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Música auxilia na aprendizagem da língua inglesa em Manaus

21.11.2019 - PROGRAMA PCE - CORAL AULA DE INGLÊS - FOTOS ERICO X-17

Projeto foi desenvolvido com apoio da Fapeam

Quem não gosta de ouvir a canção favorita? Seja para cantar, dançar, refletir, relaxar ou até mesmo para praticar alguma atividade física. A música é universal e possui diferentes ritmos e línguas. Em Manaus, a música também tem sido usada como instrumento inclusivo no ensino da língua inglesa, por meio do Programa Ciência na Escola (PCE), edital N° 003/2019, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

O projeto desenvolvido com 41 alunos do 5º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Professor Waldir Garcia, zona centro-sul, foi coordenado pela professora, Luana Camila Lima, que buscou trazer novas metodologias para facilitar o aprendizado da língua, além de buscar a inclusão dos estudantes refugiados (haitianos e venezuelanos), bem como os estudantes brasileiros com dificuldade de aprendizagem no ensino da língua inglesa.

2020-01-06

Segundo a professora, o projeto ajudou a melhorar a questão de aquisição de vocabulário, pronúncia das habilidades como leitura, escrita e também a postura no ato do canto e a expressão corporal.

“Espero que essa iniciativa não pare por aqui, que possamos continuar para atingir mais crianças, e que elas vejam que é possível aprender outro idioma de forma prazerosa e dinâmica, não sendo algo cansativo, mas sim algo que elas possam desenvolver de forma agradável”, relata.

21.11.2019 - PROGRAMA PCE - CORAL AULA DE INGLÊS - FOTOS ERICO X-39

Projeto foi realizado por meio do PCE

Para a estudante do 5º ano e integrante do coral, Maria Luíza Nascimento, o projeto ajudou no seu desenvolvimento de aprendizagem do inglês. “Eu acho muito legal poder participar desse projeto, o coral me ajudou a desenvolver melhor a pronúncia do inglês, antes eu não sabia falar quase nada em inglês agora já aprendi muitas coisas. O coral me ajudou bastante.”

Esta é a primeira vez que a professora participa do PCE, Luana lima destaca a importância da música como uma forte aliada no ensino de outro idioma.  “Eu sempre acreditei na potência das artes, então a música vem para trabalhar justamente para que esse processo de inclusão seja mais favorável. Ela contribui muito para o processo de aprendizagem de outro idioma, ajuda a desenvolver vocabulário, a pronúncia, também tem a questão de trabalhar em grupo, a empatia, nós temos alguns alunos autistas, eles têm certa dificuldade de ter empatia com o colega então a música ajuda nesse processo”, relata.

 

Metodologia

Para o projeto as músicas foram trabalhadas de acordo com o nível de inglês de cada turma. Durante os ensaios, foram trabalhadas as habilidades de escuta, pronúncia, leitura, vocabulário e estruturas gramaticais juntamente com o conhecimento de técnicas básicas do canto (coral), que pode envolver o aquecimento prévio das vozes. A identificação dos diferentes tons e notas musicais, os ensaios também tiveram apoio técnico de estudantes do curso de Música da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que auxiliaram na questão de técnicas vocais e aquecimento.

O projeto que iniciou em julho de 2019 realizou um levantamento para saber quais estudantes tinham dificuldades de aprendizagem para analisar cada caso.

PCE

O PCE apoia a participação de professores do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª a 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais do Amazonas e municipais de Manaus. O PCE é desenvolvido Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc-Am) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus).

 

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Alunos da rede pública participam de oficina sobre o estudo dos Fungos

Cerca de 20 alunos da Escola Municipal Aristophanes Bezerra de Castro, no bairro Cidade de Deus, participaram de oficina sobre a importância dos fungos para a manutenção das florestas. A atividade foi realizada na quarta-feira (27/11) no Museu da Amazônia (Musa), localizado na zona Leste de Manaus.

A oficina faz parte do projeto intitulado “Micoturismo no Museu da Amazônia (Musa): uma alternativa para o desenvolvimento turístico” apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação  (POP CT&I), edital N°009/2019.

26.11.2019 - MICOTURISMO POP CTI - DRA. RUBY VARGAS - FOTOS ÉRICO X._-76

Projeto conta com por meio da Fapeam, por meio POP CT&I

O projeto coordenado  pela pesquisadora do Musa, Ruby Vargas-Isla, tem o objetivo  de proporcionar uma experiência de Micoturismo junto à comunidade externa e demonstrar a importância e usos dos macrofungos que é pouco conhecido pela população.

As atividades iniciaram na quinta-feira,14/11, e se estende até sexta-feira, 6/12, com palestras sobre a biodiversidade de macrofungos e trilhas no Fungário do Musa, para as escolas que tiverem interesse em levar seus alunos.  As oficinas são focadas na capacitação de multiplicadores do Micoturismo.

Segundo Ruby Vargas, o termo “Micoturismo” é a junção de Micologia (ciência que estuda os fungos) + Turismo, que é uma atividade turística conhecida  em países como Espanha e Portugal que busca promover o conhecimento e conservação dos fungos nativos, ao mesmo tempo utilizar este recurso natural como um atrativo turístico.

“O Micoturismo é considerado uma atividade social em crescimento, no qual contribui para a valorização das florestas. O projeto tem o intuito de popularizar por meio destas oficinas e poder implantar uma nova atividade turística no Estado do Amazonas”, conta.

Já participaram, desde o período inicial,  150 estudantes de sete escolas da rede de ensino estadual e municipal,  incluindo  uma turma de alunos do ensino médio e técnico em Agropecuária, do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

26.11.2019 - MICOTURISMO POP CTI - DRA. RUBY VARGAS - FOTOS ÉRICO X._-105

Atividade foi realizada no Museu da Amazônia

O aluno do 5° ano do ensino fundamental, participante da oficina, João Pedro da Silva, conta que tinha conhecimento sobre os fungos, mas não sabia da importância dele para a natureza. “Eu aprendi que existe cogumelos comestíveis e tem sido uma experiência muito boa, porque além de ter uma importância para natureza podemos usar em nosso alimento,” disse.

Popularização

A pesquisadora também integra o grupo de pesquisas Cogumelos da Amazônia, do Instituto de Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), que tem a finalidade de  estudar os fungos, com ênfase aos formadores de cogumelos, do ponto de vista taxonômico, biológico, fisiológico e alimentício.

26.11.2019 - MICOTURISMO POP CTI - DRA. RUBY VARGAS - FOTOS ÉRICO X._-129

150 alunos já participaram da atividade do POP CT&I

Ruby destaca que as oficinas fazem parte de um dos resultados do projeto, assim também como a produção de dois materiais de divulgação à popularização da ciência. “Como proposta do projeto  também tem a produção de uma cartilha que envolve ensinar a coleta de cogumelos durante o dia a dia e um Guia ilustrado de Macrofungos para melhorar a percepção e compreensão destes organismos pelo público em geral. Iremos também replicar essa ação no interior nos municípios de Novo Airão e Itacoatiara, com a participação de pesquisadores do Inpa,”conta.

Pop CT & I

No Amazonas, o Governo do Estado, por meio do POP CT&I da Fapeam, apoia a realização de 26 eventos de popularização da ciência, em diversas áreas, na capital e no interior. Lançado no mês de junho, o POP CT&I, conta com recursos financeiros da ordem de R$800 mil, para apoiar a realização de exposições, feiras, oficinas, minicursos, palestras e outras atividades interativas sobre CT&I, em locais públicos, organizados por temas, campos ou áreas do conhecimento.

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Estudantes aprendem Geografia por meio de jogos lúdicos

Projeto é desenvolvido via o Programa Ciência na Escola e tem auxiliado alunos na aprendizagem da disciplina

Quem disse que aprender brincando não é possível? Os estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, Zona Leste de Manaus, estão aprendendo de uma forma diferente a disciplina de Geografia. As aulas agora contam com o apoio de jogos lúdicos que auxiliam no ensino e aprendizagem desta matéria.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola.  O projeto trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou que os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via o Programa Ciência na Escola (PCE), realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

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Jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina de Geografia na Escola Municipal Antonina Borges de Sá

 

Segundo a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade conseguiu despertar e aumentar o interesse dos estudantes em aprender a disciplina.

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

Raquel disse ainda que o projeto é oportuno porque identifica e contextualiza as atividades lúdicas como instrumento pedagógico, interagindo com materiais e procedimentos variados ao ampliar as concepções relativas ao ensino da geografia.

O projeto conta a participação de cinco bolsistas da alfabetização científica do PCE, que ajudam a levar o conhecimento adquirido com o projeto aos demais estudantes da escola. A equipe é formada pelos estudantes: Ana Paula Mendonça, Mikael da Silva, Luiz de Souza, Keven Ribeiro e Jennifer Laredo.

A bolsista Jennifer Laredo disse que o projeto de alfabetização científica conseguiu despertar seu interesse pela pesquisa e em aprender mais sobre a disciplina.

“Os jogos lúdicos da forma como está sendo aplicado têm nos ajudado a aprender e entender a disciplina de forma mais fácil” disse a estudante.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes das Escolas Públicas Estaduais do Amazonas e Municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon

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Estudantes aprendem Geografia por meio de jogos lúdicos

Projeto é desenvolvido via o Programa Ciência na Escola e tem auxiliado alunos na aprendizagem da disciplina

Quem disse que aprender brincando não é possível? Os estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, Zona Leste de Manaus, estão aprendendo de uma forma diferente a disciplina de Geografia. As aulas agora contam com o apoio de jogos lúdicos que auxiliam no ensino e aprendizagem desta matéria.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola.  O projeto trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou que os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

O projeto é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via o Programa Ciência na Escola (PCE), realizado em parceria com a  Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

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Jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina de Geografia na Escola Municipal Antonina Borges de Sá

 

Segundo a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade conseguiu despertar e aumentar o interesse dos estudantes em aprender a disciplina.

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

Raquel disse ainda que o projeto é oportuno porque identifica e contextualiza as atividades lúdicas como instrumento pedagógico, interagindo com materiais e procedimentos variados ao ampliar as concepções relativas ao ensino da geografia.

O projeto conta a participação de cinco bolsistas da alfabetização científica do PCE, que ajudam a levar o conhecimento adquirido com o projeto aos demais estudantes da escola. A equipe é formada pelos estudantes: Ana Paula Mendonça, Mikael da Silva, Luiz de Souza, Keven Ribeiro e Jennifer Laredo.

A bolsista Jennifer Laredo disse que o projeto de alfabetização científica conseguiu despertar seu interesse pela pesquisa e em aprender mais sobre a disciplina.

“Os jogos lúdicos da forma como está sendo aplicado têm nos ajudado a aprender e entender a disciplina de forma mais fácil” disse a estudante.

PCE

O PCE incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar e pretende envolver professores e estudantes das Escolas Públicas Estaduais do Amazonas e Municipais de Manaus, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

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Texto e fotos – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon

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