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Com apoio da Fapeam, Inpa inaugura revitalização do Centro de Aquicultura

Centro contribui para o fortalecimento da pesquisa e na capacitação de recursos humanos na área de aquicultura

O Centro de Aquicultura do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), no Campus III, Morada do Sol, zona centro-sul, passou pelo processo de revitalização e foi reinaugurado na manhã desta quinta-feira (21).  O local contará a partir de agora com dois novos espaços: fábrica de ração de peixes e sala de aula para contribuir no fortalecimento da pesquisa e na capacitação de recursos humanos na área de Aquicultura.

 O Centro  conta com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) no âmbito do Pró-Equipamentos, que destina recursos para aquisição de equipamentos voltados para compor a estrutura de pesquisa dos programas de pós-graduação recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

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Centro irá fortalecer a pesquisa e a capacitação de recursos humanos na área de aquicultura

Durante a cerimônia, o diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, disse que o governador Amazonino Mendes definiu a Piscicultura como uma das atividades prioritárias para o desenvolvimento e geração de emprego e renda no Estado.  Segundo ele, para desenvolver o setor de Aquicultura no Amazonas é necessário conhecimento e tecnologia. Nesse cenário, o Inpa está sendo renovado com um centro de geração de conhecimento, principalmente, na nutrição de peixes, produção e testes de ração.

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Diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, disse que para desenvolver o setor de Aquicultura no Amazonas é necessário conhecimento e tecnologia

“A Fapeam participou da renovação desse processo, temos certeza que o Centro de Aquicultura será um local de formação técnica e desenvolvedor do conhecimento para que possamos alavancar a Piscicultura no Estado, e assim colocar o Amazonas para competir com nossos vizinhos que hoje são: Rondônia e Roraima, responsáveis pelo abastecimento de grande parte do nosso mercado”, disse Barcelos.

 As obras são fruto do Projeto “Implantação de Unidades Demonstrativas Agroflorestais na Amazônia (IUDAA)”, subprojeto Aquicultura, coordenado pela Dra. Elizabeth Gusmão.

 Líder do Grupo de Pesquisa Aquicultura na Amazônia Ocidental, Gusmão, explicou que o Centro de Aquicultura conta com uma infraestrutura moderna e adequada para uma fábrica de ração com capacidade para produzir até 400 kg de ração por hora.

 “O mais interessante da revitalização é o de poder produzir algumas rações que antes tínhamos algumas dificuldades, para  atender as diferentes fases de desenvolvimento dos peixes, com os quais  trabalhamos dentro da Aquicultura que são: tambaqui, matrinxã e pirarucu”, detalhou.

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Sala de aula será usada para minicursos voltados a produtores rurais, técnicos e outros profissionais ligados a instituições estaduais

 Gusmão destacou ainda que o complexo contribui para o fortalecimento da pesquisa e na capacitação de recursos humanos na área de Aquicultura.

 “Por meio do apoio da Fapeam, estamos fazendo uma manutenção na extrusora, um equipamento que produz a fabricação da ração, o que  proporcionará uma grande melhoria na qualidade das nossas rações experimentais e também para que nossos técnicos possam trabalhar em condições adequadas. Dentro dessa revitalização, temos a construção de uma sala de aula, que será usada para minicursos voltados a produtores rurais, técnicos e outros profissionais ligados a instituições estaduais que atuam na capital e interior”,  destacou.

A titular da Coordenação de Tecnologia Social do Inpa, Dra. Denise Gutierrez, destacou que o foco do centro também está relacionado à inclusão social.

“A ciência tem que produzir conteúdo relevante e esse espaço tem uma estrutura maravilhosa para trazermos um ator social que não costuma transitar nesse espaço que é o produtor rural. É a oportunidade dos pesquisadores serem chamados a essa responsabilidade social que é a capacitação, distribuição de folders e cartilhas com uma linguagem compreensível para qualquer pessoa da sociedade, que não tem conhecimento técnico, mas que precisa produzir no campo”, disse.

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Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico será entregue nesta quarta-feira

Cerimônia de entrega será dia 20 de junho na Samsung Ocean Center, no Parque Dez

A cerimônia de entrega do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico ocorrerá nesta quarta-feira (20), às 18h, na Samsung Ocean Center, Parque Dez, zona Centro-Sul em Manaus.  Em sua oitava edição, o prêmio busca incentivar a prática do jornalismo científico no Amazonas, premiando trabalhos jornalísticos que tenham contribuído com a divulgação da ciência nos meios de comunicação do Estado.

Os profissionais indicados concorrem na modalidade Comunicação Midiática que contempla as seguintes categorias: impresso-jornal/revista, audiovisual – reportagem ou videorreportagem, internet e fotojornalismo.

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Os trabalhos jornalísticos, submetidos ao edital do prêmio, foram avaliados por uma comissão julgadora formada pela Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas (SJP/AM) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Para o diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, a imprensa é uma grande aliada no processo de levar os resultados e benefícios das pesquisas científicas até a sociedade. Por isso, o Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico surge como uma ação para incentivar ainda mais, os profissionais da área de comunicação, a produzirem materiais que contribuam para divulgação de assuntos relacionados à CT&I.

“À medida que os profissionais de comunicação ficam familiarizados com a CT&I desperta neles a prática do jornalismo científico e a cultura da popularização da ciência no Amazonas”, disse.

Confira a lista dos indicados ao Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico

INDICADOS

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Seminário de Entomologia e Acarologia Agrícola é realizado em Manaus

Evento  conta  com apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas

Começou nesta terça-feira (19) e segue até o dia 21 de junho o II Seminário de Entomologia e Acarologia Agrícola na Amazônia (II Seama), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Coordenado pelo Prof. Dr. Neliton Marques da Silva, o evento tem objetivo de promover uma ampla discussão sobre temas relacionados à entomologia agrícola na Amazônia, frente ao desafio de contribuir para um modelo de agricultura pautada nos princípios da sustentabilidade. Além do intercâmbio técnico-científico entre pesquisadores, instituições e empresas envolvidas com atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica, nesta importante área do conhecimento científico.

O II Seama contará com a participação de 21 pesquisadores de outros Estados, com a apresentação de painéis e palestras. Na programação está previsto também o lançamento do livro, na versão e-book, intitulado “Pragas Agrícolas e Florestais na Amazônia”.

A expectativa é que os participantes do seminário possam trocar informações e experiências, construir e encaminhar propostas que resultarão em projetos integrados de natureza interdisciplinar e interinstitucional, além de formação e diversificação de redes integradas de pesquisas em entomologia agrícola e florestal com foco no bioma Amazônia.

Na quinta-feira (21) será realizada uma sessão plenária, para apresentação dos principais resultados e encaminhamentos das propostas, objetivando a formação e fortalecimento de redes de pesquisas para fins de implementação dos projetos.

CARTAZ A3 II SEAMA

Apoio Fapeam

O II Seama conta com recursos financeiros do Governo do Amazonas por meio da Fapeam via o Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV). A proposta para realização do evento foi contemplada na primeira chamada do edital N°005/2017.

O programa contou com investimento da ordem de R$1,2 milhão para apoiar, em duas chamadas públicas, a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas.

Segundo o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, o PAREV é um programa fundamental na realização de eventos no Amazonas, que permite a disseminação do conhecimento e o intercâmbio de pessoas, possibilitando pesquisadores de outras localidades conhecerem a Amazônia e as pesquisas realizadas no âmbito da Ciência, Tecnologia e Inovação.

“O PAREV é um programa que permite a qualificação dos nossos alunos em todos os níveis e também na sua preparação da vida profissional. O objetivo da Fapeam é permanecer investindo em ações como esta para atrair mais eventos científicos para o Amazonas”, destacou.

PAREV

O PAREV apoia a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação como: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, com objetivo de divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

Programação II Seama

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Resultado das propostas enquadradas no Programa de Apoio à Empresas Juniores

Esta etapa consiste na análise do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital Nº 008/2018

No total, 14 propostas foram aprovadas na etapa de enquadramento do Programa de Apoio à Empresas Juniores, edital Nº 008/2018, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Lançado no mês de abril, o programa conta com investimento na ordem de R$220 mil, para selecionar projetos de apoio a Empresas Juniores (EJs) sediadas no estado do Amazonas, visando à ampliação e o aprimoramento das atividades desenvolvidas por essas empresas, a fim de promover o aumento das atividades de inovação e o desenvolvimento econômico e social do Estado.

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As propostas enquadradas passarão pela análise de mérito. O resultado dos projetos aprovados no programa será publicado ainda no mês de junho.

Resultado da Etapa de Enquadramento

 

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Resultado das propostas enquadradas no Programa de Apoio à Empresas Juniores

Esta etapa consiste na análise do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital Nº 008/2018

No total, 14 propostas foram aprovadas na etapa de enquadramento do Programa de Apoio à Empresas Juniores, edital Nº 008/2018, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Lançado no mês de abril, o programa conta com investimento na ordem de R$220 mil, para selecionar projetos de apoio a Empresas Juniores (EJs) sediadas no estado do Amazonas, visando à ampliação e o aprimoramento das atividades desenvolvidas por essas empresas, a fim de promover o aumento das atividades de inovação e o desenvolvimento econômico e social do Estado.

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As propostas enquadradas passarão pela análise de mérito. O resultado dos projetos aprovados no programa será publicado ainda no mês de junho.

Resultado da Etapa de Enquadramento

 

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Pesquisa aponta necessidade de implantação de sistema de monitoramento da qualidade do ar em Manaus

O estudo também contou com o apoio da Fapeam, a qual foi protagonista na assinatura de termo de cooperação, que viabilizou o intercâmbio de pesquisadores

Implantar um sistema para monitoramento da qualidade do ar na área urbana de Manaus. Esta é uma das conclusões a que chegou o doutor em Clima e Ambiente, Adan Medeiros, em sua tese “Efeitos da mudança de combustíveis das usinas termelétricas de Manaus na qualidade do ar”, uma das primeiras voltadas ao estudo desse fator em um ambiente de floresta tropical, no caso específico, a Amazônia.

 A pesquisa foi produzida no âmbito do projeto GoAmazon, resultado de parceria entre universidades e institutos de pesquisa brasileiros, norte-americanos e europeus, cujo objetivo é analisar a influência dos processos de urbanização em Manaus sobre o ecossistema e o clima na Amazônia. O estudo também contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Escola de Engenharia de Ciências e Engenharia de Harvard (Seas-Harvard), as quais foram protagonistas na assinatura do termo de cooperação, que viabilizou o intercâmbio de pesquisadores participantes do projeto.

Medeiros explica que, em razão da chegada do gás natural, oriundo da região de Urucu à Manaus, está havendo mudança gradual da matriz energética nas termoelétricas da capital e foi  justamente esse o motivo que o levou a explorar a área de estudo. Baseada em simulações de cenários de dispersão de gases a partir do uso do modelo conhecido como WRF-Chem, a pesquisa tomou como referência dados sobre fontes fixas e móveis de emissão de compostos químicos poluentes detectados em Manaus.

Localizacao termoeletricas

Localização das termoelétricas

Esse inventário de emissões foi capaz de representar a composição química da atmosfera na região.  “Tínhamos o Cenário A, em que foi considerado o padrão histórico de queima de combustíveis fósseis por parte das termoelétricas de Manaus, com 100 % da energia gerada a partir da queima de diesel e óleo combustível; O Cenário B, em que foi considerado o padrão de 2014, já com a mudança parcial para gás natural, em que cerca de 65% da energia gerada em Manaus ocorreu a partir da queima deste combustível; e por fim, a simulação do cenário com geração de energia em 100% a partir  da queima de gás natural”, explicou o pesquisador, que possui graduação e mestrado na área da Física.

As simulações indicaram que, em um cenário de mudança total da fonte de geração de energia para gás natural, as concentrações de ozônio urbano devem reduzir drasticamente e, em contrapartida, haverá um salto significativo na melhoria da qualidade do ar. Uma das consequências positivas será a diminuição da exposição da população a altas concentrações desse poluente.

A pesquisa esclarece que o cenário atual tem capacidade de gerar altas concentrações de ozônio, mesmo no período chuvoso, considerado de melhor qualidade do ar na região. Isso ocorre porque mesmo em menores quantidades, a queima de diesel e óleo combustível possui alta capacidade de geração de ozônio, uma vez que emitem grandes quantidades de NOx (principal precursor de ozônio troposférico), o qual em grande quantidade interfere significativamente na saúde da população.

Outro agravante, nesse cenário, é a expansão demográfica na cidade. Segundo o pesquisador, o crescimento do número de habitantes aliado ao aumento da demanda por energia e da frota de veículos tem um impacto grande na alteração da qualidade do ar.

Pesquisador Adan Sady durante apresentacao da Tese na UEA

Pesquisador Adan Sady durante apresentacao da Tese na UEA

Para ele, seria adequado a implementação de um sistema de monitoramento da qualidade do ar na área urbana da cidade, o qual permitiria nortear a adoção de medidas mitigadoras dessas concentrações urbanas de poluentes atmosféricos. “A não mitigação das emissões antropogênicas de poluentes atmosféricos irá alterar cada vez mais a composição da atmosfera na região, o que pode causar sérias consequências na saúde humana, bem como alterar a dinâmica atmosférica regional”, alerta.

Ele também defende um planejamento no sentido da ampliação da rede de geração de energia a partir deste combustível fóssil mais limpo. Conforme dados levantados, cerca de 65 % da energia que abastece a capital amazonense é gerada a partir da queima de gás natural, enquanto os 35 % restantes foram obtidos a partir da queima de diesel e/ou óleo combustível – levando em consideração apenas a energia obtida a partir da queima de combustíveis fósseis.

Conforme estabelecido pela empresa geradora de energia, as termoelétricas analisadas, durante a execução do estudo, possuem as seguintes denominações: Aparecida, Mauá, Flores, Cidade Nova, São José, Iranduba, Breitener Tambaqui, Breitener Jaraqui, Ponta Negra, Manauara e Cristiano Rocha.

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Divulgado resultado de seleção do Programa Primeiros Projetos

O prazo de execução dos projetos é de 24 meses. Foram disponibilizados R$ 1,463 milhão para este edital

Foram divulgadas as propostas aprovadas no âmbito do Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores, mais conhecido como Programa Primeiros Projetos (PPP), referente ao edital n˚ 004/2017. Iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o programa tem por objetivo apoiar a instalação e modernização de infraestrutura em instituições de ensino superior e/ou de pesquisa como suporte à fixação de jovens pesquisadores e novos grupos.

Os projetos aprovados compreendem as áreas de Ciências Agrárias, Humanas e Sociais, Exatas e da Terra, Biológicas, da Computação, Engenharias, Linguística/Letras/Artes e por fim, Ciências da Saúde. De Ciências Agrárias foram aprovados os projetos “Ozônio na conservação pós-colheita de bananas: controle de micro-organismos, amadurecimento e capacidade antioxidante” (Aline Souza); “Características físico-químicas, microbiológicas e propriedades bioativas do mel de meliponíneos do Alto Solimões” (Emerson Chambó); “Crescimento e hebivoria de espécies florestais em plantio de enriquecimento de floresta secundária” (Marciel Ferreira) e “Aspectos da Morfofisiologia reprodutiva do peixe-boi da Amazônia macho” (Rodrigo Amaral).

No âmbito das Ciências Humanas e Sociais, os projetos aprovados foram “Comunicação, Ciência e Meio Ambiente: análise da cobertura jornalística de problemas ambientais nas regiões Norte e Nordeste” (Allan Rodrigues); “Reflexões sobre história, memória, identidade e representação nos escritos de historiadores orais Alessandro Portelli e José Carlos Sebe Bom Meihy” (Glauber Biazo); “A Alexandria Greco-romana: multiculturalismo, mobilidade e divulgação” (Joana Clímaco); “Uso do solo e alterações do clima em cidades da região do Médio Solimões – Amazonas – Brasil” (João Cândido Neto); “Processos de territorialização, interculturalidade e bem viver – um estudo sobre as atividades turísticas realizadas pelas comunidades indígenas do rio Negro” (Jocilene Cruz); “Parentesco e mobilidade venezuelana no Norte do Brasil” (Sandro Santos).

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Os projetos aprovados compreendem as áreas de Ciências Agrárias, Humanas e Sociais, Exatas e da Terra, Biológicas, da Computação, Engenharias, Linguística/Letras/Artes e por fim, Ciências da Saúde

Em Ciências Exatas e da Terra, foram selecionadas as propostas “Balanço de energia superficial e evapotranspiração em área de campos amazônicos” (Carlos Querino); “Disruptores Endócrinos no Meio Ambiente Amazônico” (Giovana Bataglion); “Síntese de óxidos nanoestruturados de ZnWO4 por métodos químicos: aplicações em fotocatálise e fotoluminesnência” (Içamira Nogueira); “Aplicações de Modelos Birnbaum-Saunders” (Jeremias Leão); “Modelagem e estimativa de Estado em crescimento de tumores sólidos com e sem tratamento” (José Mir Costa) e “Desenvolvimento e estudo de novos compostos de coordenação para atividade eletrocatalítica e atividade antimicrobiana” (Paulo José Maia). De Ciências Biológicas, foram aprovadas as seguintes propostas “Nicho trófico de espécies de piranhas em área de várzea na região do Baixo Solimões” (Flávia Souza); “O que determina a dominância de espécies de lianas e árvores na Amazônia central?” (Juliana Almeida); e “Caracterização proteômica e avaliação do potencial biotecnológico de fungos filamentosos isolados de diferentes ambientes do Amazonas” (Priscila Aquino).

No âmbito das Ciências da Saúde, os selecionados foram “Caracterização e modelação do desempenho de nadadores da região ao longo das etapas de formação desportiva” (Karla de Jesus); “Estudo do perfil da coordenação motora, desempenho acadêmico e crescimento somático: saberes necessários à educação inclusiva” (Lúcio Ferreira); e “Padronização de ensaios analíticos para estimativa do shelf life e monitoramento de produtos de mandioca tradicionalmente consumidos em Manaus” (Simone Ramos). Das Engenharias foram classificados os projetos “Investigação de técnicas modernas de sensoriamento remoto aplicado à preservação de florestas” (Celso Carvalho); “Estudo experimental do comportamento de nanopartículas de dióxido de titânio (TiO2) em efluentes líquidos” (Maryana Souza); da Ciência da Computação, foi aprovado o projeto “Aprendizagem de máquina aplicada em problemas de domínios diversos” (Elloá Costa); e para finalizar, houve  a seleção do projeto “Verificando a efetividade de estratégias usadas pro professores e estudantes para a construção de escrita musical”, da área de Linguística, Letras e Artes, tendo como autor Caroline Caregnato.

O prazo de execução dos projetos é de 24 meses. Foram disponibilizados R$ 1,463 milhão para este edital. Os projetos deverão ter valor máximo de R$ 100 mil. Dos recursos orçados no projeto, 70% deverão ser destinados às despesas de capital e 30% a despesas de custeio. No caso das instituições de ensino superior e/ou pesquisa privada, os recursos financeiros destinados a custeio integrarão a contrapartida da instituição, sendo que os recursos deste edital somente poderão ser aplicados em despesas de capital no valor máximo de R$ 70 mil.

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Novas diretrizes estabelecidas pela Fapeam para fomento a empresas são destaques em Fórum do Confap

Também houve o anúncio por parte da Finep dos programas Tecnova 2 e Centelha, os quais contarão com a adesão da Fapeam

Diretrizes introduzidas, no  último edital de fomento a empresas lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), receberam elogios durante o segundo Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) de 2018. O evento, que está sendo realizado em Teresina (PI), pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), reúne presidentes das 26 FAPs do País, além dos representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), das agências de fomento nacionais, parceiros internacionais e comunidade científica.

Conforme o diretor técnico-científico, Dércio Reis, que representa a Fapeam no evento, as manifestações são importantes e foram oriundas tanto de Fundações de Amparo (FAPs) de outros Estados  quanto da própria Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Segundo ele, os argumentos apresentados ratificam a ideia da Fapeam de adotar critérios para geração de maior segurança na aplicação dos recursos públicos. “Com isso, garantimos assim maior eficácia no desenvolvimento das ações na área de Inovação”, destacou.

Durante o Fórum, o Confap informou sobre as tratativas junto ao British Council, organização internacional do Reino Unido para relações culturais e oportunidades educacionais, por meio do Fundo Newton, para lançamentos de novos editais voltados ao intercâmbio de pesquisadores brasileiros e britânicos. Já o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) asseverou o  empenho no cumprimento dos acordos já firmados e que estavam pendentes da liberação dos recursos.

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Estão presentes na reunião os presidentes das FAPs, representantes da CNPq, Capes e Finep

Também houve o lançamento por parte da Finep dos programas Tecnova 2 e Centelha, que vão propiciar subvenção econômica a empresas nascentes e de base tecnológica. Representando a Financiadora, o diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (DRCT), Wanderley de Souza, e o gerente do Departamento de Fomento à Interação entre Ciências Aplicadas e Inovação (DICI) da Finep, Marcelo Camargo, informaram que as cartas-convites à participação das Fundações estarão disponíveis ainda neste mês. Dércio Reis disse que os programas contarão com a adesão da Fapeam, garantindo desta forma mais recursos para o sistema de Inovação do Amazonas.

O Fórum Confap Piauí 2018 é uma atividade regular promovida pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa com o intuito de debater e deliberar sobre as ações desenvolvidas nos Estados no que se refere ao fomento à pesquisa científica, tecnológica e de inovação. De acordo com o diretor técnico-científico, a participação da Fapeam, no evento, Fórum é fundamental  no sentido de discutir, aprender e, sobretudo, apresentar e defender os interesses do estado do Amazonas e da região Norte junto aos principais órgãos de fomento do país, principalmente CNPQ, Finep e Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). “Em uma sociedade em que o conhecimento é construído e reconstruído em períodos de tempo cada vez menores, as Faps também precisam ter celeridade em suas ações, as quais devem estar alinhadas com a sociedade e seus anseios”, ressalta Dércio Reis.

No primeiro dia do evento, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Alvaro Prata, proferiu palestra sobre Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação e o financiamento da pesquisa.

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Fapeam participa de workshop sobre Novo Marco Legal de Ciência Tecnologia e Inovação no Piauí

O workshop foi promovido pela Fapepi, Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI), entre outras instituições

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) participou do workshop “Novo Marco Legal de Ciência Tecnologia e Inovação”. O objetivo do evento, ocorrido nesta terça-feria (06), na Universidade Federal do Piauí (UFPI), foi promover amplo debate sobre as melhorias para a elaboração da Lei Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Piauí, bem como discutir a inserção do Brasil na inovação mundial.

A Fapeam foi representada pelo diretor técnico-científico, Dércio Reis. Segundo ele, o Workshop Novo Marco Legal de CT&I e o financiamento de pesquisa é uma ação proposta pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) para buscar entendimento da nova legislação que rege a pesquisa no Brasil e levar esse entendimento aos órgãos de controle, permitindo, sobretudo, a simplificação dos procedimentos de aquisição, contratações e de prestação de contas dos projetos de pesquisa.

O diretor técnico-científico esclarece que a grande novidade das novas normas é a aproximação entre Academia e empresas,  diretamente ligada à necessidade de levar o desenvolvimento dos laboratórios para o mercado, beneficiando todas as áreas e a sociedade como um todo. “ Vale salientar que a atual legislação só se aplica aos recursos federais e os estados precisam regulamentar o uso dos recursos provenientes do Tesouro Estadual para que esses avanços possam abranger também esta esfera, portanto, a participação dos técnicos da Fapeam nessas discussões é fundamental para a reformulação da legislação em nível estadual”, diz Reis, ressaltando que essa nova legislação precisa ainda de muitas avaliações quanto à sua aplicação e muitas alterações inclusive nas normas internas dos institutos de Ciência e Tecnologia para que possa ser empregada em sua totalidade.

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O objetivo do evento foi promover amplo debate sobre as melhorias para a elaboração da Lei Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Piauí, bem como discutir a inserção do Brasil na inovação mundial

Programação do Workshop

A programação consistiu em palestras e mesas-redondas. Pela manhã, foram realizadas as seguintes palestras: “Experiência mineira na construção do Marco Legal da CT&I estadual”, ministrada pelo Prof. Dr. Evaldo Ferreira Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig); e “Formas de captação de recursos para o aumento da competitividade e inserção do Brasil na inovação mundial”, proferida pela advogada e especialista em Legislação de CT&I.

No horário da tarde, ocorreram as mesas-redondas que debateram sobre “Marco Legal e regulamentação da lei de CT&I – panorama nacional” e “Lei estadual de CT&I”, com a Dr Maria Cristina Leftel, representante do Tribunal de Contas da União (TCU); e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi). A programação foi encerrada com a palestra “Experiências e perspectivas de agentes da CT&I no Estado do Piauí”, tendo à frente a Drª Lucile Moura, da Secretaria de Governo do Piauí; e Dr. Ney Paranaguá, presidente da Cajuina Tech, Organização Social (OS), dirigida ao ensino, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico e à prestação de serviços sociais.

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O workshop foi promovido pela Fapepi, Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI), Instituto Federal do Piauí (IFPI), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelas Câmaras Setoriais de Biotecnologia e de Tecnologia da Informação e Comunicação

O workshop foi promovido pela Fapepi, Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI), Instituto Federal do Piauí (IFPI), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelas Câmaras Setoriais de Biotecnologia e de Tecnologia da Informação e Comunicação.

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Fapeam participa de workshop sobre Novo Marco Legal de Ciência Tecnologia e Inovação no Piauí

O workshop foi promovido pela Fapepi, Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI), entre outras instituições

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) participou do workshop “Novo Marco Legal de Ciência Tecnologia e Inovação”. O objetivo do evento, ocorrido nesta terça-feria (06), na Universidade Federal do Piauí (UFPI), foi promover amplo debate sobre as melhorias para a elaboração da Lei Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Piauí, bem como discutir a inserção do Brasil na inovação mundial.

A Fapeam foi representada pelo diretor técnico-científico, Dércio Reis. Segundo ele, o Workshop Novo Marco Legal de CT&I e o financiamento de pesquisa é uma ação proposta pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) para buscar entendimento da nova legislação que rege a pesquisa no Brasil e levar esse entendimento aos órgãos de controle, permitindo, sobretudo, a simplificação dos procedimentos de aquisição, contratações e de prestação de contas dos projetos de pesquisa.

O diretor técnico-científico esclarece que a grande novidade das novas normas é a aproximação entre Academia e empresas,  diretamente ligada à necessidade de levar o desenvolvimento dos laboratórios para o mercado, beneficiando todas as áreas e a sociedade como um todo. “ Vale salientar que a atual legislação só se aplica aos recursos federais e os estados precisam regulamentar o uso dos recursos provenientes do Tesouro Estadual para que esses avanços possam abranger também esta esfera, portanto, a participação dos técnicos da Fapeam nessas discussões é fundamental para a reformulação da legislação em nível estadual”, diz Reis, ressaltando que essa nova legislação precisa ainda de muitas avaliações quanto à sua aplicação e muitas alterações inclusive nas normas internas dos institutos de Ciência e Tecnologia para que possa ser empregada em sua totalidade.

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O objetivo do evento foi promover amplo debate sobre as melhorias para a elaboração da Lei Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Piauí, bem como discutir a inserção do Brasil na inovação mundial

Programação do Workshop

A programação consistiu em palestras e mesas-redondas. Pela manhã, foram realizadas as seguintes palestras: “Experiência mineira na construção do Marco Legal da CT&I estadual”, ministrada pelo Prof. Dr. Evaldo Ferreira Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig); e “Formas de captação de recursos para o aumento da competitividade e inserção do Brasil na inovação mundial”, proferida pela advogada e especialista em Legislação de CT&I.

No horário da tarde, ocorreram as mesas-redondas que debateram sobre “Marco Legal e regulamentação da lei de CT&I – panorama nacional” e “Lei estadual de CT&I”, com a Dr Maria Cristina Leftel, representante do Tribunal de Contas da União (TCU); e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi). A programação foi encerrada com a palestra “Experiências e perspectivas de agentes da CT&I no Estado do Piauí”, tendo à frente a Drª Lucile Moura, da Secretaria de Governo do Piauí; e Dr. Ney Paranaguá, presidente da Cajuina Tech, Organização Social (OS), dirigida ao ensino, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico e à prestação de serviços sociais.

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O workshop foi promovido pela Fapepi, Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI), Instituto Federal do Piauí (IFPI), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelas Câmaras Setoriais de Biotecnologia e de Tecnologia da Informação e Comunicação

O workshop foi promovido pela Fapepi, Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI), Instituto Federal do Piauí (IFPI), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelas Câmaras Setoriais de Biotecnologia e de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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