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Programa concede bolsas de mestrado e doutorado para fora do Amazonas

Programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A submissão de propostas pode se feita até o dia 24 de maio 

Investir na formação de recursos humanos em áreas estratégicas nas quais o Amazonas ainda não possui programas de pós-graduação em nível de mestrado ou doutorado é objetivo do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-Capes/Fapeam) lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para participar é preciso residir no Amazonas, há no mínimo quatro anos, e estar matriculado em curso de pós-graduação Stricto Sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação. Além de não ter recebido bolsa da Fapeam ou de outra agência de fomento para estudos no mesmo nível.

A submissão de proposta para concorrer à bolsa pode ser feita até o dia 24 de maio. Ao todo, o programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A previsão é que o resultado seja divulgado no mês de junho e a implementação das bolsas no mês de agosto deste ano.

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 A bolsa de mestrado corresponde ao valor de R$1,5 mil, com o prazo estipulado de, no máximo, 24 meses.  Para doutorado o valor sobe para R$ 2,2 mil, com vigência por, no máximo, 48 meses. As duas modalidades de bolsas serão pagas a partir do mês de implementação.

Conforme especificado no edital, não serão concedidas bolsas referentes aos meses já cursados anteriormente ao mês da implementação.

 Submissão de Proposta

 As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br.

 Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário on line, a submissão da proposta requer a apresentação da documentação complementar a ser anexada ao sistema SIGFapeam, como detalhado no edital.

 Não serão aceitas propostas que não foram submetidas via internet. Após o prazo final para recebimento das propostas, nenhuma proposta nova será recebida, examinada e julgada.

Para acessar o edital Clique Aqui

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Projetos tecnológicos financiados pela Fapeam conquistam mercado

Cases com resultados expressivos foram apresentados durante o Seminário de Avaliação dos Resultados Finais do Programa, que encerrou nesta quarta

Na contramão do cenário econômico que ainda sofre com a instabilidade, projetos tecnológicos financiados pelo Programa Sinapse da Inovação, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, estão conquistando espaço no mercado. Cases com resultados expressivos foram apresentados durante o Seminário de Avaliação dos Resultados Finais do Programa, que encerrou na tarde desta quarta-feira (18).

Um deles é o projeto da empresa Trit, que desenvolveu o E-tickets – um sistema de acesso a dados disponíveis na internet por meio de um dispositivo em formato de cartão, baseado na tecnologia NFC (da sigla Near Field Comunication). Segundo o proprietário da empresa, Vandermi Silva, o sistema pode ser aplicado em diversas áreas, como educação, comércio, indústria, com o objetivo de organizar informações e gerar relatórios para nortear processos de decisão.

 “Um empresário do ramo de restaurantes, por exemplo, pode acessar o sistema para saber sobre a venda de refeições naquele determinado dia ou então, alguém do ramo de hotelaria pode dispor a qualquer momento de dados sobre hospedagem”, esclareceu o empresário. O diferencial do projeto está no fato de que a inteligência do sistema está na nuvem (internet), além disso, a natureza dos dados coletados, bem como as características visuais são adaptáveis ao cliente. Sem contar que “qualquer aparelho de celular que tenha a tecnologia NFC pode ser utilizado”.

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Vandermi Silva desenvolveu o aplicativo para as áreas de educação, comércio e indústrias para organizar informações e gerar relatórios, para auxiliar nos processos de decisões

 

No momento, está sendo trabalho no protótipo do case com carregador de celular integrado, uma vez que haverá situações em que será usado o carregador com bateria a cabo, entretanto, mesmo antes da finalização do projeto, o produto já foi adquirido por dois clientes: um do ramo alimentício e outro do de hotelaria. De acordo com o empresário, as perspectivas são extremamente positivas e o resultado alcançado até então, só foi possível graças ao recurso oriundo da Fapeam.  “Como a empresa estava começando, a verba da Fapeam foi importantíssima porque por meio dela, foi possível custear toda a mão de obra para desenvolver o produto”, ressaltou.

Outro projeto que já conquistou clientes no mercado – antes mesmo de seu lançamento – é o app Trocados. A plataforma permite o repasse de troco para o consumidor por meio do celular, podendo acumular, transferir para uma conta bancária e inclusive, recarga de crédito no telefone.

O lançamento do “Trocados”  está previsto para acontecer até o mês de maio. Assim como o E-tickets, o app já é uma realidade no mercado. Uma loja de varejo e vários supermercados, incluindo grandes redes do ramo, já estão utilizando o aplicativo.   A considerar a rede de networking dos idealizadores do aplicativo, as parcerias devem ser ampliadas em breve. “Devemos lançar uma versão para o Uber”,  adiantou o membro da equipe de Marketing do projeto, Bruno Nogueira, ressaltando que estão em busca de novos investimentos para lançar novas versões do app. Ele destacou sobremaneira a importância dos recursos oriundos do Sinapse para a concretização do projeto. “Hoje, somos conhecidos nacionalmente e temos muito orgulho disso. Se não fosse a Fapeam, não teríamos conseguido tirar essa ideia do papel e existir no mercado”, salientou.

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Bruno Nogueira, do aplicativo ‘Trocados’, disse que o Sinapse fez o serviço ficar conhecido nacionalmente, motivo de orgulho e satisfação para a equipe

Em fase de validação, projeto já desperta interesse

O Aplicativo Mobile SAE, que tem por objetivo a sistematização de dados referentes à assistência na área de Enfermagem, está em fase de validação, mas já conta com dois empreendimentos hospitalares interessados. Com o app, será possível planejar todo o processo de enfermagem composto por histórico, diagnóstico, planejamento e intervenções para padronizar as informações, garantir mais segurança e excelência na prestação do serviço aos pacientes, além de agilizar o próprio atendimento.

As fases anteriores do projeto consistiram do desenvolvimento da parte web, com definição de campos de preenchimento de dados e informações de gestão, e implementação do sistema em plataforma mobile. Um protótipo de integração foi criado e aplicado experimentalmente em hospitais.

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Jander Cavalcanti falou que a Fapeam ajudou a concretizar o projeto e novos recursos serão inseridos no app

De acordo com o CEO da empresa responsável pelo desenvolvimento do aplicativo, Jander Cavalcanti, o SAE também já foi apresentado em diversos eventos locais e nacionais da área de inovação, despertando a atenção e interesse de potenciais parceiros, bem como chegou a conquistar prêmio de inovação concedido pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA).  Ele comenta ainda que novos recursos devem ser inseridos no aplicativo baseado  na tecnologia da Inteligência Artificial a fim de contribuir com a identificação de pandemias, tanto viral quanto bacteriológica e faz questão de destacar a importância do financiamento da Fapeam para a concretização do projeto.

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Fapeam divulga selecionados na segunda chamada do Parev

As propostas concorreram nas modalidades Internacional, Nacional e Regional

Vinte propostas de eventos, previstos para serem realizados no segundo semestre deste ano, foram aprovadas na 2ª Chamada do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev). O resultado refere-se ao Edital n° 005/2017.

A lista dos contemplados nesta chamada está disponível na página eletrônica da Fapeam. O programa é uma iniciativa do Governo do Estado por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Esta- do Amazonas (Fapeam).

As propostas concorreram nas modalidades Internacional, Nacional e Regional. Na primeira modalidade, foram contempladas sete propostas; na segunda, seis e na modalidade Regional, um total de sete. Entre os eventos inéditos contemplados, destaque para o I Congresso Internacional sobre Povos Indígenas em Fronteiras Amazônicas; o I Workshop de Modelagem do Balanço de Energia da Superfície por Sensoriamento Remoto na Amazônia; e o I Seminário Nacional de Pesquisa Clínica em Animais Peçonhentos.

Para esta segunda chamada, foi disponibilizado um montante de R$ 750 mil – valor superior ao da primeira: de R$ 450 mil. O auxílio-pesquisa disponibilizado para as propostas de eventos na modalidade Internacional poderia atingir R$ 100 mil; na modalidade Nacional, R$ 50 mil e na Regional, o auxílio-pesquisa concedido poderia alcançar R$ 25 mil.

O PAREV visa divulgar resultados de pesquisas científicas que contribuíram à promoção do intercâmbio científico e tecnológico. Esta chamada é voltada ao apoio de eventos nos âmbitos da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), como por exemplo, congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho. Os mesmos devem ser realizados no período de julho a dezembro deste ano.

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Projetos inovadores desenvolvidos no Amazonas são apresentados em seminário

Um sistema de quarentena de peixes ornamentais associado com plantas aquáticas e um projeto que usa atmosfera modificada para prolongar vida útil de alimentos foram apresentados na manhã desta terça-feira (17), durante o Seminário de Avaliação dos Resultados Finais do Programa Sinapse da Inovação. O evento realizado na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no bairro Flores, segue até quarta-feira (18), a partir de 8h30.

Os projetos desenvolvidos contam com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Fundação Centros de Referências em Tecnologias Inovadoras (Certi). Lançado em 2015, o Sinapse da Inovação teve como objetivo transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso, além de fortalecer o empreendedorismo, cenário inovador e econômico no Amazonas.

Com o projeto 100% concluído, o doutor em Biologia Aquática e Pesca Interior, Michel Fabiano Catarino, apresentou o projeto “Aquaponia Neles! Quarentena de Peixes Ornamentais Amazônicos Associados a Plantas Aquáticas”. O sistema desenvolvido por ele dentro do programa é um modelo de quarentena,  onde os recintos em que os peixes permanecem, após o transporte e antes de serem exportados, ficam associados com tanques contendo plantas aquáticas.

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Michel Fabiano Catarino, apresentou o projeto “Aquaponia Neles! Quarentena de Peixes Ornamentais Amazônicos Associados a Plantas Aquáticas”

 

Catarino disse que as plantas absorvem elementos químicos dissolvidos na água, provenientes dos  excretas dos peixes confinados no sistema de quarentena e de excesso de alimentos, utilizando-os como nutrientes para seu crescimento, o que permite a diminuição da quantidade de Amônia no sistema. Com isso é possível melhorar a qualidade da água, com reflexos positivos na saúde dos peixes, garantindo à comercialização de peixes ornamentais amazônicos com a qualidade sanitária requerida pelo mercado mundial.

Durante o projeto foi possível desenvolver o sistema, capacitar a equipe, realizar experimentos e fortalecer a rede de fornecedores.

Intitulado o “Preparo de pratos prontos para o consumo à base de pescado embalado sob atmosfera modificada”, o doutor em Aquicultura, Marcondes Gonzaga Júnior, desenvolveu um projeto que pretende prolongar a vida útil de alimentos em até 45 dias e, ainda, potencializar a venda de produtos oriundos da pesca dos rios e lagos da Amazônia.

A inovação visa à diversificação da oferta de produtos pesqueiros, por meio do lançamento do uso de embalagens  com atmosfera modificada, aumentando a vida útil (tempo) destes produtos nas prateleiras.

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Marcondes Gonzaga Júnior apresentou o projeto “Preparo de pratos prontos para o consumo à base de pescado embalado sob atmosfera modificada”

 

A tecnologia consiste no processo de embalamento de pescados minimamente processados, que seriam os pratos prontos, aliado a uma atmosfera otimizada de gases.

“Esses gases vão controlar as ações microbiológicas, físicas e químicas do determinado produto prolongando a vida útil dele por até 45 dias. Já apresentamos o produto para diversos clientes e estabelecemos algumas parcerias de comercialização”, destacou o empreendedor.

Seminário

Durante a abertura do evento, o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que um dos grandes desafios é a busca por soluções inovadoras que impulsionem a economia do Estado. Ele destacou que o Sinapse da Inovação foi um passo importante e que a proposta é que essas ações se transformem em benefícios para população do Amazonas.

“O que esperamos a partir da primeira versão do programa que foi realizada, fruto de um projeto piloto com a Certi, é que outras ações como esta possam acontecer. Queremos que as empresas dessa edição possam contar o seu sucesso e a experiência em relação o Sinapse na próxima edição. Sabemos que o investimento de R$50 mil, para cada projeto, não é capaz de alavancar uma empresa, mas tem como função principal mostrar para cada um dos empreendedores que apesar do caminho não ser fácil, ele é possível”, contou.

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Diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que um dos grandes desafios é a busca por soluções inovadoras que impulsionem a economia do Estado

Reis parabenizou os coordenadores e enfatizou ainda que o Estado tem condições plenas de sair de um estágio que a economia depende, quase exclusivamente, dos incentivos da Zona Franca de Manaus para uma economia mais sustentável por meio das riquezas do Estado.

“Temos algo que nos diferencia de qualquer outro lugar do planeta: a marca Amazônia. Precisamos aprender a trabalhar essa marca em benefício dos negócios que acontecem no Estado e do que podem trazer para economia local e benefício à população”, pontuou.

Segundo o diretor do Certi Amazônia, Marco Giágio, um novo edital está sendo viabilizado com previsão de ser lançado ainda este ano. A negociação da nova edição já dura um ano e vem sendo feita com apoio Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) no contexto de financiamento pelo incentivo da Lei de Informática.

“Estão em avaliação final da nossa proposta e estamos confiantes que eles vão aprovar esse novo desenho de financiamento. Uma vez aprovado vamos poder buscar junto às empresas do Polo Industrial de Manaus, que tem a obrigação da Lei de Informática, o financiamento para fazer a segunda edição do Sinapse da Inovação. Entendemos que o programa tem que ser uma engrenagem que, frequentemente, ajuda a rodar o ecossistema de inovação”, detalhou.

Serviço

Seminário de Avaliação Final do Sinapse da Inovação

Data: 17 e 18 de abril

Horário:   8h30 às 12h  e 14h às 17h

Local: Fapeam –  Rua Sobradinho, N°100 – Flores

 

 

 

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Resultados de projetos inovadores serão apresentados em seminário de avaliação

Programa incentiva o empreendedorismo e fortalece o ecossistema de inovação no Amazonas

Os resultados de 28 projetos inovadores desenvolvidos no âmbito do Sinapse da Inovação serão apresentados nos dias 17 e 18 de abril, a partir de 8h30, durante o Seminário de Avaliação Final do Programa.  O evento será realizado no salão Tauató, na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no bairro Flores.

O programa é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Fundação Centro de Referência em Tecnologia Inovadoras (Fundação Certi), para incentivar o empreendedorismo inovador por meio de treinamentos, orientações e acompanhamentos a cada empresa selecionada no  Sinapse da Inovação.

Lançado em 2015, o programa  contou com um investimento de mais de R$ 1 milhão. Mais de mil propostas foram submetidas no Sinapse da Inovação. Desse total, 150 foram classificadas e 40 aprovadas, sendo que 28 empresas assinaram contratos com o programa.

 Projetos

Um dos projetos que serão apresentados no evento é o  Park Web, o sistema  ajuda  motoristas a encontrarem estacionamentos próximos ao seu local de destino, com vaga disponível em tempo real por meio do site ou do aplicativo.

A ferramenta é capaz de gerenciar a entrada e saída de veículos nos estacionamentos onde estiver instalado e disponibilizará, em tempo real, um mapa com todas as vagas disponíveis.

“Com isso, o usuário tem a possibilidade de encontrar uma vaga próximo do local desejado sem precisar ficar procurando estacionamento ou deixar o veículo na rua, correndo até mesmo o risco de ser multado”, afirma o empreendedor Maridilson Ribeiro.

Outro projeto que foi desenvolvido com apoio da Fapeam é o  “Trocados”, o aplicativo permite receber o troco por meio do celular. A tecnologia foi desenvolvida com objetivo de facilitar a rotina dos comerciantes e clientes do Amazonas. A plataforma permite que os consumidores possam receber “os trocados” quando o operador de caixa não tiver o valor disponível, principalmente as moedas.

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Aplicativo “Trocados” permite receber o troco por meio do celular. O projeto conta com apoio da Fapeam

Segundo o coordenador do projeto, Silvestre Paiva, um cenário comum nas lojas é a falta de troco, principalmente, quando se trata de moedas. Sentindo na pele essa dificuldade, ele em parceria com amigos apostaram nessa ideia de desenvolver um produto que facilitasse a vida do consumidor e do comerciante ao mesmo tempo.

“Criamos uma plataforma que permite o comércio passar o troco para o consumidor apenas com o número do celular. Assim, o cliente receberá o valor, imediatamente, por meio, do aplicativo, podendo acumular, transferir para uma conta bancária ou até colocar recarga de crédito no telefone, se houver saldo suficiente. É importante ressaltar que no primeiro momento o consumidor para receber o valor pelos “Trocados”  não precisará  ter o aplicativo instalado no aparelho. A partir do momento que a empresa pede o número do celular do cliente, ele já recebe uma mensagem informando, por exemplo, que “o mercadinho da dona Maria acabou de transferir R$0,50, para visualizar, consultar e usar seu troco baixe o aplicativo”. Nesse momento a pessoa poderá fazer o download do aplicativo e realizar o cadastro, assim o valor estará disponível na sua conta”, explica Paiva.

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No total, 28 projetos inovadores irão apresentar seus resultados durante o Seminário de Avaliação Final

Serviço

Seminário de Avaliação Final do Sinapse da Inovação

Data: 17 e 18 de abril

Horário:   8h30 às 12h  e 14h às 17h

Local: Fapeam –  Rua Sobradinho, N°100 – Flores

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

Fotos- Érico Xavier

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GT jurídico das FAPs participa de encontro sobre Marco de CT&I

Reunião abordou os diferentes cenários ao qual se encontram as entidades diante da regulamentação do Marco CT&I Lei N°13.243/2016

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) sediou o encontro  entre as entidades jurídicas do Brasil, representadas pelos procuradores das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), do País. A reunião ocorreu na última quinta-feira (12) e nesta sexta-feira (13) e buscou discutir os diferentes cenários ao qual se encontram as entidades diante da regulamentação do Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação Lei N°13.243/2016.

O momento também foi para trocar ideias e experiências para subsidiar ações futuras na construção e implantação da norma jurídica, de maneira que seja fluída a relação entre o decreto e o desenvolvimento da CT&I nos Estados da federação.

“Estamos vivendo um marco importante diante da regulamentação, pois estamos desobstruindo algumas amarras legislativas, que impediam o desenvolvimento científico do Brasil. Esse entendimento jurídico uniforme torna-se essencial para projetar um cenário sistêmico de atuação”, pontua o diretor de CT&I da Fapemig, Paulo Beirão.

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Entidades jurídicas do Brasil, representadas pelos procuradores das FAPs, do País

A responsável pela Assessoria Jurídica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Sicy Rusalka Goes de Melo, explicou que o encontro reuniu o Grupo de Trabalho (GT) jurídico das Fundações acerca das mudanças trazidas a partir do Marco Legal de C,T&I e abordou também  sobre a prestação de contas.

Segundo Sicy durante o encontro também  foi discutido sobre a utilização das fundações de apoio como auxílio aos pesquisadores no que tange a gestão dos recursos a serem repassados pelas Faps. Outro ponto levantado  é o que pode ser permitido ao pesquisador de dedicação exclusiva à pesquisa. Além da necessidade de regulamentar a norma em âmbito estadual.

“O encontro é importante para o aperfeiçoamento do corpo jurídico das Fundações de Amparo à Pesquisa devido à constante mudança no arcabouço legal. A reunião do GT jurídico é fundamental à consolidação do entendimento que sirva como bússola para orientar o jurídico das FAPs no que tange ao Marco Legal da Ciência e Tecnologia”, disse.

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Fonte: Fapemig e Fapeam

Fotos- Divulgação

 

 

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Obra “Tambor dos Pretos” será lançada pelo antropólogo amazonense João Siqueira no próximo dia 19

A obra é resultado de pesquisa de Doutorado do autor, que contou com recursos da Fapeam

Narrar e refletir sobre a história dos quilombos no Brasil não é algo comum, principalmente, em se tratando das comunidades instaladas na Amazônia, mesmo com toda a sua representatividade sociocultural, étnica e econômica para o País. Porém, novas publicações estão surgindo com o intuito de dar vez e voz à história dessas comunidades. Uma delas é o livro “Tambor dos pretos: processos sociais e diferenciação étnica no rio Jaú, Amazonas”. A obra é de autoria do antropólogo amazonense João Siqueira e será lançada no próximo dia 19 de abril, no Rio de Janeiro. A publicação é da editora da Universidade Federal Fluminense.

Resultado da pesquisa de Doutorado do autor, defendida em 2012, o livro apresenta uma ampla re­flexão sobre a formação de unidades sociopolíticas identificadas com o quilombo do Tambor e ainda, sobre o caso da Associação Quilombola de São Raimundo do Pirativa, no Amapá. Nesse cenário, a obra traz a trajetória dos principais responsáveis pelo estabelecimento do Quilombo do Tambor: José Maria dos Santos e sua esposa, Otília Maurícia dos Santos. Foram eles os desbravadores do lugar, que se tornou mais tarde locus de organização e de resistência de seus descendentes.

“Consta que, após a chegada da família, esse lugar se tornou um ponto de referência para os moradores do rio Jaú. Em decorrência do desenvolvimento do grupo doméstico, foi escolhido um novo lugar, oito quilômetros rio abaixo do Tambor Velho, também à margem esquerda, para construir a atual comunidade do Tambor”, explica Siqueira.

Antropólogo João Siqueira

Livro é resultado da pesquisa de doutorado do autor, defendida em 2012, que contou com apoio da Fapeam

 

Em meio à narrativa da trajetória desse povo quilombola, o autor chama a atenção para os mecanismos de vigilância e de repressão adotados pelo Poder Público com o objetivo de expulsar os moradores do Quilombo do Tambor de suas áreas tradicionais de ocupação. Essas tentativas se deram num contexto da exploração extrativista e do funcionamento de empreendimentos seringalistas na região do Jaú.

O livro também aborda sobre a percepção do domínio exercido por essas famílias na localidade ao ponto das pessoas de fora da comunidade passarem a designar o local, com base num viés racial, indicativo também de uma classi­ficação social, utilizando termos como “rio dos pretos”, “rio da pretalhada”, “pretos do Paunini” e “Tambor dos pretos”.

Esta é a terceira obra de João Siqueira. Ele já publicou, em 2016, o livro “Uma doença, diversos olhares: representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus” e também uma obra acerca dos trabalhadores rurais no Tarumã-Mirim em parceria com outros autores. O autor destaca o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) na etapa de elaboração da pesquisa. “Quero  fazer o devido agradecimento à Fapeam pelo apoio recebido. Vale destacar que, por meio de seus programas e bolsas, esta Instituição tem apoiado os pesquisadores e contribuído  ativamente para o desenvolvimento da pesquisa no Estado do Amazonas”, disse o antropólogo.

Sobre o autor – Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), João Siqueira possui mestrado interinstitucional em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia – programa resultante de parceria entre a Ufam, a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e é doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense-UFF.

Ele trabalhou como professor na UFAM no período de 2000 a 2002, em seguida, atuou como pesquisador da área de Antropologia na Fundação Estadual de Política Indigenista (Fepi-AM). A partir de 2004, Siqueira passou a integrar o corpo docente na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), onde permaneceu até meados de 2011. Em 2006, o autor ingressou no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e atualmente, está vinculado à Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário do Amazonas (DFDA), atuando como antropólogo e analista em desenvolvimento e reforma agrária.

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Pesquisa analisou encontro entre Amazônia e o pensamento marxista brasileiro

Estudo será apresentado ao público na Ufam, na próxima segunda-feira (9), às 14h

Analisar o encontro entre a Amazônia e o pensamento marxista brasileiro foi objetivo de um estudo desenvolvido pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Souza Santos. A pesquisa é fruto da tese de doutorado dele e será apresentada ao público na próxima segunda-feira (9), às 14h, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais (ICHL), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Intitulado “Entre o Mágico e o Cruel: a Amazônia no Pensamento Marxista Brasileiro” a pesquisa contou com apoio do Governo do Amazonas, via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, Santos disse que o estudo partiu das seguintes hipóteses: a Amazônia não é o relicário de um passado remoto, mas é presente, intimamente ligada que está às formas de acumulação capitalista. E mais que uma espacialidade geográfica particular, ela se constitui para as ciências sociais, para o marxismo brasileiro, num potente elemento de explicação heurística, que nos ajuda a refletir melhor sobre o sentido de nossa época.

“A possível contribuição desta pesquisa para a sociedade, reside no debate que faz entre os nexos do local/regional com a nação e o mundo. Os projetos de desenvolvimento à nação e a região devem estar submetidos a uma lógica que faça a ruptura com dualismos como centro e periferia, que só reificam as desigualdades. O desenvolvimento da região se baseia no padrão que rompe  modelos, que a destinam como um lugar de acumulação primitiva de capital em favor do capital industrial e financeiro, como até aqui tem se dado”, pontuou.

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Pesquisa contou com apoio da Fapeam e foi realizada pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Santos

Segundo Santos, a linha da pesquisa é do pensamento social e de teoria sociológica.  Na era dos discursos científicos assépticos, ou de críticas radicais que não ultrapassam os umbrais das formas estetizadas de enunciação, próprias do império dos termos acompanhados pelo prefixo pós (pós-moderno, pós-estruturalismo, pós-marxismo, pós- colonialismo).

“Este é um trabalho que se envolve com uma página da sociologia brasileira, particularmente da Escola Sociológica Paulista, que pretende retirar da quietude, do silêncio, seus nexos com a tradição marxista e os desdobramentos destes no encontro dessa escola e dessa tradição intelectual com a Amazônia”, explicou.

Entre os resultados da pesquisa ele destaca a contribuição teórica para uma apreensão da Amazônia como artefato sócio-histórico-cultural.  Trazer para o âmbito da teoria sociológica o encontro que remonta ao século XIX, atravessa o século e chega até o presente, do marxismo com a região Amazônica.

“Conexo ao item anterior, esta pesquisa pôde demonstrar que Karl Marx, em sua obra fundamental, O Capital, já possui marcas dos trópicos em sua exposição da crítica da economia política. Por fim, derivado da hipótese assinalada antes, a tese pôde demonstrar que, através da Amazônia, é possível uma leitura sociológica da nação e do mundo”, disse.

Metodologia

 Para o estudo foram usados elementos diversos: leitura e análise de livros, capítulos de livros, dos autores centrais à pesquisa. Também foram realizadas entrevistas com os pesquisadores da Amazônia que trazem marcas da influência da Escola Sociológica Paulista. Assim como foi coletado e analisado uma massa documental elativa aos cursos de Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará e Universidade Federal do Amazonas que informavam sobre o processo de formação dos pesquisadores destas universidades e o contexto de institucionalização dos referidos cursos.

“Os autores analisados são aqueles da chamada Escola Sociológica Paulista e aqueles que, professores-pesquisadores das Universidades Federais do Amazonas e Pará, dialogaram com a referida Escola, a saber: Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, José de Souza Martins, Francisco de Oliveira, Renan Freitas Pinto, Marilene Correa da Silva Freitas, Violeta Refkaleski Loureiro e Alex Fiúza de Melo”, explicou.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado aos profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação.

“O apoio da Fapeam  foi de suma importância para o desenvolvimento desta pesquisa. Compreendo que esta Fundação é estratégica para o desenvolvimento de uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação que efetivamente contribua para que a região tenha melhor destino”, disse.

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Pesquisa analisou encontro entre Amazônia e o pensamento marxista brasileiro

Estudo será apresentado ao público na Ufam, na próxima segunda-feira (9), às 14h

Analisar o encontro entre a Amazônia e o pensamento marxista brasileiro foi objetivo de um estudo desenvolvido pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Souza Santos. A pesquisa é fruto da tese de doutorado dele e será apresentada ao público na próxima segunda-feira (9), às 14h, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais (ICHL), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Intitulado “Entre o Mágico e o Cruel: a Amazônia no Pensamento Marxista Brasileiro” a pesquisa contou com apoio do Governo do Amazonas, via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, Santos disse que o estudo partiu das seguintes hipóteses: a Amazônia não é o relicário de um passado remoto, mas é presente, intimamente ligada que está às formas de acumulação capitalista. E mais que uma espacialidade geográfica particular, ela se constitui para as ciências sociais, para o marxismo brasileiro, num potente elemento de explicação heurística, que nos ajuda a refletir melhor sobre o sentido de nossa época.

“A possível contribuição desta pesquisa para a sociedade, reside no debate que faz entre os nexos do local/regional com a nação e o mundo. Os projetos de desenvolvimento à nação e a região devem estar submetidos a uma lógica que faça a ruptura com dualismos como centro e periferia, que só reificam as desigualdades. O desenvolvimento da região se baseia no padrão que rompe  modelos, que a destinam como um lugar de acumulação primitiva de capital em favor do capital industrial e financeiro, como até aqui tem se dado”, pontuou.

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Pesquisa contou com apoio da Fapeam e foi realizada pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Santos

Segundo Santos, a linha da pesquisa é do pensamento social e de teoria sociológica.  Na era dos discursos científicos assépticos, ou de críticas radicais que não ultrapassam os umbrais das formas estetizadas de enunciação, próprias do império dos termos acompanhados pelo prefixo pós (pós-moderno, pós-estruturalismo, pós-marxismo, pós- colonialismo).

“Este é um trabalho que se envolve com uma página da sociologia brasileira, particularmente da Escola Sociológica Paulista, que pretende retirar da quietude, do silêncio, seus nexos com a tradição marxista e os desdobramentos destes no encontro dessa escola e dessa tradição intelectual com a Amazônia”, explicou.

Entre os resultados da pesquisa ele destaca a contribuição teórica para uma apreensão da Amazônia como artefato sócio-histórico-cultural.  Trazer para o âmbito da teoria sociológica o encontro que remonta ao século XIX, atravessa o século e chega até o presente, do marxismo com a região Amazônica.

“Conexo ao item anterior, esta pesquisa pôde demonstrar que Karl Marx, em sua obra fundamental, O Capital, já possui marcas dos trópicos em sua exposição da crítica da economia política. Por fim, derivado da hipótese assinalada antes, a tese pôde demonstrar que, através da Amazônia, é possível uma leitura sociológica da nação e do mundo”, disse.

Metodologia

 Para o estudo foram usados elementos diversos: leitura e análise de livros, capítulos de livros, dos autores centrais à pesquisa. Também foram realizadas entrevistas com os pesquisadores da Amazônia que trazem marcas da influência da Escola Sociológica Paulista. Assim como foi coletado e analisado uma massa documental elativa aos cursos de Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará e Universidade Federal do Amazonas que informavam sobre o processo de formação dos pesquisadores destas universidades e o contexto de institucionalização dos referidos cursos.

“Os autores analisados são aqueles da chamada Escola Sociológica Paulista e aqueles que, professores-pesquisadores das Universidades Federais do Amazonas e Pará, dialogaram com a referida Escola, a saber: Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, José de Souza Martins, Francisco de Oliveira, Renan Freitas Pinto, Marilene Correa da Silva Freitas, Violeta Refkaleski Loureiro e Alex Fiúza de Melo”, explicou.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado aos profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação.

“O apoio da Fapeam  foi de suma importância para o desenvolvimento desta pesquisa. Compreendo que esta Fundação é estratégica para o desenvolvimento de uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação que efetivamente contribua para que a região tenha melhor destino”, disse.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Inscrições para o Prêmio Newton 2018 estão abertas

Incentivo adicional de 1 milhão de reais será concedido a projetos do Fundo Newton em cada um dos 4 países da América Latina: Brasil, Chile, Colômbia e México

O Governo Britânico, em parceria com o Fundo Newton, abre as inscrições para o Prêmio Newton 2018. Os países contemplados para a chamada são Brasil, Chile, Colômbia e México. São elegíveis beneficiários existentes ou passados de projetos financiados pelo Newton Fund. O prêmio será concedido para a melhor pesquisa ou inovação que promova desenvolvimento econômico, bem-estar social ou que enfrente desafios globais.

O Prêmio Newton reconhece e celebra pesquisas e inovações de excelência financiadas pelo Fundo Newton, desde o seu lançamento em 2014. Ele busca incentivar pesquisadores e inovadores a participarem como parceiros do Reino Unido e a trabalharem para responder aos mais urgentes desafios globais.

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Neste ano, cinco projetos serão contemplados, pelo menos um prêmio para cada país será concedido, no valor máximo de 200 mil libras, aproximadamente 1 milhão de reais, o qual deve ser usado para avançar ou desenvolver trabalhos existentes no Fundo Newton. A lista de inscrições será analisada por um comitê independente, liderado pelo Sir Venkatraman Ramakrishnan, um dos mais ilustres cientistas britânicos, vencedor do Prêmio Nobel e presidente da Royal Society de Londres.

“A América Latina tem uma riqueza de excelentes pesquisadores trabalhando em colaboração com o Reino Unido para abordar questões diversas como biodiversidade, saúde e observação da Terra através das parcerias do Fundo Newton na região. Como presidente do Comitê do Prêmio, estou ansioso para descobrir mais sobre esses empreendimentos colaborativos”, afirmou o cientista.

As inscrições, em inglês, são feitas pelo site até o dia 25 de maio de 2018:

http://www.newtonfund.ac.uk/newtonprize/

 

Fonte: Confap

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