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Fapeam amplia número de bolsas para estudantes de iniciação científica no Amazonas

As instituições de ensino e pesquisa do Amazonas vão receber um reforço aos seus programas de iniciação científica. Num empenho do Governo do Estado em fortalecer a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) amplia a oferta de cotas de bolsas para o Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic) edição 2019-2020.

A nova edição do programa contará com investimento de mais de R$ 7 milhões, divididos em cotas para bolsas e auxílio pesquisa. No total, serão 1.282 cotas de bolsas, distribuídas para estudantes de 14 instituições do Estado. Trata-se de 280 bolsas a mais que em 2018, o que representa um aumento de 28%. O valor da bolsa para estudante de iniciação científica corresponde a R$400, ao mês, por 12 meses.

A Fapeam manteve  o apoio às coleções biológicas das instituições de ensino e pesquisa do Amazonas. Serão 12 bolsas exclusivas para esse pleito, a serem distribuídas entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

 

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Fapeam amplia número de bolsas para estudantes de iniciação científica no Amazonas. Foto: Érico Xavier

 

A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, ressaltou que o Governo do Estado, por meio da Fapeam, tem reafirmado seu compromisso com a CT&I no Amazonas, ao dedicar atenção especial aos programas que possibilitam aos jovens vivenciarem o processo de iniciação científica.

“A Fapeam tem avaliado todas as possibilidades para atender às demandas postas pelas instituições de CT&I, sobretudo, dedicando-se estrategicamente no incentivo aos estudantes para que possam crescer nas atividades de pesquisa. O Paic possibilita aos estudantes de graduação o envolvimento com a ciência e qualificação, por meio da vivência em projetos de iniciação científica, bem como fortalece o cenário de formação de recursos humanos  com uma possível continuidade acadêmica em nível de mestrado e doutorado”, disse.

Diretora Presidente da FAPEAM Márcia Perales  - Fotos Érico Xavier. _-2

Márcia Perales – diretora-presidente da Fapeam. Foto: Érico Xavier

 

Cotas de bolsas para instituições

A distribuição das bolsas será entre as seguintes instituições: Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas do Amazonas (Ifam), Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (Fuam), Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), ILMD/Fiocruz Amazônia, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), UEA e Ufam.

Paic

O programa  apoia instituições de Ciências e Tecnologias (ICT’S), de natureza pública ou privada, sem fins lucrativos, sediadas no Estado do Amazonas, por meio da concessão de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica, sob forma de cotas.

A Fapeam tem como missão fomentar a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e formação de recursos humanos.

 

Por Esterffany Martins

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Programas internacionais da Capes têm últimos dias de inscrições abertas

Os programas de Professor Visitante (PVE), Pós-doutorado e Doutorado-pleno, chamadas, que contemplam bolsas no exterior pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estão nos últimos dias para inscrição. Os interessados que cumprirem os requisitos descritos em cada edital terão até 21 de fevereiro para se candidatarem. Não haverá prorrogação do prazo.

Professor Visitante
O Programa tem como objetivo oferecer bolsa no exterior para a realização de estudos avançados após o doutorado e destina-se a pesquisadores ou docentes que possuam vínculo empregatício com instituição brasileira de ensino ou pesquisa. São duas categorias de bolsa: Júnior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua até doze anos de doutoramento; ou Sênior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua mais de doze anos de doutoramento.

Serão concedidas até 200 bolsas, sendo 100 para cada categoria. A duração da bolsa será definida na concessão, com base na duração aprovada pelas instituições de origem e de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar entre quatro e 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a CAPES, desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes.

Pós-doutorado
O Programa oferta bolsas para a realização de estudos avançados fora do Brasil posteriores à obtenção do título de doutor e destina-se a pesquisadores ou docentes com menos de oito anos de formação doutoral e que não possuam vínculo empregatício. Não são aceitas inscrições de estudantes em fase de conclusão de curso.

Para essa modalidade, serão concedidas até 100 bolsas. A duração da bolsa será definida na concessão com base na duração aprovada pela instituição de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar de seis a 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a Capes., desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes..

Doutorado-pleno
O Programa tem a finalidade de oferecer bolsas de doutorado-pleno como alternativa complementar às possibilidades ofertadas pelo conjunto dos programas de pós-graduação no Brasil. Este edital ofertará até 100 bolsas incialmente concedidas por um período de, no máximo, 12 meses. A renovação da concessão é condicionada ao desempenho acadêmico satisfatório do(a) estudante. A duração total da bolsa de doutorado-pleno no exterior será definida com base na duração aprovada pela instituição de destino e cronograma de execução do projeto proposto, não podendo ultrapassar 48meses, com vigência até o mês de defesa da tese.

