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Respeito para todo o espectro: Campanha movimenta Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), no fim de 2007, o dia 2 de abril, é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Por meio de campanhas e movimentos, monumentos históricos e prédios Institucionais de todo o planeta se iluminam de azul nesta data, para lembrar e chamar a atenção da mídia e da sociedade para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Em 2020, pela primeira vez, a comunidade envolvida com a causa do autismo no Brasil, segue em uma campanha nacional, com tema único: “Respeito para todo o espectro”, para celebrar a data, usando a hashtag #RESPECTRO nas redes sociais. O objetivo da campanha é conscientizar a população a respeito das enormes diferenças do autismo em cada pessoa, do grande espectro de variedade em relação à maneira como o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) afeta cada indivíduo.

O autismo: Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é uma condição de saúde caracterizada por déficit em duas importantes áreas do desenvolvimento: comunicação social e comportamento. Não há só um tipo de autismo, mas muitos subtipos, que se manifestam de uma maneira única em cada pessoa.

Usa-se o termo “espectro”, pelos vários níveis de comprometimento. Há desde pessoas com outras doenças e condições associadas (comorbidades), como deficiência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes, com vida comum, algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram diagnóstico.

A ONU também disponibiliza mais informações a respeito de autismo e o dia “2 de abril” em seu site (https://www.un.org/en/observances/autism-day).

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Divulgação

Casos de Síndrome Respiratória Aguda têm recorde histórico

Em parceria com o Ministério da Saúde (MS), a Fiocruz e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) desenvolveram o sistema InfoGripe para monitoramento dos casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. Atualizado semanalmente, o sistema registrou um aumento de cerca de dez vezes na média histórica de hospitalizações por SRAG, depois da notificação do primeiro caso de Covid-19 no dia 25 de fevereiro.

“Os dados indicam que a infraestrutura de atendimento hospitalar já está observando uma carga de ocupação em função de Síndrome Respiratória Aguda Grave [SRAG] extremamente elevada, acima da média. Já vinha acima do esperado e com tendência de alta. Porém, nas duas últimas semanas, disparou”, explicou o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, que é pesquisador do Núcleo de Métodos Analíticos para Vigilância em Saúde Pública do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz). Na FGV, pesquisadores da Escola de Matemática Aplicada são os responsáveis pelo sistema.

Gomes esclarece ainda que, desde a nova portaria do MS, todos os casos de SRAG passam a ser suspeitos de Covid-19. “Certamente, nem todos os casos levantados pelo relatório são casos de Covid-19, mas não sabemos ainda qual o percentual foi em decorrência de qual vírus respiratório. A mudança brusca de comportamento sugere que há algo diferente acontecendo, e isso pode ser justamente o novo coronavírus. Seriam necessários exames laboratoriais para saber qual agente infeccioso está causando estas internações, saber quantos casos são influenza e quantos são do novo coronavírus”.

Em anos anteriores, o sistema registrou uma média de 250 casos nos meses de fevereiro e março. Este ano, apenas na semana de 23 a 29 de fevereiro, 662 pessoas foram internadas no país com sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória. Na semana dos dias 15 a 21 de março, o número de novos internados subiu para 2.250 pacientes, de acordo com a projeção das notificações oficiais enviadas ao MS por unidades de saúde, hospitais públicos e alguns privados de todo o país. A SRAG pode ser causada por vários vírus, como influenza, adenovírus, os quatro coronavírus sazonais que já circulavam anteriormente, e o novo coronavírus. A definição de caso de SRAG pode ser encontrada aqui.

Esses números sugerem que o aumento de internações pode ter ocorrido em decorrência da Covid-19, embora nem todas as pessoas hospitalizadas tenham sido testadas para a doença, considerando atraso de resultados dos exames específicos para o Covid-19. O InfoGripe fornece, para todas as regiões brasileiras e seus respectivos estados, a estimativa de casos recentes, indicadores associados ao plano de contingência para vigilância do vírus influenza sazonal, canais endêmicos e limiares de atividade semanal.

Os dados indicam que o país se encontra em situação significativamente acima do padrão histórico desde o início do ano. Além disso, atualmente apresenta crescimento e incidência acima do limiar pré-epidêmico. Todas as regiões do país encontram-se atualmente na zona de risco.

Agência Fiocruz de Notícia, porGustavo Mendelsohn

Fiocruz lança Plano de Contingência para Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou, nesta sexta-feira (13/3), o seu Plano de Contingência diante da pandemia do novo coronavíus (Covid-19). O documento é um conjunto de orientações, recomendações e medidas para garantir o pleno funcionamento da instituição e a proteção dos trabalhadores, estudantes, pacientes e demais frequentadores dos campi da Fundação em todo o país.

Disponível no Portal Fiocruz, o Plano traz orientações de ordem prática, que vão desde medidas de prevenção individual a proteção nos ambientes de trabalho, até recomendações sobre viagens e realização de eventos. Trata também de procedimentos nos casos de trabalhadores e estudantes com sintomas de doenças respiratórias, fluxo e comunicação entre os setores e manejo de casos suspeitos e confirmados.

O Plano será permanentemente atualizado, de acordo com o estágio da pandemia. Elaborado por um comitê dedicado de especialistas de várias unidades e áreas, sob a orientação da Coordenação de Vigilância e Laboratórios de Referência da Fundação, o documento segue os princípios de planos elaborados e colocados em prática por instituições internacionais que já passaram primeiro pela experiência.

COMPROMISSO

“A minha saúde é a saúde do outro. O compromisso de todos é fundamental”, afirmou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima. “Não adianta uma norma se não houver uma cultura na instituição. A gente não está protegendo só a nossa saúde, está protegendo a saúde coletiva”, disse. A presidente destacou a recomendação de evitar concentrações de pessoas e restringir viagens. “Independentemente de eu ter boa saúde, tenho que evitar circular para não ser um agente de transmissão”.

A pandemia do novo coronavírus e o Plano de Contingência foram tema de debate na instituição durante a manhã, no programa on-line Sexta de Conversa. O programa, voltado para o público interno, foi criado pela Presidência para ampliar os canais de diálogo e participação dos trabalhadores na gestão da Fiocruz. Mensalmente, a presidente fala sobre vários temas e responde a perguntas via chat.

Como medida coletiva de prevenção e proteção diante da pandemia, a participação presencial foi suspensa nesta edição. Para a discussão (13/3), Nísia Trindade Lima convidou a chefe do laboratório de Vírus respiratório e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Marilda Siqueira; a diretora do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Valdiléa Veloso; e o vice-diretor de Serviços Clínicos do INI/Fiocruz, Estevão Portela Nunes.

INFORMAÇÃO CONFIÁVEL

Marilda Siqueira ressaltou a importância da comunicação no quadro atual. “Estamos em um momento em que a comunicação é essencial – clara, transparente e responsável”, afirmou. “Quer saber o que está acontecendo? Entre em um site confiável. Ninguém vai lucrar com a quantidade de fake news que temos por aí”, disse. A virologista ressaltou a importância da previsão de outras doenças e d os adultos manterem sua carteira de vacinação atualizada.

“Não temos uma vacina para o coronavírus, provavelmente não vamos ter em menos de um ano pelo menos. A Organização Mundial da Saúde [OMS] já identificou 20 empresas trabalhando nisso, mas até chegar à população, demora”, informou. “A vacina de Influenza não protege contra o coronavírus, mas é importante que os grupos contemplados tomem, porque é uma infecção respiratória a menos. Tem que ser tomada anualmente”, explicou. “Essa gripe é uma doença que nos debilita muito. O vírus já está circulando e os picos da doença são em abril e junho”.

ASSISTÊNCIA

Estevão Portela Nunes reafirmou a importância da informação confiável para a população e fez um panorama da situação. “Não é a primeira vez que estamos passando por isso e certamente não será a última. Pela forma como o mundo é articulado, viroses emergentes e reemergentes surgem periodicamente. Cabe sempre reflexão para que a gente saia disso com algum legado´”, disse.

“A Fiocruz tem um histórico de enfrentamento. Dentro do INI, temos um trabalho nas linhas de pesquisa, mas também um trabalho de fortalecimento do SUS”, destacou. “Quando chegam ameaças assim, a nossa preocupação é com as pessoas mais vulneráveis, seja pela questão social, seja pela da idade. É nosso trabalho ajudar e fortalecer a atuação nesse segmento”, afirmou Estevão.

A diretora do INI alertou para que se evite o pânico. “Nós temos trabalhado reunindo informações e conhecimento, a partir dos casos ocorridos na China, para montar protocolos e planejar como vamos atender nossos pacientes e como trabalhar com a rede para gerar conhecimento”, contou Valdilea Veloso.

O INI é hospital referenciado para internações no caso de coronavírus, onde são atendidos pacientes encaminhados pela rede de postos de saúde. “Temos uma interação com os hospitais que trabalharam com a gente no surto da febre amarela. Com eles nós estamos estruturando uma colaboração para que nós possamos gerar rapidamente informações sobre manejo e tratamento de pacientes do coronavírus”, afirmou Valdilea.

RECOMENDAÇÕES

De acordo com o médico infectologista Estevão Portela Nunes, as pessoas com sintomas de gripe que estejam bem – não tenham outras patologias que tragam risco para uma evolução grave da doença – devem ficar em casa. “Não há tratamento específico, ele é apenas sintomático. O melhor tratamento, como a presidente Nísia falou, é não se locomover”, disse.

Máscaras devem ser usadas apenas por pacientes que estão com sintomas respiratórios e precisam sair de casa. “Se não tiverem máscara, assim que chegarem ao serviço de saúde, devem se identificar como sintomáticos de doenças respiratórias para então receberem uma máscara”, explicou Estevão. Ele alertou para que as pessoas sem sintomas não usarem máscaras. “Os assintomáticos vão utilizar a máscara de forma inadequada e vão acabar desabastecendo os estoques para quem de fato precisa. Isso precisa ser falado. Não temos estoques infinitos de todos esses insumos”, destacou.

O médico reiterou o papel da Fiocruz na assistência. “O INI é referência para internação. O acesso inicial, a porta de entrada, é a rede básica. É assim que foi estruturado o atendimento e é importante para que possa funcionar adequadamente. Atendemos pacientes imunodeprimidos, pacientes graves”, afirmou. “A gente está fortalecendo a nossa articulação com a rede. Assim é a filosofia do SUS, trabalhamos de forma articulada”.

VALOR DO SERVIÇO PÚBLICO

A presidente fechou sua participação no programa destacando o papel das instituições públicas. “É um momento muito importante para que os servidores públicos mostrem o seu valor para a sociedade”, afirmou a Nísia Trindade Lima. “Temos que mostrar à sociedade como somos imprescindíveis. Sem a Fiocruz, não haveria diagnóstico. Sem a Fiocruz e a rede que trabalha pesquisa clínica no Brasil, não haveria uma resposta adequada a esse momento que vivemos”, disse.

O trabalho das duas cientistas brasileiras que lideraram o sequenciamento do novo coronavírus, divulgando sequência completa do genoma viral apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso da doença no Brasil, foi destacado pela presidente. O estudo foi conduzido por Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP), e Jaqueline Goes de Jesus, pós-doutoranda na USP, ao lado de outros pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz (IAL), da Universidade de Oxford e do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT/USP).

“A epidemia nos traz ensinamentos. É o momento de reforçar o papel das instituições públicas”, concluiu Nísia Trindade Lima.

 Agência Fiocruz de Notícias, por Claudia Lima
*Colaboraram Erika Farias e Leonardo Azevedo

Fiocruz Amazônia discute os impactos da Ciência Aberta na Região Norte

Você sabe o que é Ciência Aberta? Uma prática científica em que a partilha, colaboração e contribuição são os pontos fundamentais da pesquisa, bem como os dados de investigação e notas laboratoriais compartilhados entre a comunidade científica, a sociedade e as empresas.

Para falar mais sobre essa nova forma de fazer ciência, ocorreu nesta sexta-feira, 13/3, a palestra “Ciência aberta e a comunicação científica”, ministrada por Célia Regina Simonetti Barbalho, promovida pelo Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

A palestra teve como um dos principais tópicos, os impactos da Ciência Aberta na Região Norte do Brasil, além de ressaltar os elementos conectores e os panoramas da implantação dos repositórios digitais.

Célia Regina reforça sobre a resistência dos pesquisadores quanto à abertura dos dados científicos para a comunidade em geral. “A comunidade científica mundial vem trabalhando sobre a ciência aberta há muitos anos. O primeiro registro é em 2001. É importante que a gente lembre que a ciência, quando é produzida especialmente com recurso público, precisa ser pública e ser dada ao público, para que ele tenha acesso aquilo que está sendo produzido, aquilo que a gente vem chamando de uma ciência cidadã, que possa construir efetivamente uma cidadania, para aqueles que tem efetivamente financiado essa ciência”.

SOBRE A PALESTRANTE

Professora titular da Ufam, Célia é graduada em Biblioteconomia pela Ufam, mestre em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, e doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

 Atualmente realiza Estágio Pós-Doutoral no Programa em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação, ponto focal da Universidade de Federal do Rio de Janeiro.

Possui experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em gestão de unidades de informação, gestão da informação e do conhecimento, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino superior, qualidade, biblioteconomia, competências profissionais, propriedade intelectual e planejamento estratégico.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Foto: Eduardo Gomes

Feira de Produtos Orgânicos estimula alimentação livre de agrotóxicos

Manter uma alimentação saudável é importante para a correta funcionalidade do corpo humano. A escolha de alimentos saudáveis é um importante gancho para uma população mais ativa, com mais nutrientes no organismo e com menos riscos de ter doenças, como diabetes e hipertensão. Mamão, couve, beterraba, frutas e alguns legumes orgânicos são substituídos por alimentos industrializados.

Como uma alternativa para estimular o consumo de plantas alimentícias não-convencionais (Pancs), o Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) realizou hoje, 12/3, mais uma edição da Feira de Produtos Orgânicos.

A Feira é coordenada pelo LTASS, em parceria com a Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas (REMA), a Coordenação Regional Norte da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente da Fiocruz (Obsma), com apoio da coordenação regional do Sindicato dos Servidores de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública (Asfoc-AM).

A atividade visa sensibilizar trabalhadores da Fiocruz Amazônia e comunidade do entorno, para a importância da adoção de uma dieta livre de agrotóxicos. “É uma feirinha agroecológica, porque ela tem adubos orgânicos, é composta de agricultores, que realmente plantam, trazem os alimentos e colhem horas antes, para trazê-los ainda frescos. A diferença desses alimentos para qualquer um outro, além de saudáveis, é que ele tem muito mais durabilidade”, comentou Rejane Marques, Assistente de Gestão da Obsma.

O pesquisador e um dos coordenadores do atividade, Marcílio Medeiros, reforça a mudança do comportamento das pessoas com a propagação de mais feiras de produtos orgânicos na cidade, estimulando o consumo responsável dos manauaras.  “A produção orgânica, por meio da agroecologia, que se preocupa também com a qualidade de vida e a saúde dos trabalhadores. Uma forma de apresentar à sociedade uma outra maneira de consumir, mas também saberem que essa produção vem de um local, onde moram pessoas trabalhadoras, que tem um convívio com o ambiente rural, de forma saudável, e que produzem para atender as necessidades das populações urbanas.”

SOBRE ORGÂNICOS

Os produtos orgânicos são cultivados sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos. São considerados produtos limpos e saudáveis e que respeitam o meio ambiente e contribuem para a preservação dos recursos naturais.

A FEIRA

Participam da Feira de Produtos Orgânicos, agricultores da Associação dos Agricultores São Francisco de Assis – Ramal da Cachoeira, entidade ligada à Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas (Rema).

Dentre os produtos agrícolas orgânicos comercializados estão hortaliças, frutos regionais de época, plantas medicinais e plantas comestíveis não convencionais, entre outros. Artesanato, alimentos feitos a partir de produtos orgânicos e mudas de plantas também estão na feira.

A próxima edição da Feira acontecerá no dia 16/4, na Rua Teresina, 476, Adrianópolis. Venha conferir!

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues
Foto: Eduardo Gomes

Palestra sobre coronavírus reúne 150 pessoas na Fiocruz Amazônia

Aproximadamente 150 pessoas, entre profissionais de saúde, estudantes, pesquisadores e público em geral compareceram a palestra “COVID-19: situação atual e perspectivas”, na última sexta-feira, 6/3, promovida pelo Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

A palestra foi ministrada pelo médico Bernardino Claudio de Albuquerque, professor assistente da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), pesquisador adjunto da Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), pesquisador visitante sênior e coordenador do curso de pós-graduação lato sensu em Vigilância em Saúde na Rede de Atenção Primária à Saúde do ILMD/Fiocruz Amazônia, que acontece no município de Tefé (AM).

Para o pesquisador e Vice-Diretor de Pesquisa e Inovação da Fiocruz Amazônia, Felipe Naveca, a iniciativa de debater temas de interesse popular vai de encontro ao compromisso da Instituição. “A gente está mostrando o nosso trabalho. A população está preocupada, está vindo atrás dessa informação. Todo mundo está falando de coronavírus. É um papel nosso, é um compromisso nosso levar essa informação para a população”, destacou.

O debate abordou a situação epidemiológica no mundo e no Brasil, a produção do conhecimento e aspectos relacionados a prevenção e controle do novo coronavírus. Para responder alguns questionamentos do público, Bernardino falou ainda sobre algumas orientações do Ministério da Saúde para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus.

Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
  • Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

Loren Anselmo, professora de Epidemiologia, da Universidade Paulista (Unip) programou uma aula diferente, trazendo os alunos para conhecerem a instituição e participar da atividade. “A proposta era trazer os alunos para um Instituto de pesquisa e fazer com que eles ouvissem de uma pessoa muito experiente na área de controle epidemiológico, notícias reais e não aquelas que são muito veiculadas. Inclusive, foi enfatizado durante a palestra de hoje, o combate às fake news, informações exageradas. Trazer os alunos para uma conversa real sobre a epidemiologia que tanto se altera, muitas vezes da noite para o dia, foi muito relevante. Eles ficaram muito felizes em participar, principalmente com a apresentação do brilhante Dr. Bernardino, que tanto contribuiu”, relatou.

Em entrevista, Priscila Aquino, pesquisadora e coordenadora do Centro de Estudos avaliou a atividade de forma muito positiva. “Foi algo realmente super relevante para a Instituição e para o Centro de Estudos. Isso nos deixa muito felizes, enquanto coordenação, até mesmo para pensar nas próximas edições, pois a gente está conseguindo chegar em público maior e divulgar um pouco mais temas de relevância para a saúde, para a população em geral, para que a comunidade tenha acesso a essas e outras informações”, pontuou.

SOBRE O PALESTRANTE

Bernardino é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Amazonas, especialista em Medicina do Trabalho pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e em Auditoria em Serviços de Saúde e Mestre em Medicina (Doenças Infecciosas e Parasitárias) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Atualmente, é professor assistente IIV na Ufam, Pesquisador Adjunto da Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD) e Coordenador do curso de pós-graduação lato sensu em Vigilância em Saúde na Rede de Atenção Primária à Saúde, que acontece no município de Tefé.

Possui experiência na área de Medicina, com ênfase em Doenças Infecciosas e Saúde Pública, atuando principalmente nos seguintes temas: Doenças Endêmicas da Amazônia, Controle e Epidemiologia.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Ciência aberta e comunicação científica serão pautas do Centro de Estudos da Fiocruz Amazônia

Na próxima sexta-feira, 13/3, às 10h, o Centro de Estudos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove a palestra “Ciência aberta e a comunicação científica”, a ser ministrada por Célia Regina Simonetti Barbalho, professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Segunda a pesquisadora, a palestra objetiva caracterizar os aspectos que envolvem a ciência aberta, destacando suas motivações e trajetória, as quais estão configurando um novo modelo de divulgação da comunicação científica. Além disso, irá destacar o papel protagonista do pesquisador neste contexto, e as implicações e impactos deste processo no fazer científico.

Clique Aqui para se inscrever

Interessados em participar devem preencher o formulário de inscrição, no Campus Virtual da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A apresentação ocorrerá na sala de aula 02, prédio anexo, na sede da Fiocruz Amazônia, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, em Manaus.

SOBRE A PALESTRANTE

Professora titular da Ufam, Célia é graduada em Biblioteconomia pela Ufam, mestre em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, e doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

 Atualmente realiza Estágio Pós-Doutoral no Programa em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação, ponto focal da Universidade de Federal do Rio de Janeiro.

Possui experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em gestão de unidades de informação, gestão da informação e do conhecimento, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino superior, qualidade, biblioteconomia, competências profissionais, propriedade intelectual e planejamento estratégico.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia realiza o Seminário Final do Programa Institucional de Estruturação dos Laboratórios

Na última sexta-feira, 6/3, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) realizou o Seminário Final do Programa Institucional de Estruturação dos Laboratórios (LABsAMAZÔNIA), parceria realizada entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A reunião contou com apresentações e compartilhamento de informações entre laboratórios, pesquisadores e alunos dos cursos de pós graduação da unidade, com o intuito de prestação de contas dos projetos em execução da Instituição. Além disso, foram apresentados os 8 editais lançados da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), com temática de interiorização e oportunidades de capacitação externa.

Conheça mais sobre os seis projetos em execução do ILMD/Fiocruz Amazônia:

Consolidação do Laboratório de Diagnóstico e Controle de Doenças Infecciosas da Amazônia

O Projeto “Consolidação do Laboratório de Diagnóstico e Controle de Doenças Infecciosas da Amazônia”, do laboratório de Diagnóstico e Controle e Doenças Infecciosas da Amazônia (DCDIA), coordenado por Patricia Orlandi e vice-coordenado por Paulo Nogueira.

O objetivo principal do projeto é estruturar e solidificar as competências e objetivos de pesquisas trabalhadas em torno da grande área temática de “Resistência de patógenos de importância na Amazônia: da Vigilância a Novos Tratamentos”, com três enfoques principais: controle da malária, bacteriologia e virologia.

O grupo publicou 80 artigos, sendo 11,2% com co-autoria dentro do laboratório.

Projeto Integral do Laboratório Território, Ambiente, Sustentabilidade e Saúde

O Projeto Integral do Laboratório Território, Ambiente, Sustentabilidade e Saúde (TASS), coordenado por Flor Ernestina Martinez Espinosa.

Os objetivos do projeto envolvem: contribuição com o fortalecimento do Programas de Pós-graduação (PPGs) do ILMD Fiocruz Amazônia; elaboração de um projeto estruturante do Laboratório; incentivo da formação continuada e permanente dos membros do laboratório, participando de congressos para divulgação dos resultados das pesquisas.

Dinâmica de Doenças Transmissíveis por Insetos na Amazônia: Aspectos epidemiológicos em áreas rurais e urbanas e interações parasito-hospedeiro

O Projeto “Dinâmica de Doenças Transmissíveis por Insetos na Amazônia: Aspectos epidemiológicos em áreas rurais e urbanas e interações parasito-hospedeiro”, do Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA), coordenado por Felipe Pessoa.

O objetivo principal é a consolidação, conclusão e complementação dos resultados dos projetos, coordenados por pesquisadores do laboratório, para serem concretizados em forma de publicações em revistas de alto impacto e em eventos científicos importantes nas áreas temáticas.

O laboratório atua como referência para Vigilância de vírus emergentes e reemergentes, principalmente na capacitação do Laboratório Central do Estado (LACEN), dos estados de Roraima (RR), Mato Grosso do Sul (MS) e Amazonas (AM), no diagnóstico molecular do vírus Oropouche, Mayaro, B19, sarampo e rubéola.

O grupo publicou 22 artigos, sendo em 14 revistas diferentes.

Estruturação do Laboratório de Diversidade Microbiana da Amazônia de Importância para a Saúde

O Projeto de “Estruturação do Laboratório de Diversidade Microbiana da Amazônia de Importância para a Saúde”, do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS), coordenado por Ormezinda Fernandes.

O objetivo principal é a contribuição para a consolidação do laboratório juntamente ao Instituto Leônidas e Maria Deane, como um grupo de pesquisa multidisciplinar visando o desenvolvimento institucional.

O grupo submeteu 23 artigos, entre os quais 18 foram publicados.

Território Líquido e as Políticas Públicas de Saúde na Amazônia:  Uma Análise da Atenção Básica em Áreas Rurais, Ribeirinhas, Indígenas, de Várzea e de Fronteira

O Projeto “O Território Líquido e as Políticas Públicas de Saúde na Amazônia:  Uma Análise da Atenção Básica em Áreas Rurais, Ribeirinhas, Indígenas, de Várzea e de Fronteira”, do Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (LAHPSA), coordenado por Julio César Schweickardt.

O objetivo principal é a análise do desenvolvimento da política nacional da atenção básica em saúde nos territórios do Amazonas, além de fortalecer a produção de pesquisas na área de políticas públicas.

O grupo publicou quatro livros, com acesso livre, e participou de conferências municipais.

Estudo Exploratório das Condições de Vida, Saúde e Acesso aos Serviços de Saúde de Populações Rurais Ribeirinhas de Manaus e Novo Airão, Amazonas

O Projeto “Estudo Exploratório das Condições de Vida, Saúde e Acesso aos Serviços de Saúde de Populações Rurais Ribeirinhas de Manaus e Novo Airão, Amazonas”, do Laboratório de Situação de Saúde e Gestão do Cuidado de Populações Indígenas e outros grupos vulneráveis (SAGESPI), coordenado por Maria Luiza Garnelo.

O objetivo principal é a investigação das situações de saúde, perfil de acesso e uso de serviços de saúde de atenção primária à saúde de populações rurais do município de Manaus.

Os números do grupo contam com 20 artigos publicados e 8 submetidos, além de 12 mapas elaborados, 36 localidades, 5 UBSs e 287 domicílios georreferenciadas.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Diovana Rodrigues

 

 

Mestranda da Fiocruz Amazônia relata trajetória na pesquisa durante roda de conversa promovida pela Fapeam

Com o objetivo de estimular o acesso integral e igualitário de mulheres e meninas na ciência, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) promoveu na última sexta-feira, 6/3, uma roda de conversa com pesquisadoras e estudantes do Colégio Militar da Polícia Militar do Amazonas, V Tenente Coronel Cândido José Mariano, em alusão ao Dia Internacional da Mulher (8 de março) e de Meninas e Mulheres na Ciência (11 de fevereiro).

Participaram da Roda de Conversa a pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Elizabeth Gusmão, que atua com estudos relacionados a sistemas de produção de peixe, estresse fisiológico, nutrição, fármacos para fins terapêuticos de espécies como tambaqui, pirarucu e matrinxã, e a bióloga Heliana Belchior, mestranda do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), que iniciou sua carreira no ensino fundamental, por meio do Programa Pibic Jr, e passou pelo Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic).

