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Inscrições abertas para o Prêmio Jovem Cientista

Estudantes dos ensinos médio e superior, mestres e doutores podem se inscrever no prêmio, que aborda o tema “Inovações para a conservação da natureza e transformação social”. As linhas de pesquisa podem ser consultadas no site do PJC

Começam, nesta segunda-feira, 29 de janeiro, as inscrições para a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista (PJC), cujo tema será “Inovações para a conservação da natureza e transformação social”. Podem concorrer estudantes do Ensino Médio, Ensino Superior, mestres e doutores. Há, ainda, mais duas categorias dentro do prêmio: Mérito Científico para o pesquisador doutor que, ao longo de sua trajetória, tenha se destacado na área relacionada ao tema da edição, e Mérito Institucional para instituições dos ensinos médio e superior com o maior número de trabalhos qualificados.

As inscrições e os trabalhos podem ser enviados até o dia 31 de julho, para o site www.jovemcientista.cnpq.br. A partir do mês de fevereiro serão disponibilizadas web aulas no site do PJC, voltadas para o tema deste ano, com o intuito de auxiliar os participantes no decorrer do prêmio.

Instituído em 1981, o PJC incentiva a pesquisa científica e os estudantes e jovens pesquisadores que buscam soluções inovadoras para os desafios do país. Biodiversidade, empreendedorismo e sustentabilidade, inovação e inclusão digital são algumas das linhas de pesquisa que podem ser consultadas no site do prêmio.

A 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Fundação Roberto Marinho, Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e Banco do Brasil.

Conheça as linhas de pesquisa

Na 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista, estudantes do ensino superior, mestres e doutores poderão inscrever trabalhos relacionados a uma das seguintes linhas de pesquisa:

  • Benefícios socioeconômicos gerados por unidades de conservação e demais áreas protegidas;
  • Biodiversidade, serviços ecossistêmicos e bem-estar humano;
  • Empreendedorismo e modelos de negócios para a inclusão digital e uso sustentável de recursos naturais;
  • Incentivos econômicos para a conservação e o uso sustentável da natureza;
  • Inovações para a conservação e o uso sustentável da natureza;
  • Inovações para a inclusão digital da sociedade brasileira;
  • O papel da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos na adaptação às Mudanças do Clima;
  • Práticas inovadoras em educação, comunicação e divulgação sobre biodiversidade;
  • Produção e consumo ambientalmente sustentáveis;
  • Tecnologias digitais para transformação social;
  • Tecnologias para incentivar a prática de economia colaborativa e sustentável.

Já na categoria Ensino Médio, poderão ser inscritos trabalhos relacionados a uma das seguintes linhas de pesquisa:

  • Comunicação e mobilização para a valorização de áreas protegidas;
  • Empreendedorismo e soluções locais para a conservação e o uso sustentável da natureza;
  • Inovações para a conservação da natureza e o uso sustentável no ambiente escolar;
  • Práticas inovadoras em educação ambiental e conservação da natureza;
  • Tecnologias digitais para a conservação da natureza;
  • Tecnologias digitais para transformação social.

 

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Fonte: CNPq

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Estudantes aprendem Geografia por meio de jogos lúdicos

Projeto é desenvolvido via o Programa Ciência na Escola e tem auxiliado alunos na aprendizagem da disciplina

Quem disse que aprender brincando não é possível? Os estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, Zona Leste de Manaus, estão aprendendo de uma forma diferente a disciplina de Geografia. As aulas agora contam com o apoio de jogos lúdicos que auxiliam no ensino e aprendizagem desta matéria.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola.  O projeto trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou que os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via o Programa Ciência na Escola (PCE), realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

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Jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina de Geografia na Escola Municipal Antonina Borges de Sá

 

Segundo a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade conseguiu despertar e aumentar o interesse dos estudantes em aprender a disciplina.

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

Raquel disse ainda que o projeto é oportuno porque identifica e contextualiza as atividades lúdicas como instrumento pedagógico, interagindo com materiais e procedimentos variados ao ampliar as concepções relativas ao ensino da geografia.

O projeto conta a participação de cinco bolsistas da alfabetização científica do PCE, que ajudam a levar o conhecimento adquirido com o projeto aos demais estudantes da escola. A equipe é formada pelos estudantes: Ana Paula Mendonça, Mikael da Silva, Luiz de Souza, Keven Ribeiro e Jennifer Laredo.

A bolsista Jennifer Laredo disse que o projeto de alfabetização científica conseguiu despertar seu interesse pela pesquisa e em aprender mais sobre a disciplina.

“Os jogos lúdicos da forma como está sendo aplicado têm nos ajudado a aprender e entender a disciplina de forma mais fácil” disse a estudante.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes das Escolas Públicas Estaduais do Amazonas e Municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon

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Estudantes aprendem Geografia por meio de jogos lúdicos

Projeto é desenvolvido via o Programa Ciência na Escola e tem auxiliado alunos na aprendizagem da disciplina

Quem disse que aprender brincando não é possível? Os estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, Zona Leste de Manaus, estão aprendendo de uma forma diferente a disciplina de Geografia. As aulas agora contam com o apoio de jogos lúdicos que auxiliam no ensino e aprendizagem desta matéria.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola.  O projeto trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou que os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via o Programa Ciência na Escola (PCE), realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

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Jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina de Geografia na Escola Municipal Antonina Borges de Sá

 

Segundo a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade conseguiu despertar e aumentar o interesse dos estudantes em aprender a disciplina.

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

Raquel disse ainda que o projeto é oportuno porque identifica e contextualiza as atividades lúdicas como instrumento pedagógico, interagindo com materiais e procedimentos variados ao ampliar as concepções relativas ao ensino da geografia.

O projeto conta a participação de cinco bolsistas da alfabetização científica do PCE, que ajudam a levar o conhecimento adquirido com o projeto aos demais estudantes da escola. A equipe é formada pelos estudantes: Ana Paula Mendonça, Mikael da Silva, Luiz de Souza, Keven Ribeiro e Jennifer Laredo.

A bolsista Jennifer Laredo disse que o projeto de alfabetização científica conseguiu despertar seu interesse pela pesquisa e em aprender mais sobre a disciplina.

“Os jogos lúdicos da forma como está sendo aplicado têm nos ajudado a aprender e entender a disciplina de forma mais fácil” disse a estudante.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes das Escolas Públicas Estaduais do Amazonas e Municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon

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Projeto de pesquisa ensina educação financeira em escola pública em Manaus

Estudo é realizado no âmbito do PCE da Fapeam que envolve turmas do 1º ano do Ensino Médio

Ser consumidor ou consumista? Esse é um dos diversos questionamentos realizados no projeto “Educação Financeira na Escola: Planejando a Vida”, realizado por estudantes do 1º ano do ensino médio da Escola Estadual Profª Adelaide Tavares de Macedo, situada no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus.

O projeto, que é coordenado pela professora de Artes e Sociologia Mariá de Nazaré Conceição Sena, é realizado no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e conta com a participação das alunas Adria Cristina, Giovanna Galvão e Suzyane Oliveira. Além das bolsistas, as turmas de 1º ano do turno matutino participam das atividades do grupo de pesquisa.

Segundo a professora Mariá, o projeto tem a proposta de trabalhar a cultura da prevenção voltada à educação financeira. Ela conta que o estudo busca também orientar os alunos sobre o comportamento deles em sociedade e como ser um consumidor e não um consumista.

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Estudantes aprendem na prática, desde cedo, como planejar a mesada e a ajudar no orçamento familiar

 

“Eles (alunos) aprendem a se planejarem financeiramente desde cedo. O planejamento vai desde a redução do consumo de energia até questões sobre como fazer compras de forma sustentável. Será que devo comprar aos pouquinhos ou devo me planejar para ir ao supermercado e comprar tudo de uma vez?”, questiona.

Mariá destacou que além do conhecimento repassado durante as atividades do projeto, os alunos são incentivados a serem multiplicadores dos conceitos aprendidos. A ideia é que seus familiares, amigos e conhecidos também compreendam a importância da educação financeira.

“Vamos tornar os alunos multiplicadores de ações. Tudo o que eles aprendem na escola vão passar de alguma forma para família deles. Por exemplo, nós fizemos estudo dos 5R’s que vão desde repensar suas atitudes até reciclar. Os alunos também irão trazer de casa as contas de energia e criaremos uma dinâmica para fazer a redução desse gasto no imóvel”, contou.

Conforme a professora, a dinâmica será realizada em todas as turmas nas quais ela ministra aula. O desafio será avaliado como nota do terceiro bimestre. Os alunos irão listar todos os eletroeletrônicos que possuem em casa e a forma de interação das pessoas com esses objetos.

“Outra questão que a gente trabalha dentro do projeto é análise da fatura do cartão de crédito e como as pessoas se programam para comprar e pagar suas contas. Analisamos também à lista de compras de supermercado”, ressaltou Mariá.

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A ideia é que familiares, amigos e conhecidos também compreendam a importância da educação financeira

 

A proposta de fazer multiplicadores do conhecimento sobre educação financeira tem dado certo. A bolsista Adria Cristina conta que mudou seus hábitos de consumo e que seus familiares também têm se enquadrado nesse novo momento. Segundo a bolsista, a redução do valor da conta de energia é a prova de que o projeto tem alcançado seus objetivos.

“Consegui aprender várias coisas que eu fazia de errado e com dinheiro que gastava com besteiras posso usar em coisas melhores. Por exemplo, eu compro roupas novas e dou as antigas pra quem precisa. Outra coisa, quando todo mundo sai de casa eu tiro todos os objetos das tomadas. Hoje pagamos R$ 121 de energia, antes pagávamos muito mais. É um alívio. Quando saímos para fazer compras sempre pergunto para minha mãe se aquilo que estamos comprando é realmente preciso”, ressaltou.

Assim como Adria, a bolsista Giovana Galvão também tem repensado a maneira de consumir e planejar seu orçamento. “Estou gostando bastante do projeto porque agora consigo pensar melhor em como gastar o dinheiro que recebo dos meus pais e não gastar com besteiras. Penso sempre em investir em alguma coisa maior”, disse.

Para a bolsista Suzyane Oliveira, o estudo tem sido uma base que incentiva o estudante a pensar e planejar o futuro. “Quando estiver mais adulta já vou ter essa base e vou saber como investir ao invés de ficar gastando e não ter nada de volta, como muitos adultos fazem. Então, acho que se a gente economizar a partir de agora o nosso dinheiro, pra faculdade ou pra comprar nossa casa futuramente, é mais importante”, finalizou.

 O PCE

O programa incentiva a atração de alunos e professores ao mundo da pesquisa científica no ambiente escolar, envolvendo-os, a partir do 6º do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, em projetos de cunho científico ou tecnológico. Ao todo, 396 propostas foram aprovadas pela Fapeam e contemplam Manaus e outros 35 municípios do Estado.

 

Texto e fotos:  Decon

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Fiocruz lança edital para seleção de estagiários

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou edital para seleção de estagiários na modalidade de estágio não obrigatório, remunerado. As inscrições podem ser feitas no período de 18 de julho a 1º de agosto deste ano.

O edital está disponível no site do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) em www.ciee.org.br  e na  da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (Cogepe/Fiocruz). A oferta é de 245 vagas, sendo 221 para nível superior e 24 para nível intermediário. Desse total, 25 vagas são reservadas para estudantes com deficiência. O edital e seus anexos detalham todas as etapas do processo seletivo por grupos e perfis.

As inscrições começam na terça-feira, 18/7, e terminam em 1º/8, com prazo para envio de documentos estendido até 8/8. A divulgação do resultado da primeira fase (análise da documentação) está prevista para 11/9. O período de seleção acontecerá entre 14/9 e 6/10, e o resultado final será divulgado entre 6/10 e 16/10.

As vagas podem ter carga horária de quatro ou seis horas diárias, conforme requisitos dispostos em cada perfil e os limites previstos na Lei nº 11.788/08 e Orientação Normativa nº 4, de 4 de julho de 2014.

Os selecionados receberão bolsa estágio de acordo com o nível e a carga horária: Nível superior (quatro horas) R$ 364,00, (seis horas) R$ 520,00. Nível médio (quatro horas) R$ 203,00, (seis horas) R$ 290,00. Além da bolsa, os estagiários receberão o auxílio transporte no valor de R$ 132,00.

SELEÇÃO PÚBLICA

Desde junho de 2015, a Fiocruz seleciona estagiários por meio de editais públicos. Este será o quarto edital publicado pela Fundação para estágio não obrigatório, totalizando no período a oferta de 773 vagas.

Confira aqui as vagas.