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Pesquisa desenvolve biossurfactantes a partir de fungos encontrados no solo da floresta amazônica

O surfactante, atualmente, é derivado do petróleo. O produto é usado, principalmente, em cosméticos e materiais de limpeza

Uma pesquisa desenvolvida com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) analisou fungos encontrados no solo da floresta amazônica com potencial para produção de biossurfactantes.

O surfactante é um produto usado na indústria e consiste em substâncias químicas capazes de misturar moléculas não solúveis em água, como o óleo, no mesmo recipiente. No mercado ele está presente em produtos de limpeza/higiene, cosméticos e alimentos, por exemplo. Hoje a produção de um surfactante é derivada do petróleo.

Assista a reportagem produzida pela TV Fapeam

De acordo com o coordenador do estudo, João Vicente, durante a pesquisa já foi analisado mais de 100 microrganismos, desse número cinco apresentaram potencial na produção de biossurfactantes.

“Fizemos a seleção de fungos amazônicos e encontramos um capaz de produzir o biossurfactante por meio de resíduos regionais. Vamos continuar a segunda parte da pesquisa em que buscamos fazer isso em grande escala, ou seja, analisar e fazer com que os fungos tenham capacidade de se manter em produção para fins industriais”, disse o pesquisador.

Doutor em Biotecnologia Industrial, Vicente, explicou que a pesquisa busca encontrar um fungo capaz de produzir biossurfactantes mais baratos utilizando resíduos regionais. Ele espera que esse modelo seja aplicado nas indústrias, visando, principalmente, o mercado de cosméticos e farmacêuticos.

FOTO 05Durante a pesquisa foi analisado mais de 100 microrganismos e cinco apresentaram potencial na produção de biossurfactantes

“O gargalo na produção de biossurfactante é o preço. Nós precisamos diminuir o preço e as formas de como fazer isso. Por isso, buscamos microrganismos que sejam grandes produtores e que tenham custo de produção e meio de cultura que tenham valor menor. Pensando nisso, nós estudamos se a casca da pupunha, tucumã, cupuaçu servem como substratos para a produção. Já testamos vários substratos regionais com o fungo para saber se eles produzem biossurfactante utilizando esses resíduos regionais”, informou.

O pesquisador disse ainda que a indústria tem a necessidade de produtos naturais, que são obtidos por meio das plantas, fungos, microrganismos em geral, mas capazes de misturar a água e óleo, e assim substituir os surfactantes industriais antigos. Um surfactante natural, por exemplo, ele pode ser capaz de misturar água e óleo e ainda proporcionar atividade antimicrobiana, aroma e até antioxidante, detalhou Vicente.

“Tudo que o ser humano cria é incrível, no entanto a natureza não reconhece essa estrutura química que o ser humano criou: no caso os surfactantes. Por isso, os principais problemas que eles trazem são: tóxicos, acumulam na natureza, ou seja, não são biodegradáveis. Hoje a indústria busca por substâncias chamadas naturais, que podem ser obtidas por meio de plantas, fungos e microrganismos em geral, capazes de substituir os surfactantes químicos, além de outras propriedades e funções”, acrescentou.

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Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos- Decon

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Programa de apoio à realização de eventos científicos e tecnológicos no AM recebe inscrições até o dia 16 de Outubro

Primeira chamada do programa é para eventos ocorrentes no período de março a dezembro de 2018

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe, até o dia 16 de outubro, as propostas de interessados na realização de eventos de cunho científico e tecnológico no Amazonas. As propostas devem estar relacionadas  à Ciência, Tecnologia e Inovação: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

Os projetos devem ser submetidos ao Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), em versão eletrônica, por intermédio do formulário contido no Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível na página eletrônica da instituição. Para acessar o formulário eletrônico, o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados.

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO AMAZONAS 2016-84

Programa visa divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico no Estado Amazonas

Novos usuários deverão realizar o cadastramento no banco de pesquisadores da Fapeam, no endereço citado acima. Além do envio do Formulário online, por meio da Fapeam, a submissão da proposta requer também a apresentação de documentação complementar a ser anexada no SIGfapeam.

O edital conta com um investimento da ordem de R$1,2 milhão para apoiar a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas. As propostas para a primeira chamada, que contempla eventos realizados de março a junho de 2018, podem ser submetidas até o dia 16 de outubro de 2017. Já a segunda chamada, para eventos que ocorrem de julho a dezembro de 2018, podem ser enviadas até o dia 19 de fevereiro de 2018.

Um dos requisitos para participar do edital é ter vínculo empregatício com instituição de pesquisa e ensino superior, centros de pesquisas, órgãos públicos sediados ou com unidade permanente no Amazonas, adiante denominados instituição executora do evento e ter título de doutor.

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO AMAZONAS 2016-72

Clique aqui para acessar ao edital

Esterffany Martins – Agência Fapeam

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Abertas inscrições para programa de apoio aos jovens pesquisadores no Amazonas

Pesquisadores têm até o dia 20 outubro para participar do Edital PPP. O programa conta com investimento de R$1,5 milhões oriundos da Fapeam e CNPq

Pesquisadores interessados em participar do Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores Programa Primeiros Projetos (PPP) têm até o dia 20 de outubro para submeterem o projeto ao edital. As propostas devem estar claramente caracterizadas como pesquisa científica, tecnológica ou de inovação e devem ser enviadas em versão eletrônica por intermédio de formulários contidos no Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível na página eletrônica da instituição.

O edital tem o objetivo apoiar a aquisição, instalação, modernização, ampliação ou recuperação da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica nas instituições públicas e particulares, sem fins lucrativos, de ensino superior e/ou de pesquisa sediadas ou com unidades permanentes no Estado do Amazonas visando dar suporte à fixação de jovens pesquisadores e nucleação de novos grupos, em quaisquer áreas do conhecimento.

O programa é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e conta com um investimento de quase R$ 1,5 milhão.

EDITAL PPP

O edital tem o objetivo apoiar a aquisição, instalação, modernização, ampliação ou recuperação da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica nas instituições públicas e particulares

SIGFapeam

Para acessar o formulário eletrônico, o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados.

Novos usuários deverão realizar o cadastramento no banco de pesquisadores da Fapeam, nos endereços supracitados. Além do envio do Formulário online, via SigFapeam, a submissão da proposta requer também apresentação da documentação complementar a ser anexada ao sistema SigFapeam, como detalhado adiante.

Edital

Um dos requisitos do edital é que os pesquisadores precisam ter título de doutor com até cinco anos de obtenção da referida titulação e produção científica ou tecnológica relevante nos últimos cinco anos, na área específica do projeto de pesquisa apresentado.

Os projetos deverão ter valor máximo de R$ 100 mil, destinados ao cumprimento exclusivo de suas atividades. Dos recursos orçados no projeto, 70% deverão ser destinados as despesas de capital e 30% as despesas de custeio, conforme previsto no edital.

No caso de instituições de ensino superior e/ou pesquisa privada, os recursos financeiros destinados a custeio formarão parte da contrapartida da instituição, sendo os recursos deste edital somente poderão ser aplicados em despesas de capital no valor máximo de R$ 70 mil.

ANA BEATRIZ  FARIAS  GRADUANDA DE ENGENH. DE PESCA - FOTO ÉRICO X-3

Para acessar o edital clique aqui

Esterffany Martins – Agência Fapeam

Fotos- Agência Fapeam

 

 

 

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