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Programa Centelha é divulgado para a população de Parintins

Seguindo o roteiro de divulgação do Programa Centelha no Amazonas, a equipe da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) esteve em Parintins na última quinta (26) e sexta-feira (27/09), para apresentar de perto a professores, estudantes e empreendedores o Programa, cujo objetivo é transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso.

Apresentaçäo do Centelha Amazonas- Ufam-ParintinsNo município, os eventos ocorreram na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas Empresas (Sebrae). O Instituto Federal do Amazonas (Ifam) também participou com a presença de alunos nos eventos. As cinco instituições são parceiras do Programa Centelha no Amazonas.

Apresentação Centelha na UEA -Parintins

Realizado pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), o Centelha Amazonas oferecerá aos participantes recurso financeiro,  capacitação, ampliação do networking e suporte para tornar ideias em empreendimentos inovadores.

Segundo a coordenadora em exercício do Programa Centelha Amazonas pela Fapeam, Liliane Valente, a ida da equipe a Parintins faz parte de uma série de ações da Fundação para divulgar o Programa no estado, e teve como objetivo apresentar e esclarecer dúvidas de pessoas interessadas em concorrer ao edital.

“A oportunidade para levar uma ideia adiante e torná-la um  empreendimento está sendo dada por meio do Centelha Amazonas. Queremos que mais pessoas no estado conheçam e submetam ideias inovadoras ao Programa. É importante destacar que tanto pessoa física quanto jurídica podem se inscrever, desde que atendam a alguns requisitos especificados  no edital”, disse.

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O programa recebe inscrições de ideias até o dia 29 de outubro, por meio do site www.programacentelha.com.br. Após todas as fases, 28 projetos contemplados de inovação no Amazonas poderão receber o valor unitário de até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais), por meio de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis).

Apresentação Centelha Ufam- Paritins

Parceria

Segundo Luane Pedreno, gestora de projetos do Sebrae-Parintins, o município tem muitas pessoas com ideias criativas e inovadoras, mas que muita vezes não sabem como executá-las. “O programa é de suma importância, principalmente, por incentivar o nascimento de novos negócios, que futuramente poderão gerar economia para o município”, contou.

O diretor do Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia (ICSEZ) da Ufam- Parintins, José Luiz Fonseca, disse que a população do município é muita criativa e que o Programa traz uma excelente oportunidade para os alunos, professores e a comunidade  empreender na localidade. “É um programa importante, que vem para apoiar a fase de ideias. Isso é algo que estávamos precisando no estado”, disse.

Para a gerente do Senac Parintins, Jocemilda Viana, o Centelha Amazonas é um programa que vem para valorizar ideias e a criatividade sob um olhar empreendedor. “É um incentivo para que os alunos concretizem e coloquem em prática projetos que são criados no decorrer dos cursos, porque trabalhamos com projetos integradores oriundos das nossas marcas formativas. Uma das marcas é a inovação e o empreendedorismo, e o Centelha é um programa que vem ao encontro disso, para incentivar e voltar o nosso olhar para o futuro”, pontuou.

Para a graduanda em Administração, Jéssica Corrêa, que conheceu o Centelha Amazonas durante os eventos de apresentação, o Programa é inovador, uma vez que oportuniza e motiva os estudantes e jovens que têm interesse em empreender. “Às vezes temos a ideia e a vontade, mas precisamos do incentivo, e o Programa traz isso. É uma iniciativa que eu esperava, e acredito que muitas pessoas também. Pretendo submeter várias ideias que já tenho ao Programa”, informou.

Para o contador, Joaquim Lima, o Centelha Amazonas é uma oportunidade para todos os parintinenses de tirar ideias do papel e colocá-las em prática. “O programa é inovador e ainda oferece um recurso financeiro, que é algo que também motiva as pessoas a inscreverem ideias”, contou.

Por Esterffany Martins

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Programa Centelha é divulgado na 10ª Feira Norte do Estudante

 

Equipe do programa Centelha esteve na 10ª Feira Norte do Estudante, que ocorreu nos dias 25,26 e 27 de setembro. O evento teve como objetivo transformar o cenário da educação na região, facilitando o acesso à informações. A feira foi realizada no Manaus Plaza Centro de Convenções, localizado no bairro Chapada, zona centro-sul de Manaus.

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A participação do Centelha foi realizada nos estandes da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) que fazem parte das 26 instituições parceiras do programa. A ação foi para incentivar as pessoas a inscreverem ideias no Centelha Amazonas, que recebe inscrição até o dia 29 de outubro, por meio do site www.programacentelha.com.br/am.

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Com  investimento de R$ 1.820.000,00 (um milhão oitocentos e vinte mil reais), o programa  apoiará, por meio de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis), até 28 projetos de inovação no Amazonas, no valor unitário de até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais).

Sobre o Centelha

O Centelha será realizado em 21 estados brasileiros. No Amazonas, a iniciativa será executada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Acesse ao edital do Programa Centelha Amazonas 

Por Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Fapeam realiza programação com foco na prevenção ao suicídio

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), através do setor de Promoção à Saúde e Qualidade no Trabalho, realizou para servidores, comissionados e bolsistas ações  de prevenção ao suicídio. As atividades foram promovidas em prol da valorização da vida, tendo como referência o movimento Setembro Amarelo.

A programação foi realizada durante os dias, 25, 26 e 27, e incluiu roda de conversa, orientações, sessão de cinema e oficina para o público adolescente. A proposta foi estabelecer um espaço seguro, dentro do ambiente de trabalho, para que todos pudessem se expressar livremente, partilhar, acolher, oferecer acolhimento e contar com uma rede de apoio à prevenção ao suicídio.

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A psicóloga da Fundação, Polyana Pinheiro, explica que a Fapeam enxerga o colaborador em sua integralidade, por isso, viu a necessidade de fazer essas pausas para discutir sobre saúde mental, pensar na própria vida e reconhecer potencialidades que podem ajudar a lidar com o sofrimento.

Programação

A primeira ação foi uma roda de conversa com os colaboradores para debater o tema sobre a prevenção do suicídio. No segundo dia foi exibido o filme, O Lado Bom da Vida, e o terceiro dia concluído com uma atividade direcionada aos filhos dos colaboradores, levando informação qualificada de forma lúdica, participativa e colaborativa para que os familiares também conheçam as redes de apoio.

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Polyana Pinheiro ressalta que a ideia foi mostrar, aos filhos dos colaboradores, que dentro da Fapeam existe uma rede de apoio que cuida dos familiares deles, mas que do lado de fora também existem grupos de apoio que eles podem contar, sentirem-se seguros para falar sobre suas vivências e estabelecerem relações de confiança.

Para Rossiney Silva, convidado palestrante, do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic), Dr. Moura Tapajós destacou a importância de  falar sobre temas sociais nas instituições públicas.

“Trazer esse assunto para dentro do ambiente de trabalho faz com que as pessoas possam ser mais conscientes de perceber os sinais, os sintomas, que tenham a informação e principalmente para que possam ajudar quem está ao seu lado, que possam indicar algum caminho, muitas das vezes a gente até não sabe o que fazer, por que não temos a informação. Onde procurar ajuda? O que fazer em um momento que a pessoa está em crise? Onde é que encontramos serviços que possam receber essa demanda? Então trazer esse tema para a discursão dentro do ambiente de trabalho, faz com que a gente divulgue a informação, falar de maneira responsável sobre o tema e indicar caminhos possíveis”, relata.

Colaboradores

Janaína de Oliveira, colaboradora da Fapeam, relata que o tema é de extrema importância já que o suicídio deve ser tratado como questão de saúde pública, uma vez que os registros de tentativas e consumação do ato aumentam no mundo todo.

Segundo outro colaborador, Vitor Rocha, é muito importante a conscientização sobre as questões que envolvem o tema, porque é um assunto que atinge todas as classes sociais, e as pessoas tendo conhecimento sobre o suicídio podem contribuir com redes de apoio para outras pessoas que precisam de ajuda.

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Setembro Amarelo

É uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, onde o objetivo é alertar e informar a população sobre os fatores de risco para comportamentos suicidas, para que possam orientar as pessoas a buscarem tratamento adequado.

Em Manaus, a rede de atenção de em saúde mental que engloba o Hospital Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, o Centro de Atenção Psicossocial (Caps), as Policlínicas e o Centro de Valorização da Vida (CVV) que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias. Informações sobre o atendimento pelo número: 188.

Por Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

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Programa Centelha é apresentado no município de Itacoatiara, no Amazonas

Estudantes, pesquisadores, professores e empreendedores de Itacoatiara conheceram de perto o Programa Centelha Amazonas, durante ação realizada na quinta e sexta-feira (19 e 20/9) no município. O Programa que traz a bandeira do primeiro impulso para quem quer empreender, foi apresentado pela equipe da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) nos seguintes locais:  na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no Centro de Educação Tecnológica (Cetam) e no Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

Durante os eventos, que foram abertos ao público, foi apresentado o edital e esclarecidas dúvidas sobre o programa e explicado como inscrever uma ideia inovadora.  Realizado pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), o Centelha Amazonas visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Estado, oferecendo capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso.

 

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O programa recebe inscrições de ideias inovadoras até o dia 29 de outubro, por meio do site www.programacentelha.com.br/am. Após passar por todas fases, os contemplados, 28 projetos de inovação no Amazonas, vão receber o valor unitário de até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais), por meio de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis), para dar continuidade ao empreendimento.

Parceiros e interessados

Dentre os parceiros que participaram desta ação estão:  Câmara e Dirigentes e Lojistas (CDL-Itacoatiara), Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).  O evento também contou com apoio da Prefeitura de Itacoatiara.

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O prefeito de Itacoatiara, Antônio Peixoto, destacou que o município é grande e possui uma grande vocação para o desenvolvimento e que isso é algo que deve ser levado em consideração por todos aqueles que buscam empreender. “O Centelha Amazonas é um grande programa que está à disposição para descobertas de novos empreendimentos. Não há como crescer e empreender se não houver investimento em ciência e tecnologia e aí está a importância da Fapeam”, disse.

O Presidente da CDL-Itacoatiara, Heraldo Mendonça, avalia de forma positiva o Centelha Amazonas. “É muito importante essa parceria entre a capital e o interior do Amazonas. No município temos muitos jovens e universitários que querem empreender”, disse destacando que o Programa traz essa oportunidade.

Para a professora do curso de engenharia florestal, Deolinda Ferreira, da UEA de Itacoatiara, o Centelha Amazonas é uma oportunidade para que os alunos possam desenvolver ideias que estão guardadas. “Nós estamos apoiando essa iniciativa da Fapeam e buscamos envolver todas as instituições, tanto na capital quanto no interior”, informou.

Segundo o professor do curso de engenharia e produção da Ufam, Joel Nascimento, o programa é de suma importância, uma vez que fomenta a fase de ideação. “É um programa que veio, realmente, para ajudar que a ideia saia do papel”, contou.

Para o professor de gestão e empreendedorismo, Luís Carlos Ferreira, do Ifam, o programa vem no momento importante que é quando ainda está nascendo a ideia. “O Centelha desde o início já vem oferecendo apoio, fortalecendo jovens, com essa cultura do empreendedorismo inovador, a desenvolver a ideia de uma forma mais sólida, por meio da capacitação e mentorias”, comentou.

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A estudante de engenharia de produção da Ufam, Samily Santos, ressaltou a importância do Programa, principalmente, por permitir também o apoio para as ideias de alunos. “Eu gostei muito da palestra e achei muito legal essa iniciativa da Fapeam, porque nos esclarece o que é o Programa e como podemos contribuir com essa ideia para a sociedade e para o mercado”, disse.

Sobre o Centelha

 O Programa Centelha será realizado em 21 estados brasileiros. No Amazonas, a iniciativa será executada pela Fapeam, sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Acesse ao edital do Programa Centelha Amazonas 

 

Por Esterffany Martins

 

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A osteoporose pode ser prevenida, ainda na adolescência, com atividade física

A prática de atividade física vigorosa e de alto impacto apresenta maior associação com a massa óssea. As fases da infância e adolescência são fundamentais para maior aquisição e manutenção da massa óssea, e esse depósito desempenha um fator importante na prevenção da osteoporose na fase adulta e terceira idade, é o que aponta um estudo científico apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). 

Volei

As fases da infância e adolescência são fundamentais para maior aquisição e manutenção da massa óssea.

 

O projeto “Massa óssea em adolescentes: Qual a relação com atividade física e composição corporal?” é resultado da dissertação de mestrado de Hector Colares, e foi amparado pelo Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-AM), Edital Nº010/2015.

A osteoporose é uma doença metabólica sistêmica caracterizada pela deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, e tem como principal característica a fragilidade esquelética com risco de fraturas osteoporóticas na velhice. 

Atividades físicas regulares como, por exemplo, saltos, corridas e musculação são benéficas para saúde óssea porque desenvolvem entre outros fatores a massa magra que pode influenciar positivamente a massa óssea.  

Corrida dentro

A prática de atividade física vigorosa e de alto impacto apresenta maior associação com a massa óssea.

 

Durante a infância e, especialmente, durante a adolescência, ocorre um processo chamado de pico de massa óssea que é caracterizado pela maior aquisição de massa óssea nessa fase da vida, que consiste na incorporação de minerais, como cálcio e fósforo, aos ossos. Esse processo torna-os resistentes e prontos para exercer algumas de suas funções no corpo: proteção e sustentação. 

Esses depósitos de massa óssea, acumulados na adolescência, acompanham o indivíduo até a fase adulta quando naturalmente os níveis de massa óssea começam a diminuir, e podem tornar a pessoa mais vulnerável a desenvolver a osteoporose. 

“Se a massa óssea construída ao longo da adolescência for baixa ou se tiver diminuição acentuada nesse período, a fragilidade e as fraturas ósseas podem ocorrer”, esclareceu Hector Colares.  

Método 

A coleta de dados foi realizada durante o período de 2016 e 2017, com 118 adolescentes, com idades entre 10 e 14 anos, tomando como base os limites cronológicos da adolescência, definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que estabelece que adolescentes são indivíduos na faixa etária entre 10 e 19 anos de idade.  

Na investigação foram avaliados 59 indivíduos do grupo controle (adolescentes com peso normal segundo o Índice de Massa Corporal – IMC) e 59 indivíduos do grupo caso (adolescentes com sobrepeso segundo o IMC). 

Para medir a composição corporal (massa óssea, massa magra e massa de gordura) dos adolescentes foi utilizado método padrão ouro, conhecido por Absorciometria por dupla emissão de raios-X, também conhecido como “DEXA”, que faz o exame de imagem (ultrassonografia) por emissão de raios x de dupla energia. 

O pesquisador explica que a DXA calcula a quantidade de ossos em gramas por corpo ou determinado segmento de um indivíduo. Com essa informação é possível verificar se o conteúdo mineral ósseo (quantidade de osso em gramas) apresenta valores normais ou se a pessoa tem o risco de desenvolver osteoporose na fase adulta ou na velhice. 

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Hector Colares explica que a prática de atividade física vigorosa e de alto impacto apresenta maior associação com a massa óssea.

 

Quando analisado qual das variáveis antropométricas (massa gorda ou massa magra) teriam maior fator de explicação para a massa óssea dos adolescentes, verificou-se que de maneira geral a massa magra foi a variável mais importante como determinante da massa óssea em adolescentes saudáveis. Com isso pode-se sugerir que atividades que estimulem a massa magra têm elevada importância no estímulo da massa óssea.  

Esse tipo de avaliação, voltada para verificar a composição de massa óssea na adolescência, por meio da prática de atividade física, e fatores antropométricos (massa gorda e massa magra) podem contribuir para fomentar estudos com foco na intervenção e prevenção da osteoporose e consequentemente diminuir os gastos exorbitantes da saúde pública com esse problema de saúde mundial. 

PROPG 

Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do estado do Amazonas (PROPG) tem como objetivo conceder bolsas de mestrado e doutorado a interessados, residentes no estado do Amazonas há no mínimo 4 (quatro) anos, matriculados em curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em outros estados da Federação, em áreas estratégicas nas quais o estado do Amazonas ainda não possui programas de Pós-Graduação em nível de Mestrado ou Doutorado, em atendimento a Meta Nº5 do Plano de Trabalho – Apoio a Bolsas fora do Estado, firmado entre a Fapeam e a Capes no âmbito do Acordo para Cooperação Técnica e Científica.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier  

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Estudo avaliou as condições de vida de moradores de rua na cidade de Manaus

O que leva uma pessoa a morar nas ruas? Quais as condições de vida dessas pessoas? Estudo científico buscou avaliar e apresentar essas questões de forma sistematizada a partir de uma investigação qualitativa voltada às condições de vida e saúde de pessoas em situação de rua na cidade de Manaus.