Na oportunidade, a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, falou sobre o objetivo da Fundação de fomentar a ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, bem como a importância da participação de mulheres à frente de pesquisas científicas. “No mundo menos de 30% de pesquisadores são mulheres, segundo a Unesco. Tenho certeza de que não é por falta de capacidade e muito menos inteligência, muitas vezes é por falta de oportunidade e de incentivo. Diante disso, a Fapeam, por meio do Governo do Amazonas, abraçou essa causa, o movimento é um lembrete de que as mulheres e as meninas desempenham papel fundamental na ciência e que sua participação deve ser fortalecida” comentou Márcia Perales.

RODA DE CONVERSA

Segundo Elizabeth Gusmão, atualmente as mulheres estão em todas as áreas de atuação e não existe mais uma profissão que elas não possam atuar. A pesquisadora reforça que as oportunidades que as mulheres buscam são voltadas para a sua capacitação. “Isso torna as mulheres mais atuantes e mais capacitadas, atuando em cargos de destaque dentro da sociedade. A mulher tem essa força, essa flexibilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, que muitas vezes é um pouco mais limitado para o homem, ela é dona de casa, profissional e consegue de uma forma harmônica desenvolver todas as atividades com muita eficiência. Dentro da sua área de atuação ela tem uma seriedade e um compromisso muito grande com qualquer atividade que se propõe a fazer”, disse.

Heliana Belchior relata sua experiência na ciência e destaca que em toda sua trajetória na pesquisa sempre teve incentivo de mulheres pesquisadoras. “Por incrível que pareça eu sempre fui incentivada por mulheres, por exemplo, quem me colocou dentro do mundo da pesquisa foi minha professora de Ciências do Ensino Fundamental. Durante a graduação também tive outra mulher me orientando. Todas são mulheres dedicadas e esforçadas e no meu convívio nos últimos anos tenho prestado atenção que nós mulheres somos muito presentes. Eventos como esses mostram para as meninas que ainda estão no ensino fundamental e médio que elas também são capazes, que podemos habitar qualquer lugar e ingressar em qualquer área que quiser”, comentou.

MOVIMENTO MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA

Comemorado em 11 de fevereiro o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela ONU Mulheres.  Segundo a Unesco, apenas 28% dos pesquisadores do mundo são mulheres.

A atividade ocorreu no auditório Vânia Pimentel na Universidade Nilton Lins, bairro Flores. Esta é a terceira ação promovida pela Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti).

*Com informações da Fapeam
Fotos: Érico Xavier

Divulgado resultado da análise de currículo, recurso da prova de conhecimento específico, local e horário da 3ª etapa do processo seletivo para o ProfSaúde

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio da Comissão de Seleção do Mestrado Profissional em Saúde da Família (ProfSaúde), divulga o resultado da análise do currículo, do recurso da prova de conhecimento específico, além do local e horário da 3ª etapa: prova oral e carta de intenção, referente à Chamada Pública Nº 01/2019.

O resultado está disponível na Plataforma Siga da Fiocruz, em  http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=126

A seleção dos candidatos para o ProfSaúde/ MPSF consta de 3 (três) etapas: 1ª Etapa – Prova de Inglês (eliminatória); 2ª Etapa – Prova escrita de conhecimentos (eliminatória e classificatória); 3ª Etapa – Análise curricular, análise de carta de intenção e prova oral (eliminatória e classificatória).

SOBRE O PROFSAÚDE

O ProfSaúde/ MPSF é um programa de pós-graduação stricto sensu em Saúde da Família, reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério da Educação.

O curso visa formar profissionais aptos a atuarem como preceptores para graduação e residência médica em Saúde da Família, com o intuito de contribuir para a melhoria do atendimento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecer as atividades educacionais de produção do conhecimento e de gestão na Saúde da Família nas diversas regiões do país e estabelecer uma relação integradora entre o serviço de saúde, os trabalhadores, os estudantes na área de saúde e os usuários.

O ProfSaúde/ MPSF é semipresencial, com oferta nacional, realizado na modalidade de ensino a distância com previsão de 9 encontros presenciais. As instituições de Ensino Superior (IES) que integram a Rede Nacional do ProfSaúde/ MPSF são denominadas Instituições Associadas, e são responsáveis pela execução do curso.

ASCOM – ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes