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Fiocruz Amazônia lança exposições durante simpósio na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru

A popularização da ciência é tema essencial para sociedades atuais e, em particular, para os países em desenvolvimento ou emergentes, como o Brasil. Mais do que nunca, o cidadão está sendo chamado a participar ativamente dos rumos da sociedade e apropriar-se dos conteúdos de CT&I.

Pensando nisso, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) lançou esta semana, duas exposições que visam popularizar o conhecimento produzido pela Instituição. “Malária – O caminho da gota espessa” e “DigiCiência”, projetos aprovados no edital N. 009/2019 – POP CT&I, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foram apresentadas ao público, entre os dias 27 e 29/11, durante a “Feira Ciência & Saúde Para Você”, realizada no município de Tabatinga (AM) e em Letícia, na Colômbia.

As exposições fazem parte da Política de Extensão, Divulgação e Popularização da Ciência do  ILMD/Fiocruz Amazônia, visando o compromisso com a disseminação e compartilhamento de conhecimento e tecnologias voltadas para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), que contribuam para a promoção da saúde e da qualidade de vida da população, redução das desigualdades sociais e dinâmica nacional de inovação, tendo em vista a defesa do direito à saúde. O circuito de atividade promovidas pela Fiocruz Amazônia, comtemplam também a 16ª Semana Nacional de Ciência & Tecnologia (SNCT).

Mais de 200 visitantes passaram pelo Instituto Federal do Amazonas (Ifam/Campus Tabatinga), para conferir as exposições que retratam pesquisas, o trabalho de pesquisadores e alunos da Unidade, além de contar a trajetória da Instituição na Amazônia.

MALÁRIA – O CAMINHO DA GOTA ESPESSA

A região amazônica concentra quase totalidade dos casos de malária do Brasil. Para se ter o diagnóstico da doença, é realizado o exame de Gota Espessa. A técnica é muito simples e eficaz no diagnóstico e combate à malária, e atende às especificidades do território amazônico, além do acesso aos serviços de saúde.

No entanto, há um longo caminho construído pelo sistema de saúde até se chegar ao exame amplamente conhecido pela população. Uma forma de buscar a diminuição das desigualdades construídas no acesso aos tratamentos de saúde, passa pela compreensão das ações necessárias ao seu enfrentamento.

Cientes desse quadro, pesquisadores e estudantes do ILMD/Fiocruz Amazônia, sobretudo do Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA), vêm desenvolvendo ações de pesquisa nesta área, utilizando esta técnica de coleta, tendo gerado, inclusive, publicações científicas.

Ao lado disso, o grupo também empreende esforços na estratégia de sensibilizar a população para a importância de um diagnóstico rápido e eficaz, o que é oportunizado pelo exame da Gota Espessa. A exposição abre a possibilidade de uma sensibilização coletiva para a importância da realização do exame.

Painéis, cartilhas e 25 expositores destacam, de forma didática, as fases de execução do exame da Gota Espessa para o diagnóstico da malária, potencializando a ampliação da divulgação do conhecimento acerca do exame.

O projeto pretende beneficiar os moradores da Comunidade Rural do Rio Pardo, em Presidente Figueiredo e Lago do Limão, Iranduba, Amazonas, onde o ILMD/Fiocruz Amazônia mantém estações de trabalho, além do município de Tabatinga, fronteira com Colômbia e Peru, onde o Instituto tem ações com parceiros Panamazônicos, visando dar continuidade às atividades de pesquisa, extensão e popularização científica que já vêm ocorrendo nessas comunidades.

Eric Fabrício Marialva, membro do laboratório, explicou que estas ocasiões são extremamente relevantes para aproximar ciência e comunidade. “Ter participado desse evento foi muito gratificante, pois nos possibilita ter um contato maior com a comunidade. Nós que desenvolvemos pesquisa, geralmente temos dificuldade de passar os resultados para a população de uma maneira mais acessível. Foi uma experiência muito boa”, disse.

“DIGICIÊNCIA”

Apresentar através de conteúdos audiovisuais o trabalho de pesquisadores e alunos da Fiocruz Amazônia é uma das metas do projeto “DigiCiência – Oficina de Vídeos Digitais para Divulgar Ciência (II Edição)”. Nesse sentido, alunos da Instituição, selecionados durante a Oficina promovida pelo projeto, estiveram em Tabatinga (AM), para apresentar os resultados dos vídeos produzidos e dialogar com os visitantes sobre a produção de conteúdos multimídia, de fácil entendimento ao público em geral.

A primeira etapa do projeto, promoveu oficinas de comunicação com a finalidade de orientar os alunos de pós-graduação a promoverem a divulgação científica, de forma criativa e lúdica, utilizando a tecnologia e uso do smartphone no processo de comunicação da ciência.

Os vídeos produzidos durante a oficina foram expostos, em Tabatinga, e posteriormente devem ser disponibilizados na homepage institucional, nas mídias sociais digitais da instituição, além de apresentados em eventos científicos e distribuídos em forma de DVD a parceiros e interessados.

A ideia dos organizadores é gerar um produto de divulgação e conscientização que chegue, em linguagem fácil e acessível, ao grande público e que tenha um caráter mais duradouro e menos ocasional, contribuindo, para o alcance de um importante compromisso institucional.

Ana Elizabeth Reis, mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), foi uma das selecionadas para participar da ação em Tabatinga. “Foi uma experiência muito exitosa. Precisamos mostrar para a sociedade o que o ILMD faz, o que a pesquisa pode gerar de benefícios. Essa atividade deu a oportunidade para os estudantes se aproximarem mais da pesquisa. Estou levando as experiências dessa ação para serem aplicadas no laboratório onde estou atuando”, destacou.

SOBRE A SNCT

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) é uma ação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e tem o objetivo de aproximar Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições, a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o País. A SNCT tem como premissa levar a ciência em uma linguagem acessível à população, por meios inovadores que estimulem sua curiosidade e motivem a discutir as implicações sociais da Ciência, além de aprofundarem seu conhecimento sobre o tema.

Com 25 anos de atuação, o ILMD/Fiocruz Amazônia, por meio de seus pesquisadores, tecnologistas, técnicos e bolsistas, promove e protagoniza ações de extensão, divulgação e popularização científica, o que tem gerado um conjunto de projetos e produtos, que estabelecem um diálogo direto e efetivo com a sociedade.

Ascom – ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Edmilson Bibiani

SNCT: Fiocruz Amazônia promove “Feira Ciência & Saúde Para Você”, no município de Tabatinga (AM) e em Letícia, na Colômbia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) em parceria com a Universidade Nacional da Colômbia (UN) – Sede Amazônia – Letícia (COL), e o Instituto Federal do Amazonas – Ifam/Campus Tabatinga, promoveu entre os dias 27 e 29/11, o I Simpósio de Pesquisadores em Saúde da Tríplice Fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. As atividades iniciaram na manhã da última quarta-feira, 27/11, em Letícia (COL) e Tabatinga (AM), com a realização da “Feira Ciência & Saúde Para Você”, projeto aprovado edital N. 009/2019 – POP CT&I, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Exposições de vídeos para divulgação e popularização da ciência; Malária – O caminho da gota espessa; Controle de mosquitos Aedes com estações disseminadoras de larvicida; Exposição Institucional – Instituto Leônidas & Maria Deane, foram algumas das exposições apresentadas pela equipe da Fiocruz Amazônia para o evento. O público poderá conferir de perto as exposições que estiveram em circulação durante os 3 dias de evento.

Para José Joaquim, pesquisador da Fiocruz Amazônia e coordenador da feira, o evento é uma relevante oportunidade de conhecer os estudos sobre saúde produzidos na tríplice fronteira. “Desde o início do ano estamos nos comunicando com os pesquisadores da Universidade Nacional da Colômbia para aproximarmos a pesquisa e estabelecer o fortalecimento da pós-graduação. A estratégia é promover um intercâmbio de conhecimento, justamente para conhecermos a realidade das pesquisas em saúde promovidas aqui na tríplice fronteira”, explicou.

Visando a popularização do conhecimento nos dois países, as exposições aconteceram simultaneamente nas dependências da Universidade Nacional da Colômbia (UN) – Sede Amazônia – Letícia (COL), e no Instituto Federal do Amazonas – Ifam/Campus Tabatinga. Estudantes de ensino médio, graduação, pós-graduação e comunidade dos dois países passaram pelo local.

O CAMINHO DA GOTA ESPESSA

Com o intuito de sensibilizar o grande público sobre a importância do exame da Gota Espessa para o diagnóstico da malária, demonstrando a cadeia de ações realizadas até a entrega do resultado ao usuário, a exposição “Malária – O caminho da gota espessa” visa facilitar o entendimento de um processo complexo da saúde, valorizando as ações do cidadão, dos agentes comunitários de saúde e das agências de governo no combate e tratamento da doença.

A exposição abre a possibilidade de uma sensibilização coletiva para a importância da realização do exame. Painéis, cartilhas e 25 cartazes destacam, de forma didática, as fases de execução do exame da Gota Espessa para o diagnóstico da malária, potencializando a ampliação da divulgação do conhecimento acerca do exame.

DIGICIÊNCIA

Outra atividade que também obteve destaque durante a feira foi a mostra de vídeos “DigiCiência”. A exibição dos vídeos é uma das etapas do projeto “DigiCiência – Oficina de vídeos digitais para divulgar ciência (II Edição)”, que utiliza vídeos como ferramenta para instigar a essência da divulgação científica nos pesquisadores ainda na fase de formação.

Na primeira etapa, pesquisadores e alunos de pós-graduação do ILMD/Fiocruz Amazônia, participaram de uma oficina de capacitação, onde foram apresentadas técnicas de produção de vídeos digitais, iniciando pela elaboração do roteiro e elementos de pré-produção, passando pela gravação e pela edição até chegar ao produto final.

Os vídeos produzidos estão sendo apresentados durante ações de popularização realizadas pelo Instituto em Manaus, e nos municípios de Tabatinga e Presidente Figueiredo, em encontros previamente agendados. Estima-se que mais de 100 alunos das escolas públicas terão a oportunidade de assistir os vídeos que são resultantes das oficinas. Após a exposição dos vídeos, os visitantes podem tirar dúvidas e debater com os produtores do material apresentado.

O projeto “Controle de Aedes aegypti e Ae. albopictus com Estações Disseminadoras de Larvicida” também foi apresentado durante a Feira. O projeto é do pesquisador e diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz. Durante o evento a equipe técnica do projeto apresentou resultados parciais dos ensaios feitos com as Estações Disseminadoras de Larvicida.

O projeto conta com apoio do Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia, e do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis (Decit & Devit/MS), da Organização Pan-Americana da Saúde-Organização Mundial da Saúde (Opas-OMS), e com apoio de secretarias municipais e estaduais de Saúde, para que ensaios possam ser feitos em diferentes regiões do Brasil, visando avaliar a eficácia da tática do uso das Estações Disseminadoras de Larvicida.

SOBRE AS ESTAÇÕES DISSEMINADORAS

As Estações Disseminadoras de Larvicida são baldes plásticos, cobertos com pano preto impregnados de larvicida, e que para funcionarem necessitam de uma certa quantidade de água para atrair os mosquitos. Ao pousarem na superfície da Estação, partículas do larvicida são aderidas às pernas e corpo dos mosquitos, que acabam levando esse produto para outros criadouros e, com isso, conseguem matar larvas e pupas, inclusive em criadouros que muitas vezes não poderiam ser localizados pela população e equipes de vigilância.

O estudo iniciou em 2014 nas cidades de Manaus e Manacapuru, no Amazonas. Atualmente, está sendo testado em outras cidades brasileiras e tem apresentado resultados animadores mesmo em diferentes paisagens geográficas e escalas.

SIMPÓSIO

A abertura do simpósio aconteceu ontem, às 17h, na UN, com apresentação Institucional sobre o ILMD/Fiocruz Amazônia, realizada pela pesquisadora e Vice-Diretora de Ensino, Informação e Comunicação, Claudia María Ríos Velásquez. Claudia falou sobre os programas de pós-graduação da Fiocruz Amazônia, linhas de pesquisa, cursos de especialização, e destacou a importância da realização de capacitação, por meio de cursos realizados em Tabatinga, inclusive ressaltando a realização de um recente processo seletivo para alunos estrangeiros, na tríplice fronteira.

