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Resultado de propostas enquadradas no Painter e Pecti-AM/Saúde

2020-06-30 (11)

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, nesta terça- feira (30/6), os resultados da etapa de enquadramento das propostas submetidas aos editais do Programa de Apoio à Interiorização em Pesquisa e Inovação Tecnológica no Amazonas (Painter) Nº 003/2020 e Programa Estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação nas Fundações de Saúde (Pecti-AM/ Saúde) Nº 004/2020.

A  etapa de enquadramento consiste na análise da equipe técnica da Fapeam do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital do programa.  As propostas enquadradas  seguem para análise de mérito.

A divulgação dos resultados com as propostas aprovadas nos programas ocorrerá a partir do mês de agosto, conforme especificado no edital. A partir de hoje, os pedidos de reconsideração da etapa de enquadramento  têm  prazo de 5 dias úteis.

Painter e Pecti-AM/Saúde

O Painter é um programa inédito com objetivo de promover a interiorização de atividades de pesquisa aplicada e inovação tecnológica por meio de indução em áreas estratégicas, especialmente a bioeconomia, para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do estado do Amazonas,  com a finalidade de aplicação de seus resultados na resolutividade/minoração de problemas específicos dos municípios do interior do Amazonas.

Já o Pecti- AM /Saúde tem a finalidade de potencializar a interação de pesquisadores em projetos estratégicos de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação nas Fundações de Saúde com sede no estado do Amazonas.

>> Acesse aqui- Resultado de Enquadramento do Painter edital N° 003/2020

>> Acesse aqui- Resultado de Enquadramento do Pecti-AM/Saúde edital N°004/2020

Por: Jessie Silva 

Arte: Barbara Brito

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Frequência de infecções fúngicas em pacientes com doenças hematológicas são avaliadas em estudo científico

A incidência de infecções fúngicas, principalmente, no ambiente hospitalar pode representar uma das principais complicações infecciosas no quadro de pacientes hospitalizados com baixa imunidade, podendo até ser mortal em alguns casos. Uma pesquisa apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) buscou caracterizar a nível molecular espécies de fungos isolados de processos infecciosos de pacientes atendidos na Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam).Dra. Cristina Mota Ferreira - Fotos Érico Xavier-19

A pesquisa é  resultado da dissertação de mestrado de Lucyane Mendes Silva, que contou com bolsa da Fapeam , por meio do projeto intitulado “Epidemiologia molecular de Staphylococcus epidermidis multirresistentes” coordenado pelos pesquisadores Cristina Motta Ferreira (FHemoam) e William Antunes Ferreira da  Fundação da Fundação Alfredo da Matta (Fuam) no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas) edital N°030/2013.

O estudo  publicado na Biomedicentral (BMC public health) avaliou 162 pacientes com o objetivo de conhecer a frequência dessas doenças e seus respectivos agentes etiológicos, como o perfil de suscetibilidade a drogas antifúngicas das espécies isoladas, a  verificação de possível correlação com os dados clínicos,  os diferentes genótipos circulantes e a identificação do ancestral comum através da filogenia.

Lucyane Mendes Silva Hemoam  - Fotos Érico Xavier_-9

Lucyane Mendes Silva

Segundo Lucyane, dentre os pacientes hospitalizados com maior risco para aquisição de infecções fúngicas estão os pacientes com doenças hematológicas que são submetidos à internação para tratamento quimioterápico, o que afeta o sistema imune e os deixa mais suscetíveis. “As infecções fúngicas de origem hospitalar são de grande relevância devido ao aumento progressivo das taxas de morbidade e mortalidade. Muitas dessas infecções são de origem endógena e outras podem ser adquiridas por via exógena, pelas mãos, jaleco de profissionais das áreas da saúde, infusos contaminados, biomateriais e fontes inanimadas ambientais”, explicou.

 

Dra. Cristina Mota Ferreira - Fotos Érico Xavier-21

Cristina Motta Ferreira (FHemoam)

Para Cristina Ferreira trata-se de um estudo transversal, no qual o período de coleta de dados ocorreu de novembro de 2017 a outubro de 2018 e, que ainda existem outros dados que estão sendo analisados e que podem gerar futuras publicações. “Com esses resultados foi possível identificar e contextualizar diversos aspectos importantes desses patógenos como as questões relacionadas à saúde pública, à clínica, epidemiologia molecular e à terapêutica recomendada para os mais diversos processos infecciosos causados por esses agentes”, comenta.

As informações obtidas nesse primeiro trabalho sobre fungos realizado na FHemoam foram de alta relevância e poderão  contribuir para prevenção dessas infecções. “As abordagens propostas no projeto de pesquisa trazem benefícios como a ajuda na implantação do protocolo de monitoramento de infecções fúngicas em pacientes neutropênicos com malignidades hematológicas, protocolo diagnóstico através de técnicas moleculares, e consequentemente, a importância da implantação do laboratório de micologia na instituição, além do conhecimento dos tipos de infecções que os acometem, características genéticas dos agentes e um adequado tratamento profilático para este grupo de pacientes”, acrescenta Lucyane. 

Aplicação

Participaram do estudo, 162 pacientes sendo 91 (56,2%) do sexo masculino e 71 (44%) feminino, com média de idade de 32 anos, todos de nacionalidade brasileira. Dos 162 pacientes com suspeita de processo infeccioso, 30 (18,51%) apresentaram infecção por espécies de fungos onde 13 (39,39%) de espécies de Penicillium spp.

No total, foram isoladas 12 (36,36%) amostras de hemocultura. A maioria dos isolados leveduriformes apresentou dentro da faixa sensível frente aos antifúngicos testados, não detectando nenhum gene de resistência. Apenas dois isolados de Candida glabrata apresentaram sensibilidade reduzida ao Fluconazol, afirma Lucyane.

Lucyane relata que os agentes etiológicos mais comuns responsáveis pelos processos infecciosos foram Aspergillus spp. 38-80% e Candida spp. 28-58%, sendo relatado resistência frente a antifúngicos amplamente utilizados na terapia. Já a parte de identificação das espécies de leveduras e teste de suscetibilidade (Fluconazol, Voriconazol, Caspofungina, Micafungina, Anfotericina B e Flucitosina) foram realizados com o equipamento automatizado Vitek-2 Compact.

Universal Amazonas

O Programa Universal Amazonas da Fapeam financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do estado do Amazonas em instituição de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas.

 

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Estudo avaliou os potenciais de plantas medicinais amazônicas para elaboração de bioprodutos

Pesquisadores analisaram substâncias isoladas de extratos e óleos essenciais de espécies vegetais amazônicas, utilizadas como plantas medicinais, com objetivo de obter conhecimento científico de suas propriedades para futura elaboração de bioprodutos,  como  fitoterápicos ou alimentos nutracêuticos.

O estudo desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Amazonas (Fixam), foi coordenado pela Dra. Jaqueline de Araújo Bezerra, do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR).

A pesquisa avaliou uma estimativa de 35 espécies, das quais destacaram-se cientificamente Myrtaceae (plantas arbóreas, representadas principalmente pelas plantas frutíferas) e Piperaceae (plantas medicinais, ornamentais) que apresentaram potenciais bioativos.  

MAM2019

Jaqueline Bezerra- coord. do estudo

“Fizemos um screening de espécies nas quais se destacaram mais promissoras foram às ativas nos ensaios de capacidade antioxidante, enzimáticos e por apresentaram baixa toxicidade in vitro. As amostras vegetais foram analisadas quimicamente por técnicas cromatográficas e espectrométricas, para obter os perfis químicos”, explicou.

Segundo Jaqueline, todo conhecimento da constituição química e das propriedades antioxidantes, enzimáticas, citotóxicas e antimicrobianas contribuem para a elaboração de uma variedade de bioprodutos a base de espécies vegetais com maior valor agregado.

Resultados

Com o estudo foi possível a implantação dos protocolos de diversos ensaios de rotina nos laboratórios durante a execução do projeto, a seleção das espécies mais promissoras para continuidade dos estudos e futura elaboração de produtos biotecnológicos.

 “Os trabalhos desenvolvidos geraram publicações no período de 2018 a 2020 que tiveram apoio do projeto, utilizando a plataforma de ensaios com diversas matrizes, incluíram: 3 artigos com óleos essenciais; 6 artigos de sucos de frutas amazônicas, 3 artigos com sucos encapsulados; 2 artigos com bebidas fermentadas e 1 artigo de extratos vegetais. E por fim elaboramos bebidas fermentadas a base de frutos com propriedades antioxidantes que está em processo de patenteamento em parceria com Ifam-Ufam”,disse.

Para a pesquisadora o Programa Fixam foi essencial para o início da carreira científica e o desenvolvimento do estudo. “O recém-doutor adquire experiência para coordenar um projeto com recurso financeiro, orientar bolsistas de apoio técnico, desenvolver uma pesquisa, colaborar com a academia e consolidar uma linha de pesquisa”,destacou.

Parcerias

Jaqueline destaca a importância da consolidação de pesquisadores parceiros entre as áreas da química, biologia, engenharia de alimentos e farmácia, assim como a contribuição científica de propriedades das diversas matrizes com a publicação de artigos, junto aos parceiros, utilizando as plataformas de ensaios químicos. “Existiu uma  equipe técnica envolvida com pessoas que foram  fundamentais em uma análise ou outra. A equipe deu certo pois cada um ficou responsável por sua área. Eu como química contribui com as análises químicas de todos os artigos”, acrescentou a pesquisadora. 

Contribuíram com a pesquisa o prof. Dr. Marcos Batista Machado, prof. Dr. Edgar Aparecido Sanches, prof. Dr. Pedro Henrique Campelo da Ufam, profa. Dra. Lucia Schuch Boeira e prof. Dr. Valdely Ferreira Kinupp do Ifam, profa. Dra. Francinete Ramos Campos da UFPR, que continuam como parceiros de pesquisa do projeto Universal em desenvolvimento. Participaram também MSc. Josina Moreira Mar, a MSc. Laiane Santos Silva e MSc. Edinilze, todas bolsistas do Fixam e junto com as integrantes do grupo de pesquisa MSc. Amanda dos Santos (ex-aluna de mestrado) e Dra. Andrezza da Silva Ramos que contribuíram também na execução das análises.

Fixam

O programa consiste em estimular a fixação de recursos humanos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições de ensino superior e pesquisa, institutos de pesquisa, empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento, empresas privadas e microempresas que atuem em investigação científica ou tecnológica.

Por: Jessie Silva

Fotos- Arquivo do pesquisador

 

 

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Especialista destaca a importância da alimentação saudável durante a Pandemia

Como ter uma alimentação balanceada em tempos de Pandemia? Embora ainda não exista nenhum estudo científico de algum nutriente específico que possa ajudar na cura ou tratamento da Covid-19, ter uma alimentação saudável ainda é o melhor caminho para o fortalecimento do sistema imunológico, o que poderá ajudar na recuperação de uma possível contaminação.

O Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon) conversou com a nutricionista e doutora em Alimentos e Nutrição, Geina Farias, que destacou a importância de uma alimentação saudável e equilibrada, principalmente  diante do quadro do novo coronovaírus (Covid-19).  Geina  contou com bolsa  da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) no mestrado e doutorado por meio do programa (RH – Interiorização) hoje é professora do Curso de Nutrição da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Confira a entrevista.

Dra. Geina Faria - Ufam Coari - Fotos Érico X._-68

Geina Farias- doutora em Alimentos e Nutrição

 1-   Qual recomendação para uma alimentação saudável nessa época de Pandemia?

 Uma alimentação adequada e saudável é primordial para a manutenção da saúde e contribui para manter o sistema imunológico em ótimas condições. Durante uma pandemia a alimentação necessita de o cuidado redobrado, e nesse sentido é importante fazer melhores escolhas alimentares e optar por alimentos frescos e variados, ricos em vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos. É fundamental manter também uma boa hidratação. Além disso, devem ser adotadas medidas de higiene para evitar as contaminações.

2-   Quais os alimentos mais recomendados e que ajudam aumentar a imunidade?

Para estimular o sistema imunológico deve-se optar sempre por refeições coloridas e variadas.  Alimentos in natura e minimamente processados (frutas, legumes, verduras, cereais integrais, oleaginosas, proteínas) contém vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos que condicionam um sistema imunológico mais eficiente, com menor risco de doenças, desde que essa alimentação seja habitual. Destaca-se que a alimentação adequada e saudável é aliada da imunidade, mas não evita o contágio, por este motivo é importante que sejam adotadas as medidas preventivas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

3-   Evitar o açúcar e produtos industrializados seria importante? Por que?

Apesar de durarem mais tempo e serem mais práticos, os alimentos industrializados tendem a ser menos nutritivos, mais calóricos, com maior percentual de gorduras, açúcares, sal, aditivos e conservantes. A alimentação baseada nesses produtos pode comprometer a imunidade e contribuir com o desenvolvimento de outras doenças como obesidade, diabetes e cardiopatias, consideradas fatores de risco para a Covid-19.

Além do impacto na saúde, a maior procura por alimentos industrializados em supermercados prejudica os pequenos agricultores. É importante valorizar circuitos locais de produção e consumo durante a pandemia pois são grandes aliados para uma alimentação adequada e saudável.

4-   Tomar polivitamínicos pode melhorar a imunidade?

A suplementação de vitaminas e minerais deve ser previamente avaliada, orientada e supervisionada por um profissional médico ou nutricionista. Não existem evidências de que consumir quantidades extras de qualquer vitamina/mineral melhore o sistema imunológico ou faça a proteção para evitar deficiências de micronutrientes. Sem necessidade, a suplementação pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares e cânceres. Além do mais, o excesso de nutrientes no organismo pode ser tóxico.

Uma alimentação balanceada é capaz de fornecer os nutrientes nas quantidades suficientes para a manutenção do sistema imune.

 5-    É verdade que o consumo de castanha do Pará ajuda na imunidade? Existem outros alimentos regionais que podem ajudar também?

É necessário lembrar que nenhum alimento/nutriente sozinho é capaz de contribuir na imunidade.

A castanha da Amazônia é considerada um alimento com alegação de propriedade funcional devido sua composição nutricional, com destaque para o selênio (poderoso antioxidante), que contribui para prevenção de doenças. Apesar disso, seu consumo não deve ser indiscriminado, para um adulto, recomenda-se ingerir cerca de 55 microgramas de selênio por diasendo o limite máximo permitido de 400 microgramas. Uma única castanha possui entre 200 a 400 microgramas. Portanto, quatro a sete vezes mais do que o recomendado por dia. Atenção: uma ingestão prolongada desse nutriente acima do limite pode resultar em uma quantidade excessiva de selênio no sangue, o que leva à condição tóxica.

Uma alimentação variada e equilibrada contendo alimentos regionais como frutas (camu-camu, açaí, tucumã, cubiu, pupunha, etc), vegetais (couve, cheiro verde, feijão de corda, cariru, tomate, jerimum, macaxeira, etc,) e peixes regionais podem contribuir para uma vida saudável. É necessário atentar para as formas de preparo destes alimentos, evitando frituras, excesso de gorduras, sal e açúcares. Temperos naturais também devem ser priorizados.

6-   Qual a importância de reforçar a vitamina C e D nesse momento? Quais os alimentos que podemos encontrar essas vitaminas?

Não existem evidências científicas que aumentar o consumo de vitaminas C e D, por exemplo, protege contra coronavírus.

Alimentos ricos em vitamina C, como camu-camu, acerola e frutas cítricas, devem ser consumidos regularmente, independente da pandemia. É importante consumir as frutas in natura, pois além dos nutrientes, contém fibras que ajudam na regulação do funcionamento intestinal. Frutas descascadas e sucos ricos em vitamina C devem ser consumidos imediatamente, pois durante o armazenamento a vitamina é perdida.

O isolamento social pode contribuir com a baixa exposição solar, levando à deficiência de vitamina D. Essa vitamina é gratuita e pode ser obtida em um saudável banho de sol, nas primeiras horas do dia, visto que os alimentos fontes de vitamina D (carnes em geral, fígado, ovos, leite), não suprem a necessidade diária sozinhos.

A alimentação variada e equilibrada é a melhor alternativa para ingestão de nutrientes essenciais para a imunidade (além das vitaminas C e D). É importante priorizar os alimentos in natura e diversificar ao máximo para aproveitar os nutrientes de cada um deles.

7-   É importante manter o sono regulado para a imunidade?

Existe uma forte ligação entre o sono e o sistema imunológico. O sono que recupera o corpo é fundamental. As necessidades de sono variam de acordo com o indivíduo e com o ciclo da vida, a maioria dos adultos necessita de 7 a 8 horas por noite. Nas últimas décadas, porém, o tempo médio de sono caiu para menos de 7 horas por noite para adultos. Se a pessoa dorme menos do que seu corpo precisa, ela cria uma dívida de sono e consequentemente, a imunidade fica prejudicada. A melatonina produzida enquanto dormimos é responsável pelo fortalecimento do sistema imunológico. Estudos demonstram que quem dorme menos de 7 horas por noite está mais propenso a contrair resfriados e doenças relacionadas, devido à diminuição da imunidade.

Especialistas do sono orientam que no período de quarentena é fundamental manter uma rotina de horário para ir para a cama e para acordar, além de evitar exposição excessiva aos equipamentos eletrônicos antes de ir dormir.

8-   Para as pessoas do grupo de risco, como diabéticos e hipertensos, tem alimentos que devem ser evitados consumir? Qual orientação de alimentação saudável para essas pessoas?

Assim como as medidas de isolamento que evitam a infecção, é fundamental redobrar os cuidados com a alimentação. Um pior estado nutricional pode deixar o organismo mais vulnerável e aumentar ainda o risco de complicações, caso haja infecção pela COVID-19.

A alimentação baseada na comida de verdade (com ênfase em alimentos in natura e minimamente processados) pode ser uma aliada no tratamento e controle de várias doenças, como diabetes e hipertensão. Pessoas com diabetes e hipertensão devem evitar alimentos ultraprocessados (ricos em gorduras, açúcares, sal, conservantes, corantes e aditivos) e dar preferência aos alimentos in natura e minimamente processados, preparações mais saudáveis com temperos naturais. É importante priorizar os alimentos que estão na safra (incluindo os regionais) e os orgânicos (consumir de forma integral – cascas, talos – sempre que possível).

9-   Por conta da Pandemia, devemos evitar a frequência em locais de alta aglomeração no caso, se a pessoa quiser congelar alimentos como legumes, frutas e verduras  seria uma boa opção ou perde ao valor nutricional?

Alguns alimentos in natura podem ser congelados, desde que previamente higienizados. Durante o congelamento há uma perda mínima de nutrientes e às vezes ocorre mudança na coloração e textura do alimento.

Para conservar melhor legumes e folhas, o branqueamento é uma técnica fácil e muito interessante. Para branquear os alimentos, deve-se colocá-los em água fervente por até um minuto (dependendo da consistência do alimento, pode ser um pouco mais de tempo) e depois mergulhá-los imediatamente na água bem fria ou com gelo, pelo mesmo período, dando um choque térmico, evitando que os alimentos cozinhem demais. Essa técnica preserva o valor nutricional, a coloração, o sabor e evita o desperdício, pois reduz a carga microbiana e diminui a ação enzimática natural que amadurece e estraga o alimento. Com isso aumenta o tempo de vida útil, ajudando na conservação. Após branqueamento, os alimentos podem ser congelados.

O congelamento de alimentos é recomendado por até 3 meses e é importante colocar etiquetas de identificação do alimento e data de congelamento para controle. Após congelamento, não é recomendável o descongelamento para a utilização dos vegetais, deve-se utilizá-los diretamente na panela ou liquidificador (caso de frutas para sucos e vitaminas). Algumas frutas como abacate e banana que escurecem ao entrar em contato com o oxigênio, devem ser cortadas, embaladas imediatamente para serem levadas ao congelador ou freezer. As demais frutas sem escurecimento enzimático podem ser porcionadas e congeladas.

Folhas (como couve, cheiro verde) não podem ser descongeladas e precisam ser usadas direto do congelador para a panela ou liquidificador (no caso de usar a couve em sucos).

10- Os cuidados do manuseio e consumo dos legumes, frutas e verduras devem ser redobrados por conta do Coronavírus? qual recomendação para esses cuidados?

Diante da pandemia da Covid-19, é necessário repensar a maneira como consumimos, manuseamos e armazenamos alimentos. Deve-se fazer um planejamento de compras para evitar desperdícios.

Ao chegar das compras ou receber as compras, é preciso higienizar as superfícies da cozinha onde serão manipulados ou guardados os alimentos, como bancada, pia, armário. Pode utilizar água e sabão ou o álcool 70%.

No caso dos alimentos in natura, como frutas, legumes, verduras e hortaliças, devem previamente lavados em água corrente e depois ser higienizados com solução clorada (uma colher de sopa de água sanitária para cada 1 litro de água). Deve-se deixar os alimentos mergulhados por cerca de 15 minutos. Depois, lavar em água potável. Após higiene, os alimentos in natura já podem ser consumidos. Caso contrário, é necessário guardá-los na geladeira/congelador em recipientes fechados para evitar contaminação. Nesse sentido, deve-se evitar comprar legumes e frutas já porcionados para consumo imediato (consumo cru/in natura).

Por: Jessie Silva

 

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Fapeam recebe número recorde de propostas para o PCE

O número de propostas submetidas por professores da rede pública do Amazonas ao Programa Ciência na Escola (PCE), edital Nº 001/2020, superou as expectativas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e apresentou um aumento de 22% em relação à edição de 2019, tornando-se recorde se comparado com edições anteriores.

Além do aumento expressivo no número de propostas, a quantidade de municípios participantes também surpreendeu. Professores de 39 municípios, incluindo-se a capital, submeteram 911 propostas. Um resultado inesperado, considerando-se o contexto da pandemia de covid-19.

Vários motivos apontam para o sucesso do PCE edição 2020, dentre esses o esforço do Governo do Amazonas, por meio da Fapeam,  que ainda em 2019, decidiu ampliar a quantidade e os valores das bolsas do Programa, tanto para professores quanto para os alunos.

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Márcia Perales-diretora-presidente da Fapeam

Para a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, o apoio do governador e a realização de oficinas e encontros com os professores repercutiram este ano, além disso, ela destaca o cenário atual de reconhecimento da importância da ciência, para dar respostas aos problemas da sociedade.

“Em época de pandemia a ciência tem ocupado papel cada vez maior na busca por soluções que ajudem no conhecimento sobre a Covid-19 e no consequente salvamento de vidas. Essa realidade atinge à sociedade mundial e a ciência destaca-se como uma espécie de bússola no processo de contenção e cura da doença, criando-se uma proximidade ímpar entre as pessoas e a ciência”, comenta Márcia Perales.

O Programa Ciência na Escola é realizado em parceria entre Fapeam e Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed-Manaus). Em 2019, o Programa completou 15 anos. A Edição Ouro, como ficou conhecida,  recebeu da Fapeam uma atenção maior, com a realização de oficinas presenciais na capital e a distância, por meio da Central de Mídias da Seduc, para os municípios, com o objetivo de orientar os professores sobre a elaboração de projetos.

O Programa tem sido fundamental para a formação de futuros cientistas, por despertar o interesse dos alunos da educação básica pelo conhecimento e possibilitar aos professores a implementação de projetos que favorecem o aprendizado e as comunidades nas quais as escolas participantes estão inseridas.  “Apesar de todas as adversidades vivenciadas nesse momento tão grave, o PCE é uma grata surpresa”, comemora a diretora-presidente.

Entre os municípios com maior número de projetos submetidos destacam-se Manacapuru, Parintins, Borba, Coari, Humaitá e Itacoatiara – que só perde para Manaus.

No momento, as propostas submetidas ao PCE-2020 estão em análise. A divulgação do resultado do enquadramento dos projetos está prevista para  o dia 5 de junho, conforme o Edital.

Sobre o PCE

Criado em 2004, o PCE  é um Programa da Fapeam, em parceria com a Seduc e Semed Manaus, com objetivo de apoiar a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus.

A edição deste ano recebeu propostas até o dia 8 de maio. A edição de 2019 contou com a submissão de 742 propostas de professores de 27 municípios, incluindo-se a capital do Amazonas.

Por: Marlúcia Seixas

 

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Projetos de pesquisadores da Fiocruz Amazônia são aprovados no PCTI-EmergeSaúde/AM

Duas propostas submetidas ao Programa Ciência, Tecnologia e Inovação nas Emergências de Saúde Pública no Amazonas Covid-19 (PCTI-EmergeSaúde/AM) por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) foram contempladas pelo Edital N°005/2020 da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Os projetos aprovados são da linha temática 2: Pesquisa, serviço e desenvolvimento de protocolos de análises moleculares e/ou imunológicas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Estado do Amazonas. As propostas foram submetidas por Priscila Aquino e Felipe Naveca.

Para o pesquisador e vice-diretor de Pesquisa e Inovação do ILMD/Fiocruz Amazônia, Felipe Naveca, o apoio da Fapeam “representa a oportunidade de contribuir para a vigilância de vírus respiratórios, no contexto epidemiológico do estado do Amazonas, desenvolvendo ensaios que atendam à necessidade regional e não importando soluções já prontas, as quais nem sempre nos atendem”, comentou.

Da mesma forma, Priscila Aquino considera fundamental o apoio da Fapeam para a execução de seu projeto. “Dada a urgência e rápida propagação de Covid-19 em nosso estado, nosso grupo se propôs a utilizar uma metodologia inovadora para convergir a um painel de proteínas correlacionadas à gravidade clínica dos pacientes. Além disso, esse financiamento também irá contribuir para a compreensão dessa doença em nível proteico, fornecendo dados inclusive para a coalisão internacional de espectrometria de massas aplicada à Covid-19”.

O investimento estadual é de R$ 1.618.912,00, provenientes do orçamento da Fapeam, conforme Plano Plurianual 2020-2023, do Governo do Amazonas. O recurso vai apoiar seis projetos aprovados.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: Josue Damacena/Fiocruz

Fiocruz Amazônia lança edital do Programa de Iniciação Científica

Amanhã, 15/5, iniciam as inscrições para o Programa de Iniciação Científica do Instituto Leônidas & Maria Deane (PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia). O processo de inscrição é todo online, através do envio da documentação obrigatória descrita no edital, para o e-mail pic.ilmd@fiocruz.br.

Podem participar estudantes de cursos de graduação de instituições de ensino superior públicas ou privadas reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). O candidato deve estar regularmente matriculado e ter Coeficiente de Rendimento Acumulado (CRA) com valor igual ou maior que 7,0 (no caso de bolsa nova) e não ter reprovação em disciplinas afins às atividades do projeto de pesquisa que pretende desenvolver, além de outras condições, descritas no edital. No caso de renovação de bolsa, a nota deve ser maior ou igual a 6,0.

Acesse aqui ao edital do PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia.

Os candidatos têm até o dia 12 de junho para fazerem suas inscrições. O PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia é desenvolvido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). O resultado será divulgado no dia 6 de julho de 2020.

“Este ano foi lançado o Banco de Currículo para os alunos que tenham interesse em realizar iniciação científica no ILMD/Fiocruz Amazônia”, comenta Priscila Aquino, coordenadora do PIC. Ela explica ainda que o Banco vai facilitar o acesso dos pesquisadores aos currículos dos alunos.

Para mais informações sobre o Banco de Currículo, clique.

O início das atividades está previsto para o dia 1º.  de agosto deste ano. As bolsas serão concedidas por um período de 12 meses, podendo ser renovadas.

SOBRE O PIC

A Iniciação Científica é um instrumento de formação de recursos humanos que permite colocar o estudante de graduação em contato direto com as atividades de pesquisa e o pensar científico, despertar a vocação científica e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação.

O Programa de Iniciação Científica da Fiocruz Amazônia tem como objetivos despertar a vocação científica e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação.

Saiba mais sobre PIC-ILMD/Fiocruz Amazônia.

Acesse ao Banco de Currículo.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Nascimento

Centelha/AM- Resultado final dos projetos de empreendimento-Fase 2

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Cem ideias foram aprovadas para a fase 3 do Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Centelha Amazonas), edital N° 011/2019. O resultado final dos Projetos de Empreendimento – Fase 2  foi divulgado nesta segunda-feira (4/5) pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Os projetos aprovados seguem agora  para a Fase 3  do Programa, que consiste no Projeto de Fomento é quando os proponentes devem detalhar o cronograma físico financeiro da proposta e aplicação dos recursos de subvenção a serem recebidos. A data-limite para submissão dos Projetos de Fomento pode  ser realizada até 19 de maio, às 17h.

Lançado no mês agosto de 2019, o Programa é dividido em três fases: 1. Ideia Inovadora, 2. Projeto de Empreendimento e 3. Projeto de Fomento. Ao final do processo, 28 projetos de inovação serão selecionados e receberão até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais) para transformar sua ideia em um negócio de sucesso.

Realizado em 21 estados, no Amazonas a iniciativa é executada pela Fapeam, sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Programa Centelha

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Amazonas, oferecendo capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso

Clique aqui- Resultado Final  Projetos de Empreendimento- Fase 2 do Programa Centelha Amazonas

 

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TV FAPEAM- Ações de CT&I para o enfrentamento da Covid-19

Pesquisadores do mundo todo dedicam seu tempo e conhecimento para investigar o novo coronavírus. No Amazonas, a ciência, tecnologia e inovação para o enfrentamento da Covid-19 ganharam reforço do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Assista ao vídeo e conheça algumas ações realizadas pela  Fapeam.

Por: Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/Fapeam

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Fapeam lança edital para Emergências de Saúde Pública no Amazonas – Covid-19

A ciência, tecnologia e inovação para o enfrentamento da Covid-19 ganham mais um reforço no Amazonas. O Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), lança nesta terça-feira, 14/4, o Programa CT&I em Emergências de Saúde Pública no Amazonas – Covid-19 (PCTI-EmergeSaúde/AM).

O programa é destinado a cientistas que atuam no Amazonas em pesquisas estratégicas que tenham a aplicação de seus resultados na resolutividade de questões relativas à pandemia do novo coronavírus – Covid-19.

“Estamos vivendo uma situação inédita diante do avanço dos casos da Covid-19 no Estado e no mundo. Neste sentido, a Fapeam, dentro da sua área de competência, une-se às demais iniciativas das secretariais estaduais, para subsidiar a Política Pública de Saúde do Amazonas e apoiar a ciência na busca por soluções, para enfrentamento do novo coronavírus”, comentou Márcia Perales, diretora-presidente da Fapeam.

Por seu caráter emergencial, o período para submissão de propostas é curto, iniciando hoje, 14, e finalizando no dia 23/4/2020, portanto, os pesquisadores interessados devem ficar atentos aos prazos.

Para o PCTI-EmergeSaúde/AM, a Fapeam destina o valor de até R$ 1.618.912,00 (um milhão, seiscentos e dezoito mil, novecentos e doze reais) para despesas de capital, custeio e bolsas. O recurso irá apoiar pesquisas e/ou serviços estratégicos em duas linhas temáticas. A primeira, “Pesquisa e desenvolvimento de insumos para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no estado do Amazonas” e, a segunda, “Pesquisa, serviço e desenvolvimento de protocolos de análises moleculares e/ou imunológicas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no estado do Amazonas”.

A expectativa é apoiar até quatro projetos, sendo dois em cada linha temática. Os projetos a serem apoiados terão prazo de execução de 12 meses, a contar da liberação do recurso, podendo ser prorrogados a critério da Fapeam.

As propostas devem ser apresentadas em formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SigFapeam), disponível no site da Fundação http://www.fapeam.am.gov.br. Para acessar ao formulário, o proponente deve utilizar seu login e senha previamente cadastrados.

Os recursos destinados ao PCTI-EmergeSaúde/AM são provenientes do Programa 33306 – Ciência, Tecnologia e Inovação no Amazonas, ação de Fomento a Projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação, com orçamento da Fapeam, oriundo do Tesouro Estadual.

Vale lembrar que as publicações científicas e outros meios de divulgação de trabalhos de pesquisa, apoiados pelo edital devem citar o apoio público recebido.

Acesse aqui o edital.

 Por: Marlúcia Seixas

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