A pesquisa finalizada em 2016 foi desenvolvida na época pela estudante do 5º período do curso Serviço Social, Nayara Campos,  teve uma parte de resultados descritos no livro “(Sobre) Vivências nas ruas de Manaus” que relata histórias, condições de vida e políticas públicas, a inciativa contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic). Dra. Roseane Pinheiro Palheta- Fotos Érico Xavier_-8

O projeto gerou continuidade no tema enfatizando a questão da adesão ao tratamento em HIV pela população de rua,  e atualmente está sendo desenvolvido pela aluna Lucélia Regina Araújo, do 5º período de Direito,  com a orientação da doutora em Serviço Social, Rosiane Pinheiro Palheta, da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa).

Segundo Rosiane, os estudos sobre a chamada população de rua ainda são pouco conhecidos no Brasil devido a realidade de uma população itinerante que dificulta a contagem de maneira mais contundente, e a própria conceituação sobre o que seria o “morador” de rua. “A percepção da população em situação de rua ainda necessita de um olhar mais atento e de políticas públicas que sejam dirigidas a este público, de maneira a minimizar a exclusão de toda ordem de que são vítimas, sobretudo, de políticas de habitação e assistência social, que provenha abrigo e moradia àqueles que assim desejam sair das ruas”, contou.

Para a estudante Lucélia Regina Araújo,  que está em continuidade ao trabalho, focando agora na questão da adesão ao tratamento em HIV pela população de rua, ” Os projetos são a base para as mudanças de muitas realidades e, especialmente, este que abrange uma parte marginalizada da sociedade que também precisa de atenção e ajuda. “Trazer maior qualidade de vida para eles futuramente através da pesquisa é o maior objetivo visado”, relata Lucélia.

Aplicabilidade

O estudo foi aplicado com 144 pessoas no Centro de Manaus  por meio de pesquisa de campo nas ruas, com o  apoio do Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro POP ) da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania – (Semasc), que visa ofertar  trabalho técnico para a análise das demandas dos usuários, orientação individual e grupal e encaminhamentos a outros serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas que possam contribuir na construção da autonomia, da inserção social e da proteção às situações de violência.

Segundo Rosiane Palheta, algumas características foram observadas conforme o mapeamento: retificou-se que os resultados quanto ao gênero, a população em situação de rua em sua maioria, é do sexo masculino e  que o maior percentual de pessoas em situação de rua é na  faixa etária é de  31 a 40 anos. Pessoas acima de 60 anos registraram o menor número durante o período pesquisa.

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A partir da análise dos dados foi possível compreender as inúmeras estratégias e dificuldades na qual as pessoas em situação de rua têm que enfrentar no seu dia a dia para sobreviver; são pessoas que se encontram expostas a condições de vida precárias, sem acesso aos direitos básicos, entretanto, muitas pessoas optam por estar na rua por considerá-la o lugar de maior representatividade da proteção e da liberdade.

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Rosiane explica que em muitos casos percebeu-se que a saída das ruas não é vista como  evento positivo ou não significa necessariamente melhoria de vida, pois a rua representa por si, fonte de sobrevivência, trabalho e, sobretudo, espaço profícuo de relações sociais e estabelecimento de vínculos afetivos representativos.

“Durante a pesquisa, conversando com os moradores, muitos deles se acostumam com a vida na rua e maioria não quer sair; quando se retira um indivíduo da rua, contra a sua vontade, há todo um processo, que muitas vezes não é o melhor caminho, quando a necessidade de reprodução de vida está vinculada à rua. São conhecidos alguns casos de moradores que foram retirados das ruas e não conseguiram se adaptar em outro estilo de vida, alguns até adoecem”, relata.

A questão das pessoas em situação de rua  na maioria das vezes está ligada à família, desemprego, conflitos familiares, dependência química, problemas psíquicos, abandono, rompimento de vínculos afetivos, dentre outros. “A situação de rua tem um vínculo muito presente com as questões familiares, geralmente, desencadeadas na infância. Em muitos depoimentos foram bem presentes situações de violência e estupro por algum membro da família, o que levou ao abandono do lar, como única forma de sair da situação de violência”,  relata a pesquisadora.

 

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Levantamento

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada ao Ministério da Economia, com base nos últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de  2015, o Brasil tem 101 mil moradores de rua, a pesquisa aponta que a maior parte  esta concentrada nos municípios.  Conforme a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), em Manaus, a maior parte se concentra no centro da capital Amazonense  e não há dados sobre números oficiais dessa população.

Sobre o Paic

O programa apoia Instituições de Ciências e Tecnologias (ICT’S), de natureza pública ou privada, sem fins lucrativos, sediadas no Estado do Amazonas, por meio da concessão de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica, sob forma de cotas. A Fapeam tem como missão fomentar a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e formação de recursos humanos.

 Por Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

Arte: Suellen Sousa

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Programa Centelha é apresentado aos presidentes das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas

Para incentivar que mais pessoas consigam colocar ideias inovadoras em prática, representantes da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) apresentaram o Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Programa Centelha-AM) aos presidentes das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas (CDL-AM). A apresentação foi realizada na segunda-feira (2/9) durante a 2ª Convenção Estadual da Federação da CDL-AM, no bairro Chapada, zona Centro-Sul de Manaus.

O programa realizado pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), conta com investimento na ordem de R$ 1.820.000,00 (um milhão oitocentos e vinte mil reais), para apoiar até 28 projetos de inovação no Amazonas, por meio de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis). Cada projeto poderá receber  até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais). As propostas podem ser submetidas até o dia 29 de outubro, por meio do site www.programacentelha.com.br/am.

Durante o evento, a  diretora técnico-científica da Fapeam, Marne Vasconcellos, destacou que o Programa vem para estimular o empreendedorismo no Amazonas, a partir de ideias inovadoras. “O objetivo é tentar fortalecer esse ecossistema no Amazonas. A Fapeam tem  atuado também  para levar ao  interior do Amazonas essa cultura do empreendedorismo”, disse.

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Acesse o edital do Progama Centelha Amazonas 

O presidente da  CDL  de Iranduba, Marco Rosas, informou que o município está em pleno desenvolvimento e há perspectivas para incentivar o empreendedorismo inovador no local. A proximidade com a capital faz com que muitas pessoas deixem Manaus para empreender em Iranduba, nas áreas de turismo, indústrias e comércios varejistas e atacadistas.  

“É um município com grande perspectiva de desenvolvimento só que nós precisamos de desenvolvimento planejado, uma coisa é crescer outra é desenvolver e eu não vejo outra maneira de se desenvolver se não de forma planejada, organizada com apoio acadêmico e também de fomentos”, pontuou. 

Segundo o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), Ezra Azury, existe interesse da FCDL em firmar parcerias, por meio da CDL dos municípios, com o Programa Centelha.

Quem pode participar do Centelha

Podem participar pessoas físicas, vinculadas ou não a empresas com até 12 meses de existência anteriores à data de publicação do edital e faturamento bruto anual de até R$ 4.800.000, 00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), sediadas no Amazonas. Os projetos terão prazo de execução de até 12 meses, não prorrogáveis, contados a partir da data do Termo de Outorga. 

Etapas

A submissão, avaliação e seleção das propostas serão realizadas em três fases distintas e eliminatórias, sendo elas, Fase 1: Ideias Inovadoras; Fase 2: Projeto de Empreendimento e Fase 3: Projeto de Fomento. As propostas  deverão ser submetidas por meio do Sistema Centelha (http://am.programacentelha.com.br), conforme formulário específico para cada uma das fases, respeitando os prazos estabelecidos do cronograma do edital. A data limite para as submissões de propostas na primeira fase é dia 29 de outubro de 2019.

Durante as três fases de seleção, os proponentes receberão capacitação gratuita online ou presencial, ministrada pela Fundação Certi, com o intuito de alinhar alguns conceitos importantes, para aprimorar suas ideias e projetos. 

Sobre o Centelha

O Programa Centelha será realizado em 21 estados. No Amazonas, a iniciativa será executada pela Fapeam, sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Acesse o edital do Progama Centelha Amazonas 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

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Com apoio da Fapeam, Embrapa e Ufam expõe resultados de pesquisa

A Embrapa Amazônia Ocidental e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) participaram da 20ª Feira da Laranja do Município de Rio Preto da Eva, AM (a 80 km de Manaus), apresentando novas tecnologias para a citricultura amazonense. Com informações a respeito dos novos portas-enxertos e copas de laranjeiras que poderão oferecer maior diversidade e produtividade aos plantios do estado do Amazonas, as instituições estiveram com estande na feira nos dias 30, 31 de agosto e 1.º de setembro de 2019.

A laranja, no Estado do Amazonas, apesar de não figurar como principal cultura de importância econômica, tem ampliado áreas de cultivo já ultrapassando 4.000 hectares. Rio Preto da Eva figura como o município com mais de 30% da área plantada no Estado.

A parceria da Embrapa e Ufam está sendo realizada por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que visa fortalecer e ampliar a formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu, além de apoiar, com recursos financeiros, a melhoria da infraestrutura de pesquisa de instituições vinculadas ao Governo do Estado do Amazonas.

Nos últimos anos vêm sendo realizadas pesquisas em parceria pela Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus-AM), Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas-BA) , Universidade Federal do Amazonas, com apoio da Fapeam e outros órgãos do Governo do Estado do Amazonas como Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf),  Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror), além do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa).

O professor José Ferreira, da Faculdade de Ciências Agrárias da Ufam, explica que o trabalho começou em 2010, e a partir de então foram realizados três projetos envolvendo várias parcerias que visam o desenvolvimento da citricultura no estado do Amazonas.

O primeiro projeto realizado de 2010 a 2012 foi o “Desenvolvimento da Citricultura e Implantação do Modelo de Produção Integrada no Estado do Amazonas” ; o segundo de 2013 a 2016 com o título “Pesquisa e Transferência de Tecnologias para o Desenvolvimento da Citricultura no Estado do Amazonas” ; e o atual, com vigência de 2018 a 2020, “Avaliação de novas combinações de copas/porta-enxertos, manejo fitossanitário e boas práticas de cultivo, em citros no Estado do Amazonas” .

Entre os problemas enfrentados na citricultura, destaca-se a dependência de porta-enxertos suscetíveis às doenças do declínio e  da morte súbita, deixando o mercado consumidor no  Amazonas praticamente preso à laranja pêra e o produtor ao uso do porta-enxerto que tem os problemas também de gomose, que é uma doença fatal aos citros.

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Diante desses problemas, as equipes da Embrapa e da Ufam implantaram em 2013 o projeto de Pesquisa e Transferência de Tecnologias para o Desenvolvimento da Citricultura no Estado do Amazonas, em parceria com a Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) e Fapeam. Esse projeto visa à diversificação de copas e de porta-enxertos como boas opções para o citricultor do Amazonas.

Os novos porta-enxertos e copas são provenientes da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA) e foram plantados para avaliação no Amazonas, estando atualmente com a colheita da safra do quinto ano. Foram plantados em três propriedades de produtores parceiros: na Fazenda Panorama, em Rio Preto da Eva; Fazenda Canaã e o Brejo do Matão, em Manaus. Essas três propriedades adotaram essas copas sobre porta-enxertos e estão dando bons resultados.

Segundo José Ferreira, os resultados são preliminares porque ainda falta colher a safrinha, mas já poderiam ser indicados previamente as copas laranja pêra, valência e rubi, que dariam boa produção. Quanto aos porta-enxertos, há três que estão se sobressaindo com bom desempenho sobre as copas: Riverside,  Índio e outro que está em processo de registro no Ministério da Agricultura. Esse conjunto de recomendações será indicado para os produtores do Amazonas em breve.

Essas combinações permitem a resistência às doenças e alta produtividade. O pesquisador Marcos Garcia, da Embrapa Amazônia Ocidental, informa que hoje com a copa da variedade pêra, a produtividade média da laranja no Amazonas fica entre 17 a 20 toneladas por hectare, mas mesmo considerando essa mesma variedade, em um pomar bem conduzido, pode chegar a 30 toneladas por hectare.

O pesquisador ressalta que o mais importante das novas variedades de copa não é somente a produtividade, mas a possiblidade do agricultor cultivar variedades de citros com produção precoce, de meia estação ou tardia, garantindo safras durante todo o ano. Cita por exemplo, a variedade Rubi que é precoce, a Pêra que é de meia estação e a Valência que é tardia. “Então essas três variedades plantadas numa mesma área, proporcionarão produção ao longo do ano inteiro”.

Com relação aos porta-enxertos, explica que também tem influência na produtividade a combinação da copa e porta-enxerto. Mas o aspecto mais importante é dar maior longevidade ao pomar, por que os pomares de laranja que são copas de laranja Pêra enxertada em limão cravo tem uma longevidade máxima de 12 a 14 anos, pois começam a fase produtiva no quinto ano, então produzem frutos somente por cinco a seis anos. Porque à medida que vai envelhecendo, vai havendo mortalidade por doença, principalmente por gomose, morte súbita e declínio (pois o limão cravo não é resistente). Já os Citrandarins, que são os porta-enxertos Índio, Riverside e San Diego, têm uma tolerância maior a essas doenças, além de manter a produtividade, proporcionam  pomares com vida útil maior.

A linha de pesquisa de diversificação de porta-enxerto e copa é apenas uma das linhas do projeto, que tem também por objetivo o aspecto do manejo do pomar.

O professor Ferreira cita que já se conseguiu excelentes resultados com a adoção de plantas de cobertura, devido a diminuição do uso  de herbicida, recicla os nutrientes e diminui a diversidade de plantas invasoras no pomar. Ele cita como exemplo, a braquiária ruziziensis, que é uma planta de cobertura, testada no experimento em Iranduba durante três anos e que obteve um desempenho de 100% de eliminação do mato. Esse resultado já está sendo adotado por alguns produtores. “ É muito interessante ver o produtor usando o resultado da pesquisa”, comemora.

Essas informações foram apresentadas em folhetos e materiais expostos e distribuídos na 20.ª Feira da Laranja, mostrando os resultados de pesquisa ao longo desses anos.

Mais informações sobre essas pesquisas com citricultura no Amazonas podem ser consultadas em http://citrosamazonas.ufam.edu.br/

Fonte: Embrapa Amazônia Ocidental

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Fapeam participa da SBPC 2019

TV FAPEAM- A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) participa da 71ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) até o dia 27 de julho.

A SBPC é o maior evento científico da América Latina. A Fapeam, juntamente com outras fundações de amparo à pesquisa do País, participa no estande do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), na mostra de ciência, tecnologia e inovação ExpoT&C.

Assista o vídeo produzido pela TV Fapeam.

 

 

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Comitê de Especialidades reúne-se na Fapeam para analisar propostas submetidas aos programas Universal, Papac e Pameq

Com o encerramento das submissões aos programas de Apoio à Publicação de Artigos Científicos (Papac), de Apoio à Manutenção de Equipamentos (Pameq) e de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas) equipe técnica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e avaliadores externos estão envolvidos na avaliação dos projetos submetidos.

São cerca de 50 pessoas que estão atuando nesta tarefa, dentre essas, 18 avaliadores de diferentes instituições de ensino e pesquisa do País compõem o Comitê de Especialidades das grandes áreas do conhecimento. Estes analisam o mérito dos projetos submetidos. A expectativa é que no mês de agosto os resultados sejam divulgados. Esta etapa do processo (de avaliação e análise de mérito)  ocorre nesta semana, de 22 a 26 de julho.

Os programas são destinados a apoiar a formação de recursos humanos, pesquisa, inovação, difusão e popularização da ciência. A submissão de propostas para obtenção de apoio financeiro iniciou no dia 14 de junho e encerrou no dia 15 de julho deste ano.

Saiba mais sobre os programas

Universal Amazonas  conta com investimento da ordem de R$7 milhões destinados a financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do estado do Amazonas.

Papac conta com investimento de R$ 2,2 milhões para apoiar a produção científica, tecnológica e de inovação de pesquisadores vinculados aos Programas de Pós-Graduação stricto sensu do Amazonas, por meio da concessão de auxílio pesquisa para apoiar a publicação de artigos científicos em revistas.

Pameq conta com mais de R$ 2,4 milhões para apoiar financeiramente a manutenção corretiva e/ou preventiva de equipamentos de laboratórios de pequeno, médio e grande portes destinados ao desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica no estado do Amazonas.

Confira os editais aberto

Outros três editais encontram-se abertos para a submissão de propostas até o dia 16 de agosto, são eles:

Programa de Apoio à Popularização da CiênciaTecnologia e Inovação (Pop CT&I);

Programa de Apoio à Organização, Restauração, Preservação e Divulgação das Coleções Biológicas e de Museus do Estado do Amazonas (ColeçõesBiológicas/Museus);

Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev).

A primeira chamada do Parev  contempla eventos a ocorrerem de março a junho de 2020. Já a segunda chamada, eventos a serem realizados no período de julho a dezembro de 2020. O  processo de submissão da segunda chamada  inicia no dia 17 de agosto e encerra  no dia 31 de janeiro de 2020.

Por  Marlúcia Seixas de Almeida

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