Arquivo da Categoria: Governo do Amazonas

Projetos submetidos ao PPP são avaliados por consultores externos

Programa conta com investimento de R$1,5 milhão oriundos da Fapeam e CNPq

Mais de 140 propostas submetidas no Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores-Programa Primeiro Projetos (PPP), edital Nº 004/2017, foram avaliadas, nesta quarta-feira (18), na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A previsão é que o resultado com as propostas aprovadas seja divulgado ainda no mês de abril.

A avaliação foi  feita  por sete consultores externos de várias áreas do conhecimento vindos de diferentes localidades do país. A ação é para garantir segurança e transparência  na seleção dos projetos.

O edital tem como objetivo apoiar a aquisição, instalação, modernização, ampliação ou recuperação da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica nas instituições públicas e particulares, sem fins lucrativos, de ensino superior e/ou de pesquisa, sediadas ou com unidades permanentes no Estado do Amazonas visando dar suporte à fixação de jovens pesquisadores doutores de novos grupos, em quaisquer áreas do conhecimento.

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Com um investimento de quase R$1,5 milhão, o programa  é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os projetos aprovados terão vigência de até 24 meses, a contar da assinatura do termo, com término em até 30 dias após o prazo de execução.

“A partir desta reunião serão definidos quais serão os projetos aprovados para o financiamento. As propostas podem requerer até R$100 mil de auxilio pesquisa, sendo que 70% deverão ser destinados a despesas de capital e 30% a despesas de custeio”, disse a responsável pelo Departamento de Análise de Projetos (Deap) da Fapeam, Michele Brito.

 No caso de instituições de ensino superior e/ou pesquisa privada, os recursos financeiros destinados a custeio formarão parte da contrapartida da instituição, sendo os recursos deste edital somente poderão ser aplicados em despesas de capital no valor máximo de R$ 70 mil.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Obra “Tambor dos Pretos” será lançada pelo antropólogo amazonense João Siqueira no próximo dia 19

A obra é resultado de pesquisa de Doutorado do autor, que contou com recursos da Fapeam

Narrar e refletir sobre a história dos quilombos no Brasil não é algo comum, principalmente, em se tratando das comunidades instaladas na Amazônia, mesmo com toda a sua representatividade sociocultural, étnica e econômica para o País. Porém, novas publicações estão surgindo com o intuito de dar vez e voz à história dessas comunidades. Uma delas é o livro “Tambor dos pretos: processos sociais e diferenciação étnica no rio Jaú, Amazonas”. A obra é de autoria do antropólogo amazonense João Siqueira e será lançada no próximo dia 19 de abril, no Rio de Janeiro. A publicação é da editora da Universidade Federal Fluminense.

Resultado da pesquisa de Doutorado do autor, defendida em 2012, o livro apresenta uma ampla re­flexão sobre a formação de unidades sociopolíticas identificadas com o quilombo do Tambor e ainda, sobre o caso da Associação Quilombola de São Raimundo do Pirativa, no Amapá. Nesse cenário, a obra traz a trajetória dos principais responsáveis pelo estabelecimento do Quilombo do Tambor: José Maria dos Santos e sua esposa, Otília Maurícia dos Santos. Foram eles os desbravadores do lugar, que se tornou mais tarde locus de organização e de resistência de seus descendentes.

“Consta que, após a chegada da família, esse lugar se tornou um ponto de referência para os moradores do rio Jaú. Em decorrência do desenvolvimento do grupo doméstico, foi escolhido um novo lugar, oito quilômetros rio abaixo do Tambor Velho, também à margem esquerda, para construir a atual comunidade do Tambor”, explica Siqueira.

Antropólogo João Siqueira

Livro é resultado da pesquisa de doutorado do autor, defendida em 2012, que contou com apoio da Fapeam

 

Em meio à narrativa da trajetória desse povo quilombola, o autor chama a atenção para os mecanismos de vigilância e de repressão adotados pelo Poder Público com o objetivo de expulsar os moradores do Quilombo do Tambor de suas áreas tradicionais de ocupação. Essas tentativas se deram num contexto da exploração extrativista e do funcionamento de empreendimentos seringalistas na região do Jaú.

O livro também aborda sobre a percepção do domínio exercido por essas famílias na localidade ao ponto das pessoas de fora da comunidade passarem a designar o local, com base num viés racial, indicativo também de uma classi­ficação social, utilizando termos como “rio dos pretos”, “rio da pretalhada”, “pretos do Paunini” e “Tambor dos pretos”.

Esta é a terceira obra de João Siqueira. Ele já publicou, em 2016, o livro “Uma doença, diversos olhares: representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus” e também uma obra acerca dos trabalhadores rurais no Tarumã-Mirim em parceria com outros autores. O autor destaca o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) na etapa de elaboração da pesquisa. “Quero  fazer o devido agradecimento à Fapeam pelo apoio recebido. Vale destacar que, por meio de seus programas e bolsas, esta Instituição tem apoiado os pesquisadores e contribuído  ativamente para o desenvolvimento da pesquisa no Estado do Amazonas”, disse o antropólogo.

Sobre o autor – Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), João Siqueira possui mestrado interinstitucional em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia – programa resultante de parceria entre a Ufam, a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e é doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense-UFF.

Ele trabalhou como professor na UFAM no período de 2000 a 2002, em seguida, atuou como pesquisador da área de Antropologia na Fundação Estadual de Política Indigenista (Fepi-AM). A partir de 2004, Siqueira passou a integrar o corpo docente na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), onde permaneceu até meados de 2011. Em 2006, o autor ingressou no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e atualmente, está vinculado à Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário do Amazonas (DFDA), atuando como antropólogo e analista em desenvolvimento e reforma agrária.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Pesquisa analisou encontro entre Amazônia e o pensamento marxista brasileiro

Estudo será apresentado ao público na Ufam, na próxima segunda-feira (9), às 14h

Analisar o encontro entre a Amazônia e o pensamento marxista brasileiro foi objetivo de um estudo desenvolvido pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Souza Santos. A pesquisa é fruto da tese de doutorado dele e será apresentada ao público na próxima segunda-feira (9), às 14h, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais (ICHL), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Intitulado “Entre o Mágico e o Cruel: a Amazônia no Pensamento Marxista Brasileiro” a pesquisa contou com apoio do Governo do Amazonas, via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, Santos disse que o estudo partiu das seguintes hipóteses: a Amazônia não é o relicário de um passado remoto, mas é presente, intimamente ligada que está às formas de acumulação capitalista. E mais que uma espacialidade geográfica particular, ela se constitui para as ciências sociais, para o marxismo brasileiro, num potente elemento de explicação heurística, que nos ajuda a refletir melhor sobre o sentido de nossa época.

“A possível contribuição desta pesquisa para a sociedade, reside no debate que faz entre os nexos do local/regional com a nação e o mundo. Os projetos de desenvolvimento à nação e a região devem estar submetidos a uma lógica que faça a ruptura com dualismos como centro e periferia, que só reificam as desigualdades. O desenvolvimento da região se baseia no padrão que rompe  modelos, que a destinam como um lugar de acumulação primitiva de capital em favor do capital industrial e financeiro, como até aqui tem se dado”, pontuou.

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Pesquisa contou com apoio da Fapeam e foi realizada pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Santos

Segundo Santos, a linha da pesquisa é do pensamento social e de teoria sociológica.  Na era dos discursos científicos assépticos, ou de críticas radicais que não ultrapassam os umbrais das formas estetizadas de enunciação, próprias do império dos termos acompanhados pelo prefixo pós (pós-moderno, pós-estruturalismo, pós-marxismo, pós- colonialismo).

“Este é um trabalho que se envolve com uma página da sociologia brasileira, particularmente da Escola Sociológica Paulista, que pretende retirar da quietude, do silêncio, seus nexos com a tradição marxista e os desdobramentos destes no encontro dessa escola e dessa tradição intelectual com a Amazônia”, explicou.

Entre os resultados da pesquisa ele destaca a contribuição teórica para uma apreensão da Amazônia como artefato sócio-histórico-cultural.  Trazer para o âmbito da teoria sociológica o encontro que remonta ao século XIX, atravessa o século e chega até o presente, do marxismo com a região Amazônica.

“Conexo ao item anterior, esta pesquisa pôde demonstrar que Karl Marx, em sua obra fundamental, O Capital, já possui marcas dos trópicos em sua exposição da crítica da economia política. Por fim, derivado da hipótese assinalada antes, a tese pôde demonstrar que, através da Amazônia, é possível uma leitura sociológica da nação e do mundo”, disse.

Metodologia

 Para o estudo foram usados elementos diversos: leitura e análise de livros, capítulos de livros, dos autores centrais à pesquisa. Também foram realizadas entrevistas com os pesquisadores da Amazônia que trazem marcas da influência da Escola Sociológica Paulista. Assim como foi coletado e analisado uma massa documental elativa aos cursos de Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará e Universidade Federal do Amazonas que informavam sobre o processo de formação dos pesquisadores destas universidades e o contexto de institucionalização dos referidos cursos.

“Os autores analisados são aqueles da chamada Escola Sociológica Paulista e aqueles que, professores-pesquisadores das Universidades Federais do Amazonas e Pará, dialogaram com a referida Escola, a saber: Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, José de Souza Martins, Francisco de Oliveira, Renan Freitas Pinto, Marilene Correa da Silva Freitas, Violeta Refkaleski Loureiro e Alex Fiúza de Melo”, explicou.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado aos profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação.

“O apoio da Fapeam  foi de suma importância para o desenvolvimento desta pesquisa. Compreendo que esta Fundação é estratégica para o desenvolvimento de uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação que efetivamente contribua para que a região tenha melhor destino”, disse.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Pesquisa analisou encontro entre Amazônia e o pensamento marxista brasileiro

Estudo será apresentado ao público na Ufam, na próxima segunda-feira (9), às 14h

Analisar o encontro entre a Amazônia e o pensamento marxista brasileiro foi objetivo de um estudo desenvolvido pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Souza Santos. A pesquisa é fruto da tese de doutorado dele e será apresentada ao público na próxima segunda-feira (9), às 14h, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais (ICHL), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Intitulado “Entre o Mágico e o Cruel: a Amazônia no Pensamento Marxista Brasileiro” a pesquisa contou com apoio do Governo do Amazonas, via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, Santos disse que o estudo partiu das seguintes hipóteses: a Amazônia não é o relicário de um passado remoto, mas é presente, intimamente ligada que está às formas de acumulação capitalista. E mais que uma espacialidade geográfica particular, ela se constitui para as ciências sociais, para o marxismo brasileiro, num potente elemento de explicação heurística, que nos ajuda a refletir melhor sobre o sentido de nossa época.

“A possível contribuição desta pesquisa para a sociedade, reside no debate que faz entre os nexos do local/regional com a nação e o mundo. Os projetos de desenvolvimento à nação e a região devem estar submetidos a uma lógica que faça a ruptura com dualismos como centro e periferia, que só reificam as desigualdades. O desenvolvimento da região se baseia no padrão que rompe  modelos, que a destinam como um lugar de acumulação primitiva de capital em favor do capital industrial e financeiro, como até aqui tem se dado”, pontuou.

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Pesquisa contou com apoio da Fapeam e foi realizada pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Santos

Segundo Santos, a linha da pesquisa é do pensamento social e de teoria sociológica.  Na era dos discursos científicos assépticos, ou de críticas radicais que não ultrapassam os umbrais das formas estetizadas de enunciação, próprias do império dos termos acompanhados pelo prefixo pós (pós-moderno, pós-estruturalismo, pós-marxismo, pós- colonialismo).

“Este é um trabalho que se envolve com uma página da sociologia brasileira, particularmente da Escola Sociológica Paulista, que pretende retirar da quietude, do silêncio, seus nexos com a tradição marxista e os desdobramentos destes no encontro dessa escola e dessa tradição intelectual com a Amazônia”, explicou.

Entre os resultados da pesquisa ele destaca a contribuição teórica para uma apreensão da Amazônia como artefato sócio-histórico-cultural.  Trazer para o âmbito da teoria sociológica o encontro que remonta ao século XIX, atravessa o século e chega até o presente, do marxismo com a região Amazônica.

“Conexo ao item anterior, esta pesquisa pôde demonstrar que Karl Marx, em sua obra fundamental, O Capital, já possui marcas dos trópicos em sua exposição da crítica da economia política. Por fim, derivado da hipótese assinalada antes, a tese pôde demonstrar que, através da Amazônia, é possível uma leitura sociológica da nação e do mundo”, disse.

Metodologia

 Para o estudo foram usados elementos diversos: leitura e análise de livros, capítulos de livros, dos autores centrais à pesquisa. Também foram realizadas entrevistas com os pesquisadores da Amazônia que trazem marcas da influência da Escola Sociológica Paulista. Assim como foi coletado e analisado uma massa documental elativa aos cursos de Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará e Universidade Federal do Amazonas que informavam sobre o processo de formação dos pesquisadores destas universidades e o contexto de institucionalização dos referidos cursos.

“Os autores analisados são aqueles da chamada Escola Sociológica Paulista e aqueles que, professores-pesquisadores das Universidades Federais do Amazonas e Pará, dialogaram com a referida Escola, a saber: Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, José de Souza Martins, Francisco de Oliveira, Renan Freitas Pinto, Marilene Correa da Silva Freitas, Violeta Refkaleski Loureiro e Alex Fiúza de Melo”, explicou.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado aos profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação.

“O apoio da Fapeam  foi de suma importância para o desenvolvimento desta pesquisa. Compreendo que esta Fundação é estratégica para o desenvolvimento de uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação que efetivamente contribua para que a região tenha melhor destino”, disse.

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Edital contempla projetos em áreas estratégicas para o desenvolvimento do Amazonas

Propostas deverão estar de acordo com as linhas temáticas e requisitos previstos no edital

Mais de R$ 12 milhões serão investidos em projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, que beneficiem áreas prioritárias para o desenvolvimento do Estado.  O recurso é do Programa de Apoio Estratégico ao Desenvolvimento Econômico-Ambiental do Estado Amazonas (Amazonas Estratégico), lançado pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Os interessados têm até o dia 10 de maio para submeter as propostas. A divulgação da análise de enquadramento deve ocorrer até o dia 25 de maio. Os projetos aprovados deverão ser executados em no máximo de 24 meses, com prazo de vigência de 30 meses.

No programa serão apoiados projetos de inovação com tecnologias aplicáveis nas linhas temáticas relacionadas nas seguintes áreas: Agricultura (Fruticultura);  Aquicultura (Piscicultura e Peixes Ornamentais); Química Fina, Biocosméticos e Biofármacos; Tecnologia da Informação e Comunicação; Novos materiais (bio-compósitos, compósitos avançados e metamateriais bio-inspirados); Recuperação/Regeneração de Área Degradada; Serviços ambientais; Mineração.

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Programa Amazonas Estratégico irá contemplar projetos específicos para o desenvolvimento do interior do AM

 

As áreas temáticas foram escolhidas de acordo com as oportunidades identificadas para o desenvolvimento estratégico do Estado do Amazonas. As linhas também foram objeto de consulta a potenciais interessados para validação e refinamento.

Podem participar pesquisadores, doravante denominados “proponentes”, que tenham vínculo empregatício permanente com instituições sediadas no Amazonas, com título de doutor e que estejam cadastrados no sistema de Currículo Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e no Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam).  Os requisitos estão especificados no edital do programa.

Empresas

 Podem participar também dos projetos de pesquisa definidos pelo edital, em cooperação com pesquisadores (proponentes), empresas brasileiras ou grupos econômicos, estabelecidas no Estado do Amazonas, que realizem, ou se proponham a realizar, atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P, D&I) no Estado do Amazonas.

Conforme o edital, as microempresas e empresas de pequeno porte podem participar do projeto, em cooperação com o pesquisador isoladamente ou por meio de parceria com uma ou mais empresas que serão denominadas coexecutoras. Neste caso, todas as empresas envolvidas deverão atender aos critérios de elegibilidade. No caso de mais de uma empresa participar do projeto, a contrapartida se mantém nos percentuais estabelecidos para cada uma das participantes, descrito no edital.

As empresas que estabelecerem parceria com os pesquisadores para apresentação de proposta de projeto de pesquisa deverão cumprir todas as exigências estabelecidas pela legislação em vigor para a participação em certames públicos e apresentar em caso de aprovação do projeto, a documentação listada no edital.

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Áreas temáticas foram escolhidas de acordo com as oportunidades identificadas para o desenvolvimento AM

 

Submissão de Proposta

A proposta deverá apresentada sob a forma de projeto de pesquisa e enviada em versão eletrônica por intermédio dos formulários contidos no SIGFapeam, disponível na página eletrônica da Fapeam. Para acessar o formulário eletrônico, o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastramento no banco de pesquisadores da instituição. Além do envio do Formulário online, via SIGFapeam a submissão da proposta requer também a apresentação de documentação complementar a ser anexada ao sistema, como detalhado  no edital.

Não serão aceitas propostas que não foram submetidas via internet. Após o prazo final para recebimento das propostas, nenhuma proposta nova será recebida, examinada ou julgada.

No edital estão especificadas as áreas e linhas de pesquisas, bem como a quantidade de projetos a serem financiados para cada área, linha temática e tipo de projeto, assim como o número de bolsas e auxílio pesquisa estabelecido para cada tipo de projeto.

Esclarecimentos e informações adicionais, sobre o conteúdo deste edital, podem ser obtidos através de mensagem eletrônica para o endereço: programas.inovacao@fapeam.am.gov.br

Edital Amazonas Estratégico

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

Fotos- Érico Xavier

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Pesquisa mostra avanço no tratamento da ‘boca seca’ com laser em pacientes que passaram por Radioterapia

O estudo está sendo desenvolvido com o apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC)

Imagine ter de comprar saliva em razão do nível baixo ou de nenhuma produção por parte das glândulas responsáveis por este fluído. Difícil imaginar, mas é o que acontece com muitas pessoas. A xerostomia, termo usado para designar a sensação de boca seca, é muito mais recorrente do que se pode imaginar e está relacionada a diversos fatores.

Estudo realizado no âmbito do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC) pela graduanda Bruna Cruz, do 9º período do curso de Odontologia, da Universidade Nilton Lins, visa avaliar o uso da Laserterapia em pacientes, da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon),  afetados pela Xerostomia em decorrência de Radioterapia na região de cabeça e pescoço.

De acordo com a pesquisadora, a laserterapia é um tratamento feito à base de laser de baixa potência e no caso específico do estudo, o objetivo é que a sua aplicação favoreça a proliferação de novas células de maneira a ampliar a produção das glândulas salivares. O projeto abrange pacientes pós-radioterapia, que não procuraram inicialmente o serviço de saúde para tratar o problema, porém, há casos em que a aplicação do laser é feita em paralelo com a radioterapia.

PesquisadoraBrunaCruzduranteapresentacaodapesquisa_CREDITO_PatríciaTrigueiro_ASCOM_FCECON03

Pesquisa apoiada pela Fapeam foi apresentada durante Congresso de Iniciação Científica na FCECON

Resultado da primeira etapa da pesquisa, já revela sinais de melhoria da qualidade vida dos pacientes assistidos. O primeiro que finalizou o tratamento aumentou 0,11 mililitros de saliva por exemplo. “Tinham pacientes que levantavam de seis a sete vezes à noite para beber água e hoje, levantam uma vez”, comenta Bruna Cruz. “Se para nós esse aumento da produção de saliva não é expressivo, para o paciente já está sendo muito importante”, completou.

Quando não tratada corretamente, a Xerostomia pode causar problemas graves de saúde, uma vez que a saliva possui diversas funções, entre as quais, lubrificar e umedecer o interior da boca, facilitando a própria fala; atuar na formação do bolo alimentar a ser digerido e ainda auxiliar no controle da quantidade de água no organismo. Pacientes xerostômicos têm a pele e lábios secos, podem ter problemas na  fonação e também  sofrer das chamadas infecções oportunistas, como  candidíase oral (infecção causada pelo excesso de fungo na boca) e  mucosite (inflamação nas mucosas orais). “Têm pessoas que precisam andar com bombom, chiclete, garrafinha com água o tempo todo e em casos mais graves, os médicos chegam a prescrever salivas artificiais”, comenta a graduanda de Medicina.

O estudo foi apresentado durante a primeira edição deste ano da Jornada de Iniciação Científica, organizada pela Diretoria de Ensino e Pesquisa da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). O objetivo do evento  foi avaliar resultados parciais de 35 pesquisas. Dessas, 24 recebem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

A orientadora do projeto, Prof. Drª Liz Mizobe Ono, frisa que as apresentações são parciais e a análise por parte dos componentes da banca examinadora é extremamente necessária porque auxilia no alinhamento dos projetos. Segundo ela, alguns trabalhos são voltados à qualidade de vida do paciente, como é o caso da pesquisa de tratamento da Xenofobia com Laserterapia, e outros para a melhoria do atendimento.

Conforme a diretora-técnica de Ensino e Pesquisa da FCECON, Prof. Doutora Kátia Luz Torres, o Programa de Iniciação Científica tem a missão de provocar nos alunos esse processo de aprendizagem do método científico e a jornada tem a característica de  propiciar a avaliação de projetos de estudo científico em andamento na FCecon. “Temos egressos do PAIC, que começou há oito anos na Fundação, e hoje, estão fazendo Mestrado e Doutorado”, ressaltou a diretora.

Pesquisadora Bruna Cruz durante apresentacao da pesquisa_CREDITO_Patrícia Trigueiro_ASCOM_FCECON 01

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Pesquisa mostra avanço no tratamento da ‘boca seca’ com laser em pacientes que passaram por Radioterapia

O estudo está sendo desenvolvido com o apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC)

Imagine ter de comprar saliva em razão do nível baixo ou de nenhuma produção por parte das glândulas responsáveis por este fluído. Difícil imaginar, mas é o que acontece com muitas pessoas. A xerostomia, termo usado para designar a sensação de boca seca, é muito mais recorrente do que se pode imaginar e está relacionada a diversos fatores.

Estudo realizado no âmbito do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC) pela graduanda Bruna Cruz, do 9º período do curso de Odontologia, da Universidade Nilton Lins, visa avaliar o uso da Laserterapia em pacientes, da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon),  afetados pela Xerostomia em decorrência de Radioterapia na região de cabeça e pescoço.

De acordo com a pesquisadora, a laserterapia é um tratamento feito à base de laser de baixa potência e no caso específico do estudo, o objetivo é que a sua aplicação favoreça a proliferação de novas células de maneira a ampliar a produção das glândulas salivares. O projeto abrange pacientes pós-radioterapia, que não procuraram inicialmente o serviço de saúde para tratar o problema, porém, há casos em que a aplicação do laser é feita em paralelo com a radioterapia.

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Pesquisa apoiada pela Fapeam foi apresentada durante Congresso de Iniciação Científica na FCECON

Resultado da primeira etapa da pesquisa, já revela sinais de melhoria da qualidade vida dos pacientes assistidos. O primeiro que finalizou o tratamento aumentou 0,11 mililitros de saliva por exemplo. “Tinham pacientes que levantavam de seis a sete vezes à noite para beber água e hoje, levantam uma vez”, comenta Bruna Cruz. “Se para nós esse aumento da produção de saliva não é expressivo, para o paciente já está sendo muito importante”, completou.

Quando não tratada corretamente, a Xerostomia pode causar problemas graves de saúde, uma vez que a saliva possui diversas funções, entre as quais, lubrificar e umedecer o interior da boca, facilitando a própria fala; atuar na formação do bolo alimentar a ser digerido e ainda auxiliar no controle da quantidade de água no organismo. Pacientes xerostômicos têm a pele e lábios secos, podem ter problemas na  fonação e também  sofrer das chamadas infecções oportunistas, como  candidíase oral (infecção causada pelo excesso de fungo na boca) e  mucosite (inflamação nas mucosas orais). “Têm pessoas que precisam andar com bombom, chiclete, garrafinha com água o tempo todo e em casos mais graves, os médicos chegam a prescrever salivas artificiais”, comenta a graduanda de Medicina.

O estudo foi apresentado durante a primeira edição deste ano da Jornada de Iniciação Científica, organizada pela Diretoria de Ensino e Pesquisa da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). O objetivo do evento  foi avaliar resultados parciais de 35 pesquisas. Dessas, 24 recebem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

A orientadora do projeto, Prof. Drª Liz Mizobe Ono, frisa que as apresentações são parciais e a análise por parte dos componentes da banca examinadora é extremamente necessária porque auxilia no alinhamento dos projetos. Segundo ela, alguns trabalhos são voltados à qualidade de vida do paciente, como é o caso da pesquisa de tratamento da Xenofobia com Laserterapia, e outros para a melhoria do atendimento.

Conforme a diretora-técnica de Ensino e Pesquisa da FCECON, Prof. Doutora Kátia Luz Torres, o Programa de Iniciação Científica tem a missão de provocar nos alunos esse processo de aprendizagem do método científico e a jornada tem a característica de  propiciar a avaliação de projetos de estudo científico em andamento na FCecon. “Temos egressos do PAIC, que começou há oito anos na Fundação, e hoje, estão fazendo Mestrado e Doutorado”, ressaltou a diretora.

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Mais de 100 propostas são pré-selecionadas para a 2ª chamada do PAREV

O montante disponibilizado pelo programa é de R$ 750 mil – valor superior ao da primeira chamada

Um total de 107 propostas foram pré-selecionadas para a 2ª chamada do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV).  Na manhã da última terça-feira (13), foi realizada Reunião Ordinária da Câmara de Assessoramento Científico-Pesquisa, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com o objetivo de realizar análise inicial das propostas submetidas.

O montante disponibilizado pelo programa é de R$ 750 mil. Este valor é superior ao da primeira chamada, que foi de R$ 450 mil. As propostas concorrem nas modalidades Internacional, cujo auxílio-pesquisa pode atingir R$ 100 mil; Nacional, que dispõe de auxílio-pesquisa de até R$ 50 mil e por último, a Regional, que pode contemplar os selecionados com auxílio-pesquisa de até R$ 25 mil.

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Propostas da 2ª chamada do PAREV são analisadas pela Câmara de Assessoramento Científico – Pesquisa da Fapeam

 

A modalidade Regional foi a que obteve o maior número de inscritos – 45; seguida pela modalidade Nacional, com 37; e por fim, a Internacional com 25. Entre os requisitos definidos era de que os proponentes deveriam ter vínculo empregatício com Instituição de Pesquisa e Ensino Superior, centros de pesquisas, órgãos públicos sediados ou com unidade permanente no Amazonas. Também deveriam ter título de Doutor.

A Câmara de Assessoramento Científico – Pesquisa é responsável por deliberar sobre o montante a ser alocado a cada evento, considerando os critérios de análise e julgamento, a pontuação obtida pelos projetos enquadrados e o montante de recursos disponíveis, respeitando os limites estabelecidos para cada tipo de evento. Conforme o Edital a divulgação está prevista para acontecer ainda neste mês de março.

O PAREV visa divulgar resultados de pesquisas científicas  contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico. Esta chamada é voltada ao apoio de eventos nos âmbitos da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), como por exemplo, congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho. Os mesmos devem ser realizados no período de julho a dezembro deste ano.

 

 Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

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Fapeam recebe propostas para 2ª chamada do PAREV

Programa apoia a realização de eventos de cunho científico e tecnológico ocorrentes no período de julho a dezembro de 2018

 A Fapeam recebe até o dia 19 de fevereiro de 2018 as propostas dos interessados em submeter projeto na segunda chamada do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV). Esta chamada é para apoiar a realização de eventos de cunho científico e tecnológico ocorrentes no período de julho a dezembro de 2018.

Os eventos devem estar relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação como: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

A segunda chamada do PAREV conta com um investimento da ordem de R$750 mil. O programa conta com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Um dos requisitos para participar do edital é ter vínculo empregatício com instituição de pesquisa e ensino superior, centros de pesquisas, órgãos públicos sediados ou com unidade permanente no Amazonas, a partir de agora denominados instituição executora do evento e ter título de doutor. Como consta no edital, a publicação com os resultados das propostas serão divulgadas em março 2018.

Acesse o edital clique aqui

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

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Confap e MDIC lançam chamada para cooperação entre empresas brasileiras e alemãs

O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), no conjunto de suas Fundações, e o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil (MDIC) publicaram Chamada Pública para apresentação de propostas conjuntas para projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) entre empresas alemãs e brasileiras do MDIC e do Ministério Federal da Economia e da Energia da República Federal da Alemanha (BMWi). O objetivo é fomentar empresas brasileiras e Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação – ICTIs (que desenvolvam projetos em parceria com empresas brasileiras) na concepção e viabilização de projetos de inovação tecnológica em cooperação técnico-científica-empresarial com empresas da Alemanha, que resultem no desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços de aplicação industrial direcionados à comercialização no mercado doméstico e global.

Participam desta chamada, financiados por suas respectivas Fundações, os estados do Amazonas (Fapeam), Amapá (Fapeap), Bahia (Fapesb), Distrito federal (FAPDF), Espírito Santo (Fapes), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Minas Gerais (Fapemig), Mato Grosso do Sul (Fundect), Pernambuco (Facepe), Paraná (Fundação Araucária), Rio de Janeiro (Faperj), Rio Grande do Sul (Fapergs), Sergipe (Fapitec), Santa Catarina (Fapesc) e Tocantins (Fapt). O montante de recursos aportados por projeto, bem como o número de projetos financiados, será definido e publicado por cada FAP. As FAPs que aderiram a este edital poderão apoiar projetos aprovados no âmbito da Chamada MDIC-BMWi com recursos provenientes de seus orçamentos próprios.

As propostas deverão ser cadastradas no site do MDIC para Cooperação Internacional, submetidas na Plataforma do SIGConfap (http://sigconfap.ledes.net) e enviadas para o e-mail cooperacaointernacional@mdic.gov.br. Será permitida somente uma proposta por Empresa ou ICT e o prazo para a submissão termina no dia 31 de maio de 2018.

Acesse aqui a Chamada Pública CONFAP-MDIC nº 02/2017.

 

Fonte:  Confap

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