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Fapeam fortalece interiorização da CT&I no Estado

Uma série de eventos em municípios do interior acontecerá no segundo semestre deste ano, contando com investimentos da Fapeam por meio do Parev

 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) tem intensificado ações de interiorização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). Diversos eventos na área estão previstos para serem realizados no segundo semestre deste ano, em municípios do interior do Estado, com investimentos do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos (Parev).

Até o próximo dia seis de julho, ocorre o “15˚ Simpósio sobre Conservação e Manejo Participativo na Amazônia (Simcon)”. Realizado tradicionalmente na sede do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM), o simpósio objetiva divulgar as pesquisas desenvolvidas pelo IDSM voltadas tanto para a conservação da Biodiversidade quanto para o manejo de recursos naturais e melhoria da qualidade de vida das populações locais.

Neste ano, serão debatidos os seguintes temas: Biogeografia, Extrativismo, Biodiversidade, Taxonomia de Peixes e ainda, Desenho Científico. O diretor-geral do Instituto Mamirauá, Helder Queiroz, será um dos palestrantes, abordando sobre “O papel do extrativismo das populações locais e a conservação e o desenvolvimento sustentável na Amazônia”. Também haverá apresentação de resultados do projeto Providence, que compreende um sistema de monitoramento criado para rastrear espécies da biodiversidade da Amazônia por meio de imagem, som e transmissão remota de dados. De acordo com o diretor de Pesquisa do Instituto Mamirauá, Emiliano Ramalho, “dentro de um cenário atual em que há desinvestimento em Ciência, é preciso valorizar o investimento que o Governo do Estado, por meio da Fapeam, tem feito na área”.

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Outro evento que contará com o apoio da Fapeam é o “I Workshop de Modelagem do Balanço de Energia de Superfície por Sensoriamento Remoto na Amazônia”, a ser realizado de 24 a 28 de setembro, no Instituto de Educação Agricultura e Ambiente, da Universidade Federal do Amazonas (IEAA/ UFAM), em Humaitá. Com o objetivo de debater sobre entender sobre as principais variáveis meteorológicas na interface biosfera-atmosfera, bem como observar o impacto na mudança do uso e cobertura da terra nas variáveis meteorológicas na região amazônica, o workshop contará com palestrantes locais e nacionais, entre os quais, Dr. Marcelo Biudes e Dra. Nadja Machado, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e ainda o Dr. Marcos Antônio Lima Moura, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

“Ao final do evento, pretende-se confeccionar um livro apontando em escala regional os impactos da mudança do uso e cobertura da terra no Amazonas (principalmente no eixo sul, que faz parte do arco do desmatamento) e espera-se com esse material, subsidiar pesquisas que envolvam possíveis impactos climáticos causados pela substituição da cobertura natural da floresta amazônica”, explica o coordenador do evento, Carlos Alexandre Querino. Ele destaca a importância da Fapeam para a realização de eventos técnico-científicos em municípios do interior: “É imprescindível o incentivo que a Fapeam vem dando, principalmente para os IFs (Institutos Federais) fora da capital, o que possibilita a abertura de fronteira com outras instituições do Brasil, alavancando as pesquisas no interior do Estado”. Em breve, será lançado o site oficial do workshop com toda a programação. Por enquanto, o contato pode ser feito pelo e-mail  carlosquerino@ufam.edu.br.

A “XII edição da Semana de Informática” do Centro de Estudos Superiores, da Universidade do Estado do Amazonas, em Itacoatiara (CESIT/UEA), também terá investimentos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas. O evento, que ocorre de 29 a 31 de outubro, é organizado por professores e alunos do curso de Licenciatura em Computação e visa debater sobre conhecimentos e tecnologias com ênfase na área da Informática Aplicada à Educação, contribuindo dessa forma para o uso mais efetivo de novas tecnologias como suporte pedagógico nas escolas.

Segundo o coordenador, Jhonathan Oliveira, a Semana de Informática permitirá aos participantes debater sobre temática atual relacionada ao campo da Informática, contribuindo para a melhoria da qualidade na educação e possibilitando, dessa forma, uma formação cidadã adequada para o desenvolvimento social e sustentável. Na programação da Semana de Informática, estão previstas palestras, oficinas, apresentação de artigos, concurso de software educacional e minicursos. Podem participar docentes, discentes da UEA e o público em geral.

Ele ressalta que o apoio da Fapeam é de grande relevância, sobretudo porque viabilizará a participação de palestrantes de renome de outras instituições de ensino, inclusive de fora do Estado, além de possibilitar a  confecção de material de divulgação e favorecer a submissão de artigos por meio do sistema JEMS, da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O público estimado é de 200 participantes. As inscrições, cujo período ainda está sendo definido, poderão ser feitas pelo endereço eletrônico http://www.seminfo.net.br/

Fundação apoia outros eventos no interior

Ainda no segundo semestre, serão realizados outros eventos, no interior do Estado, com o apoio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos, da Fapeam. Em outubro, o município de Itacoatiara sediará a edição regional da “XII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia”, sob a coordenação da Ufam, nos dias 15, 16, 17, 18 e 19. Ainda em outubro, só que de 16 a 19, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) promove, em Parintins, o “III Simpósio sobre Diversidade Biológica do Baixo e Médio Amazonas”.

A agenda positiva de eventos em CT&I se intensifica em novembro. Coincidentemente, nos mesmos dias (7 a 9), serão promovidos o “II Workshop Cunhantã”, em Itacoatiara, e o 1˚ “Congresso Internacional sobre Povos Indígenas em Fronteiras Amazônicas: Diálogos Interdisciplinares” no município de Tabatinga. Já no fim do mês de novembro, de 26 a 28, em Humaitá, o Instituto Federal do Amazonas (Ifam) realiza a “2ª Semana da Consciência Negra e Indígena: Conflitos e Territorialidades na Amazônia”.

Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Projeto usa paródias no ensino de Ciências

Projeto foi realizado no município de Manacapuru com apoio da Fapeam por meio do Programa Ciência na Escola

As paródias têm conquistado cada vez o público jovem. Sucesso na internet, a paródia consiste na recriação de uma obra já existente, a partir de um ponto de vista cômicoUm projeto desenvolvido na Escola Estadual Agra Reis, no município de Manacapuru, interior do Amazonas, inovou no ensino de Ciências e utilizou as paródias para facilitar aprendizagem dos estudantes na disciplina.

O projeto, realizado em 2017 na escola, foi desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed), no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE).

No total, sete paródias foram desenvolvidas por alunos e apresentadas na hora cívica da escola.

Segundo a professora e coordenadora do trabalho, Josiane Menezes, a atividade foi um trabalho que integrou o ensino e a música dentro da sala de aula. O objetivo foi propiciar aos alunos um ensino diferenciado e ao mesmo tempo prazeroso, que é o de estudar os conteúdos de Ciências através das paródias.

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Para o projeto foram selecionados alunos que gostam de música e que tinham habilidades nessa área. Após isso, foi feita também a identificação das músicas conhecidas e fáceis de aprender a cantar e tocar. Outro passo do trabalho foi à elaboração da paródia destacando as características e funções específicas da disciplina de Ciências.

“Os cinco bolsistas e os dois voluntários se empenharam na construção das paródias e estudaram a fundo os assuntos escolhidos por eles para escreverem as paródias, tudo sob minha orientação. Além das paródias, os bolsistas também foram desafiados a aprenderem a tocar instrumentos musicais como o violão. Foi um grande desafio”, detalhou.

Segundo a professora, o conhecimento adquirido por meio do projeto PCE é algo que o aluno levará para a vida, sendo capaz de influenciar sua família, amigos, comunidade e todos que vivem à sua volta, além de despertar o interesse para pesquisa científica.

Assista a paródia feita pelos bolsistas do PCE

A professora disse ainda que um dos pontos positivos foi à mudança no comportamento dos alunos em sala de aula. Segundo Josiane, o projeto tornou os estudantes mais participativos durante as aulas e aumentou a curiosidade e  o interesse deles pela disciplina.

“Alguns alunos eram desinteressados, mas com o início do projeto podemos ver o aumento na média ao final do bimestre, não só na disciplina Ciências, mas também em outras matérias”, informou.

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PCE

O PCE incentiva a atração de alunos e professores ao mundo da pesquisa científica no ambiente escolar, envolvendo-os, a partir do 6º do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, em projetos de cunho científico ou tecnológico.

A edição 2017 do PCE, contou com 396 propostas aprovadas que contemplam Manaus e outros 35 municípios do Estado.

Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Fapeam entrega Menção Honrosa “Jornalista – Amigo (a) da Ciência – TV”

A homenageada foi a jornalista e produtora da TV Band Amazonas, Mara Campelo

Nesta sexta-feira (29), ocorreu a entrega da Menção Honrosa “Jornalista – Amigo (a) da Ciência – TV” do 8˚ Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico  para a jornalista e produtora da TV Band Amazonas, Mara Campelo. A iniciativa visa reconhecer e valorizar  trabalhos executados por profissionais da área de Jornalismo  voltados à popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Amazonas.

A homenagem ocorreu na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Feliz com o recebimento da menção honrosa das mãos do diretor-presidente da Fundação, Edson Barcelos, a jornalista destacou a importância da interlocução junto à assessoria de Comunicação institucional para o desenvolvimento de produtos jornalísticos de qualidade sobre CT&I.  “O nosso trabalho inicia a partir do repasse de informações sobre ações e projetos beneficiados pela Fapeam, o que contribui para com a nossa produção”, destaca.

Campelo agradeceu a todos os colegas do veículo onde atua, uma vez que, de acordo com ela, é o trabalho em conjunto que contribui para a qualidade do resultado final dos produtos jornalísticos. “Eu recebo o material, estudo, analiso, escrevo a pauta, mas é o repórter que vai para a rua e finaliza junto com a equipe de filmagem, então, sem eles não haveria uma finalização tão boa da nossa produção”, disse a homenageada, ressaltando que, ao término da veiculação de cada reportagem, sente-se como se estivesse no local onde os fatos ocorreram.

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O diretor-presidente da Fapeam agradeceu à jornalista pelo trabalho executado e frisou que a imprensa tem colaborado sobremaneira para que a sociedade tome conhecimento do que vem sendo desenvolvido pela Fundação, dos investimentos em projetos na área de CT&I e do papel do órgão objetivando contribuir para o desenvolvimento do Estado

A jornalista afirmou ainda que, em sua concepção, o Prêmio Fapeam tem uma relevância tão grande para o Estado que, atualmente, representa um meio de incentivo às riquezas naturais da região. “Estou muito honrada”, ratificou.

O diretor-presidente da Fapeam agradeceu à jornalista pelo trabalho executado e frisou que a imprensa tem colaborado sobremaneira para que a sociedade tome conhecimento do que vem sendo desenvolvido pela Fundação, dos investimentos em projetos na área de CT&I e do papel do órgão objetivando contribuir para o desenvolvimento do Estado. “Agradecemos e esperamos contar sempre com vocês”, salientou Edson Barcelos.

Outros homenageados

A 8ª edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico também concedeu as menções honrosa s “Jornalista, Amigo da Ciência – Impresso/Revista” para Evaldo Ferreira e “Veículo de Comunicação Midiática” para o Portal Em Tempo. Os vencedores foram Adrianne Diniz (“Voluntários ledores”), categoria Audiovisual – Reportagem ou Videoreportagem; Ione Moreno (“As mil facetas do tucumã”), categoria Fotojornalismo; Leandro Tapajós (“Internacionalização no ensino no AM impulsiona pesquisa na Amazônia”), categoria Internet; e na categoria Impresso Jornal/Revista, Hellen Miranda (“Parques de ideias – pensamentos ‘fora da caixa’”).

O Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico teve sua primeira edição no ano de 2010.   Na ocasião, profissionais e estudantes concorreram em quatro categorias (Internet, Rádio, TV e Impresso). Ao longo dos anos, o Prêmio passou por mudanças, com a adoção de modalidades e suas respectivas divisões por categorias. Pioneiro no País, o Prêmio marcou definitivamente uma nova fase no Jornalismo Científico do Amazonas visando à popularização da Ciência no Estado.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Fapeam entrega Menção Honrosa “Jornalista – Amigo (a) da Ciência – TV”

A homenageada foi a jornalista e produtora da TV Band Amazonas, Mara Campelo

Nesta sexta-feira (29), ocorreu a entrega da Menção Honrosa “Jornalista – Amigo (a) da Ciência – TV” do 8˚ Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico  para a jornalista e produtora da TV Band Amazonas, Mara Campelo. A iniciativa visa reconhecer e valorizar  trabalhos executados por profissionais da área de Jornalismo  voltados à popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Amazonas.

A homenagem ocorreu na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Feliz com o recebimento da menção honrosa das mãos do diretor-presidente da Fundação, Edson Barcelos, a jornalista destacou a importância da interlocução junto à assessoria de Comunicação institucional para o desenvolvimento de produtos jornalísticos de qualidade sobre CT&I.  “O nosso trabalho inicia a partir do repasse de informações sobre ações e projetos beneficiados pela Fapeam, o que contribui para com a nossa produção”, destaca.

Campelo agradeceu a todos os colegas do veículo onde atua, uma vez que, de acordo com ela, é o trabalho em conjunto que contribui para a qualidade do resultado final dos produtos jornalísticos. “Eu recebo o material, estudo, analiso, escrevo a pauta, mas é o repórter que vai para a rua e finaliza junto com a equipe de filmagem, então, sem eles não haveria uma finalização tão boa da nossa produção”, disse a homenageada, ressaltando que, ao término da veiculação de cada reportagem, sente-se como se estivesse no local onde os fatos ocorreram.

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Diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, e a jornalista Mara Campelo durante a entrega da menção honrosa

A jornalista afirmou ainda que, em sua concepção, o Prêmio Fapeam tem uma relevância tão grande para o Estado que, atualmente, representa um meio de incentivo às riquezas naturais da região. “Estou muito honrada”, ratificou.

O diretor-presidente da Fapeam agradeceu à jornalista pelo trabalho executado e frisou que a imprensa tem colaborado sobremaneira para que a sociedade tome conhecimento do que vem sendo desenvolvido pela Fundação, dos investimentos em projetos na área de CT&I e do papel do órgão objetivando contribuir para o desenvolvimento do Estado. “Agradecemos e esperamos contar sempre com vocês”, salientou Edson Barcelos.

Outros homenageados

A 8ª edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico também concedeu as menções honrosa s “Jornalista, Amigo da Ciência – Impresso/Revista” para Evaldo Ferreira e “Veículo de Comunicação Midiática” para o Portal Em Tempo. Os vencedores foram Adrianne Diniz (“Voluntários ledores”), categoria Audiovisual – Reportagem ou Videoreportagem; Ione Moreno (“As mil facetas do tucumã”), categoria Fotojornalismo; Leandro Tapajós (“Internacionalização no ensino no AM impulsiona pesquisa na Amazônia”), categoria Internet; e na categoria Impresso Jornal/Revista, Hellen Miranda (“Parques de ideias – pensamentos ‘fora da caixa’”).

O Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico teve sua primeira edição no ano de 2010.   Na ocasião, profissionais e estudantes concorreram em quatro categorias (Internet, Rádio, TV e Impresso). Ao longo dos anos, o Prêmio passou por mudanças, com a adoção de modalidades e suas respectivas divisões por categorias. Pioneiro no País, o Prêmio marcou definitivamente uma nova fase no Jornalismo Científico do Amazonas visando à popularização da Ciência no Estado.

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Capes recebe propostas de projetos para concorrerem ao PROCAD-Amazônia e ao PVNS-Amazônia

As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de julho por meio eletrônico no site da Capes

Programas de Pós-Graduação (PPGs) de instituições de ensino superior (IES) implantadas na região Norte podem ser beneficiados com os editais do Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia (PROCAD-Amazônia) e do Programa Professor Visitante Nacional Sênior (PVNS-Amazônia). De iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), os dois programas receberão propostas de projetos conjuntos de ensino e pesquisa até o dia 16 de julho.

A finalidade dos programas é o aprimoramento da formação de pós-graduação no Norte do País (com extensão para o Estado do Maranhão) de maneira a contribuir com a melhoria do nível de qualidade dos Programas de Pós-graduação (PPGs) instalados na região e ainda propiciar o desenvolvimento de estudos por pesquisadores de larga experiência e reconhecimento na área científica.

Por meio do PROCAD-Amazônia, pretende-se incentivar a criação de redes de cooperação acadêmica por meio do uso de capital intelectual e de infraestrutura vinculados a instituições participantes. Por seu lado, o PVNS-Amazônia visa ao apoio a execução de estudos capitaneados por Professor Visitante Nacional Sênior, possibilitando desta maneira a melhoria do nível de qualidade das pesquisas na região.

Estão previstas no PROCAD-Amazônia, as seguintes modalidades de bolsas: Estágio pós-doutoral no País, Professor Visitante no Exterior Júnior e Sênior, Doutorado Sanduíche no Exterior e Jovem Talento com Experiência no Exterior. Cada projeto contará necessariamente com três equipes que devem pertencer a PPGs de diferentes instituições. O custeio é de até R$ 40 mil para projetos da Linha 1 e R$ 60 mil para projetos da Linha 2. O repasse será feito anualmente.

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Os projetos terão vigência de cinco anos, sendo que o cronograma de atividades deve ser planejado para contemplar quatro anos de execução e o quinto ano, quando necessário, será destinado, exclusivamente, para a finalização das atividades dos projetos em que tenham ocorrido eventuais atrasos.

No caso do Programa Professor Visitante Nacional Sênior, estão previstas até 36 bolsas de Professor Visitante Nacional Sênior-Amazônia, com o limite de até quatro bolsas por projeto institucional. Podem participar do processo de seleção Professores/pesquisadores doutores, há pelo menos dez anos, que estejam aposentados ou oficialmente licenciados para participar do programa. O candidato deve ter sido docente ou pesquisador de reconhecida competência em sua área, com produção científica relevante.

A submissão das propostas deverá ser feita pelo proponente/coordenador, por meio eletrônico, à CAPES por meio do Formulário Online, que pode ser acessado no seguinte link:  https://inscricao.capes.gov.br/individual.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Confap e British Council lançam chamada para melhoria do ensino e aprendizado da língua inglesa

Iniciativa é voltada para o fomento de projetos conjuntos entre instituições de ensino superior brasileiras e britânicas

Com o objetivo de fomentar a pesquisa aplicada em língua inglesa, o British Council e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), no conjunto de suas Fundações, lançaram a Chamada UK Brazil English Collaboration. A iniciativa é voltada para o fomento de projetos conjuntos entre instituições de ensino superior brasileiras e britânicas.

O apoio financeiro se dará em duas linhas de pesquisa. A primeira é direcionada a políticas para a língua inglesa como componente do processo de internacionalização de instituições de ensino superior brasileiras, alinhadas com a agenda da “internacionalização em casa”. A segunda linha de fomento é voltada para a educação básica com o apoio a pesquisas sobre o aprimoramento do ensino e aprendizagem de inglês na rede pública brasileira – ensino fundamental e médio. Essa linha inclui temas como desenvolvimento de currículo, formação inicial e continuada de professores, uso de tecnologias e avaliação.

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Propostas conjuntas poderão ser submetidas por universidades, faculdades ou outras instituições privadas do Reino Unido em colaboração com institutos federais e universidades, públicas e privadas, do Brasil. A submissão será realizada entre 16 de julho e 21 de setembro de 2018. O resultado esperado é o aumento no intercâmbio de conhecimento e pesquisa, com o objetivo de desfazer as barreiras que impedem o aprimoramento de aprendizado (English Language Learning – ELL) e Ensino de Inglês (English Language Teaching – ELT) em um país com as dimensões do Brasil.

As Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) brasileiras apoiarão acordos bilaterais, envolvendo instituições dos estados de Alagoas (Fapeal), Amapá (Fapeap), Amazonas (Fapeam), Distrito Federal (FAPDF), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Mato Grosso (Fapemat), Minas Gerais (Fapemig), Paraná (Fundação Araucária) e Piauí (Fapepi). Serão financiados projetos de valor máximo de dez mil libras esterlinas a serem implementados em um período de até sete meses. Os recursos são destinados à mobilidade acadêmica, organização de eventos, custos de viagem e licenças de software.

As Fundações poderão exigir requisitos específicos em cada Estado. O edital completo pode ser acessado no link: http://confap.org.br/news/wp-content/uploads/2018/06/0_uk-brazil_english_collaboration_call_21062018-en_0.pdf

Mais informações: https://www.britishcouncil.org.br/en/uk-brazil-english-collaboration-call

Fonte:  Comunicação Social do Confap

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Inscrições para o Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa encerram nesta quarta-feira

Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses

Encerram nesta quarta-feira (27) as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa. A premiação será concedida as duas melhores teses de Doutorado desenvolvidas com foco em Inovação e Pesquisa.

Os estudos inscritos devem contemplar as áreas de Saúde Humana ou Ética/Bioética no Brasil, Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem e Biotecnologia ou de Ciências Biomédicas. Esta última pode compreender as subáreas Genética; Fisiologia, Bioquímica, Farmacologia; Imunologia, Microbiologia, Parasitologia e Biologia Celular.

Os critérios de análise a serem levados em consideração são inovação e pesquisa na área de saúde humana ou ética/bioética no  Brasil; originalidade e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social, bem como, demonstração, mesmo que parciais, de dados de conceito. Além disso, as teses devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade: terem sido aprovadas nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação, no ano de 2017; estarem disponíveis na Plataforma Sucupira da CAPES, quando da submissão ao prêmio; terem sido defendidas no Brasil, mesmo em casos de cotutela ou outras formas de dupla diplomação; e ainda, terem sido defendidas em Programa de Pós-Graduação com, no mínimo, três teses de doutorado defendidas no ano anterior ao do edital.

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Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional.

Orientadores, co-orientadores e programas em que foram defendidas as teses receberão Certificado de premiação. O orientado receberá ainda um prêmio adicional no valor de R$ 3 mil para participação em Congresso Nacional.

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Inscrições para o Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa encerram nesta quarta-feira

Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses

Encerram nesta quarta-feira (27) as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa. A premiação será concedida as duas melhores teses de Doutorado desenvolvidas com foco em Inovação e Pesquisa.

Os estudos inscritos devem contemplar as áreas de Saúde Humana ou Ética/Bioética no Brasil, Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem e Biotecnologia ou de Ciências Biomédicas. Esta última pode compreender as subáreas Genética; Fisiologia, Bioquímica, Farmacologia; Imunologia, Microbiologia, Parasitologia e Biologia Celular.

Os critérios de análise a serem levados em consideração são inovação e pesquisa na área de saúde humana ou ética/bioética no  Brasil; originalidade e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social, bem como, demonstração, mesmo que parciais, de dados de conceito. Além disso, as teses devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade: terem sido aprovadas nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação, no ano de 2017; estarem disponíveis na Plataforma Sucupira da CAPES, quando da submissão ao prêmio; terem sido defendidas no Brasil, mesmo em casos de cotutela ou outras formas de dupla diplomação; e ainda, terem sido defendidas em Programa de Pós-Graduação com, no mínimo, três teses de doutorado defendidas no ano anterior ao do edital.

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Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional.

Orientadores, co-orientadores e programas em que foram defendidas as teses receberão Certificado de premiação. O orientado receberá ainda um prêmio adicional no valor de R$ 3 mil para participação em Congresso Nacional.

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Confap e CNPq lançam chamada para integrar pesquisadores brasileiros a projetos do Conselho Europeu de Pesquisa

Fapeam está entre as Fundações de Amparo à Pesquisa participantes da chamada hamada pública ERC – CONFAP – CNPq

 Pesquisadores brasileiros em nível pós-doutoral podem concorrer à chamada pública ERC – CONFAP – CNPq para seleção com a finalidade de integrar equipes com projetos financiados pelo Conselho Europeu de Pesquisa (European Research Council – ERC). A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) está entre as FAPs (Fundações de Amparo à Pesquisa) participantes da chamada. Os pesquisadores precisar estar vinculados a instituições de ensino e pesquisa do País, sendo que o prazo para o envio das propostas encerra no dia 31 de agosto.

De iniciativa do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a chamada pública foi viabilizada  por meio do acordo assinado entre a Comissão Europeia e o Confap, em 2016, e incluiu o CNPq por meio do arranjo administrativo  assinado em maio deste ano.

Além da Fapeam,  as FAPs (Fundações de Amparo à Pesquisa) dos Estados de Alagoas (Fapeal), Amapá (Fapeap), Bahia (Fapesb), Distrito Federal (FAPDF), Espírito Santo (Fapes), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Mato Grosso (Fapemat), Mato Grosso do Sul (Fundect), Minas Gerais (Fapemig), Paraíba (Fapesq), Paraná (Fundação Araucária), Pernambuco (Facepe), Piauí (Fapepi), Rio Grande do Sul (Fapergs), Santa Catarina (Fapesc), São Paulo (Fapesp), Sergipe (Fapitec) e Tocantins (Fapt) também participam da seleção pelo Confap.

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Os projetos disponíveis a receberem pesquisadores nacionais são das seguintes áreas: Biologia e Bioquímica estrutural e molecular; Genética, genômica, bioinformática e biologia sistêmica; Biologia celular e desenvolvimental; Fisiologia, patofisiologia e endocrinologia; Neurociências e desordens neurais; Imunidade e infecção; Ferramentas de diagnóstico, terapias e saúde pública; Biologia evolucionária, populacional e ambiental;  Ciências aplicadas à vida e biotecnologia não-médica; Matemática; Constituição fundamental da matéria; Física de matéria condensada; Ciências da químico-física e química analítica; Química sintética e materiais; Ciência da Computação e informática; Engenharia de sistemas e de comunicações; Engenharia de produtos e processos; Ciências do universo; Ciência do sistema terrestre; Mercados, indivíduos e instituições; Instituições, valores, crenças e comportamento; Meio ambiente, espaço e população; A mente humana e sua complexidade;. Culturas e produção cultural; Estudo do passado humano e Sinergia.

Interessados devem se cadastrar na plataforma do Confap ((http://www.confap.org.br/news/ercform/public/login) para ter acesso à lista dos projetos, com suas respectivas descrições, fomentados pelo ERC aptos a receber pesquisadores brasileiros. Neste mesmo ambiente, estão disponibilizados os contatos dos pesquisadores desses projetos. Segundo informações do Confap, feito isso, o pesquisador do Brasil deverá entrar em contato com o pesquisador principal do projeto financiado pelo ERC e acordar sua participação.

Para formalização, o  pesquisador brasileiro precisará receber do pesquisador principal do ERC e de sua instituição de destino cartas de aceite, as quais serão anexadas ao processo de submissão da proposta na plataforma do Confap, juntamente com outros documentos listados como obrigatórios. A previsão é que os projetos aprovados tenham início ainda no segundo semestre deste ano. As FAPs e o CNPq viabilizarão as despesas de viagem. Os selecionados receberão suporte dos projetos ERC e o fomento poderá ser negociado e definido entre os Pesquisadores Principais (ERC Grantees) e os pesquisadores brasileiros. Para outros esclarecimentos, o Confap disponibilizou o email: confap.erc.ia@gmail.com

 

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

 

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Xeque-mate da Educação – Escola utiliza xadrez como ferramenta de aprendizagem

A iniciativa do projeto partiu do professor Bruno Castro, sendo desenvolvida na Escola Estadual Gentil Belém

Um xeque-mate da educação pode ser comemorado pela Escola Estadual Gentil Belém. Localizada no município de Parintins, a unidade de ensino participou da última edição do Programa Ciência na Escola (PCE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com um projeto que buscou fazer a interação entre o ensino da matemática e o xadrez

A iniciativa do projeto partiu do professor Bruno Castro, que buscou motivação em experiência vivenciada como monitor de pesquisa há alguns anos. Na época, o projeto, que contava também com o financiamento da Fapeam, previa o uso de um software específico como ferramenta para o ensino da Matemática. “Através dessa experiência, surgiu interesse em desenvolver um projeto para estimular a busca de informações, o raciocínio lógico e o desenvolvimento de habilidades para a melhoria do aprendizado, daí, foi idealizado o ‘Xadrez, formando vencedores’”, afirmou o professor, que atualmente está lotado na Escola Estadual Brandão de Amorim, no mesmo município.

O projeto, desenvolvido durante seis meses, contou com cinco alunos bolsistas, do 6º ao 9º ano. Eles atuaram nas pesquisas bibliográficas, com levantamento de material didático sobre xadrez, organização de peças e tabuleiros e ainda realizaram palestras, na escola e em outros locais, sobre o assunto, abordando desde o contexto histórico, curiosidades, regras e jogadas, e foram os primeiros a iniciarem a prática do esporte, influenciando dezenas de outros estudantes.

A partir de situações desafiadoras colocadas no tabuleiro, os alunos foram motivados a desenvolver estratégias e definir o caminho a seguir ou mais precisamente, a melhor jogada a realizar.  Mas, para alcançar esse nível,  eles antes realizaram diversas pesquisas em sites e livros especializados na modalidade. Em seguida, organizaram o material coletado, debateram as regras do jogo, aprenderam sobre posicionamento correto e movimento das peças no tabuleiro, movimentos particulares de cada peça, técnicas de abertura, finalizações rápidas, além de estratégias de ataque e defesa.

O projeto, desenvolvido durante seis meses, contou com cinco alunos bolsistas, do 6º ao 9º ano

Um dos bolsistas, o aluno Aldrin Pontes conta que aceitou de imediato o convite para participar do projeto porque já tinha certa prática com a modalidade. Ele participou de todas as etapas, desde o planejamento até as apresentações dentro e fora da escola, e diz que o “Xadrez, formando vencedores”  ajudou a mudar não somente a sua vida escolar, como também a de outros alunos. O menino diz que pretende continuar jogando e que o seu sonho é representar a escola na competição de xadrez dos Jogos Escolares Estudantis. “Espero orgulhar minha escola e meu município”, disse.

Benefícios para a vida

Entretanto, os benefícios não ficaram somente no conhecimento adquirido sobre o jogo. Os alunos envolvidos aperfeiçoaram outras habilidades, entre as quais, o nível de concentração. Segundo o educador, a falta de concentração dos estudantes em sala de aula foi outro motivo que levou a idealizar o projeto, sobretudo porque esse fator pode acarretar uma reação em cadeia, levando ao desinteresse, indisciplina e problemas ainda mais graves.

Houve avanços ainda no que se refere às relações interpessoais tanto entre alunos, quanto alunos-professores e os demais profissionais de educação que atuam na unidade de ensino. “Trabalhamos valores, como respeito mútuo, e características no âmbito mais pessoal, como disciplina, controle da ansiedade e o aprender a perder e a ganhar”, frisou o coordenador do projeto, o qual esclareceu que esses aspectos foram avaliados a partir de aplicação de questionário junto aos docentes e servidores da unidade ensino.

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Os benefícios não ficaram somente no conhecimento adquirido sobre o jogo. Os alunos envolvidos aperfeiçoaram outras habilidades, entre as quais, o nível de concentração

Outra importante semente plantada pelo projeto foi a percepção de que as regras do jogo podem ser aplicadas na vida cotidiana. “O xadrez nos ensina a relacionar os movimentos com suas respectivas consequências e isso serve para a nossa vida, na medida em que  cada movimento ou algo que fazemos tem suas consequências”, analisa a aluna Amanda Oliveira.

Para o educador, cabe à escola adotar mecanismos  que possam atrair, envolver, inspirar e motivar os alunos, portanto, o “Xadrez, formando vencedores” conseguiu alcançar esse objetivo, com impacto positivo  não só na Matemática, mas também em outras disciplinas, assim como contribuiu para o aperfeiçoamento do raciocínio lógico.  “Só o fato de utilizarmos um esporte como ferramenta para o aprendizado, levando os alunos a se familiarizarem com uma prática desportiva, já foi uma conquista, porém, conseguimos obter  benefícios muito além do que se esperava”, destacou o professor, ressaltando ainda que o projeto significou “um aprendizado para a vida”.

Sobre o Xadrez

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”Xadrez, formando vencedores” conseguiu alcançar esse objetivo, com impacto positivo não só na Matemática, mas também em outras disciplinas, assim como contribuiu para o aperfeiçoamento do raciocínio lógico

De origem controversa, a versão mais difundida é de que o jogo teria surgido na Índia. Considerado um esporte por alguns, uma arte por outros e ainda uma verdadeira ciência por muitos, o xadrez é um jogodisputado em um tabuleiro de casas claras e escuras. Cada enxadrista (como são chamados os jogadores) devem controlar 16 peças com diferentes formatos e características, sendo que o maior objetivo é dar xeque-mate no rei adversário. Apartida mais demorada de xadrez já registrada durou 24 horas e 30 minutos, tendo ocorrido em 1980.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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