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PAREV recebe propostas até hoje

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe, até hoje (19/02), as propostas de pessoas interessadas em participar da 2ª chamada do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV), edital N° 009/2018. O programa contempla projetos de eventos que ocorrerão de julho a dezembro de 2019.

O PAREV é uma das ações da Fapeam de fomento a popularização e difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) produzida no Amazonas. Para isso, o programa conta com investimento de R$ 750 mil para apoiar a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado relacionados à CT&I.

Dentre os eventos que podem ser apoiados estão: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, com objetivo de divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico no Amazonas.

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Para participar do programa, um dos requisitos é ter título de doutor e vínculo empregatício com instituição de pesquisa e ensino superior, centros de pesquisas, órgãos públicos sediados ou com unidade permanente no Estado.

Conforme o edital, a previsão para divulgação do resultado, com os projetos aprovados, será a partir de março no site da Fapeam.

Submissão de propostas

A proposta deverá ser apresentada em versão eletrônica por intermédio do formulário contido no Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam),  disponível na página eletrônica da Fundação. Além do envio do Formulário, a submissão da proposta requer também a apresentação de documentação complementar a ser anexada ao sistema, conforme detalhado no edital.

Mais informações acesse:  Edital N° 009/2018 – PAREV

 

Por Esterffany Martins

Arte- Said Mendonça

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Comitiva da Fiocruz Amazônia visita novos gestores de órgãos do Governo do Amazonas

Com intuito de fortalecer parcerias já existentes e prospectar futuras ações no Amazonas, a direção do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) visitou hoje, 31/1, o novo secretário da pasta de Planejamento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), Jório de Albuquerque Veiga Filho.

A comitiva da Fiocruz Amazônia, formada pelo diretor Sérgio Luz, e vice-diretores Claudia Velásquez (de Ensino, Informação e Comunicação) e Felipe Naveca (de Pesquisa e Inovação) fez breve explanação para o secretário sobre a missão e ações da Fiocruz na Amazônia.

“As visitas aos órgãos governamentais são importantes para se renovar os votos de apoio e de confiança aos novos gestores, especialmente os que estão diretamente envolvidos com a nossa missão e com o nosso trabalho e, de certa forma, abrir um canal de comunicação e mostrar as iniciativas da Fiocruz Amazônia, o planejamento e demais assuntos de interesse comum na área de CT&I”, explicou Sérgio Luz.

Na oportunidade Jório Veiga Filho também falou sobre o trabalho que pretende desenvolver na Seplancti, órgão da administração direta do Estado, que abriga a Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação. Sobre as ações em sua gestão e expectativas ele disse que “primeiro, vamos trabalhar no desenvolvimento sustentável, atraindo novos investimentos para o Estado, especialmente investimentos que possam promover o desenvolvimento do interior, sem descuidar da Zona Franca, que será trabalhada junto com as próprias indústrias e com outros setores do Governo,  para que seja fortalecida e modernizada, para atender às novas demandas que vêm pela frente”, ponderou.

As visitas aos gestores de órgãos do Estado serão continuadas no decorrer dos próximos dias, sempre com o intuito de fortalecer e ampliar parcerias institucionais.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Pesquisa busca estratégias para o desenvolvimento da cadeia produtiva do óleo essencial de pau-rosa no Amazonas

Com o apoio da Fapeam a pesquisa deve revelar o potencial produtivo atual no Estado

Uma pesquisa científica desenvolvida no Amazonas busca estratégias para o desenvolvimento da cadeia produtiva do óleo essencial extraído de árvores reconhecidas de pau-rosa (complexo Aniba panurensis) por organizações comunitárias do Estado. O estudo é desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Silvicultura Tropical e Propagação de Plantas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

De origem amazônica e conhecida internacionalmente pelo aroma do seu óleo essencial, a pesquisa desenvolvida com o pau-rosa conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Pesquisa – Universal Amazonas, edital Nº 002/2018, que financia atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado do Amazonas.

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Pau-rosa é uma árvore da família Lauracea e pode ser encontrada no Brasil, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Peru, Colômbia e Equador

O coordenador do projeto, doutor em Silvicultura, Paulo de Tarso Barbosa Sampaio, explica que a proposta do estudo é contribuir na organização da cadeia produtiva do óleo essencial extraído de árvores de pau-rosa, com objetivo de revelar o potencial produtivo atual no Estado, e consequentemente auxiliar as organizações comunitárias do interior do Amazonas para o manejo racional e sustentável do pau-rosa, com o beneficiamento e venda do óleo essencial diretamente às empresas interessadas na compra desse produto.

“Inúmeras comunidades tradicionais no Amazonas vêm implementando plantios da espécie com a perspectiva de geração de renda. No entanto, a organização para o beneficiamento e comercialização por grupos comunitários é muito incipiente”, explicou Paulo.

Para desenvolver a pesquisa o coordenador esclarece que inicialmente será realizado um diagnóstico da cadeia produtiva do pau-rosa no Estado. Com essas informações será possível estimar a capacidade produtiva das organizações comunitárias dos municípios de abrangência do projeto, além de atualizar o mapa de ocorrência e produção.

O pesquisador explica que o pau-rosa é uma árvore da família Lauracea e pode ser encontrada no Brasil, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Peru, Colômbia e Equador. Ele informa que devido à insustentabilidade da exploração, sofrida no século passado para extração de óleo essencial, atualmente a espécie está ameaçada de extinção sendo raramente encontrada em populações naturais.

“O óleo essencial obtido da árvore é marcado pelo característico odor doce e amadeirado, muito apreciado pela indústria de perfumaria”, afirmou.

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Objetivo do estudo é contribuir na organização da cadeia produtiva do óleo essencial extraído de árvores de pau-rosa

 Pesquisa  

Segundo o coordenador,  serão estudadas também as características morfológicas e a variação química das variedades de pau-rosa, de diferentes origens, concentradas em plantios tanto de produtores quanto de extrativistas. Considerando um universo amostral de mais de 200 árvores.

“Com isto, esperamos revelar informações importantes para a classificação botânica, assim como o perfil químico das plantas reconhecidas como pau-rosa e dos plantios nas distintas regiões de produção, o que poderá impulsionar a cadeia produtiva e aproximar os grupos produtores das empresas consumidoras”, explicou

Manejo sustentável

Sampaio explica que a escassez do recurso levou à diminuição drástica da oferta do produto e consequente o aumento da demanda por inúmeras empresas do ramo da perfumaria que desejam utilizar a nobre essência de pau-rosa em suas formulações. Segundo ele, atualmente apenas duas empresas do Amazonas localizadas nos municípios: Maués e Novo Aripuanã comercializam o óleo essencial.

“Este cenário tem estimulado o plantio da espécie, muitas vezes fomentado por projetos de pesquisa para obter informações sobre a silvicultura e por Organizações não Governamentais  (ONGs), com o intuito de estimular a geração de renda através do manejo sustentável. Em municípios como Presidente Figueiredo, São Sebastião do Uatumã, Silves, Maués e Parintins há inúmeros plantios de pau-rosa implementados com apoio das organizações comunitárias, porém sem nenhuma organização prévia para as etapas de manejo, beneficiamento e venda”, disse o pesquisador.

No momento o estudo está em fase de planejamento estabelecendo contato com as organizações comunitárias e organizando a próxima etapa, que será a coleta de dados em campo.

O coordenador pontuou que a pesquisa será desenvolvida nos municípios da Amazônia Central como: Maués, Silves, Itacoatiara, Parintins, Presidente Figueiredo, Novo Aripuanã, onde antigamente houve intensa exploração predatória de pau-rosa e que atualmente há plantios da espécie vegetal.

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Com apoio da Fapeam, pesquisa é coordenada pelo doutor em Silvicultura, Paulo de Tarso Barbosa Sampaio, no Inpa

Para isso serão realizadas entrevistas com todos os atores-chave possíveis nos municípios de abrangência do projeto, incluindo técnicos e extensionistas dos órgãos governamentais e não governamentais, pesquisadores, produtores rurais, antigos donos de usinas e extrativistas.

Com isso será possível ter dados antigos e atuais sobre a produção de pau-rosa, além do mapeamento participativo destas áreas. Em alguns locais, os pesquisadores irão até os plantios para georreferenciar e coletar amostras que serão utilizadas para as análises morfológicas, químicas e produtivas.

“Acreditamos que a realização deste projeto é de extrema importância para o desenvolvimento do setor produtivo florestal do Estado, com aplicação direta dos resultados por populações tradicionais, organizações comunitárias e empresas interessadas na geração de renda através da produção sustentável do óleo de pau-rosa. A superação dos obstáculos poderá ser determinante para o início da nova fase da cadeia produtiva desta espécie tão emblemática e importante na história do Amazonas”, garantiu.

O que é o manejo?

O manejo é o uso racional e sustentável dos recursos florestais, seguindo uma série de métodos e técnicas com o objetivo de gerar o menor impacto ecológico possível na sua extração.

Os pesquisadores que estudam o pau-rosa vêm recomendando há muitos anos que para extrair o óleo essencial não é preciso derrubar as árvores, pois o óleo obtido da destilação de galhos e folhas também possui um aroma e composição química muito interessante. Assim, o óleo de pau-rosa pode ser extraído através do manejo da copa, pois a espécie apresenta uma alta capacidade de regeneração após a realização de podas.

“Além disto, como existem poucas árvores de pau-rosa atualmente na floresta, recomendamos que a produção de óleo seja realizada através do manejo de plantios, contribuindo desta forma para a conservação deste recurso genético”, finalizou.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Governo do Amazonas fortalece investimentos em CT&I, preparando o Estado para um outro nível de desenvolvimento

 Instituição também dedicou recursos para a modernização de CT&I, com o objetivo de estimular a adequação e modernização da infraestrutura das instituições de ensino e pesquisa

Execução de R$ 47,3 milhões e investimento de R$ 40,3 milhões para o financiamento de 281 projetos de pesquisa científica e tecnológica. Pagamento de mais de 24 mil bolsas, além de oito projetos de subvenção econômica. Esses são alguns dos números de desempenho da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em 2018. Nesse ano, a receita da Instituição totalizou R$ 112,3 milhões.

Vale lembrar que a receita da Fundação é composta por: 1% da receita tributária líquida do Estado, como determina a Constituição estadual; 20% dos royalties gerados pela exploração do petróleo e gás, recursos hídricos e outros minerais no Estado, de forma a complementar os recursos recebidos do Tesouro Estadual; além de recursos provenientes de outras fontes, como convênios.

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Segundo o relatório Governamental 2018, a Instituição também dedicou recursos para a modernização de CT&I

 

Todo esse apoio do governo Amazonino Mendes ao fomento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) se deu de forma direta (institucionalmente) e indireta (recursos a pesquisadores). Tal política abrangeu dezenas de instituições públicas e privadas, entre elas a Universidade Federal (Ufam), Universidade do Estado (UEA) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).Áreas de atuação – O Fomento à Formação e Capacitação de Recursos Humanos para a Ciência, Tecnologia e Inovação financiou 2.634 bolsas, um total de R$ 22,5 milhões, a estudantes nesse ano, desde o Ensino Fundamental até os grandes níveis de especialização – mestrado e doutorado. Na promoção de Intercâmbio e Cooperação Interinstitucional, Nacional e Internacional, o investimento foi de R$ 1,6 milhão.No apoio a Projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação em Instituições Públicas e Privadas no Setor Produtivo, a Fapeam custeou projetos de apoio à empresas juniores, fomentou projetos em saúde, investiu na atração de recursos humanos altamente qualificados, além de apoiar o desenvolvimento econômico, especificamente por intermédio do Programa Amazonas Estratégico.

Segundo o Relatório Governamental 2018, a Instituição também dedicou recursos para a modernização de CT&I, com o objetivo de estimular a adequação e modernização da infraestrutura das instituições de ensino e pesquisa. A Fapeam também se dedicou à difusão da CT&I, com realização da Semana Nacional de CT&I, do Prêmio de Jornalismo Científico. Também esteve nas universidades divulgando seu trabalho e investiu em comunicação científica e na publicação de produtos de difusão científica.

 

Fonte: Secom

 

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Aeronave rádio controlada cargueira é apresentada em estande da Fapeam

Com apoio da Fapeam, a aeronave é construída para participar da competição de AeroDesign promovida pela SAE Brasil

O público que visitou o estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na última quinta-feira (29), durante a 1ª Feira Polo Digital de Manaus, conheceu um projeto  que constrói aeronaves rádio controladas cargueiras para participarem da competição de AeroDesign, promovida pela SAE Brasil. O evento ocorreu de 27 a 29 de novembro, no Studio 5- Centro de Convenções, no Distrito Industrial, Zona Sul de Manaus.

O trabalho é desenvolvido na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado) da Fapeam, que visa fortalecer e ampliar a formação de recursos humanos em nível de Pós-Graduação Stricto Sensu, além de apoiar, com recursos financeiros, a melhoria da infraestrutura de pesquisa de instituições vinculadas ao Governo do Estado.

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Projeto é desenvolvido por estudantes da área de Engenharias da Universidade do Estado do Amazonas

 

Segundo o graduando do curso de Engenharia Mecânica da UEA, Yuri Leandro Silva, a elaboração da aeronave rádio controlada cargueira é desenvolvida com base na metodologia de um avião comercial.

A ideia é criar uma aeronave mais leve possível e que transporte uma maior quantidade de carga. O projeto é desenvolvido por estudantes da área de Engenharias, que criam desde  a concepção do avião até a construção do equipamento.

“Criamos a aeronave rádio controlada cargueira para participação das competições da SAE Brasil, que ocorrem geralmente entre outubro e novembro, na cidade São José dos Campos, em São Paulo. Esse ano ficamos em 5º lugar, com a nossa aeronave chamada ‘Caboquinha’, na categoria Classe Advanced” explicou.

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Estudantes da UEA explicam a criação e como funciona a aeronave rádio controlada cargueira

 

Em 2017 a equipe ficou em 3º lugar, na categoria Classe Advanced, com a aeronave chamada de URT-17.

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Texto – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Estande da Fapeam atrai visitantes na 1ª Feira Polo Digital de Manaus

Evento foi realizado  no Studio 5- Centro de Convenções com objetivo de mostrar as linhas de ação da Instituição que são fomento, inovação e empreendedorismo 

Quem visitou o estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) durante a 1ª Feira Polo Digital de Manaus teve a oportunidade de conhecer mais sobre o trabalho realizado pela Fundação no campo da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O evento ocorreu de 27 a 29 de novembro, no Studio 5- Centro de Convenções, no Distrito Industrial, Zona Sul de Manaus.

A instituição esteve presente com  um estande apresentando ao público os projetos desenvolvidos na gestão do Amazonino Mendes com apoio da Fapeam.

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Estande da Fapeam apresentou ao público projetos desenvolvidos na área de inovação e tecnologia

A estudante Maria Gabriela conheceu no estande da Fapeam o projeto do fantoche eletrônico voltado para crianças autistas. Ela conta que gostou de saber da iniciativa da Fundação de fomentar trabalhos na área da inovação e para inclusão social.

“Eu acho importante ajudar as pessoas com a tecnologia. Eu gostei muito do projeto com fantoches, ajuda muito as crianças que são autistas e têm dificuldade de aprender o som dos animais”, explicou.

Doutor Roceli Lima mostrando o Fantoche Eletrônico para visitantes

Visitantes conhecem fantoche eletrônico para crianças autistas no estande da Fapeam

A professora Goretti Falcão afirma que o apoio da Fapeam é essencial para inovação e tecnologia no Amazonas. “Acho muito importante o papel da Fapeam no incentivo da inovação e da tecnologia no Amazonas. Os projetos são geniais e merecem o investimento”, contou.

Já a professora Aldecir Mesquita parabenizou a Fapeam pelo incentivo da CT&I no Amazonas.

“Vim visitar a Feira buscando inovações e me surpreendi com o que vi. Os projetos da Fapeam estão de parabéns”, disse.

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Texto – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

 

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Estande da Fapeam atrai visitantes na 1ª Feira Polo Digital de Manaus

Evento foi realizado  no Studio 5- Centro de Convenções com objetivo de mostrar as linhas de ação da Instituição que são fomento, inovação e empreendedorismo 

Quem visitou o estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) durante a 1ª Feira Polo Digital de Manaus teve a oportunidade de conhecer mais sobre o trabalho realizado pela Fundação no campo da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O evento ocorreu de 27 a 29 de novembro, no Studio 5- Centro de Convenções, no Distrito Industrial, Zona Sul de Manaus.

A instituição esteve presente com  um estande apresentando ao público os projetos desenvolvidos na gestão do Amazonino Mendes com apoio da Fapeam.

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Estande da Fapeam apresentou ao público projetos desenvolvidos na área de inovação e tecnologia

A estudante Maria Gabriela conheceu no estande da Fapeam o projeto do fantoche eletrônico voltado para crianças autistas. Ela conta que gostou de saber da iniciativa da Fundação de fomentar trabalhos na área da inovação e para inclusão social.

“Eu acho importante ajudar as pessoas com a tecnologia. Eu gostei muito do projeto com fantoches, ajuda muito as crianças que são autistas e têm dificuldade de aprender o som dos animais”, explicou.

Doutor Roceli Lima mostrando o Fantoche Eletrônico para visitantes

Visitantes conhecem fantoche eletrônico para crianças autistas no estande da Fapeam

A professora Goretti Falcão afirma que o apoio da Fapeam é essencial para inovação e tecnologia no Amazonas. “Acho muito importante o papel da Fapeam no incentivo da inovação e da tecnologia no Amazonas. Os projetos são geniais e merecem o investimento”, contou.

Já a professora Aldecir Mesquita parabenizou a Fapeam pelo incentivo da CT&I no Amazonas.

“Vim visitar a Feira buscando inovações e me surpreendi com o que vi. Os projetos da Fapeam estão de parabéns”, disse.

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Texto – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

 

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Projeto usa paródias no ensino de Ciências

Projeto foi realizado no município de Manacapuru com apoio da Fapeam por meio do Programa Ciência na Escola

As paródias têm conquistado cada vez o público jovem. Sucesso na internet, a paródia consiste na recriação de uma obra já existente, a partir de um ponto de vista cômicoUm projeto desenvolvido na Escola Estadual Agra Reis, no município de Manacapuru, interior do Amazonas, inovou no ensino de Ciências e utilizou as paródias para facilitar aprendizagem dos estudantes na disciplina.

O projeto, realizado em 2017 na escola, foi desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed), no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE).

No total, sete paródias foram desenvolvidas por alunos e apresentadas na hora cívica da escola.

Segundo a professora e coordenadora do trabalho, Josiane Menezes, a atividade foi um trabalho que integrou o ensino e a música dentro da sala de aula. O objetivo foi propiciar aos alunos um ensino diferenciado e ao mesmo tempo prazeroso, que é o de estudar os conteúdos de Ciências através das paródias.

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Para o projeto foram selecionados alunos que gostam de música e que tinham habilidades nessa área. Após isso, foi feita também a identificação das músicas conhecidas e fáceis de aprender a cantar e tocar. Outro passo do trabalho foi à elaboração da paródia destacando as características e funções específicas da disciplina de Ciências.

“Os cinco bolsistas e os dois voluntários se empenharam na construção das paródias e estudaram a fundo os assuntos escolhidos por eles para escreverem as paródias, tudo sob minha orientação. Além das paródias, os bolsistas também foram desafiados a aprenderem a tocar instrumentos musicais como o violão. Foi um grande desafio”, detalhou.

Segundo a professora, o conhecimento adquirido por meio do projeto PCE é algo que o aluno levará para a vida, sendo capaz de influenciar sua família, amigos, comunidade e todos que vivem à sua volta, além de despertar o interesse para pesquisa científica.

Assista a paródia feita pelos bolsistas do PCE

A professora disse ainda que um dos pontos positivos foi à mudança no comportamento dos alunos em sala de aula. Segundo Josiane, o projeto tornou os estudantes mais participativos durante as aulas e aumentou a curiosidade e  o interesse deles pela disciplina.

“Alguns alunos eram desinteressados, mas com o início do projeto podemos ver o aumento na média ao final do bimestre, não só na disciplina Ciências, mas também em outras matérias”, informou.

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PCE

O PCE incentiva a atração de alunos e professores ao mundo da pesquisa científica no ambiente escolar, envolvendo-os, a partir do 6º do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, em projetos de cunho científico ou tecnológico.

A edição 2017 do PCE, contou com 396 propostas aprovadas que contemplam Manaus e outros 35 municípios do Estado.

Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Confap e British Council lançam chamada para melhoria do ensino e aprendizado da língua inglesa

Iniciativa é voltada para o fomento de projetos conjuntos entre instituições de ensino superior brasileiras e britânicas

Com o objetivo de fomentar a pesquisa aplicada em língua inglesa, o British Council e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), no conjunto de suas Fundações, lançaram a Chamada UK Brazil English Collaboration. A iniciativa é voltada para o fomento de projetos conjuntos entre instituições de ensino superior brasileiras e britânicas.

O apoio financeiro se dará em duas linhas de pesquisa. A primeira é direcionada a políticas para a língua inglesa como componente do processo de internacionalização de instituições de ensino superior brasileiras, alinhadas com a agenda da “internacionalização em casa”. A segunda linha de fomento é voltada para a educação básica com o apoio a pesquisas sobre o aprimoramento do ensino e aprendizagem de inglês na rede pública brasileira – ensino fundamental e médio. Essa linha inclui temas como desenvolvimento de currículo, formação inicial e continuada de professores, uso de tecnologias e avaliação.

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Propostas conjuntas poderão ser submetidas por universidades, faculdades ou outras instituições privadas do Reino Unido em colaboração com institutos federais e universidades, públicas e privadas, do Brasil. A submissão será realizada entre 16 de julho e 21 de setembro de 2018. O resultado esperado é o aumento no intercâmbio de conhecimento e pesquisa, com o objetivo de desfazer as barreiras que impedem o aprimoramento de aprendizado (English Language Learning – ELL) e Ensino de Inglês (English Language Teaching – ELT) em um país com as dimensões do Brasil.

As Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) brasileiras apoiarão acordos bilaterais, envolvendo instituições dos estados de Alagoas (Fapeal), Amapá (Fapeap), Amazonas (Fapeam), Distrito Federal (FAPDF), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Mato Grosso (Fapemat), Minas Gerais (Fapemig), Paraná (Fundação Araucária) e Piauí (Fapepi). Serão financiados projetos de valor máximo de dez mil libras esterlinas a serem implementados em um período de até sete meses. Os recursos são destinados à mobilidade acadêmica, organização de eventos, custos de viagem e licenças de software.

As Fundações poderão exigir requisitos específicos em cada Estado. O edital completo pode ser acessado no link: http://confap.org.br/news/wp-content/uploads/2018/06/0_uk-brazil_english_collaboration_call_21062018-en_0.pdf

Mais informações: https://www.britishcouncil.org.br/en/uk-brazil-english-collaboration-call

Fonte:  Comunicação Social do Confap

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Programa concede bolsas de mestrado e doutorado para fora do Amazonas

Programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A submissão de propostas pode se feita até o dia 24 de maio 

Investir na formação de recursos humanos em áreas estratégicas nas quais o Amazonas ainda não possui programas de pós-graduação em nível de mestrado ou doutorado é objetivo do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-Capes/Fapeam) lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para participar é preciso residir no Amazonas, há no mínimo quatro anos, e estar matriculado em curso de pós-graduação Stricto Sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação. Além de não ter recebido bolsa da Fapeam ou de outra agência de fomento para estudos no mesmo nível.

A submissão de proposta para concorrer à bolsa pode ser feita até o dia 24 de maio. Ao todo, o programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A previsão é que o resultado seja divulgado no mês de junho e a implementação das bolsas no mês de agosto deste ano.

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 A bolsa de mestrado corresponde ao valor de R$1,5 mil, com o prazo estipulado de, no máximo, 24 meses.  Para doutorado o valor sobe para R$ 2,2 mil, com vigência por, no máximo, 48 meses. As duas modalidades de bolsas serão pagas a partir do mês de implementação.

Conforme especificado no edital, não serão concedidas bolsas referentes aos meses já cursados anteriormente ao mês da implementação.

 Submissão de Proposta

 As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br.

 Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário on line, a submissão da proposta requer a apresentação da documentação complementar a ser anexada ao sistema SIGFapeam, como detalhado no edital.

 Não serão aceitas propostas que não foram submetidas via internet. Após o prazo final para recebimento das propostas, nenhuma proposta nova será recebida, examinada e julgada.

Para acessar o edital Clique Aqui

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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