Para os(as) candidatos(as) selecionados(as) que já estejam realizando o doutorado no exterior, será deduzido da duração total da bolsa o tempo já cumprido com o curso antes da concessão da bolsa, considerando o início das atividades acadêmicas informadas pela instituição à qual estão vinculados. Caso o doutorado não seja concluído dentro do período de concessão, poderá ser requerida pelo bolsista a extensão da permanência no exterior, sem ônus para a Capes., por no máximo 12 meses. O requerimento será analisado, desde que devidamente fundamentado, e a autorização excepcional da agência para permanência no exterior dependerá de comunicação expressa ao bolsista nesse sentido.

Todos os editais têm previsão de início dos estudos a partir de agosto a novembro de 2018.

Confira o cronograma:

Cronograma

Etapas Datas previstas
Inscrições Até 21 de fevereiro de 2018
Resultado Preliminar A partir de 7 de maio de 2018
Resultado final A partir de 14 de junho de 2018
Complementação de Documentos Até 60 dias antes da viagem
Início dos estudos no exterior Agosto a Novembro de 2018

Acesse aqui os editais:
Edital 45/2017 – Professor Visitante no Exterior
Edital 46/2017 – Pós-doutorado no Exterior
Edital 48/2017 – Doutorado-pleno no Exterior

Fonte: CCS CAPES

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Programas internacionais da Capes ofertam mais de 400 bolsas

Os editais para os programas de Professor Visitante (PVE)Pós-doutoradoDoutorado-sanduíche (PDSE) e Doutorado-pleno, todos no exterior, foram divulgados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 11. Aqueles que tiverem interesse em concorrer a bolsas de doutorado-pleno, pós-doutorado ou professor visitante, têm até o dia 19 de janeiro de 2018 para efetuar as inscrições nas páginas dos programas. Para o Programa de Doutorado-sanduíche, as inscrições na página da Capes vão de 19 de fevereiro a 23 de março de 2018, após seleção interna pelas instituições de ensino superior (IES). Para estarem aptos, os candidatos deverão observar os requisitos descritos em cada edital.

Professor Visitante
Programa tem como objetivo oferecer bolsa no exterior para a realização de estudos avançados após o doutorado e destina-se a pesquisadores ou docentes que possuam vínculo empregatício com instituição brasileira de ensino ou pesquisa. São duas categorias de bolsa: Júnior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua até doze anos de doutoramento; ou Sênior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua mais de doze anos de doutoramento.

Serão concedidas até 200 bolsas, sendo 100 para cada categoria. A duração da bolsa será definida na concessão, com base na duração aprovada pelas instituições de origem e de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar entre quatro e 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a Capes, desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes.

Pós-doutorado
Programa oferta bolsas para a realização de estudos avançados fora do Brasil posteriores à obtenção do título de doutor e destina-se a pesquisadores ou docentes com menos de oito anos de formação doutoral e que não possuam vínculo empregatício. Não são aceitas inscrições de estudantes em fase de conclusão de curso.

Para essa modalidade, serão concedidas até 100 bolsas. A duração da bolsa será definida na concessão com base na duração aprovada pela instituição de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar de seis a 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a Capes, desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes.

Doutorado-sanduíche
Para esta modalidade, são ofertadas bolsas de estágio em pesquisa de doutorado no exterior de forma a complementar os esforços despendidos pelos programas de pós-graduação no Brasil na formação de recursos humanos de alto nível para inserção nos meios acadêmico, de ensino e de pesquisa no país. No doutorado-sanduíche no exterior, alunos regularmente matriculados em cursos de doutorado no Brasil realizam parte do curso em instituição no exterior, retornando e permanecendo no Brasil para a integralização de créditos e defesa de tese. As bolsas são destinadas aos alunos regularmente matriculados em curso de doutorado no Brasil (com notas de 4 a 7 na avaliação quadrienal do ano de 2017 da Capes) e que comprovem qualificação para usufruir, no exterior, da oportunidade de aprofundamento teórico, coleta ou tratamento de dados, ou desenvolvimento parcial da parte experimental da tese a ser defendida no Brasil.

Cada programa de doutorado fará jus a uma cota de 12 meses para o ano de 2018, o que equivale a 12 mensalidades. A quantidade de bolsistas pode variar, conforme o interesse da Coordenação do Programa nas IES, o mérito e a duração das propostas apresentadas. Não serão aceitos, no âmbito deste Edital, pedidos de cotas adicionais.

A duração da bolsa é de, no mínimo, seis meses e de, no máximo, 12 meses, sendo possível, para cada programa de pós-graduação, atender um ou dois bolsistas no ano, usufruindo, cada um dos bolsistas, um período total ou parcial, em conformidade com as cotas disponíveis.

Doutorado-pleno
Programa tem a finalidade de oferecer bolsas de doutorado-pleno como alternativa complementar às possibilidades ofertadas pelo conjunto dos programas de pós-graduação no Brasil. Este edital ofertará até 100 bolsas incialmente concedidas por um período de, no máximo, 12 meses. A renovação da concessão é condicionada ao desempenho acadêmico satisfatório do(a) estudante. A duração total da bolsa de doutorado-pleno no exterior será definida com base na duração aprovada pela instituição de destino e cronograma de execução do projeto proposto, não podendo ultrapassar 48meses, com vigência até o mês de defesa da tese.