O simpósio visa promover um encontro científico e interinstitucional direcionado aos pesquisadores e profissionais da saúde, alunos de graduação e pós-graduação, para divulgar as pesquisas científicas em saúde realizadas na fronteira e incentivar a criação de uma rede de pesquisadores em saúde da tríplice fronteira.

As atividades foram propostas durante um encontro, realizado em junho de 2019, entre pesquisadores do ILMD/Fiocruz Amazônia, Instituto Oswaldo Cruz – IOC/Fiocruz, Institut de Recherche Pour le Développement (IRD) e pesquisadores da Universidade Nacional da Colômbia – Sede Amazônia (UN), em Letícia (COL), para compartilhar informações sobre ações institucionais e possíveis estratégias para a saúde na fronteira.

O encontro realizado na primeira semana de junho de 2019, teve como enfoque os seguintes temas: incentivo à criação de uma rede de pesquisa sobre questões de saúde com uma perspectiva interdisciplinar e intercultural, articulação para a consolidação da sala de situação em saúde na fronteira entre Brasil e Colômbia, e planejamento de evento científico sobre questões de saúde na fronteira.

Ascom – ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes, Edmilson Bibiani e Ana Elizabeth Reis

 

Agenda Jovem Fiocruz é debatida na Fiocruz Amazônia

Com o objetivo de apresentar os projetos e pesquisas organizados nos últimos anos, e os que ainda estão em andamento pela Agenda Jovem Fiocruz, o  Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu nesta segunda-feira, 25/11, o encontro “Agenda Jovem Fiocruz: Encontro nas Regionais”, com participação dos pesquisadores Luciane Ferrareto, representante da Coordenação de Cooperação Social da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e André Sobrinho, coordenador da área de educação do Programa de Desenvolvimento, do Campus Fiocruz Mata Atlântica.

O projeto engloba disputas de concepções e práticas situados no campo da Juventude, na faixa etária de 15 a 29 anos, seguindo as políticas públicas. Os principais objetivos da Agenda Jovem da Fiocruz são: produzir insumos conceituais e metodológicos; fomentar debates e ações articuladas; desenvolver diretrizes políticas; aproximar Saúde e Juventude como campos de conhecimento e de ação política.

Com o intuito de aproximar a juventude das Unidades Técnico-Científicas, como a Fiocruz, a Agenda promove atividades de integração, mobilização e formação dos jovens, junto a atores governamentais e a sociedade civil. Vulnerabilidade e violência, saúde sexual e reprodutiva com enfoco em gravidez e DST’s, uso abusivo de álcool e outras drogas são os principais temas debatidos.

Os representantes da Fiocruz constituem três Grupos de Trabalho (GTs), a fim de propor intercâmbio entre projetos em linha com a proposta de integração entre as unidades participantes e os novos marcos institucionais com os direitos da juventude: GT Pesquisa – Estado da arte de pesquisas sobre Jovens e Saúde; GT Educação – Produção e inserção de conteúdos sobre juventudes em matrizes curriculares de saúde; GT Projetos Territorializados e Serviços de Saúde – Apoio às Unidades da Fiocruz em projetos com juventude e articulação, além de fomento às redes e coletivos juvenis.

Luciane Ferrareto comentou sobre a perspectiva de dialogar com as Regionais e depois incorporar as atividades de cada Unidade da Fiocruz à Agenda Jovem.  “É importante envolver não só as Unidades do Rio de Janeiro, mas também as regionais, visando a particularidade de cada uma. Dentro desse projeto temos a perspectiva de construir espaços de diálogo, mais abertos e mais amplos com os movimentos sociais”.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Fotos: Eduardo gomes e Marlúcia Seixas
 

 

 

Palestra na Fiocruz Amazônia vai abordar os desafios no diagnóstico de doenças, como Tuberculose e Micobacteriose

Na próxima sexta-feira, 22/11, às 10h, o Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove a palestra “Tuberculose e Micobacteriose: desafios para o diagnóstico microbiológico”, a ser ministrada por Maurício Morishi Ogusku, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Durante a palestra, serão apresentados dados sobre o Mycobacterium, composto este que possui mais de 220 espécies e subespécies, e dentre elas as principais são Mycobacterium leprae, responsável pela hanseníase e Mycobacterium tuberculosis, pela tuberculose.

Na ocasião, o pesquisador ressaltará que a tuberculose continua a ser um problema de saúde global, visto que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2017, houve 1,6 milhão de mortes e cerca de 10 milhões de casos da doença. A nível nacional, há anos é considerada endêmica.

Alguns questionamentos devem ser debatidos durante a palestra, como o fato da real incidência da Micobacteriose pulmonar ser ainda desconhecida e a questão dos laboratórios de microbiologia como fontes imprescindíveis de estudos de cultura para micobactérias, a partir dos vários tipos de amostras clínicas, identificação das espécies micobacterianas, e depois dessas etapas, a formação de antibioticoterapia apropriada.

A apresentação ocorrerá na Sala de aula 2, no prédio anexo, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE O PALESTRANTE

Maurício Morishi Ogusku é mestre em Ciências Biológicas (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Atualmente, atua como pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Possui experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Micobacteriologia Médica, principalmente nos seguintes temas: Tuberculose, Micobacteriose, métodos bacteriológicos e moleculares de diagnóstico. 

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Imagem: Mackesy Nascimento

SNCT: Oficina incentiva popularização da ciência através de conteúdo audiovisual

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu entre os dias 12 e 14/11, uma oficina gratuita de vídeos digitais para divulgar ciência. Intitulada Digiciência, a atividade reuniu pesquisadores, pós-graduandos e bolsistas de Iniciação Científica.

Em sua 2ª edição, a ação teve o objetivo de promover oficinas de comunicação com a finalidade de orientar os alunos de pós-graduação a desenvolverem a divulgação científica, de forma criativa e lúdica, utilizando a tecnologia e uso do smartphone no processo de comunicação da ciência.

A atividade faz parte da programação da Semana Estadual de Ciência & Tecnologia e conta com fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Edital POP CT&I e com recursos do edital de Divulgação Científica da Fiocruz. As aulas foram ministradas pelo jornalista Rômulo Araújo.

“Foi bem interessante ver como eles se encantaram com a possibilidade de cumprir etapas de produção de um vídeo, para divulgar suas próprias pesquisas. Sairão daqui bons materiais, e creio que essa seja mais uma mídia que eles terão para divulgar seus estudos, e consequentemente fazer com que as pessoas envolvidas com o tema que eles atuam, possam ter conhecimento disso”, destacou Araújo.

Através das aulas, os participantes puderam conhecer e manipular softwares específicos para edição que permitem criar vídeos e disponibilizá-los nas plataformas digitais. Os vídeos produzidos serão disponibilizados também em canais de difusão: plataformas digitais (Youtube, Facebook da Fiocruz Amazônia).

Para a coordenadora técnica da oficina, Cristiane Barbosa, a ideia é “preparar quem produz ciência para levar ao grande público as informações e resultados de pesquisas desenvolvidas nas instituições de pesquisa científica e tecnológica. Além de pós-graduandos e alunos de Iniciação Científica da Fiocruz, estão participando também pessoas que lidam com a ciência de outras instituições”, explicou.

SOBRE A OFICINA

A atividade apresentará possibilidades da utilização de vídeos como recurso tecnológico para popularizar a ciência junto ao público, produzidos pelo próprio aluno de pós-graduação. A ideia central é fornecer aos participantes, algumas ferramentas e estratégias que podem ser utilizadas na produção de conteúdos sobre as pesquisas, experimentos e estudos realizados por eles.

Na oportunidade, o palestrante apresentou também algumas técnicas de produção de vídeos digitais, iniciando pela elaboração do roteiro e elementos de pré-produção, passando pela gravação e pela edição até chegar ao produto final.

Posteriormente, os participantes do evento apresentarão os materiais produzidos (vídeos) a alunos de escolas da rede pública estadual em Manaus, Tabatinga e Presidente Figueiredo. Os vídeos produzidos serão disponibilizados também em canais de difusão: plataformas digitais (Youtube, Facebook da Fiocruz Amazônia); eventos científicos; DVD com os vídeos para distribuição nos materiais institucionais.

“É um trabalho crucial, pois a construção de um vídeo digital, tem o potencial de instigar reflexões sobre o papel do pesquisador enquanto divulgador científico e ao mesmo tempo propiciar ao grande público, o acesso às pesquisas. Neste sentido, o uso da tecnologia do smartphone como ferramenta digital é essencialmente importante no processo criativo da geração de conteúdo de divulgação científica dos projetos desenvolvidos, visto que todo o material produzido será estrategicamente difundido por todos os meios de comunicação”, ressaltou Cristiane Barbosa.

SOBRE O PALESTRANTE

Rômulo Araújo é jornalista, mestrando em Sociedade e Cultura na Amazônia, com especialização em Design, Comunicação e Multimídia e em Divulgação e Jornalismo Científico na Amazônia. É editor de conteúdo na Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) da Prefeitura de Manaus e professor do curso de Jornalismo no Centro Universitário do Norte – UniNorte/Laureate.

Com dez anos de experiência na área de comunicação, foi videorrepórter, produtor e roteirista de um telejornal local, repórter e âncora de um programa universitário de rádio, bolsista de comunicação científica e freelancer de um portal nacional de notícias e de uma agência internacional de produção de conteúdos, além de autor de iniciativas de produção independe, como conteúdos audiovisuais em série.

Ascom – ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

Feira de Produtos Orgânicos da Fiocruz Amazônia completa 1 ano

A edição deste mês da Feira de Produtos Orgânicos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), que aconteceu nesta quinta-feira, 14/11, foi marcada pela comemoração de 1 ano de realização e contou com programação especial.

A Feira começou a ser realizada em novembro de 2018 e continuou como edição mensal, reunindo os agricultores, a comunidade do entorno da Fiocruz Amazônia, trabalhadores da Unidade e pedestres, pois o evento acontece na Praça Sérgio Arouca, na frente da Instituição.

A cada edição da Feira, atividades paralelas, como palestras, oficinas e apresentações diversas ocorrem para atender ao seu objetivo maior de promover a integração entre pessoas e a sensibilização para o consumo de alimentos orgânicos, além da valorização do agricultor familiar.

A Feira, desde a primeira edição, é organizada e coordenada pelo Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (Tass) do ILMD/Fiocruz Amazônia, em parceria com a Coordenação Regional Norte da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente da Fiocruz (Obsma), com apoio da coordenação regional do Sindicato dos Servidores de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública  (Asfoc-AM).

Sérgio Luz, pesquisador e diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia ressaltou a importância da iniciativa dos pesquisadores da Instituição e                                                                                                  dedicou a celebração especialmente aos agricultores, que acreditam no projeto e participam todos os meses trazendo alimentos regionais saudáveis para serem vendidos na Feira. “Essa comemoração é para vocês, os produtores, que são os protagonistas da Feira, e quero agradecer também aos pesquisadores do Tass, que se empenham para levar adiante a iniciativa, lembrando que essa oportunidade nos ajuda a repensar os alimentos que levamos para a nossa mesa e a forma como valorizamos o trabalho dos produtores e a nossa qualidade de vida”.

Segundo o pesquisador e coordenador do evento, Marcílio Medeiros, “o Brasil é campeão mundial de consumo de agrotóxico e a Feira funciona como uma alternativa no intuito de controlar esse problema. Desde 2016, foi instituído e tem sido realizadas várias atividades. Já existia no Amazonas, um movimento chamado Rede Maniva de difusão da produção orgânica, um grupo de pesquisadores do IFAM, junto com a UFAM, atuando para propagar a produção agrícola sem agrotóxico, portanto o Fórum incorporou essa agenda e nós também incorporamos”.

CSA MANAUS

Prestes a completar 2 anos em fevereiro, o CSA Manaus (Comunidade que Sustenta a Agricultura) atua como uma organização sem fins lucrativos. O principal objetivo é fazer com que mais agricultores familiares produzam os orgânicos de acordo com esse modelo de produção, que busca a cooperação ao invés da competição e, assim, criar novos pontos de abertura de retirada de alimentos na capital.

Duas cotas diferentes são parte dessa rede de atendimento: a primeira custa 90 reais e atende 1 a 2 pessoas; a segunda custa 150 reais e atende de 3 a 4 pessoas. Atualmente, conta com 40 membros coagricultores e com meta de chegar a aproximadamente 100.  Vale ressaltar que uma parte do valor mensal é destinado a um fundo coletivo do CSA, que pode ser utilizado para urgências e investimentos.

Joedi Melo, o produtor principal dessa horta, reforça a importância de se “ter uma relação mais próxima com o produtor. O CSA nasce dessa amizade, de querer ter uma relação diferente com o produtor, ter esse vínculo mesmo”.

SOBRE O EVENTO

Produtos orgânicos, cultivados sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos, portanto considerados limpos e saudáveis, que respeitam o meio ambiente e contribuem para a preservação dos recursos naturais são alguns dos produtos ofertados na feira. Hortaliças, frutos regionais de época, plantas medicinais e plantas comestíveis são os principais produtos agrícolas orgânicos comercializados, além de artesanatos, alimentos feitos de produtos orgânicos e mudas de plantas.

A próxima edição da Feira de Produtos Orgânicos será no dia 12 de dezembro, a última desse ano de 2019. A feira acontece na rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Fotos: Eduardo Gomes e Diovana Rodrigues

 

Palestra na Fiocruz Amazônia irá apresentar estudo que propõem correção na taxa dos estupros de vulnerável no Brasil

O estupro de vulnerável é um fenômeno que tem sofrido um considerado aumento em sua ocorrência, mas pouco se conhece sobre esses números, devido ao alto índice de subnotificações referente a este tipo de crime. Em edição extraordinária, o Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) promove na próxima quinta-feira, 14/11, às 14h, a palestra “Uma proposta para a correção na taxa de estupro vulnerável no Brasil”, a ser ministrada pelo pesquisador, James Dean, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

A palestra irá apresentar um estudo, que teve como objetivo, estimar a taxa de estupro de vulnerável por meio da inferência bayesiana e técnicas de aumento de dados. Segundo o pesquisador, a metodologia proposta utilizou os dados de estupro de vulnerável de algumas cidades do interior do estado do Amazonas, referente ao período de 2010 a 2012.

A apresentação ocorrerá na Sala de aula 1, no prédio anexo, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE O PALESTRANTE

James Dean é graduado em estatística pela Universidade Federal do Amazonas, mestre em estatística pela Universidade Estadual de Campinas e doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Atualmente é professor da Universidade Federal do Amazonas. Possui experiência na área de probabilidade e estatística, com ênfase em inferência Bayesiana, atuando principalmente nos seguintes temas: modelos lineares dinâmicos, eficiência técnica produtiva, fronteira de produção, inferência bayesiana e aglomerados.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

16ª SNCT: Fiocruz Amazônia promove intervenções em escolas públicas de Manaus, através do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”

Na última sexta-feira, 8/11, a equipe do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (TASS), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu, na Escola Estadual Vicente Schettini, mais uma ação do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”. A intervenção é uma ação da Coordenação Norte, da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), e faz parte da programação da Instituição, durante a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Um dos objetivos da ação é promover a divulgação da 16ª Obsma em escolas públicas da capital, utilizando como estratégia a produção de painéis sobre Saúde e Meio Ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A abordagem pretende sensibilizar professores e estudantes, por meio da arte do graffiti nos muros e espaços de escolas públicas de Manaus, além da distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

O projeto beneficiará cerca de 500 pessoas, entre estudantes, corpo técnico das escolas e a comunidade ao entorno, com o intuito de enfatizar os seguintes temas: Saúde, Bioeconomia e Desenvolvimento Sustentável. A Grafiteira Deborah de Lemos Vieira Cabral (Deborah Erê) é a responsável pela concepção e pintura dos painéis. A proposta visa transformar ambientes nas dependências das escolas, chamando a atenção dos estudantes para os ODS.

Para o gestor da escola, Aluízio Garcia, a expectativa de participação da escola na Obsma é grande. “Esse projeto veio abrilhantar ainda mais a nossa escola. Nossos alunos e professores estão participando das atividades, através disso, já percebo o interesse deles em desenvolver os projetos, visando submetermos ao julgamento da Obsma. Creio que futuramente teremos bons projetos saindo daqui”.

17 ODS

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) representam hoje a melhor tradução do que é a sustentabilidade, trazendo esse conceito de forma clara para a sociedade e revelando sua natureza nas mais diversas áreas do conhecimento humano. São 17 objetivos, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na escola, a artista Deborah de Lemos, utilizou o canteiro central, localizado em um lugar de destaque, para destacar os ODS.

“Gosto muito de trabalhar com a possibilidade de transformação, em espaços de convivência, lugares depredados, lugares em destaques. A proposta da escola olímpica, é que realmente possamos fazer algo diferente em cada escola, pensado especificamente para aquele público”, explicou Lemos

Ascom, ILMD /Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.
Fotos: Eduardo Gomes

16ª SNCT: Fiocruz Amazônia promove intervenções em escolas públicas de Manaus, através do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”

Na última sexta-feira, 8/11, a equipe do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (TASS), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu, na Escola Estadual Vicente Schettini, mais uma ação do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”. A intervenção é uma ação da Coordenação Norte, da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), e faz parte da programação da Instituição, durante a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Um dos objetivos da ação é promover a divulgação da 16ª Obsma em escolas públicas da capital, utilizando como estratégia a produção de painéis sobre Saúde e Meio Ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A abordagem pretende sensibilizar professores e estudantes, por meio da arte do graffiti nos muros e espaços de escolas públicas de Manaus, além da distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

O projeto beneficiará cerca de 500 pessoas, entre estudantes, corpo técnico das escolas e a comunidade ao entorno, com o intuito de enfatizar os seguintes temas: Saúde, Bioeconomia e Desenvolvimento Sustentável. A Grafiteira Deborah de Lemos Vieira Cabral (Deborah Erê) é a responsável pela concepção e pintura dos painéis. A proposta visa transformar ambientes nas dependências das escolas, chamando a atenção dos estudantes para os ODS.

Para o gestor da escola, Aluízio Garcia, a expectativa de participação da escola na Obsma é grande. “Esse projeto veio abrilhantar ainda mais a nossa escola. Nossos alunos e professores estão participando das atividades, através disso, já percebo o interesse deles em desenvolver os projetos, visando submetermos ao julgamento da Obsma. Creio que futuramente teremos bons projetos saindo daqui”.

17 ODS

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) representam hoje a melhor tradução do que é a sustentabilidade, trazendo esse conceito de forma clara para a sociedade e revelando sua natureza nas mais diversas áreas do conhecimento humano. São 17 objetivos, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na escola, a artista Deborah de Lemos, utilizou o canteiro central, localizado em um lugar de destaque, para destacar os ODS.

“Gosto muito de trabalhar com a possibilidade de transformação, em espaços de convivência, lugares depredados, lugares em destaques. A proposta da escola olímpica, é que realmente possamos fazer algo diferente em cada escola, pensado especificamente para aquele público”, explicou Lemos

Ascom, ILMD /Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.
Fotos: Eduardo Gomes

PPGBIO-Interação divulga resultado dos recursos e prova escrita

A Comissão de Seleção para ingresso no curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), Chamada Pública Nº 008/2019, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) divulgou o resultado dos recursos e resultado final da prova escrita.

O resultado está disponível na Plataforma Siga,  da Fiocruz, em  http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é curso strictu sensu que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O curso se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Estes diversos aspectos são os principais delineadores para escolha da área de concentração da Ciências Biológicas III, por esta ser uma área multidisciplinar e baseada no eixo bioquímica, genética, biológico, celular e molecular. Os alunos recebem uma formação em áreas estratégicas por sua importância e que precisam ser desenvolvidas no Estado.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento