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Fapeam divulga resultado preliminar da Fase I do Centelha Amazonas

 

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou nesta sexta-feira (17/1)  o resultado preliminar das ideias inovadoras- Fase I submetidas ao Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Centelha Amazonas), edital N° 011/2019. Foram 964 propostas avaliadas de 35 municípios do Amazonas. Nesta etapa, 200 ideias foram aprovadas para a fase II, que consiste no Projeto de Empreendimento.

Lançado no mês de agosto de 2019, o Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Amazonas, oferecendo capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso.

O Programa conta com investimento de R$ 1.820.000,00 (um milhão oitocentos e vinte mil reais), os recursos disponibilizados serão destinados à subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) para o apoio de até 28 projetos de inovação, no valor unitário de até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais).

Fase II

Para a Fase II as principais dimensões a serem apresentadas pelos proponentes são: equipe, produto, tecnologia, mercado, capital e gestão. É quando os proponentes farão os detalhamentos das propostas submetidas na fase anterior, agora com foco na viabilidade e no desenvolvimento do empreendimento.

Vale destacar que o prazo limite para interposição de recursos administrativos na Fase I é no período de 20 de janeiro a 3 de fevereiro.

Programa Centelha

O Programa Centelha é realizado em 21 estados. No Amazonas, a iniciativa é executada pela Fapeam, sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Acesse o Resultado Preliminar das Ideias Inovadoras Fase I- Centelha l AM

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Pesquisadores desenvolvem células solares empregando pigmentos vegetais do Amazonas

CELULAS SOLARES UFAM  - Fotos Érico Xavier_-22

Pesquisadores pretendem produzir energia elétrica utilizando células solares desenvolvidas a partir de pigmentos vegetais extraídos de plantas Amazônicas como, o bujuju, o açaí, o urucum, o jenipapo, a murtinha e o crajiru. Trata-se de uma solução alternativa de baixo custo para a geração de eletricidade com aplicabilidade de materiais orgânicos como fontes renováveis de energia.

CELULAS SOLARES UFAM  - Fotos Érico Xavier_-19

Estudo foi apoiado pela Fapeam, por meio do Universal AM

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), os pesquisadores desenvolvem células solares fotossensibilizadas por corantes vegetais, baseadas no modelo concebido por Michael Grätzel, no entanto, estas células fazem uso de pigmentos naturais que substitui os custosos corantes sintéticos a base de metais pesados.

Estas células possuem um arranjo estrutural muito simples, condicionadas a um foto-anodo (FTO/TiO2/corante), eletrólito e contra eletrodo. A célula é fechada na conformação similar a um sanduíche, intermediado pelo par redox (eletrólito). Os parâmetros elétricos são obtidos medindo a curva I-V (corrente-tensão).

O projeto “Desenvolvimento de células solares empregando pigmentos vegetais de plantas do Amazonas” foi desenvolvido no Laboratório de Bioeletrônica e Eletroanálises (Label) da Central Analítica (CA) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e, amparado pelo Programa Universal Amazonas, Edital Nº 030/2013.

Dr. Walter Ricardo Brito - UFAM_-4

Coordenador do projeto, Walter Ricardo Brito.

Para o coordenador do projeto, Walter Ricardo Brito, o aproveitamento da energia solar é uma das alternativas mais promissoras diante de outras fontes como, por exemplo, a hidrelétrica. Além disso, a pesquisa pretende mostrar o potencial do capital científico-tecnológico que a Região possui e, que possibilita desenvolver pesquisas nas áreas de produção de energia a partir de tecnologias de última geração.

“Também será possível a prospecção e seleção de materiais e pigmentos vegetais do Amazonas para aplicar em sistemas sustentáveis de geração de energia”, disse.

A limitação dos recursos energéticos na natureza, o aumento do consumo de energia e o aumento da conscientização para a conservação do meio ambiente favorecem a pesquisa e o desenvolvimento em sistemas de células solares, especialmente em regiões como a Amazônia.

Comunidades isoladas

As novas células solares sensibilizadas por corantes podem ser utilizadas por meio de diferentes tecnologias, principalmente o sistema fotovoltaico, ou seja, painéis solares que captam a luz do sol e a transformam em energia elétrica.

CELULAS SOLARES UFAM  - Fotos Érico Xavier_-7

Pigmentos vegetais extraídos de plantas Amazônicas

No que se refere às comunidades isoladas, a nova geração de painéis solares será uma das opções tecnológicas que permitirá a inclusão da população sem acesso à eletricidade, bem como, potenciar a Bioeconomia através de uma exploração sustentável dos recursos naturais que a Floresta Amazônica oferece.

Esses sistemas estão entre os mais promissores para a redução do consumo de energia gerada a partir de combustíveis fósseis e, de outros fatores negativos, ao mesmo tempo em que oferecem oportunidades para o desenvolvimento e o crescimento econômico da Região. 

Universal Amazonas

O objetivo do Programa Universal Amazonas é financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do  Amazonas em instituição de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

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Campanha Janeiro Branco enfatiza a importância dos cuidados com a saúde mental

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A Campanha Janeiro Branco tem como principal objetivo discutir a saúde mental. A escolha do primeiro mês do ano foi pensada porque normalmente, o início do ano, costuma ser um período de reflexão sobre o desejo tanto de cumprir metas quanto repensar as metas que não foram alcançadas no ano anterior como, por exemplo, cuidar da saúde e melhorar o estilo de vida.

Para falar sobre o assunto o Portal da Fapeam conversou com o médico psiquiatra, Rozenval Levinthal. Boa leitura!

 Fapeam: Qual o principal objetivo da Campanha Janeiro Branco?

Rozenval Levinthal: É alertar, dar visibilidade e conscientizar a sociedade sobre as questões relativas à saúde mental e, o impacto dessas questões na vida cotidiana das pessoas. Até bem pouco tempo a saúde mental era relegada a último plano como uma doença silenciosa, em que as pessoas sofriam e eram praticamente invisíveis. Com a mobilização, especialmente dos profissionais da área de saúde mental (psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e etc.), a situação veio à tona e, hoje a doença mental é muito mais discutida e valorizada que algum tempo atrás. Estamos saindo dessa área de invisibilidade e nos tornando mais visíveis. A prevalência das doenças mentais está aumentando muito, aliás, as doenças e os transtornos mentais serão considerados na próxima década como os males mais prevalentes do ser humano.

Fapeam: Por que as doenças mentais serão mais prevalentes?

R.L: Um das causas é principalmente porque melhoraram as condições de diagnóstico. Hoje, as pessoas procuram mais os serviços de atendimento, não têm tanta vergonha de se expor e buscarem tratamento. A outra causa são as condições de vida, trabalho e pressão social que se tornaram maiores atualmente. As pessoas estudam, trabalham, têm que sustentar a família, tem a questão dos relacionamentos e, tudo isso gera muita pressão social. As pessoas são muito mais cobradas e, muitas vezes elas não têm mecanismos compensatórios e, acabam desenvolvendo a doença ou o transtorno mental.

Fapeam: O que são esses mecanismos compensatórios?

R.L: São processos mentais que a maioria das pessoas tem para evitar o adoecimento. A resiliência, por exemplo, que é capacidade de resistir às pressões e, se manter ativo apesar das contrariedades, isso varia muito de pessoa para pessoa. Por exemplo têm pessoas com mais facilidade para superar problemas até mesmo sem ajuda, outras pessoas adoecem mais facilmente. Isso, provavelmente é devido a questões genéticas, a vulnerabilidades sociais, questões relacionadas à infância, relações sociais desde o nascimento, se houve traumas. Na verdade é uma questão muito complexa, mas o fato é que algumas pessoas têm mais susceptibilidade ao adoecimento mental que outras, especialmente se ela já tem componentes genéticos e históricos de doença mental na família.   

Fapeam: Quais são as doenças mentais?