Para os(as) candidatos(as) selecionados(as) que já estejam realizando o doutorado no exterior, será deduzido da duração total da bolsa o tempo já cumprido com o curso antes da concessão da bolsa, considerando o início das atividades acadêmicas informadas pela instituição à qual estão vinculados. Caso o doutorado não seja concluído dentro do período de concessão, poderá ser requerida pelo bolsista a extensão da permanência no exterior, sem ônus para a Capes, por no máximo 12 meses. O requerimento será analisado, desde que devidamente fundamentado, e a autorização excepcional da agência para permanência no exterior dependerá de comunicação expressa ao bolsista nesse sentido. Todos os editais têm previsão de início dos estudos a partir de agosto a novembro de 2018.

capes

Acesse aqui os editais:

Edital 45/2017 – Professor Visitante no Exterior
Edital 46/2017 – Pós-doutorado no Exterior
Edital 47/2017 – Doutorado-sanduíche no Exterior
Edital 48/2017 – Doutorado-pleno no Exterior

Fonte: CCS Capes 

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Fiocruz divulga ofício sobre suspensão das bolsas do CNPq

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima, escreveu um ofício para o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mario Neto Borges, manifestando preocupação com a suspensão de bolsas anunciada no portal do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Leia o documento na íntegra:

“Ao Senhor
Mario Neto Borges
Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

Senhor Presidente,

Considerando a informação veiculada pelo portal do MCTIC que os recursos do CNPq são suficientes para o pagamento dos bolsistas apenas até o mês de agosto, a Fundação Oswaldo Cruz vem expressar sua preocupação com os efeitos da suspensão das bolsas.

Assim como nas demais instituições de pesquisa no país, o impacto de tal suspensão na Fiocruz seria extremamente negativo. Além de representar um forte desestímulo aos estudantes em formação, a ausência de bolsas acarretaria prejuízos para diversas pesquisas em andamento. Desnecessário ressaltar o papel fundamental da ciência, tecnologia e inovação para garantir um futuro nacional com soberania e justiça social.

Somente no âmbito da iniciação científica, mestrado e doutorado, na Fiocruz, seriam afetados mais de 650 bolsistas atuantes em diversas áreas de conhecimento no campo da saúde.

Desde 1952, o CNPq investe na formação de pesquisadores brasileiros e sua atuação contribui fortemente para a consolidação de instituições de pesquisa do país, pelo que seria desalentador interromper tal atuação. Devemos, ainda, alertar que os efeitos de um suspensão, ainda que temporária, exigirá muitos anos para a sua recuperação.

Acreditando que a pesquisa é patrimônio da sociedade brasileira e que pesquisadores brasileiros vêm encontrando visibilidade crescente na comunidade internacional através do apoio fundamental do CNPq, esperamos que a agência consiga superar as dificuldades atuais e viabilize o pagamento das bolsas sem descontinuidade.

Atenciosamente,

Nísia Trindade Lima
Presidente da Fundação Oswaldo Cruz”

 

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

Fiocruz divulga ofício sobre suspensão das bolsas do CNPq

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima, escreveu um ofício para o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mario Neto Borges, manifestando preocupação com a suspensão de bolsas anunciada no portal do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Leia o documento na íntegra:

“Ao Senhor
Mario Neto Borges
Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

Senhor Presidente,

Considerando a informação veiculada pelo portal do MCTIC que os recursos do CNPq são suficientes para o pagamento dos bolsistas apenas até o mês de agosto, a Fundação Oswaldo Cruz vem expressar sua preocupação com os efeitos da suspensão das bolsas.

Assim como nas demais instituições de pesquisa no país, o impacto de tal suspensão na Fiocruz seria extremamente negativo. Além de representar um forte desestímulo aos estudantes em formação, a ausência de bolsas acarretaria prejuízos para diversas pesquisas em andamento. Desnecessário ressaltar o papel fundamental da ciência, tecnologia e inovação para garantir um futuro nacional com soberania e justiça social.

Somente no âmbito da iniciação científica, mestrado e doutorado, na Fiocruz, seriam afetados mais de 650 bolsistas atuantes em diversas áreas de conhecimento no campo da saúde.

Desde 1952, o CNPq investe na formação de pesquisadores brasileiros e sua atuação contribui fortemente para a consolidação de instituições de pesquisa do país, pelo que seria desalentador interromper tal atuação. Devemos, ainda, alertar que os efeitos de um suspensão, ainda que temporária, exigirá muitos anos para a sua recuperação.

Acreditando que a pesquisa é patrimônio da sociedade brasileira e que pesquisadores brasileiros vêm encontrando visibilidade crescente na comunidade internacional através do apoio fundamental do CNPq, esperamos que a agência consiga superar as dificuldades atuais e viabilize o pagamento das bolsas sem descontinuidade.

Atenciosamente,

Nísia Trindade Lima
Presidente da Fundação Oswaldo Cruz”

 

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias