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Manifesto na Fiocruz Amazônia alerta sobre os riscos da possível fusão entre Capes e CNPq

Durante esta semana, a equipe do ministro da Educação, Abraham Weintraub, encaminhou ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) uma proposta de texto de medida provisória para fundir em uma mesma instituição a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O Ministério da Educação (MEC) quer transformar as duas agências em uma fundação, que seria gerenciada pela mesma pasta. A fusão é criticada no meio acadêmico e científico, além de gerar diversas manifestações. Nesta quarta-feira, 16/10, pesquisadores, bolsistas, pós-graduandos e comunidade científica do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) realizaram um abraço simbólico na sede da Instituição, como forma de protesto e alerta sobre os riscos e prejuízos da possível junção das agências de fomento, nesse processo de desmantelamento do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia.

Para o diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, falta clareza nas informações sobre os motivos para a execução desta fusão entre entidades que necessitam de olhares distintos. “A gente não consegue enxergar qual o benefício que essa fusão pode trazer, tanto ao sistema de pós-graduação no Brasil, quanto ao sistema de pesquisa e inovação tecnológica. CNPq e Capes andam juntos, mas precisam ter seus sistemas diferenciados, como apoios específicos aos programas de pós-graduação, e também ao desenvolvimento científico e tecnológico. Falta um planejamento e uma clareza maior sobre como vai ser feito isso, qual o motivo pelo qual essa fusão vai ocorrer e de que maneira isso vai ser implementado”, explicou.

A Capes é ligada ao Ministério da Educação, enquanto o CNPq está vinculado à pasta de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Os dois órgãos têm atribuições de fomento à pesquisa, mas atuam com objetivos distintos. Responsável pela avaliação e coordenação da pós-graduação, a Capes financia bolsas de pesquisa com foco na qualificação do pessoal de nível superior. Já o CNPq tem foco maior no fomento de atividades de pesquisa e tecnologia. Também fornece bolsas, mais voltadas à pesquisa científica e inovação.

De acordo com a vice-diretora Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz Amazônia, Claudia María Ríos Velásquez, essa junção apresenta impacto direto nas atividades da Instituição. “Nós estamos sendo diretamente prejudicados pelo corte de bolsas, os editais para pesquisa já são muito poucos, então a pesquisa e a pós-graduação estão sendo diretamente afetadas. Essa fusão implica nas nossas atividades, pois haverá um único orçamento e isso significa menos recursos para nossos projetos”, destacou.

O plano de fusão avança em meio a uma crise financeira que ameaça o pagamento de bolsas e a continuidade de grande projetos científicos. 11 entidades da comunidade científica e tecnológica, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a Academia Brasileira de Ciências e o Conselho Nacional de Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, divulgaram uma carta, enviada ao governo federal e a chefes de Poderes, na qual repulsam a fusão das duas agências.

Para Edilene Martins, aluna do Programa de Doutorado em Ciências – Cooperação IOC-ILMD, a possibilidade de cortes refletirá diretamente no resultado de pesquisas e no retorno dessas descobertas científicas para a sociedade. “Nós desenvolvemos um trabalho que na maioria dos casos é desenvolvido em continuidade, que apresentam resultados com tempo. O corte de bolsas no futuro implica na parada de diversos projetos, na continuação das pesquisas. Esse cenário é muito ruim para a ciência, pois existem projetos excelentes, que no futuro irão gerar retorno positivo para a sociedade, e que correm o risco de parar”, pontuo.

Ascom/ ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

 

 

Programa Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias recebe propostas até o dia 11 de outubro

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) estão com a Chamada Pública CNPq/MCTIC N°18/2019 aberta para a seleção dos laboratórios que integrarão a segunda fase do Programa Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (SisNANO). As propostas poderão ser submetidas até 11 de outubro e o resultado final está previsto para 18 de dezembro.

As submissões de propostas deverão ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via internet, utilizando-se o Formulário de Propostas online, disponível na Plataforma Carlos Chagas.  O horário limite para submissão das propostas ao CNPq será até às 23h59, horário de Brasília, da data descrita no cronograma.

Esclarecimentos e informações adicionais acerca desta Chamada podem ser obtidos pelo endereço eletrônico atendimento@cnpq.br ou pelo telefone (61) 3211-4000. Recomenda-se o envio de dúvidas com antecedência, para que haja tempo hábil para resposta antes do fim do prazo de submissão das propostas.

O Programa SisNANO tem como característica principal a disponibilização de infraestrutura laboratorial multiusuária e de acesso aberto a usuários públicos e privados para pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em nanotecnologias, mediante submissão de projetos ou requisição de serviços.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais), oriundos do orçamento da Secretaria de Empreendedorismo e Inovação (SEMPI), do MCTIC, entre os anos de 2019 a 2023, a serem liberados de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira ao longo da vigência dos projetos, nas modalidades previstas no item 1.2.

O SisNANO foi instituído pela Portaria MCTI N° 245, de 5 de abril de 2012, que foi alterada pela Portaria MCTIC N° 2.376, de 16 de maio de 2019, e é atualmente regulamentado pela Instrução Normativa N° 11, de 2 de agosto de 2019.

Acesse a chamada do CNPq

 

Por: Helen de Melo

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Prorrogado prazo para manifestação de interesse à Chamada ERC – Confap-CNPq 2019

As inscrições para a manifestação de interesse e pedido à lista de contatos aos grupos de pesquisadores do European Research Council (ERC) participantes da Chamada ERC Confap-CNPq Call 2019 foram prorrogadas até o dia 6 de junho de 2019. A Chamada Pública foi lançada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), no conjunto de suas Fundações, e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para pesquisadores doutores vinculados a instituições de pesquisa brasileiras integrarem equipes de Pesquisadores Principais com projetos financiados pelo Conselho Europeu de Pesquisa (European Research Council – ERC).

A Chamada é lançada por meio do Acordo (Implementing Arrangement) assinado entre a Comissão Europeia e o Confap, em 2016, e inclui o CNPq por meio do Arranjo Administrativo (Administrative Arrangement) assinado entre as instituições, em maio de 2018. Pelo Confap, participam desta chamada as Fundações dos Estados de Alagoas (Fapeal), Amapá (Fapeap), Amazonas (Fapeam), Bahia (Fapesb), Ceará (Funcap), Distrito Federal (FAPDF), Espírito Santo (Fapes), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Mato Grosso (Fapemat), Mato Grosso do Sul (Fundect), Minas Gerais (Fapemig), Pará (Fapespa), Paraíba (Fapesq), Paraná (Fundação Araucária), Pernambuco (Facepe), Piauí (Fapepi), Rio de Janeiro (Faperj), Rio Grande do Sul (Fapergs), Santa Catarina (Fapesc), São Paulo (Fapesp) e Sergipe (Fapitec).

Para submeter uma proposta, o pesquisador vinculado a uma instituição brasileira deverá se cadastrar na plataforma do Confap (http://www.confap.org.br/news/ercform/public/login), observando as exigências do edital, para ter acesso à lista dos projetos fomentados pelo ERC que podem receber pesquisadores brasileiros, incluindo a descrição dos projetos fomentados pelo ERC e contatos dos pesquisadores desses projetos. Algumas Fundações podem ter critérios de elegibilidade específicos que devem ser consultados antes da submissão.

A lista é enviada após o preenchimento do formulário cumprindo os requisitos em até cinco dias úteis. Feito isso, o pesquisador do Brasil deverá contatar o pesquisador principal do projeto financiado pelo ERC e acordar sua participação. O pesquisador precisará receber do pesquisador principal do ERC e de sua instituição de destino um aceite, que é necessário para sua elegibilidade à submissão da proposta de trabalho.

De posse das cartas de aceite e incluindo os documentos solicitados na Chamada Pública, o pesquisador fará, em seguida, a submissão da proposta na plataforma do Confap, observando as possíveis exigências de elegibilidade junto à Fundação de seu estado e ao CNPq. Pesquisadores dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco também deverão submeter as propostas no sistema específico da Fundação correspondente, conforme constado do edital.

Cronograma

– Abertura da Chamada 2019: 10 de abril de 2019
– Apresentação da manifestação de interesse e pedido da lista: prorrogada até 6 de junho de 2019
– Submissão de propostas: até 30 de junho de 2019

Fomento

Os projetos aprovados terão início no segundo semestre de 2019. As visitas poderão ser realizadas em um período contínuo ou divididas em visitas curtas. As FAPs e o CNPq apoiarão os projetos aprovados viabilizando as despesas de viagem. Os pesquisadores brasileiros aprovados na chamada continuarão a receber seus salários ou bolsas de acordo com os termos e condições de suas Instituições.

Os pesquisadores brasileiros visitantes aprovados e incorporados no grupo de pesquisadores financiados pelo ERC poderão receber suporte dos projetos ERC e o fomento poderá ser negociado e definido entre os Pesquisadores Principais (ERC Grantees) e os pesquisadores brasileiros.

Mais informações podem ser consultadas no link (https://erc.europa.eu/managing-your-project/set-and-develop-your-team). Esclarecimento de dúvidas e suporte podem ser solicitados pelo e-mail: confap.erc.ia@gmail.com

Acesse aqui a ERC – Confap – CNPq Call 2019: http://confap.org.br/pt/editais/28/erc-confap-cnpq-call-2019.

Acesse aqui o Corrigendum que altera o cronograma: http://confap.org.br/pt/editais/download/95

Fonte: Coordenação de Comunicação Social do Confap

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Fapeam realiza workshop para consolidação de parcerias institucionais do Programa Centelha

Representantes de 21 instituições de ensino e pesquisa e atores envolvidos no ecossistema de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo no Amazonas firmaram parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) para dar apoio e suporte à edição regional do Programa Centelha, previsto para ser lançado no mês de junho.

A cooperação foi formalizada durante o Workshop Regional para Consolidação de Parceiros do Programa Centelha, promovido pela Fapeam na sexta-feira (24/05), na sede da instituição, bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

Os parceiros têm papel importante no desenvolvimento do Programa. Eles podem auxiliar na realização de eventos de divulgação do Centelha, orientação aos interessados em participar do programa, esclarecimentos de dúvidas, dentre outras formas.

Participaram da mesa de abertura do Wokshop pela Fapeam a diretora-presidente, Márcia Perales, a diretora técnico-científica, Marne Vasconcellos, o gerente técnico da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), Nonato Aguiar, e a chefe de Departamento de Políticas Públicas da Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), Nina Best.

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Workshop Regional para Consolidação de Parceiros do Programa Centelha- AM. Foto: Érico Xavier

Márcia Perales disse que o Programa Centelha se destaca como uma ferramenta que irá catalisar e apoiar potenciais ideias para produzir não só impacto na área científica e tecnológica, mas também impacto social, econômico e político para o Estado.

“Queremos contar também com o apoio de um conjunto mais amplo de instituições, porque se conseguirmos fortalecer esse ecossistema de inovação teremos resultados ainda mais promissores para a sociedade amazonense, para a ciência e a inovação”, comentou, enfatizando que outras parcerias institucionais podem ser formalizadas para o Programa Centelha.

Nina Best disse que o Centelha é uma iniciativa fantástica e importante no fomento de ideias inovadoras, principalmente nesse momento no qual é discutida a Matriz Econômica do Estado. Destacou ainda que a Seplancti entra como parceiro interveniente para apoiar na disseminação do Programa, que tem futuro promissor.

Representando a Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), o gerente técnico, Nonato Aguiar, destacou que o Programa Centelha é importante por trabalhar o empreendedorismo criativo, por meio da transformação de ideias inovadoras em produtos e serviços para serem disponibilizados à sociedade.

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Parceiros institucionais têm papel importante no desenvolvimento do Programa Centelha-AM. Foto: Érico Xavier

 

Visão dos parceiros

O representante do sistema de startup Jaraqui Valley, Macaulay Souza, explica que para o ecossistema de startups se consolidar precisa de cinco pilares e um desses  é justamente capital financeiro,  e o Programa Centelha vem contribuir com isso.

“O Centelha é um programa muito interessante para o ecossistema e  vamos apoiar, compartilhando com outros empreendedores da nossa rede para que eles submetam ideias e, possivelmente,  sejam selecionados”, disse.

Para o coordenador da incubadora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Sálvio Rizzato, a parceria com a Fapeam, por meio do Centelha, surge num momento importante no desenvolvimento da economia do Estado.

“A grande contribuição da UEA é formar alunos multiplicadores do Programa para que eles possam fomentar essa centelha do empreendedorismo no Amazonas, com a possibilidade de geração de negócios no interior e para desenvolver não somente a capital, mas também a região como um todo”, disse.

Segundo o coordenador da incubadora do Centro Universitário do Norte (UniNorte), Ramdas Lopes, a instituição concederá apoio institucional, técnico e de infraestrutura, além de capital intelectual como assessoria, consultoria e treinamentos de capacitação sobre o Programa Centelha.

O coordenador de empreendedorismo da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Wildney Mourão, informou que a Fundação entrará como parceira para participar, se possível, de todas as etapas do Centelha, desde a qualificação dos empreendedores, sensibilização, oficinas e propostas de projetos para estimular empreendedores a participarem do Programa.

Para o coordenador de pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Paulo Maurício, o Programa Centelha traz um grande estímulo para que os institutos dedicados à ciência e à pesquisa possam tirar seus conhecimentos de laboratório para a geração de produtos.

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Instituições de ensino e pesquisa e atores que fazem parte do ecossistema de empreendedorismo no Amazonas participaram do Workshop. Foto: Érico Xavier

 

Programa Centelha

A iniciativa, que no Amazonas será executada pela Fapeam, é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação Certi.

Com previsão para ser lançado a partir do mês de junho, o Programa Centelha será realizado em 21 estados. Estão entre os objetivos do Programa, gerar novas empresas, a partir do conhecimento concebido nas instituições de ciência, tecnologia e inovação; gerar inovações de interesse direto da sociedade e de empresas; formar cultura e fortalecer ecossistema de empreendedorismo inovador.

Podem concorrer ao Programa pessoas físicas ou empresas, que atenderem às exigências do edital, a ser lançado.

Por Jessie Silva e Helen Melo

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Fapeam participa de chamada do Confap e CNPq para pesquisadores doutores integrarem projetos de pesquisas europeus do ERC

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) participa da chamada pública lançada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para pesquisadores doutores vinculados a instituições de pesquisa brasileiras integrarem equipes de pesquisadores principais com projetos financiados pelo Conselho Europeu de Pesquisa (European Research Council – ERC). A chamada ERC – Confap – CNPq Call 2019 é voltada a pesquisadores em nível pós-doutoral com pesquisa ativa.

A apresentação da manifestação de interesse e pedido da lista dos projetos fomentados pelo ERC, que podem receber pesquisadores brasileiros, incluindo a descrição dos projetos fomentados pelo ERC e contatos dos pesquisadores desses projetos deve ser feita até 29 de maio de 2019. A submissão de propostas vai até 30 de junho de 2019.

Os projetos aprovados terão início no segundo semestre de 2019. As visitas poderão ser realizadas em um período contínuo ou divididas em visitas curtas. As FAPs e o CNPq apoiarão os projetos aprovados viabilizando as despesas de viagem. Os pesquisadores brasileiros aprovados na chamada continuarão a receber seus salários ou bolsas, de acordo com os termos e condições de suas Instituições.

A Chamada é lançada por meio do Acordo Implementing Arrangement assinado entre a Comissão Europeia e o Confap, em 2016, e inclui o CNPq por meio do Arranjo Administrativo assinado entre as instituições, em maio de 2018.

Pelo Confap, além da Fapeam, participam desta chamada as Fundações dos Estados de Alagoas (Fapeal), Amapá (Fapeap), Bahia (Fapesb), Ceará (Funcap), Distrito Federal (FAPDF), Espírito Santo (Fapes), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Mato Grosso (Fapemat), Mato Grosso do Sul (Fundect), Minas Gerais (Fapemig), Pará (Fapespa), Paraíba (Fapesq), Paraná (Fundação Araucária), Pernambuco (Facepe), Piauí (Fapepi), Rio de Janeiro (Faperj), Rio Grande do Sul (Fapergs), Santa Catarina (Fapesc), São Paulo (Fapesp) e Sergipe (Fapitec).

Áreas de interesse

Os projetos do ERC que estão abertos a abrigar pesquisadores brasileiros são projetos na fronteira do conhecimento e foram selecionados pela Comissão Europeia e pela Agência Executiva do ERC (ERC Executive Agency – ERCEA). Eles cobrem uma vasta área de campos científicos, que incluem:

Biologia e Bioquímica estrutural e molecular; Genética, genômica, bioinformática e biologia sistêmica; Biologia celular e desenvolvimental; Fisiologia, patofisiologia e endocrinologia; Neurociências e desordens neurais; Imunidade e infecção; Ferramentas de diagnóstico, terapias e saúde pública; Biologia evolucionária, populacional e ambiental; Ciências aplicadas à vida e biotecnologia não-médica; Matemática; Constituição fundamental da matéria; Física de matéria condensada; Ciências da químico-física e química analítica; Química sintética e materiais; Ciência da Computação e informática; Engenharia de sistemas e de comunicações; Engenharia de produtos e processos; Ciências do universo; Ciência do sistema terrestre; Mercados, indivíduos e instituições; Instituições, valores, crenças e comportamento; Meio ambiente, espaço e população; A mente humana e sua complexidade culturas e produção cultural; Estudo do passado humano e Sinergia.

Submissão de propostas

Para submeter uma proposta, o pesquisador vinculado a uma instituição brasileira deverá se cadastrar na plataforma do Confap (http://www.confap.org.br/news/ercform/public/login), observando as exigências do edital, para ter acesso à lista dos projetos fomentados pelo ERC que podem receber pesquisadores brasileiros, incluindo a descrição dos projetos fomentados pelo ERC e contatos dos pesquisadores desses projetos. Algumas Fundações podem ter critérios de elegibilidade específicos que devem ser consultados antes da submissão.

A lista é enviada após o preenchimento do formulário cumprindo os requisitos em até cinco dias úteis. Feito isso, o pesquisador do Brasil deverá contatar o pesquisador principal do projeto financiado pelo ERC e acordar sua participação. O pesquisador precisará receber do pesquisador principal do ERC e de sua instituição de destino um aceite, que é necessário para sua elegibilidade à submissão da proposta de trabalho.

De posse das cartas de aceite e incluindo os documentos solicitados na Chamada Pública, o pesquisador fará, em seguida, a submissão da proposta na plataforma do Confap, observando as possíveis exigências de elegibilidade junto à Fundação de seu estado e ao CNPq.

Fomento

Os pesquisadores brasileiros visitantes aprovados e incorporados no grupo de pesquisadores financiados pelo ERC poderão receber suporte dos projetos ERC e o fomento poderá ser negociado e definido entre os Pesquisadores Principais (ERC Grantees) e os pesquisadores brasileiros.

Mais informações podem ser consultadas no link (https://erc.europa.eu/managing-your-project/set-and-develop-your-team). Esclarecimento de dúvidas e suporte podem ser solicitados pelo e-mail: confap.erc.ia@gmail.com

Acesse aqui a ERC – Confap – CNPq Call 2019: http://confap.org.br/pt/editais/28/erc-confap-cnpq-call-2019.

 

Fapeam com informações do Confap

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CNPq reconhece empenho da Fapeam na difusão da Ciência no Amazonas  

O reconhecimento foi pela divulgação da 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista nos canais de comunicação da Fundação 

Uma das competências da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) é apoiar a realização de eventos técnico-científicos organizados por instituições de ensino e pesquisa, e com isso fomentar a popularização e difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Estado.

Neste sentido, o empenho da Fapeam na divulgação de eventos científicos foi reconhecido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que entregou à Fundação um certificado pelo seu esforço na divulgação da 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista, ocorrido em outubro do ano passado.

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O documento foi assinado ainda pelo Ministério da Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), Fundação Roberto Marinho, Fundação Grupo Boticário Proteção à Natureza, Banco do Brasil e Embaixada do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte no Brasil.

O Prêmio Jovem Cientista foi criado em 1981 pelo CNPq com o objetivo de revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade.

O tema da 29ª edição do prêmio foi “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”. A ex-aluna do curso de pós-graduação em Ecologia do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) conquistou a 2ª colocação no Prêmio Jovem Cientista, na categoria Mestre e Doutor, com a pesquisa intitulada “Domesticação da Floresta Amazônica: um legado dos povos do passado e do presente para a humanidade”.

 

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Chamada do MCTIC e do CNPq vai apoiar construção de inventários de ciclo de vida

Dados serão juntados ao Banco Nacional de Inventários de Ciclos de Vida. Os interessados devem submeter os projetos até o dia 22 de fevereiro

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) abriram uma chamada pública para apoiar projetos de pesquisa focados na construção de inventários de ciclos de vida (ICVs). A ação tem como objetivo alimentar o Banco Nacional de Inventários de Ciclo de Vida (SICV Brasil) com ICVs representativos da economia brasileira e que estejam em concordância com os preceitos da bioeconomia. Os interessados devem submeter os projetos até o dia 22 de fevereiro.

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Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) mede impactos para a manufatura de produtos

A produção do inventário de ciclos de vida é uma etapa da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), técnica voltada à compilação de valores, dados e metadados relativos ao ciclo de vida de um produto, desde a extração de matérias-primas, passando pela produção, distribuição e consumo desse bem, até o descarte final. No ICV, os valores de massa e energia envolvidos direta e indiretamente em todas as fases da manufatura de um produto ou serviço são levantados. Posteriormente, são representados os impactos ambientais desses processos.

Dessa maneira, uma base de dados com ICV de produtos nacionais é condição primordial para que seja evidenciada a maneira como os recursos envolvidos são geridos e, também, para possibilitar a elaboração de estratégias para alcançar o desenvolvimento nacional sustentável.

Para ter acesso ao conteúdo completo do edital, acesse esta página.

Fonte: MCTIC

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CNPq recebe propostas de bolsas Produtividade em Pesquisa e Produtividade em Pesquisa Sênior

As inscrições estão abertas até 31 de julho de 2018

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) abriu o prazo para recebimento das propostas de bolsa de Produtividade em Pesquisa (PQ) e Produtividade em Pesquisa Sênior (PQ-Sr). Os pesquisadores interessados deverão consultar as normas para cada tipo de bolsa no portal do CNPq e a Chamada Pública 09/2018 que regula a concessão de bolsa PQ e contém os critérios específicos de cada Comitê de Assessoramento (CA). As inscrições estão abertas até 31 de julho de 2018.

Serão concedidas bolsas em todas as áreas do conhecimento. A bolsa PQ existe desde 1976, constitui o mais tradicional instrumento de apoio à pesquisa do CNPq e tem o objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho dos pesquisadores no que diz respeito à produção de conhecimento científico e inovação tecnológica. São atualmente mais de 13 mil bolsistas e, neste ano, o CNPq mantém o financiamento com a execução de um orçamento de mais de R$ 335 milhões.

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São atualmente mais de 13 mil bolsistas e, neste ano, o CNPq mantém o financiamento com a execução de um orçamento de mais de R$ 335 milhões

A bolsa PQ-Sr busca reconhecer a contribuição dos pesquisadores para sua área de conhecimento. São líderes em seu campo de atuação e destaque entre seus pares. Foi criada em 2005 como uma categoria de bolsa PQ e, a partir de 2011, se tornou uma modalidade de bolsa independente que é destinada aqueles que já foram bolsistas PQ ou de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT) nos níveis 1 A ou 1 B por no mínimo 15 anos, consecutivos ou não.

 

Veja, aqui, a chamada na íntegra.

Fonte: CNPq

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Inscrições para o Prêmio Jovem Cientista serão realizadas até julho

O Prêmio Jovem Cientista visa revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade

Encerram no dia 31 de julho, as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Jovem Cientista, cujo tema é “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”. Trata-se de uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação Roberto Marinho e patrocínio do Banco do Brasil e da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

O objetivo do Jovem Cientista é  revelar talentos, impulsionar a pesquisa no País e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade. A coordenação chama a atenção para os fatores que motivaram a definição da temática do Prêmio para este ano. Segundo eles,  dados governamentais indicam que o Brasil possui mais de 550 milhões de hectares de floresta e que a produção florestal brasileira vem consolidando um importante mercado relacionado ao potencial da biodiversidade do País, porém, em paralelo, o desmatamento de milhões de hectares dos diversos biomas brasileiros representa uma desafio a ser equacionado, sendo que este contexto tem gerado inúmeras iniciativas pela busca por inovação na conservação dos recursos naturais.

O prêmio compreende as categorias Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Estudante do Ensino Médio; Mérito Institucional e Mérito Científico.  No caso das categorias Mestre e Doutor e Estudante do Ensino Superior, deve ser abordada uma das seguintes linhas de pesquisa: Benefícios socioeconômicos gerados por unidades de conservação e demais áreas protegidas; Biodiversidade, serviços ecossistêmicos e bem-estar humano; Empreendedorismo e modelos de negócios para a inclusão digital e uso sustentável de recursos naturais; Incentivos econômicos para a conservação e o uso sustentável da natureza; Inovações para a conservação e o uso sustentável da natureza; Inovações para a inclusão digital da sociedade brasileira; O papel da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos na adaptação às Mudanças do Clima; Práticas inovadoras em educação, comunicação e divulgação sobre biodiversidade; Produção e consumo ambientalmente sustentáveis; Tecnologias digitais para transformação social e Tecnologias para incentivar a prática de economia colaborativa e sustentável.

Concorrentes à categoria Estudante do Ensino Médio devem escolher entre os subtemas Comunicação e mobilização para a valorização de áreas protegidas; Empreendedorismo e soluções locais para a conservação e o uso sustentável da natureza; Inovações para a conservação da natureza e o uso sustentável no ambiente escolar; Práticas inovadoras em educação ambiental e conservação da natureza; Tecnologias digitais para a conservação da natureza e Tecnologias digitais para transformação social.

Na categoria Mérito Institucional, serão premiadas uma instituição de ensino superior e outra de ensino médio, com maior número de trabalhos qualificados, apresentados nas categorias Mestre e Doutor’ e Estudante do Ensino Superior e Estudante do Ensino Médio. Já à premiação relativa à categoria Mérito Científico será concedida a um pesquisador com título de doutor, tomando como base os critérios de qualificação, experiência, capacidade de formação de pesquisadores e produção científica em área do conhecimento relacionada ao tema geral do prêmio.

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Premiação

Os três primeiros colocados de cada categoria receberão premiação em dinheiro. A exceção será a categoria Estudante de Ensino Médio, cujos vencedores receberão computador portátil.

Além disso, os vencedores da categoria Mestre e Doutor serão beneficiados com bolsas de Mestrado ou Doutorado, no País, se ainda não tiverem a titulação de mestre ou doutor. Para os que já têm a titulação de doutor, são oferecidas bolsas de Pós-Doutorado Júnior, no País.

Em se tratando dos vencedores da categoria Estudante do Ensino Superior, será concedida bolsa de Iniciação Científica ou de Mestrado ou ainda de Doutorado. Vencedores na categoria Estudante do Ensino Médio recebem bolsa de Iniciação Científica Júnior ou bolsa de Iniciação Científica.

Divulgação dos Resultados

A divulgação dos resultados será feita em outubro deste ano. A escolha dos premiados é realizada por duas comissões julgadoras. Uma comissão destinada às categorias Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Mérito Institucional do Ensino Superior e Mérito Científico. A outra comissão avalia as categorias Estudante do Ensino Médio e o Mérito Institucional do Ensino Médio. Cada comissão julgadora é composta por sete especialistas oriundos da comunidade científica e tecnológica. Informações sobre o Prêmio Jovem Cientista podem ser obtidas pelo http://www.jovemcientista.cnpq.br/.

Fonte: Prêmio Jovem Cientista – CNPq

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Projetos submetidos ao PPP são avaliados por consultores externos

Programa conta com investimento de R$1,5 milhão oriundos da Fapeam e CNPq

Mais de 140 propostas submetidas no Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores-Programa Primeiro Projetos (PPP), edital Nº 004/2017, foram avaliadas, nesta quarta-feira (18), na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A previsão é que o resultado com as propostas aprovadas seja divulgado ainda no mês de abril.

A avaliação foi  feita  por sete consultores externos de várias áreas do conhecimento vindos de diferentes localidades do país. A ação é para garantir segurança e transparência  na seleção dos projetos.

O edital tem como objetivo apoiar a aquisição, instalação, modernização, ampliação ou recuperação da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica nas instituições públicas e particulares, sem fins lucrativos, de ensino superior e/ou de pesquisa, sediadas ou com unidades permanentes no Estado do Amazonas visando dar suporte à fixação de jovens pesquisadores doutores de novos grupos, em quaisquer áreas do conhecimento.

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Com um investimento de quase R$1,5 milhão, o programa  é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os projetos aprovados terão vigência de até 24 meses, a contar da assinatura do termo, com término em até 30 dias após o prazo de execução.

“A partir desta reunião serão definidos quais serão os projetos aprovados para o financiamento. As propostas podem requerer até R$100 mil de auxilio pesquisa, sendo que 70% deverão ser destinados a despesas de capital e 30% a despesas de custeio”, disse a responsável pelo Departamento de Análise de Projetos (Deap) da Fapeam, Michele Brito.

 No caso de instituições de ensino superior e/ou pesquisa privada, os recursos financeiros destinados a custeio formarão parte da contrapartida da instituição, sendo os recursos deste edital somente poderão ser aplicados em despesas de capital no valor máximo de R$ 70 mil.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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