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TV FAPEAM- Ações de CT&I para o enfrentamento da Covid-19

Pesquisadores do mundo todo dedicam seu tempo e conhecimento para investigar o novo coronavírus. No Amazonas, a ciência, tecnologia e inovação para o enfrentamento da Covid-19 ganharam reforço do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Assista ao vídeo e conheça algumas ações realizadas pela  Fapeam.

Por: Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/Fapeam

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Fapeam lança edital para Emergências de Saúde Pública no Amazonas – Covid-19

A ciência, tecnologia e inovação para o enfrentamento da Covid-19 ganham mais um reforço no Amazonas. O Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), lança nesta terça-feira, 14/4, o Programa CT&I em Emergências de Saúde Pública no Amazonas – Covid-19 (PCTI-EmergeSaúde/AM).

O programa é destinado a cientistas que atuam no Amazonas em pesquisas estratégicas que tenham a aplicação de seus resultados na resolutividade de questões relativas à pandemia do novo coronavírus – Covid-19.

“Estamos vivendo uma situação inédita diante do avanço dos casos da Covid-19 no Estado e no mundo. Neste sentido, a Fapeam, dentro da sua área de competência, une-se às demais iniciativas das secretariais estaduais, para subsidiar a Política Pública de Saúde do Amazonas e apoiar a ciência na busca por soluções, para enfrentamento do novo coronavírus”, comentou Márcia Perales, diretora-presidente da Fapeam.

Por seu caráter emergencial, o período para submissão de propostas é curto, iniciando hoje, 14, e finalizando no dia 23/4/2020, portanto, os pesquisadores interessados devem ficar atentos aos prazos.

Para o PCTI-EmergeSaúde/AM, a Fapeam destina o valor de até R$ 1.618.912,00 (um milhão, seiscentos e dezoito mil, novecentos e doze reais) para despesas de capital, custeio e bolsas. O recurso irá apoiar pesquisas e/ou serviços estratégicos em duas linhas temáticas. A primeira, “Pesquisa e desenvolvimento de insumos para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no estado do Amazonas” e, a segunda, “Pesquisa, serviço e desenvolvimento de protocolos de análises moleculares e/ou imunológicas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no estado do Amazonas”.

A expectativa é apoiar até quatro projetos, sendo dois em cada linha temática. Os projetos a serem apoiados terão prazo de execução de 12 meses, a contar da liberação do recurso, podendo ser prorrogados a critério da Fapeam.

As propostas devem ser apresentadas em formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SigFapeam), disponível no site da Fundação http://www.fapeam.am.gov.br. Para acessar ao formulário, o proponente deve utilizar seu login e senha previamente cadastrados.

Os recursos destinados ao PCTI-EmergeSaúde/AM são provenientes do Programa 33306 – Ciência, Tecnologia e Inovação no Amazonas, ação de Fomento a Projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação, com orçamento da Fapeam, oriundo do Tesouro Estadual.

Vale lembrar que as publicações científicas e outros meios de divulgação de trabalhos de pesquisa, apoiados pelo edital devem citar o apoio público recebido.

Acesse aqui o edital.

 Por: Marlúcia Seixas

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Programa Ciência na Escola recebe propostas até o dia 8 de maio

Professores da rede estadual do Amazonas e municipal de Manaus têm até o dia 8 de maio para inscrever projeto no Programa Ciência na Escola (PCE), edital N°001/2020. Desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed Manaus), o programa tem o objetivo de despertar a vocação científica e incentivar talentos entre os estudantes de ensino público, bem como contribuir para o processo de formação continuada dos professores.

Pioneiro no país, o PCE estima apoiar até 600 projetos na capital e no interior do Amazonas. Cada proposta aprovada no PCE poderá ser contemplada com uma bolsa para professor (R$560), pelo período de seis meses, e três bolsas para estudantes (R$150), pelo período de cinco meses.

Submissão de propostas

As propostas podem ser enviadas pelos professores até o dia 8 de maio e deverão ser apresentadas em Formulário online específico via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br. Além do envio do Formulário online, a submissão do projeto requer a apresentação de documentação complementar, a ser anexada no sistema, como detalhado no edital.

Visão de professores

Para a professora de Língua Inglesa da Escola Municipal Professor Waldir Garcia, Luana Lima, O PCE oportuniza uma experiência única de fazer ciência e incentivar a pesquisa nas Escolas. “Como professora de Língua Inglesa realizei uma pesquisa inovadora na área da linguagem, juntamente, com os jovens cientistas, conseguimos desenvolver o projeto e beneficiar tanto os alunos como a comunidade escolar, pois todos estavam envolvidos”.

Outro  projeto desenvolvido, em 2019,  foi o  intitulado “Formulação de Sorvetes Caseiros como Estratégia para o Ensino de Química” realizado com estudantes do Ensino Médio da Escola Estadual Maria Madalena Santa de Lima, para popularizar o ensino de química. “Os alunos melhoraram o rendimento escolar e aprenderam na prática conceitos e teoria da disciplina. Esse conhecimento pode até gerar renda para a família”, comenta a professora Nancy Grangeiro.

A pedagoga e coordenadora de Tecnologias e Ciências da Escola Municipal Thomás Meirelles, relata que já participou de duas edições do PCE e agora pretende participar desta edição. “O Programa Ciência na Escola proporcionou qualificação e oportunizou experiência que agregaram valor na minha prática diária com meus alunos. O incentivo fez com que eu buscasse no universo científico capacitação para melhoria da qualidade da minha prática pedagógica”, comenta.

PCE

O PCE  apoia a participação de professores e estudantes do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, da 1ª à 3ª série do ensino médio e suas modalidades: Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar, em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em escolas públicas estaduais sediadas no Amazonas e municipais de Manaus.

Edital do Programa Ciência na Escola, edital N°001/2020 – Clique aqui

Por: Jessie Silva

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Investimento da Fapeam em genômica fortalece a pesquisa no contexto da Covid-19

2020-03-27

Apoiar a ciência nunca foi tão necessário, especialmente quando consideramos a realidade da pandemia da Covid-19. Foi com a visão da necessidade de investir em áreas prioritárias para desenvolvimento cientifico, tecnológico, ambiental, social e econômico do Estado, que o Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) decidiu apoiar a Rede Genômica de Vigilância em Saúde   (Regesam).

Em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) a Fapeam, no final de 2019, anunciou apoio a instituições de saúde do Amazonas, por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado/Saúde). A Regesam, que é formada por órgãos do Estado, instituições de ensino e pesquisa e laboratórios, em pouco tempo, já apresenta resultados importantes da genômica, no contexto da Covid-19, por meio de seus parceiros.

13.03.2020 - REUNIÃO FAPEAM E FAS - FOTOS ÉRICO X._-6

Diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales.

Para a presidente da Fapeam, Márcia Perales,  o anúncio do primeiro sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte, realizado pelo pesquisador Felipe Naveca, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), instituição que integra a Regesam, revela o alcance da ciência quando é apoiada pelo Estado.

“Neste momento, pesquisadores do mundo todo dedicam seu tempo e conhecimento para investigar o SARS-CoV-2. Conhecer o comportamento desse vírus é possível, por meio da genética, o que demonstra que estamos no caminho certo quando apoiamos as instituições e pesquisadores do Amazonas, para que contribuam ao encontro de soluções de problemas que aflijam a sociedade”, comentou Márcia Perales.

Katia Torres - Foto Érico X.

Kátia Torres, coordenadora da Regesam

As instituições que formam a Regesam idealizaram a Rede desde 2008, no entanto, apenas em 2019 foram aprovados para receberem recursos da Fapeam para fortalecimento da Rede. Kátia Torres,  diretora de Ensino e Pesquisa da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amaonas (FCecon) e coordenadora da Regesam, explica que além da FCecon, a Rede é formada por pesquisadores da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e da Fiocruz Amazônia.

“A genômica é uma área do conhecimento, que depende de tecnologias avançadas e de equipamentos de alto desempenho, para gerar dados necessários para fazer a análise. No momento da pandemia, que nós estamos passando, o sequenciamento do genoma do vírus é importantíssimo para que a gente possa entender a  sua dinâmica, a dinâmica dessa infecção, a taxa de mutação que o vírus gera e, essas informações, abrem o leque para  perspectivas de produção de vacinas, de abordagens terapêuticas ou diagnósticas”, disse Kátia Torres.

FELIPE NAVECA - VICE DIRETOR DE PESQUISA DA FIOCRUZ AMAZONAS - FOTOS ÉRICO X._-2

Felipe Naveca, pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia

Felipe Naveca ressaltou a importância do trabalho dos pesquisadores da Rede e de como suas atividades em genômica necessitam do apoio do Estado para acontecerem e anteverem situações como as do contexto do Covid-19.

“A realização do primeiro sequenciamento completo do genoma do novo coronavírus aqui na Região Norte mostra a importância de termos a Rede funcionando e, é através dela, que vamos conseguir fazer e acompanhar a evolução desse vírus no nosso Estado, fazendo outros genomas completos do novo coronavírus, que  também vão nos auxiliar a entender a dinâmica de transmissão, como, por exemplo, saber quantas vezes esse vírus foi introduzido no Amazonas. A situação é grave, mas nós temos o apoio da Fapeam e a formação dessa Rede que nos consolida para continuarmos no pioneirismo desta pesquisa”, conclui Naveca.

Sequenciamento do Genoma 

O primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  anunciado recentemente pelo pesquisador Felipe Naveca (Fiocruz Amazônia) e sua equipe.  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19, somando-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

 “As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O depósito  do sequenciamento foi feito na base de dados Global Initiative on Sharing All Influenza Data (GISAID), em  https://www.gisaid.org), sob o número EPI_ISL_417034.

Regesam

A Rede iniciou suas atividades neste ano, a partir  da assinatura do termo de outorga junto à Fapeam. A Regesam começa suas atividades já  fortalecida pelo trabalho da Fiocruz Amazônia que vem confirmar a atuação e capacidade  das instituições de saúde no Estado de darem respostas, especialmente nessa fase critica da saúde pública.

Pesquisadores e instituições que formam a Rede atuam na perspectiva de todas as doenças, em diferentes grupos seja no trabalho com malária, com tuberculose, com doenças crônicas, associadas à genética ou a outros fatores, como o câncer, visando conhecer melhor a dinâmica de cada doença e a dinâmica dos organismos no enfrentamento das doenças.

Os recursos destinados pela Fapeam à Regesam vão permitir a manutenção de máquinas e equipamentos já existentes, aumentar o arsenal que o Estado tem de uso compartilhado desses equipamentos pelas instituições, potencializar o desenvolvimento de mais projetos, potencializar a formação de mestres e doutores, aumentar o número de publicações científicas de alto impacto, dentre outras ações planejadas para quatro anos.

Pró-Estado Saúde

O Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa  (Pró-Estado) tem por objetivo incentivar e consolidar o desenvolvimento da pesquisa científica, tecnológica e inovação nas instituições estaduais do governo, por meio de financiamento de projetos induzidos, com o intuito de promover o desenvolvimento econômico e social do Estado do Amazonas.

O programa é de fluxo contínuo direcionado à modernização de infraestrutura para pesquisa. Em 2019, a  área de saúde foi considerada prioritária para receber investimentos do programa, que chegaram a R$ 11 milhões para 7 projetos, a serem executadas durante quatro anos, com vistas à melhoria dos serviços de saúde ofertados à população amazonense. Uma iniciativa do Governo do Estado para fortalecer a pesquisa na área da saúde no Amazonas.

Por: Marlúcia Seixas

Fotos: Érico Xavier

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Chamadas Públicas com foco na saúde da mulher e em campanhas de saúde recebe propostas até hoje (22/04)

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates, disponibiliza duas Chamadas por meio do programa Grand Challenges Explorations  em busca de inovações com foco na saúde menstrual da mulher e na melhoria do impacto das campanhas de saúde em países de baixa e média renda. O envio de propostas para as duas Chamadas  pode ser feito até hoje (22/04).

Os cientistas brasileiros selecionados para o financiamento do Grand Challenges Explorations receberão o valor de US$ 100.000 da Fundação Gates e um apoio adicional de US$ 100.000 da Fapeam. Vale destacar que a Fapeam dispõe de diretrizes específicas para participação nas chamadas  (Clique aqui).

Entre os requisitos por parte do coordenador é necessário ter título de  de doutor;  vínculo permanente com a instituição de pesquisa e/ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas; ter experiência compatível e comprovada com o tema da proposta apresentada (coordenação de projetos, integrante de equipe, publicação na área, entre outras experiências que serão avaliadas).

Lançado em 2008 pela Fundação Gates, o programa de financiamento de pesquisa Grand Challenges Explorations procura ideias arrojadas de indivíduos inovadores para solucionar os maiores desafios em Saúde e Desenvolvimento.

Em 2011, a Fundação Gates estabeleceu uma parceria em torno do Grand Challenges Explorations com 20 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) para ajudar a catalisar inovações no Brasil.

Chamada 1 –  Inovações no desenvolvimento de um produto transformador para a saúde menstrual

A Fundação Gates busca projetos com foco na inovação e no desenvolvimento de novos produtos relacionados a saúde menstrual e higiene íntima que prezem pela segurança, discrição, eficácia (sem vazamentos), aceitabilidade cultural e sustentabilidade.  Link para a Chamada:  Clique Aqui.

Acesse aqui o Material de Suporte para submissão de propostas para esta chamada

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Chamada 2- Inovações para melhorar o impacto das campanhas de saúde

A Fundação Gates financia propostas com soluções inovadoras que acelerem a melhoria na cobertura, alcance, eficiência e eficácia das campanhas de saúde em países de baixa e média renda.  Link para a Chamada: Clique Aqui

Acesse aqui o Material de Suporte para submissão de propostas para esta chamada

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Para se inscrever acesse: gcgh.grandchallenges.org/application-instructions

 Dúvidas entrar em contato por e-mail: internacionalizacao@fapeam.am.gov.br

Por: Fapeam com informações do Confap

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Chamada para combater infecções por coronavírus recebe propostas até hoje (31/03)

2020-03-25

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), considerando as implicações humanitárias e à saúde pública diante da pandemia do Covid-19,  aderiu à chamada lançada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), designada “Desenvolvimento de terapêutica e diagnóstico para combater infecções por coronavírus”. Essa chamada é uma iniciativa do Innovative Medicines Initiative, junto com a Comissão Europeia e a European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations (EFPIA). A chamada é aberta a pesquisadores e instituições brasileiras, com previsão de co-financiamento.

Foram destinados EUR 45 milhões para a iniciativa que não estabelece limites mínimos ou máximos para as instituições participantes. Lançada de forma emergencial, diante da pandemia de Covid-19 que atinge o mundo, a chamada estabelece o dia 31 de março como data limite para a submissão de propostas, que serão avaliadas pelo lado europeu até 15 de abril.

Acesse as Diretrizes Específicas da Fapeam (Clique aqui)

Consórcios proponentes são convidados a submeterem propostas que abordem pelo menos um dos objetivos do tópico. O tamanho e a composição de cada um dos consórcios devem ser adaptados a fim de que correspondam aos objetivos científicos e aos resultados/produtos chave esperados.

Consórcios proponentes, durante todas as etapas do processo de avaliação, devem considerar a natureza e a dimensão do programa IMI2 JU como uma colaboração público-privada.

Enquanto são preparadas as suas propostas, os consórcios proponentes devem garantir que as necessidades dos pacientes sejam adequadamente abordadas e, quando apropriado, é incentivado o envolvimento de pacientes.

Os proponentes devem garantir que as dimensões de gênero também sejam consideradas. As sinergias e complementaridades com outras nações e projetos internacionais e iniciativas devem ser exploradas, a fim de que se evite a duplicação dos esforços e a fim de criar colaboração a nível global para maximizar o valor agregado Europeu em pesquisa da saúde. Quando apropriado, é também incentivado fortemente o envolvimento de reguladores.

Os consórcios proponentes devem assegurar que, quando pertinente, suas propostas estão em conformidade com a Regulamentação Geral para Proteção de Dados (EU) 2016/679 e Regulamentação de Ensaios Clínicos (EU) 536/2014 (e/ou a Diretiva 2001/20EC) e qualquer outra legislação que se aplique.

Antes de submeter à proposta, os consórcios proponentes devem se familiarizar com todos os documentos da Chamada, tais como o Manual para submissão, avaliação e concessão de benefício da IMI2 JU, e os critérios de avaliação da IMI2. Os proponentes devem consultar os formulários específicos e os processos de avaliação associados com o tipo de tópico da Ação de Pesquisa e Inovação (RIA).

  • Link da Chamada:  (Clique Aqui)
  • Para mais informações – Webinar sobre a Chamada:   (Clique Aqui)
  • Para a busca de parceiros:   (Clique Aqui)
  • Perguntas e respostas sobre a Chamada:  (Clique Aqui)
  • Link da Chamada no portal Horizon 2020 / plataforma de busca de parceiros: (Clique Aqui)
  • Anexo 1- Diretrizes específicas Fapeam (Clique aqui)

Dúvidas entrar em contato por e-mail: internacionalizacao@fapeam.am.gov.br

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Fiocruz Amazônia conclui o primeiro sequenciamento do SARS-CoV-2 da região Norte

Com apoio  da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam), o primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  concluído por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19.

O sequenciamento que foi feito pelo pesquisador Felipe Naveca e sua equipe, a partir de amostra de paciente do Amazonas, soma-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

Pesquisador Felipe Naveca. Foto: Eduardo Gomes

“As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O pesquisador reforça a importância da ciência e do apoio a estudos sobre o coronavírus e lembra que o sequenciamento de vírus é uma das atribuições da Rede Genômica em Saúde do Estado do Amazonas (Regesam), que é apoiada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam).

 

Por: Marlúcia Seixas

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Fiocruz Amazônia conclui o primeiro sequenciamento do SARS-CoV-2  da região Norte

O primeiro  sequenciamento do genoma completo do SARS-CoV-2  na região Norte foi  concluído por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  O resultado contribui  para a ampliação do  conhecimento  sobre o comportamento do vírus e a pandemia da Covid-19.

O sequenciamento que foi feito pelo pesquisador Felipe Naveca e sua equipe, a partir de amostra de paciente do Amazonas, soma-se a outras iniciativas de genômica no país e no mundo.

Pesquisador Felipe Naveca. Foto: Eduardo Gomes

 “As análises iniciais mostraram nove mutações em relação à amostra original de Wuhan na China. Queremos entender se existe relação dessas variações no genoma viral no desfecho da infecção”, explica o pesquisador, ao acrescentar que os estudos continuam para sequenciar outras amostras.

Segundo ele, o sequenciamento do genoma da amostra do Amazonas já  pode ser comparado com outros que circulam no Brasil e no mundo para identificar se existe um marcador de piora ou de melhora do quadro, além de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina ou medicamento contra o  vírus SARS-CoV-2 .

O pesquisador reforça a importância da ciência e do apoio a estudos sobre o coronavírus e lembra que o sequenciamento de vírus é uma das atribuições da Rede Genômica em Saúde do Estado do Amazonas (Regesam), que é apoiada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas  (Fapeam).

Para mais informações sobre coronavírus  acesse https://portal.fiocruz.br/coronavirus

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Mulheres na ciência: pesquisadoras que atuam no cenário científico do Amazonas

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A participação feminina em diversas áreas obteve crescimento. Entretanto, a luta por igualdade de gênero e de raça é uma jornada que ainda está sendo percorrida. Quando se trata de representação da mulher na ciência, tecnologia e inovação, elas estão em número bem menor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), apenas 28% dos pesquisadores do mundo são mulheres, ou seja ainda há um número baixo de mulheres nos campos científicos.

No Amazonas, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) tem em seu sistema de cadastro de pesquisadores em torno de 54% mulheres. Entretanto, quando se busca qualificar essa informação para saber qual posição elas ocupam, há uma inversão e os homens passam a ser 54% como coordenadores de projetos.

Para mudar esse cenário, a Fapeam adotou, em 2020, em seu calendário anual, atividades de apoio ao movimento Mulheres e Meninas na Ciência, com o objetivo estimular o acesso integral e igualitário de mulheres e meninas na ciência.

As mulheres têm participação na ciência e para mostrar um pouco desse cenário, a equipe de comunicação da Fapeam conversou com três mulheres pesquisadoras que atuam no campo científico do Amazonas e que têm estudos amparados pela Fapeam. Boa leitura!

Maria das Graças Vale Barbosa Guerra- Pesquisadora com graduação em Ciências Biológicas pela Ufam, mestrado e doutorado em Ciências Biológicas (Entomologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Atualmente é pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD) e professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

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Dra. Maria das Graças – pesquisadora da FMT-HVD

Maria das Graças conta que seu primeiro contato com a pesquisa começou ainda quando era aluna de graduação da Ufam, por conta de uma disciplina de zoologia na parte de invertebrados. Naquela época, um aluno de mestrado do Inpa buscava por estagiários para trabalhar em Entomologia, foi quando ela ingressou no grupo do pesquisador Inpa, Jorge Luiz Nessimian.

No doutorado trabalhou com ecologia de diversidades de insetos. Em 2000 concluiu o doutorado e começou a atuar na área de entomologia. A pesquisadora também tem projetos amparados pela Fapeam como estudos e testes imunológicos para o diagnóstico sorológico da Doença de Chagas Crônica e Coleções Entomológicas.

Para a Maria das Graças existe espaço para todo mundo, mas as mulheres têm mais sensibilidade, em alguns aspectos, que os homens não têm, não sendo melhores que ninguém, cada um com seu papel e com a sua visão.

“O problema é que o nosso mundo enxerga o homem como denominador de tudo, eu acho que, por mais que sejamos em menor número na pesquisa científica, somos grandes quando se analisa a história, com grandes descobertas realizadas por mulheres. Somos em menor número, porém conquistamos nosso espaço. A mulher tem papel importante nesse processo, se a pesquisa científica não tivesse mulheres envolvidas, muita coisa tinha passado despercebida e talvez nunca tivesse sido descoberta. Hoje, temos uma receptividade maior,  temos menos portas fechadas, se a mulher quiser ela consegue fazer pesquisa em qualquer lugar do mundo”, relata.

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Trypanosoma cruzi circulantes no Amazonas pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Chagas Crônica

Cristina Motta Ferreira- Farmacêutica-Bioquímica com Especialização em Imunohematologia pela Sociedade Brasileira de Hematologia e Doutorado em Doenças Tropicais e Infecciosas pela Universidade do Estado do Amazonas pela (UEA). Atua na Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) como pesquisadora nas linhas de Hematologia, Hemoterapia, Genética Microbiana e Epidemiologia Molecular .

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Dra. Cristina Motta- pesquisadora do Hemoam

Durante sua fase de estudante, desde a escola primária até a faculdade, sempre gostou de estudar e de pesquisar os trabalhos que os professores passavam. Seu interesse na pesquisa iniciou na faculdade, mas foi no mestrado que percebeu que realmente se identificava com o campo científico e que poderia encontrar satisfação em exercer sua profissão e, ao mesmo tempo, desenvolver projetos que pudessem trazer avanços e melhorias para a área da saúde pública.

Hoje, Cristina avalia o cenário da participação feminina na pesquisa científica como relevante e com aumento a cada dia. “Cada vez mais as cientistas estão deixando “suas marcas”, ampliando seu espaço em praticamente todas as áreas do conhecimento. Diversas mulheres já se destacaram na área da pesquisa, inclusive sendo premiadas com o Nobel. Para aquelas que pretendem dedicar sua vida profissional atuando na pesquisa, posso dizer que não meçam esforços para atingir esse objetivo e não se deixem abater pelos momentos de dificuldades, sejam eles quais forem. Não sei se podemos dizer que é uma mensagem, mas, quando estou com meus alunos, sempre digo que fazer pesquisa científica é trabalhoso, requer muita dedicação, estudo, caráter, responsabilidade e ética, mas que, no final de todo o trabalho, teremos a grande satisfação de ver que todos os nossos objetivos foram atingidos e que nossa contribuição que foi dada à ciência”, destaca.

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Estudo avaliou bactérias multirresistentes no ambiente hospitalar

 

Lionela da Silva- É professora da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FEFF) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e doutoranda em Educação Física e Esporte na Universidade de São Paulo (USP), atua nas áreas de educação física adaptada, ginástica e dança.

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Lionela da Silva-doutoranda em Educação Física e Esporte

Começou a fazer pesquisa logo que entrou na Faculdade de Educação Física. No primeiro período entrou como voluntária para o Programa de Atividades Motoras para Deficientes (Proamde). Em 2015 concorreu ao edital do Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas) da Fapeam, no qual coordenou a pesquisa intitulada “Estudo sobre qualidade de vida de pessoas com deficiência praticantes e não praticantes de atividade física”.

Lionela conta que o incentivo de outra mulher na sua vida foi peça fundamental para a vivência na pesquisa. “A minha orientadora, a Dra. Kathya Thomé sempre perguntava o que te inquieta? Transforme isso em pesquisa e terá a resposta para essa inquietação. Mulheres sejam inquietas! e incentivem outras mulheres a serem também. Eu sempre estava envolvida na equipe de pesquisa, isso me dava conhecimento e acendia ainda mais minha vontade de pesquisar, pois uma pesquisa leva a outras. Acho que a mulher ganhou espaços em muitos lugares que antes era habitado, principalmente, por homens e a ciência é um deles. Hoje, temos muitas mulheres pesquisando e incentivando outras e ganhando destaques” conta.

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Pesquisa avaliou a qualidade de vida de pessoas com deficiência praticantes e não praticantes de atividade físicas

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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Roda de Conversa com pesquisadoras e estudantes aborda participação da mulher na ciência

Em alusão ao Dia Internacional da Mulher (8 de março) e de Meninas e Mulheres na Ciência (11 de fevereiro), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) realizou nesta sexta-feira (06/03) uma Roda de Conversa com pesquisadoras e estudantes do Colégio Militar da Polícia Militar do Amazonas V Tenente Coronel Cândido José Mariano, sobre a participação da mulher na ciência.

A atividade ocorreu no auditório Vânia Pimentel na Universidade Nilton Lins, bairro Flores. Esta é a terceira ação promovida pela Fapeam, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), cujo objetivo é estimular o acesso integral e igualitário de mulheres e meninas na ciência.

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Márcia Perales- diretora-presidente da Fapeam

Na oportunidade, a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, falou sobre o objetivo da Fundação de fomentar a ciência, tecnologia e inovação no Amazonas, bem como a importância da participação de mulheres à frente de pesquisas científicas. “No mundo menos de 30% de pesquisadores são mulheres, segundo a Unesco. Tenho certeza de que não é por falta de capacidade e muito menos inteligência, muitas vezes é por falta de oportunidade e de incentivo. Diante disso, a Fapeam, por meio do Governo do Amazonas, abraçou essa causa, o movimento é um lembrete de que as mulheres e as meninas desempenham papel fundamental na ciência e que sua participação deve ser fortalecida” comentou Márcia Perales.

Roda de Conversa

Participaram da Roda de Conversa a doutora e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Elizabeth Gusmão, que atua com estudos relacionados a sistemas de produção de peixe, estresse fisiológico, nutrição, fármacos para fins terapêuticos de espécies como tambaqui, pirarucu e matrinxã, e também a mestranda Heliana Belchior, que iniciou sua carreira no ensino fundamental, por meio do Programa Pibic Jr, passou pelo Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic), e atualmente é mestranda do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro do ILMD/Fiocruz Amazônia.

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Elizabeth Gusmão- pesquisadora do Inpa

Segundo Elizabeth Gusmão, atualmente as mulheres estão em todas as áreas de atuação e não existe mais  uma profissão que elas não possam atuar. A pesquisadora reforça que as oportunidades que  as mulheres buscam são voltadas para a sua capacitação. “Isso torna as mulheres mais atuantes e mais capacitadas, atuando em cargos de destaque dentro da sociedade. A mulher tem essa força, essa flexibilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, que muitas vezes é um pouco mais limitado para o homem, ela é dona de casa, profissional e consegue de uma forma harmônica desenvolver todas as atividades com muita eficiência. Dentro da sua área de atuação ela tem uma seriedade e um compromisso muito grande com qualquer atividade que se propõe a fazer”, disse.

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Heliana Belchior- Biológa

Heliana Belchior  relata sua experiência na ciência e destaca que em toda sua trajetória na pesquisa sempre teve incentivo de mulheres pesquisadoras. “Por incrível que pareça eu sempre fui incentivada por mulheres, por exemplo, quem me colocou dentro do mundo da pesquisa foi minha professora de Ciências do Ensino Fundamental. Durante a graduação também tive outra mulher me orientando. Todas são mulheres dedicadas e esforçadas e no meu convívio nos últimos anos tenho prestado atenção que nós mulheres somos muito presentes. Eventos como esses mostram para as meninas que ainda estão no ensino fundamental e médio que elas também são capazes, que podemos habitar qualquer lugar e ingressar em qualquer área que quiser”, comentou.

Movimento Mulheres e Meninas na Ciência

Comemorado em 11 de fevereiro o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela ONU Mulheres.  Segundo a Unesco, apenas 28% dos pesquisadores do mundo são mulheres.

 

Por: Jessie Silva

Fotos: Érico Xavier

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