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Projeto que utiliza mosquitos para controle dos vírus da Dengue, Zika e Chikungunya será implantado em Fortaleza

Começa hoje, 18/2, na cidade de Fortaleza (CE), a segunda etapa para implantação de projeto de pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) que avalia a eficácia de alternativa para controle de mosquitos Aedes aegypti e A. albopictu, transmissores dos vírus da Dengue, Zika e Chikungunya.

O projeto verifica a capacidade de utilização dos mosquitos para disseminarem larvicida em seus próprios criadouros, isso por que a maioria dos criadouros está em lugares de difícil acesso, como calhas de telhados, terrenos baldios, casas abandonadas etc.

Para tanto, são utilizadas Estações Disseminadoras de Larvicida, que são  baldes plásticos, cobertos com pano preto impregnados de larvicida, e com uma certa quantidade de água para atrair os mosquitos. Ao pousarem na superfície da Estação, partículas do larvicida são aderidas às suas pernas e no corpo dos mosquitos, que acabam levando esse produto para outros criadouros e, com isso, conseguem matar larvas e pupas, inclusive em criadouros que  muitas vezes não podem ser localizados pela população e equipes de vigilância.

Clique aqui e saiba como funciona o projeto.

O projeto é amparado pelo Ministério da Saúde e conta com o apoio das secretarias de saúde estaduais e municipais. Em Fortaleza, as Estações Disseminadoras serão implantadas inicialmente nos bairros de São João do Tatuapé e Alvaro Weyne. O larvicida usado é o  pyriproxyfen, que não afeta a saúde humana e nem de animais domésticos.

Nesta segunda etapa, ocorrem nos dias 18 e 19/2 reuniões com a equipe técnica (campo, laboratório e apoio), equipe estratégica (titular da Secretaria Municipal de Saúde, coordenador de Vigilância em Saúde e Vigilância Epidemiológica, gerente e supervisor de Endemias), bolsistas do projeto e coordenadores logísticos dos bairros de intervenção.

SEMINÁRIO

Já nos dias 20 e 21/2 será realizado, também em Fortaleza, o II Seminário sobre Febre Chikungunya e outras Arboviroses no Nordeste, que tem como tema:  Compartilhar Experiências e Vencer Desafios. O evento acontecerá no auditório Deputado João Frederico Ferreira Gomes, da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, no horário de 8h às 17h.

Durante o evento o pesquisador responsável pelo projeto, Sérgio Luz, da Fiocruz Amazônia, participará do módulo  “Inovação Tecnológica e Pesquisas: dialogando com Saberes Interdisciplinares”, no qual falará sobre os resultados e experiências já alcançados.

A pesquisa iniciou em 2014 nas cidades de Manaus e em Manacapuru, no Amazonas, onde foram apresentados resultados promissores na eliminação de larvas dos mosquitos, mesmo em ambientes adversos. Agora, com o apoio do Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia, e do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis (Decit & Devit/MS), da Organização Pan-Americana da Saúde-Organização Mundial da Saúde (Opas-OMS), e com apoio de secretarias municipais e estaduais de Saúde, os ensaios ocorrem em diferentes regiões do Brasil, visando avaliar a eficácia da tática do uso das Estações Disseminadoras de Larvicida para o controle do Aedes aegypti A. albopictus, em diferentes paisagens geográficas e escalas.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes

Encontro define tratativas de acordo de liberação de espaço para construção da nova sede da Fiocruz Amazônia

Mais um passo foi dado na quarta-feira (13/2) para acertar os termos de doação do terreno onde será construída a nova sede do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), em Manaus.

Comitiva composta pelo diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, Analice Carvalho (assessora/Fiocruz Amazônia) e por representantes da Vice-Presidência de Gestão e Desenvolvimento Institucional (VPGDI/Fiocruz), Juliano Lima (assessor), Roberto Pierre Chagnon (coordenador-geral da Coordenação-Geral de Infraestrutura dos Campi – Cogic/Fiocruz) e Jorge Pessanha (assessor da Cogic/Fiocruz) estiveram reunidos no 2º Grupamento de Engenharia (2º Gpt E) com o comandante General-de-Brigada Marcus Vinicius Fontoura de Melo e equipe.

O objetivo do encontro foi discutir os ajustes finais do acordo para doação de terreno localizado no 1º Batalhão de Infantaria de Selva (1ºBIS Aeromóvel), no bairro de São Jorge, Zona Oeste de Manaus, espaço onde será construída a nova sede da Fiocruz Amazônia.

Vale lembrar que o diálogo para doação desse lote iniciou há alguns anos e foi intensificado em 2018. Agora, discute as tratativas finais dessa parceria entre Fiocruz e Exército Brasileiro.

Um próximo encontro deverá ocorrer nos próximos meses, no qual serão apresentadas as tratativas apontadas pelas duas instituições.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia promove primeira oficina do projeto Coopera Saúde Coletiva

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) sediou nos dias 7 e 8/2, a primeira oficina do projeto “Coopera Saúde Coletiva – consolidação interinstitucional de PPG´s para a Amazônia Brasileira”, contemplado no Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia (PROCAD/Amazônia), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O objetivo da reunião foi estabelecer uma análise situacional sobre os programas de pós-graduação envolvidos no projeto.

“Essa primeira oficina teve o intuito de conhecermos o que cada instituição e programa têm trabalhado, principalmente em relação às linhas de pesquisa, disciplinas, orientação, projetos, além de realizarmos um planejamento de trabalho colaborativo”, destacou o coordenador do projeto e pesquisador da Fiocruz Amazônia, Júlio César Schweickardt.

O Coopera Saúde Coletiva é um projeto de cooperação acadêmica entre o Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA/ Fiocruz Amazônia), o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB) e o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP ).

Fonte: Capes

Foram selecionados projetos de 20 instituições de ensino superior da Região Norte e do Estado do Maranhão, para executarem ações de ensino e pesquisa. Estes ocorrerão em instituições distintas e pretendem melhorar as notas dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) acadêmicos.

Para Schweickardt o fortalecimento da pós-graduação, através do PROCAD Amazônia, pode gerar grandes oportunidades para docentes e discentes das instituições. “Primeiramente temos a missão de aumentar a nota do programa para 4, o que nos possibilitará abrir um programa de doutorado futuramente, essa é uma meta de toda a coordenação e dos docentes. Além disso, o projeto nos possibilita ampliar nossas redes de parcerias com outras instituições, qualificando nossa formação e de nossos alunos”, pontuou.

O projeto pretende incrementar estratégias de formação de pesquisadores e docentes do PPGVIDA; contribuir para a consolidação das atividades pedagógicas e das linhas de investigação do programa; fomentar a troca de experiências entre os docentes dos programas envolvidos; contribuir com a qualificação docente por intermédio de estágio pós-doutoral e através de projetos de pesquisa em cooperação com os pesquisadores dos programas e parcerias internacionais.

A troca de experiências entre as instituições almeja também estimular a produção de dissertações, teses e formas diversas de pesquisa de campo na Amazônia, pelos discentes dos programas, por meio da realização de um mestrado sanduíche em instituição estrangeira ou através de estágios nos programas.

Mauro Sanches, professor do departamento de Saúde Coletiva da UnB, avaliou de maneira positiva a colaboração entre as instituições. “Essa é uma oportunidade muito boa de fazermos uma cooperação com uma instituição como a Fiocruz, que a gente já conhece de longa data, de outras Unidades. Particularmente ainda não tínhamos uma cooperação formal com a Fiocruz Amazônia, e notamos um grande potencial nessa parceria, até pela triangulação com a USP de produção científica conjunta, de ajudar a fazer o programa acontecer, de qualificar os profissionais da instituição com a missão de fazer pesquisa beneficiando o sistema único de saúde”, disse.

Para Fredi Alenxandre Diaz Quijano, professor do departamento de epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP, “o PPGVIDA ganhou uma grande oportunidade de fazer intercambio de experiências, desenvolver pesquisas colaborativas, de qualificar as habilidades dos orientadores desse programa. Isso resulta em uma melhora qualitativa e quantitativa do programa de pós-graduação, gerando beneficio à sociedade”.

SOBRE O PROCAD AMAZÔNIA

O Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia (PROCAD/Amazônia) tem o objetivo de apoiar projetos conjuntos de ensino e pesquisa em instituições distintas, os quais aprimorem a formação da pós-graduação, visando à melhoria da qualidade dos PPGs vinculados às Instituições dos estados da Região Norte e do estado do Maranhão, contribuindo para a diminuição das assimetrias regionais observadas no Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), conforme diretrizes do Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG /2011-2020).

A foco central é promover a consolidação dos PPGs nota 3 dos estados inseridos no programa, de forma a estimular o aumento da nota dos cursos, a interação científico-acadêmica para constituir redes de cooperação, criação de novas linhas de pesquisa nos PPGs participantes da cooperação e contribuir para o equilíbrio regional da pós-graduação brasileira.

O programa pretende também ampliar a formação de recursos humanos de alto nível e a produção científico-acadêmica, apoiar o desenvolvimento de projetos de pesquisa em PPGs de instituições dos estados envolvidos e promover a mobilidade de docentes e discentes de graduação e pós-graduação entre as equipes de pesquisa no projeto.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes
Infográfico: Capes

Roda de conversa na Fiocruz Amazônia destaca atuação de mulheres e meninas na ciência

Em comemoração ao dia internacional das mulheres e meninas na ciência, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu nesta segunda-feira, 11/2, uma roda de conversa sobre a atuação das mulheres no campo científico.

A atividade faz alusão à data instituída pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, visando propiciar ações que possam contribuir para a promoção do acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência, tecnologia e inovação.

Segundo o diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, a roda de conversa oportunizou a aproximação entre escola e Instituição, promovendo relevante reflexão sobre a importância das mulheres no fazer científico. “Nossa ideia foi trazer hoje uma roda de conversa, onde as mulheres que fazem ciência possam esclarecer ao público sobre o fazer científico dentro dos diversos espaços da nossa sociedade. Convidamos também uma escola estadual para estar junto conosco, vendo como isso acontece, no sentido de estimular cada vez mais a presença feminina na carreira científica”, explicou Luz.

Com o objetivo de oportunizar espaços para a discussão sobre gênero, ciência e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que compõem a Agenda 2030, a Fiocruz Amazônia recebeu os alunos da Escola Estadual Angelo Ramazzotti, localizada no bairro Adrianopolis, em Manaus.

Para a estudante Andressa Souza, aluna do 3º ano do ensino médio, a atividade foi de grande importância, considerando o momento de escolha da carreira que quer seguir, e o ingresso na universidade. “Achei o debate muito bom, pois isso incentiva, principalmente nesse momento de confusão dentro da nossa cabeça, em que precisamos escolher qual curso queremos seguir. Sabemos que as mulheres ainda são minoria em algumas áreas do conhecimento por puro preconceito, e esse tipo de evento ajudar a esclarecer muitas dúvidas, além de nos encorajar”, explicou ela.

Participaram da roda de conversa as pesquisadoras Tanara Lauschner – professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e coordenadora do Programa Cunhantã Digital, Marne Vasconcellos – pesquisadora, professora da Ufam e diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Alessandra Nava – professora e pesquisadora da Fiocruz Amazônia, e Heliana Belchior – aluna de Iniciação Cientifica da Fiocruz Amazônia. O debate foi mediado pela jornalista Marlúcia Seixas, assessora de comunicação da Fiocruz Amazônia.

Para a pesquisadora Alessandra Nava, além de promover a aproximação entre escola e Instituição de pesquisa, o evento é relevante também para desconstruir uma possível imagem de ciência inalcançável. “A história da Fiocruz é justamente essa, tentamos cada vez mais trazer a população para perto de nós, para deixar a ciência uma coisa palpável, sem aquele estereótipo que faz muitas pessoas pensarem que a ciência é uma coisa distante”, destacou.

Tanara Lauschner destacou a necessidade de debater mais sobre a resistência que algumas meninas encontram , ao decidirem ingressar em cursos estereotipados como “cursos de homens”. “É muito importante quando temos a oportunidade de encontrar os alunos do ensino médio para convidar os meninos, e principalmente as meninas a conhecerem mais sobre computação e escolherem essa área. Quando as meninas possuem interesse em cursar essas áreas, elas acabam encontrando alguma resistência no próprio meio em que estão inseridas, seja dos pais ou amigos, que acreditam que tais cursos não possuem características femininas.

Marne Vasconcellos abordou a importância de se estabelecer o entendimento do fazer científico. “É extremamente importante mostrar para esses estudantes a atuação das mulheres nos laboratórios, na pesquisa, na gestão da pesquisa, para que eles entendam que o pesquisador é um cidadão comum, que vai sair de casa para trabalhar todos os dias, mas que o trabalho dele nada mais é que tentar trazer respostas a partir de uma observação de algo importante, para trazer a cura de uma doença, para melhorar o ambiente, até mesmo para proporcionar melhor qualidade de vida”, pontuou.

SOBRE A DATA

O Dia foi instituído pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, com objetivo de propiciar ações que possam vir a contribuir para a promoção do acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência, tecnologia e inovação.

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas é um movimento liderado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela Organização das Nações Unidas (ONU Mulheres). Foi aprovado pela Assembleia das Nações Unidas, em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução A/RES/70/212.

A data foi celebrada em outras unidades da Fiocruz e confirma o compromisso da Fundação em propiciar espaços para a discussão sobre gênero, ciência e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que compõem a Agenda 2030.

 Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes

Mulheres e meninas na ciência é tema de roda de conversa na Fiocruz Amazônia

Na próxima segunda-feira, 11 de fevereiro, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove uma roda de conversa com mulheres que atuam na ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.

O evento é aberto ao público e será realizado no período de 9h às 11h, no auditório da Fiocruz Amazônia, que fica à Rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona Centro-sul de Manaus.

Da roda de conversa participam Tanara Lauschner – professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e coordenadora do Programa Cunhantã Digital, Marne Vasconcellos –pesquisadora, professora da Ufam e diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Evelyne Marie Mainbourg e Alessandra Nava – professoras e pesquisadoras da Fiocruz Amazônia, e Heliana Belchior – aluna de Iniciação Cientifica da Fiocruz Amazônia.

O Dia foi instituído pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, com objetivo de propiciar ações que possam vir a contribuir para a promoção do acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência, tecnologia e inovação.

“Nossa intenção é oferecer um espaço para o diálogo e reflexão sobre a participação das mulheres na ciência, considerando que a igualdade de gênero é importante para a excelência científica e desenvolvimento sustentável”, explica Sérgio Luz, diretor da Fiocruz Amazônia.

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas é um movimento liderado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela Organização das Nações Unidas (ONU Mulheres). Foi aprovado pela Assembleia das Nações Unidas, em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução A/RES/70/212.

A data será celebrada em outras unidades da Fiocruz e confirma o compromisso da Fundação em propiciar espaços para a discussão sobre gênero, ciência e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que compõem a Agenda 2030.

Clique e assista ao vídeo da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, sobre o evento.

 Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Nascimento

Mulheres e meninas na ciência é tema de roda de conversa na Fiocruz Amazônia

Evento aberto ao público será realizado no dia 11 de fevereiro

Na próxima segunda-feira, 11 de fevereiro, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove uma roda de conversa com mulheres que atuam na ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.

O evento é aberto ao público e será realizado no período de 9h às 11h, no auditório da Fiocruz Amazônia, que fica à Rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona Centro-sul de Manaus.

Da roda de conversa participam Tanara Lauschner – professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e coordenadora do Programa Cunhantã Digital, Marne Vasconcellos –pesquisadora, professora da Ufam e diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Evelyne Marie Mainbourg e Alessandra Nava – professoras e pesquisadoras da Fiocruz Amazônia, e Heliana Belchior – aluna de Iniciação Cientifica da Fiocruz Amazônia.

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O Dia foi instituído pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, com objetivo de propiciar ações que possam vir a contribuir para a promoção do acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência, tecnologia e inovação.

“Nossa intenção é oferecer um espaço para o diálogo e reflexão sobre a participação das mulheres na ciência, considerando que a igualdade de gênero é importante para a excelência científica e desenvolvimento sustentável”, explica Sérgio Luz, diretor da Fiocruz Amazônia.

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas é um movimento liderado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela Organização das Nações Unidas (ONU Mulheres). Foi aprovado pela Assembleia das Nações Unidas, em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução A/RES/70/212.

A data será celebrada em outras unidades da Fiocruz e confirma o compromisso da Fundação em propiciar espaços para a discussão sobre gênero, ciência e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que compõem a Agenda 2030.

Assista ao vídeo da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, sobre o evento

Fonte: Fiocruz Amazônia

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Laboratório da Fiocruz Amazônia recebe novo equipamento de foto-documentação

Na última quarta-feira, 6/2, técnicos, estudantes e pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) participaram de treinamento sobre o funcionamento do novo equipamento de foto-documentação, I-Bright, adquirido pela Instituição. Os profissionais que desenvolvem estudos nos laboratórios, coleções biológicas e plataformas da Fiocruz Amazônia assistiram aula teórica, ministrada por Reginaldo Sene, assessor científico da empresa Thermo Scientific.

No período da tarde, cinco participantes que posteriormente devem atuar como multiplicadores da informação participaram de uma aula prática, onde puderam entender melhor o funcionamento da tecnologia. De acordo com Giovana Pinheiro, da equipe do Núcleo Técnico de Suporte à Pesquisa, da Vice Diretoria de Pesquisa e Inovação (NUTP/VDPI), a demanda para a aquisição deste novo equipamento, ocorreu pelo fato dos outros equipamentos utilizados com a mesma finalidade, do recém adquirido, estarem sem condições de uso.

“Escolhemos especificamente este equipamento, pelo fato de que este, diferente dos demais, utiliza para a captura dos géis, um transiluminador integrado de Led Verde de longa duração, que fornece uma fonte de luz sem raios UV prejudiciais ou resíduos de mercúrio de lâmpadas transiluminadoras UV”, explicou Pinheiro.

SOBRE O I-BRIGHT

O I-Bright é um foto-documentador que pode ser utilizado para quantificação de proteínas, análises de géis de DNA e RNA, fotografando esse géis para gerar dados estatísticos que os pesquisadores precisam para suas pesquisas.

Além de capturar imagens e analisar dados de forma eficiente, esse equipamento de alto desempenho aprimora a experiência de imagens por meio de recursos automatizados avançados e uma interface fácil de usar para pesquisadores de todos os níveis de experiência.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Foto: Eduardo Gomes

 

 

Fiocruz Amazônia abre inscrições para mestrado acadêmico em Condições de Vida e Situações de Saúde

O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) abre inscrições para o curso de mestrado acadêmico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA).

O período de inscrições ocorre de 12 a 25 de março de 2019.  Serão oferecidas 17 vagas divididas em duas linhas de pesquisa: Fatores sócio biológicos no processo saúde-doença na Amazônia, com seis vagas; e Processo Saúde-Doença e Organização da Atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade, com onze vagas.

Poderão participar do processo de seleção candidatos que até a data da matrícula, completarem curso de graduação de duração plena devidamente reconhecido pelo MEC. O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 5/8 deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet por meio da Plataforma Siga, que somente poderá ser acessada pelo navegador Internet Explorer. O candidato tem que preencher o formulário de inscrição nesta plataforma e anexar documentos de identificação com foto (carteira de identidade, carteira militar ou de conselho de classe), CPF, RNE (Registro Nacional de Estrangeiros) ou passaporte para candidatos estrangeiros e pagar a taxa de R$ 100,00. A divulgação das inscrições homologadas será no dia 29 de março.

Para mais informações, consulte a chamada pública.