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Divulgado resultado do Programa de Cooperação Internacional Guyamazon

O programa apoia projetos de P&D&I no âmbito da colaboração científica e tecnológica entre os pesquisadores do Amazonas e da França

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, nesta terça-feira (22), o resultado do processo de seleção do Programa de Cooperação Internacional Guyamazon, referente ao edital n˚ 002/2017. O programa apoia a execução de projetos conjuntos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I), no âmbito da colaboração científica e tecnológica entre os pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa do Amazonas e pesquisadores franceses.

Os candidatos brasileiros concorreram no edital lançado pela Fapeam, enquanto os franceses em edital específico lançado simultaneamente pelo Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) naquele País. Nesta edição, foram aprovados os projetos “Saberes Científicos e Saberes locais sobre agrobiodiversidade na Amazônia”, submetido pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Charles Roland Clement; “Biogeografia comparada de Anfíbios amazônicos”, da pesquisadora Fernanda de Pinho Werneck, também do Inpa; “Dinâmica de circulação de bens e pessoas e planejamento territorial na fronteira franco-brasileira”, de Kátia Cilene do Couto, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam); e por último o projeto “Delimitação de espécies e genômica ecológica na família das castanheiras do Brasil diante das mudanças globais”, da pesquisadora do Inpa, Maristerra Rodrigues Leme.

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Os recursos alocados pela Fapeam para financiamento do Edital foram da ordem de R$ 600 mil

No total, 25 propostas foram submetidas ao programa. Pelo Amazonas, o GuyAmazon recebeu 13 projetos. As propostas foram avaliadas pelo Comitê de Pilotagem. As propostas apresentadas deveriam se inserir em uma das seguintes modalidades: Realização de missões, reuniões e workshops que sirvam como plataforma de aproximação e aprimoramento da colaboração entre pesquisadores brasileiros e franceses de forma a promover a elaboração conjunta de projetos de pesquisas; e projetos de pesquisa, de inovação e fortalecimento de capacidades.

Os recursos alocados pela Fapeam para financiamento do Edital foram da ordem de R$ 600 mil. O Guyamazon é uma iniciativa do Governo do Estado Amazonas por intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas em parceira com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (FAPEAP), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Maranhão (Fapema), a Fundação Amazônia de Amparo à Estudos e Pesquisas (Fapespa), a Embaixada da França, o Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD),  o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (CIRAD), o Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) e a Coletividade Territorial da Guiana (CTGA). O apoio se destina ao financiamento de pesquisas e mobilidade de pesquisadores e estudantes.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Pesquisa revela impacto da Era Vargas em Itacoatiara

Intitulado “Amazonas no contexto da Era Vargas”, o projeto foi financiado pela Fapeam por meio do Programa Ciência na Escola (PCE)

 

É do conhecimento de pequena parcela da população que as águas do rio Amazonas, mais precisamente em frente ao município de Itacoatiara, foi palco da única batalha naval ocorrida na América do Sul, no século XX, antes da Guerra das Malvinas (Argentina). O fato, acontecido em 24 de agosto de 1932, estaria vinculado à Revolução Constitucionalista de 1932, iniciada em São Paulo, com o objetivo de derrubar o Governo provisório de Getúlio Vargas.

Esses e outros acontecimentos, pouco conhecidos da história do Amazonas, foram objetos de pesquisa dos então alunos Giovana Vasconcelos, Isis Araújo, Felipe Gomes, Sullivan Luís e Eduarda Macedo,  da Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça, localizada naquele município. O projeto, intitulado “O Amazonas no contexto da Era Vargas”, foi coordenado pelo professor de História, especialista e graduando em Direito pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Alessandro Lúcio Melo.

A iniciativa contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Ciência na Escola (PCE). “O objetivo era estimular o interesse pelo conhecimento histórico do Brasil no período conhecido como ´Era Vargas´, compreendendo a conjuntura, os movimentos que afetaram a vida do cidadão amazonense e a história do povo de Itacoatiara”, explicou o professor-coordenador.

Amazonas no contexto da Era Vargas 1

Projeto, intitulado “O Amazonas no contexto da Era Vargas”, foi coordenado pelo professor de História, especialista e graduando em Direito pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA), Alessandro Lúcio Melo

Levantamento de dados feito durante a pesquisa indica que o então presidente Getúlio Vargas tinha um olhar estratégico para com a região devido à extensão, fronteiras e a importância para a soberania nacional.  Conforme o coordenador, algumas medidas adotadas pelo Governo, na época, comprovam esse posicionamento.  Os chamados “Acordos de Washington”, firmados após a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, são exemplos.

Esses acordos previam, entre outras medidas, o aumento da produção de borracha para envio aos norte-americanos como insumo de material bélico – foi o período denominado 2˚ Ciclo da Borracha, que durou de 1942 a 1945.  “Em Itacoatiara, existe um prédio público, onde funciona um dos principais postos de saúde da cidade atualmente, construído em 1942 e mantido na época pela Fundação Rockefeller, com o objetivo de dar assistência médica aos produtores de borracha”, destaca o professor.

A grande Batalha Naval

Outros acontecimentos que, apesar da relevância, possuem poucos registros históricos, também evidenciam essa relação estreita do município com a Era Vargas.   Um dos principais foi a Batalha Naval do rio Amazonas, ocorrida em 1942, em frente ao município, e que também foi objeto de estudo.

O professor destaca a importância desse fato para a história do município.  Segundo a pesquisa, homens do 4º Grupo de Artilharia de Costa, de Óbidos (PA), rebelaram-se em apoio ao movimento tenentista, iniciado em São Paulo contra Getúlio Vargas, e enviaram um ultimato ao 27º Batalhão de Caçadores, em Manaus, para que aderissem, caso contrário, Manaus e as cidades ribeirinhas, situadas no trajeto até a capital, seriam atacadas.

“Os rebeldes saíram da cidade de Óbidos, com destino a Manaus, a bordo do navio Jaguaribe artilhado com 4 canhões e do navio Andirá, com homens armados de fuzis. Enquanto as forças legalistas, com 130 homens, saíram de Manaus para  enfrentar os rebeldes nos navios Baependi, Ingá, Rio Curuçá, e nos barcos auxiliares Rio Jamari, Rio Aripuanã e Isis”, diz o coordenador.

Apresentacao no auditorio da escola 1

A participação no projeto rendeu frutos importantes

Alessandro Melo frisa que um dos historiadores, cujas obras serviram de base para a coleta de informações, foi Francisco Gomes. Em seus relatos, o historiador relata que, em 24 de agosto de 1942, às 10h, a frota rebelde estacionou em frente à Itacoatiara, iniciando as negociações, porém, a tropa de terra pediu duas horas para evacuar a cidade e ao expirar o prazo, ao meio-dia, começou a famosa Batalha Naval de Itacoatiara. “A batalha durou aproximadamente 40 minutos, com os navios Jaguaribe e Andirá sendo afundados”, recorda o professor, destacando que o número de mortos até hoje é indefinido, uma vez que não se se sabe o número exato de rebelados, e que, na orla da cidade, existe um monumento em alusão ao acontecimento.

O coordenador ressalta que a história do Brasil sempre foi dinâmica e mesmo com as idas e vindas dos mais recentes governos, nada mais empolgante e controverso do que a chamada Era Vargas, principalmente, no que se refere às medidas que afetaram o Estado e em especial, Itacoatiara – cujos registros são poucos – o que motivou o projeto. “Conhecer a nossa própria história é fundamental para trilharmos o melhor caminho e conhecer a história do nosso País é essencial para transformarmos nossa sociedade”, salienta.

Pesquisa é apresentada à comunidade

Até se alcançar a riqueza de informações coletadas, os alunos-cientistas passaram por um processo de preparação. Eles participaram, na primeira etapa, de uma oficina sobre investigação científica, fontes históricas e pesquisas bibliográficas. Em seguida, iniciaram a pesquisa propriamente dita dentro e fora da escola, em bibliotecas, biografias sobre Getúlio Vargas, revistas, coleções históricas e na Internet, além de entrevistas com historiadores locais, professores, pais e membros mais antigos da comunidade.

Amazonas no contexto da Era Vargas 2

Os alunos-cientistas passaram por um processo de preparação até se alcançar a riqueza de informações coletadas

Com o material em mãos, os alunos cientistas iniciaram a produção textual sobre o assunto analisado e apresentaram os resultados, em formato de palestras e debates, em sala de aula, e depois, em seminários e feiras científicas e literárias sob a orientação da coordenadoria local da Fapeam naquele município.

Experiência para os alunos

A participação no projeto rendeu frutos importantes. Para o aluno-bolsista, Felipe Gomes, a participação no projeto contribuiu para o aprimoramento como pesquisador. “A pesquisa me estimulou a conhecer a história do Brasil, especificamente do período da Era Vargas, e me deu a oportunidade, junto com meus colegas, de compreender melhor esse momento conturbado, que afetou a vida do cidadão amazonense e a história do povo de Itacoatiara”, disse. Isis Nogueira Araújo, também aluna-bolsista, comentou sobre a relevância para o seu desempenho escolar e em preparação para a própria faculdade.  “Foi muito produtivo, principalmente, porque estava me preparando para ingressar na faculdade, um lugar onde a pesquisa científica é fundamental”.

 Departamento de Difusão do Conhecimento – DECON

Fotos: Acervo do Pesquisador

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Fapeam participa de reunião com o comitê do AMAS

1° Congresso de Gestão da Amazonas debate sobre Inovação, Sustentabilidade e Governança

Há pouco mais de três meses para o Amazon Magement Symposium (AMAS), 1°Congresso de Gestão da Amazônia, o comitê organizador promoveu uma reunião, na manhã desta segunda-feira (21), na reitoria da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com as instituições parcerias. O objetivo foi  discutir pontos estratégicos do evento, que será realizado no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques, em Manaus de 29 a 31 de agosto.

O congresso, que traz para o debate a temática central sob a ótica da Inovação, Sustentabilidade e Governança, contará com a participação de palestrantes nacionais e internacionais.  O evento é realizado pela  UEA em parceria com a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP).

Durante a reunião, o presidente da Comissão Organizadora e professor titular da FEA/USP, Dr. Roberto Sbragia, destacou a parceria feita com a UEA. A intenção é que o congresso seja realizado, inicialmente, a cada dois anos.

“Este é um congresso que será focado na realidade não apenas do Amazonas, mas de toda a região Norte e das fronteiras com os países vizinhos”, disse.

Participando da reunião na condição de representante de instituição parceira, o diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Edson Barcelos, informou que o congresso é importante por trazer um assunto atual e ser de alto nível por envolver instituições importantes em níveis nacional e internacional.

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Diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, informou que o congresso é importante por trazer um assunto atual e ser de alto nível por envolver instituições importantes em níveis nacional e internacional

“Isso contribui na geração de conhecimento, pois traz grandes pesquisadores para conhecer a nossa região, planejar e participar do desenvolvimento e melhorar a gestão das atividades no Amazonas”, contou.

Para o reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo Costa, a ideia do congresso é dinamizar o ambiente do conhecimento na área da administração, no ponto de vista científico, com objetivo de contribuir para o pensamento econômico e administrativo do Estado para propor soluções nesta área.

Inscrição e Submissão de artigos

 Professores, pesquisadores, especialistas e estudantes têm até o dia 30 de maio para fazer a inscrição e submeter os artigos na conferência internacional. Os trabalhos podem estar relacionados nos temas centrais, como em áreas correlatas.  As propostas deverão ser submetidas mediante um Extended Abstract, preenchido através do formulário disponível no sistema de submissão.

Sobre o AMAS

Amazonian Magement Symposium conta com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além do apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Programa de Pós-graduação em Administração da FEA/USP, Fundação Instituto de Administração (FIA Business School), Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e Associação Latino-Iberoamericana de Gestão Tecnológica (Altec).

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O congresso, que traz para o debate a temática central sob a ótica da Inovação, Sustentabilidade e Governança, contará com a participação de palestrantes nacionais e internacionais

A conferência almeja reunir pesquisadores e participantes de vários países, de renomadas instituições americanas, latino-americanas, europeias e asiáticas, dedicados ao estudo da inovação, sustentabilidade e governança como temas de grande importância para a região amazônica. Será uma oportunidade para integrar pesquisadores e dirigentes de empresas públicas, privadas além de associações da sociedade civil e ONGs, tanto nacional como internacional, na discussão dos desafios enfrentados pela região amazônica.

Para saber mais acesse: AMAS CONFERENCE

Fonte: Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Programa de Tecnologia da Informação na Amazônia – Pesquisa tem resultado divulgado pela Fapeam

O objetivo do programa é apoiar a execução de projetos de pesquisa e inovação nas áreas de Tecnologia da Informação (TI), incluindo Ciência da Computação, Eletrônica e Ciência da Informação

Resultado final do Programa de Tecnologia da Informação na Amazônia (PRO-TI – Amazônia) – Pesquisa, referente ao edital 011/2017, foi divulgado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O objetivo do programa é apoiar a execução de projetos de pesquisa e inovação nas áreas de Tecnologia da Informação (TI), incluindo Ciência da Computação, Eletrônica e Ciência da Informação.

Os projetos contemplados, nesta edição do programa, foram os seguintes: “Sistema Integrado de Coleta Automatizada de Programas Maliciosos (E-Caruri)”, de Gilbert Breves Martins, do Instituto Federal do Amazonas (Ifam); “Modernização de uma Ciberinfraestrutura de Suporte à Arquitetura de Integração Semântica e Governança de Dados e Informações Científicas do INPA”, cujo proponente foi José Laurindo Campos dos Santos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); “Pesquisa e Desenvolvimento de Soluções Inteligentes para o Setor Acadêmico e Setor Produtivo utilizando Tecnologia da Informação (PDTI)”, submetido por Jucimar Maia da Silva Júnior, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), e por fim, o projeto “Inteligência na indústria e outros ambientes para a produtividade, saúde e bem-estar (IIAProSaber), de Marco Antônio Pinheiro de Cristo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

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Objetivo do programa é apoiar a execução de projetos de pesquisa e inovação nas áreas de Tecnologia da Informação (TI), incluindo Ciência da Computação, Eletrônica e Ciência da Informação

Por meio do programa, pretende-se  fortalecer as atividades de pesquisa e desenvolvimento em TI nos setores acadêmico e produtivo, preferencialmente em subáreas, como Indústria 4.0, Robótica, Bioinformática, Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Serviços de computação em nuvem e Sistemas embarcados. O prazo de execução dos projetos será de oito meses.

Os recursos para a execução do programa são oriundos do Acordo de Cooperação Financeira (01.10.0728-00), firmado entre a Financiadora de estudos e Projetos (Finep) e a Fapeam, tendo como interveniente a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor de Tecnologia da Informação na Amazônia (PRO-TI-Amazônia). As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no montante estimado de até R$ 2,7 milhões, obedecendo ao percentual de 55% para capital e 45% para custeio.

Os limites estabelecidos para o valor máximo a ser concedido para as propostas aprovadas são proporcionais ao número total de doutores pertencentes ao quadro efetivo de docentes das instituições proponentes.

Fonte: Agência Fapeam

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Manaus sedia 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Realizado pela primeira vez na região Norte do País, a 13ª edição do congresso recebeu inscrições de todos os estados brasileiros e de países dos continentes africano, americano, asiático e europeu

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o Congresso da Rede Unida movimentará a agenda científica do País com a participação estimada de 3 mil congressistas e convidados nacionais e internacionais. O evento será sediado no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no período de 30 de maio a 2 de junho de 2018, em Manaus (AM).

O Congresso tem como finalidade propor o debate em torno da saúde, da educação, da arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo é composto por trabalhadores da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

A expectativa do presidente desta edição do Congresso, Rodrigo Tobias, é que os participantes vejam que a Região Amazônica não é somente o lugar da distância, da dificuldade, da falta de acesso, o lugar das carências e das doenças. “Esperamos que esse evento possa deixar nos congressistas a ideia de que a Amazônia também é um lugar de potencialidades, de produção de saúde, de vida, com suas especificidades. O nosso desejo é que os participantes reservem sua participação nesse congresso e desfrutem de tudo o que vai acontecer. Estamos trabalhando muito para que tudo saia bem”, declarou Tobias.

Atividades Internacionais

As atividades internacionais incluem cinco fóruns, que fomentam debates sobre temas da atualidade em relação à gestão da educação e do trabalho em saúde na perspectiva de diferentes países. Trata-se do V Fórum Internacional de Educação na Saúde, com a temática “Interprofissionalidade na formação e no trabalho em saúde: desafios às políticas e ao cotidiano”; do IV Fórum Internacional de Participação em Saúde, Políticas Públicas e Educação Cidadã, com o tema “A vitalidade da democracia quando as instituições padecem: a resistência cidadã como artesania de novos tempos”; do V Fórum Internacional de Atenção Básica/Primária em Saúde, com o tema “A atenção básica/primária nos sistemas de saúde universais: desafios e avanços após 40 anos de Alma Ata”; do IV Fórum Internacional de Cooperação em Saúde e Políticas Públicas, com o tema “Direitos humanos, políticas públicas e inclusão em tempos de austeridade: repercussões na gestão da educação e do trabalho na saúde”; e do I Fórum Internacional de Saúde do Migrante, com o tema “A dignidade e a saúde das pessoas em tempos sombrios: as fronteiras nacionais e a afirmação de direitos humanos”.

 Trabalhos submetidos

Esta edição no Amazonas fechou com o número de 3.420 submissões de trabalhos nacionais e internacionais. Realizado pela primeira vez no Norte do País, a região foi a que mais teve trabalhos submetidos, totalizando 1.652 submissões com destaque aos estados do Amazonas e Pará, com 913 e 641 trabalhos inscritos, respectivamente.  A região Nordeste ficou em segundo lugar com 628 trabalhos. Já o Sudeste figurou em terceira posição com 383 submissões. As regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil tiveram 298 e 165 trabalhos submetidos, respectivamente. Da participação internacional, a Itália submeteu três trabalhos.

Nos congressos da Rede Unida são aceitos trabalhos para apresentação oral nas modalidades Távolas e Rodas de Conversa. Para os organizadores, o volume de trabalhos submetidos e aprovados aponta um Congresso com grande densidade técnico-científica, além da enorme diversidade de temas e de experiências locais que compõem uma programação atrativa para diferentes públicos.

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13ª edição do congresso recebeu inscrições de todos os estados brasileiros e de países dos continentes africano, americano, asiático e europeu

Confira a programação de apresentação dos trabalhos: http://www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/rodas-e-tavolas

Segundo o coordenador Nacional da Rede Unida, Júlio César Schweickardt, a organização do Congresso é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

Programação

Além da apresentação dos trabalhos e da realização dos fóruns internacionais, a programação do congresso inclui atividades como Mostra Fotográfica, Lançamentos de livros, Seminários, encontros e oficinas, Conferências, Intervenções e muitas outras atividades contemplando os cinco eixos centrais: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação e Saúde, Cultura e Arte.

Inscreva-se e participe das atividades: http://www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/inscricoes

Instituições parceiras

São parceiros desta edição a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Sobre a Rede Unida

A Associação Brasileira da Rede Unida reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social.

A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Por ser uma Associação de abrangência nacional, a Rede Unida prima por estimular a produção de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informação e conhecimentos técnicos e científicos, que digam respeito às atividades de promoção da educação e da saúde em todo o País, bem como de proposição de novos modelos sócios produtivos e de sistemas alternativos de produção que fortaleçam o campo da saúde, a fim de garantir e ampliar a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Nesse sentido, é tarefa prioritária da Rede Unida é reafirmar o processo histórico de luta pela reforma sanitária e democratização da saúde, com o objetivo de fortalecer o SUS por meio de mudanças na formação profissional em saúde.

Para tanto, é desafio da Rede induzir modelos de educação profissional interdisciplinares, multiprofissionais e que respeitem os princípios do controle social e do SUS e, assim, promover tessituras entre educação, saúde e sociedade a partir da formação de trabalhadores críticos e reflexivos, capazes de realizar leituras de cenário, identificar problemas e propor soluções no cotidiano de sua prática profissional e na organização do trabalho em saúde.

 

Fonte:Rede Unida

 

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Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica Edição 2018

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O Banco da Amazônia torna público seu novo Edital de Pesquisa 2018 e disponibiliza R$ 1 milhão para estimular a expansão da pesquisa cientifica e tecnológica na região Amazônica. O novo edital traz como novidade o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de big data e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha temática Indústria Avançada.

As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculadas ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentáveis. As propostas apresentadas devem estar voltadas à inovação, à busca pela superação da escassez de informações científicas e, também, atender aos interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional.

Essa é a segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Nesse ano, foram apresentadas 218 propostas, vindas do Acre (5%), Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%), Roraima (3%) e Tocantins (10%).

O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do pleito, seguido do de Agricultura com 26%. De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R$ 28,6 milhões.

Confira os prazos do Edital de Pesquisa 2018:

– Período de divulgação e inscrição das propostas: 30.04.2018 a 31.05.2018;

– Análise das propostas inscritas: 01.06.2018 a 05.07.2018;

– Divulgação das propostas selecionadas: até 16.07.2018.

– Edital de Seleção Pública 2018

 

Banco da Amazônia

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Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica Edição 2018

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O Banco da Amazônia torna público seu novo Edital de Pesquisa 2018 e disponibiliza R$ 1 milhão para estimular a expansão da pesquisa cientifica e tecnológica na região Amazônica. O novo edital traz como novidade o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de big data e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha temática Indústria Avançada.

As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculadas ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentáveis. As propostas apresentadas devem estar voltadas à inovação, à busca pela superação da escassez de informações científicas e, também, atender aos interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional.

Essa é a segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Nesse ano, foram apresentadas 218 propostas, vindas do Acre (5%), Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%), Roraima (3%) e Tocantins (10%).

O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do pleito, seguido do de Agricultura com 26%. De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R$ 28,6 milhões.

Confira os prazos do Edital de Pesquisa 2018:

– Período de divulgação e inscrição das propostas: 30.04.2018 a 31.05.2018;

– Análise das propostas inscritas: 01.06.2018 a 05.07.2018;

– Divulgação das propostas selecionadas: até 16.07.2018.

– Edital de Seleção Pública 2018

 

Banco da Amazônia

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Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica Edição 2018

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O Banco da Amazônia torna público seu novo Edital de Pesquisa 2018 e disponibiliza R$ 1 milhão para estimular a expansão da pesquisa cientifica e tecnológica na região Amazônica. O novo edital traz como novidade o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de big data e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha temática Indústria Avançada.

As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculadas ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentáveis. As propostas apresentadas devem estar voltadas à inovação, à busca pela superação da escassez de informações científicas e, também, atender aos interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional.

Essa é a segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Nesse ano, foram apresentadas 218 propostas, vindas do Acre (5%), Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%), Roraima (3%) e Tocantins (10%).

O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do pleito, seguido do de Agricultura com 26%. De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R$ 28,6 milhões.

Confira os prazos do Edital de Pesquisa 2018:

– Período de divulgação e inscrição das propostas: 30.04.2018 a 31.05.2018;

– Análise das propostas inscritas: 01.06.2018 a 05.07.2018;

– Divulgação das propostas selecionadas: até 16.07.2018.

– Edital de Seleção Pública 2018

 

Banco da Amazônia

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Pesquisadores lançam obra sobre planejamento de sistemas trilhas

A obra conta com dois eixos temáticos e dez capítulos, sendo um deles relacionado às orientações de Segurança

Diversos destinos turísticos pelo mundo oferecem trilhas em diferentes ambientes, desde montanhas, inclusive nevadas, até densas florestas, como é o caso da Amazônica. Porém, quem participa dessas atividades, muitas vezes, não sabe que, por trás de tudo isso, se tem um planejamento complexo, fundamentado em teorias científicas e na análise do ambiente natural e social, para tornar aquele passeio uma experiência diferenciada.

Foi pensando em oferecer uma publicação que pudesse servir de embasamento para pesquisadores, operadores e condutores que foi produzido o livro Planejamento de Sistemas de Trilhas: uma pegada social, cultural e ambiental. A obra, cujos autores são os estudiosos da área Ronisley Martins e Francisco Girão será lançada no próximo dia 12 de maio, às 10h, no Palacete Provincial (praça Heliodoro Balbi, s/n˚, Centro).

Martins conta que sempre atuou com pesquisas científicas voltadas aos sistemas de trilhas.  A primeira delas foi, de 2002, tendo sido desenvolvida com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) no assentamento agrário Tarumã-Mirim.  “Foi quando tive o primeiro contato com o assunto, mas tive dificuldade devido ao pouco material disponível. Depois da Graduação, surgiu a vontade de escrever conteúdo científico que desse embasamento ao planejamento de trilhas e após 2009, começamos a elaborar esse livro com base em várias experiências”, ressaltou.

A obra conta com dois eixos temáticos e dez capítulos. O primeiro compreende uma abordagem teórica, com a apresentação de metodologias de estudo de maneira a permitir uma análise ampla de todos os elementos envolvidos, incluindo vegetação, solo, água e principalmente, a população.  O segundo eixo é fundamentado na apresentação de técnicas e ferramentas necessárias ao planejamento e execução de trilhas sustentáveis.

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Livro  foi escrito  pelos autores e estudiosos da área Ronisley Martins e Francisco Girão

O conteúdo do livro aponta para o ordenamento de uma trilha planejada, contendo sinalizações, classificação do grau de dificuldade e definição quanto ao público que se quer alcançar.  Segundo Ronisley Martins, uma trilha interpretativa, por exemplo, deve ser de curta distância (de 500m a 1km),  ocorrer em áreas planas e é direcionada a crianças e pessoas da melhor idade. “Se for um público mais aventureiro, é preciso estender a trilha e ampliar o grau de dificuldade de acordo com o ambiente”, disse. “Assim, o organizador de trilha tem de analisar a paisagem e planejar conforme o público que pretende alcançar”, completou.

Um dos capítulos de maior destaque é o relacionado às orientações de Segurança. O autor esclarece que há riscos eminentes ao se fazer uma caminhada ou até antes, para os próprios organizadores, portanto, é preciso minimizá-los.  Neste trecho, são detalhadas ainda informações com base na norma NBR 15505/02, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que visa orientar sobre o uso de equipamentos, com base no grau de dificuldade das trilhas.  Se for de longo percurso, requer muito mais acessórios, entre os quais, mochila, kits de sobrevivência e de primeiros socorros, bota cano longo, calça, camisa de manga longa, vestimenta para trocas, além de alimentação rica em glicose, fibra e bastante água. Importante destacar que é de responsabilidade do condutor a orientação antecipada para que os participantes usufruam do serviço já com equipamentos e materiais necessários.

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Ronisley Martins disse que a obra conta com dois eixos temáticos e dez capítulos, sendo um deles relacionado às orientações de Segurança

Em relação às trilhas na Amazônia, ele destaca que é preciso conhecer os geoambientes da floresta.  Conforme o pesquisador, existem diversos tipos de florestas dentro da Amazônia e isso, precisa ser levado em consideração, no momento do planejamento, esses diversos ambientes, como mata de terra firme, campina, floresta de baixio e floresta de igapó, uma vez que contribui para enriquecer muito mais a caminhada, aumentando o que se chama de  “elementos de interpretação da paisagem”, essenciais no momento da abordagem.

“Este é o diferencial da floresta amazônica: diversos ambientes e elementos que são usados nas técnicas de interpretação ambiental. Para isso. o condutor precisa conhecer a floresta e ter contato com a geoambientação”, frisou Martins, o qual cita ainda o exemplo de trilhas culturais, que, além da ambientação, agrega outros elementos com o fim de agregar valores à caminhada e à paisagem no geral.

Na visão do autor, é necessário aos planejadores fazer o inventário de todos os elementos da paisagem, tanto naturais como culturais. Em relação aos condutores, é fundamental fazer o reconhecimento antecipado para poder medir o grau de dificuldade, além de ter noção de técnicas de condução de grupo. “Quando uma trilha é planejada e classificada, tem logo no início sinalização com o mapa, percursos, paradas, tempo de percurso, grau de dificuldade e dos equipamentos necessários”, alertou Martins.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Manaus sedia evento internacional sobre Gestão da Amazônia

A realização é da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em parceria com a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), com o apoio da Fapeam

De 29 a 31 de agosto, a capital amazonense sediará evento internacional inédito. Trata-se do  Amazonian Management Symposium – AMAS (1˚ Congresso de Gestão da Amazônia). Palestrantes nacionais e internacionais participarão do evento, debatendo a temática central sob a ótica da Inovação, Sustentabilidade e Governança.

O AMAS, que será realizado no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques,  é uma realização da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em parceria com a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP).  “Este evento é resultado da parceria firmada entre as duas instituições de ensino há mais de um ano e o objetivo principal é debater o tripé Inovação, Sustentabilidade e Governança a partir da interação entre Academia e setor produtivo”, destaca o professor da UEA e vice-presidente da Comissão Organizadora, Dr. Paulo César Araújo.

A estimativa de público é de aproximadamente 300 congressistas, entre os quais, pesquisadores, estudantes, representantes do setor produtivo, de órgãos governamentais, entre outros. Interessados em participar já podem realizar inscrição pelo site https://amasconference.com/.

A cerimônia de abertura e Palestra Magna ocorrerá no dia 29 de agosto, das 18h30 às 19h30. Na programação, estão previstas ainda plenárias com pesquisadores internacionais; painéis para debater os temas Governança&Sustentabilidade e Empreendedorismo&Inovação; bem como apresentações orais de artigos selecionados e Oficinas Metodológicas sobre Softwares Analíticos e Estratégias Metodológicas.

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Segundo o presidente da Comissão Organizadora e professor titular da FEA/USP, Dr. Roberto Sbragia, a Amazônia é um habitat que possui extraordinária biodiversidade, ampla dimensão geográfica e conta com população em todos os países por ela abrangidos de mais de 30 milhões de habitantes, sendo assim, o AMAS será um evento focado na busca de alternativas em Inovação, especialmente tecnológica e social; Sustentabilidade e Governança abrangendo inclusive a questão de políticas públicas.

Conforme o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, ao longo dos últimos anos, a Fundação tem atuado fortemente na formação de capital intelectual, no fomento a empresas e no fortalecimento da infraestrutura de inovação do Estado e, por outro lado, Manaus conta com um dos mais importantes polos fabris da América Latina, constituído por empresas nacionais e multinacionais, oriundas de diversos países, entre os quais, Japão, China e França, além de contar com diversas organizações não-governamentais que não necessariamente produzem bens ou serviços. “Nesse sentido, o AMAS proporcionará uma importante troca de experiência entre a Academia e todos esses atores no sentido de fortalecer as ações de integração para o desenvolvimento da inovação, da sustentabilidade e da governança”, salientou.

Submissão de artigos e visitas técnicas

Professores, pesquisadores, especialistas e estudantes também podem submeter artigos ao Congresso. Para isso, as inscrições estarão disponíveis a partir do próximo mês. Os artigos podem estar relacionados tanto aos temas centrais do Congresso, como a áreas correlatas.

As propostas deverão ser submetidas mediante resumo, o qual deve conter itens como, por exemplo, tipo de contribuição, finalidade e resultados, a ser disponibilizado no sistema de submissão. Uma comissão científica formada por representantes do corpo docente da USP e UEA ficará responsável pela avaliação dos artigos que poderão, inclusive, ser publicados em revistas renomadas da área de Administração. A escolha dos artigos a serem publicados será feita com base na linha editorial de cada periódico e na adequação temática e estrutural dos textos.

Também serão realizadas Visitas Técnicas às seguintes empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM): Moto Honda, Samsung e Pharmakos. Serão disponibilizadas 90 vagas – 30 para cada uma das empresas. A escolha dos locais a serem visitados ocorrerá durante a inscrição. O preenchimento das vagas seguirá a ordem de inscrição dos congressistas.

O Amazonian Management Symposium conta com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além do apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Programa de Pós-graduação em Administração da FEA/USP, Fundação Instituto de Administração (FIA Business School), Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e Associação Latino-Iberoamericana de Gestão Tecnológica (Altec).

 

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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