R.L: Primeiro é preciso fazer uma diferença entre doença mental e o transtorno mental. O conceito em si de doença significa uma patologia, nesse caso, uma alteração na saúde mental. Podemos citar alguns exemplos de doenças mentais: transtorno bipolar, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do estresse pós-traumático e a esquizofrenia, esta última é uma doença mental que tem causas e sintomas bem conhecidos e estabelecidos. Nós conhecemos os fatores que levam a essa doença, como a história genética, sinais, sintomas e tratamento. Por isso, hoje o diagnóstico de esquizofrenia é muito mais seguro e, dependendo do grau da doença: leve, moderado ou grave ela pode ser incapacitante para o paciente. A doença mental uma vez estabelecida, na maioria das vezes é incisiva, discriminatória e incapacitante, tem o tratamento, mas não tem cura. Já o transtorno mental, geralmente, tem uma incidência menos incapacitante e, é uma alteração que pode ou não ser passageira, é normalmente pontual como, por exemplo, transtorno de ansiedade que pode está relacionado a certo episódio na vida de uma pessoa e, que causa sofrimento mental. Após o tratamento medicamentoso ou psicoterápico, geralmente, a pessoa tem cura, outras vezes o transtorno persiste por mais tempo. Mas tanto as doenças quanto os transtornos mentais levam a pessoa ao sofrimento.

Fapeam: Por que a escolha do mês de janeiro para tratar sobre saúde mental?

R.L: Normalmente como é o início do ano as pessoas se propõem a cumprir metas e, dentre essas metas está geralmente cuidar da saúde e melhorar o estilo de vida. Quando vira o ano é uma nova oportunidade de vida, das pessoas reverem as suas prioridades na tentativa de fazer com que elas priorizem a saúde mental. Então, a campanha é para conscientizar e aproveitar essa empolgação e motivação das pessoas para correr atrás do tratamento. A cor branca é significativa porque ela expressa uma folha em branco para você reescrever a sua vida, uma oportunidade de repensar, de mudar a sua trajetória, de mudar o seu estilo de vida. Simbolicamente entregando uma folha em branco para que você reescreva a sua história.

Fapeam: Para quem a campanha é direcionada?  

R.L: É direcionada não somente para os pacientes, mas especialmente para as pessoas que estão ao redor deles, como os familiares, os amigos e a população em geral para chamar atenção para o sofrimento muitas vezes silencioso dessas pessoas. O paciente tem vergonha, medo de falar aquilo que ele está sentindo e ser discriminado. Os próprios amigos às vezes minimizam o problema, com convites para sair, se divertir, ir a festas, isso acaba oprimindo a pessoa que está em sofrimento de modo que ela tende muitas vezes a acreditar que isso é passageiro e vai retardando o diagnóstico e o tratamento.   

Fapeam: Em que momento se deve começar a preocupação e a cuidar da saúde mental?

R.L: Todos nós deveríamos ser estimulados a fazer uma avaliação sobre nossas condições psicológicas, especialmente, os profissionais que lidam com a saúde mental (psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e etc). O trabalho dessas pessoas é muito estressante porque exige muita dedicação ao lidar com o sofrimento crônico de outras pessoas. Nós que somos trabalhadores da saúde mental precisamos parar e olhar para a nossa vida e ver o que nós estamos fazendo, tendo jornadas estressantes, plantões em cima de plantões, isso acaba adoecendo os profissionais da saúde mental. Então para essas pessoas especificamente é preciso começar a se questionar e muitas vezes consultar outro profissional.

Fapeam: Qual a importância dessa conscientização?

R.L: A maioria das pessoas ao tratar o assunto acaba minimizando, ou seja, as pessoas não priorizam o atendimento à saúde mental, às vezes só buscam tratamento quando o quadro já está estabelecido, esquecem fundamentalmente a prevenção que na maioria das vezes é relativamente simples. Quando a pessoa começa a sinalizar um problema é o momento da pessoa parar e buscar ajuda, ou pelo menos, procurar olhar para dentro de si e projetar as perspectivas, será se eu tenho condições de melhorar a minha vida, será se isso não vai causar problemas no futuro?

Fapeam: Onde se deve procurar ajuda especializada para que se defina a melhor rota terapêutica?

R.L: Unidades Básicas de Saúde (UBS) Unidade de Saúde da Família, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Policlínicas e Hospital Psiquiátrico Eduardo que atende casos de urgência e emergência.   

 Por: Helen de Melo

 

 

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Cartilha produzida por estudantes do Amazonas alerta sobre consumo de álcool entre universitários

PROJETO PAIC  UEA - CARTILHAS - FOTOS ÉRICO XAVIER_-31

O consumo abusivo de álcool mata mais 3 milhões de pessoas por ano, uma em cada vinte mortes está relacionada com o consumo de bebidas alcoólicas. Entre jovens de 20 a 29 anos a taxa alcança 13,5% , os dados são do Relatório Global sobre Álcool e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2018. Com pensamento de contribuir para redução desse índice, no Amazonas, universitários produziram uma cartilha educacional sobre o alcoolismo, com informações sobre o consumo de álcool no Brasil, prevenção e como o excesso da bebida  impacta negativamente na vida das pessoas.

A cartilha educativa destina-se a jovens universitários que em qualquer momento da graduação podem vir a experimentar bebidas alcoólicas e desenvolver hábitos em níveis nocivos. Diante disso, o material vem para contribuir com mais informações sobre o tema, estimular estudos, debates e reflexão sobre o assunto, principalmente entre jovens e estudantes.

Clique aqui para acessar a Cartilha Consumo de Álcool entre Universitários

PROJETO PAIC  UEA - CARTILHAS - FOTOS ÉRICO XAVIER_-33

Rafaela Oliveira- graduanda em Medicina pela UEA

O projeto “Construção e validação de cartilha educacional sobre alcoolismo para estudantes universitários” foi desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), pela graduanda em Medicina, Rafaela Oliveira, que cursa o 7º período na Universidade Estado do Amazonas (UEA), sob a orientação da professora doutora, Elizabeth Texeira.

De acordo com dados da pesquisa contidos na cartilha, no Brasil 19% dos universitários brasileiros já experimentaram algum tipo de bebida alcoólica. Dentre esses, 22% estão em risco de dependência.

Pesquisa

Para elaboração do material, foi  aplicado um estudo com 91 estudantes, dos cursos de Medicina, Odontologia, Enfermagem e Educação Física da UEA, por meio de Tecnologias Educacionais (TE), uma metodologia importante para mediar práticas educativas com diversos públicos sobre diferentes assuntos, e dentre tantos, a prevenção do alcoolismo e a promoção do autocuidado entre universitários.

Rafaela Oliveira explica que o estudo trouxe a reflexão sobre o assunto entre professores e pesquisadores não apenas da UEA, mas de outras instituições. “Os estudantes que participaram leram e contribuíram com a construção da cartilha. O projeto possibilitou aos estudantes-bolsistas se apropriarem da metodologia da pesquisa de validação de TE. Também fortaleceu a área de pesquisas sobre TE, na UEA, que resultou uma linha de pesquisa do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem de Saúde Pública, PROENSP-UEA”, disse.

PROJETO PAIC  UEA - CARTILHAS - FOTOS ÉRICO XAVIER_-22

Dra. Elizabeth Texeira- orientadora do projeto

Segundo Elizabeth Texeira, para a pesquisa foi feita a observação de comportamentos e escuta de relatos sobre situações resultantes do uso abusivo de álcool entre estudantes. A iniciativa partiu do professor Darlisom Sousa Ferreira, autor do projeto pioneiro na UEA, no qual está dando continuidade ao projeto e concluindo a 4ª e última etapa da pesquisa.

Foram realizadas quatro pesquisas todas de iniciação científica. A 1ª foi uma pesquisa na literatura científica, que gerou a 1ª versão da cartilha. A 2ª e a 3ª foram pesquisas de validação com juízes-especialistas (especialistas do campo da saúde). A 4ª e última foi também pesquisa de validação, mas com o público-alvo da cartilha, os estudantes universitários. Também foram analisadas as sugestões propostas pelos participantes, acarretando em mudanças principalmente na estética, além da diminuição do número de páginas e utilização de linguagem mais formal. Dessa forma, validou-se a tecnologia com o respectivo público-alvo, estando pronta para registro de autoria e posterior publicação e divulgação”, explicou a orientadora.

PAIC

O PAIC apoia, com recursos financeiros e bolsas institucionais, estudantes de graduação interessados no desenvolvimento de pesquisa em instituições públicas e privadas do Amazonas.

Clique aqui para acessar a Cartilha Consumo de Álcool entre Universitários

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Estudo mostra que caramuri tem três vezes mais vitamina C que a laranja

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Fruta Caramuri. Foto: Acervo do Inpa

Pesquisa aponta  que o caramuri (Caramuri Pouteria elegans), fruto nativo da Amazônia, possui alta composição de potássio, ferro e magnésio, além de conter mais  vitamina C que a laranja. Os resultados do estudo desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foram publicados no Journal of Food Properties, com o artigo Aromatic and nutritional profile of an Amazonian autochthonous species, Caramuri Pouteriaelegans (A.DC.) Baehni.

O trabalho é resultado do projeto “Frutos Amazônicos para produção de Alimentos Funcionais” apoiado pela Fapeam, por meio do programa Universal Amazonas edital Nº 030/2013, desenvolvido pelos pesquisadores do  (Inpa/MCTI), Francisca das Chagas do Amaral Souza e Jaime Paiva Lopes Aguiar. O artigo foi assinado também pelos pesquisadores Dionísia Nagahama, além do bolsista de pós-doutorado, Edson Silva, e o professor do Centro de Estudos Superiores de Tefé (Cest – UEA) Raimundo Junior.

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Jaime Aguiar- Foto: Érico Xavier/Fapeam

Segundo Jaime Aguiar, o estudo buscou englobar o fruto para analisar seus constituintes nutricionais. “Constatamos que Caramuri é muito rico em minerais, fibra, magnésio, ferro, cálcio, potássio. Além de toda essa composição nutricional, descobrimos também  que ele é muito rico em fibras solúveis e fibras insolúveis e  que possui o triplo de  Vitamina C que a laranja” conta.

Francisca Chagas destaca que não existia estudo científico para a fruta e que o resultado da pesquisa indicou que o Caramuri tem potencial para ser utilizado pela indústria alimentícia e farmacêutica.

“Através da pesquisa descobrimos que existe uma comunidade conhecida por “Caramuri”, o mesmo nome da fruta,  que está interessada na utilização do fruto, devido a boa  quantidade de produção. Agora é unir as forças, o conhecimento científico com os produtores e ver os possíveis produtos que poderão ser obtidos a partir dessa matéria-prima, obtendo  uma farinha, ou uma bebida, o que for viável. Vamos  testar para repassar esse conhecimento para a comunidade e quem sabe futuramente gerar produtos alimentícios”, relata.

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Francisca Chagas- Foto: Érico Xavier/Fapeam

Chagas explica que além do valor nutricional foi detectado o valor funcional do fruto que também é um dos focos do estudo. “Observamos que ele é rico em antioxidante dentre eles o Pileno e também antimicrobiano. Identificamos uma série de compostos pertencentes à classe dos monoterpenos e terpenóides, compostos não apenas de interesse para a indústria alimentícia como também para a indústria farmacêutica”.

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Aguiar explica que o período de frutificação do Caramuri é de setembro a fevereiro, com árvores podendo chegar a 30m de altura. “É uma fruta pouco difundida na região principalmente porque existe uma cultura que diz que ela só aparece a cada 4 anos, por meio da pesquisa descobrimos que ela pode ser reproduzida em menos tempo”, disse.

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Francisca Chagas ressalta a importância da pesquisa para a sociedade. “A ideia de fato é poder confirmar o potencial nutricional e funcional dos frutos da Região Amazônica,  ampliando nosso leque de estudos e  aumentando a quantidade de frutos estudados.  Com o apoio da Fapeam foi possível realizar esse estudo, para aumentar esse conhecimento por meio da pesquisa e mostrar para a população que  temos  grande potencial ainda a ser explorado na nossa região”, comenta.

Universal Amazonas

O Programa Universal Amazonas realizado pela Fapeam tem o objetivo de  financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental  do Amazonas em instituição de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado.

 

Por: Jessie Silva

Arte: Suellen Sousa

 

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Professores do interior recebem orientações sobre elaboração de relatório final do PCE

16.12.2019 - OFICINA RELATÓRIO FINAL PCE -  ÉRICO XAVIER_

Oficina foi realizada no Centro de Mídias da Seduc/AM

Professores de nove municípios do Amazonas assistiram a transmissão de videoconferência da “Oficina de Elaboração de Relatório Final” do Programa Ciência da Escola (PCE) realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que ocorreu na segunda-feira (16/12), no Centro de Mídias da Secretaria de Estado de Educação e  Desporto (Seduc-AM),  no bairro Japiim, zona Sul de Manaus.

O objetivo da oficina foi apontar questões detalhadas  para melhoria da qualificação dos relatórios finais do PCE, que serão entregues ao final da edição do programa. Participaram da transmissão professores dos municípios de Parintins, Itacoatiara, Itapiranga, Caapiranga, Boca do Acre, Barreirinha, Nova Olinda do Norte e Santo Antônio do Içá, que tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas por meio do chat online.

16.12.2019 - OFICINA RELATÓRIO FINAL PCE -  ÉRICO XAVIER_-6

Fulgência Bandeira ministrou a oficina do PCE

A integrante da Coordenação do Processo de Avaliação do PCE, Maria Fulgência Bandeira relata a importância da aproximação do PCE no interior com a capital.

“A oficina possibilita essa aproximação. A ideia é que não haja o distanciamento do conhecimento, que a Fapeam esteja sempre presente tanto na capital quanto no interior. A oficina é importante porque podemos passar orientações tanto na parte de elaboração de projeto quanto na avaliação de produção do relatório final, para que esses relatórios atendam a proposta do PCE”, conta.

Para o coordenador do PCE na Seduc, Mailson Rafael Ferreira, a inciativa é uma ação positiva,  na qual muitas dúvidas podem ser sanadas. “Além disso, as orientações ajudam a montar um relatório mais contundente, permitindo a finalização correta dos projetos”, disse.

PCE

Lançado no mês de abril, o PCE recebeu 742 propostas de professores da educação básica de escolas estaduais e municipais de Manaus e de escolas estaduais do interior do Amazonas. Desse total, 619 foram aprovadas nesta edição. Ao todo, foram disponibilizadas pelo PCE 2.476 bolsas para capital e interior.

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Oficina aborda práticas e soluções tecnológicas para aplicar na área de saúde

Acadêmicos dos cursos de Medicina, Enfermagem, Psicologia, Odontologia e Nutrição de diversas universidades de Manaus participaram de oficina de capacitação sobre novos conceitos e práticas voltada para tecnologias que possam ser aplicadas na área de saúde. A atividade  foi realizada pela Fundação Hospital Adriano Jorge FHAJ/Lab, no período de 26/11 a 6 de dezembro, e ocorreu na Manaós Tech, no bairro Adrianópolis.

O FHAJ Lab é realizado, em parceria com a escola de educação tecnológica Manaós Tech, sob a coordenação do pesquisador, Juliano Monteiro de Oliveira, que integra a Diretoria de Ensino e Pesquisa da FHAJ. O projeto conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

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coordenador do projeto Juliano Monteiro

Juliano Monteiro explica que o FHAJ Lab, além da parte de tecnologia e inovação, também é voltado para o empreendedorismo, no qual o profissional  ou  estudante da área da  saúde têm a oportunidade de trazer o conhecimento e a experiência  para  propor soluções tecnológicas. “Estamos capacitando profissionais de uma área totalmente diferente que é da saúde para desenvolver tecnologias. Alguns alunos que estão participando dessa oportunidade, possivelmente, poderão ser empreendedores e poderão montar, por exemplo, uma startup, para a área da saúde, além de está inserido no ecossistema de inovação”.

Segundo o CEO da Manaós Tech, Glauco Aguiar, as oficinas foram positivas e mostraram o interesse do público para o assunto. “A quantidade de alunos que se inscreveram foi uma resposta da importância dessa iniciativa. A gente percebe que nas faculdades a disciplina da área tecnológica nos cursos de saúde é muito rara, às vezes é apenas uma disciplina e quando tem. Então percebemos que os alunos saem para o mercado e quando se deparam com ferramentas tecnológicas para desenvolver algum serviço para a área da saúde sentem dificuldade”, comentou.

Visão dos alunos

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Na oficina os alunos também aprenderam sobre criação de aplicativos e  Internet das Coisas. Para o estudante do 5° período de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), João Pedro Pio, a atualização do profissional no mercado é algo necessário. “O projeto vem com intuito de incentivar o estudante a pensar fora da caixa, inovar e ter diferencial. O mercado está cada vez mais competitivo”, disse.

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Segundo a estudante do 8º período Medicina da Ufam, Thainá Mendonça Bentes, o projeto traz um tema importante que é a melhoria para a área da saúde. “Fico feliz em poder participar dessa oportunidade que conecta a saúde e a tecnologia, porque  são duas áreas que devem se manter juntas”.

Pop CT & I 

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Alunos do interior do Amazonas aprendem a importância da floresta e biodiversidade Amazônica

02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-39

Mais de 40 estudantes da Escola Estadual Isaías Vasconcelos, no município de Iranduba, participaram de oficina e atividades interativas que trouxeram a reflexão sobre os ganhos e perdas que ocorrem no ecossistema com a manutenção e derrubada da floresta Amazônica. A atividade foi realizada na segunda-feira (2/12).

A ação faz parte do projeto intitulado “Brincando se a aprende: a importância da floresta e biodiversidade amazônica”, desenvolvido pela pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e coordenadora do projeto, Genoveva Chagas de Azevedo, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

O proje02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-29to foi desenvolvido em seis escolas, com alunos do Ensino Médio e Fundamental, da rede pública de Manaus, Iranduba, Manacapuru e Presidente Figueiredo. Também foi realizada oficina para simular o trabalho de campo no Bosque da Ciência do Inpa, para os visitantes em geral.

Segundo a coordenadora do projeto, Genoveva Azevedo, especificamente para esse projeto, o tema desenvolvido e debatido foi à floresta amazônica.

“Criamos uma espécie de jogo com base no que a gente ganha com a floresta em pé e o que a gente perde com a floresta no chão, trazer essa discussão levar informação de conhecimento científico  e propor essa reflexão aos estudantes  o que  a gente ganha , o que a gente perde se não cuidar da nossa floresta.  Sendo um debate tão presente e tão atual”, conta.

  Jogo

Segundo Genoveva, o jogo utiliza dois painéis, que retratam a floresta em pé, exuberante e o outro a floresta no chão (queimada/derrubada). Cada painel é composto por 20 quadrados nas laterais enumerados de 1 a 6, que os participantes escolhem após jogar o dado. Cada quadrado corresponde a uma possível consequência de cada cenário.  Ao final o aluno leva consigo um cartão informativo sobre o cenário apresentado.

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“Essa atividade possibilita ao estudante de forma lúdica e interativa o conhecimento sobre o papel da floresta no ecossistema. A gente acredita que o conhecimento aliado com o processo educativo e com a reflexão crítica, é possível que o cidadão se coloque também na condição de co-responsável  e isso venha gerar uma conduta diferente na questão dos cuidados com o meio ambiente”, disse.

O estudante Lucas Albuquerque, do 3º ano do ensino médio, que participou da atividade, conta que aprendeu muito com o tema abordado na oficina. “Achei legal, muitas coisas que ocorrem no processo natural da floresta que eu não conhecia. Isso permitiu que refletisse sobre a importância da floresta para nosso meio ambiente e também para nossa vida”.

Segundo a estudante, Larissa Dantas, também do 3º ano do ensino médio,  oficinas como essas nas escolas é muito importante para o conhecimento. “Aprendi mais do que nunca que devemos preservar nossa floresta, ela serve para tudo e se continuar o crescimento do desmatamento das florestas, nós seremos os maiores prejudicados”, disse.

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Para a coordenadora do projeto a iniciativa da Fapeam é fundamental, que editais como POP CT&I têm alcance bastante interessante junto à população.02.12.2019 - JOGO GANHOS E PERDAS EM IRANDUBA - POP CTI  - FOTOS Jessie Silva-55

 

“É

uma forma também de saber que existe investimento de popularização da ciência para apoiar pesquisadores, professores para desenvolver atividades dessa natureza, onde podemos criar mecanismos recursos que possam mediar essa discussão, essa questão do conhecimento científico. O pesquisador publica seu artigo,  mas  como vai fazer para decodificar isso? Como torna esse tipo de conhecimento acessível a outros grupos? e esse tipo de projeto é fundamental ele instiga e desafia o pesquisador a buscar uma forma de tornar esse  conhecimento acessível em uma linguagem que os cidadãos de um modo geral entendam”, relata a pesquisadora.

Por Jessie Silva

Fotos: Jessie Silva

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Alunos da rede pública participam de oficina sobre o estudo dos Fungos

Cerca de 20 alunos da Escola Municipal Aristophanes Bezerra de Castro, no bairro Cidade de Deus, participaram de oficina sobre a importância dos fungos para a manutenção das florestas. A atividade foi realizada na quarta-feira (27/11) no Museu da Amazônia (Musa), localizado na zona Leste de Manaus.

A oficina faz parte do projeto intitulado “Micoturismo no Museu da Amazônia (Musa): uma alternativa para o desenvolvimento turístico” apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

26.11.2019 - MICOTURISMO POP CTI - DRA. RUBY VARGAS - FOTOS ÉRICO X._-76

Projeto conta com por meio da Fapeam, por meio POP CT&I

O projeto coordenado  pela pesquisadora do Musa, Ruby Vargas-Isla, tem o objetivo  de proporcionar uma experiência de Micoturismo junto à comunidade externa e demonstrar a importância e usos dos macrofungos que é pouco conhecido pela população.

As atividades iniciaram na quinta-feira,14/11, e se estende até sexta-feira, 6/12, com palestras sobre a biodiversidade de macrofungos e trilhas no Fungário do Musa, para as escolas que tiverem interesse em levar seus alunos.  As oficinas são focadas na capacitação de multiplicadores do Micoturismo.

Segundo Ruby Vargas, o termo “Micoturismo” é a junção de Micologia (ciência que estuda os fungos) + Turismo, que é uma atividade turística conhecida  em países como Espanha e Portugal que busca promover o conhecimento e conservação dos fungos nativos, ao mesmo tempo utilizar este recurso natural como um atrativo turístico.

“O Micoturismo é considerado uma atividade social em crescimento, no qual contribui para a valorização das florestas. O projeto tem o intuito de popularizar por meio destas oficinas e poder implantar uma nova atividade turística no Estado do Amazonas”, conta.

Já participaram, desde o período inicial,  150 estudantes de sete escolas da rede de ensino estadual e municipal,  incluindo  uma turma de alunos do ensino médio e técnico em Agropecuária, do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

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Atividade foi realizada no Museu da Amazônia

O aluno do 5° ano do ensino fundamental, participante da oficina, João Pedro da Silva, conta que tinha conhecimento sobre os fungos, mas não sabia da importância dele para a natureza. “Eu aprendi que existe cogumelos comestíveis e tem sido uma experiência muito boa, porque além de ter uma importância para natureza podemos usar em nosso alimento,” disse.

Popularização

A pesquisadora também integra o grupo de pesquisas Cogumelos da Amazônia, do Instituto de Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), que tem a finalidade de  estudar os fungos, com ênfase aos formadores de cogumelos, do ponto de vista taxonômico, biológico, fisiológico e alimentício.

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150 alunos já participaram da atividade do POP CT&I

Ruby destaca que as oficinas fazem parte de um dos resultados do projeto, assim também como a produção de dois materiais de divulgação à popularização da ciência. “Como proposta do projeto  também tem a produção de uma cartilha que envolve ensinar a coleta de cogumelos durante o dia a dia e um Guia ilustrado de Macrofungos para melhorar a percepção e compreensão destes organismos pelo público em geral. Iremos também replicar essa ação no interior nos municípios de Novo Airão e Itacoatiara, com a participação de pesquisadores do Inpa,”conta.

Pop CT & I

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Fapeam divulga resultado da etapa de enquadramento do Pró-Incubadoras-Edital N° 010/2019

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulga o resultado da etapa de enquadramento do Programa de Apoio à Incubadoras (Pró-Incubadoras), edital N° 010/2019. Esta etapa consiste na análise da equipe técnica da Fapeam do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital do programa.

Lançando no mês de agosto, 10 propostas foram enquadradas nessa fase do programa, sendo duas na modalidade 1 e oito na modalidade 2. A próxima etapa é a análise de mérito das propostas. A divulgação do resultado final ocorrerá a partir do mês de dezembro deste ano.

Pró-Incubadoras

O Pró-Incubadoras tem o objetivo de fomentar a estruturação de novas incubadoras e o desenvolvimento de incubadoras de empresas alinhadas ao Modelo de Centros de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne) visando ampliar o número e a qualidade de empreendimentos inovadores no Amazonas.

A modalidade 1 contempla propostas para a criação de incubadoras de empresas. A modalidade 2 é para propostas de melhoria dos resultados das incubadoras de empresas, preferencialmente de base tecnológica, individuais, que já se encontram em operação, ambas alinhadas ao Modelo Cerne.

Acesse aqui o resultado da etapa de enquadramento do Pró-Incubadoras- Edital 010/2019 

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