Arquivo da Categoria: Fiocruz Amazônia

PPGBIO-INTERAÇÃO convoca para matrícula institucional

Candidatos aprovados no processo seletivo, para ingresso no Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da lnteração Patógeno Hospedeiro – (PPGBIO-INTERAÇÃO) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) devem realizar a matrícula institucional durante os dias 27 e 28 de feveireiro.

Os convocados devem comparecer munidos dos documentos necessários, conforme descritos na Chamada Pública de Seleçâo – n 002l2017, de 8h às 12h e de 13h às 16h, na Secretaria Acadêmica (SECA), da Fiocruz Amazônia, situada à Rua Teresina, 476 – bairro Adrianópolis, Manaus – AM.

As aulas terão início no dia 6 de março de 2018, às 9h, no Salão Canoas da Instituição

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação) tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Para mais informações, consulte a chamada pública por meio da Plataforma Siga. Para esclarecimento de dúvidas, o candidato poderá ligar (092) 3621-2302 ou encaminhar e-mail para seca.ilmd@fiocruz.br

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Acasalamento de Aedes leva à contaminação por vírus zika

Cópula perigosa: o acasalamento de mosquitos Aedes aegypti, contaminados pelo vírus zika, levou à infecção de seus parceiros ou parceiras que até então não estavam contaminados. Essa foi a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazonia), publicada na última edição da revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz.

O estudo, conduzido em laboratório, procurou demonstrar a transmissão venérea do vírus zika em mosquitos Aedes. Segundo os autores, não se pode afirmar ainda que isso ocorra também na natureza. Foram realizados dois experimentos.

No primeiro, mosquitos machos virgens da estirpe AaM3V foram inoculados com vírius zika e, quatro dias após a injeção, foram transferidos para uma gaiola contendo fêmeas virgens da mesma estirpe e deixados para copular por cinco dias.

Já no segundo, mosquitos fêmeas virgens dessa mesma estirpe foram infectados oralmente com uma suspensão de zika e, nove dias após contaminação, foram colocadas em gaiolas para copular com machos virgens. Após a cópula, todos os mosquitos foram avaliados.

A taxa média de infecção nas duas experiências foi de 45% e 35%, respectivamente.

Portal de Periódicos da Fiocruz
Fonte: AFN

Especialista esclarece dúvidas sobre refluxo de bebês

Cerca de 67% dos bebês prematuros regurgitam entre o quarto e o quinto mês de vida, no entanto, não são só eles que podem sofrer de refluxo, todos os recém-nascidos são suscetíveis. Na maioria das vezes, trata-se do refluxo fisiológico, provocado pela imaturidade do sistema digestivo dos pequenos e não causa maior desconforto. Esse tipo regride espontaneamente conforme a criança cresce e pode ser contornado com soluções paliativas.

A volta do leite não é o único sinal do refluxo, há casos em que o bebê tosse, apresenta chiado no peito e tem dificuldade para respirar. “A mãe também pode desconfiar do problema quando a criança chora demais, fica irritada, inquieta, dorme mal e recusa alimentos. Essas reações são resultado do desconforto causado pela acidez. Não é raro também que o refluxo seja confundido com cólicas”, afirma Cynthia Amaral, coordenadora da área de Atenção Clínica ao Recém-Nascido do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

Abaixo, a profissional esclarece as principais dúvidas sobre o assunto.

O que é o refluxo?
O refluxo é caracterizado pelo retorno do conteúdo do estômago para o esôfago e outras áreas como a boca. É um evento comum nos primeiros meses de vida, que na maioria das vezes não causa sintomas graves e está ligada à regurgitação, também conhecida como golfada. Essas acontecem duas ou mais vezes por dia em quase metade das crianças até os dois meses, e em 1% daquelas com cerca de um ano. A melhora, espontânea, está relacionada ao crescimento e desenvolvimento da criança.

Como identificar o refluxo?
Cabe ao pediatra diferenciar o refluxo fisiológico — ou seja, aquele sem sintomas — do caracterizado como doença do refluxo, que pode provocar complicações. Assim, ele orientará a família adequadamente e definirá um tratamento se julgar necessário. A maioria dos diagnósticos são clínicos, ou seja, feito pela história, exame físico e avaliação do ganho de peso. Os exames complementares geralmente não são necessários

O que pode indicar quadros mais acentuados?
O refluxo torna-se doença quando a frequência, a duração e a quantidade do material refluído são elevadas e associam-se a alguns sintomas. Entre eles estão recusa alimentar, sangramento digestivo, dificuldade respiratória, episódios de bradicardia (redução do ritmo cardíaco), anemia, irritabilidade excessiva, ganho de peso insatisfatório e choro constante.

Qual o tratamento para o refluxo?
A maioria dos bebês precisa apenas de algumas medidas para diminuir o desconforto. São elas: evitar balançá-los, não vestir roupas que apertem a barriga, não deixar chorarem por muito tempo, botar um calço de 10 cm para manter a cabeceira do berço elevada cerca de 30 graus, ter uma boa posição durante as mamadas para prevenir a entrada de ar pela boca e, após terminar, deixá-los no colo, na posição vertical, por mais ou menos 30 minutos.

Os casos graves devem ser acompanhados por pediatra e/ou gastroenterologista, somente eles têm capacitação para interpretar os exames e escolher a terapia correta para cada paciente.

IFF/Fiocruz, por Juliana Xavier

PPGVIDA e PPGBIO-Interação divulgam listas de alunos especiais selecionados para os cursos de mestrado

Os Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) e em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação), ambos do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), divulgaram nesta quinta-feira, 18/01, os nomes dos candidatos selecionados para cursarem disciplinas como alunos especiais.

As listas estão disponíveis na Plataforma Sigass, da Fiocruz.

Para acessar a lista do PPGVIDA, clique.

Para acessar a lista do PPGBIO-Interação, clique.

SOBRE OS CURSOS

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação) tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Equipes recebem treinamento sobre gerenciamento de resíduos

Com o objetivo de orientar quanto às normas vigentes de tratamento, descarte e destinação final de resíduos químicos e biológicos produzidos nos laboratórios de pesquisa do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), as equipes da Gerência do Laboratório de Multiusuários,  do Serviço de Gestão de Infraestrutura (Seinfra) e alunos bolsistas receberam na terça-feira,   19/12, treinamento sobre “Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde “.

O treinamento foi ministrado pela enfermeira Elizabete Rocha, da Norte Ambiental Tratamento de Resíduo Ltda., que discorreu sobre a Resolução 306/2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que dispõe sobre o regulamento técnico para gerenciamento dos resíduos do serviço de saúde, e sobre a Resolução 358/2005 – que aborda o tratamento e a disposição final dos resíduos de serviço de saúde e demais providências.

Hoje, 20/12, foi realizada a primeira coleta do material contingenciado, que totalizou 1.074 kg, feita pela empresa Norte Ambiental, que dará a destinação final adequada ao material coletado.

Segundo a gerente do Laboratório de Multiusuários, Giovana Pinheiro, “a formalização do contrato de coleta de resíduos, iniciado em 1º/12/2017, cumpre uma etapa de um trabalho de adequação das rotinas laboratoriais, dentro do Sistema de Gestão da Qualidade. Foi um trabalho realizado em parceria com a Comissão de Biossegurança”, disse.

Os alunos bolsistas que participaram do treinamento desenvolvem atividades de pesquisa sob orientação do pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia, Pritesh Lalwani, em laboratório localizado no minicampus  da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Este laboratório também receberá ponto de coleta de resíduos.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes e Marlúcia Seixas

PPGVIDA abre inscrições para aluno especial

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), do Instituto de Pesquisa Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), recebe nos dias 4 e 5 de janeiro, inscrições para aluno especial.

São 35 vagas para aluno especial, distribuídas entre as seguintes disciplinas: Espaço Saúde e Ambiente na Amazônia (10 vagas); APS e Redes de Saúde em Cenários Amazônicos (15 vagas); e Microbiologia em Saúde Pública (10 vagas).

Para o edital, clique.

Podem se inscrever alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz;  alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu de outras instituições públicas e/ou privadas;  alunos de curso de pós-graduação lato sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação lato sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; candidatos com curso de pós-graduação lato sensu concluído, que não estejam no momento da inscrição fazendo outro curso de lato sensu ou cursando stricto sensu.

Para inscrição, acesse a Plataforma Siga, da Fiocruz, em   http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

Além disso, o PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica

A seleção dos candidatos será feita no período de 11 a 16 de janeiro e a divulgação dos nomes selecionados ocorrerá no dia 19 de janeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

Mestrado em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro abre inscrições para aluno especial    

Nos dias 4 e 5 de janeiro de 2018 estarão abertas as inscrições para candidatos a aluno especial do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Para se inscrever o candidato deve acessar a Plataforma Sigass, da Fiocruz, no link http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127. As disciplinas oferecidas são: Interação da Relação Patógeno Hospedeiro I; Interação da Relação Patógeno Hospedeiro II; e Princípios e aplicações da Citometria de Fluxo.

Acesse o edital.

As inscrições são abertas a alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; alunos de curso de pós-graduação lato sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação lato sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; e a candidatos com curso de pós-graduação lato sensu concluído, que não estejam no momento da inscrição fazendo outro curso de lato sensu ou cursando stricto sensu.

Os nomes dos candidatos selecionados serão divulgados no dia 19 de janeiro de 2018.

SOBRE O CURSO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia

Tese da Amazônia é aprovada no VIII Congresso Interno da Fiocruz

Encerrou ontem (14/12) o VIII Congresso Interno da Fiocruz. Durante a última sessão plenária foi aprovada a Tese 9, proposta pelos servidores e demais membros da comunidade do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). A tese da Amazônia, como foi por diversas vezes chamada, não se fechou no bioma, mas no reconhecimento de que a Amazônia é estratégica para a humanidade e de que a Fiocruz pode cooperar, com outras instituições da região, na geração de conhecimento e inovação em saúde.

A Fiocruz está presente na Amazônia com duas unidades: no Amazonas e em Rondônia. Para a presidente da Fiocruz e do Congresso Interno, Nísia Trindade, a Tese 9 veio como uma proposta nova e de importância reconhecida por todos os grupos  de trabalho e delegações. Na oportunidade, ela congratulou-se com os delegados que coletivamente defenderam a importância estratégica da Amazônia para a Fiocruz.

A delegação do ILMD/Fiocruz Amazônia comemorou a aprovação da Tese 9 e suas diretrizes. Para o diretor, Sérgio Luz, a aprovação da Tese como uma das grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020, traz grandes benefícios para a Fiocruz e para a Região Amazônica na área da saúde, educação, ciência, tecnologia e inovação.

Ricardo Godoi, diretor da Fiocruz Rondônia e um dos defensores da Tese 9, lembrou que a Fiocruz na Amazônia é ILMD e Rondônia, e que muitas vezes, na Região, estas unidades são convidadas por outras instituições para cooperarem com importantes projetos de tecnologia e inovação em saúde.

O VIII Congresso Interno da Fiocruz aconteceu no período de 11 a 14/12, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, e teve como objetivo debater e aprovar as grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020, bem como contribuir para a sua implementação, a partir do documento de referência “A Fiocruz e o Futuro do SUS e da Democracia”.

OPINIÃO DOS DELEGADOS DA AMAZÔNIA

Sonia Oliveira: Gostei muito de poder ter participado deste congresso, foi muito enriquecedor. Cada momento ficará marcado na memória, no coração e na história, com a aprovação da Tese 9.

Rodrigo Tobias: O sucesso do congresso foi brindado com nossa tese amazônica aprovada. Isso foi fruto de trabalho de todos, desde a gestão que trouxe a causa como possibilidade, a construção da tese, a discussão de grupos ainda em Manaus, a eleição de delegados, a nossa atuação coordenada, colaborativa e solidária no ato da participação dos grupos no RJ e a aprovação da plenária final do congresso. Isso significa mais trabalho, mais responsabilidade e empenho em aproximar a Fiocruz da sociedade e canalizar esforços das outras unidades, para a nossa realidade amazônica. Considero a Amazônia a principal fronteira científica do Brasil e, sendo assim, vamos fazer jus à nossa missão institucional na Região.

Aldemir Maquiné: Esse congresso me remeteu há 15 anos, quando participei pela primeira vez de um Congresso Interno da Fiocruz. Cada Congresso é único. Nesta edição, no meu grupo de trabalho, nós tivemos ao nosso lado pessoas que desenvolvem trabalhos na Amazônia e que entenderam a Tese 9, como uma proposta estratégica da Fiocruz. A aprovação desta Tese mostra a maturidade do ILMD/Fiocruz Amazônia na sua propositura e da Fiocruz por perceber a importância estratégica da Região.

Priscila  Aquino: O Congresso Interno da Fiocruz foi uma oportunidade única de imergir na política institucional e discutir os direcionamentos que guiarão os próximos 4 anos da instituição. Acredito na necessidade da Fiocruz reforçar seu papel estratégico na Amazônia.

Cláudio Peixoto: Sucesso é a palavra que reflete esse momento.

Anízia Aguiar: Estou feliz e agradecida. Feliz por ter tido, finalmente, a oportunidade de participar do Congresso Interno da Fiocruz, com toda a riqueza que ele contém.Foi lindo ver a defesa das teses e o conteúdo delas sempre interessado na equidade, na justiça e no bem estar social, buscando garantir que a Fiocruz mantenha sua capacidade de continuar atuando como instituição de Estado.

Cláudia Rios: O primeiro sentimento com a aprovação da Tese 9 é de alivio, por termos, pela primeira vez, conseguido aprovar uma tese. Isso é fundamental. Daqui pra frente, temos que analisar tudo que foi discutido e aprovado, e começar a planejar o que vamos fazer para alcançar o que foi proposto. Vamos ter que trabalhar muito e contar com o comprometimento de todos, para atender a essas diretrizes.

As teses aprovadas no VIII Congresso Interno da Fiocruz serão posteriormente encaminhadas para homologação do Conselho Deliberativo da Fiocruz.

ILMD/Fiocruz Amazonia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

PPGVIDA promove oficina para discentes sobre publicações científicas

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) realizou entre os dias 11 e 15 de dezembro, a oficina Publicações Científicas, voltada para discentes do programa. A atividade foi ministrada pelos pesquisadores sêniores do ILMD, Bernardo Horta, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), e Carlos Coimbra, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a coordenadora do PPGVIDA, Maria Luiza Garnelo, a oficina visa apoiar os discentes que concluíram o mestrado, no intuito de agilizar as publicações que expressarão produtos do processo formador no PPGVIDA, e que também são requisito de avaliação do programa na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Para Horta, o trabalho de construção junto aos alunos tem o objetivo principal de desenvolver produtos que possam ser publicados em periódicos da área. “A ideia é trabalhar com os alunos que já concluíram o mestrado a transformação das dissertações em artigos, para que sejam submetidos a periódicos científicos. Estamos trabalhando com eles aspectos relacionado a como escrever um artigo”, explicou Horta.

Indexação, país da revista, classificação no Qualis da CAPES para a área de Saúde Coletiva, foram alguns dos temas abordados durante a oficina, em relação ao maior questionamento dos discentes: Em qual revista publicar? “Conversamos para que eles saibam o que é, como funciona, mas deixando aberto para que eles possam fazer suas escolhas”, salientou Coimbra.

O Qualis Periódicos é uma das ferramentas utilizadas para a avaliação dos programas de pós-graduação no Brasil. Tem como função auxiliar os comitês de avaliação no processo de análise e de qualificação da produção bibliográfica dos docentes e discentes dos programas de pós-graduação credenciados pela CAPES. Ao lado do sistema de classificação de capítulos e livros, o Qualis Periódicos é um dos instrumentos fundamentais para a avaliação do quesito produção intelectual, agregando o aspecto quantitativo ao qualitativo.

Coimbra destacou ainda que a iniciativa do programa é de grande relevância nesse processo acadêmico. “Essas oficinas são importantes, pois o tempo do mestrado raramente é suficiente para os alunos defenderem, cumprirem com todos os créditos e ter um artigo publicado, visto que esse é um processo que demora muito. Alguns estão escrevendo o primeiro artigo científico, então essa oportunidade que está sendo oferecida para os alunos aqui do ILMD é extremamente relevante, pois abre portas para estimular os alunos a tornem público os resultados dos seus estudos.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

 

PPGVIDA promove oficina para discentes sobre publicações científicas

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) realizou entre os dias 11 e 15 de dezembro, a oficina Publicações Científicas, voltada para discentes do programa. A atividade foi ministrada pelos pesquisadores sêniores do ILMD, Bernardo Horta, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), e Carlos Coimbra, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a coordenadora do PPGVIDA, Maria Luiza Garnelo, a oficina visa apoiar os discentes que concluíram o mestrado, no intuito de agilizar as publicações que expressarão produtos do processo formador no PPGVIDA, e que também são requisito de avaliação do programa na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Para Horta, o trabalho de construção junto aos alunos tem o objetivo principal de desenvolver produtos que possam ser publicados em periódicos da área. “A ideia é trabalhar com os alunos que já concluíram o mestrado a transformação das dissertações em artigos, para que sejam submetidos a periódicos científicos. Estamos trabalhando com eles aspectos relacionado a como escrever um artigo”, explicou Horta.

Indexação, país da revista, classificação no Qualis da CAPES para a área de Saúde Coletiva, foram alguns dos temas abordados durante a oficina, em relação ao maior questionamento dos discentes: Em qual revista publicar? “Conversamos para que eles saibam o que é, como funciona, mas deixando aberto para que eles possam fazer suas escolhas”, salientou Coimbra.

O Qualis Periódicos é uma das ferramentas utilizadas para a avaliação dos programas de pós-graduação no Brasil. Tem como função auxiliar os comitês de avaliação no processo de análise e de qualificação da produção bibliográfica dos docentes e discentes dos programas de pós-graduação credenciados pela CAPES. Ao lado do sistema de classificação de capítulos e livros, o Qualis Periódicos é um dos instrumentos fundamentais para a avaliação do quesito produção intelectual, agregando o aspecto quantitativo ao qualitativo.

Coimbra destacou ainda que a iniciativa do programa é de grande relevância nesse processo acadêmico. “Essas oficinas são importantes, pois o tempo do mestrado raramente é suficiente para os alunos defenderem, cumprirem com todos os créditos e ter um artigo publicado, visto que esse é um processo que demora muito. Alguns estão escrevendo o primeiro artigo científico, então essa oportunidade que está sendo oferecida para os alunos aqui do ILMD é extremamente relevante, pois abre portas para estimular os alunos a tornem público os resultados dos seus estudos.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes