíche pela John Hopkins Bloomberg School of Public Health.

Possui experiência em estudos de interação vetor/patógeno e competência vetorial, experiência em vetores de arboviroses e/ou outras doenças transmitidas por vetores, produção e manutenção de insetos, técnicas de Biologia Molecular e Imunoensaio.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Palestra na Fiocruz Amazônia aborda estratégias de integração e cooperação para programas de pós-graduação

Pesquisadores, pós-graduandos, bolsistas e estudantes de iniciação científica do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) discutiram na manhã desta terça-feira, 21/5, sobre estratégias de integração e cooperação para programas de pós-graduação no país. A temática foi abordada durante a apresentação da palestra “Desafios para os programas de pós-graduação e estratégias de integração e cooperação”, ministrada pelo professor, José Roberto Mineo, coordenador da área de ciências biológicas 3, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Durante a apresentação, Mineo abordou aspectos relevantes para o avanço, crescimento e fortalecimento dos programas de pós-graduação. Entre as principais ações promovidas pela Capes, o palestrante destacou as seguintes estratégias: Avaliação da pós-graduação stricto sensu; Acesso e divulgação da produção científica; Investimento na formação de recursos humanos de alto nível no país e no exterior; Promoção de cooperação científica internacional; Indução e fomento da formação inicial e continuada de professores para a educação básica nos formatos presencial e a distância.

Durante a tarde, José Roberto Mineo reuniu-se com o colegiado do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), para tratar de assuntos relacionados ao acompanhamento dos dois anos de atividades desenvolvidas pelo  Programa. O PPGBIO-Interação é um curso stricto sensu da Fiocruz Amazônia, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.

SOBRE O PALESTRANTE

Mineo é graduado em ciências biológicas – modalidade médica pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, mestre em Microbiologia e Imunologia pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, e doutor em Microbiologia e Imunologia pela Universidade de São Paulo – Instituto de Ciências Biomédicas.

Atualmente, é professor titular de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas, da Universidade Federal de Uberlândia e coordenador da área Ciências Biológicas III da Capes, compreendendo as seguintes áreas do conhecimento: Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.
Fotos: Eduardo Gomes

Divulgado resultado da prova oral e classificação final do processo seletivo para o PPGVIDA

A Secretaria Acadêmica (SECA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) divulgou nesta sexta-feira, 17/5, o resultado da prova oral e classificação final, do processo seletivo para ingresso no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA).

Os resultados estão disponíveis no sistema Sigass em: http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

SOBRE O CURSO

O PPGVIDA – ILMD/Fiocruz Amazônia é um programa de pós-graduação que tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 5 de agosto deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Divulgado resultado da prova oral e classificação final do processo seletivo para o PPGVIDA

A Secretaria Acadêmica (SECA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) divulgou nesta sexta-feira, 17/5, o resultado da prova oral e classificação final, do processo seletivo para ingresso no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA).

Os resultados estão disponíveis no sistema Sigass em: http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

SOBRE O CURSO

O PPGVIDA – ILMD/Fiocruz Amazônia é um programa de pós-graduação que tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 5 de agosto deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Protocolo diagnóstico desenvolvido por pesquisador da Fiocruz Amazônia identifica simultaneamente mayaro e outros arbovírus

Mayaro, um vírus que esta semana passou a assustar a população do sudeste do Brasil, já é estudado desde 2007, pelo pesquisador do Instituto Leônidas & Marias Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Felipe Gomes Naveca.

“Todas as vezes em que temos procurado em amostras negativas para dengue, zika e chikungunya, nós temos encontrado o vírus Mayaro. Já o encontramos no Amazonas e em Roraima”, explica o pesquisador.

A identificação rápida do vírus tem sido possível graças aos protocolos de diagnóstico laboratorial pelo método PCR em Tempo Real, desenvolvidos pelo pesquisador, que identifica Parvovírus B19, sarampo, vírus Oeste do Nilo, oropouche, mayaro e outras arboviroses.

Os insumos específicos para o diagnóstico de mayaro e oropouche já estão publicados e foram patenteados pela Fiocruz, em 2017. No momento, estão sendo usados pelos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) de Roraima e, mais recentemente, pelo de Mato Grosso do Sul.

Os sintomas da infeção por mayaro são semelhantes à chikungunya, como febre alta, calafrios, dor de cabeça muito forte, dor nas articulações, fotofobia e dor na região lombar.

O pesquisador explica que a Fiocruz Amazônia tem atuado em parceria com outras instituições e auxiliado com o desenvolvimento de ferramentas para o diagnóstico de arboviroses. Naveca trabalha na execução e coordenação de projetos de vigilância epidemiológica, para a detecção e caracterização genética de possíveis casos humanos de arboviroses e a circulação em potenciais vetores, com financiamento do Decit-MS, CNPq, Capes (a partir da Chamada MCTIC/FNDCT – CNPq / MEC-Capes / MS-Decit Nº 14/2016 – Prevenção e Combate ao Vírus Zika), e do Programa Inova Fiocruz (a partir das chamadas Geração de Conhecimento e Produtos Inovadores).

Felipe Naveca esclarece que os arbovírus são vírus transmitidos por artrópodes como, por exemplo, o vírus da dengue, transmitido principalmente pelo mosquito Aedes aegypti. Existem centenas de arbovírus conhecidos, destes, mais de 30 foram identificados infectando seres humanos.

“Esses números demonstram que existe o risco de outros vírus se tornarem um problema de saúde pública. A emergência e o avanço epidêmico dos vírus chikungunya e zika, nos últimos anos, são provas desse risco. Por esse motivo, o sistema de vigilância em saúde deve ser dotado de diversas tecnologias, as quais permitam identificar os casos de infecções por vírus emergentes de maneira rápida e confiável”, comentou.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: Eduardo Gomes

Protocolo diagnóstico desenvolvido por pesquisador da Fiocruz Amazônia identifica simultaneamente mayaro e outros arbovírus

Mayaro, um vírus que esta semana passou a assustar a população do sudeste do Brasil, já é estudado desde 2007, pelo pesquisador do Instituto Leônidas & Marias Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Felipe Gomes Naveca.

“Todas as vezes em que temos procurado em amostras negativas para dengue, zika e chikungunya, nós temos encontrado o vírus Mayaro. Já o encontramos no Amazonas e em Roraima”, explica o pesquisador.

A identificação rápida do vírus tem sido possível graças aos protocolos de diagnóstico laboratorial pelo método PCR em Tempo Real, desenvolvidos pelo pesquisador, que identifica Parvovírus B19, sarampo, vírus Oeste do Nilo, oropouche, mayaro e outras arboviroses.

Os insumos específicos para o diagnóstico de mayaro e oropouche já estão publicados e foram patenteados pela Fiocruz, em 2017. No momento, estão sendo usados pelos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) de Roraima e, mais recentemente, pelo de Mato Grosso do Sul.

Os sintomas da infeção por mayaro são semelhantes à chikungunya, como febre alta, calafrios, dor de cabeça muito forte, dor nas articulações, fotofobia e dor na região lombar.

O pesquisador explica que a Fiocruz Amazônia tem atuado em parceria com outras instituições e auxiliado com o desenvolvimento de ferramentas para o diagnóstico de arboviroses. Naveca trabalha na execução e coordenação de projetos de vigilância epidemiológica, para a detecção e caracterização genética de possíveis casos humanos de arboviroses e a circulação em potenciais vetores, com financiamento do Decit-MS, CNPq, Capes (a partir da Chamada MCTIC/FNDCT – CNPq / MEC-Capes / MS-Decit Nº 14/2016 – Prevenção e Combate ao Vírus Zika), e do Programa Inova Fiocruz (a partir das chamadas Geração de Conhecimento e Produtos Inovadores).

Felipe Naveca esclarece que os arbovírus são vírus transmitidos por artrópodes como, por exemplo, o vírus da dengue, transmitido principalmente pelo mosquito Aedes aegypti. Existem centenas de arbovírus conhecidos, destes, mais de 30 foram identificados infectando seres humanos.

“Esses números demonstram que existe o risco de outros vírus se tornarem um problema de saúde pública. A emergência e o avanço epidêmico dos vírus chikungunya e zika, nos últimos anos, são provas desse risco. Por esse motivo, o sistema de vigilância em saúde deve ser dotado de diversas tecnologias, as quais permitam identificar os casos de infecções por vírus emergentes de maneira rápida e confiável”, comentou.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: Eduardo Gomes

Desafios para programas de pós-graduação será tema de palestra na Fiocruz Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) promove na próxima terça-feira, 21/5, às 9h, a palestra “Desafios para os programas de pós-graduação e estratégias de integração e cooperação”, a ser ministrada pelo professor, Jose Roberto Mineo, coordenador da área de ciências biológicas 3, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A conferência acontecerá no Salão Canoas, auditório da Instituição, situado à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus. A palestra é aberta ao público

SOBRE O PALESTRANTE

Mineo é graduado em ciências biológicas – modalidade médica pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, mestre em Microbiologia e Imunologia pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, e doutor em Microbiologia e Imunologia pela Universidade de São Paulo – Instituto de Ciências Biomédicas.

Atualmente, é professor titular de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas, da Universidade Federal de Uberlândia e coordenador da área Ciências Biológicas III da Capes, compreendendo as seguintes áreas do conhecimento: Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.

Possui experiência na área de imunologia, com ênfase em imunologia aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: biologia celular e molecular do Toxoplasma gondii; fatores de virulência associados aos genótipos de T. gondii e outros parasitos filogeneticamente relacionados; caracterização da resposta imune em modelos experimentais de infecções por microrganismos intracelulares; imunodiagnóstico da toxoplasmose aguda em gestantes e recém-nascidos, e da reativação desta infecção em pacientes imunodeprimidos; imunodiagnóstico de infecções congênitas em outras protozooses que acometem a espécie humana e animais domésticos.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Foto: Eduardo Gomes

Centro de Estudos da Fiocruz Amazônia irá abordar o uso das mídias sociais na divulgação científica

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove na próxima sexta-feira, 17/5, às 10h, a palestra “Compartilhe! o uso de mídias sociais na divulgação científica”, a ser ministrada por Monique Freire dos Reis, pesquisadora da Fundação Centro de Controle de Oncologia (FCECON).

A palestra irá abordar a utilização de mídias sociais como ferramentas de divulgação científica, estratégia que vem sendo utilizada por vários pesquisadores para alcançar um número maior de pessoas e dar visibilidade aos estudos e descobertas, de forma mais acessível.

A apresentação ocorrerá na sala de aula 101, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE O PALESTRANTE

Monique Reis é graduada em Medicina pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), especialista em Saúde da Família pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e residência médica em Patologia, pelo Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV).

Atualmente é pesquisadora da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas, e doutoranda do Programa de pós-graduação em Medicina Tropical da UEA em parceria com a Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado.

Possui experiência na área de Medicina, com ênfase em Patologia, atuando principalmente nos seguintes temas: HIV/Aids, câncer de colo do útero e controle de qualidade em laboratórios de Patologia.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Inscrições abertas para o Programa de Iniciação Científica da Fiocruz Amazônia

Até o dia 14/6, a coordenação do Programa de Iniciação Científica do Instituto Leônidas & Maria Deane (PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia) recebe inscrições de estudantes de graduação interessados em desenvolver projetos de iniciação científica.

Podem participar estudantes de cursos de graduação de instituições de ensino superior públicas ou privadas reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). O candidato deve estar regularmente matriculado e ter Coeficiente de Rendimento Acumulado (CRA) com valor igual ou maior que 7,0 (no caso de bolsa nova) e não ter reprovação em disciplinas afins às atividades do projeto de pesquisa que pretende desenvolver, além de outras condições, conforme edital.

Os estudantes interessados devem buscar a área de interesse no site da instituição, www.amazonia.fiocruz.br, e verificar as linhas de pesquisa e orientadores que trabalhem nessas áreas. Depois, entrar em contato com o próprio pesquisador ou com a secretaria do PIC, através do e-mail pic.ilmd@fiocruz.br , para saber da disponibilidade de vaga.

Acesse aqui o edital do PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia.

As bolsas serão concedidas por um período de 12 meses, de 1º.  de agosto de 2019 até 30 de julho de 2020, com possibilidades de renovação.

O PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia é desenvolvido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e com Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec/Fiocruz).

SOBRE O PIC

O Programa de Iniciação Científica da Fiocruz Amazônia tem como objetivos despertar a vocação científica e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação; contribuir para a formação de recursos humanos para a pesquisa e inovação tecnológica nos Determinantes Socioculturais, Ambientais e Biológicos do Processo Saúde-Doença-Cuidado para a melhoria das condições sociossanitárias na Amazônia;  estimular pesquisadores produtivos a envolverem estudantes de graduação em suas atividades científicas, tecnológicas e profissionais; e proporcionar ao bolsista, orientado por pesquisador qualificado, a aprendizagem de técnicas e métodos de pesquisa, bem como estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade, decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com os problemas estudados ou alvo da pesquisa.

As bolsas são pagas diretamente aos bolsistas, mediante depósito mensal em conta bancária. O valor da mensalidade é estipulado pelo Conselho Diretor da Fapeam e pela Fiotec, conforme a vinculação da bolsa.

ILMD/Fiocruz Amazônia por Eduardo Gomes
Foto: Eduardo Gomes

Campanha “Maio Amarelo” será pauta de edição especial da Feira de Produtos Orgânicos na Fiocruz Amazônia

Nesta quinta-feira, 16/5, de 8h30 às 13h, na calçada do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) será realizada mais uma edição da Feira de Produtos Orgânicos, evento promovido pelo Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (Tass), em parceria com a Asfoc-AM.

Em edição especial, a atividade que visa sensibilizar trabalhadores da Fiocruz Amazônia e comunidade do entorno para a importância da adoção de uma dieta livre de agrotóxicos, além de estimular o consumo de plantas alimentícias não-convencionais (Pancs) irá promover ações voltadas para a campanha “Maio amarelo”, do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM).

Com o tema “No trânsito, o sentido é a vida”, o Maio Amarelo 2019 é um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. O Movimento nasceu com a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

Além da tradicional feira, na programação estão inseridas visitas, palestras e teatro de fantoches. A Gerência de Educação para o Trânsito do Dentra-AM , promoverá para os alunos das escolas Instituto Batista Ida Nelson e Instituo Batista do Amazonas, a palestra “Educação para o trânsito”.

O quê? Feira de Produtos Orgânicos na Fiocruz Amazônia

Quando? Quinta-feira, 16/5/2019

Horário? 8h30 às 13h

Onde? Rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus-AM

A FEIRA

Participam da Feira de Produtos Orgânicos, agricultores da Associação dos Agricultores São Francisco de Assis – Ramal da Cachoeira, entidade ligada à Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas (Rema).

Dentre os produtos agrícolas orgânicos comercializados estão hortaliças, frutos regionais de época, plantas medicinais e plantas comestíveis não convencionais, entre outros. Artesanato, alimentos feitos a partir de produtos orgânicos e mudas de plantas também estão na feira.

SOBRE ORGÂNICOS

Os produtos orgânicos são cultivados sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos. São considerados produtos limpos e saudáveis e que respeitam o meio ambiente e contribuem para a preservação dos recursos naturais.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento