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Turma de 2017 do curso de mestrado PPGBIO-Interação inicia exames de qualificação

Começa na quarta-feira, 7/2,  às 10h, a temporada de exames de qualificação da turma de 2017 do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). As apresentações acontecerão na sede da Fiocruz Amazônia, à Rua Teresina, 476, Adrianópolis, Zona Centro-Sul de Manaus.

A primeira qualificação será da mestranda Juliana Cardoso Leal, orientanda da professora Priscila Aquino. O projeto tem como título: Análise proteômica do secretoma dos fungos termotolerantes Trichoderma harzianum e Fusarium solani. São membros da banca as professoras Stefanie Lopes, Ormezinda Fernandes, e Ani Beatriz Matsuura.

SOBRE O PROJETO

O estudo consiste em  investigar o nível proteico de duas espécies fúngicas: Trichoderma harzianum e Fusarium solani. Essa espécies são encontradas predominante no solo, porém há relatos na literatura da capacidade de crescimento de ambos os fungos na temperatura corpórea e de casos de infecções em humanos.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação) é curso stricto sensu tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na eco-epidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Saiba mais sobre PPGBIO-Interação.

Fique por dentro dos eventos do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Os exames de qualificação do ILMD/Fiocruz Amazônia são abertos ao público.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

 

Estudo de pesquisadores da Fiocruz Amazônia aponta para a necessidade de vigilância ativa para a prevenção de doenças infecciosas

Mudanças climáticas, destruição de ecossistemas, desmatamento e urbanização contribuem para o aumento de várias doenças infecciosas como síndrome pulmonar de hantavírus, dengue, febre amarela, malária, tripanossomíases, leishmaniose e leptospirose no Brasil.

A afirmação é da pesquisadora Alessandra Nava, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). Em artigo publicado recentemente, a pesquisadora conclui que “há evidências fortes de que algumas dessas mudanças ambientais se intensificarão no futuro próximo se as principais atividades antropogênicas não forem controladas�, o que hoje é preocupante, diante do aumento dos casos de febre amarela e de outras doenças.

No artigo publicado em 15/12/2017, no National Research Council, Institute of Laboratory Animal Resources (ILAR), Alessandra Nava e os pesquisadores Juliana Suieko Shimabukuro, Aleksei A. Chmura, e Sérgio Luiz Bessa Luz alertam para a necessidade de uma vigilância ativa na prevenção do aparecimento de doenças, especialmente focada em identificar possíveis áreas de risco, antes que estas possam tornar-se ameaça para a saúde humana e animal.

Para a pesquisadora, é necessário que se observe as ações antropogênicas em regiões-chaves que envolvem interações de populações humana, animais e vetores e que dessas interações possam resultar o surgimento de doenças emergentes e reemergentes. Esse cuidado deve estar inserido antes da tomada de decisões e da adoção de políticas públicas para construção de obras que possam alterar significativamente o ecossistema.

“Com esses cuidados seria possível não só estabelecer um sistema de alerta precoce sobre prováveis surtos, bem como fazer a modelagem de propagação, análises e aplicação de medidas rápidas de controle ou mitigação�, reforça a pesquisadora.

Além disso, o artigo sugere que a mortalidade e morbidade humana e animal causada pelas doenças infecciosas emergentes só serão controladas quando for delineada uma abordagem holística e transdisciplinar que seja efetivamente implementada.

BRASIL

No Brasil, a situação é crítica, especialmente dada a ocupação de espaços de florestas e o consequente desmatamento para urbanização, construção de hidrelétricas e expansão da fronteira agrícola, para a produção de alimentos e criação de animais em larga escala.

A consequência disso é que vírus antes identificados apenas em primatas e outros animais, agora estão mais perto de humanos.

Para acessar ao artigo clique.

SOBRE A PESQUISADORA

Alessandra Nava atua no ILMD/Fiocruz Amazônia, é doutora em Ciências em Epidemiologia Experimental e Aplicada às Zoonoses pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, USP. Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade de Marília (Unimar), professora e pesquisadora em Epidemiologia e Saúde Pública, membro da Associação Internacional em Ecologia e Saúde IAEH e do grupo especialista em Taiassuídeos da IUCN e membro da Comissão de Ética no Uso de Animais da Universidade Federal do Oeste do Pará.

A pesquisadora atua principalmente nos seguintes temas: Ecologia de doenças infecto contagiosas, doenças emergentes, Saúde Pública, Medicina da Conservação, Epidemiologia, Biologia da Conservação e Enfermidades Infecciosas.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes

Especialista esclarece dúvidas sobre refluxo de bebês

Cerca de 67% dos bebês prematuros regurgitam entre o quarto e o quinto mês de vida, no entanto, não são só eles que podem sofrer de refluxo, todos os recém-nascidos são suscetíveis. Na maioria das vezes, trata-se do refluxo fisiológico, provocado pela imaturidade do sistema digestivo dos pequenos e não causa maior desconforto. Esse tipo regride espontaneamente conforme a criança cresce e pode ser contornado com soluções paliativas.

A volta do leite não é o único sinal do refluxo, há casos em que o bebê tosse, apresenta chiado no peito e tem dificuldade para respirar. “A mãe também pode desconfiar do problema quando a criança chora demais, fica irritada, inquieta, dorme mal e recusa alimentos. Essas reações são resultado do desconforto causado pela acidez. Não é raro também que o refluxo seja confundido com cólicas”, afirma Cynthia Amaral, coordenadora da área de Atenção Clínica ao Recém-Nascido do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

Abaixo, a profissional esclarece as principais dúvidas sobre o assunto.

O que é o refluxo?
O refluxo é caracterizado pelo retorno do conteúdo do estômago para o esôfago e outras áreas como a boca. É um evento comum nos primeiros meses de vida, que na maioria das vezes não causa sintomas graves e está ligada à regurgitação, também conhecida como golfada. Essas acontecem duas ou mais vezes por dia em quase metade das crianças até os dois meses, e em 1% daquelas com cerca de um ano. A melhora, espontânea, está relacionada ao crescimento e desenvolvimento da criança.

Como identificar o refluxo?
Cabe ao pediatra diferenciar o refluxo fisiológico — ou seja, aquele sem sintomas — do caracterizado como doença do refluxo, que pode provocar complicações. Assim, ele orientará a família adequadamente e definirá um tratamento se julgar necessário. A maioria dos diagnósticos são clínicos, ou seja, feito pela história, exame físico e avaliação do ganho de peso. Os exames complementares geralmente não são necessários

O que pode indicar quadros mais acentuados?
O refluxo torna-se doença quando a frequência, a duração e a quantidade do material refluído são elevadas e associam-se a alguns sintomas. Entre eles estão recusa alimentar, sangramento digestivo, dificuldade respiratória, episódios de bradicardia (redução do ritmo cardíaco), anemia, irritabilidade excessiva, ganho de peso insatisfatório e choro constante.

Qual o tratamento para o refluxo?
A maioria dos bebês precisa apenas de algumas medidas para diminuir o desconforto. São elas: evitar balançá-los, não vestir roupas que apertem a barriga, não deixar chorarem por muito tempo, botar um calço de 10 cm para manter a cabeceira do berço elevada cerca de 30 graus, ter uma boa posição durante as mamadas para prevenir a entrada de ar pela boca e, após terminar, deixá-los no colo, na posição vertical, por mais ou menos 30 minutos.

Os casos graves devem ser acompanhados por pediatra e/ou gastroenterologista, somente eles têm capacitação para interpretar os exames e escolher a terapia correta para cada paciente.

IFF/Fiocruz, por Juliana Xavier

Oficina vai definir programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Nos próximos dias 25 e 26 de janeiro (quinta e sexta-feira) será realizada a 2ª Oficina Nacional de Programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida. O encontro acontecerá de 8h30 às 17h, na sede do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona Centro-Sul de Manaus.

A oficina visa definir temáticas para os fóruns, mesas-redondas, rodas de conversa, distribuição dos trabalhos por eixo, e planejar a divulgação da 13ª. edição do Congresso Internacional da Rede Unida, cujo tema central é “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”.

Confira aqui a programação.

Para Rodrigo Tobias, presidente do 13º Congresso, “a oficina em Manaus é um momento importante do planejamento e organização do congresso. Etapa imprescindível para sistematizar a programação das távolas institucionais, fóruns internacionais e apresentação de trabalhos aprovados pela comissão científica, além de decidir sobre a programação cultural e do eixo arte e cultura. A participação de representantes da OPAS, CNS, Fiocruz, Coordenação Nacional da Rede Unida e parceiros locorregionais contribuirá para pensarmos um evento à altura da Amazônia”.

SOBRE O CONGRESSO

O 13º Congresso Internacional da Rede Unida será realizado no período de 30 de maio a 2 de junho de 2018, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Sua finalidade é propor o debate em torno da saúde, da educação, da arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

O evento reunirá trabalhadores da saúde, usuários do SUS, pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais. Este ano, o congresso será realizado em Manaus, pela primeira vez numa cidade do Norte do País.

São parceiros desta edição a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Conselho Nacional de Saúde (CNS), UFAM, Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Prefeitura de Manaus, Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa), Secretaria Municipal de Educação Manaus (Semed), Sistema Único de Saúde (SUS), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

PPGVIDA e PPGBIO-Interação divulgam listas de alunos especiais selecionados para os cursos de mestrado

Os Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) e em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação), ambos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), divulgaram nesta quinta-feira, 18/01, os nomes dos candidatos selecionados para cursarem disciplinas como alunos especiais.

As listas estão disponíveis na Plataforma Sigass, da Fiocruz.

Para acessar a lista do PPGVIDA, clique.

Para acessar a lista do PPGBIO-Interação, clique.

SOBRE OS CURSOS

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação) tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Equipes recebem treinamento sobre gerenciamento de resíduos

Com o objetivo de orientar quanto às normas vigentes de tratamento, descarte e destinação final de resíduos químicos e biológicos produzidos nos laboratórios de pesquisa do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), as equipes da Gerência do Laboratório de Multiusuários,  do Serviço de Gestão de Infraestrutura (Seinfra) e alunos bolsistas receberam na terça-feira,   19/12, treinamento sobre “Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde “.

O treinamento foi ministrado pela enfermeira Elizabete Rocha, da Norte Ambiental Tratamento de Resíduo Ltda., que discorreu sobre a Resolução 306/2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que dispõe sobre o regulamento técnico para gerenciamento dos resíduos do serviço de saúde, e sobre a Resolução 358/2005 – que aborda o tratamento e a disposição final dos resíduos de serviço de saúde e demais providências.

Hoje, 20/12, foi realizada a primeira coleta do material contingenciado, que totalizou 1.074 kg, feita pela empresa Norte Ambiental, que dará a destinação final adequada ao material coletado.

Segundo a gerente do Laboratório de Multiusuários, Giovana Pinheiro, “a formalização do contrato de coleta de resíduos, iniciado em 1º/12/2017, cumpre uma etapa de um trabalho de adequação das rotinas laboratoriais, dentro do Sistema de Gestão da Qualidade. Foi um trabalho realizado em parceria com a Comissão de Biossegurança”, disse.

Os alunos bolsistas que participaram do treinamento desenvolvem atividades de pesquisa sob orientação do pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia, Pritesh Lalwani, em laboratório localizado no minicampus  da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Este laboratório também receberá ponto de coleta de resíduos.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes e Marlúcia Seixas

PPGVIDA abre inscrições para aluno especial

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), do Instituto de Pesquisa Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), recebe nos dias 4 e 5 de janeiro, inscrições para aluno especial.

