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Fundo de Ciência e Tecnologia da Amazônia é defendido em aula inaugural da Pós-graduação em Medicina Tropical da FMT

A criação do Fundo de Ciência e Tecnologia (C&T) da Amazônia foi defendida pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Adalberto Val, durante aula inaugural do curso de Pós-graduação em Medicina Tropical, da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD). O evento ocorreu na manhã da última segunda-feira (12), no auditório da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD) e contou com a participação do diretor técnico-científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Dércio Reis.

Aula inaugural reuniu representantes de instituições de ensino e pesquisa, pesquisadores e alunos do curso

 

Atualmente, a Amazônia contribui com 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Em contrapartida, a região recebe apenas 3% de investimento em Ciência, Tecnologia e Educação. Atrelado a isso, os investimentos em C&T, nos últimos anos, sofreram queda considerável. No ano passado, os números chegaram a patamares inferiores aos do início dos anos 2000.

Num cenário mais amplo, todos os países compreendidos pelo bioma são afetados pelo desmatamento, o que amplia a preocupação em relação ao futuro da região.  Portanto, o pesquisador defende que a responsabilidade sobre a região precisa ser compartilhada e nesse contexto, a criação do Fundo de Ciência e Tecnologia (C&T) da Amazônia seria um importante caminho. “É preciso conjugar capacitação de alto nível com financiamento de pesquisa de longo prazo e, portanto, o Fundo contribuiria neste processo de criação de fontes de financiamento”, ressaltou Adalberto Val.

Pesquisador e Dr. Aldaberto Val defende a criação do Fundo de Ciência e  Tecnologia (C&T)  da Amazônia

 

Segundo ele, há iniciativas importantes, nesse sentido, como as ações desenvolvidas pela Fapeam, contudo, é necessário ampliar o leque. “O papel da Fapeam é extremamente importante em apoiar as pesquisas científicas que estão envolvidas nesse processo e vem a realizar a capacitação desse imenso contingente de pessoas. Para nós é um esforço grande, mas para as dimensões da Amazônia é uma sementinha e precisamos ampliar isso de forma radical”, frisou o pesquisador, que coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Adaptações da Biota Aquática na Amazônia (INCT Adapta /MCTIC/Inpa).

Em sua explanação, Adalberto Val destacou ainda a necessidade de criação de um Data Center da Amazônia. A finalidade seria subsidiar políticas públicas e novas pesquisas que respondam aos anseios da população e resultem  no desenvolvimento de novas tecnologias de maneira a contribuir com a inclusão social e a geração de emprego e renda. “O futuro da Ciência está nas mãos de pessoas como os mestrandos e doutorandos da Pós-graduação em Medicina Tropical”. Para ele, “é preciso colocar a Ciência a serviço da humanidade, o que significa: pensar localmente e agir universalmente”.

Contribuição da FMT em C&T

O diretor da Fundação de Medicina Tropical, Dr. Marcus Guerra, destacou o trabalho desempenhado pela FMT no sentido de desenvolver expertise que possa garantir melhor qualidade de vida para a população da região. Ele fez questão de frisar o avanço da Fundação no desenvolvimento de pesquisas em áreas Malária, Hepatite e mais recentemente, a formação de grupo voltada à investigação do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). No entanto, lamentou iniciativas tomadas para a construção de empreendimentos que não levam em consideração os conhecimentos gerados e por isso, produzem sérios danos à população e ao meio ambiente.

Diretor da FMT-HVD, Dr. Marcus Guerra destacou os avanços da fundação no desenvolvimento de pesquisas

 

Na opinião do coordenador da Pós-graduação em Medicina Tropical, Dr.  Wuelton Monteiro, é inquestionável a contribuição do  curso, desde sua criação em 2002, para a evolução da pesquisas na área de saúde do Estado. O aumento considerável do número de doutores, que ingressaram em instituições de ensino e pesquisa, e a criação de novos grupos com diferentes linhas de investigação são apontados como resultados positivos.

Para ele, o fato do curso funcionar em uma instituição que agrega assistência e ensino&pesquisa será de suma relevância para os 21 novos alunos do Mestrado e os 10 do Doutorado em Medicina Tropical, uma vez que essa condição serve para nortear as decisões sobre as pesquisas.   O coordenador tem expectativas positivas em relação aos novos pós-graduandos, sobretudo, por se tratarem de profissionais já com experiência em suas áreas específicas e que, segundo ele, têm muito a contribuir.

Coordenador da Pós-graduação em Medicina Tropical, Dr. Wuelton Monteiro citou a parceria com a Fapeam

 

Monteiro ressaltou ainda, o papel da Fapeam no financiamento de pesquisas e concessão de bolsas de mestrado e doutorado para alunos do curso. “A Fapeam tem sido uma grande parceira neste caminho”, frisou. A mesma opinião sobre o papel da Fundação de Amparo à Pesquisa  é compartilhada pela mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Camila Fabri, que está iniciando o terceiro ano no Doutorado. “Parte do Doutorado fiz no Instituto Pasteur, na França, por meio de financiamento com a Fapeam”, comenta a doutoranda, que destaca a relevância dessa oportunidade concedida pela Fapeam para o desenvolvimento de sua pesquisa.

 

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 Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

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Nova edição do PCE contará com mais de 500 projetos

Edital do programa será lançado no dia 13 de março e conta com investimento de quase R$2,5 milhões

A edição 2018 do Programa Ciência na Escola (PCE) contará com mais de 500 projetos.  A novidade foi apresentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na manhã desta quinta-feira (8), aos representantes da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Inovação (Seplancti).

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Seduc e Semed, e incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Uma das novidades da nova edição do programa é o aumento do número de projetos que passou de 420 para 540. Desse número, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

O edital do programa será lançado no dia 13 de março, no site da Fapeam, e conta com um investimento de quase R$2,5 milhões. A submissão de propostas poderá ser feita até o dia 27 de abril de 2018.

O diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que outra mudança no programa é relacionada à abrangência do público-alvo, que passou a ser a partir do 5º ano do Ensino Fundamental I, antes o edital contemplava estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

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O programa permite ainda a participação de alunos das modalidades Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar. Além da possibilidade de substituição de bolsistas de Iniciação Científica e Tecnológica, até o terceiro mês de vigência do projeto, desde que devidamente justificada e com a aprovação da Fapeam.

“Houve a necessidade de reduzimos a idade das crianças que estavam participando do PCE. Agora estamos incluindo crianças a partir do 5º ano do Ensino Fundamental. Vamos avaliar como será o comportamento do projeto a partir desta mudança. Com os resultados, quem sabe no futuro podermos reduzir ainda mais a idade e até mesmo aumentar a quantidade de projetos, para que mais crianças participem desde cedo do programa e tenham o contato com o cenário científico”, explicou.

Reis disse que houve uma redução do número de alunos por projeto de Iniciação Científica e Tecnológica de cinco para três. A mudança foi uma solicitação da Seduc, devido à maioria dos eventos científicos nacionais envolver equipes com no máximo três alunos. A alteração possibilitou ampliar o número de projetos e, consequentemente, contemplar um número maior de escolas e municípios no PCE.

O diretor técnico-científico da Fapeam também falou sobre a possibilidade de lançamento de um novo edital que será realizado em parceria com as instituições de ensino superior do Amazonas, com o intuito de auxiliar o acompanhamento dos projetos implementados nas escolas das redes públicas de ensino.

“Estamos alinhando parcerias com as instituições públicas do Amazonas para que façam o acompanhamento mais próximo dos projetos desenvolvidos no interior do Amazonas. Hoje, podemos aproveitar os núcleos e unidades de instituições públicas como: Universidade Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas, Instituto Federal do Amazonas, que atuam no Estado aproveitando as instalações no interior. Com isso, criamos uma grande rede entre o ensino superior e o fundamental criando um envolvimento das crianças com os pesquisadores. Isso será benéfico para ambos os lados, pois todos que participam do processo aprendem” informou.

 

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Nova edição do PCE contará com mais de 500 projetos

Edital do programa será lançado no dia 13 de março e conta com investimento de quase R$2,5 milhões

A edição 2018 do Programa Ciência na Escola (PCE) contará com mais de 500 projetos.  A novidade foi apresentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na manhã desta quinta-feira (8), aos representantes da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Inovação (Seplancti).

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Seduc e Semed, e incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Uma das novidades da nova edição do programa é o aumento do número de projetos que passou de 420 para 540. Desse número, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

O edital do programa será lançado no dia 13 de março, no site da Fapeam, e conta com um investimento de quase R$2,5 milhões. A submissão de propostas poderá ser feita até o dia 27 de abril de 2018.

O diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que outra mudança no programa é relacionada à abrangência do público-alvo, que passou a ser a partir do 5º ano do Ensino Fundamental I, antes o edital contemplava estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

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O programa permite ainda a participação de alunos das modalidades Educação de Jovens e Adultos, Educação Escolar Indígena, Atendimento Educacional Específico e Projeto Avançar. Além da possibilidade de substituição de bolsistas de Iniciação Científica e Tecnológica, até o terceiro mês de vigência do projeto, desde que devidamente justificada e com a aprovação da Fapeam.

“Houve a necessidade de reduzimos a idade das crianças que estavam participando do PCE. Agora estamos incluindo crianças a partir do 5º ano do Ensino Fundamental. Vamos avaliar como será o comportamento do projeto a partir desta mudança. Com os resultados, quem sabe no futuro podermos reduzir ainda mais a idade e até mesmo aumentar a quantidade de projetos, para que mais crianças participem desde cedo do programa e tenham o contato com o cenário científico”, explicou.

Reis disse que houve uma redução do número de alunos por projeto de Iniciação Científica e Tecnológica de cinco para três. A mudança foi uma solicitação da Seduc, devido à maioria dos eventos científicos nacionais envolver equipes com no máximo três alunos. A alteração possibilitou ampliar o número de projetos e, consequentemente, contemplar um número maior de escolas e municípios no PCE.

O diretor técnico-científico da Fapeam também falou sobre a possibilidade de lançamento de um novo edital que será realizado em parceria com as instituições de ensino superior do Amazonas, com o intuito de auxiliar o acompanhamento dos projetos implementados nas escolas das redes públicas de ensino.

“Estamos alinhando parcerias com as instituições públicas do Amazonas para que façam o acompanhamento mais próximo dos projetos desenvolvidos no interior do Amazonas. Hoje, podemos aproveitar os núcleos e unidades de instituições públicas como: Universidade Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas, Instituto Federal do Amazonas, que atuam no Estado aproveitando as instalações no interior. Com isso, criamos uma grande rede entre o ensino superior e o fundamental criando um envolvimento das crianças com os pesquisadores. Isso será benéfico para ambos os lados, pois todos que participam do processo aprendem” informou.

 

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Mudanças climáticas globais influenciam os riscos de extinção de espécie de lagarto da Amazônia

Espécie conhecida, popularmente, como Lagarto-da-mata ou Calango tem em média 48,4% de risco de extinção local até 2050. Para 2070 o número sobe para 72,8%

Estudo científico analisou os impactos que as mudanças climáticas podem causar na biodiversidade da região e utilizou como modelo a espécie típica de lagarto amazônico conhecido, popularmente, como Lagarto-da-mata ou Calango (Kentropyx calcarata). Durante a pesquisa foram estudadas populações desta espécie na Amazônia e na transição da Amazônia com o Cerrado.

O trabalho foi realizado pelo pesquisador Emerson Pontes, durante o curso de mestrado em Ecologia, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). A pesquisa contou a orientação da Dra. Fernanda Werneck e coorientação do Dr. William Magnusson, em parceria com pesquisadores brasileiros e estrangeiros.

Segundo Pontes, com o aumento da temperatura, redução das chuvas e cobertura florestal na Amazônia-Cerrado, a espécie K. calcarata tem em média 48.4% de risco de extinção local, até 2050. Para 2070, o risco de extinção é ainda mais alarmante, o número sobe para 72,8%.

“Esta espécie de lagarto, assim como tantas outras, precisa da floresta em pé. Com as mudanças climáticas e o aumento das taxas de desmatamento alarmantes que seguem na Amazônia, estes riscos de extinção estimados podem, infelizmente, se tornarem em extinções reais”, contou.

Espécie é conhecida, popularmente, como Lagarto-da-mata ou Calango. Pesquisa foi feita na Amazônia e na transição da Amazônia com o Cerrado

O estudo iniciou em 2014 e para chegar neste resultado, o pesquisador disse que foram realizadas expedições de coleta para as florestas fechadas e úmidas nos estados do Amazonas, Pará e Amapá (Amazônia) e para as florestas abertas, mais quentes e secas no estado do Tocantins na transição Amazônia-Cerrado.

Pontes disse que em cada localidade amostral foram registradas as temperaturas ambientais e realizados experimentos fisiológicos de laboratório com os lagartos para estimar quanto os indivíduos da espécie toleravam de calor e frio, quanto corriam em diferentes temperaturas corporais e também qual era a temperatura preferida individual para o funcionamento do corpo do animal.

“Para estudar a vulnerabilidade da espécie, estimamos quanto o ambiente estará adequado no futuro para que a espécie esteja presente. Para isso, calculamos os riscos de extinção locais de K. calcarata, juntando dados da distribuição atual da espécie aos dados térmicos da fisiologia e dos ambientes, além de estimativas de pluviosidade, temperatura e cobertura florestal para o futuro. Foi dessa forma que buscamos estimar as respostas populacionais da espécie em cenários climáticos futuros”, explicou.

Pesquisa registrou as temperaturas ambientais e realizou experimentos fisiológicos de laboratório com os lagartos

O pesquisador disse que em alguns lugares a espécie de lagarto poderá sofrer redução populacional ou deixar de existir, enquanto em outros, ela ainda poderá persistir, mas tudo depende principalmente da manutenção do seu hábitat: as florestas.

“Nossos resultados indicam que as populações de zonas de transição Amazônia-Cerrado, mais próximas ao Arco do Desmatamento, possuem temperaturas críticas máximas maiores e menos variáveis e parecem estar adaptadas a temperaturas ambientais mais elevadas quando comparadas a populações do núcleo dos biomas. O resultado desafia visões da literatura de que a biologia termal das espécies varia pouco intra-especificamente, e abre portas para o entendimento de que as respostas adaptativas ou processos de extinção local podem variar substancialmente geograficamente”, completou a pesquisadora Dra. Werneck.

O pesquisador ressaltou que perder uma espécie significa empobrecer a biodiversidade, além de comprometer em algum nível o funcionamento das florestas e de seus ecossistemas, o que pode significar também prejuízos à vida de outros seres vivos, o que inclui os seres humanos.

Conforme Pontes, algumas das perguntas e hipóteses levantadas pelo seu trabalho e colaboradores estão sendo investigada pelo grupo de pesquisa da Dra. Fernanda Werneck no Inpa. Os estudos e projetos adicionais integram abordagens ecológicas e genéticas para inferir a história populacional, prever riscos de extinção local e potenciais respostas adaptativas para diversos lagartos sob cenários de mudanças climáticas futuras em paisagens de vegetação florestal e aberta amazônicas e no ecotóno Amazônia-Cerrado.

Emerson Pontes

Estudo foi feito por Emerson Pontes durante o curso de mestrado em Ecologia, no Inpa.

Apoio

 A pesquisa contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), L’Oréal-UNESCO-ABC Para Mulheres na Ciência e L’Oréal-UNESCO For Women In Science award,  Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), Partnerships for Enhanced Engagement in Research-PEER (U.S. National Academy of Sciences e U.S. Agency of International Development), do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) e do Centro de Estudos Integrados da Biodiversidade Amazônica (INCT CENBAM).

 

 

 

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Foto: Acervo do Pesquisador

 

 

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Fapeam divulga resultado da II Etapa do Enquadramento do Pappe Integração

Apenas os projetos habilitados seguirão para as próximas etapas do programa

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulga o resultado da Etapa II do enquadramento do Edital nº. 007/2017  do  Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte na Modalidade Subvenção Econômica (Pappe Integração).

De acordo com o edital no subitem 11.2 ETAPA II – Recursos à lista de propostas habilitadas, julgamento de recursos e divulgação da lista final de projetos habilitados, e após concluída análise pelo Comitê Gestor do Pappe Integração, apresentamos resultado final da análise do enquadramento.

Confira o resultado do Enquadramento do Edital Pappe Integração – Empresas Habilitadas (Apenas os projetos habilitados seguirão para as próximas etapas).

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Com apoio da Fapeam, pesquisador defende tese sobre movimentos sociais amazônicos no contexto de grandes projetos, na Unicamp

Estudo foi desenvolvido via o Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós- Graduados para o Interior do Estado do Amazonas

Na próxima sexta-feira (23) o doutorando em Educação e professor do curso de Comunicação Social – Jornalismo da Universidade Federal do Amazonas em Parintins (Ufam/Parintins), Lucas Milhomens, defende a tese de doutorado “Movimentos Sociais e Redes de Mobilização na Amazônia: O Caso da Hidrelétrica de Belo Monte”, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo.

O estudo conta com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados para o Interior do Estado do Amazonas (Proint). O programa concede bolsa de mestrado e doutorado para profissionais graduados, residentes no interior do Estado do Amazonas há no mínimo quatro anos ou que mantenham relação de trabalho ou emprego com alguma instituição municipal, estadual ou federal sediada ou com unidade permanente no interior do Estado do Amazonas, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em programa credenciado pela Capes, em instituições no Estado do Amazonas, localizadas em município diferente do de residência ou em outro Estado da Federação.

A pesquisa de doutorado aponta a importância dos movimentos sociais amazônicos na luta contra grandes projetos e seus impactos socioambientais. O estudo analisou os fatores históricos e socioculturais que viabilizaram o surgimento de uma série de grupos e movimentos sociais organizados, atuante na região, em especial em cidades como Altamira (PA).

“O município é permeado por uma sobreposição de conflitos sociais que datam desde o início do Governo Civil-Militar nos anos de 1960, onde foram planejados grandes projetos de infraestrutura que geraram uma série de impactos sociais, econômicos e ambientais, atingindo uma série de grupos, sobretudo povos tradicionais e populações indígenas. Como foi o caso da construção da rodovia Transamazônica nos anos de 1970 e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, inaugurada em 2016”, disse.

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017 (foto: Lucas Milhomens)

 

Outro ponto abordado na tese do pesquisador diz respeito a centralidade dos movimentos sociais amazônicos, que além de visibilizar pautas pouco difundidas na opinião pública nacional (como os impactos gerados a diversas populações atingidas pela construção de usinas hidrelétricas e projetos mineradores) atuam.

Segundo o professor, sob o formato de “redes de mobilização”, um esquema onde diversos grupos e atores sociais fazem uso de um complexo repertório que vai desde a utilização contínua da Internet e seus inúmeros recursos comunicacionais (como sites de compartilhamento de vídeos, blogs, redes sociais etc.) até uma articulação global com parceiros nacionais e internacionais através de redes solidárias, visando apoiar e divulgar as bandeiras dos movimentos que lutam contra os grandes projetos na Amazônia e seus diversos impactos socioambientais.

Segundo o pesquisador, o estudo foi orientado pela professora da Unicamp, a doutora Maria da Glória Gohn, considerada uma das maiores especialistas em movimentos sociais da América Latina.

Lucas Milhomens defende a tese de doutorado na Faculdade de Educação da Unicamp

Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

 

 

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Estudo foi desenvolvido via o Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós- Graduados para o Interior do Estado do Amazonas

Na próxima sexta-feira (23) o doutorando em Educação e professor do curso de Comunicação Social – Jornalismo da Universidade Federal do Amazonas em Parintins (Ufam/Parintins), Lucas Milhomens, defende a tese de doutorado “Movimentos Sociais e Redes de Mobilização na Amazônia: O Caso da Hidrelétrica de Belo Monte”, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo.

O estudo conta com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) via programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados para o Interior do Estado do Amazonas (Proint). O programa concede bolsa de mestrado e doutorado para profissionais graduados, residentes no interior do Estado do Amazonas há no mínimo quatro anos ou que mantenham relação de trabalho ou emprego com alguma instituição municipal, estadual ou federal sediada ou com unidade permanente no interior do Estado do Amazonas, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em programa credenciado pela Capes, em instituições no Estado do Amazonas, localizadas em município diferente do de residência ou em outro Estado da Federação.

A pesquisa de doutorado aponta a importância dos movimentos sociais amazônicos na luta contra grandes projetos e seus impactos socioambientais. O estudo analisou os fatores históricos e socioculturais que viabilizaram o surgimento de uma série de grupos e movimentos sociais organizados, atuante na região, em especial em cidades como Altamira (PA).

“O município é permeado por uma sobreposição de conflitos sociais que datam desde o início do Governo Civil-Militar nos anos de 1960, onde foram planejados grandes projetos de infraestrutura que geraram uma série de impactos sociais, econômicos e ambientais, atingindo uma série de grupos, sobretudo povos tradicionais e populações indígenas. Como foi o caso da construção da rodovia Transamazônica nos anos de 1970 e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, inaugurada em 2016”, disse.

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017

Cacique Raoni Kaiapó no Acampamento Terra Livre 2017 (foto: Lucas Milhomens)

 

Outro ponto abordado na tese do pesquisador diz respeito a centralidade dos movimentos sociais amazônicos, que além de visibilizar pautas pouco difundidas na opinião pública nacional (como os impactos gerados a diversas populações atingidas pela construção de usinas hidrelétricas e projetos mineradores) atuam.

Segundo o professor, sob o formato de “redes de mobilização”, um esquema onde diversos grupos e atores sociais fazem uso de um complexo repertório que vai desde a utilização contínua da Internet e seus inúmeros recursos comunicacionais (como sites de compartilhamento de vídeos, blogs, redes sociais etc.) até uma articulação global com parceiros nacionais e internacionais através de redes solidárias, visando apoiar e divulgar as bandeiras dos movimentos que lutam contra os grandes projetos na Amazônia e seus diversos impactos socioambientais.

Segundo o pesquisador, o estudo foi orientado pela professora da Unicamp, a doutora Maria da Glória Gohn, considerada uma das maiores especialistas em movimentos sociais da América Latina.

Lucas Milhomens defende a tese de doutorado na Faculdade de Educação da Unicamp

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Fiocruz Amazônia abre inscrições para mestrado acadêmico em Condições de Vida e Situações de Saúde

O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) abre inscrições para o curso de mestrado acadêmico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA).

O período de inscrições ocorre de 13 a 29 de março de 2018.  Serão oferecidas 17 vagas divididas em duas linhas de pesquisa: Fatores sócio biológicos no processo saúde-doença na Amazônia, com seis vagas; e Processo Saúde-Doença e Organização da Atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade, com onze vagas.

Poderão participar do processo de seleção candidatos que até a data da matrícula, completarem curso de graduação de duração plena devidamente reconhecido pelo MEC. O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 10 de setembro deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet por meio da Plataforma Siga, que somente poderá ser acessada pelo navegador Internet Explorer. O candidato tem que preencher o formulário de inscrição nesta plataforma e anexar documentos de identificação com foto (carteira de identidade, carteira militar ou de conselho de classe), CPF, RNE (Registro Nacional de Estrangeiros) ou passaporte para candidatos estrangeiros e pagar a taxa de R$ 100,00. A divulgação das inscrições homologadas será no dia 10 de abril.

Para mais informações, consulte a chamada pública.

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Fonte: Fiocruz Amazônia

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Corante natural a partir de fungos encontrados em frutos amazônicos

Pesquisa analisa fungos encontrados no buriti, tucumã, pupunha e de ambientes como solo e água para produção de pigmentos naturais

Os fungos encontrados em frutos de espécies nativas da Região Amazônica como buriti, tucumã e pupunha estão sendo analisados com objetivo de serem utilizados como fonte produtora de pigmentos naturais, ou seja, para serem usados como colorantes mais que possuam ação antioxidante ou atividade  pró-vitamínica A. Os pigmentos poderão ser aplicados nos setores alimentício, farmacêutico e cosmético.

A pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP) conta com apoio do Governo do Amazonas, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no âmbito do Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós Graduandos do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Segundo a doutoranda em Biotecnologia Industrial Daiana Torres, para o crescimento dos microrganismos serão utilizados resíduos provenientes do processamento da mandioca, com objetivo de reaproveitar e destinar de forma adequada os resíduos, uma vez que o volume de produção e processamento da mandioca é alto na Região.

Fungos foram encontrados em frutos amazônicos e  ambientes como solo e água. Pesquisa finaliza em 2019

 

A pesquisa iniciou em 2015 e tem previsão para terminar no primeiro semestre de 2019 com a defesa da Tese de Doutorado. A avaliação antioxidante e da atividade pró-vitamínica desses pigmentos ainda estão na análise.

“A pesquisa traz diversos benefícios como a obtenção de pigmentos naturais e com propriedades químicas benéficas ao organismo humano, que poderá ser utilizado tanto pelas indústrias alimentícias, farmacêuticas ou cosméticas. Podemos destacar também o reaproveitamento dos resíduos provenientes do processamento da mandioca, que é uma das culturas de maior volume de produção na Região Norte, o que pode agregar valor a este subproduto agrícola�, destacou.

A pesquisadora explicou ainda que os pigmentos naturais já encontram aplicação na indústria alimentícia, onde são utilizados para realçar a cor de alguns alimentos, como por exemplo, do salmão.

“Além de pigmentar ou realçar a cor em alimentos os carotenoides podem possuir características muito interessantes para a indústria farmacêutica e de cosméticos, pois como já foi dito, eles podem possuir atividade antioxidante, que protegem as células sadias do nosso corpo contra as lesões e os demais danos causados pelo excesso de radicais livres, e ainda apresentam como potenciais fontes de vitamina A�, acrescentou.

Isolamento

 A pesquisa está sendo desenvolvida na Escola de Engenharia de Lorena (EEL\USP), onde estão sendo realizadas as atividades de processos fermentativos para a produção dos pigmentos a partir de fungos isolados e cultivadas nos resíduos de mandioca pré-tratados. E no Laboratório Micologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), onde foram realizados os isolamentos e a identificação dos fungos.

Daiana disse que como pré-requisito para o isolamento foi definido que apenas as leveduras (fungos) que apresentassem coloração seriam de fato isoladas, assim, foi proposto inicialmente, o isolamento de fungos a partir dos frutos de espécies nativas da Região Amazônica, como o buriti, tucumã e pupunha, coletados em área de Reserva Florestal em Manaus, porém, não foi possível isolar leveduras coloridas de todos os frutos coletados, sendo assim, incorporadas leveduras isoladas de outros ambientes, como água e solo.

Leveduras preparadas para serem armazenadas. Pesquisa é realizada durante o curso  de doutorado

 

“Isolar, significa cultivar (crescer) as leveduras fora do seu ambiente natural, ou seja, em meio de crescimento sintético que simula o ambiente natural. Assim, as leveduras utilizadas neste trabalho serão leveduras que crescem naturalmente na superfície de frutos, e que a partir de técnicas laboratoriais específicas serão retiradas dessas superfícies e transferidas para placas de Petri (vidraria de laboratórios), contendo o meio de cultivo que possui substâncias importantes para o crescimento destas leveduras�, disse.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado a profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela CAPES em outros Estados da Federação.

 “A Fapeam tem apoiado o desenvolvimento desta pesquisa, a partir da concessão da bolsa auxílio, que permite minha manutenção e estadia na cidade de Lorena – SP, para realizar as atividades referentes à Pesquisa. O que também possibilita a troca de informação e de conhecimento com profissionais experientes e com grande conhecimento na área de estudo, podendo firmar entre pesquisadores da Região Sul e Norte do Brasil, a fim de promover o desenvolvimento científico no Amazonas�, finalizou.

Texto – Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos- Acervo do pesquisador

 

 

 

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Programas internacionais da Capes têm últimos dias de inscrições abertas

Os programas de Professor Visitante (PVE), Pós-doutorado e Doutorado-pleno, chamadas, que contemplam bolsas no exterior pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estão nos últimos dias para inscrição. Os interessados que cumprirem os requisitos descritos em cada edital terão até 21 de fevereiro para se candidatarem. Não haverá prorrogação do prazo.

Professor Visitante
O Programa tem como objetivo oferecer bolsa no exterior para a realização de estudos avançados após o doutorado e destina-se a pesquisadores ou docentes que possuam vínculo empregatício com instituição brasileira de ensino ou pesquisa. São duas categorias de bolsa: Júnior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua até doze anos de doutoramento; ou Sênior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua mais de doze anos de doutoramento.

Serão concedidas até 200 bolsas, sendo 100 para cada categoria. A duração da bolsa será definida na concessão, com base na duração aprovada pelas instituições de origem e de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar entre quatro e 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a CAPES, desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes.

Pós-doutorado
O Programa oferta bolsas para a realização de estudos avançados fora do Brasil posteriores à obtenção do título de doutor e destina-se a pesquisadores ou docentes com menos de oito anos de formação doutoral e que não possuam vínculo empregatício. Não são aceitas inscrições de estudantes em fase de conclusão de curso.

Para essa modalidade, serão concedidas até 100 bolsas. A duração da bolsa será definida na concessão com base na duração aprovada pela instituição de destino e o cronograma de execução do projeto proposto, podendo variar de seis a 12 meses, prorrogáveis por até seis meses, sem ônus para a Capes., desde que autorizado pela instituição empregadora e pela Capes..

Doutorado-pleno
O Programa tem a finalidade de oferecer bolsas de doutorado-pleno como alternativa complementar às possibilidades ofertadas pelo conjunto dos programas de pós-graduação no Brasil. Este edital ofertará até 100 bolsas incialmente concedidas por um período de, no máximo, 12 meses. A renovação da concessão é condicionada ao desempenho acadêmico satisfatório do(a) estudante. A duração total da bolsa de doutorado-pleno no exterior será definida com base na duração aprovada pela instituição de destino e cronograma de execução do projeto proposto, não podendo ultrapassar 48meses, com vigência até o mês de defesa da tese.

Para os(as) candidatos(as) selecionados(as) que já estejam realizando o doutorado no exterior, será deduzido da duração total da bolsa o tempo já cumprido com o curso antes da concessão da bolsa, considerando o início das atividades acadêmicas informadas pela instituição à qual estão vinculados. Caso o doutorado não seja concluído dentro do período de concessão, poderá ser requerida pelo bolsista a extensão da permanência no exterior, sem ônus para a Capes., por no máximo 12 meses. O requerimento será analisado, desde que devidamente fundamentado, e a autorização excepcional da agência para permanência no exterior dependerá de comunicação expressa ao bolsista nesse sentido.

Todos os editais têm previsão de início dos estudos a partir de agosto a novembro de 2018.

Confira o cronograma:

Cronograma

Etapas Datas previstas
Inscrições Até 21 de fevereiro de 2018
Resultado Preliminar A partir de 7 de maio de 2018
Resultado final A partir de 14 de junho de 2018
Complementação de Documentos Até 60 dias antes da viagem
Início dos estudos no exterior Agosto a Novembro de 2018

Acesse aqui os editais:
Edital 45/2017 – Professor Visitante no Exterior
Edital 46/2017 – Pós-doutorado no Exterior
Edital 48/2017 – Doutorado-pleno no Exterior

Fonte: CCS CAPES

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