São 35 vagas para aluno especial, distribuídas entre as seguintes disciplinas: Espaço Saúde e Ambiente na Amazônia (10 vagas); APS e Redes de Saúde em Cenários Amazônicos (15 vagas); e Microbiologia em Saúde Pública (10 vagas).

Para o edital, clique.

Podem se inscrever alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz;  alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu de outras instituições públicas e/ou privadas;  alunos de curso de pós-graduação lato sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação lato sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; candidatos com curso de pós-graduação lato sensu concluído, que não estejam no momento da inscrição fazendo outro curso de lato sensu ou cursando stricto sensu.

Para inscrição, acesse a Plataforma Siga, da Fiocruz, em   http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

Além disso, o PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica

A seleção dos candidatos será feita no período de 11 a 16 de janeiro e a divulgação dos nomes selecionados ocorrerá no dia 19 de janeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

Mestrado em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro abre inscrições para aluno especial    

Nos dias 4 e 5 de janeiro de 2018 estarão abertas as inscrições para candidatos a aluno especial do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Para se inscrever o candidato deve acessar a Plataforma Sigass, da Fiocruz, no link http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127. As disciplinas oferecidas são: Interação da Relação Patógeno Hospedeiro I; Interação da Relação Patógeno Hospedeiro II; e Princípios e aplicações da Citometria de Fluxo.

Acesse o edital.

As inscrições são abertas a alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; alunos de curso de pós-graduação lato sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação lato sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; e a candidatos com curso de pós-graduação lato sensu concluído, que não estejam no momento da inscrição fazendo outro curso de lato sensu ou cursando stricto sensu.

Os nomes dos candidatos selecionados serão divulgados no dia 19 de janeiro de 2018.

SOBRE O CURSO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia

Tese da Amazônia é aprovada no VIII Congresso Interno da Fiocruz

Encerrou ontem (14/12) o VIII Congresso Interno da Fiocruz. Durante a última sessão plenária foi aprovada a Tese 9, proposta pelos servidores e demais membros da comunidade do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). A tese da Amazônia, como foi por diversas vezes chamada, não se fechou no bioma, mas no reconhecimento de que a Amazônia é estratégica para a humanidade e de que a Fiocruz pode cooperar, com outras instituições da região, na geração de conhecimento e inovação em saúde.

A Fiocruz está presente na Amazônia com duas unidades: no Amazonas e em Rondônia. Para a presidente da Fiocruz e do Congresso Interno, Nísia Trindade, a Tese 9 veio como uma proposta nova e de importância reconhecida por todos os grupos  de trabalho e delegações. Na oportunidade, ela congratulou-se com os delegados que coletivamente defenderam a importância estratégica da Amazônia para a Fiocruz.

A delegação do ILMD/Fiocruz Amazônia comemorou a aprovação da Tese 9 e suas diretrizes. Para o diretor, Sérgio Luz, a aprovação da Tese como uma das grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020, traz grandes benefícios para a Fiocruz e para a Região Amazônica na área da saúde, educação, ciência, tecnologia e inovação.

Ricardo Godoi, diretor da Fiocruz Rondônia e um dos defensores da Tese 9, lembrou que a Fiocruz na Amazônia é ILMD e Rondônia, e que muitas vezes, na Região, estas unidades são convidadas por outras instituições para cooperarem com importantes projetos de tecnologia e inovação em saúde.

O VIII Congresso Interno da Fiocruz aconteceu no período de 11 a 14/12, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, e teve como objetivo debater e aprovar as grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020, bem como contribuir para a sua implementação, a partir do documento de referência “A Fiocruz e o Futuro do SUS e da Democracia”.

OPINIÃO DOS DELEGADOS DA AMAZÔNIA

Sonia Oliveira: Gostei muito de poder ter participado deste congresso, foi muito enriquecedor. Cada momento ficará marcado na memória, no coração e na história, com a aprovação da Tese 9.

Rodrigo Tobias: O sucesso do congresso foi brindado com nossa tese amazônica aprovada. Isso foi fruto de trabalho de todos, desde a gestão que trouxe a causa como possibilidade, a construção da tese, a discussão de grupos ainda em Manaus, a eleição de delegados, a nossa atuação coordenada, colaborativa e solidária no ato da participação dos grupos no RJ e a aprovação da plenária final do congresso. Isso significa mais trabalho, mais responsabilidade e empenho em aproximar a Fiocruz da sociedade e canalizar esforços das outras unidades, para a nossa realidade amazônica. Considero a Amazônia a principal fronteira científica do Brasil e, sendo assim, vamos fazer jus à nossa missão institucional na Região.

Aldemir Maquiné: Esse congresso me remeteu há 15 anos, quando participei pela primeira vez de um Congresso Interno da Fiocruz. Cada Congresso é único. Nesta edição, no meu grupo de trabalho, nós tivemos ao nosso lado pessoas que desenvolvem trabalhos na Amazônia e que entenderam a Tese 9, como uma proposta estratégica da Fiocruz. A aprovação desta Tese mostra a maturidade do ILMD/Fiocruz Amazônia na sua propositura e da Fiocruz por perceber a importância estratégica da Região.

Priscila  Aquino: O Congresso Interno da Fiocruz foi uma oportunidade única de imergir na política institucional e discutir os direcionamentos que guiarão os próximos 4 anos da instituição. Acredito na necessidade da Fiocruz reforçar seu papel estratégico na Amazônia.

Cláudio Peixoto: Sucesso é a palavra que reflete esse momento.

Anízia Aguiar: Estou feliz e agradecida. Feliz por ter tido, finalmente, a oportunidade de participar do Congresso Interno da Fiocruz, com toda a riqueza que ele contém.Foi lindo ver a defesa das teses e o conteúdo delas sempre interessado na equidade, na justiça e no bem estar social, buscando garantir que a Fiocruz mantenha sua capacidade de continuar atuando como instituição de Estado.

Cláudia Rios: O primeiro sentimento com a aprovação da Tese 9 é de alivio, por termos, pela primeira vez, conseguido aprovar uma tese. Isso é fundamental. Daqui pra frente, temos que analisar tudo que foi discutido e aprovado, e começar a planejar o que vamos fazer para alcançar o que foi proposto. Vamos ter que trabalhar muito e contar com o comprometimento de todos, para atender a essas diretrizes.

As teses aprovadas no VIII Congresso Interno da Fiocruz serão posteriormente encaminhadas para homologação do Conselho Deliberativo da Fiocruz.

ILMD/Fiocruz Amazonia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Fiocruz Amazônia realiza minicurso sobre ‘Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro’

Iniciou nesta segunda-feira, 4/12, o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia. O evento é  promovido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação). A primeira atividade foi o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”.

O Seminário continua nos dias 6 e 7/12. Clique e acesse a programação.

As atividades do Seminário são realizadas na sede da Fiocruz Amazônia que fica na rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus – AM.

O conteúdo do minicurso foi dividido em dois momentos:  pela manhã, com o pesquisador Felipe Naveca que abordou “PCR em Tempo Real: teoria e prática, preparação, reação e análise de dados. O segundo momento, “Infecção experimental em vetores”, foi ministrado pela pesquisadora Claudia Rios Velasquez, no Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA).

As inscrições para o Seminário são gratuitas e dele podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia neste evento, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas ligados ao campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

 

INSCRIÇÕES

Para se inscrever o candidato deve encaminhar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve informar a intenção de participar do Seminário, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do evento, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para as palestras foram disponibilizadas 100 vagas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas